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CINESIOTERAPIA
EXERCÍCIOS POSTURAIS
PROFª CLAUDIA VAZ PUPO DE MELLO
CINESIOTERAPIA
Noções do método de Klapp
(Criado por Rudolph Klapp – Pediatra Alemão)
* Técnica específica para o tratamento da escoliose
Esses exercícios possuem valor terapêutico porque:
Melhoram a postura
 Aumentam a flexibilidade
 Melhoram a tonicidade muscular
Melhora a sensação de bem estar
CINESIOTERAPIA
MÉTODO DE KLAPP
Baseia-se, essencialmente,no princípio de descarga de peso em pontos selecionados da coluna, de acordo com os achados da avaliação postural. 
A posição de “Gato” é a postura básica do método de Klapp, pois nesta posição a coluna vertebral permanece suspensa entre as duas cinturas ( escapular e pélvica) ficando mais fácil de exercitar. (Deliberato,2010). 
CINESIOTERAPIA
São seis posições básicas utilizadas no método de Klapp
• Posição Abaixada - A cintura escapular encontra-se “afundada” entre os dois antebraços posicionados na vertical; a região lombar é bloqueada corrigindo-se a hiperlordose e a coluna torácica de T1 a T4 pode ser mobilizada corrigindo-se o aumento da cifose.
• Posição semi-abaixada – A cintura escapular é colocada na horizontal passando pelos braços, a região lombar pode ser corrigida como na posição anterior e a coluna torácica é mobilizada efetivamente entre os níveis T5 e T7.
• Posição horizontal – As coxas e os MMSS estão na vertical, enquanto a coluna fica pendendo com uma rede; a possibilidade de máxima mobilização se situa entre os níveis de T8 e T10.
CINESIOTERAPIA
CINESIOTERAPIA
• Posição semi-ereta – O paciente permanece se apoiando sobre os joelhos, com os punhos fechados, enquanto a coluna é endireitada ou permanece em cifose; mobilização em lordose entre os níveis de L1 e L3.
• Posição Ereta - O paciente permanece apoiando-se nas extremidades dos dedos, enquanto a coluna é endireitada ou permanece em cifose; mobilização em lordose entre os níveis de L1 e L3.
• Posição inclinada – O paciente não encontra-se mais apoiando-se nas mãos. Os membros superiores são projetados um pouco para trás, esteja o dorso em cifose ou não. O máximo de mobilização se situa entre os níveis L4 e L5. 
CINESIOTERAPIA
CINESIOTERAPIA
MÉTODO McKENZIE
● Criado pelo Fisioterapeuta Neozelandês Robin Mckenzie entre as décadas de 50 e 60.
● A base do método segue a premissa de que toda dor é de origem “mecânica”, ou seja, causada por uma posição ou movimentos que produzem uma carga inadequada sobre as articulações. 
● Consiste em um programa de movimentos prescritos pelo fisioterapeuta que o paciente pode realizar sozinho, em sua casa ou no trabalho, sem o auxílio de equipamentos específicos. Pode ser complementado com técnicas de mobilização e manipulação realizadas pelo fisioterapeuta.
CINESIOTERAPIA
● Aborda o tratamento das dores da coluna relacionadas aos distúrbios do sistema articular da coluna vertebral. 
● A técnica utiliza os movimentos do próprio paciente no alívio da dor e na recuperação da função. Ensina o paciente a identificar os movimentos, posturas e atividades que aumentam e pioram a sua dor. 
●
O método McKenzie é uma técnica de avaliação e um método terapêutico baseado na avaliação da resposta sintomática na avaliação da dor ou redução da deformidade tecidual. 
O tratamento McKenzie consiste de dois componentes:
● o componente educacional, que dá ao paciente uma compreensão do seu problema e do papel do movimento na sua reabilitação;
● o componente de terapia mecânica ativa, que consta de exercícios individualizados prescritos pelo fisioterapeuta, com base na avaliação mecânica.
