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Preparação Física Geral

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que cada abordagem aqui realizada seja 
uma chave que abra portas em sua formação, desejamos que ao 
estudar a Preparação Física Geral você possa agregar não somen-
te conhecimentos, mas valores que lhe acompanharão por toda 
vida acadêmica e profissional!
2. GLOSSÁRIO DE CONCEITOS
O Glossário de Conceitos permite uma consulta rápida e 
precisa das definições conceituais, possibilitando um bom domí-
nio dos termos técnico-científicos utilizados na área de conheci-
mento dos temas tratados.
1) Alterações assintomáticas: podem ser entendidas 
como as alterações que não apresentam sintomas 
evidentes e devem ser detectadas através do conheci-
mento entre o professor e o aluno/ atleta.
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CONTEÚDO INTRODUTÓRIO
2) Atividades Acíclicas: estas atividades são aquelas que 
se realizam sem que o gesto esportivo seja repetido 
continuamente, podemos ter como exemplo os espor-
tes coletivos como o futebol, o voleibol, o handebol, 
enfim todas aquelas modalidades quesua realização 
não demandam repetições do início ao final realizadas 
na mesma forma.
3) Atividades Cíclicas: São as atividades que repetem ou 
de forma contínua são praticadas com o mesmo gesto 
esportivo, como por exemplo o ciclismo, a natação, a 
corrida e o remo.
4) Contração Isocinética: uma contração é isocinética 
quando a velocidade de movimento é constante.
5) Contração Isométrica: processo, com gasto energéti-
co, no qual o comprimento das fibras musculares não 
se altera. 
6) Contração Isotônica concêntrica: processo, com gas-
to energético, que resulta no encurtamento das fibras 
musculares. 
7) Contração Isotônica excêntrica: processo, com gas-
to energético, que resulta no alongamento das fibras 
musculares. 
8) Contração Isotônica: a condição em que um múscu-
lo se contrai e realiza trabalho e movimento articular 
contra uma resistência.
9) Elasticidade: quando tratarmos do estiramento elásti-
co dos componentes musculares.
10) Feeling: agir de forma intuitiva, tomar decisões emba-
sadas na sensibilidade tendo a intuição de colocar em 
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CONTEÚDO INTRODUTÓRIO
prática os procedimentos a serem utilizados no mo-
mento correto.
11) Maleabilidade: que são as modificações da pele devi-
do a tensões parciais devido as acomodações do seg-
mento utilizado.
12) Mobilidade: termo que utilizado no tocante ao grau de 
liberdade de movimento da articulação.
13) Núcleo Supraquiasmático: considerado o “relógio” 
que é responsável pelo controle e processamento das 
informações. É um centro de regulação e estimula-
ção de melatonina pela glândula pineal localizado no 
hipotálamo.
14) Plasticidade: referente ao grau de deformação tem-
porária das estruturas musculares ou articulares para 
realização do movimento restando ainda um grau resi-
dual de deformação após a aplicação do estímulo co-
nhecido como histeresis.
15) Ritmos Circadianos: correspondente ao ciclo de um 
dia do ponto de vista biológico, ou seja, todas as al-
terações orgânicas de ordem física, mental ou psico-
lógica que pode ser influenciado por diversos fatores, 
luz, calor, entre outros, podemos dizer que nosso sono, 
nossa digestão, a temperatura corporal são controla-
das e também controlam este ciclo.
16) Somatização: relativo a somar ou acumular, no texto o 
termo é enquadrado como associação a uma sequên-
cia de estados de lassidão que geram o cansaço. 
17) Strain: estado descrito por alguns autores como um 
estado de sobretreinamento, sua tradução vem do in-
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CONTEÚDO INTRODUTÓRIO
glês como um substantivo de estresse, ou ainda esfor-
ço em excesso.
3. EsquEmA dos ConCEitos-ChAvE
O Esquema a seguir possibilita uma visão geral dos concei-
tos mais importantes deste estudo.
 
