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SISTEMA DE ENSINO ONLINE CONECTADO
LICENCIATURA/ EM PEDAGOGIA
Juliana Tainá Florêncio Da Silva 
RA: 5332619586
Refletir sobre as estratégias pedagógicas no desenvolvimento do letramento de maneira interdisciplinar e mobilizado por meio de recursos tecnológicos.
Gloria de Dourados /MS
2018
Juliana Tainá Florêncio Da Silva 
 
Trabalho apresentado ao Curso de Licenciatura em Pedagogia - Universidade Anhanguera Educacional 
Orientador: Tutora - Maria Clotilde Bastos e 
Mara Lúcia Pereira.
 
. 
 
Gloria de Dourados 
2018
Sumário 
Introdução _______________________________________________04
Fundamentação Teórica_____________________________________06
Plano De Trabalho Docente__________________________________08
Considerações finais_______________________________________21
Referencias Bibliograficas___________________________________22
 
 
Introdução
Sabe-se que um dos principais problemas na educação da atualidade é a dificuldade que os educandos têm de ler e produzir textos. Essa é uma reclamação constante não só pelos professores da disciplina Língua Portuguesa, mas de toda a categoria docente.
A leitura proficiente tem infinitas possibilidades. Ela começa pelos olhos, mas vai além deles, pois necessita de um elemento fundamental para a compreensão, que é o conjunto de conhecimentos prévios relacionados ao assunto do texto lido. Também faz parte desse processo de compreensão, o tipo de linguagem utilizada no texto, que pode facilitar ou dificultar a leitura. Se o leitor não domina o tipo de linguagem do texto, dificilmente vai chegar a uma compreensão satisfatória porque os olhos se apoiam no significado daquilo que veem. Se o leitor não conseguir encontrar significação na linguagem, não vai conseguir fazer uma boa leitura, vai apenas decodificar os símbolos escritos, mas não vai chegar a uma compreensão efetiva e o ato de ler se perde em sua essência.
Infelizmente, é a leitura de decodificação que tem predominado entre a maioria dos estudantes. Esse fato pode ser facilmente observado quando não conseguem alcançar o significado de simples comandos de atividades corriqueiras de sala de aula, o que tem reflexo também nas produções de suas respostas a questões sintático-semânticas, já que o ato de escrever está sendo reduzido apenas às atividades de cópia, inclusive nos trabalhos de pesquisa. Isso tem gerado uma verificação de um nível de aprendizagem insatisfatório.
Essa é uma realidade que deve ser combatida urgentemente, em favor de uma educação de qualidade, que leve realmente o educando a construir conhecimentos críticos sobre a realidade apresentada, e não só absorver informações dadas como verdades absolutas e não passíveis de contestação.
04
Em outro nível, a questão da leitura não deve estar condicionada à ideia de que sua fomentação está aliada somente à formação de alunos leitores. É necessário que todos estejam envolvidos neste processo, pais e professores. Então, para este projeto, a tarefa principal é promover essa motivação para a leitura e escrita nos estudantes a partir da disseminação do projeto entre as famílias e o educador, pois se acredita que somente através do interesse da comunidade escolar como um todo é que se pode alcançar um bom desempenho escolar em que as competências e habilidades de leitura e escrita se sobressaiam na busca do conhecimento. 
05
Fundamentação Teórica
O processo de ensino-aprendizagem, no Brasil, tem sido alvo de inúmeros estudos, os quais revelam problemas de várias ordens. Porém, em meio a esse debate, há diversas experiências escolares bem sucedidas no que diz respeito à formação de leitores e escritores no espaço escolar. Essas experiências evidenciam a importância do trabalho em sala de aula com os textos literários. 
A principal função da escola, que é de formar sujeitos sociais, implica garantir uma ação educacional voltada para o desenvolvimento da competência comunicativa do aluno, da sua capacidade de interpretar e produzir, para que ele se torne capaz de ler e pronunciar o mundo Para tanto, é imprescindível que a ação pedagógica se desenvolva segundo uma prática que contemple a utilização de uma metodologia de leitura diversificada, ou seja, os materiais de apoio pedagógico devem constituir-se, sobretudo, dos diferentes textos que circulam socialmente.
