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POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO E ANATOMIA RADIOGRÁFICA EM PEQUENOS ANIMAIS

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Universidade Salvador - UNIFACS
Curso: Medicina Veterinária
Disciplina: Corpo Animal I
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POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO E ANATOMIA RADIOGRÁFICA EM PEQUENOS ANIMAIS
Nomenclatura para os posicionamentos
Ao posicionarmos o paciente com o propósito de efetuar radiografias, deve-se dar nome a este posicionamento, levando em conta a face do corpo do animal onde incide e a face onde emerge a radiação
Dar nome ao posicionamento é importante no estudo radiográfico dos diferentes órgãos quanto à:
posição 
relação com outros órgãos 
descrição da forma e arquitetura (interna e marginal) 
tamanho 
densidade radiográfica natural 
número 
Nomenclatura - Posicionamentos
D-V : dorso ventral (feixe de raios incide no dorso e emerge no ventre do animal atingindo o filme) 
V-D : ventro dorsal 
L : lateral (incide de um lado e emerge no outro) 
L-D ou L-E 
Cr-Ca e Ca-Cr : Crânio-caudal e Caudo-cranial (usados para membros da porção proximal até o carpo ou tarso) 
D-P e P-D : dorso-palmar/plantar e palmo/planto-dorsal (usados a partir do carpo/tarso inclusive) 
CRÂNIO
Constitui a área de maior dificuldade radiográfica : devido a grande variação de raças e sp ; dificuldade de imobilização; superposição de estruturas importantes
Formatos de cabeça : dolicocefálica (cabeça longa - Collie); mesaticefálica (tipo médio - Pastor); braquicefálica (tipo curto - Boxer e Pequinês)
Conformação e características externas do crânio nos cães
Incidência Lateral : raios centrados entre a orelha e o olho, dorsal ao arco zigomático
Ventro dorsal : decúbito dorsal
Dorso ventral : decúbito esternal
Lateral oblíqua : decúbito lateral, com o feixe de raios direcionados em ângulo reto com o chassis
Frontal : decúbito dorsal,pescoço flexionado até que o pálato duro fique perpendicular
Posicionamento do crânio para projeção lateral
Projeção lateral do crânio de cão
Projeção lateral do crânio de gato
Posicionamento do crânio para projeção lateral com boca aberta
Posicionamento do crânio para projeção ventrodorsal
Posicionamento do crânio para projeção ventrodorsal
Posicionamento do crânio para projeção dorsoventral
Posicionamento do crânio para projeção oblíqua mediolateral da maxila com boca aberta
Posicionamento do crânio para projeção oblíqua mediolateral da maxila com boca aberta
Posicionamento do crânio com boca aberta para projeção oblíqua médiolateral para a mandíbula
Projeção oblíqua médio-lateral para maxila e para a mandíbula
Posicionamento frontal para avaliação do forame magno
Fraturas : mais comum fratura de mandíbula a sobreposição dos ossos fraturados dificulta visualização; as linhas de sutura óssea não devem ser confundidas com fratura
Luxação (deslocamento da art. têmporo- mandibular) : incidência VD quando o côndilo mandibular é visto deslocado anterior/e ao processo retro-glenóide; a incidência oblíqua também mostrará o deslocamento
Corpos Estranhos : os radiopacos são facilmente visualizados (ex.: projétil balístico, agulha, espinhos, etc.)
Osteomielite : reação periostal e área de esclerose demarcam este tipo de lesão; as lesões mais comuns ocorrem na mandíbula superior e inferior devido a dentes inflamados (IV PM superior ou I molar)
Neoplasia : não é comum; osteossarcomas, osteomas, epulis (partes moles - gengiva), fibrossarcomas e condrossarcomas
Displasia Occipital : mal formação congênita do forame magno (mal formação de Arnold-Chiari), em cães pequenos; é melhor visibilizado em incidência frontal.
Radiografia : foramen magno de contornos anormais; primeira vértebra cervical pode estar encurtada, ser hipoplásica e não ter fusão no processo odontóide; pode haver hidrocefalia
Alterações metabólicas 
a) osteodistrofia renal (hiperparatireoidismo renal secundário) 
b) osteodistrofia nutricional 
c) osteoartropatia têmporo-maxilar ou osteopatia crâneo-mandibular : intensa proliferação óssea em ATM ascendendo à região craniana na ampola timpânica ou ramo e ângulo mandibular, pode haver esclerose
 
