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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP 
 
 
 
 
 
 
 
 
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Curso: Fisioterapia Disciplina: Cinesioterapia 
Nome do aluno: Kátia Cilene Santos Vasconcellos 
R.A. 2223703 
Polo: Brasília/DF – Asa Sul 
Data: 26/08/2023 e 02/09/2023. 
 
 
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Sumário 
 
 
1. Introdução 
2. Aula 1 Roteiro 1 
2.1 Aula 2 Roteiro 1 
2.3 Aula 3 Roteiro 1 
2.4 Aula 4 Roteiro 1 
3. Resultado e discursão 
4. Referência
1 – INTRODUÇÃO 
Este relatório tem por objetivo relatar as aulas presenciais da disciplina de 
Cinesioterapia dos dias 26 de agosto e 02 de setembro de 2023, com a prof. Gracielle 
Vieira Ramos. 
Cinesioterapia é um conjunto de exercícios terapêuticos que podem ser 
realizados, sob orientação do fisioterapeuta, para fortalecer e alongar os músculos, 
ajudando a prevenir alterações motoras, promover o equilíbrio, aliviar as dores e 
melhorar a respiração. É baseado em conhecimentos de anatomia, fisiologia e 
biomecânica. 
A principal finalidade da cinesioterapia é manter ou aumentar o movimento livre 
para a sua função, e seus efeitos irão se basear na capacidade da melhora de 
restauração e cuidado da força muscular, assim como dom condicionamento 
cardiorrespiratório, da mobilidade articular e versatilidade muscular, do relaxamento e 
da coordenação motora. 
A disciplina foi dividida em 4 aulas. As aulas tiveram uma breve explicação 
sobre os assuntos abordados, suas condutas e manipulações e os resultados 
esperados em cada técnica. Em todas as aulas, a professora demonstrava a técnica 
e após, em duplas ou grupos, realizávamos com sua orientação e observação. 
. 
 
 
 
 
 
 
Aula 1 
Roteiro 1 
MOBILIZAÇÕES ARTICULARES DOS MEMBROS SUPERIORES E 
INFERIORES 
 Técnicas de terapia manual usadas para modular a dor e tratar as disfunções 
articulares que limitam a ADM, abordando especificamente alterações na mecânica 
articular. (KISNER & COLBY, 2009). 
As mobilizações articulares podem ser classificadas em: ativos, ativo-assistidos 
(que podem ser livres ou resistidos) e passivos. 
Os movimentos ativos: o paciente realiza o movimento sem auxílio externo, 
podendo ou não utilizar dispositivos para aumentar a resistência ao movimento 
(KISNER; COLBY, 2016; DUFOUR et al., 1989). 
Os movimentos ativo-assistidos: diferem-se do movimento ativo apenas 
pelo fato de que os músculos que iniciaram o movimento necessitam de auxílio 
externo para finalizá-lo (KISNER; COLBY, 2016). 
Os movimentos passivos: são realizados dentro da amplitude de movimento 
livre com um auxílio externo, empregados pelo fisioterapeuta de maneira manual ou 
mecânica, como mobilizações tissulares e/ou articulares, trações e posicionamento 
articular e segmentar (KISNER; COLBY, 2016; DUFOUR et al., 1989). 
 
As mobilizações incluem técnicas Artrocinemáticas e osteocinemáticas. 
Artrocinemáticas é quando uma articulação se move, três tipos de movimento 
podem ocorrer entre as duas superfícies ósseas: o giro, o rolamento e o deslizamento. 
 Osteocinemáticas é o movimento mais conhecido, pois é resultado das 
contrações musculares ativas, concêntricas e excêntricas, que movem um osso ou 
articulação. (KISNER, Carolyn & COLBY, Lynn Allen. 2005). 
Segundo Maitland (1991), há cinco graus para dosagem do movimento, que se 
classificou da seguinte maneira: 
Grau I - São realizadas oscilações rítmicas de pequena amplitude no início da 
amplitude articular. 
 Grau II - São realizadas oscilações de grande amplitude dentro da amplitude 
existente, não atingindo o limite. 
 Grau III - São realizadas oscilações rítmicas de grande amplitude até o limite 
da mobilidade existente. 
 Grau IV - São realizadas oscilações rítmicas de pequena amplitude no limite 
da mobilidade existente e forçadas na resistência tecidual. 
