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25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 1/24 Caro(a) aluno(a) Gostaríamos de dar início ao nosso trabalho, convidando-o(a) à leitura de um texto de Clarice Lispector. FELICIDADE CLANDESTINA Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade". Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia. Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim um tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato. Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse- me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança de alegria: eu não vivia, nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam. No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez. Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranqüilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo. E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra. Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados. 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 2/24 Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler! E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer. Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo. Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo. Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante. Clarice Lispector. In: "Felicidade Clandestina" Ed. Rocco - Rio de Janeiro, 1998 Ler significa aproximar-se de algo que acaba de ganhar existência. Ítalo Calvino O ato de ler é soberano. Implica desvendar e conhecer o mundo. É pela leitura que desenvolvemos o processo de atribuir sentido a tudo o que nos rodeia: lemos um olhar, um gesto, um sorriso, um mapa, uma obra de arte, as pegadas na areia, as nuvens carregadas no céu, o sinal de fumaça avistado ao longe e tantos outros sinais. Lemos até mesmo o silêncio! 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 3/24 Nos dias de hoje, a comunicação, mesmo presencial, está mediada por uma infinidade de signos. Na era da comunicação interplanetária, estabelecemos infinitas conexões com pessoas de todos os cantos do mundo, o que nos obriga a decodificar um universo poderoso de mensagens e a nos adaptar a elas: comunidades virtuais do Orkut, conversas pelo MSN, compras e negócios fechados pela rede e, se essa informação foi dominantemente verbal até então, agora se torna também visual com a chegada do YouTube. Sabemos o quanto a força da imagem exerce fascínio e entendemos, definitivamente, que não há mais como sobreviver neste mundo sem que haja, de nossa parte, uma adaptação constante no que se refere ao acesso às diferentes linguagens disponíveis. É fundamental reconhecer que o sentido de todas as coisas nos vem, principalmente, por meio do olhar, da compreensão e interpretação desses múltiplos signos1 que enxergamos, desde os mais corriqueiros – nomes de ruas, por exemplo – até os mais complexos – uma poesia repleta de metáforas. O sentido das coisas nos vem, então, por meio da leitura, um ato individual deconstrução de significado num contexto que se configura mediante a interação autor/texto/leitor. A leitura é uma atividade que solicita intensa participação do leitor e exige muito mais que o simples conhecimento lingüístico compartilhado pelos interlocutores: o leitor é, necessariamente, levado a mobilizar uma série de estratégias, com a finalidade de preencher as lacunas e participar, de forma ativa, da construção do sentido. Dessa forma, autor e leitor devem ser vistos como estrategistas na interação pela linguagem para que se construa o sentido do texto. Segundo Koch & Elias (2006), [...] numa concepção interacional (dialógica) da língua, os sujeitos são vistos como atores/construtores sociais, sujeitos ativos que – dialogicamente – se constroem e são construídos no texto. [...