Uma concepção de leitura que se distancia das tradicionais já fora proposta por Paulo Freire, o qual defende que a leitura inicia na compreensão do texto: A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior.
 Leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele.
Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão
do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção
das relações entre o texto e o contexto.
Seguindo este raciocínio, corroborando com a especialista no assunto, Magda Soares, é preciso ter clareza em definir que a alfabetização deve se desenvolver em um contexto de letramento como início da aprendizagem da escrita, como desenvolvimento de habilidades de uso da leitura e da escrita nas práticas sociais que envolvem a língua escrita, e de atitudes de caráter prático em relação a esse aprendizado; 
06
Entendendo que a alfabetização e letramento devem ter tratamento metodológico diferente e com isso alcançar o sucesso no ensino aprendizagem da língua escrita, falada e contextualizada nas nossas escolas. 
A fim de desenvolver habilidades leitoras e escritoras, a tendência atual propõe que certas atividades sejam feitas diariamente com os alunos de todos os anos, mesmo as que estejam em processo de alfabetização. Entre elas, estão a leitura e escrita feita pelos próprios estudantes e pelo professor para a turma (enquanto eles não compreendem o sistema de escrita), as práticas de comunicação oral para aprender os gêneros do discurso e as atividades de análise e reflexão sobre a língua, valorizando sempre o texto literário.
Nesta perspectiva, o papel do educador na formação do leitor é também decisivo no encaminhamento da reflexão sobre as questões fundamentais que devem permear o cotidiano da sala de aula: o que é ler? ler para quê? ler para quem? O que ler? Como ler? É justamente a postura crítica e aberta do professor que possibilitará um trabalho diferenciado e com perspectivas de sucesso. Esse posicionamento reafirma a exigência de o professor trazer para a sala de aula os diferentes tipos de textos que circulam socialmente, sejam textos ficcionais ou não ficcionais, uma vez que é pelo confronto com temas e enfoques variados que o aluno vai construindo seus pontos de vista sobre as questões vitais com que se defronta. Acreditamos que tal confronto de textos oferece a possibilidade da emersão de um leitor crítico. Os textos ficcionais, por exemplo, possibilitam a constituição do sujeito-cidadão, na medida em que, além de funcionarem também como fonte de informação, estimulam e oferecem ao aluno a possibilidade de uma leitura plural e mais abrangente, levando-o a interrogar-se sobre si mesmo e sobre o mundo. Ao mesmo tempo, permitem a fruição da dimensão lúdica da linguagem.
Para finalizar, reiteramos que a tarefa de formar leitores é de responsabilidade dos educadores das diversas disciplinas, não apenas do professor de Língua Portuguesa, já que a leitura é instrumento de apropriação do conhecimento, é ferramenta que permite aprender a aprender, configurando-se como uma atividade de ensino em todas as áreas.
07
Plano de Trabalho Docente
Identificação da escola: 
Escola Estadual Professor Joaquim Alfredo Soares Vianna. 
Situada no distrito de Nova Esperança – Jatei MS.Telefone: (67)3402-1013. 
Responsável: Maria Jose Correia. 
Período de realização: 
Junho a Dezembro/2018
Turma: 
Alunos de Ensino Fundamental - 1º ao 5º Ano das Séries Iniciais do Ensino Fundamental.
Disciplina: 
Língua Portuguesa 
Objetivo geral: 
Fomentar e incentivar o gosto e a prática da leitura e da escrita de forma prazerosa e lúdica.
Objetivos Específicos:
Diferentes propósitos de leitura.
Linguagem escrita e produção de texto.
Produção de texto oral com destino escrito.
Características de diferentes gêneros literários.
Conscientização sobre o ato de ler.
Desenvolvimento do gosto por leituras literárias.
08
Desenvolvimento da habilidade de escrever textos.
Capacitação para a pesquisa.
Conteúdos 
Poemas e Poesias.
Lendas, fábulas e histórias infantis.
Parlendas, trava-línguas e adivinhações.
09
Cronograma
	Atividade
	Abr
	Mai
	Jun
	Jul
	Ago
	Set
	Out
	 Nov
	 Dez
	Lançamento do projeto 
	X
	
