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* * INTRODUÇÃO SINTOMAS DIAGNÓSTICO E PROFILAXIA Parasitologia Estrongiloidíase (Strongyloides stercoralis) Ramos,A.P¹, Lopes,E.B¹, Betriz,J.A¹, Maria,J.A¹, Letícia,M.F¹, Eduarda,M.F¹, Santos,H.M¹. ¹graduandos do curso de enfermagem Pietra Lemos Costa² ²Professora do curso de enfermagem lemos.pietra@gmail.com A maioria dos pacientes infectados pelo Strongyloides stercoralis não apresenta sintomas relevantes. Quando há sintomas de estrongiloidíase, o quadro mais comum é de dor abdominal, semelhantes a uma dor de gastrite podendo ocorrer lesões na pele no local da penetração das larvas. A infecção humana ocorre quando há penetração da pele por larvas filarioides de Strongyloides stercoralis, geralmente por contacto direto com o solo contaminado por fezes humanas. Andar descalço é um dos fatores de risco mais importantes para se contaminar. Além da invasão da pele, a estrongiloidíase também pode ser adquirida pela via oral, através da ingestão de água contaminada ou quando o paciente ingere alimentos preparados por mãos infectadas, não adequadamente lavadas após uma evacuação.( PINHEIRO, 2015) TRANSMISSÃO A estrongiloidíase é uma verminose causada pelo nematoide, muito comum em regiões tropicais e subtropicais, incluindo o Brasil. O Strongyloides Stercoralis costuma habitar no intestino delgado dos indivíduos infectados e na maioria dos pacientes com sistema imunológico sadio, não provocando sintomas relevantes. As informações leves são assintomáticas, as demais produzem quadros de enterite ou de enterocolite crônica que chegam a ser graves ou fatais, se houver imunodepressão. EPIDEMIOLOGIA A estrongiloidíase é cosmopolita. Nas regiões endêmicas, a única fonte de infecção é o homem, segundo as evidências atuais, ainda que cães, gatos e outros animais possam infectar-se com S. stercoralis e apresentar um parasitismo transitório. A contaminação do solo resulta do hábito de defecar no chão.(David P., Atheneu, 2005) Figura 1. Parasita Strongyloides Stercoralis . Fonte:Gettyimagens Cultura RM exclusive/Michael J. Klein, M.D. • O diagnóstico clínico é pouco preciso em decorrência da grande diversidade clínica. O diagnóstico laboratorial é feito pela pesquisa de larvas nas amostras fecais pelo método de Baerman -Moraes. Pode-se realizar também pesquisas de larvas nas secreções e coprocultura, além de métodos imunológicos como ELISA; Imuno fluorescência Indireta (IFI) e radio muno absorção. • Para consolidar os resultados de um bom programa de controle, é necessário mudar o comportamento da população em relação à educação sanitária de forma a reduzir a poluição do meio e a reinfecção dos habitantes, em cada domicílio. Como uso de instalações sanitárias adequadas; lavagem cuidadosa de frutas e legumes, antes do consumo; proteção dos alimentos contra poeiras, insetos e outros animais que possam ser vetores mecânicos de ovos de helmintos, bem como a proscrição da matéria fecal humana como adubo. Figura 1. Transmissão/Ciclo de vida do Strongyloides stercoralis Pacientes saudáveis costumam apresentar quadros da estrongiloidíase com nenhum ou poucos sintomas. Porém, nos pacientes imunossuprimidos, a infeção por Strongyloides Stercoralis pode se tornar um quadro grave. TRATAMENTO REFERENCIAS O tratamento com duas doses de Ivermectina com intervalos de 24 horas, entre as doses é o tratamento indicado para a doença, como taxa de sucesso próximo a 100%. https://www.mdsaude.com/2013/08/estrongiloidiase.html http://biomedicinaunic.blogspot.com.br/2010/11/estrongiloidiase.html http://www.ufrgs.br/para-site/siteantigo/Imagensatlas/Animalia/Strongyloides%20stercoralis.htm *