Princípios Científicos da 
Preparação Física 
Individualidade Biológica, 
Adaptação, Sobrecarga, 
Interdependência Volume‐
Intensidade, Continuidade, 
Variabilidade e Saúde. 
Capacidades Físicas
Velocidade 
Flexibilidade 
Resistência  
Coordenação 
Preparação Tática 
Preparação Técnica 
Preparação Psicológica 
Força, Planejamento e 
Periodização. 
Preparação Física Geral 
Preparação Física Especial 
Periodização da Força 
PREPARAÇÃO FÍSICA 
GERAL 
Figura 1 Esquema de Conceitos-chave de Atividade Física na Terceira Idade.
4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ASTRAND, P. O.; RODAHL, K. Tratado de fisiologia do exercício. 2 ed. Rio de 
Janeiro: Guanabara, 1987.
15© PREPARAÇÃO FÍSICA GERAL
CONTEÚDO INTRODUTÓRIO
BARBANTI, V. Aptidão física: um convite à saúde. São Paulo: Manole, 1990.
BITTENCOuRT, N. Musculação: uma abordagem metodológica. 2 ed. Rio de Janeiro: 
Sprint, 1986.
BOMPA, T. O. A periodização no treinamento desportivo. São Paulo: Manole, 2001.
DANTAS, E. H. M. Flexibilidade: alongamento e flexionamento. 2 ed. Rio de Janeiro: 
Shape, 1991.
FOX, E. L. et. al. Bases fisiológicas da educação física e dos desportos. Rio de Janeiro: 
Koogan, 1991.
MATVEEV, L. P. Preparação desportiva. Londrina: CID, 1996.
PLATONOV. V. N. Teoria geral do treinamento desportivo olímpico. Porto Alegre: 
Artmed, 2004.
______. Teoria geral do treinamento desportivo olímpico. Porto Alegre: Artmed, 2008.
POWERS, S. K.; HOWLEY, E. Fisiologia do exercício: teoria e aplicação ao condicionamento 
e ao desempenho. São Paulo: Manole, 2000.
TRITSCHLER, K. A medida e avaliação em educação física e esportes de Barrow & 
McGee. São Paulo: Manole, 2003.
VERKHOSHANSKI, I. V. Força: treinamento de potência muscular. Londrina: CID, 1996.
WEINECK, J. Treinamento ideal. São Paulo: Manole, 2003.
zAKHAROV, A.; GOMES, A. C. Ciência do treinamento desportivo. Rio de Janeiro: Grupo 
Palestra, 1992.
5. E-REFERÊnCiAs
DANTAS, E. H. M. A prática da preparação física. 5 ed. Rio de Janeiro: Shape, 2003. 
Disponível em: <https://docs.google.com/folderview?id=0B02-rtNfmjFOYjg1OWFl
zGqtMTE4Ny00OGIwLThlNzYtMTu3zTVhNjhmOTqx&usp=drive_web&hl=pt_BR>. 
Acesso em: 07 jul. 2015.
TuBINO, M. J. G. Metodologia científica do treinamento desportivo. 13 ed. Rio 
de Janeiro: Shape, 2003. Disponível em: <https://treinamentoesportivoufes.files.
wordpress.com/2014/04/princc3adpios-te-tubino-e-moreira.pdf>. Acesso em: 07 jul. 
2015.
© PREPARAÇÃO FÍSICA GERAL
17
UNIDADE 1
Princípios Científicos do 
Treinamento
Objetivos
• Compreender cada Princípio Científico do Treinamento e identifica-
-los durante a Preparação Física Geral.
• Analisar as diferentes particularidades descritas em cada princípio e 
conseguir emprega-los durante o processo de Preparação Física.
• Identificar os Princípios Científicos do Treinamento em quaisquer mo-
dalidades de Preparação Física e entender cada um deles dentro do 
processo de elaboração da Preparação Física Geral.
Conteúdos
• Princípio da Individualidade Biológica.
• Princípio da Adaptação.
• Princípio da Sobrecarga. 
• Princípio da Interdependência Volume-Intensidade.
• Princípio da Continuidade.
• Princípio da Variabilidade.
• Princípio da Saúde.
Orientações para o estudo da unidade
Antes de iniciar o estudo desta unidade, leia as orientações a seguir:
18 © PREPARAÇÃO FÍSICA GERAL
UNIDADE 1 – PrINcíPIos cIENtífIcos Do trEINAmENto
1) Não se limite somente ao conteúdo deste Conteúdo Básico de Referên-
cia; busque outras informações em sites, artigos e revistas confiáveis e/
ou nas referências bibliográficas, apresentadas ao final de cada unidade. 
Lembre-se de que, na modalidade EaD, o engajamento pessoal é um fator 
determinante para o seu crescimento intelectual.
2) Busque entender e identificar os principais conceitos apresentados sobre 
a atividade física na terceira idade, de maneira a integrar este estudo ao 
seu cotidiano profissional.
3) Não deixe de recorrer aos materiais complementares descritos no 
Conteúdo

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