 Grau V - é classificado como manipulação, ou seja, movimentação passiva, 
dentro de um pequeno arco de movimento, com certa velocidade, de maneira que o 
paciente não consiga preveni-la. (KISNER, Carolyn & COLBY, Lynn Allen. 2005). 
 
TÉCNICAS DE MOBILIZAÇÃO 
1 - Técnicas de mobilização articular passivas, baseadas na osteocinemáticas 
dos membros superiores 
Para a movimentação dessa articulação deve se dar destaque aos músculos 
que compõe essa região pois eles que serão responsáveis pelos movimentos. Os 
movimentos que são possíveis de serem realizados pela articulação do ombro são: 
extensão (que é a elevação do braço para frente), extensão (ao levar braço para trás), 
abdução (elevar braço na lateral), adução (levar o braço para o lado do corpo), rotação 
interna e a rotação externa. Para a realização desses movimentos há grupos 
musculares específicos que são responsáveis por cada um deles. O momento de 
abdução de ombro pode ser realizado com 180 graus de amplitude de movimento o 
movimento de abdução pode ser feito com 30 a 45 graus de amplitude a partir de seu 
ponto neutro. O movimento de flexão de ombro pode ter uma amplitude também de 
180 graus e de extensão encontramos 30 graus de movimentos. O movimento de 
rotação interna é limitado pelo corpo e pode chegar a 30 graus movimento e rotação 
externa pode chegar a 90 graus de amplitude de movimento. 
(https://saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos). 
Prostração: movimentação da escápula (omoplata) para a frente, para longe 
da caixa torácica e coluna. 
Retração: este movimento puxa a escápula (omoplata) para trás em direção 
à caixa torácica. 
Elevação: movimento que permite que a cintura escapular se movimente 
superiormente como quanto encolhe os ombros. 
Depressão: o oposto da elevação. A cintura escapular e todo o ombro move-
se inferiormente. 
Rotação inferior: rotação da escápula (omoplata) inferior em direção à caixa 
torácica como quando você move o braço para trás das costas. (R.M.H McMinn - 
2009). 
2 - Técnicas de mobilização articular passiva, baseada na osteocinemáticas 
dos membros inferiores 
A flexão da articulação coxofemoral aproxima a coxa do tronco. 
A extensão da articulação do coxofemoral afasta a coxa do tronco. A abdução e 
a adução da articulação coxofemoral ocorre no plano coronal e têm uma amplitude 
de movimento de cerca de 45º. Com o quadril fletido, o grau de abdução é muito 
maior do que quando o quadril está estendido. A abdução da articulação 
coxofemoral é limitada pela tensão dos músculos adutores e pelos ligamentos 
pubofemorais. A rotação interna e externa da articulação do quadril ocorrem no 
plano horizontal, em torno do eixo mecânico do fêmur (e não em torno do eixo longo 
do corpo do fêmur). (Palastanga, N., & Soames, R. 2012). 
A articulação do joelho sendo uma articulação em dobradiça, os principais 
movimentos são a flexão e extensão no plano sagital. O grau de flexão do joelho 
depende da posição da articulação do quadril e se o movimento é passivo ou ativo. 
Quando o quadril está flexionado, o grau máximo de flexão do joelho é 140°, 
https://saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/coluna-vertebral-espinha
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-braco-e-do-ombro
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/termos-direcionais-e-planos-corporais
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/articulacao-do-quadril
enquanto o quadril estendido permite uma flexão de apenas 120°. (Palastanga, N., 
& Soames, R. 2012). 
A articulação do tornozelo é uma articulação do tipo gínglimo (em dobradiça), 
só permite a flexão plantar (flexão) e dorsiflexão (extensão), que ocorrem ao longo 
do eixo transversal (medial-lateral) que passa através do tálus pelo plano sagital. A 
amplitude de movimento da articulação do tornozelo é de cerca de 30-50° na flexão 
plantar e cerca de 20° na dorsiflexão. (Palastanga, N., & Soames, R. 2012). 
Inversão é a rotação do pé na direção medial. É a eversão é a rotaçãodo pé na 
direção lateral. Ocorrem em grande parte na articulação subtalar. 
(https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior). 
