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DEONTOLOGIA DAS CARREIRAS JURÍDICAS Aluna: Vanessa Rocha Professor: Aldo Fernandes De Sousa Neto O PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA PROFISSIONAL Nesse primeiro momento devemos mencionar o artigo 6º d0o EAOAB (Estatuto da advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil), onde trata da independência do advogado. Art. 6º Não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos. O artigo 6º trata da inexistência de hierarquia e subordinação entre advogados, juízes e membro do Ministério Público entre outros profissionais que desenvolvem a função jurídicas e judiciais, dessa forma garantindo a separando das funções profissionais, e impedindo alguma interferência na atuação ou na liberdade de atuação do advogado. No artigo 31º, §2º do EAOAB trata que a hipótese de desagrado ao juiz ou outra autoridade, não impossibilita o advogado de exercer suas atividades. A intenção é mostra que pelo princípio da independência, não existe superioridade entre profissionais que atuam em busca da justiça, e reforçar a ideia de liberdade na forma e meios do exercício profissional. Na relação de emprego, na qualidade de advogado não reduz a independência profissional, conforme o artigo 18º do EAOAB. Art. 18. A relação de emprego, na qualidade de advogado, não retira a isenção técnica nem reduz a independência profissional inerentes à advocacia. A importância do princípio da independência do advogado, se dar para assegurar os direitos e garantias fundamentais, tendo em vista que para alcançar a justiça existe a necessidade de uma atividade seja exercida de maneira independente onde não exista interferência no exercício da profissão. O PRINCÍPIO DA RESERVA O principio da reserva trata-se da cautela que o advogado deve ter de não comentar com terceiros sobre assuntos que tomou conhecimento no exercício da profissão. É de extrema importância que o conteúdo seja tratado de modo reservado, sendo de responsabilidade do profissional guardar e zela pelas documentações e informações que sejam usadas para defender seu cliente. Aplica-se o princípio da reserva ao seus colegas e subordinados que atuem conjuntamente, esperando que os mesmos lindem com a mesma discrição e cuidados que o advogado. O PRINCÍPIO DA LEALDADE E DA VERDADE Esse principio deve ser obedecido por todos os profissionais da área jurídica, com advogados, promotores e juízes, tendo em vista que a lealdade é fundamental para uma boa convivência. Decorre do sistema jurídico o dever de atuar com lealdade, garantindo a boa-fé e a correção. O PRINCÍPIO DA DISCRICIONARIEDADE O profissional do direito tem a discricionariedade para selecionar o momento, as estratégias e as formas de atuação. O advogado deve ter a capacidade de persuasão em relação ao cabimento ou não do ajuizamento de uma ação, a melhor tática, qual a melhor e mais produtiva estratégia de defesa dos interesses do seu cliente. A discricionariedade é a persuasão do advogado de usar um ou mais questionamentos dentre os inúmeros que possui para atingir o alvo. REFERÊNCIA BIBLIOGRAFICA VASCONCELOS, Vania Mugnato. INTERESSE versus JUSTIÇA NA ADVOCACIA, a imprescindibilidade da ética. Centro Universitário Padre Anchieta Bacharelado em Direito Jundiaí, SP 2014. Disponível em: <https://rl.art.br/arquivos/5278043.pdf?1434389818> – Acesso em 17 e 18 de maio de 2018 SPERANDIO, Washington Mansur. A ÉTICA DO ADVOGADO. Universidade Tuiuti do Paraná, Faculdade de Ciências Jurídicas- Direito. Curitiba, PR 2002. Disponível em: <http://tcconline.utp.br/wp-content/uploads/2013/02/A-ETICA-DO-ADVOGADO.pdf > – Acesso em 17 e 18 de maio de 2018