	
	
	
	
	
	
	
	Formação aos envolvidos
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	
	Poemas e poesias 
	
	X
	X
	
	
	
	
	
	
	Lendas, Fábulas e Histórias Infantis.
	
	
	
	X
	X
	X
	
	
	
	Parlendas, Trava-Línguas, cantigas de roda e Adivinhações.
	
	
	
	
	
	
	X
	X
	X
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Percurso Metodológico
1º Trimestre 
Poemas e Poesias
A leitura de poesias e de poemas para as crianças se transforma em uma atividade lúdica. Os poemas e as poesias devem despertar nos alunos o interesse pela produção de textos, oportunizando na escola o surgimento de artistas escritores e poetas que acreditamos ter em cada um de nós.
Diferença entre Poemas e Poesias
Poesia: Caráter do que emociona, toca a sensibilidade. Sugerir emoções por meio de uma linguagem.
Poema: é definido como: "obra em verso ou não em que há poesia".
Ou seja: quando falamos em poesia, estamos falando de uma arte e, quando falamos em poema, estamos nos referindo a um texto concreto.
Objetivo Geral: 
Familiarizar o aluno com a linguagem poética, com a poesia e os poemas incentivando para que ele sinta prazer em ler, ouvir e criar poemas e poesias.
Objetivos Específicos: 
Desenvolver hábitos de leitura pelo prazer de ler;
 Conhecer e diferenciar poemas de poesias;
 Produzir seus próprios textos a partir de poemas e poesias lidos em sala de aula;
Promover a imaginação criativa;
Desenvolver hábitos de ouvir e apreciar poemas e poesias;
Tornar a aula de leitura um momento de interação e de novidades.
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Estratégias
Conversa informal e dirigida sobre os conceitos de poesias e poemas, ouvindo o conceito de cada aluno;
 Roda de leitura;
 Visitas à biblioteca;
Organizar o cantinho da leitura em sala de aula;
 Produção de poemas e poesias;
Concurso da melhor poesia para o dia das mães;
Elaboração de mural com exposição das produções de poemas e poesias       
 (cada turma terá a sua semana de apresentação deste mural);
Conhecer a biografia dos autores das poesias e poemas;
Cartazes coletivos;
Leitura e Declamação de poemas e poesias;
Varal de poesias na sala para que o aluno escolha qual quer ler;
 Produção de um livro de poesias.
Jogos de disputa de equipes com tarefas simples. Ex: a equipe que conseguir em um minuto o maior número de palavras que rimem com a palavra “coração” marcará ponto.
Organizar roda de leitura para que os alunos expressem os sentimentos que aparecem no texto durante a leitura, como medo, alegria, espanto, tristeza e humor.
Conversar com a turma sobre alguns aspectos importantes do poema: características (rima versos e estrofes).
11
2°trimestre
Lenda, fábula e historia infantis.
Este tema pretende fazer a ponte entre o lúdico, o imaginário com o conhecimento necessário para produzir novos saberes na área da leitura, da escrita e da produção oral.
Objetivo Geral: 
Desenvolver momentos onde o aluno e seu professor, terão acesso a "belos contos de fadas, fábulas e lendas". Propiciando assim, de forma lúdica e dinâmica, experiências diversificadas, estimulando o gosto pela leitura, enriquecendo a criatividade, o imaginário e o conhecimento.
Objetivos Específicos:
Conhecer diversas Histórias infantis;
Desenvolver hábitos de leitura;
Diferenciar lendas fabula e histórias infantis;
Utilizar a técnica de dramatizar e fazer recontos;
 	Oportunizar a criatividade, imaginação, humor, ilusionismo;
Desenvolver habilidades sociais;
 Desenvolver o hábito de ouvir com atenção.
Enriquecer e ampliar o vocabulário;
Intervir, posicionar, julgar e modificar subvenções sociais;
Desenvolver o pensamento lógico e a rapidez de raciocínio;
Criar atitudes desejáveis;
