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Matemática
ANDREZA CRUZ DOS SANTOS SANTANA
SISTEMA DE ENSINO 100% ONLINE
MATEMÁTICA LICENCIATURA 
5º Semestre
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO III
Aracaju
2017
ANDREZA CRUZ DOS SANTOS SANTANA
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO III
Relatório do Estágio Obrigatório III do 5º semestre do Curso de Licenciatura em matemática apresentado à Universidade Norte do Paraná- UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção da aprovação na disciplina de Estágio Obrigatório III. 
Aracaju 
2017
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO................................................................................................03
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO.................................................05
ESTUDO DE ARTIGO.....................................................................................06
ÁNALISE PCN PARA ENSINO MEDIO..........................................................09
TRAJETÓRIA HIPOTÉTICA DE APRENDIZAGEM.......................................12
ENTREVISTA COM O SUPERVISOR DE CAMPO........................................14
LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA...............................................................16
OBSERVAÇÃO DAS AULAS DE MATEMÁTICA..........................................18
ELABORAÇÃO DE TRAJETÓRIA.................................................................21
 APRESENTAÇÃO DA TRAJETÓRIA............................................................27
REGÊNCIA......................................................................................................28
ELABORAÇÃO DE PROJETO: “SUSTENTABILIDADE, ASSOCIADO AO ESTUDO DE CONCEITOS DA MATEMÁTICA”.............................................30
APRESENTAÇÃO DO PROJETO..................................................................34
CONSIDERAÇÕES FINAIS............................................................................35
REFÊRENCIAS BIBLIOGRÁFICAS...............................................................36
 INTRODUÇÃO
O Estágio Supervisionado em Ensino de Matemática é uma exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (nº 9394/96). O estágio é necessário para a formação profissional além de que é um dos requisitos acadêmicos para a conclusão da graduação em Matemática Licenciatura. O estágio não é meramente uma disciplina curricular, mas também onde podemos vivenciar a realidade de uma escola além de colocar em pratica as metodologias que aprendemos durante o transcorrer do curso. As metodologias que aprendemos têm o intuito de aprimorar e facilitar o processo de ensino-aprendizagem, afim também de promover aulas diferenciadas que possam atrair o interesse dos alunos pela matemática. Posso dizer que é no estágio que descobrimos se esse é o caminho que desejamos trilhar profissionalmente.
O presente trabalho tem por objetivo relatar as atividades desenvolvidas durante o Estágio Curricular Obrigatório III do curso de Licenciatura em Matemática –Unopar. O estágio foi realizado na Colégio Estadual Prof. Nestor Carvalho lima, onde, analisei, o ensino de Matemática do Ensino Médio 1º ao 3º ano, do turno matutino, para realizar desse trabalho. A referida turma tem como professora titular Ednilson Francisco da cunha. O estágio foi realizado no período de 04 de setembro a 27 de outubro de 2017. 
Para que sejam cumpridos os objetivos previamente citados, o Estágio Curricular Obrigatório III possui uma carga horária de 150 horas, divididas da seguinte forma: Estudo de artigo; Análise dos PCN para Ensino Médio; Trajetória hipotética de aprendizagem; Entrevista com Supervisor de Campo; Laboratório de Matemática; Observação nas aulas de Matemática; Elaboração de trajetória; Apresentação da trajetória; Regência; Elaboração de projeto; Apresentação do projeto e a Elaboração do Relatório de Estágio.
A realização do estágio é composta por quatro etapas: A primeira etapa é a de observação- nessa fase se faz necessário analisar todos os aspectos possíveis em relação, dentre outros, ao trabalho desenvolvido pelo professor, às características do conteúdo em estudo, à participação dos estudantes nas atividades propostas, realizando registros a cada aula observada. A segunda etapa se refere a produzir uma trajetória hipotética de aprendizagem referente à regência para ser desenvolvida ao longo de seis aulas, sendo que essa trajetória deve ser apresentada ao professor regente. A terceira etapa baseia-se na regência – momento no qual o estagiário assume a turma e passa a ministrar as aulas. A última etapa elaboração do projeto sobre a sustentabilidade e a Matemática.
IDENTIFICAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGIO
Para melhor compreensão e entendimento da realidade escolar, início o relatório explicando que o meu estágio ocorreu no Colégio Estadual Prof. Nestor Carvalho Lima. Observei turmas de matemática do Ensino Médio (1º ao 3ºano), onde o professor regente é Ednilson Francisco da cunha. 
Iniciei meu estágio no dia 04 de setembro e finalizando no dia 27 de outubro de 2017; com a finalidade de aprimorar os conhecimentos adquiridos no Curso de Matemática da UNOPAR – Universidade Norte do Paraná, cuidando e educando numa abordagem construtivista e em constante desenvolvimento.
A realização do estágio é composta por quatro etapas: A primeira etapa é a de observação- nessa fase se faz necessário analisar todos os aspectos possíveis em relação, dentre outros, ao trabalho desenvolvido pelo professor, às características do conteúdo em estudo, à participação dos estudantes nas atividades propostas, realizando registros a cada aula observada. A segunda etapa se refere a produzir uma trajetória hipotética de aprendizagem referente à regência para ser desenvolvida ao longo de seis aulas, sendo que essa trajetória deve ser apresentada ao professor regente. A terceira etapa baseia-se na regência – momento no qual o estagiário assume a turma e passa a ministrar as aulas. A última etapa elaboração do projeto sobre a sustentabilidade e a Matemática.
ESTUDO DE ARTIGO
Com base nos textos estudados que foram: Resolução de problemas no ensino da matemática: uma Introdução à Geometria Fractal no Ensino Fundamental; Investigação matemática e a construção do pensamento algébrico: uma metodologia de ensino a compreensão de incógnitas e Jogos Matemáticos como Metodologia de Ensino Aprendizagem das Operações com Números Inteiros. Podemos perceber que tratam a Matemática, na maioria das vezes, é grande a discussão sobre o ensino da matemática e como a metodologia adotada está relacionada com o fracasso escolar. O ensino da matemática sempre foi realizado de maneira muito mecânica e sistematizada, utilizando sempre a aplicação de fórmula e, por isso, a matemática é muitas vezes considerada abstrata por muitos, o que leva estes a não a compreender de forma correta contribuindo para o fracasso escolar.
 O que devemos fazer é tirar a ideia de que a matemática é para poucos e, mostrar que todas as pessoas têm a capacidade de aprendê-la e ainda explorar o lúdico.
Irei aqui citar alguns pontos que considero de grande valia a cada um dos textos estudados.