Cistos ósseos : não são freqüentes, podem conter um dente cuja erupção foi interrompida; reconhece-se uma área translúcida bem definida contendo uma estrutura dentária em seu interior
Cavidade Nasal
Anatomia : é dividida em direita e esquerda pelo septo nasal (osso Vômer anterior/e e processos septais dos ossos frontal e nasal posterior/e) e ossos turbinados nasal; possui densidade ar normal/e.
Neoplasias : podem causar destruição dos ossos turbinados, do septo e das paredes
Sinais radiográficos : densidade aumentada é vista dentro da cavidade afetada; ossos turbinados destruídos e padrão normal perdido; septo deslocado; reação periosteal em casos avançados; pode ser confundido com processo infeccioso.
Seios Paranasais
Anatomia : estão localizados nos ossos maxilar, frontal e etmoidal
Radiografia : são mais facil/e vistos na projeção lateral; a projeção frontal mostra bem os seios frontais, na lateral são vistos acima da órbita
Alterações : infecção, neoplasia, corpo estranho e fraturas
Dentes
A radiografia é de valor na contribuição do estudo da doença periodontal e periapical, demonstração de fraturas, neoplasias, corpo estranho, mal oclusão e outras afecções.
 
 
Radiografia Látero-lateral da Cavidade Abdominal
Região crânio dorsal 
Região crânio ventral 
Região média 
Região caudo-dorsal 
V. Região caudo ventral 
Posicionamento látero-lateral da cavidade abdominal
Posicionamento ventro dorsal da cavidade abdominal
Radiografia da cavidade abdominal de cão em projeção laterolateral
Radiografia da cavidade abdominal de gato em projeção laterolateral
Projeção látero-lateral da cavidade Abdominal
Radiografia Ventro-dorsal da Cavidade Abdominal
Região cranial direita 
Região cranial esquerda 
Região medial 
IV. Região caudal 
Projeção ventridorsal do abdome de um cão em decúbito dorsal
Posicionamento para a projeção lateral da cavidade torácica
Radiografia de tórax em projeção laterolateral
Posicionamento para a projeção ventridorsal da cavidade torácica
Radiografia de tórax em projeção ventridorsal
Posicionamento para a projeção dorsoventral da cavidade torácica
Posicionamento da articulação do ombro e do braço para projeção mediolateral
Radiografia do ombro e braço em projeção médiolateral
Posicionamento da articulação do ombro para projeção caudocranial
Radiografia do ombro e do braço em projeção caudocranial
Posicionamento da articulação do cotovelo para projeção mediolateral
Radiografia do cotovelo em projeção mediolateral
Radiografia do antebraço em projeção mediolateral
Posicionamento da articulação do cotovelo e antebraço para projeção craniocaudal
Radiografia do cotovelo e antebraço em projeção craniocaudal
Posicionamento da articulação carpal para projeção mediolateral
Radiografia de carpos em projeção mediolateral
Posicionamento oblíquo da articulação carpal para projeção mediopalmar –dorsolateral
Radiografia de articulação carpal em projeção oblíqua
Posicionamento da articulação carpal para projeção dorsopalmar
Radiografia de carpos em projeção dorsopalmar
Radiografia dos dígitos em projeção dorsopalmar
Posicionamento da pelve para projeção laterolateral
Radiografia de pelve em projeção laterolateral
Posicionamento para projeção médio-lateral de joelho:
Radiografia de pelve em projeção ventrodorsal:
Posicionamento da coxa e articulação do joelho para projeção mediolateral
Radiografia de membro pélvico em projeção mediolateral
Posicionamento da articulação do joelho em projeção craniocaudal
Radiografia de membro pélvico em projeção craniocaudal
Posicionamento da articulação do joelho em projeção tangencial (skyline)
Radiografia da articulação do joelho em projeção tangencial
Posicionamento da articulação tarsal em projeção mediolateral
Radiografia da articulação tarsal em

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