A articulação metatarsofalângicas (articulação MTP) é a articulação entre os 
ossos metatarsais, os ossos que compõem o pé e as falanges proximais, os ossos 
dos dedos dos pés. Essa é a articulação que se move quando você dobra os dedos 
dos pés. Os dois movimentos mais comuns são flexão e extensão. A flexão está 
dobrando ou curvando os dedos para baixo e a extensão dobrando os dedos para 
cima. Abdução e adução são movimentos menos comuns e normalmente só podem 
ser feitos agarrando os dedos dos pés e movendo-os com as mãos. A abdução afasta 
o dedo da linha mediana do corpo, e a adução move os dedos dos pés em direção à 
linha mediana do corpo. (https://spiegato.com/pt/o-que-e-a-articulacao-metatarso-
falangeana). 
3 - Técnicas de mobilização articular ativoassistidas baseadas na 
osteocinemáticas dos membros superiores 
Mobilização escapular: paciente deve estar posicionado em decúbito lateral de 
frente para o fisioterapeuta. O braço do paciente deve estar relaxado e apoiado no 
braço inferior do terapeuta. A mão proximal do terapeuta deve estar posicionada no 
acrômio para controlar a direção do movimento e os dedos da mão caudal devem 
estar posicionados sob o bordo medial da escápula. O fisioterapeuta deve realizar os 
movimentos escapulares de elevação, depressão, protração, retração, rotação 
escapular. (Prentice, 2012). 
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior
4 - Técnicas de mobilização articular ativoassistidas baseada na 
osteocinemáticas dos membros inferiores 
Deslizamento anterior da articulação tibiofemoral: indicado para aumentar a 
extensão do joelho. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, a 
coxa apoiada sobre a maca e a perna descansando sobre o ombro do fisioterapeuta, 
que segura a porção proximal da perna do paciente e desliza a tíbia anteriormente. 
(Dutton, 2010). 
5 - Técnicas de mobilização articular ativas para membros superiores 
Durante a aula fizemos alguns exercícios ativos de rotação e abdução com 
bastão para o ombro, deitados em colchonetes fizemos a ativação escapular em Y, T, 
W e I. (Dutton, 2010). 
6 - Técnicas de mobilização articular ativas para membros inferiores 
Com as mãos apoiadas na parede realizamos exercícios de dorsiflexão do 
tornozelo em CCF (cadeia cinética fechada), logo em seguida na mesma posição 
realizamos abdução de quadril. (Dutton, 2010). 
7 - Técnicas de mobilização para estimular o retorno venoso 
Paciente em decúbito dorsal eleva uma das pernas, esticando com um elástico, 
movimenta o pé levando a ponta dos dedos para cima (dorsiflexão) e retornando em 
sua direção (flexão plantar), ainda em decúbito dorsal pernas elevadas faça círculos 
para dentro e para fora (circundução de tornozelo). (Lippert - 2013). 
8 - Movimentos ativos para aquecimento 
É importante fazer um aquecimento completo do corpo de modo que o sangue 
possa fluir para os músculos antes do treino; uma vez que isso ajuda a reduzir o risco 
de lesões por overtraining e resolve os desequilíbrios musculares subjacentes, 
melhorando ao mesmo tempo a qualidade dos movimentos. (fitpeople.com/exercícios-
para-aquecer/). Realizamos alguns exercícios com o auxílio da professora como: 
agachamento, alongamento dinâmico (fizemos círculos com os braços para frente e 
para trás, tocar os dedos dos pés e depois pular para o alto. (Dutton, 2010). 
9 - Técnicas de automobilização articular 
Um dos exercícios de automobilização utilizado foi os pendulares (Codman – 
1869 a 1940) para o ombro. A técnica utiliza os efeitos da gravidade para afastar o 
úmero da cavidade glenoide. Os exercícios podem ser realizados com o individuo em 
pé em flexão de quadril de 90 graus ou em decúbito ventral numa maca com o membro 
superior pendente para fora, sendo realizados no sentido horário, anti-horário, 
laterolateral e anteroposterior. A musculatura escapular deve estar totalmente 
relaxada, com o paciente buscando progressivamente, alcançar maiores amplitudes. 
(Kisner; Colby, 2016). 
10 -Técnicas de mobilização intra-articular baseada na Artrocinemática para os 
membros superiores 
Tração articular do ombro: paciente deve estar em decúbito dorsal, com o braço 
em posição de repouso e com o antebraço apoiado entre o tronco e o cotovelo do 
terapeuta. A mão proximal deve estar posicionada na axila do paciente e a mão caudal 
no úmero (região lateral). Com a mão na axila, o fisioterapeuta deve mover a 
articulação no sentido da tração (distração) do ombro. (Dutton, 2010). 