A resolução de problemas deve ser trabalhada como desafio e, também, para incentivar o aluno a trabalhar mentalmente e não como forma de aplicação dos conteúdos explicados em aula. É necessário despertar no aluno as competências e as habilidades imprescindíveis para selecionar as estratégias que serão utilizadas na resolução. O uso contínuo da resolução de problemas é importante para o desenvolvimento lógico.
Para o ensino aprendizagem da matemática é a resolução de problemas, que deve ser usada com o intuito de despertar o raciocínio lógico do aluno, estimular a curiosidade, pois muitos problemas matemáticos envolvem o cotidiano destes, além de seruma forma de estimular a sua participação. Porém, é necessário mostrar aos alunos as competências e as habilidades imprescindíveis para selecionar as estratégias que devem ser executadas. 
Algo que é muito comum nos ambientes escolares é a falta de interesse por parte dos alunos na resolução de problemas, pois estes ao se depararem com estas situações, a primeira ideia que surge na sua cabeça é a busca por uma fórmula o que não é útil ainda naquele momento, pois se trata de uma questão em que se deve elaborar uma estratégia de resolução. Nesse sentido a resolução de problemas é um elemento imprescindível para o ensino da Matemática, pois o pensar e o fazer se mobilizam e se desenvolvem quando o indivíduo está empenhado ativamente a encarar os desafios.
	 Por outro lado, a matemática exige muito raciocínio lógico, por isso, e vista pelos alunos como uma disciplina difícil e pouco motivadora. Devendo então o professor encontrar métodos que estimulem o aluno. Um método bastante eficaz para o estimulo do raciocínio lógico são os jogos.
		O Ensino da matemática tem como finalidade desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas, para isso os jogos são apresentados como um recurso pedagógico eficaz para construção do conhecimento matemático, eles podem introduzir, amadurecer conteúdos e preparar o aluno para aprofundar os itens já trabalhados
 		O jogo oferece o estímulo e o ambiente propícios que favorecem o desenvolvimento espontâneo e criativo dos alunos e permite ao professor ampliar seu conhecimento de técnicas ativas de ensino, desenvolver capacidades pessoais e profissionais para estimular nos alunos a capacidade de comunicação e expressão, mostrando-lhes uma nova maneira, lúdica e prazerosa e participativa, de relacionar-se com o conteúdo escolar, levando a uma maior apropriação dos conhecimentos envolvidos.
		Essas atividades beneficiam tanto o aluno quanto o educador, pois os estudantes com dificuldades de aprendizagem vão gradativamente modificando a imagem negativa do ato de aprender a matemática, passando a enxergá-la como uma atividade interessante e desafiadora. Para o professor o jogo é uma ótima ferramenta, pois possibilita a execução de uma aula mais dinâmica fugindo da forma mecânica de ensinar matemática
Um outro ponto a ser destacado, é que a Matemática procura representar nossa percepção da natureza, e a Geometria Euclidiana nos oferece uma aproximação para a análise de seus objetos, porém muitos deles apresentam irregularidades que não podem ser descritos pela Geometria Euclidiana (CAMARA, 2010). Uma teoria em especial, que auxilia no estudo destas irregularidades, é a Geometria Fractal, assim denominada por Benoit Mandelbrot, em 1975. O matemático francês, natural da Polônia, “baseou-se no latim, do adjetivo fractus, cujo verbo frangere correspondente significa quebrar, criar fragmentos irregulares, fragmentar” (BARBOSA, 2005, p. 9). 
A álgebra é considerada também, por professores, uma área difícil de ser trabalhada em sala de aula, uma vez que introduz muitos „conceitos novos‟ e se torna muito abstrata aos alunos, pois a sua formalização requer uma linguagem específica, simbólica e rigorosa. Essa dificuldade aumenta ainda mais quando aliada à realidade de turmas heterogêneas e a professores que privilegiam mais os processos sintáticos (relativos às regras), que semânticos (relativos à interpretação de significados), como Araújo reforça: 
Se não introduzir a álgebra de maneira significativa conectando os novos conhecimentos aos prévios que os alunos já possuem, se aos objetos algébricos não se associar nenhum sentido, se a aprendizagem da álgebra for centrada na manipulação de expressões simbólicas a partir de regras que se referem a objetos abstratos, muito cedo os alunos encontrarão dificuldades nos cálculos algébricos e passarão a apresentar uma atitude negativa em relação à aprendizagem matemática, que para muitos fica desprovida de significação. (ARAÚJO, 2007 apud SCARLASSARI, 2007, p. 9). 
Visando as três formas de ensino aprendizagem em matemática, elas apresentam em sua essência, uma mudança de postura em relação ao que é ensinar matemática, ou seja, ao adotá-la, o professor será um espectador do processo de construção do saber pelo seu aluno, e só irá interferir ao final do mesmo, quando isso se fizer necessário através de questionamentos, por exemplo, que levem os alunos a mudanças de hipóteses, apresentando situações que forcem a reflexão ou para a socialização das descobertas dos grupos, mas nunca para dar a resposta certa. Ao aluno, de acordo com essa visão, caberá o papel daquele que busca e constrói o seu saber através da análise das situações que se apresentam no decorrer do processo de aprendizagem. 
PONTE, J. P. da; BROCARDO, J.; OLIVEIRA, H. M. Investigações Matemáticas na Aula de Aula. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
BARBOSA, R. M. Descobrindo a geometria fractal: para a sala de aula. 3 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
ANÁLISE DOS PCN DO ENSINO MÉDIO
	Segundo os PCN' s, 1999, ao estabelecer um conjunto de parâmetros para a organização do Ensino Médio pretende- se contemplar o desenvolvimento e a promoção dos alunos, com diferentes motivações, interesses e capacidades, criando condições para que eles ingressem em uma vida social e profissional.
	A matemática no Ensino Médio tem valor formativo e instrumental.
	No Ensino Médio aprimorar ainda mais o seu raciocínio e sua abstração aprofundando o saber, tornando assim isso um processo prossigo de aprendizagem ao longo da vida.
	Segundo os PCN' s, 1999, a finalidade do Ensino Médio tem com finalidade levar o aluno à:
Compreender os conceitos, procedimentos e estratégias matemáticas;
Aplicar seus conhecimentos matemáticos em diversas situações, nas atividades tecnológicas e do cotidiano; 
Desenvolver a capacidade de raciocínio e resolução de problemas de todos os tipos;
Expressar- se oral, escrita e graficamente valorizando a linguagem e as demonstrações da matemática; 
Criar conexões entre os diferentes temas matemáticos e conhecimentos de outras ciências; 
Reconhecer representações que equivalem a um mesmo conceito;
	O currículo do Ensino Médio deve ser bem elaborado e abranger diversos conteúdos, garantindo também o espaço para que o aluno possa aprofundar o conhecimento em números e álgebra, não esquecendo a resolução de problemas, a linguagem simbólica e a interdisciplinaridade da matemática com as demais ciências.
	A matemática no Ensino Médio possui várias características além de ser uma ciência da natureza com formas estruturais especifica também se interliga com as ciências humanas, ou seja, relacionando a história da matemática com a evolução da humanidade e suas invenções sejam elas tecnológicas ou não.
		
