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REPARO APICAL E 
PERIAPICAL
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CURA
REGENERAÇÃO
REPARO
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“Podemos dizer que o tratamento endodôntico termina quando a região periapical neutraliza o transtorno produzido pelo tratamento ou repara uma lesão preexistente.”
					MAISTO, 1967.
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Infecção X Reparo 
“Condição fundamental para que se processe a cementogênese é a ausência de infecção”.
					Coolidge
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TRATAMENTO DO SISTEMA DE CANAIS
RADICULARES
OBJETIVOS
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TRINÔMIO
LIMPEZA
MODELAGEM
DESINFECÇÃO
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Métodos de Avaliação:
Exame clínico
Exame radiográfico
Exame histológico
sucesso
insucesso
questionável
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AUSÊNCIA DE:
SINAIS
SINTOMAS
RX
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Fatores que influenciam o sucesso:
Estado pulpar
Estado bacteriano do canal antes da obturação 
Comprometimento periapical
Ausência de traumatismo durante o tratamento 
Tempo de proservação
Extensão e qualidade a obturação 
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DISTRIBUIÇÃO DAS BACTÉRIAS NAS ESTRUTURAS MIERALIZADAS DE DENTES COM NECROSE PULPAR E GRANULOMA APICAL
			FRANCISCO CARLOS RIBEIRO 
			BAURÚ, 1997
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Vias de Invasão Bacteriana da 
Polpa Dental:
Canalículos dentinários
Exposição pulpar 
Periodonto
Anacorese hematogênica
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AGENTES ANTIMICROBIANOS ENTRE SESSÕES
CANAIS INFECTADOS: MICRORGANISMOS NA CORRENTE SANGUÍNEA – TESTES BIOQUÍMICOS E ANTIBIOGRAMAS
MEDICAÇÃO
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1960
SUNDQVIST
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ESPÉCIES
x
SINTOMATOLOGIA
REAGUDIZAÇÃO ENTRE SESSÕES
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FASES DO TRATAMENTO
ENDODÔNTICO
 CUIDADOS
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IMPORTÂNCIA DA REMOÇÃO
DO SMEAR LAYER
EDTA + NaOCL
aumento da resistência à penetração bacteriana
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Obturação do Sistema 
de Canais Radiculares
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OBJETIVOS
Impedir a infiltração do exsudado periapical;
Impedir a reinfecção; 
Criar um ambiente favorável à cicatrização dos tecidos periapicais.
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Zerloti (1959), Ingle (1965), Grossman (1964),
Holland (1971), Tavano (1971),
Leal (1972), Tamburús (1983)
Ausência de Reparo
Obturação Incompleta
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ESTUDO DE WASHINGTON
					 INGLE
1229 94,45% SUCESSO
63,46% DOS FRACASSOS
OBTURAÇÃO INADEQUADA
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“Para se obter sucesso é imprescindível que o sistema de canais radiculares esteja limpo e com formato adequado para receber o material obturador que deverá ocupar todo o espaço previamente preparado ...”
					Schilder, 1976.
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Limite apical de obturação:
 O campo de ação do endodontista é o canal dentinário (limite C-D-C)
 Kuttler (1961)
Microscopia da porção apical 
de 436 canais radiculares:
 Jovens: -0,5 mm Idosos: -0,75 mm
 Raramente o forame apical coincide com o ápice 
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Requisitos para o material 
obturador ideal 
 Propriedades biológicas:
Não irritar os tecidos periapicais
Ser reabsorvido no periápice
Permitir a deposição de tecido mineralizado ao nível do ápice
Ter ação anti-séptica permanente 
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Fases do Reparo
Polpa Vital
hemorragia (ruptura dos vasos sangüíneos)
formação de coágulo fibrinoso 
reação inflamatória suave
aumento da permeabilidade capilar
marginação leucocitária
diapedese 
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Fases do Reparo
diminuição acentuada de céls. Inflam.
fibroblastos - direcionam-se ao coágulo 
deposição de novo tecido
Polpa Vital
Após 48 horas		fase proliferativa 
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Tecido de Granulação
Constituido de novos capilares
Rico em macrófagos, linfócitos e 
 plasmócitos
Pouco neutrófilos 
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Após algum tempo ...