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Permitir a livre expressão. - Formulação dos Problemas: (Quais são as leituras que vocês preferem: gibis, livros de histórias, histórias em quadrinhos, poemas, etc.? Vocês sabem alguma história? Vocês leem jornais ou revistas? Quais?).
Ampliar as possibilidades de movimentos;
Expressar-se por meio de desenhos, pinturas e colagens;
Ler, ainda que de forma não convencional;
Dramatizar histórias, por meio de expressões orais e dança;
Descrever cenários e personagens;
Identificar soluções de conflitos presentes nos contos;
 Identificar títulos de histórias conhecidas;
Continuar histórias a partir de um determinado ponto;
Produzir textos, tendo o professor como escriba.
Estratégias
 Fazer no quadro-negro ou em um cartaz uma lista, em ordem alfabética, dos contos tradicionais mais conhecidos pela turma. Diariamente, reserve um tempo para ler com a classe as histórias escolhidas.
 	 Escolha com o grupo uma das histórias e leve para a classe várias versões para ler com as crianças, destacando semelhanças e diferenças com relação a: tipo de texto organização do texto personagens que compõem a história sequência em que se desenrola a trama tempo em que as histórias se desenvolvem cenários.
 	 Discuta com o grupo algumas características e formas de organização dos contos.   Planejamento da escrita. Assegurar de que o tipo de texto que será produzido foi trabalhado em sala, com a discussão sobre a estrutura dos diálogos e a observação de todos os aspectos textuais. 
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Proponha então a redação coletiva e individual de novas versões para um conto. Por exemplo: "Agora, que vocês já ouviram diversas versões sobre a história 'Os Três Porquinhos', crie a sua, mantendo os principais elementos dos textos lidos: personagens, estrutura narrativa etc.”.
  Revisões dos textos coletivos em roda, destacando os elementos que exigem maior atenção. Cruzadinhas, caça-palavras, jogos de forca ou stop utilizando variações que sistematizem dificuldades ortográficas, como o uso de x, ch, ç, ss, s.  Bingo de palavras pode envolver as que apresentaram mais erro.
Crie com a classe uma legenda para as correções de textos como erro de ortografia EX; #: erro de vocabulário,+ : erro de pontuação* : letra maiúscula
** : erro de acentuação. Exemplo: "Os porcinhos foram para o Egito, mas como não sabiam falar a língua (egitana) não podiam conversar +O mais velho, que se chamava *edu, teve uma **ideia que contou para o irmão do meio."
Revisão dos textos individuais em duplas, usando a legenda criada para correções.   Ilustrações para a nova versão do conto e a criação de um livrinho para ser lido por outras classes.   Apresentações das histórias: vídeo, aparelho de som, livros de literatura, CD, teatro,
  	Contação de histórias, fábulas e lendas no tapete, almofadões, aparelho de som com música suave, incenso, baú ou caixa grande de papelão enfeitada com brilho, estrelas, lua.
  Fazer o reconta conjunto, interpretando a história;
 Trabalhar o conceito de lendas, fábulas e história.
 Traçar o perfil dos personagens principais;
Copiar o nome da história no caderno ilustrando-a.
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Preparar material de artes para a dramatização das histórias como fantoches, máscaras, acessórios e objetos como a maçã da Branca de Neve, máscara do Lobo Mau, chapéu de Bruxa, varinha mágica da Fada, espelhomágico da Madrasta, Sapatinho da Cinderela, Caixinha com moeda de Dona Baratinha, Coroa do Príncipe Sapo, Fantoches dos Três Porquinhos, capa do Chapeuzinho Vermelho, rosa encantada da Fera, saquinho com as pedrinhas de Joãozinho, coroa de Princesa que caracterizam as histórias apresentadas.
Desenvolver atividades diversas utilizando diferentes recursos tecnológicos, como o Notebook e o Data Show; Dramatização de histórias conhecidas, onde as crianças sejam as personagens;