Deslizamento umeral posterior: paciente deve estar em decúbito dorsal, com o 
braço em posição de repouso e com o antebraço apoiado entre o tronco e o cotovelo 
do terapeuta. A mão proximal na região anterior do ombro do paciente e a mão caudal 
no úmero (região distal). Com esse posicionamento você deve deslizar a cabeça do 
úmero posteriormente. (Dutton, 2010). 
Tração do cotovelo: paciente deve estar em decúbito dorsal, com o cotovelo a 
70 graus de flexão e antebraço em 10 graus de supinação. A mão medial do terapeuta 
estabiliza a região proximal do antebraço (próximo à ulna), e a mão lateral reforça o 
posicionamento. (Prentice, 2012). 
Deslizamento ulnar e radial do punho: a mão do paciente repousa sobre a 
mesa, com o punho apoiado em uma toalha. Com uma das mãos, o fisioterapeuta 
estabiliza o antebraço distalmente ao paciente e, com a outra segura a mão, utilizando 
os processos estiloides e o pisiforme como pontos de referência. A fileira proximal dos 
ossos do carpo é, então, movimentada no sentido dorsal e palmar. (Dutton, 2010). 
Tração das articulações metacarpofalângeas e interfalângeas: com uma pinça 
formada pelos dedos indicador e polegar de uma das mãos, o fisioterapeuta palpa e 
estabiliza a falange/metacarpal. Com a outra mão na mesma posição, ele palpa a 
falange adjacente. O fisioterapeuta estabiliza o osso proximal e depois aplica uma 
distração de eixo longo. (Dutton, 2010). 
Deslizamentos das articulações metacarpofalângeas e inerfalangeanas: 
paciente sentado com a mão para fora da mesa. Segure a mão do paciente com a sua 
proximal e, com ela mova o segmento no sentido de flexão ou extensão dentro da 
amplitude disponível. O mesmo posicionamento poderá ser usado para mobilizar as 
articulações metacarpofalangeanas. (Dutton, 2010). 
11 - Técnicas de mobilização intra-articular baseadas na Artrocinemáticas para 
os membros inferiores 
Tração articular no quadril: é indicada para dor e hipomobilidade na articulação 
do quadril. O paciente é posicionado em supino e seu quadril é mantido em posição 
de repouso. A coxa é segurada pelo fisioterapeuta o mais proximal possível, e uma 
força de distração é aplicada na linha do colo do fêmur. Um cinto também pode ser 
utilizado para realizar essa técnica. A tração é empregada para proporcionar analgesia 
na articulação e para alongar a aderência capsular, acentuada na porção inferior da 
cápsula articular. (Dutton, 2010). 
Deslizamento posterior do quadril: indicado para aumentar a flexão e a rotação 
medial do quadril. O paciente fica em decúbito dorsal com o quadril e o joelho em 
flexão, e o fisioterapeuta aplica seu peso corporal sobre a perna. (Houglum, 2015). 
Deslizamento anterior do quadril: indicado para aumentar a extensão do quadril 
e a rotação lateral. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, e o 
fisioterapeuta o estabiliza na porção distal da coxa e o mobiliza com força descendente 
com o cotovelo estendido. (Voight; Hoogenboom e Prentice, 2014). 
Tração do joelho: indicado para restrição geral ou relaxamento geral da 
articulação tibiofemoral, e para a redução da dor. O paciente fica em decúbito dorsal 
ou na posição sentada, e o fisioterapeuta estabiliza o fêmur e mobiliza a articulação 
do tornozelo, tracionandodistalmente a tíbia. (Dutton, 2010). 
Deslizamento lateral, medial, inferior e superior da patela (mobilização da 
patela): indicado para restrição de movimento medial, lateral, superior e inferior da 
patela. O paciente fica em decúbito dorsal com uma toalha enrolada sob o joelho, e o 
fisioterapeuta coloca os polegares na patela, movendo-a lateralmente, medialmente, 
distalmente e na direção cefálica. (Houglum, 2015). 
Deslizamento anterior da articulação tibiofemoral: indicado para aumentar a 
extensão do joelho. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, a 
coxa apoiada sobre a maca e a perna descansando sobre o ombro do fisioterapeuta, 
que segura a porção proximal da perna do paciente e desliza a tíbia anteriormente. 
(Houglum, 2015). 