	Segundo os PCN' s, 1999, foram eleitas três grandes competências com metas a serem cumpridas nessa etapa e que complementam o Ensino Fundamental. São elas: 
	a) Representação e Comunicação
	Estabelece regras como reconhecer e utilizar adequadamente má forma oral ou escrita códigos, símbolos, representações e nomenclatura da linguagem científica; analisar e interpretar textos e comunicações da ciência e tecnologia em diferentes meios.
	b) Investigação e Compreensão
	Identificar em uma situação-problema informações ou dados e criar estratégias para resolver; utilizar instrumentos de medição e de cálculo, criando previsão ou estimativa de como analisar os resultados de um problema; após encontrar o possível resultado sistematizar tudo que foi encontrado.
Contextualização Sociocultural
	Compreender o conhecimento cientifico e tecnológico da construção humana em um processo histórico e social; reconhecer e avaliar o desenvolvimento tecnológico seu papel na vida humana, suas relações com a ciência e sua presença no mundo e no cotidiano.
	Alguns temas estruturadores foram criados para separar os principais conteúdos do Ensino Médio, lembrando que é importante dizer que esta escolha foiuma proposta dos PCNEM em seu modelo curricular, porém não é a única divisão existente.
	Tema 1: Álgebra (números e funções);
	A álgebra está presente na vida cotidiana, na linguagem, no cálculo da natureza financeira e prática. No Ensino Médio ela trata de números e variáveis em conjuntos infinitos. Seu objeto de estudo são os números reais e complexos, as funções e equações.
	Para o desenvolvimento desse eixo separamos as disciplinas em: 
	a) Variação de Grandezas
	b) Trigonometria 
	Tema 2: Geometria e Medidas
	O estudo da geometria no Ensino Médio tem como finalidade tratar das propriedades dos elementos geométricos e fazer com que o aluno tenha capacidade de resolver problemas, equações, sistemas ou inequações com o uso da geometria.
	A geometria está dividida em quatro tipos: 
	a) Geometria Plana: (representação de figuras);
	b) Geometria Espacial: (poliedros e sólidos redondos);
	c) Geometria Métrica: (áreas e volumes);
	d) Geometria Analítica: (plano cartesiano e equações);	
	Tema 3: Análise de Dados
	Segundo os PCN' s, 1999, uma das grandes competências proposta pelo PCNEM diz sobre a contextualização sociocultural como forma de aproximar o aluno da realidade e vivenciar situações próximas, que lhe permita ser capaz de atuar nessa realidade.
	Esse tema permite o desenvolvimento de várias habilidades relacionadas a contextualização sociocultural, como análise de dados e articulações gráficas referentes. Contribui para a interpretação e uso de modelos matemáticos de forma específica de raciocinar em matemática.
	Suas temáticas dividem-se em: 
	a) Estatística: (dados);
	b) Contagem: (princípio multiplicativo); 
	c) Probabilidade: (possibilidades);
	Segundo os PCN 's, 1999, a proposta do PCNEM privilegia o tratamento ou situações-problema que estejam em contexto real. A resolução de problemas é a metodologia adotada nessa proposta, pois, é entendida como uma forma de investigação.
TRAJETÓRIA HIPOTETICA DE APRENDIZAGEM
Ao estudar os textos: Uma trajetória hipotética de aprendizagem: construindo o pensamento algébrico nos anos iniciais e o texto Resolução de Problemas e interfaces com pesquisas do Grupo “Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores de Matemática”, entendemos que A Trajetória Hipotética de aprendizagem consistem de objetivos para a aprendizagem dos estudantes, de tarefas matemáticas que serão usadas para promover a aprendizagem dos estudantes e do levantamento de hipóteses sobre o processo de aprendizagem dos estudantes.
A Trajetória Hipotética de aprendizagem é composta por três componentes essenciais: 
(1) o objetivo do ensino com direções definidas; 
(2) as atividades de ensino; 
(3) e o processo hipotético de aprendizagem e as possibilidades de modificações da THA, sendo que as possibilidades de mudança são necessárias, uma vez que cada turma tem suas características, contudo é quase impossível seguir fielmente uma trajetória hipotética.
Uma atividade proposta pela Trajetória Hipotética de aprendizagem deve oportunizar momentos de reflexões aos estudantes para que estes possam construir significados para as relações e os conceitos algébricos por meio de representações intuitivas que caminharão para representações convencionais no futuro. Além disso, pretende-se focar no desenvolvimento do pensamento algébrico por meio do estudo de padrões em sequências e organização de dados.
Iremos analisar proposta na atividade abaixo com o intuito de para analisar se esta apresenta ou não os aspectos de uma Trajetória Hipotética de aprendizagem.
Na proposta a ser analisada na atividade 4, sobre a definição de função podemos dizer que não apresenta aspectos de uma trajetória hipotética de aprendizagem. Nos quais podemos destacar, que essa proposta não oportunizar momentos de reflexões aos estudantes. 
	A situação problema não remete o aluno a uma construção de conhecimento como remete a Trajetória Hipotética de aprendizagem, apenas a uma resolução de cálculos. O aluno por se só, não construiu a definição de função. Essa atividade requer uma interpretação de um problema e não a construção de um novo conhecimento. O professor define e generaliza os conceitos a serem aprendidos. 
	A resolução da situação-problema envolvida na atividade que foi analisada serviu para o professor introduzir o conteúdo de função, e essa não é a proposta que é abordada na Trajetória Hipotética de aprendizagem. 
ENTREVISTA COM O SUPERVISOR DE CAMPO
Realizei uma entrevista com o supervisor de campo – professor regente, responsável pela disciplina de Matemática no Ensino Médio no Colégio Estadual Nestor Carvalho Lima, na qual realizei este estágio. Segue abaixo a entrevista realizada. 
1) Nome completo do professor entrevistado.
R: Ednilson Francisco da cunha 
2) Ano em que concluiu a graduação. 
R: O ano de conclusão foi em 2005.
3) possui curso (s) de especialização? Área (s) do (s) curso (s) de especialização. 
R: Cursando PROFMAT (Programa de mestrado profissional em matemática).
4) Tempo de magistério e locais de atuação. 
R: 11 anos. Escolas Particulares, pública, cursos preparatórios e cursos técnicos.
5) Participa de cursos de capacitação ou formação continuada? Citar os últimos cursos realizados. 
R: Sim. Cursando PROFMAT (Programa de mestrado profissional em matemática).
6) Visão sobre o ensino de Matemática no Ensino Médio. 
R: No ensino médio o ensino da matemática os conceitos básicos serão retomados e revistos, no intuito de aprofundar tais conhecimentos, estudar novos temas. Os alunos já possuem uma bagagem e estão se preocupando mais com o futuro. Já estão se preparando para ingressar em uma faculdade.
7) Rotina de trabalho nas aulas de Matemática no Ensino Médio. 
R: Livro Didático, Quadro e Giz, Estudos em grupos.
8) Quais metodologias de ensino são trabalhadas em sala de aula? Como essas metodologias são desenvolvidas nas aulas de matemática? 
R: A metodologia é a tradicional com aulas expositivas. Somente faço o uso do livro didático, como recurso.
9) Em sua opinião quais as diferenças existentes entre o ensino de Matemática no Ensino Fundamental e no Ensino Médio? Quais as diferenças em relação à seleção e abordagem dos conteúdos?
R: O ensino de matemática no ensino fundamental é como uma introdução ao ensino médio. O ensino médio é bem mais aprofundado e complexo, os educandos do fundamental são mais novos com uma mente um pouco imatura para alguns assuntos, enquanto os educandos do ensino médio, são mais maduros para tais conhecimentos.
LABORATÓRIO DE MATEMÁTICA
O laboratório de Matemática pode ser visto como um espaço de construção do conhecimento, tanto individual, como coletivo. Neste ambiente, os recursos didáticos pedagógicos podem ser utilizados como propostas didáticas ou mesmo como outros tipos de materiais didáticos que auxiliem a construção do conhecimento. 
Podemos considerar o laboratório de Matemática como um espaço ou uma dependência do prédio escolar que, por suas instalações e equipamentos, destina-se a estudos de natureza experimental ou à aplicação de conhecimentos científicos.
Para o professor o laboratório de matemática serve como um espaço para colocar em pratica a teoria que é vista em sala de aula. Desse modo, podemos dizer o laboratório surgiu para complementar a teoria ou dar sentido à mesma e que a teoria não pode estar distante da prática, precisa haver uma união entre as duas. Isso pode levar o aluno a uma compressão melhor do conteúdo didático. 
Os matérias que compõe o laboratório pode ser simples e muitas vezes construídos pelos próprios alunos. Com materiais simples é possível aprendizagem significativa. É até conveniente trabalhar com materiais pertencentes ao cotidiano do aluno.
A escola em que realizei possui um laboratório de matemática, realizei um levantamento dos materiais que compõem o laboratório. Vale ressaltar que é um laboratório pequeno e com poucos materiais,sendo que estes são utilizados com mais frequências nas aulas de matemática do ensino fundamental dos anos finais.
Os materiais que estão disponíveis nesse laboratório são: tangram; geoplano; material dourado; sólidos geométricos e ábaco. Com base nesses materiais irei fazer uma breve descrição de como esses materiais podem auxiliar nas aulas de matemáticas, destacando os conteúdos que podem ser trabalhados com esses materiais.
tangram: é um quebra-cabeças chinês formado por 7 peças. Essas peças são 2 triângulos grandes, 2 pequenos, 1 médio, 1 quadrado e 1 paralelogramo. Com essas peças podemos formar várias figuras, utilizando todas elas sem sobrepô-las.  Além de facilitar o estudo da Geometria e Formas, ele desenvolve a criatividade e o raciocínio lógico, que também são fundamentais para o estudo da matemática e da ciência. 
Geoplano: O Geoplano é uma ferramenta importante para o ensino da Geometria plana. O objeto é formado por uma placa de madeira onde são cravados pregos, formando uma malha composta por linhas e colunas. Recomendamos o Geoplano nas situações envolvendo o cálculo de perímetro, área, figuras simétricas, arestas, vértices, construção de polígonos entre outras situações envolvendo geometria plana. O Geoplano tem por objetivo principal levar os alunos a explorar figuras poligonais através da construção e visualização, facilitando o desenvolvimento das habilidades de exploração espacial. 
Material dourado: é um material de madeira 1 cubinho representa 1 unidade; 1 barra equivale a 10 cubinhos equivalem (1 dezena ou 10 unidades); 1 placa equivale a 10 barras ou 100 cubinhos (1 centena, 10 dezenas ou 100 unidades);1 cubo equivale a 10 placas 1000 ou 100 barras ou 1000 cubinhos (1 unidade de milhar,10 centenas, 100 dezenas ou 1000 unidades). Ele destina-se a atividades que auxiliam o ensino e a aprendizagem do sistema de numeração decimal-posicional e dos métodos para efetuar as operações fundamentais, o estudo de frações, conceituação e cálculo de áreas e volumes, raiz quadrada e outras atividades criativas.
Sólidos geométricos: são pirâmides, cubos, prismas construídos de plásticos e de madeiras. Os conteúdos que podem ser trabalhados com esses materiais são geometria espacial, principalmente o perímetros, áreas e volumes dos sólidos. 
Ábaco: é formado por uma moldura com arrames paralelos no sentido vertical, cada bastão corresponde a uma posição digital (Unidades, dezenas, centenas...), cada bastão contém bolas móveis que podem ser movidas para cima e para baixo de acordo com os números de bolas na posição inferior, obtemos um valor representado. Os conteúdos que podem ser trabalhados com esses materiais que permite desenvolver atividades envolvendo o sistema de numeração decimal, o valor posicional dos algarismos e as quatro operações, dando mais ênfase na adição e subtração.
OBSERVAÇÃO DAS AULAS DE MATEMÁTICA
	Diário de observação para o 1ºano
	Nome da escola: Colégio Estadual Nestor Carvalho Lima
	