CINESIOTERAPIA
CINESIOTERAPIA
* É considerado eficiente porque:
 
● Os exercícios de extensão da coluna lombar impulsionam o disco intervertebral e principalmente o núcleo pulposo em direção anterior,diminuindo a compressão na região posterior da coluna Lombar.
● O Método Mackenzie é eficiente para diminuir principalmente a dor lombar, embora também seja aplicado em outras regiões da coluna. 
A
CINESIOTERAPIA
 O método McKenzie pode ser dividido em 3 etapas:
 ● Avaliação
● Tratamento 
● Prevenção.
A avaliação baseia-se no registro de uma relação consistente de causa-efeito, tanto a partir da história do comportamento da dor, quanto da resposta da dor ao teste de movimentos repetidos e posições mantidas. Aplicando uma progressão sistemática de forças mecânicas (causa), o fisioterapeuta utiliza a resposta da dor (efeito) para monitorizar as alterações no movimento e na função. 
CINESIOTERAPIA
Centralização da dor
A resposta sintomática mais comum e significativa é a Centralização, fenômeno em que a dor irradiada, originária da coluna, regride progressivamente em direção à linha média da coluna e é eliminada, em resposta à aplicação deliberada de estratégias de carga. 
 A centralização indica a chamada "direção de preferência", ou seja, aquela em que se deve aplicar o movimento terapêutico. Esse movimento pode ser flexão, extensão, inclinação lateral ou rotação, ou uma combinação destes.
CINESIOTERAPIA
Periferilização do dor
É o fenômeno inverso da centralização, quando a dor irradia em direção à periferia, em resposta a aplicação da carga. A direção que causa esse sintoma é contra-indicada como tratamento. Se a dor irradiar para a periferia com a aplicação da carga em qualquer direção,indica um prognóstico ruim para essa técnica.
CINESIOTERAPIA
O método McKenzie classifica as algias da coluna em 3 categorias:  
● Síndrome Postural : é a deformação mecânica de origem postural que promove dor de natureza intermitente. Os tecidos ao redor dos segmentos da coluna são submetidos a estresses por longos períodos, decorrentes da má postura estática e prolongada.
● Síndrome da Disfunção: os tecidos ao redor dos segmentos vertebrais envolvidos apresentam-se encurtados ou fibrosados. Ao realizar-se um movimento normal estas estruturas são submetidas a alongamentos além do seu limite, gerando um aumento da sua tensão, impedindo que a sua amplitude normal máxima possa ser alcançada. A tentativa de ultrapassar este limite causará um alongamento excessivo destas estruturas provocando dor. Em decorrência se verifica uma perda do movimento e da função, por exemplo, perda de função da coluna cervical observada ao se manobrar um carro. 
CINESIOTERAPIA
● Síndrome do Desarranjo: de todas as síndromes da coluna vertebral acima descritas, esta é potencialmente a mais limitante. O posicionamento normal das superfícies articulares de 2 vértebras adjacentes é desestruturado, devido a alteração da posição do núcleo pulposo do disco intervertebral. Este desarranjo envolvendo o material do núcleo do disco pode ser revertido por certos movimentos aplicados à coluna, podendo reduzir o volume da protusão e promover uma centralização dos sintomas. A síndrome do desarranjo pode surgir devido a uma progressão das síndromes anteriormente mencionadas, caso não tratadas adequadamente.
A partir dessa classificação, é definido o princípio de tratamento, ou seja, a direção da força a ser utilizada: flexão, extensão ou desvio lateral. Cada princípio de tratamento é aplicado seguindo uma progressão de forças geradas inicialmente pelo paciente e, se necessário, pelo terapeuta.
CINESIOTERAPIA
Os principais exercícios usados são:
• Manter-se durante 5 min. em DV com os MMSS ao longo do corpo (não utilizar travesseiro e nem rolo de posicionamento);
 • Manter-se 5 min. em DV com os ombros e cotovelos fletidos a 90º e as palmas da mão apoiadas no solo ( o tronco estará em ligeira extensão e o apoio será feito pelo antebraço do paciente);
• Posição inicial em DV com apoio das palmas das mãos e extensão progressiva dos cotovelos ( a pelve deve permanecer o tempo todo em contato com o solo). Fazer 10 movimentos, mantendo cerca de cada um por 2 segundos.