Deslizamento anterior da articulação tibiofemoral: indicado para aumentar a 
extensão do joelho. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, a 
coxa apoiada sobre a maca e a perna descansando sobre o ombro do fisioterapeuta, 
que segura a porção proximal da perna do paciente e desliza a tíbia anteriormente. 
(Dutton, 2010). 
Tração (distração) talocrural: utilizada para aumentar a mobilidade articular e 
para aliviar a dor. O paciente fica em decúbito dorsal com quadril e joelhos estendidos, 
e o fisioterapeuta segura o dorso do pé, entrelaça os dedos das duas mãos no dorso 
do pé e coloca os polegares sobre a planta. Assim, ele inclina-se para trás, aplicando 
a força de tração. (Dutton, 2010). 
Deslizamento posterior do tornozelo: paciente fica em decúbito dorsal com o 
joelho fletido e o pé apoiado na maca, assim, o fisioterapeuta coloca a mão proximal 
na região distal da perna e a mão distal na articulação talocrural, apoiando a borda 
ulnar, realizando um deslizamento posterior com mão distal. O fisioterapeuta deve 
empurrar o tálus e o pé juntos em direção posterior sobre a tíbia e a fíbula. (Dutton, 
2010). 
Deslizamento anterior do tornozelo: paciente fica em decúbito ventral com a 
perna na borda da maca, e o fisioterapeuta coloca a mão proximal sobre ambos os 
maléolos medial e a mão distal na articulação talocrural, realizando um deslizamento 
anterior através da mão distal. (Dutton, 2010). 
Deslizamento medial subtalar: o paciente fica em decúbito lateral sobre a perna 
contrária ao lado da lesão, tornozelo além da borda da maca com um rolo de toalha 
colocado sob a porção distal da perna, e o fisioterapeuta estabiliza essa porção 
enquanto realiza um deslizamento medial descendente. Essa mobilização é indicada 
para aumentar a eversão. (Houglum, 2015). 
 
Deslizamento posterior subtalar: indicado para restrição da dorsiflexão. O 
paciente fica em decúbito dorsal com o joelho estendido, e o tornozelo deve 
ultrapassar a borda da maca, a mão de estabilização do fisioterapeuta deve se 
posicionar na porção distal da perna e a mão de mobilização em torno da porção 
proximal do pé com o polegar, para que o tálus seja deslizado posteriormente. 
(Houglum, 2015). 
Deslizamento lateral subtalar: o paciente fica em decúbito lateral com o pé além 
da borda da maca e com uma toalha sob a porção distal da perna. O fisioterapeuta 
estabiliza a perna na porção distal e mobiliza para lateral. Essa mobilização é indicada 
para aumentar a inversão subtalar. (Houglum, 2015). 
Tração metatarsofalangeanas e inerfalangeanas: o paciente fica em decúbito 
dorsal sobre a maca, e o fisioterapeuta segura a falange com o polegar e com os 
outros dedos, enquanto o metatarso é estabilizado, assim, aplicada a força de 
distração na falange. É indicada para melhorar a mobilidade articular e o relaxamento 
geral. (Houglum, 2015). 
Deslizamento anterior e posterior metatarsofalangeanas e interfalângeas: 
indicado para aumentar a extensão e a flexão dessas articulações. O paciente fica 
com o pé além da borda da maca, e o fisioterapeuta o estabiliza com uma mão, 
enquanto a mão de mobilização segura a falange proximal. Em seguida, é aplicado 
um deslizamento anteroposterior e posteroanterior das articulações inerfalangeanas. 
(Houglum, 2015). 
 
 
Aula 2 
Roteiro 1 
Alongamento muscular dos membros superiores e inferiores 
O alongamento muscular é um exercício natural destinado a relaxar os 
músculos antes e depois de uma atividade física mais intensa. Quanto mais alongado 
um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por ele, e, 
portanto, maior a sua flexibilidade. (Valéria Gil de Souza. 1ª Edição – 2011). 
Os tipos de alongamentos podem ser classificados em: passivos ou ativos, 
estáticas ou dinâmicas. 
Alongamento Passivo é feito com a ajuda de forças externas, que podem ser 
uma outra pessoa ou aparelhos (faixas elásticas, bastões, bolas). 
Alongamento Ativo é o mais comum, onde a pessoa realiza sozinha o 
alongamento, através de movimentos voluntários. 