	Série/ano: 1º ano 
	
	Data das 6 aulas observadas: 02, 03 e 05 de outubro (Aulas geminadas)
	
	Turno das aulas observadas:
(x) matutino ( ) vespertino ( ) noturno
	
	Professor(a) regente: Ednilson Francisco da cunha
	
	Tema(s) abordado(s) nas 6 aulas: os conceitos; a representação; a classificação; e a comparação entre as funções do 1º grau.
O professor começou a aula com a definição uns alguns exemplos de função, os alunos copiaram no caderno. A metodologia do professor é bem tradicional, aula expositiva. O único recurso didático utilizado pelo professor é o livro didático. A primeira aula foi somente com exemplos de função. Parece que o objetivo do professor para essa aula é fazer com que os alunos absolvam a definição de função.
 Na aula seguinte o professor deu continuidade ao conteúdo. Iniciou com a identificação e a classificação das funções de 1º grau. 
No momento da explicação dos exemplos, os alunos prestavam atenção no professor, que por sinal tinha o domínio do conteúdo. Eles não faziam muitas perguntas, porém participavam da aula respondendo os questionamentos referentes ao conteúdo que eram feitos por ele. Porém, durante as pausas que o professor dá para que os alunos copiem a matéria do quadro, há muita conversa paralela de assunto que não se referem a disciplina. O professor em alguns momentos participa dessas conversas, que chega a durar alguns minutos. Assim, as vezes a aula não progride muito. Passa o horário da aula e pouco assunto foi trabalhado.
Quando o professor passou o primeiro exemplo utilizando gráficos da função do 1ºgrau, ele ressaltou a sua importância, como identificá-las, para que servem e como podemos utilizá-las no dia a dia. Alguns alunos até comentaram que às vezes aparecem esses gráficos na televisão, ou que viram em alguns jornais, mas não imaginavam que eles poderiam ser estudados em sala de aula. 
Na aula seguinte, o professor colocou alguns exemplos do conteúdo no quadro, ela retirava de um livro. Noutro momento, ela passou três exemplos no quadro para que os educandos fizessem no caderno. 
O principal tipo de atividade proposta pelo professor em sala foi à resolução de exemplos. E não houve atividades diferentes da constante exposição do professor.
Sempre ao final da aula o professor faz a chamada (verificou a presença dos alunos). Nesses momentos o professor aproveita para olhar o caderno dos alunos para certificar que eles copiaram as atividades que foi exposta na aula.
	Diário de observação para o 2ºano
	Nome da escola: Colégio Estadual Nestor Carvalho Lima
	
	Série/ano: 2º ano
	
	Data das 6 aulas observadas: 02,03 e 05 de outubro (Aulas geminadas)
	
	Turno das aulas observadas:
(x) matutino ( ) vespertino ( ) noturno
	
	Professor(a) regente: Ednilson Francisco da cunha
	
	Tema (s) abordado (s) nas 6 aulas: Probabilidade; probabilidade condicional. 
O professor passava os conteúdos de forma clara e objetiva, retomando o conteúdo sempre que surgiam dúvidas, sendo que ele possui um bom domínio da turma. Para auxiliar no desenvolvimento do conteúdo, os alunos acompanhassem o conteúdo a ser ministrado pelo livro. 
O professor começou a aula com a definição uns alguns exemplos de função, os alunos copiaram no caderno. A metodologia do professor é bem tradicional, aula expositiva. O único recurso didático utilizado pelo professor é o livro didático. A primeira aula foi somente com exemplos de probabilidade. Parece que o objetivo do professor para essa aula é fazer com que os alunos absolvam a definição de probabilidade. O professor sempre afirma que probabilidade só aprende com a pratica e a repetição de exercícios. 
Depois de definir e fazer alguns exemplos o professor solicitou que os alunos resolvessem uma lista de exercícios do livro. A dinâmica das aulas desse professor é definição, exemplos e exercícios. O professor ficou três aulas fazendo correção de exercícios. Os alunos parecem ter um pouco de dificuldade em entender o conteúdo, eles não fazem muitas perguntas.
	Diário de observação para o 3ºano
	Nome da escola: Colégio Estadual Nestor Carvalho Lima
	
