A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
19 pág.
brasil colonial

Pré-visualização | Página 4 de 8

5a Questão (Ref.: 201308484580)
	
	Em 1624, os holandeses tentaram tomar Salvador, mas foram expulsos. Em 1630, os holandeses retornaram e conseguiram tomar a capital de Pernambuco, na época, Olinda. Assinale, dentre as respostas abaixo, aquela que melhor explica invasão:
		
	
	Estava ligada às Guerras Religiosas na Europa uma vez que a Holanda, budista, estava em luta pela sua independência com a Espanha, católica.
	
	A invasão holandesa está relacionada às relações que Portugal mantinha com a Inglaterra, inimiga da Holanda.
	
	A invasão holandesa a Pernambuco estava inserida nas disputas entre países europeus geradas pela Guerra dos 30 Anos, na Europa.
	 
	A invasão holandesa está ligada à decisão de Felipe II, da Espanha, de proibir que Portugal e suas colônias negociassem açúcar com a Holanda.
	
	A invasão holandesa à Olinda está relacionada à amizade entre a Holanda e a Inglaterra que, por esse motivo, apóia a invasão holandesa com vistas nos lucros que o açúcar pernambucano traria a ambos os países.
		
	
	
	 6a Questão (Ref.: 201308330767)
	
	Durante o período colonial, quando da montagem e desenvolvimento da agroindústria açucareira no Brasil, os portugueses desenvolveram tal atividade em associação com comerciantes holandeses. Sobre o papel exercido pelos holandeses na atividade açucareira, pode-se afirmar que:
		
	
	Eles eram os responsáveis pela segurança da atividade açucareira na América Portuguesa, pois eram famosos os mercenários holandeses que atuavam nas colônias europeias ultramarinas.
	
	Os holandeses, associados aos colonos brasileiros, forneciam os gêneros alimentícios complementares que ofereciam uma alternativa de consumo necessária em um meio em que predominava a monocultura do açúcar.
	
	Eles eram os responsáveis pela captura de escravos africanos, portanto, forneciam a mão-de-obra necessária para que a agroindústria se desenvolvesse.
	 
	Os holandeses controlavam a lucrativa operação transporte, refino e distribuição comercial do açúcar brasileiro na Europa.
	
	Os holandeses, em associação com os colonos brasileiros, se ocupavam da pecuária no nordeste açucareiro, principal fonte de proteína animal para os habitantes do Brasil Colônia.
	
	 1a Questão (Ref.: 201308331026)
	
	Sobre o escravismo no Brasil, é correto afirmar:
		
	
	Os quilombolas viviam exclusivamente de saques nas propriedades rurais e praticavam a mineração clandestina.
	
	Apesar das péssimas condições em que viviam os cativos, não há registro de que passavam fome. Tiravam o alimento da própria roça.
	 
	Os índios foram escravizados em pequena escala e nenhum deles foi exportado para outro continente.
	 
	Os ganhadores urbanos eram cativos empregados nas mais diversas atividades, aos quais os proprietários facilitavam uma relativa liberdade de ação, em troca da entrega de uma renda fixa diária, semanal ou mensal.
	
	Com a chegada da família real, os escravos tiveram melhores condições de vida, vestiam roupas mais finas, calçavam botas ou sapatilhas.
		 Gabarito Comentado.
	
	
	 2a Questão (Ref.: 201308331011)
	
	Assinale a alternativa que identifica as características da lavoura de cana-de-açúcar, no período colonial.
		
	
	Minifúndio, monocultura, mão-de-obra livre, produção destinada ao mercado externo.
	
	Latifúndio, policultura, produção destinada unicamente ao mercado interno.
	
	Latifúndio, mão-de-obra escrava, produção destinada exclusivamente ao mercado interno.
	 
	Latifúndio, mão-de-obra escrava, produção destinada ao mercado externo.
	
	Latifúndio, mão-de-obra predominantemente livre, produção destinada ao mercado interno.
		