Alongamento Estático fazem referência aos exercícios de alongamento que são 
realizados sem movimento. Estático significa estacionado, parado, e os movimentos 
são feitos para isolar um grupo muscular de cada vez, mantendo-os em uma posição 
por um período específico. Geralmente a posição é mantida sem movimento por um 
período que pode variar entre 15 e 30 segundos. 
(mundoboaforma.com.br/alongamento-dinâmico). 
1- Exercícios de alongamento estáticos passivos dos membros superiores 
Tensiona-se o ombro para a lateral e para baixo (inferior) e apoia-se o 
antebraço para estabilizar a escápula. Estabiliza-se a escápula e tensiona-se 
sutilmente o braço para baixo. Pode ser feito preliminarmente para desenvolver a 
flexibilidade ou após exercícios com sobrecarga em flexão de ombro (elevação do 
braço acima da cabeça). Uma opção para relaxamento se faz com movimentos sutis 
de balanceio (de 20 a 30 movimentos). Estabiliza-se a escápula e tensiona-se 
sutilmente o braço para baixo. Com flexão de ombro, faz-se movimentos de balanceio 
(de 20 a 30 movimentos). Pressiona-se a região do tríceps com a mão direita e 
tensiona-se sutilmente o braço para cima e para baixo (no sentido de deprimir a 
escápula). (Levangie e Norkin, 2005). 
2 - Exercício de alongamento estáticos passivos dos membros inferiores 
Foi feito tensão do quadril (deslizamento inferior) de forma suave com a mão 
direita em direção ao profissional e mobilização, deslizamento anterior (em direção ao 
solo) do fêmur com a mão esquerda e em seguida faz-se alongamento em extensão 
do quadril. Com o antebraço no quadril, tensiona para baixo, mantendo a tensão e 
elevando a coxa. Após deslizamento na direção anterior, alonga-se o ílio psoas e o 
quadríceps. Aumentar a flexibilidade em flexão e rotação medial do quadril. Afasta-se 
ligeiramente o membro inferior. Estabiliza-se o joelho e mobiliza-se com deslizamento 
do fêmur posterior. tríceps Sural o profissional apoia o dorso do pé em seu ombro e 
faz uma ligeira tração, puxando a perna em sua direção. Em seguida, realiza-se o 
amassamento, pressionando a lateral da fíbula e da tíbia e “movimentando” essa 
região em sentido ao centro (B). Para aumentar a flexão dorsal do tornozelo, desliza-
se o tálus na tíbia; segura-se firmemente na tíbia com a mão não dominante e evita-
se que a perna se eleve. Com a mão dominante, mobiliza-se o tálus para causar 
deslizamento no sentido posterior sobre a tíbia. Traciona-se suavemente a articulação 
talocrural e, em seguida, faz-se alongamento em flexão dorsal e flexão plantar do 
tornozelo de forma passivo-dinâmica. Estabiliza-se a perna (tíbia e fíbula) do cliente e 
exerce-se tensão, inclinando o tronco ligeiramente para trás sem tranco, tensionando 
o tálus e calcâneo em ângulo reto. (Kang et al, 2015). 
3 - Técnicas de inibição neuromuscular ou facilitação proprioceptiva (FNP) para 
membros superiores 
 O paciente pode estar em qualquer posição: supino, decúbito lateral, prono e 
sentado. O padrão de flexão do tronco superior (Chopping) utiliza a extensão bilateral 
assimétrica de MMSS com flexão de pescoçopara realizar a flexão de tronco. É muito 
utilizado para facilitar movimentos funcionais como rolar para a frente ou passar para 
a posição sentada. Por exemplo, para realizar a flexão para a esquerda, o membro 
superior esquerdo (guia) fica em extensão-abdução-rotação interna e o membro 
superior direito em extensão-adução-rotação interna, o pescoço faz a flexão para a 
esquerda. O membro superior move-se na direção inferior e cruzada e a cabeça e o 
pescoço fazem flexão para a esquerda. (https://praticandofisio.com/facilitacao-
neuromuscular-proprioceptiva-kabat/). 