	Série/ano: 3º ano
	
	Data das 6 aulas observadas: 02,03 e 05 de outubro (Aulas geminadas)
	
	Turno das aulas observadas:
( x ) matutino ( ) vespertino ( ) noturno
	
	Professor(a) regente: Ednilson Francisco da cunha
	
	Tema(s) abordado(s) nas 4 aulas: Calcular distâncias na reta e no plano cartesiano; calcular as coordenadas do ponto médio de um segmento; Determinar a equação geral e a equação reduzida de uma reta. 
O professor começou a aula com a definição uns alguns exemplos de Calcular distâncias na reta e no plano cartesiano. os alunos copiaram no caderno. A metodologia do professor é bem tradicional, aula expositiva. O único recurso didático utilizado pelo professor é o livro didático. A duas aulas do dia foi somente com exemplos de calcular distâncias na reta e no plano cartesiano e a introdução calcular as coordenadas do ponto médiode um segmento. Parece que o objetivo do professor para essa aula é fazer com que os alunos absolvam a definição.
Nas aulas seguintes o professor relembrou aos alunos os gráficos que eles já estudar no 1ºano, tal ideia é resgatada para que o aluno compreenda que a equação de uma reta nada mais é do que uma lei de formação de uma função do 1ºgrau em que y depende de x. Posteriormente, o professor começou uma sequência de exemplos para fixar o que foi dito. Os alunos apresentam dificuldades em trabalhar com o Plano Cartesiano.
Durante as aulas expositivas, são propostas resoluções de exercícios em sala de aula, porem funciona como exemplos, pois quem responde é o professor e o aluno apenas faz uma cópia. Esse fato aconteceu em todas as aulas observadas. 
O que chamou bastante a minha atenção é que não há uma participação efetiva dos alunos durante a aula, apenas perguntas isoladas. Não tem como perceber de fato se o aluno esta compreendendo o que está sendo explicado, pois o professor sempre responde todos os exercício, sozinho.
 ELABORAÇÃO DE TRAJETÓRIA
Atividades a serem desenvolvidas nas 6 aulas de regência na turma do 1ºano.
Tarefa
Função polinomial do 1º grau.
Função polinomial do 2º grau.
Objetivos
Compreender o conceito de função;
Compreender a utilidade e a importância das funções no cotidiano;
Identificar através dos gráficos das funções, o domínio, a imagem, os coeficientes e os sinais (positiva e negativa) das funções do 1º grau.
Identificar através dos gráficos das funções, o domínio, a imagem, os coeficientes e os sinais (positiva e negativa) das funções do 1º grau;
Identificar no gráfico se a função é injetiva, sobrejetiva ou bijetiva; 
Compreender o conceito de função;
Reconhecer função polinomial do 2º grau;
Resolver problemas envolvendo função quadrática.
Desenvolvimento
Primeiramente, revisarei o que é uma relação entre conjuntos. Dividirei a turma em duplas e entregarei aos mesmo palitos, lhes pedindo que formem um quadrado, depois formem na sequência mais três quadrados. Questionarei aos alunos que relação teremos ao construirmos uma sequência de n quadrados.
Baseado nas respostas deles encontraremos uma relação entre a quantidade de quadrados e a de palitos. 
Posteriormente considerarei as questões-problema que serão entregues a turma que estará dividida em duplas, com o intuito de que eles encontrem relações a partir da análise dos problemas. O docente e os discentes irão expor suas respostas no quadro. Os problemas propostos são: 
Problema 1: Um motorista de táxi cobra R$ 4,50 de bandeirada mais R$ 0,90 por quilômetro rodado. Sabendo que o preço a pagar é dado em função do número de quilômetros rodados, calcule o preço a ser pago por uma corrida em que se percorreu 22 quilômetros? 
Problema 2: Dados um tanque com de capacidade e uma torneira que despeja nele de água por minuto. Em quantos minutos o tanque estará com sua capacidade máxima? 
Problema 3: Uma caixa d’água de 1000 litros tem um furo no fundo por onde escoa água a uma vazão constante. Ao meio dia de certo dia ela foi cheia e, às 6 horas da tarde só tinha 850 litros. Quando ficará pela metade? 
Problema 4: Augusto, certo dia, fez compras em 5 lojas. Em cada loja, gastou metade do que possuía e pagou na saída, R$ 2,00 de estacionamento. Se após toda essa atividade ainda ficou com R$ 20,00, que quantia ele tinha inicialmente?
Problema 5: estuda-se a implantação da chamada “formula 95” por essa formula os trabalhadores teriam direito à aposentadoria quando a soma da idade com os números de anos de serviço atingisse 95. Adotada essa formula, quem começasse a trabalhar com 25 anos com que idade se aposentaria?
A partir das discussões que surgirem, destacarei que essas situações constituem problemas de função. E que as relações que obtemos f(x) são chamadas de lei de associação ou lei de formação da função. A parti daí formalizarei o conceito de função como sendo uma relação entre duas grandezas tal que a cada valor da primeira corresponde um único valor da segunda. De uma maneira mais formal escreveremos no quadro a seguinte definição de função: “Sejam A e B conjuntos diferentes do vazio. Uma relação f de A em B é função se, e somente se todo elemento de A estiver associado, através de f, a um único elemento de B”.
Após isso, farei uma breve revisão da relação entre conjuntos, relembrando sua definição e a definição de produto cartesiano. Escreveremos no quadro os conjuntos A = {1, 2} e B = {1, 2, 4}. Em seguida questionaremos:
Quem é o conjunto A x B?
A seguir representarei o produto A x B no diagrama de flechas e questionaremos:
Com base na definição de função vista anteriormente, tal relação representa uma função?
Logo a seguir, desenharei os diagramas de A x B ={(5,1), (8,2), (7,3), (6,4)}, onde A = {5, 6, 7, 8} e B = {1, 2, 3, 4, 5, 6}; C x D = {(1,5), (2,5), (3,5), (4,5)}, onde C = {1, 2, 3, 4} e D = {5, 6, 7}; E x F = {(1,3) , (5,2), (6,1)}, onde E = {1, 5, 6, 8} e F = {1, 2, 3, 5, 6}; G x H = {(4,1), (4,6), (3,8), (2,9)} onde G = {2, 3, 4} e H = {1, 6, 8, 9}. Feito isso questionaremos:
Quais das relações descritas nos diagramas acima representam funções?
	Perguntarei se eles podem citar outras situações que são exemplos de funções. Como por exemplo:
O preço da taxa de água a ser paga mensalmente em função da quantidade de água consumida;
O tempo gasto por um carro para percorrer determinada distância em função de sua velocidade;
O cumprimento C de uma circunferência em função da medida r de seu raio: C=2πr;
A área A de um quadrado em função da medida x de seu lado: 
Após esta sondagem, passarei um vídeo do telecurso 2000 com duração de 14:16 minutos. Neste vídeo poderei ver exemplos de funções em nosso cotidiano, como os exemplos de possíveis respostas dos alunos citadas acima.
Acrescentarei perguntas ou destacarei pontos importantes em relação ao vídeo. 
Num segundo momento, dividirei a turma em duplas e entregaremos papel milimétrico e papel manteiga, pediremos que eles construam alguns gráficos utilizando os números reais.
	Gráficos
	y=x; 
	y=-x+1; 
	y=x+1; 
	y=2x; 
	y=-x; 
	y=2x+1. 
	A partir de então farei os seguintes questionamentos:
Qual é o domínio de cada uma das funções acima?
Qual é a imagem das funções?
Para quais valores as funções crescem ou decrescem?
O que podemos concluir se compararmos os gráficos y = x e y = x + 1, y= 2x e y = 2x + 1
O que acontece quando aumentamos ou diminuímos o coeficiente angular de uma função(y = x e y = 2x, y = x + 1 e y = 2x + 1?
	Irei comentar sobre o conceito de função na história; as várias maneiras para representar a ideia de função; domínio, contradomínio e conjunto-imagem; interpretação geométrica das raízes de uma função; função injetora; função sobrejetora; função bijetora; função crescente e função decrescente. 
	Considerarei em seguida o seguinte problema: A figura mostra um quadrado com 20 cm de lado. Dele foram retirados: De cada canto superior, um quadrado cujo o lado mede x cm; de cada canto inferior, um retângulo de 12 cm por x cm. 
	Pedirei para que a turma que estará dividida em duplas, calcule a área dessa figura. Esperamos que eles observem que essa figura em forma de cruz, tem a área y em função de x, definida por: y=400-2.(12x)-2.(x2) Logo, a área da figura em forma de cruz é dada por: y=400-2.(12x)- 2.(x2). Funções desse tipo são exemplos de uma função polinomial do 2º grau. De modo geral, direi que uma função polinomial é chamada de função polinomial do 2º grau ou função quadrática quando ele é definida por f(x)=ax2+bx+c, com a,b,c reais e a≠0.
Posteriormente considerarei as questões-problema que serão entregues a turma, com o intuito de que eles encontrem relações a partir da análise dos problemas. Os discentes irão expor suas respostas no quadro. Os problemas propostos são: 
Problema 1:O motorista de um automóvel aplica os freios de modo suave e constante, afim de imprimir um força de frenagem constante até o repouso. O
diagrama a seguir mostraa posição do veículo a cada segundo a partir do instante em que os freios aplicados. Qual a posição do veículo 5s após o início da frenagem? 
Problema 2: Deseja-se cavar um buraco retangular com 1 m de largura de modo que o volume cavado tenha 300 m3. Sabendo que cada metro quadrado de área cavada custa 10 reais e cada metro de profundidade custa 30 reais, determinar o comprimento e a profundidade do buraco afim de que seu custo seja o menor possível. 
Problema 3: Um avião de 100 lugares foi fretado para uma excursão. A companhia exigiu de cada passageiro R$ 800,00 mais R$ 10,00 por cada lugar vago. Para que número de passageiro a rentabilidade da empresa é máxima?
Problema 4: João tem uma fábrica de sorvetes. Ele vende, em média, 300 caixas de picolés por R$20,00. Entretanto, percebeu que, cada vez que diminuía R$1,00 no preço da caixa, vendia 40 caixas a mais. Quanto ele deveria cobrar pela caixa para que sua receita fosse máxima?
Problema 5: Deseja-se cavar um buraco retangular com 1m de largura de modo que o volume cavado tenha 300m. Sabendo que cada metro quadrado de área cavada custa 10 reais e cada metro de profundidade custa 30 reais, determinar o comprimento e a profundidade do buraco a fim de que seu custo seja o menor possível.
Aplicarei um jogo, para o qual dividiremos a turma em grupos. Em seguida passarei as regras do jogo: Cada equipe escolherá um jogador por vez. Cada grupo terá alguns minutos para dar a resposta; a resposta correta permitirá a equipe avançar duas casas no tabuleiro, quando errar a resposta a equipe voltará uma casa. O jogador tirará uma carta dentre as 60 cartas dividas em 20 cartas representadas pela própria função; 20 cartas com funções representadas em tabela; 20 cartas com funções representadas em gráfico. E assim prosseguirá até que uma equipe alcance a linha de chegada no tabuleiro.
Avaliação
A avaliação vai se dá através da observação direta e indireta feita sobre os alunos e da participação dos mesmos durante as aulas desenvolvidas, como também a resolução de questões entregue na primeira aula e reaplicada no último dia para avaliar a evolução da turma. 
 APRESENTAÇÃO DA TRAJETÓRIA
Ao término da elaboração do plano, apresentei para o professor, onde a mesmo analisou e avaliou positivamente, tendo em vista que o plano de unidade foi elaborado de acordo com o cronograma que está sendo executado em sala de aula seguindo o planejamento anual do professor, onde o tema foi sugerido pelo próprio professoro. O professor relatou que é de suma importância o planejamento anual de um educador, para sua própria organização, para um bom desempenho em sala de aula, dessa forma obtêm-se um melhor rendimento do aluno. Com esse sincronismo as aulas se tornam bem dinâmicas e todos envolvidos com a educação só tem a ganhar.
O professor da turma, me alertou que talvez os alunos sintam dificuldades na metodologia de resolução de problemas, pois eles estão acostumados com aplicação direta de forma. Porém, ele me incentivou a continuar com o planejamento.
Acreditamos que com auxílio da resolução de problemas e com o auxílio de jogos aulas dialogadas será possível integrar o aluno ao ensino, tornando-os aptos a fazer análise e críticas de determinadas situações, aprendendo a partir do que pode criar do seu próprio conhecimento.
REGÊNCIA
Na primeira aula da minha regência iniciei a aula com uma atividade dos palitos e atividades com a metodologia de resolução de problemas. Os alunos mostraram muitas dificuldades em interpretar os problemas, o que me surpreendeu, pois eles já estavam vendo o conteúdo com o professor titular. Acredito que a dificuldade foi por conta da metodologia diferente da que eles estavam acostumados. Apesar das dificuldades os alunos se mostraram participativos e envolvidos com as atividades.
Tentei interagir bem com a turma, fiz questionamentos aos alunos utilizei as respostas dos mesmos para formarem o conceito de função. De uma forma geral, foi positiva a minha primeira aula, apesar de que, eu acredito que cometi um erro na organização da sequência dos conteúdos. Acredito que teria sido mais valido se tivesse começado pela discussão sobre o que é função. Porém, a sequência que realizei não atrapalhou o desenvolvimento da oficina e acredito que também não tenha atrapalhado a aprendizagem dos alunos.
	Na sequência dessa aula iniciei comentamos sobre o conceito de função na história e sobre o filósofo matemático que foram os primeiros a estabelecer uma lei que descreve relações entre as variáveis de um fenômeno. Penso que é importante que os alunos saibam tal conteúdo surgiu da necessidade de algo, que não foi por acaso que aquele conteúdo surgiu e nem tão pouco que é por acaso que está na grade curricular.
Discuti com os alunos as várias maneiras para representar a ideia de função;
Domínio, contradomínio e conjunto-imagem. Notei várias dificuldades dos alunos em identificar o domínio e principalmente que era o contradomínio e a imagem da função.