} Nessa perspectiva, o sentido de um texto é construído na interação texto-sujeitos e não algo que preexista a essa interação. A leitura é, pois, uma atividade interativa altamente complexa de produção de sentidos, que se realiza evidentemente com base nos elementos lingüísticos presentes na superfície textual e na sua forma de organização, mas requer a mobilização de um vasto conjunto de saberes no interior do evento comunicativo. Para esclarecer as idéias até aqui apresentadas, leia a tira a seguir: 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 4/24 http://tiras-hagar.blogspot.com/ (acesso em 16/02/2007) Na tira, Hagar, o viking, revela o papel do leitor que interage com o texto, no caso, da placa, e atribui-lhe o sentido, considerando tanto as informações explícitas, como também o que é sugerido de maneira implícita, subentendida. Podemos, então, concluir que a) a leitura de qualquer texto exige do leitor muito mais do que o conhecimento do código lingüístico; b) o leitor realiza um trabalho ativo de compreensão e interpretação do texto, a partir, entre outros aspectos, de seu conhecimento lingüístico, textual e, ainda, de seu conhecimento de mundo. Leitura é, assim, uma atividade de produção de sentido. É nesse intercâmbio de leituras que se refinam, se reajustam e redimensionam hipóteses de significado, ampliando constantemente a nossa compreensão dos outros, do mundo e de nós mesmos. O exercício pleno da cidadania passa necessariamente pela garantia de acesso aos conhecimentos construídos e acumulados e às informações disponíveis socialmente. E a leitura é a chave dessa conquista. Sugestão de leitura Ler e compreender os sentidos do texto Ingedore V. Koch e Vanda Maria Elias Editora Contexto Texto e Leitor: aspectos cognitivos da leitura Ângela Kleiman Pontes 1Signos: entidades lingüísticas dotadas de duas faces: o significante (imagem acústica) e o significado (conceito). Exercício 1: Para entender o significado de uma frase, é preciso considerar também o que fica implícito, e não apenas ler a superfície da informação. Desse modo, observe o que fica implícito nesta frase: “Jim 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 5/24 disse que as abelhas não picariam idiotas; mas eu não acreditei nisso, porque eu mesmo já tentei muitas vezes, e elas não me picaram.” (Mark Twain. The adventures of Huckleberry Finn) A) O personagem se considera inteligente, pois não foi picado. B) O personagem não é inteligente por ter insistido em ser picado pelas abelhas. C) Jim testou a inteligência de Huckle e afirmou que ele era idiota. D) O personagem se considera idiota, mesmo não tendo sido picado pelas abelhas. E) Jim sabia que as abelhas somente picariam Huckle se ele fosse inteligente. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B) Comentários: B) conforme texto Exercício 2: (ENADE) INDICADORES DE FRACASSO ESCOLAR NO BRASIL 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 6/24 Observando os dados fornecidos no quadro, percebe-se: A) um avanço nos índices gerais da educação no País, graças ao investimento aplicado nas escolas. B) um crescimento do Ensino Médio, com índices superiores aos de países com desenvolvimento semelhante. C) um aumento da evasão escolar, devido à necessidade de inserção profissional no mercado de trabalho. D) um incremento do tempo médio de formação, sustentado pelo índice de aprovação no Ensino Fundamental. 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 7/24 E) uma melhoria na qualificação da força de trabalho, incentivada pelo aumento da escolaridade média. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E) Comentários: E) conforme texto Exercício 3: O tema que domina os fragmentos poéticos abaixo é o mar. Identifique, entre eles, aquele que mais se aproxima do quadro de Pancetti. A) Os homens e as mulheres adormecidos na praia que nuvens procuram agarrar? (MELO NETO, João Cabral de. Marinha. Os melhores poemas. São Paulo: Global, 1985. p. 14.) B) Um barco singra o peito rosado do mar. A manhã sacode as ondas e os coqueiros. (ESPÍNOLA, Adriano. Pesca. Beira-sol. Rio de Janeiro: TopBooks, 1997. p. 13.) C) 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 8/24 Na melancolia de teus olhos Eu sinto a noite se inclinar E ouço as cantigas antigas Do mar. (MORAES, Vinícius de. Mar. Antologia poética. 25 ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1984. p. 93.) D) E olhamos a ilha assinalada pelo gosto de abril que o mar trazia e galgamos nosso sono sobre a areia num barco só de vento e maresia. (SECCHIN, Antônio Carlos. A ilha. Todos os ventos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2002. p. 148.) E) As ondas vêm deitar-se no estertor da praia larga... No vento a vir do mar ouvem-se avisos naufragados... Cabeças coroadas de algas magras e de estrados... Gargantas engolindo grossos goles de água amarga... (BUENO, Alexei. Maresia. Poesia reunida. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2003. p. 19.) O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B) Comentários: B) conforme texto Exercício 4: Leia o trecho abaixo e responda corretamente ao que será perguntado: “Alguns estudos mostram que os alunos não são seres passivos. Assistem à TV apreendendo as mensagens que mais se adaptam ao seu modo de ser e de ver as coisas, utilizando-se das representações sociais para compor sua leitura: tornam-se ‘operadores das mensagens”. Tânia Esperon Do texto é possível fazer a seguinte inferência: A) Um dos aspectos negativos da televisão é que, diante dela, os jovens em idade escolar perdem a capacidade de interagir com as mensagens veiculadas. B) 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 9/24 Como “operadores de mensagens” os alunos ficam totalmente presos aos sentidos gerados pela televisão. C) Apreendendo as mensagens geradas pela televisão, os alunos acabam não aprendendo os sentidos que os programas colocam em circulação. D) Os alunos têm como superar as condições impositivas das mensagens televisivas, pois como seres históricos e marcados por variáveis culturais possuem, também, maneiras de ampliar os sentidos e significados que lhes tentam impor. E) Os alunos não se utilizam das representaçõessociais para compor sua leitura. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C) Comentários: B) conforme texto C) conforme texto Exercício 5: Leia atentamente o poema que segue: Mar português Ó mar salgado, quanto de teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. (Fernando Pessoa) Pela leitura do poema de Fernando Pessoa, pode-se afirmar que: 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 10/24 A) o mar que banha Portugal tem as águas salgadas por causa das lágrimas de mães e de viúvas dos guerreiros portugueses que morreram em batalhas. B) o mar que banha Portugal tem as águas salgadas por causa das lágrimas dos navegadores que morreram afogados e chorando em suas águas. C) o mar que banha Portugal tem as águas salgadas por causa das lágrimas de mães, filhos e noivas que esperavam chorando a volta de seus entes queridos durante as viagens dos navegadores portugueses. D) o mar que banha Portugal tem as águas salgadas por causa das lágrimas de mães, filhos e noivas que morreram em suas águas quando viajavam de volta ao país. E) o mar que banha Portugal tem as águas salgadas por causa das lágrimas de mães, filhos e noivas que perdiam seus entes queridos nas viagens que os navegadores portugueses empreendiam pelo mundo – sem voltar. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E) Comentários: D) CONFORME TEXTO E) CONFORME TEXTO Exercício 6: Leia atentamente o poema que segue: Mar português Ó mar salgado, quanto de teu sal São lágrimas de Portugal! Por te cruzarmos, quantas mães choraram, Quantos filhos em vão rezaram! Quantas noivas ficaram por casar Para que fosses nosso, ó mar! Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 11/24 Quem quer passar além do Bojador Tem que passar além da dor. Deus ao mar o perigo e o abismo deu, Mas nele é que espelhou o céu. (Fernando Pessoa) O significado dos dois últimos versos da segunda estrofe é: A) Deus premiou os portugueses, dando-lhes o céu e o mar. B) Deus deu-lhes o mar cheio de perigos, mas lhes deu também o céu. C) Deus deu aos portugueses a beleza e os perigos do mar, mas lhes deu a beleza do céu. D) Deus deu-lhes apenas as belezas do céu e do mar. E) Deus deu-lhes as belezas do céu e os perigos do mar. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C) Comentários: E) conforme texto D) conforme texto D) conforme texto C) conforme texto Exercício 7: Leia o texto abaixo. A seguir, responda a questão. “A maneira como o consumo é visto no Brasil explica um bocado de coisas. (2) Muita gente no Brasil vê o consumismo como um gesto um pouco nobre. Atribuem-se à sua lógica coisas como depauperação dos valores e acirramento de desigualdades sociais. Essa postura está refletida já no nosso léxico. O verbo ‘consumir’, 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 12/24 segundoAurélio, significa ‘1. gastar ou corroer até a destruição; devorar, destruir, extinguir [...] 2. gastar, aniquilar, anular [...] 3. enfraquecer, abater [...] 