4 - Técnicas de inibição neuromuscular ou facilitação neuromuscular 
proprioceptiva (FNP) para membros inferiores 
Deita-te de costas num banco, na cama, ou no chão. O ajudante deve 
levantar uma das tuas pernas esticadas e pousá-la no ombro. Assegura-te de que 
a articulação do joelho se mantém bloqueada – só a anca deve dobrar. O ajudante 
deve puxar lentamente a perna até sentires os isquiotibiais esticar. Aguenta por 10 
a 15 segundos, para permitir que os músculos relaxem nesta posição. Depois, 
usando cerca de metade da tua força máxima, contrai os isquiotibiais, fazendo força 
com a perna contra o ombro do ajudante. O joelho não deve dobrar: o ajudante deve 
manter a perna em posição estática enquanto a pressionas para baixo durante 7 
segundos. No fim da contração de 7 segundos, relaxa a perna e deixa que o 
ajudante aumente cuidadosamente o alongamento mais alguns centímetros. 
Aguenta nesta nova posição por 10 a 15. 
(https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos). 
5 - Alongamentos dinâmico para membros superiores 
Para os membros superiores, um alongamento funcional é realizado com os 
joelhos semiflexionados e com os ombros relaxados, com os braços ao lado do corpo, 
girando o ombro por cerca de 30 segundos. Existe um outro alongamento muito 
utilizado que consiste em passar os braços por cima da cabeça, uma das mãos 
segurando o cotovelo e a outra mão tocando as costas. 
(https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). 
6 - Alongamentos dinâmico para membros inferiores 
Fique de pé e estique uma das pernas para a frente, mantendo apenas o 
calcanhar no chão. Tente tocar a ponta do pé com as mãos. Mantenha a posição 
durante 1 minuto e repita o alongamento na outra perna. 
(https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). 
7 - Alongamentos estáticos ativos para os membros superiores 
https://praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/
https://praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/
https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos
https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico
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Tronco: Sente-se com as pernas completamente estendidas para frente e 
pressione, levemente, os ossos do quadril em direção ao solo; contraia o abdômen, 
como se buscasse colar o umbigo nas costas; flexione o tronco para frente, mantendo 
as costas retas. O objetivo é aproximar ao máximo o peito das coxas. Expire enquanto 
realiza esse movimento. Mantenha a postura entre 30 e 45 segundos. 
(https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). 
8 - Alongamentos estáticos ativos para membros inferiores 
Panturrilha: em pé, afaste as pernas na largura dos ombros. Dê um passo à 
frente com o pé direito. Mantenha o calcanhar do pé esquerdo no chão e dobre o 
joelho direito; mantenha a posição por 30 segundos e repita o movimento invertendo 
as pernas 3 vezes. (https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico
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Aula 3 
Roteiro 1 
Fortalecimento muscular dos membros superiores e inferiores 
Para que possamos antecipar, responder e controlar as forças aplicadas ao 
corpo e desempenhar as demandas físicas diárias de modo seguro e eficiente, os 
músculos do corpo precisam ser capazes de produzir, sustentar e regular a tensão 
muscular de modo a suprir tais demandas. (KISNER & COLBY, 2009). 
Força muscular é a maior força mensurável que pode ser exercida por um 
músculo ou grupo muscular para vencer a resistência durante um esforço máximo 
único. (KISNER & COLBY, 2009). 
 Potência muscular é a rapidez com que um músculo se contrai e produz uma 
força resultante e a relação entre força e velocidade. (KISNER & COLBY, 2009). 
Resistência muscular à fadiga (resistência local) é a habilidade de um 
músculo contrair-se repetidamente com uma carga (resistência), gerar e sustentar 
tensão e resistir à fadiga durante um período extenso. (KISNER & COLBY, 2009). 
As contrações musculares podem ser dívidas em: 
Contração isométrica nesta contração o músculo gera força sem alterar o 
comprimento muscular, mas com uma tensão maior do que o tônus muscular. 
Contração concêntrico é o tipo de contração muscular no qual 
os músculos encurtam durante a geração de força. 
Contração excêntrica - ocorre quando o músculo alonga enquanto está sob 
tensão devido a uma força externa maior que a força gerada pelo músculo. Em vez 
de mover a junta na direção da contração, o músculo age desacelerando o movimento 
de forma controlada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular). 
A CCA acontece quando a parte distal ou terminal do segmento está livre 
para mover-se no espaço. Já a CCF ocorre quando a parte distal ou terminal do 
https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%B4nus_muscular
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular
segmento não está livre para mover-se no espaço, ou seja, o segmento está fixo em 
uma superfície de apoio (KISNER; COLBY, 2016; VOIGHT; HOOGENBOOM; 
PRENTICE, 2014; BRODY; HALL, 2012; DUTTON, 2010). 