	
	
	 3a Questão (Ref.: 201308330424)
	
	Desde o século XVI, as Bandeiras marcaram o período colonial brasileiro. partiam da Capitania de São Vicente, mais especialmente de Porto Feliz, às margens do rio Tietê, rumo ao interior desconhecido pelos portugueses. Além da prospecção de metais preciosos, as Bandeiras tinham como objetivo central:
		
	
	a contenção do expansionismo espanhol na região platina.
	 
	a organização da exploração da pecuária nos pampas.
	 
	a preação de indígenas para o trabalho compulsório.
	
	o início da extração do látex na Amazônia
	
	o desenvolvimento da cultura da cana-de-açúcar pelas capitanias.
		
	
	
	 4a Questão (Ref.: 201308284483)
	
	O afluxo de escravos para o Brasil foi mais intenso nas cidades de:
		
	
	Rio de Janeiro e São Paulo
	
	São Paulo e Salvador
	 
	Rio de Janeiro e Salvador
	
	Recife e Fortaleza
	
	Recife e São Luis
		
	
	
	 5a Questão (Ref.: 201308465543)
	
	Luis Felipe Alencastro, ao estudar a economia colonial, de certa maneira desconstrói o conceito de Pacto Colonial, pois segundo ele:
		
	
	A circulação de mercadorias (escravos, cana-de-açúcar e posteriormente o ouro) concentrou a riqueza nas mãos da metrópole, não deixando nenhum excedente que fugisse ao controle de Portugal.
	 
	Havia excedente econômico na colônia, mas este fugia do controle metropolitano
	
	Nunca houve excedente de produtos produzidos nas colônias, exceto no período aurífero (século XVIII).
	
	A colônia era capaz de produzir excedente econômico, mas este era incorporado pelos portugueses.
	
	As riquezas encontradas nas colônias eram exclusivas da metrópole.
		
	
	
	 6a Questão (Ref.: 201308362354)
	
	"Nada mais temos a dizer da Ásia e Europa. Passemos então à África. Quase só podemos falar de suas costas, porque o interior nos é desconhecido. As costas da Barbária, onde está implantada a religião maometana, já não são povoadas quanto no tempo dos romanos, pelas razões que acima te expus. Quanto às da Guiné, devem ter sido terrivelmente dizimadas nestes duzentos anos em que seus régulos ou chefes de aldeia têm vendido seus súditos aos príncipes da Europa para que os transportem a suas colônias da América. O curioso é que essa mesma América, que todos os anos recebe novos habitantes, também está deserta ao retirar proveito algum da contínua sangria da África. Os escravos, deportados para um clima distinto do seu, morrem aos milhares. Os trabalhos nas minas, onde estão constantemente ocupados tanto os nativos da América quanto os estrangeiros, as exalações malignas que dali saem, o azougue que continuamente se utiliza, tudo isso os extermina de maneira implacável. Nada pode ser tão extravagante quanto impor a morte a um número incontável de homens a fim, de retirar ouro e prata das entranhas da terra: dos metais absolutamente inúteis e que, se constituem riqueza, é apenas porque foram escolhidos para representá-la."
(Montesquieu. Cartas Persas. São Paulo: Editora Paulicéia, 1991. p.193) Montesquieu, importante pensador iluminista, em sua obra "As Cartas Persas", publicada em 1721, faz uma contundente crítica das práticas escravistas nas colônias européias na América. Com base no documento, assinale a opção que melhor traduz o contexto histórico descrito pelo autor:
		
	
	iniciou-se a utilização da mão-de-obra indígena na América à medida que ocorre um decréscimo demográfico na África após um longo período de escravidão no continente;
	
	a colonização européia na América se encontrava em colapso à medida que se aprofundava a exploração de ouro e prata no continente latino-americano;
	
	houve uma crise do sistema colonial europeu, uma vez que o tráfico negreiro declinou no século XVIII em razão da acentuada queda demográfica no continente africano.
	
	o colapso do tráfico negreiro no Atlântico implicou em um avanço das redes mercantis negreiras no Mar Mediterrâneo, abastecidas por traficantes árabes que monopolizavam o comércio na região;
	 
	a escravidão negra foi um dos pilares da colonização européia

Crie agora seu perfil grátis para visualizar sem restrições.