4. desgostar, afligir, mortificar [...] 5. fazer esquecer, apagar[...] 6. gastar, esgotar [...]’. Os sentidos são negativos; as conotações, pejorativas. Não há uma única referencia à idéia de comprar ou adquirir. Muito menos uma associação com o ato de satisfazer uma necessidade ou saciar um desejo. Um marciano de boa índole, que tivesse chegado à Terra pelo Brasil e estivesse estudando a humanidade munido da língua portuguesa, certamente anotaria na agenda que ‘consumir’ é uma das coisas ruins que se fazem por aqui (...). Mas então, por que, enfim, tantas reservas em relação ao consumo? (15) O primeiro foco de explicação para essa antipatia reside no fato de que a nossa economia fechada sempre encurralou os consumidores no país. A falta de um leque efetivo de opções de compra tem deixado os consumidores à mercê dos produtores no Brasil. Não por acaso, os apologistas do consumo entre nós têm sido basicamente aqueles que podem exercer seu inchado poder de compra sem tomar conhecimento das fronteiras nacionais. O resto da população, mantida em situação vulnerável, ignora os benefícios de uma economia baseada no consumo. Mais do que isso, o entrincheiramento de consumidores no mercado doméstico fez, ao longo dos anos, com que a própria imagem do cliente se deturpasse no país. No capitalismo avançado, a oferta corre atrás da demanda – o vendedor lisonjeia o comprador, trata-o bem, estende à sua frente o tapete vermelho. (25) No Brasil, ao contrário, os clientes servem às empresas docilmente. É como se o capital no país, ao produzir e vender, fizesse um favor aos consumidores. Quem tem chiliques para ter seus caprichos, desejos e necessidades atendidos por aqui são os produtores, e não os clientes – um disparate (...) (29) Só se pode falar efetivamente em sociedade de consumo se a competição entre os produtores for aberta, aguda e justa. Essa é a alavanca que coloca o consumidor no camarote, no centro e acima da arena econômica. Silva, Adriano – Revista Exame, adaptado Com relação às definições do verbo “consumir”, o autor pretende: A) Demonstrar o cuidado que se deve ter quando do uso inadequado de certas palavras; B) Enfatizar a idéia de que o consumo excessivo pode ser prejudicial à sociedade; C) 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 13/24 Esclarecer algumas dúvidas que o leitor tem a respeito do significado do termo; D) Mostrar a incoerência entre o significado do termo e o comportamento das pessoas. E) Explicar o comportamento preconceituoso de muita gente quanto ao ato de consumir; O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D) Comentários: D) Segundo texto Exercício 9: Responda a questão abaixo com base neste texto: “Essa ideia serve também para desviar as atenções das necessidades básicas da vida humana – alimentação, saúde, habitação, educação etc. – para cuja satisfação devem orientar-se os esforços de cientistas, economistas, políticos e de todos os cidadãos.” Assinale a opção que está de acordo com as idéias do trecho acima: A) Os esforços de cientistas, economistas, políticos e de todos os cidadãos devem ser satisfeitos. B) As necessidades básicas de cientistas, economistas, políticos e de todos os cidadãos devem ser satisfeitas. C) Os esforços de cientistas, economistas, políticos e de todos os cidadãos devem orientar-se para a satisfação das necessidades básicas da vida humana. D) As necessidades básicas da vida humana são desviadas pelos esforços de cientistas, economistas, políticos e de todos os cidadãos. 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 14/24 E) A idéia de que a vida humana tem necessidades básicas é desviada a fim de que os interesses de cientistas, economistas, políticos ede todos os cidadãos sejam satisfeitos. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(C) Comentários: C) Conforme texto. Exercício 10: A arte brasileira dos anos 1960 começa com um movimento aparentemente conservador. A volta à figura depois do domínio dos abstratos na década de 1950. Mas estava ali a senha para uma revolução. A pop arte não incorpora só os símbolos do consumo, tirados da propaganda, dos quadrinhos e das placas de trânsito. Tenta incorporar os objetos do mundo. E o mundo não se reduz a quadros, esculturas e gravuras - suporte tradicional da arte. Assinale o trecho que corresponde a uma conclusão coerente com a idéia central do texto: A) Além disso, a reação à arte abstrata busca pintar imagens do inconsciente. B) Assim, a arte brasileira dos anos 60 termina com a instalação da "Tropicália". C) Dessa maneira, participação é a palavra chave para se entender a pop arte. D) Enfim, a revolução da linguagem artística dessa década não é nem conservadora nem inovadora. E) Começa, a partir daí, uma explosão de nova linguagem nas artes. 