As dificuldades cresceram quando começamos a trabalhar com a representação dos gráficos das Funções Afim. O fato de que eles tinham dificuldade em representar graficamente a função me surpreendeu muito, pensei que dominariam os primeiro gráficos, pois se tratavam de gráficos de retas e isso deveria ser uma coisa básica para eles. Refletir e tentei entender a razão daquelas dificuldades, mas não achei nenhuma explicação que pudesse justificar isso.
Essa aula não rendeu como planejado devido as dificuldades apresentadas por eles. Então houve um atraso do planejamento. Continuei o conteúdo na aula seguinte. 
Iniciei analisando os gráficos, trabalhei com a interpretação geométrica das raízes de uma função. Tive muitas dificuldades em explicar essa parte do conteúdo, pois para analisarmos as raízes da função no gráfico era necessário que inicialmente eles soubessem o que vinha a ser raízes de uma função. Foi necessário fazer vários questionamentos e uma breve revisão sobre o assunto e somente a partir de então começar a desenvolver novamente o planejado, ou seja, a análise dos gráficos. Finalizei com as análises gráficas. Refletindo notei que esses alunos têm muitas dificuldades, porque eles decoraram as regras e não os conceitos.
Dei continuidade à oficina dando aos alunos uma situação problema que se referia ao cálculo de uma área de uma figura em forma de cruz. Desenvolvendo os cálculos os alunos chegavam em uma Função do 2º grau. Novamente apresentaram dificuldades em interpretar o problema. Alguns alunos (minoria) não sabiam calcular a área do quadrado ou não lembravam com calculava (eu prefiro acreditar que não lembravam).
Na última aula de regência dei início ao um jogo na aula anterior. Em relação ao jogo os alunos se mostraram participativos e empenhados, todos estavam buscado ganhar o jogo.
Ao término do jogo, comecei a falar sobre inventividade, sobrejetividade e
bijetividade de funções. Nessa aula fiz vários questionamentos, porém eles apresentavam dificuldades e pouco respondiam. Tentei de muitas maneiras fazer com que os alunos entendessem o conteúdo abordado por mim.
Não deu tempo terminar o que foi planejado, devido a todas as dificuldades apresentadas pelos alunos. 
ELABORAÇÃO DE PROJETO: “SUSTENTABILIDADE, ASSOCIADO AO ESTUDO DE CONCEITOS DA MATEMÁTICA”
Tema: A Matemática X Sustentabilidade e o Tratamento da informação.
Turma: 1º ano 
Duração: 4h/a
Justificativa: Com essa atividade, acredito que, podemos relacionar a matemática ao estudo do meio ambiente proporciona através dos números mensurar os prejuízos e projetar soluções, torna a aprendizagem construtiva, podendo se constituir num comportamento cotidiano ou numa ação educativa para formar uma consciência ecológica dentro de indicadores reais.
Objetivos: 
Despertar para o consumo consciente e devolver à Natureza os recursos utilizados de maneira correta;
Conhecer uma conta de luz detalhada, aprender a calcular o consumo mensal de Kwh e diminuiro consumo de energia elétrica através da mudança de hábitos;
Conseguir quantificar, calcular e associar o consumo e o impacto ambiental através de dados numéricos;
Conseguir interpretar e construir gráficos de colunas.
Atividades:
A intenção dessa atividade é que os alunos entendam como funciona a leitura do consumo de energia. Explicarei aos alunos que a questão da sustentabilidade torna-se cada vez mais importante em nossa sociedade, pois a relação entre o homem e a natureza constitui uma questão vital para a sobrevivência do nosso planeta.
Iniciar questionando os alunos, “como podemos ajudar a controlar o consumo de energia? ”. Com os alunos reunidos em grupo, pedir para que eles pesquisem como funciona o sistema de coleta de dados para leitura do consumo de energia e o funcionamento do relógio medidor. É importante que grupos registrem suas observações a partir da pesquisa. Depois da pesquisa, de volta à sala de aula, os grupos devem apresentar suas produções, explicitando aos demais os dados que coletaram. 
É importante que os alunos entendam como é feita a leitura mensalmente e como é calculado o valor do consumo de energia elétrica a ser pago pelo consumidor.
Em seguida propor a seguinte atividade:
Atividade
No caso do relógio do modelo apresentado, o funcionário anotará qual valor?
2 - Supondo que a anotação do mês anterior seja 6 0 3 0, qual seria o consumo mensal do proprietário desse relógio?
3 – Identifiquem qual a unidade de medida de energia usada pelas companhias fornecedoras?
4 – O que significa o kWh? Na pesquisa na internet, algum grupo encontrou esse dado? 
1 kWh corresponde ao consumo de um aparelho de potência 1 000 W (1 kW) durante uma hora.
1 kWh corresponde também ao consumo de uma lâmpada de 100 W (0,1 kW) ligada durante 10 horas. 
7 – Como é calculado o valor final a ser cobrado?
8 – O valor final é composto por quais elementos?
Além de responder essas questões irei propor alguns problemas sobre o assunto.
Problema 1. Em uma residência, foi verificado a existência de alguns aparelhos que utilizam energia elétrica para seu funcionamento: TV, Radio, Geladeira, Ferro Elétrico, Chuveiro e Lâmpada Incandescente. 
Nesta residência moram quatro pessoas: Pai (45 anos), Mãe (40 anos), filha (18 anos) e o filho (15 anos). A noite, todas as pessoas da casa se reúnem para ver televisão a noite num período de 3 horas diárias, ou seja, da 19:00h – 22:00h. Essa família tem hábito de ouvir o rádio 3 horas por dia, das 9:00h da manha às 12:00h da tarde. O ferro elétrico é usado 1 vez por semana em um período de 1h. O chuveiro é diariamente usado pelo: Pai 10min, pela Mãe 15min, pela filha 20min e o filho 15min, de forma que, diariamente a família utiliza o chuveiro durante 60min = 1 hora. Na residência existem somente lâmpadas incandescentes, que são utilizadas ao longo do dia num total de 6 horas. A geladeira fica ligada direto. 
Ao pesquisarmos as potencias dos aparelhos, obtemos o seguinte:
TV 29” = 110 W
Radio pequeno = 10 W
Geladeira = 90 W
Ferro = 1000 W
Chuveiro = 3800 W
Lâmpada = 100 W 
Qual dos eletrodomésticos indicados, gera maior gasto durante um mês em kw/h. Qual o custo em reais? 
Em seguida elaborar uma tabela pode ajudar na visualização e desenvolver no caderno um gráfico para que possamos entender melhor o gasto de energia consumido por essa família.
Propor que eles desenvolvam essa atividade em sua casa, a partir dos dados levantados na sua família. Cada aluno pode socializar o material elaborado com seus familiares, a partir de suas compreensões.
Recursos: 
Conta de luz;
Papel milimétrico;
Régua;
 Lápis de cor
Lousa;
Pincel para quadro branco.
Avaliação: 
Professor, é de suma importância observar se os alunos estão participando e realizando as atividades propostas, a fim de poder auxiliá-los no processo de aprendizagem. A avaliação poderá ser feita em todos os momentos da aula, nos quais deverá verificar se os alunos conseguiram: identificar as situações em que se usa a Matemática na sociedade humana e listá-las com a ajuda do professor; empregar, na solução de problematizações, os seus conhecimentos sobre o uso da Matemática no cotidiano; coletar dados e sistematizá-los em tabelas e gráficos simples; realizar cálculos simples.
