Potifólio   Estudante do Extremo Oeste busca na tecnologia melhorar a vida das pessoas
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Potifólio Estudante do Extremo Oeste busca na tecnologia melhorar a vida das pessoas

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Estudante do Extremo Oeste busca na tecnologia melhorar a vida das pessoas
Ueliton Rostirolla, de 21 anos, nasceu em Anchieta, e hoje em dia reside em São Miguel do Oeste. Por meio da perseverança e estimulo de professores, ele já teve dois projetos seletivos em concursos da Harvard, uma das universidades mais conceituadas no mundo.
Em 2015, ele desenvolveu um projeto simples, mas que tem um impacto significativo na vida das pessoas. Com uma tabela de imagens, um barbante e um folder de orientação, ele deu forma a um kit oftalmológico que permite fazer o teste de acuidade visual em casa. “Esse kit não vai dizer se a pessoa tem miopia ou catarata, por exemplo, mas ele vai apresentar um diagnóstico de que a pessoa tem algum problema de visão. A causa precisa ser identificada durante uma consulta com um médico oftalmologista”, explica ao detalhar que o procedimento é importante, pois evita o agravamento de doenças se um especialista for procurado precocemente.
Prova disso é que ao testar o kit oftalmológico, que foi um dos 28 projetos de todo o mundo selecionados pela universidade norte-americana, Ueliton constatou que 75% das pessoas com mais de vinte anos que fizeram o teste usando o método em Campo Erê apresentavam algum problema de visão. Entre os que tinham menos de vinte anos o percentual de diagnósticos que indicavam algum problema chegou a 20%. “Pensei em desenvolver esse projeto em virtude da praticidade, da necessidade que as pessoas têm e também por não ter condições de fazer algo que demandasse um alto investimento.
Para fazer esse projeto, além do tempo para pesquisar sobre o assunto, gastei R$ 3, menciona o jovem, que contou com a ajuda de especialistas da área. Como o projeto não foi selecionado ano passado, ele tentou um novo projeto.
Estudante desenvolve teste para diagnosticar câncer precocemente
O segundo projeto do jovem Ueliton novamente foi selecionado nos Estados Unidos para participar, no ano passado, de mais um concurso da Harvard.
Desta vez, ele desenvolveu uma técnica inédita para diagnóstico precoce do câncer de pâncreas. Ele explica que a glândula possui de 15 a 25 centímetros de extensão localizada no abdômen. O pâncreas é responsável pela produção de insulina e também de enzimas envolvidas na digestão e absorção dos alimentos.
O estudante revela que o câncer de pâncreas é um dos tumores com pior previsão que existe, com uma taxa de sobrevivência em cinco anos inferior a 2 por cento, e por isso da pesquisa. Embora não seja um tumor muito frequente, é a quarta causa de morte por câncer nos países desenvolvidos por ser diagnosticado tarde demais.
Rostirolla esclarece que o projeto para diagnóstico precoce tem por base em análises das mutações genéticas na fita de RNA. O estudante já apresentou o projeto para cerca de nove médicos da região que viram viabilidade no estudo.
Apesar de não ter ganho uma vaga na renomada instituição, atualmente o estudante atua como inventor. Ele trabalha nos mais diversos segmentos. Ele destaca que cada projeto possui uma área, um setor, e visa atingir um público, mas, sempre são voltados a melhorar a qualidade de vida das pessoas por meio da tecnologia.