CINESIOTERAPIA
• Posição inicial em DD com os joelhos fletidos e planta dos pés apoiadas no solo. Trazer os joelhos junto ao tórax com auxílio dos MMSS. Fazer10 movimentos, mantendo cada um cerca de 2 seg.
• Posição sentada em uma banqueta, fazer a flexão progressiva do tronco sem permitir que a região glútea perca contato com o assento. Fazer 10 movimentos mantendo cada um cerca de 2 seg.
• Posição ortostática com os joelhos em extensão e mãos apoiadas na cristas ilíacas ( posição da alça da xícara). Realizar a extensão do tronco até o máximo possível e manter a amplitude final cerca de 2 seg.
CINESIOTERAPIA
Exemplos de alguns exercícios de auto-tratamento do método McKenzie:
1) Posição de repouso sobre compressa fria
CINESIOTERAPIA
2) Movimento de Esfinge
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4) Desvio lateral da pélvis
3) Extensão da coluna em pé
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CINESIOTERAPIA
 MÉTODO DE WILLIANS
● Desenvolvido por Paul Willians, ortopedista, no início da déc de 50.
 
● Consiste numa série de dez exercícios ativos progressivos que vão sendo realizados conforme evolução do tratamento.
● São indicados para as patologias que acometem a região lombar.
Objetivo dos exercícios:
 - Aliviar a dor pelo alongamento e fortalecimento muscular; 
 - Conscientização postural;
 Fortalecimento dos flexores do tronco;
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Indicações:
- Presença de prolapso do disco em regiões de lombar e torácica baixa
Lombalgias e dorsalgias
 Fraqueza de musculatura abdominal e glútea
 Encurtamento de flexores de quadril e paravertebrais
Contra-indicações:
Listese, espondilose e fraturas vertebrais
 Processos infecciosos ou tumores
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Observação: É importante associar o movimento respiratório, com a finalidade de aumentar a resistência através da utilização adequada da respiração, evitar a manobra de valsalva e fornecer oxigenação adequada à musculatura que está sendo solicitada. A flexibilidade da coluna vertebral às vezes é prejudicada pelo desenvolvimento de desvios indesejáveis – hiperlordoses, escolioses, cifoses, que podem causar dores lombares.
- Fortalecimento dos abdominais e glúteos;
 Alongamento dos músculos extensores da coluna lombar e flexores de quadril;
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 Os 10 exercícios
1-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
TÉCNICA:
Após a inspiração profunda o paciente contrai abdominais e glúteos, fazendo uma retroversão da pelve simultaneamente a expiração (movimento de báscula). Manter a contração por alguns segundos, relaxar e recomeçar.
OBJETIVO:
Fortalecimento isométrico de abdominais e glúteos, retificação ou correção de lordose lombar, alongamento de musculatura paravertebral lombar.
2-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
TÉCNICA:
Puxar uma perna tentando encostar o joelho no tórax, entrelaçando as mãos na região posterior da coxa e posteriormente repetir com a outra perna, realizando alternadamente o movimento. Inicialmente realizar dez movimento com cada MI.
OBJETIVO:
Alongamento de musculatura paravertebral lombar e retificação de lordose lombar. 
OBS. Pacientes que possuem boa flexibilidade poderão posicionar uma mão na região posterior distal da coxa e a outra no pé auxiliando na dorsiflexão do tornozelo tornando o alongamento mais efetivo.
 
CINESIOTERAPIA
3-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
TÉCNICA:
Puxar uma perna tentando encostar o joelho no tórax, entrelaçando as mãos na região posterior da coxa e posteriormente repetir com a outra perna, realizando alternadamente o movimento. Inicialmente realizar dez movimento com cada MI, porém puxando os dois joelhos ao mesmo tempo com as mãos em direção ao tórax.