 	 Atividades diversas como: pintura, desenho, recorte colagem, confecção de fantoches (personagem das histórias contadas), dobradura e outros;
  	 Roda de conversa com as crianças para discutir, trocar ideias sobre fatos e acontecimentos da história que acabou de ser contada;
 Confecções de livros; Confecções de um castelo utilizando materiais recicláveis; Leitura individual; Leitura em grupo; Leitura silenciosa. Sacola Era Uma Vez; Mala Viajante;
Pesquisas em livros da Biblioteca e na internet por meio de sites pré-selecionados pelo professor.
Socializar as lendas na sala de aula, por meio de recontos;
 Escolher por meio de votação as lendas preferidas dos alunos;
 	Elaborar um gráfico com o resultado da votação (aproveitar e trabalhar situações-problema em matemática);
Pedir aos alunos (em duplas) que reescrevam algumas lendas;
15
3º Trimestre
Parlendas, Trava-Línguas, Cantigas de roda e Adivinhações.
Os trabalhos desenvolvidos com esses tipos textuais permitem o trabalho com a oralidade, o exercício com  a dicção, o treino da  pronúncia, o estímulo da criatividade e da rima, além do acesso a mais remota cultura popular. 
Os trava-línguas, as parlendas, as cantigas de roda e as adivinhas fazem parte das manifestações orais da cultura popular, são elementos do nosso folclore. O que faz as crianças repeti-los é o desafio de reproduzi-los sem errar. Entra aqui também a questão do ritmo, pois elas começam a perceber que, quanto mais rápido tentam dizer, maior é a chance de não concluir o trava-línguas. Esse tipo de poema pode ser um bom recurso para trabalhar a leitura oral, com o cuidado de não expor alunos com mais dificuldades. É nessa leitura que melhor se observa o efeito do trava-línguas, das parlendas e das adivinhações e, dependendo da atividade, passa a ser uma brincadeira que agrada sempre. As adivinhas, as cantigas de roda, as parlendas, as quadrinhas e os trava-línguas são antigas manifestações da cultura popular, universalmente conhecidas e mantidas vivas através da tradição oral. São textos que pertencem a uma longa tradição de uso da linguagem para cantar, recitar e brincar. A maioria deles é de domínio público, ou seja, não se sabe quem os inventou: foram simplesmente passados de boca a boca, das pessoas mais velhas para as pessoas mais novas.
Objetivo Geral: Valorizar textos folclóricos considerando-os como patrimônio cultural que deve ser preservado.
Objetivos Específicos: Estimular raciocínio e atenção;
Ler, recontar e ilustrar, lendas, par lendas, adivinhas;
Estimular a ampliar a linguagem oral;
Incentivar a escrita nas suas diversas modalidades; 
 Estimular o ritmo, a criatividade e prazer pelo aprender brincando.
16
Desenvolver o processo de leitura e escrita através de atividades
Contextualizadas;
 Favorecer a integração social do grupo;
Desenvolver a expressão artística e corporal;
Estimular o gosto pela leitura e a escrita;
Estratégias:
 	Fazer um levantamento dos trava-línguas conhecidos pela turma;
 Socializar os trava-línguas e organizar fichas de leitura de cada um deles;
Levar para casa as fichas com os trava Línguas para que possam ler;
Ler algumas adivinhas p/ turma, que tentam descobrir as respostas;
Organizar um campeonato de adivinhas na sala;
Representação de parlendas.
 	Confecção de cartazes referente às parlendas trabalhadas
 Promover pesquisas na internet.
Pesquisas sobre: trava-línguas, parlendas, adivinhações, charadas, canções conhecidos pela família;
Canto de músicas folclóricas (cantigas de ninar, cantigas de roda, desafios.)
 	Distribuir para a turma a parlenda/o trava-língua/ as canções, escrita com letra impressa maiúscula, pois auxilia no reconhecimento das letras.