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 15/24 O aluno respondeu e acertou. Alternativa(E) Comentários: E) Conforme texto. Exercício 11: Leia as afirmações a seguir: I-O leitor que corresponde ao modelo ascendente de leitura é aquele que analisa cuidadosamente a superfície lingüística do texto. II- O leitor imaturo é aquele que sempre e só faz leitura ascendente. III- O leitor que corresponde ao modelo descendente de leitura é aquele que se apóia principalmente em seus conhecimentos prévios. Assinale a alternativa CORRETA em relação a essas afirmações: A) I e III estão corretas; B) I e II estão corretas; C) II e III estão corretas; D) todas estão corretas; E) só III está correta. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D) Comentários: D) Conforme texto. Exercício 12: 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 16/24 Assinale a alternativa correta: A) Quanto maior o repertório do leitor, menos condições ele tem para identificar vários níveis de leitura. B) Quanto maior o repertório do leitor, mais condições ele tem para identificar vários níveis de leitura. C) O repertório do leitor é um conceito que nada tem a ver com sua capacidade de compreender um texto nos seus vários níveis. D) O repertório do leitor independe de sua formação social, religiosa, cultural, etc. E) Quanto maior o repertório do leitor, mais confusa se torna a compreensão que ele faz de um texto, uma vez que ele pode confundir as informações. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B) Comentários: B) Conforme texto. Exercício 13: Leia o texto a seguir. “Para alguns milhares de adolescentes brasileiros férias de julho são sinônimo de pegar um avião rumo ao mundo mágico da Disney. No ano passado, porém, um grupo de 70 garotos paulistanos, entre 11 a 16 anos, optou por conhecer a dura realidade brasileira, atendendo ao chamamento de uma das várias escolas que vêem hoje nessa linha de projeto as mais eficientes aulas de cidadania. Abdicando do conforto de seus luxuosos apartamentos, conviveram durante uma semana com colonos sem-terra no interior do Paraná. ‘Aprendi a ver o mundo com olhos diferentes, e percebi que tem muita coisa que posso fazer’, afirma um dos jovens, que ao retornar engajou-se em outro projeto social da escola, dando aulas de reforço para meninos de uma favela adjacente. ‘Foi uma experiência marcante, e quero ajudar outros a entender que a realidade é muito maior do que as festas e o shopping que curto’, relata outra adolescente, que este ano volta ao projeto como monitora.” Com base nos dados do texto, é possível concluir que: 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 17/24 A) milhares de adolescentes paulistas viajam para a Disney nas férias de julho. B) a participação de um jovem em um projeto social pode estimular sua adesão a outros. C) os participantes do projeto deram aulas de cidadania aos colonos sem-terra. D) os jovens que conhecem a dura realidade brasileira deixam de “curtir” festas e idas ao shopping. E) os adolescentes que não se engajarem em projetos sociais não terão condições de auxiliar os outros. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B) Comentários: B) Conforme texto. Exercício 14: Leia o texto a seguir. “Para alguns milhares de adolescentes brasileiros férias de julho são sinônimo de pegar um avião rumo ao mundo mágico da Disney. No ano passado, porém, um grupo de 70 garotos paulistanos, entre 11 a 16 anos, optou por conhecer a dura realidade brasileira, atendendo ao chamamento de uma das várias escolas que vêem hoje nessa linha de projeto as mais eficientes aulas de cidadania. Abdicando do conforto de seus luxuosos apartamentos, conviveram durante uma semana com colonos sem-terra no interior do Paraná. ‘Aprendi a ver o mundo com olhos diferentes, e percebi que tem muita coisa que posso fazer’, afirma um dos jovens, que ao retornar engajou-se em