OBJETIVO:
Alongamento da musculatura paravertebral lombar.
CINESIOTERAPIA
4- POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
TÉCNICA:
Flexionar o quadril até 90° e estender o joelho, fazendo a dorsiflexão do tornozelo, retornar a posição inicial e repetir com o outro MI.
OBJETIVO:
Alongamento de isquiostibiais.
5-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
TÉCNICA: 
Puxar uma perna tentando encostar o joelho no tórax, entrelaçando as mãos na região posterior da coxa e posteriormente repetir com a outra perna, realizando alternadamente o movimento. Inicialmente realizar dez movimento com cada MI, puxando os dois joelhos ao mesmo tempo sem o auxilio das mãos em direção ao tórax.
OBJETIVO:
Fortalecimento da musculatura abdominal (porção infraumbilical) e alongamento da musculatura paravertebral lombar.
OBS.: O exercício abdominal traciona o psoas aumentando a sobrecarga sobre a região lombar, ao flexionar os joelhos anulamos sua ação tornando mais confortável e menos perigoso o exercício.
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6-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
TÉCNICA: 
Puxar uma perna tentando encostar o joelho no tórax, entrelaçando as mãos na região posterior da coxa e posteriormente repetir com a outra perna, realizando alternadamente o movimento. Inicialmente realizar dez movimento com cada MI, puxando os dois joelhos ao mesmo tempo sem o auxilio das mãos em direção ao tórax e realizando a lateralização.
OBJETIVO:
Flexão lateral do quadril, alongamento da musculatura paravertebral e fortalecimento da musculatura abdominal porção lateral (oblíquos interno e externo). 
7-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
 TÉCNICA:
Peça inicialmente para erguer sua cabeça do solo, provocando uma contração estabilizadora dos músculos abdominais. Depois o paciente progride, elevando os ombros até que as escápulas e o tórax deixem o solo, mantendo os braços horizontalmente.
OBSERVAÇÃO: O paciente não deve sentar completamente, já que a partir do momento que o tórax deixa o solo o restante do movimento é realizado pelos músculos flexores do quadril. Progredir a dificuldade do exercício posicionando os braços cruzados no tórax e depois cruzando as mãos na nuca. O paciente deverá ser orientado para não arquear a coluna inferior quando realizando o movimento. Se o paciente é incapaz de realizar o abdominal como descrito anteriormente, comece com abdominais descendentes. O paciente senta-se no chão com os joelhos fletidos e pés apoiados ou com os joelhos estendidos. 
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O paciente abaixa o tronco lentamente até o ponto onde consegue manter sua coluna inferior aplanada, então retorna a posição inicial. Uma vez realizado o abdominal descendente em toda a amplitude de movimento pode ser iniciado o abdominal ascendente.
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8-POSIÇÃO DO PACIENTE:
 Decúbito dorsal, quadris e joelhos fletidos, pés apoiados na cama, membros superiores repousando ao longo do corpo.
TÉCNICA:
Faz o abdominal diagonal, levando uma mão na direção do lado de fora do joelho oposto à medida que faz o abdominal e depois alterna: mão direita – joelho esquerdo; mão esquerda – joelho direito.
OBJETIVO:
Reforço da musculatura abdominal porção oblíqua. 
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9-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Em pé encostado na parede, com os calcanhares encostados na parede,
pés unidos. 
TÉCNICA:
Flexão de quadril e joelho com abdução e rotação externa do quadril.
 
OBJETIVO:
Retornar a posição inicial e conscientização postural.
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10-POSIÇÃO DO PACIENTE:
Em pé encostado na parede, com os calcanhares encostados na parede,
pés unidos porém com pés afastados cerca de 5 a 8 cm.
TÉCNICA:
Flexionar os joelhos, até encostara coluna na parede (retificação de lordose), ao mesmo tempo o paciente faz uma força no sentido de empurrar a parede.
 
OBJETIVO: 
Retornar a posição inicial e conscientização postural. 
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