Referências: 
BRANCO, Eguimara Selma. Sustentabilidade: um tema de matemáticos. Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=20665. Acesso em: 14 set. 2017.
CARINHA, Marilene dos Santos. Projeto - "matemática e sustentabilidade". Disponível em: http://lendocommatematica.blogspot.com.br/2013/10/artigo-de-divulgacao-matematica-e.html. Acesso em: 14 set. 2017.
SILVA, Carmen Kaiber da. Integrando a matemática ao tema educação ambiental. Disponível em:
http://abrapecnet.org.br/atas_enpec/iiienpec/Atas%20em%20html/o71.htm. Acesso em: 15 set. 2017.
APRESENTAÇÃO DO PROJETO 
Apresentado o trabalho para o professor, ele afirmou que é importante que os alunos consigam desenvolver a Educação Matemática a partir de atividades interdisciplinares partindo da temática ambiental e sensibilizar os estudantes quanto ao uso racional dos recursos naturais. Assim nessa construção de uma sociedade sustentável, a matemática pode ser um dos instrumentos na construção da cidadania. Ela é componente essencial nessa obra na qual a sociedade se utiliza de conhecimentos científicos e recursos tecnológicos, dos quais os cidadãos devem se apropriar.
Em nossa conversa concordamos que esse projeto “Sustentabilidade, associado ao estudo de conceitos da matemática” relata a necessidade do aluno saber interpretar e resolver problemas matemáticos, os quais podemos encontrar em várias situações do nosso cotidiano. Além de que, o projeto serve de incentivo para que eles percebam que podem relacionar o conteúdo que aprendem em sala com o seu dia a dia.
O professor concordou com a metodologia abordada no projeto e afirmou que acredita que irá aplicar o projeto. E disse ser muito importante esse co-relacionamento da matemática no cotidiano com a sala de aula pois assim os alunos busquem aprender e conhecer melhor a disciplina que é tida como carrasco da grande maioria, tendo assim em vista buscar melhorar e facilitar o aprendizado com associações do nosso dia-a-dia
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Dentre as considerações finais, pode-se destacar que a proposta inicial da disciplina de Estágio Curricular Obrigatório III, que consistia em elaborar este relatório, foi executando dentro do que foi planejado inicialmente.
Todas as experiências que tive durante as observações me fez perceber que a realidade do curso de licenciatura que hoje vivenciamos se distancia da realidade, são poucas as disciplinas que nos prepara para realidade de um ambiente escolar. Nesse período em que pude está no recinto escolar me incentivou a continuar no curso de licenciatura, me ajudou a perceber que é essa a profissão que desejo seguir, procurando fazer o melhor possível, e enfrentando sempre todas as dificuldades que possa vir a surgir. 
Durante esse período em que estive na escola, pude notar que são várias dificuldades enfrentas pelos docentes, são comuns salas pequenas com vários alunos amotados em carteiras deterioradas, sem recursos na escola para propiciar ao educando uma melhor qualidade de ensino. 
Os desafios a serem superados no estágio, foi planejar as aulas, em prepara as questões problemas, não sabia quais as dificuldades dos discentes, acreditava que todos já tinham visto o conteúdo e por isso não teriam muitas dificuldades no decorre da minha regência. Foi um engano pensar que os alunos teriam poucas dificuldades, alguns dos alunos. Tinham dificuldades em resolver problemas simples de função afim e de esboçar gráficos.
Acredito que isso tenha ocorrido devido que os alunos não estão acostumados a resolver questões que inicialmente tinham que modelar o problema e só depois resolver os cálculos, como foi proposto.
Posso afirmar que foi um prazer inenarrávelaplicar a minha regência para essa turma, pois os alunos eram muito motivados, curiosos, participativos e questionavam sempre que não entendiam. 
Sabemos que as realidades vivenciadas nas escolas são difíceis, e que a educação vem enfrentando dificuldades, porém cabe a nós como futuros docentes fazermos a nossa parte buscando nos capacitar, tornando-nos bons profissionais, preocupados com o ensino-aprendizagem e principalmente preocupados em formamos cidadãos capazes de refletir a respeito de sua realidade, capazes de situar-se criticamente frente aos acontecimentos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BARBOSA, Sandra Lucia Piola; CARVALHO, Túlio Oliveira. Jogos Matemáticos como Metodologia de Ensino Aprendizagem das Operações com Números Inteiros. Disponível em: http://www.pucrs.br/famat/viali/tic_literatura/jogos/1948-8.pdf. Acesso em: 04 de out. 2017.
FERNANDES, Renata Karoline; PIRES, Magna Natalia Marin. UMA TRAJETÓRIA HIPOTÉTICA DE APRENDIZAGEM: CONSTRUINDO O PENSAMENTO ALGÉBRICO NOS ANOS INICIAIS. Disponível em: http://sbem.web1471.kinghost.net/anais/XIENEM/pdf/1544_1142_ID.pdf. Acesso em: 06 de out. 2017.
FREITAS, Jeruza Quintana Petrarca de, GOI, Mara Elisângela Jappe; GIULIANI, Osmar Francisco. Resolução de problemas no ensino da matemática: uma Introdução à Geometria Fractal no Ensino Fundamental. Disponível em: http://sinop.unemat.br/projetos/revista/index.php/eventos/article/view/940/673. Acesso em: 05 de out. 2017. 
GONÇALVES, Antônio Roberto; SILVA, Ana Lúcia. O uso do laboratório no ensino de matemática. Disponível em: http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/82-4.pdf. Acessado em 04 de out. 2017.
Os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) para o Ensino Médio – Parte III –. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/ciencian.pdf. Acesso em: 06 de out. 2017. 
PARÂMETROS curriculares nacionais: matemática /Secretaria de Educação Fundamental. –Brasília: MEC/SEF, 1997.142p.
PEREIRA, Gabriela Nery; BRAGA, Maria Nilsa Silva. - Investigação matemática e a construção do pensamento algébrico: uma metodologia de ensino a compreensão de incógnitas. Disponível em: http://cursos.unipampa.edu.br/cursos/cienciasexatas/files/2014/06/TCC-JeruzaPetrarca.pdf. Acesso em 04 de out. 2017.
PIRES, Célia Maria Carolino. Resolução de Problemas e interfaces com pesquisas do Grupo “Desenvolvimento Curricular e Formação de Professores de Matemática”. Disponível em: http://doczz.com.br/doc/558419/resolu%C3%A7%C3%A3o-de-problemas-e-interfaces-com-pesquisas-do-grupo. Acesso em: 06 de out. 2017.
SANTOS, M. C. dos. Algumas concepções sobre o ensino-aprendizagem de Matemática. Educação Matemática em Revista, São Paulo, Ano 9, Nº. 12, p. 11-15, jun. 2002
TEIXEIRA, B. R.; CYRINO, M. C. C. T. O Relatório de Estágio Supervisionado enquanto instrumento de análise e avaliação da prática pedagógica para futuros professores de Matemática. In: X ENEM, 2010, Salvador. Anais do X Encontro Nacional de Educação Matemática, 2010. p. 1-13.
VEIGA, I. P. A. Perspectivas para reflexão em torno do Projeto-Político Pedagógico. In: VEIGA, I. P. A.; REZENDE, L. M. G. de. Escola: espaço do Projeto-Político Pedagógico. Campinas, SP: Papirus, 1998, p. 9-32.

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