outro projeto social da escola, dando aulas de reforço para meninos de uma favela adjacente. ‘Foi uma experiência marcante, e quero ajudar outros a entender que a realidade é muito maior do que as festas e o shopping que curto’, relata outra adolescente, que este ano volta ao projeto como monitora.” Segundo o sentido que têm no texto, pode-se dizer que estão em oposição as expressões da alternativa: A) 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 18/24 mundo mágico da Disney / realidade brasileira. B) 70 garotos paulistanos / um dos jovens. C) atendendo ao chamamento / abdicando do conforto. D) favela adjacente / a realidade. E) aulas de cidadania / projeto social. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A) Comentários: A) Conforme texto. Exercício 15: Leia o texto a seguir: “A explosão demográfica que ocorreu a partir dos anos 50, especialmente no Terceiro Mundo, suscitou teorias ou políticas demográficas divergentes. Uma primeira teoria, dos neomalthusianos, defende que o crescimento demográfico dificulta o desenvolvimento econômico, já que provoca uma diminuição na renda nacional per capita e desvia os investimentos no Estado para setores menos produtivos. Diante disso, o país deveria desenvolver uma rígida política de controle de natalidade. Uma segunda, a teoria reformista, argumenta que o problema não esta na renda per capita e sim na distribuição irregular de renda, que não permite o acesso à educação e saúde. Diante disso, o país deve promover a igualdade econômica e a justiça social.” Qual dos slogans abaixo poderia ser utilizado para defender o ponto de vista neomalthusiano? A) “Controle populacional – nosso passaporte para o desenvolvimento.” B) “Sem reformas sociais o país se reproduz e não produz.” 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 19/24 C) “População abundante, país forte!” D) “O crescimento gera fraternidade e riqueza para todos.” E) “Justiça social, sinônimo de desenvolvimento.” O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A) Comentários: B) Conforme texto. B) Conforme texto. A) Conforme texto. Exercício16: Leia o texto a seguir. “A explosão demográfica que ocorreu a partir dos anos 50, especialmente no Terceiro Mundo, suscitou teorias ou políticas demográficas divergentes. Uma primeira teoria, dos neomalthusianos, defende que o crescimento demográfico dificulta o desenvolvimento econômico, já que provoca uma diminuição na renda nacional per capita e desvia os investimentos no Estado para setores menos produtivos. Diante disso, o país deveria desenvolver uma rígida política de controle de natalidade. Uma segunda, a teoria reformista, argumenta que o problema não esta na renda per capita e sim na distribuição irregular de renda, que não permite o acesso à educação e saúde. Diante disso, o país deve promover a igualdade econômica e a justiça social.” Qual dos slogans abaixo poderia ser utilizado para defender o ponto de vista dos reformistas? A) “Controle populacional já, ou o país não resistirá.” B) “Com saúde e educação, o planejamento familiar virá por opção.” C) “População controlada, país rico!” D) 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 20/24 “Basta mais gente que o país vai para frente!” E) “População menor, educação melhor!” O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B) Comentários: B) Conforme texto. Exercício 17: Tutty Vasques, conhecido humorista de jornais e revistas, lançou a "notícia": É big, é big... Dessa vez a polícia do Rio agiu a tempo. Traficantes cariocas planejavam apagar as velhinhas no dia do aniversário da cidade, sábado passado. (Tutty Vasques, www.nominimo.com.br, 07 de março de 2003) O efeito de humor do enunciado explica-se, no plano dos mecanismos linguísticos, A) pela inversão na construção da frase de tal forma que o sujeito se torna posposto ao verbo. B) pelo uso, no título, de palavras estrangeiras, maculando a pureza do português. C) pela ausência de pontuação: após a expressão adverbial do início da frase deveria haver uma vírgula (Dessa vez, a polícia do Rio agiu a tempo...) D) pela substituição de um som da língua por outro, ocasionando a substituição de uma palavra por outra. E) pela repetição de informação: se o caso se deu no Rio de Janeiro, não havia necessidade de reiterar Traficantes cariocas planejavam... Bastaria escrever Traficantes planejavam... 