tentativa de reorganização do 
periodonto apical
Fibroblastos
Depositam tecido fibroso
Superf. radicular
Superf. Tec. fibroso
Formação neocemtária (cementoblastos)
Elaboração de tec. Ósseo alveolar
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Contaminação Bacteriana,
Irrigação mecânica ou Química
 infiltração leucocitária
 desorganização de tec. Conjuntivo
 reabsorção de cemento apical (dentina e 
 tec. Ósseo)
> espaço para > irrigação plasmática
melhores condições de defesa
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Nos casos de reabsorções ósseas:
formação de matriz glico-proteica
complementação pela ação 
 odontoblástica
Produção da fosfatase alcalina
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fosfato orgânico
fosfatase alcalina
fosfato inorgânico
aum. De íons cálcio
fosfato de cálcio
precipitam na matriz 
de glicoptn
ilhas cálcicas
unidas
formação de trabeculado ósseo
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Atividade Osteoblástica
estimulada pelo ato mastigatório
Dente Fora de Função
reparação prejudicada
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 Polpa não Vital
 sem lesão periapical
 com lesão periapical
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Reparo em polpas não Vitais
Requisitos Básicos
 ausência de infecção
 respeito aos limites do canal
 obturação hermética
 ausência de irritação química ou 
 mecânica
 capacidade de resposta do paciente
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Região Periapical Pós-
Tratamento Endodôntico
PROSERVAÇÃO
SUCESSO OU FRACASSO
JULGAR
TRATAMENTO
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Tempo de Proservação
SEM comprometimento periapical previo
6 meses a 1 ano
COM comprometimento periapical
4 anos
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PROSERVAÇÃO 
6 MESES			2 ANOS
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SUCESSO: critério de avaliação
silêncio clínico
ausência de fístula
normalização da função
eliminação das áreas de rarefação óssea
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Processo de reparo
Anatomopatologia da lesão
Grau de irritação ligado ao 
 tratamento
Condições próprias do indivíduo
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CAUSAS DOS INSUCESSOS
CANAIS NÃO TRATADOS
ANATOMIA INTERNA
CAUSAS IATROGÊNICAS
PREPARO QUÍMICO CIRÚRGICO DEFICIENTE
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CAUSAS INERENTES AO PACIENTE
CONDIÇÕES DE SAÚDE
 DOENÇAS SISTÊMICAS
 AVITAMINOSES...
 
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BLINDAGEM CORONÁRIA
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SELAMENTO CORONÁRIO
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RESTAURAÇÃO IMEDIATA
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INTERAÇÃO ENTRE AS DIVERSAS ETAPAS
ANAMNESE
REINTEGRAÇÃO DA FUNÇÃO
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A TERAPIA ENDODÔNTICA NÃO TERMINA
NA FASE DE OBTURAÇÃO DO CANAL
 RADICULAR, MAS SIM COM O RETORNO 
DO DENTE AS TAREFAS QUE LHE SÃO
ESPECÍFICAS, ESTÉTICA E FUNCIONALMENTE.
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REPARAÇÃO
DE
FERIDAS
CICATRIZAÇÃO
INCISÃO
CIRÚRGICA
(SUTURA)
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24 h
NEUTRÓFILOS NAS MARGENS 
DA INCISÃO
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48 h
FORMA-SE 
CAMADA EPITELIAL FINA E CONTÍNUA
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3º DIA
NEUTRÓFILOS SÃO SUBSTITUÍDOS POR 
MACRÓFAGOS. TECIDO DE GRANULAÇÃO 
INVADE O ESPAÇO DA INCISÃO.
 SURGE COLÁGENO
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5º DIA
TODO ESPAÇO INCISIONAL É PREENCHIDO
 POR TECIDO DE GRANULAÇÃO
NEOVASCULAR > EPIDERME RECUPERA
A ESPESSURA NORMAL.
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2ª SEMANA
CICRATRIZ PÁLIDA. ACÚMULO 
DE
COLÁGENO
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1º MÊS
 CICRATRIZ: 
TECIDO CEL. CONJUNTIVO, ISENTO DE 
 INFILTRADO INFLAMATÓRIO. 
 EPIDERME ÍNTEGRA.
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CICATRIZAÇÃO
INCISÃO
CIRÚRGICA
(SUTURA)
CICATRIZAÇÃO POR PRIMEIRA INTENÇÃO
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SANGUE COAGULADO
(HEMÁCIAS E FIBRINA)
DESIDRATAÇÃO
CROSTA
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CICATRIZAÇÃO POR SEGUNDA INTENÇÃO
PERDA TECIDUAL EXTENSA (ABCESSOS...);
REPARO COMPLEXO; INCAPACIDADE DE
 RECOMPOR A ARQUITETURA ORIGINAL E
CRESCIMENTO ABUNDANTE DE TECIDO DE 
GRANULAÇÃO.
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CURA
QUANDO HÁ UM DANO MAIOR AO PERIÓSTEO, AS CÉLS. DIFERENCIADAS NÃO CONSEGUEM ORIGINAR OS OSTEOBLASTOS
HÁ, ENTÃO, A FORMAÇÃO DE TECIDO DE GRANULAÇÃO.
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REPARAÇÃO TECIDUAL E 
CONTROLE
CLÍNICO APÓS O TRATAMENTO
 ENDODÔNTICO
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X
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M T A
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CRESCIMENTO CONSISTENTE DO CEMENTO (REGENERA LIGAMENTO PERIODONTAL)
FORMAÇÃO ATIVA DE TECIDO DURO
SOFRE MENOR INFILTRAÇÃO
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M T A
PÓ
HIDRATAÇÃO
GEL COLÓIDE (SOLIDIFICAÇÃO EM 3h)
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REIMPLANTE INTENCIONAL
CASOS DE DIFÍCIL SOLUÇÃO
LESÕESREFRATÁRIAS
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CASOS CLÍNICOS
REIMPLANTE INTENCIONAL
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O SUCESSO 
NA TERAPIA
 ENDODÔNTICA
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AVALIAÇÃO DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO
SILÊNCIO CLÍNICO E BIOLÓGICO
IMAGEM RADIOGRÁFICA NORMAL
PESQUISAS HISTOPATOLÓGICAS
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FICHÁRIO ENDODÔNTICO
DOCUMENTAÇÃO LEGAL
AVALIAÇÃO DE TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS AO LONGO DA VIDA PROFISSIONAL
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