Ler para os alunos a parlenda e pedir para que a recitem.  É importante que a parlenda seja escrita em um papel Kraft e fique fixada na sala para que os alunos se familiarizem mais com o texto.
Solicitar aos alunos que identifiquem oralmente as palavras que rimam na parlenda. É importante explicar o significado de rimas (palavras com som igual ou muito parecidas).
17
 	Escrever, por exemplo, a palavra DIA no quadro e pedir para que criem outras palavras que terminam com o mesmo som. À medida que forem dizendo, registrá-las no quadro e pedir para que comparem a grafia final das palavras. Fazer desenho da parlenda/canção para colocar no mural da sala.
 Atividades com reescrita das canções que também visam avançar no processo de alfabetização dos alunos. Leia os enunciados para os alunos, os oriente na resolução das questões e observe que relações estão estabelecendo entre os sons e as letras.
18
Recursos
Livros de poemas e poesias, poemas e poesias xerocopiados, cartolina, papel Kraft, cola, canetinha, lápis de cor, giz de cera, tesoura, régua.
Notebook, internet; TV, DVD, Data Show; CD de histórias; Tapetes; Fantoches de diversos tipos; TNT; Cenário para apresentação de fantoches; Lápis de cor, giz de cera, sulfite, papel canson, papéis coloridos, tinta guache, pintura a dedo, cola, tesoura e pincel.
Livros de fábulas, lendas e histórias infantis.
Materiais recicláveis entre outros.
19
Avaliação
Desde o início do projeto, entram como quesitos de avaliação: Participação e envolvimento dos professores e alunos nas atividades, Interação entre os elementos do grupo, Apresentação pontual dos materiais solicitados (pesquisa e textos produzidos);
Para que se faça uma avaliação efetiva, a observância sobre o comportamento do aluno em relação à leitura é imprescindível. Um bom termômetro é quando elas começam a pedir para ter momentos de leitura, deixam explícitos quais são os títulos prediletos, comentam e passam a frequentar a biblioteca. Importante verificar se a turma tem comportamento leitor no manuseio das obras e na postura para escutá-los.
Quanto à avaliação do professor mediante este projeto, se dará a partir dos resultados obtidos em sala de aula, como o favorecimento das condições para que os jovens leiam mais e busquem maior interação com o universo dos livros, e, também, nas relações interpessoais, que gerenciam a construção do processo de ensino-aprendizagem.
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Considerações finais
É necessário realizar atividades integralizadas com os professores das escolas, pois estes são o maior elo motivador da leitura para crianças, após as influências familiares, na escola. Portanto, estimulando, criando e incentivando o hábito de leitura e consequentemente o uso de bibliotecas escolares pelos alunos. 
Pode-se mostrar a todos os integrantes das escolas, a importância da leitura na formação de um cidadão. 
A leitura melhora o aprendizado dos estudantes, estimula o bom funcionamento da memoria, aprimora a capacidade Interpretativa, mantem o raciocínio ativo, além de proporcionar ao leitor um conhecimento amplo e diversificado sobre diversos assuntos. Quem lê muito conversa sobre qualquer coisa, e consegue forma opiniões bem fundamentadas.
Através da leitura realizada com prazer, é possível desenvolver a imaginação, embrenhando no mundo da imaginação, desenvolvendo a escuta lenta enriquecendo o vocabulário, envolvendo linguagens diferenciadas, etc.
A leitura dinâmica descontraída é uma das melhores formas de adquirir informações. Durante a leitura descobrimos um mundo novo, cheio de coisas desconhecidas. O professor deve trabalhar no desenvolvimento da criança, ou seja, planejando situações que auxiliem na aprendizagem e estimulem de forma prazerosa a ser desenvolver para preparaçãoda vida. 
21
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