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 21/24 O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D) Comentários: D) Conforme texto. Exercício 18: Desde que o homem comece a pensar um pouco mais no outro e se desprenda do egoísmo inerente à sua natureza, certamente alguns conceitos, abstratos e teóricos, como fraternidade, igualdade, solidariedade, poderão ser constatados como uma realidade. Enquanto tal não ocorre, continuaremos a assistir ao espetáculo da humanidade digladiando-se inútil e inconseqüentemente. Assinale a alternativa cuja ideia coincide com o que o autor desenvolve no texto. A) Dúvida em relação a um fato consumado e que todos aceitam. B) Levantamento de uma hipótese, e que quando for concretizada, haverá a paz. C) Constatação de um fato irreversível e por isso há tantas guerras e assassinatos D) O progresso da humanidade, mostrando que o homem briga para atingir seus objetivos. E) Desespero em face de sua impotência, por isso a necessidade de digladiar-se. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B) Comentários: B) Conforme texto. Exercício 19: 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 22/24 Desde que o homem comece a pensar um pouco mais no outro e se desprenda do egoísmo inerente à sua natureza, certamente alguns conceitos, abstratos e teóricos, como fraternidade, igualdade, solidariedade, poderão ser constatados como uma realidade. Enquanto tal não ocorre, continuaremos a assistir ao espetáculo da humanidade digladiando-se inútil e inconsequentemente. A expressão desde que estabelece uma relação de A) condição. B) tempo. C) causa. D) consequência E) conformidade. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(A) Comentários: A) Conforme texto. Exercício 20: Mandaram ler este livro... Se o tal do livro for fraquinho, o desprazer pode significar um precipitado, mas decisivo adeus à literatura; se for estimulante, outros virão sem o peso da obrigação. As experiências com que o leitor se identifica não são necessariamente as mais familiares, mas as que mostram o quanto é vivo um repertório de novas questões. Uma leitura proveitosa leva à convicção de que as palavras podem constituir um movimento profundamente revelador do próximo, do mundo, de nós mesmos. Tal convicção faz caminhar para uma outra mais ampla, que um antigo pensador romano assim formulou: Nada do que é humano me é alheio. (Cláudio Ferraretti) De acordo com o texto, a identificação do leitor com o que lê ocorre sobretudo quando 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 23/24 A) ele sabe reconhecer na obra o valor consagrado pela tradição da crítica literária. B) ele já conhece, com alguma intimidade, as experiências representadas numa obra. C) a obra expressa, em fórmulas sintéticas, a sabedoria dos antigos humanistas. D) a obra o introduz num campo de questões cuja vitalidade ele pode reconhecer. E) a obra expressa convicções tão verdadeiras, que se furtam à discussão. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(D) Comentários: D) Conforme texto. Exercício 21: Mandaram ler este livro... Se o tal do livro for fraquinho, o desprazer pode significar um precipitado, mas decisivo adeus à literatura; se for estimulante, outros virão sem o peso da obrigação. As experiências com que o leitor se identifica não são necessariamente as mais familiares, mas as que mostram o quanto é vivo um repertório de novas questões. Uma leitura proveitosa leva à convicção de que as palavras podem constituir um movimento profundamente revelador do próximo, do mundo, de nós mesmos. Tal convicção faz caminhar para uma outra mais ampla, que um antigo pensador romano assim formulou: Nada do que é humano me é alheio. (Cláudio Ferraretti) O sentido da frase “Nada do que é humano me é alheio” é equivalente ao desta construção: A) O que não diz respeito ao Homem não deixa de me interessar. B) 25/04/2018 UNIP - Universidade Paulista : DisciplinaOnline - Sistemas de conteúdo online para Alunos. https://online.unip.br/imprimir/imprimirconteudo 24/24 Tudo o que se refere ao Homem diz respeito a mim. C) Para ser humano, mantenho interesse por tudo. D) A nada me sinto alheio que não seja humano E) Como sou humano, não me alheio a nada. O aluno respondeu e acertou. Alternativa(B) Comentários: B) Conforme texto.