 Os objetivos dos exercícios em cadeia cinética fechada e aberta estão 
centrados no fortalecimento muscular, na modulação da dor, na otimização do sistema 
sensório-motor (equilíbrio, coordenação), na melhora da mobilidade e na melhora do 
desempenho funcional (CABRAL et al., 2008; FERREIRA et al., 2017). 
Intensidade: a intensidade do exercício se refere à quantidade de resistência 
(por exemplo, peso) imposta ao músculo-alvo durante cada repetição do exercício 
proposto. (KISNER; COLBY, 2016). 
 
1 - Demonstração da realização de um teste de repetições máximas 
É a quantidade de peso levantada uma vez durante a realização de um 
exercício de levantamento de peso. Para testar 1RM de um grupo muscular, como 
flexores de cotovelo ou extensores de joelho, e escolhido peso, ao dispositivo do 
exercício, porém abaixo da capacidade máxima de levantamento do indivíduo. 
(Mcardle e Katch, 1992). Exemplo: Agachamento livre – 10 repetições, peso máximo 
atingindo 60kg. 
2 - Exercício de fortalecimento para os membros superiores 
Durante a aula a professora nos orientou sobre alguns exercícios, com a mão 
na parede girar o tronco para alongar os flexores e adutores do ombro (peitoral maior 
e menor), alongamento do tríceps de forma passiva (extensão de ombro e flexão de 
cotovelo), fizemos exercícios para alongar rotador externo e interno do ombro e 
polichinelo, flexão de braços se deite, afaste as mãos, apoiadas no solo, na largura 
dos ombros. Flexione e estenda os cotovelos. Fizemos 12 repetições. 
( https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-
membros-superiores/) 
3 - Exercício de fortalecimento para membros inferiores 
https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/
https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/
Extensão de perna sente-se na beira da cadeira com os pés no chão e as mãos 
em cada lado. Mantenha a parte superior do corpo imóvel enquanto sobe a perna 
direita e a estica, e depois flexiona os músculosquadríceps. Segure por um segundo 
antes de retornar à posição inicial. Repita o procedimento para o número sugerido de 
repetições e troque de lado. Agachamento, Partes do corpo visadas: abdome, glúteos, 
quadríceps, isquiotibiais (parte de trás da coxa) e panturrilhas. Sente-se na beirada 
da cadeira com os pés no chão. Contraia os músculos abdominais e incline-se um 
pouco para a frente. Pressione os calcanhares no chão para elevar o corpo e ficar de 
pé. Depois, abaixe lentamente, tocando os glúteos na ponta da cadeira. Para tornar o 
exercício mais difícil, segure um halter em cada uma das mãos. Abdução de quadril, 
Partes do corpo visadas: glúteos, flexores do quadril, abdutores (parte superior 
externa da coxa). Fique atrás da cadeira, com os pés afastados na largura dos quadris 
e os joelhos levemente dobrados, e apoie-se na cadeira. Flexione o pé direito e 
levante a perna direita para o lado, o mais alto que puder, sem mover a parte superior 
do corpo. Mantenha os ombros sobre os quadris durante todo o movimento. Faça uma 
pausa por um segundo e abaixe a perna, jogando o calcanhar no chão. Repita os 
movimentos e depois troque de lado. Para tornar o exercício mais difícil, coloque 
pesos nos tornozelos. ( https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-
para-fortalecer-os-membros-superiores/). 
 4 - Dinâmica de fortalecimento em circuito 
O treinamento de circuito consiste em uma metodologia que trabalha exercícios 
de maneira intercalada, utilizando “estações “- cada estação consiste em um tipo de 
exercício que pode ser controlado por número de repetições ou por tempo, com 
pequenas pausas de descanso entre uma estação e outra. 
Este tipo de treino foi desenvolvido em 1953 por R. E. Morgan e G. T. Anderson, 
na Inglaterra, e hoje em uma aula em forma de circuito pode-se trabalhar o 
condicionamento aeróbico e o treinamento de força e resistência, gerando assim 
grande demanda metabólica. 
Escalador, em decúbito ventral com as mãos apoiadas no solo, cotovelos 
flexionados e meia ponta apoiada no chão. Estenda os braços ficando em posição de 
prancha e em seguida flexione os joelhos alternadamente em direção ao peito. 
https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/
https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/
https://blogeducacaofisica.com.br/19-metodos-de-treinamento-de-forca/
Burpee, em pé, com pés afastados na largura do quadril e braços ao longo do 
corpo. Salte levantando os braços para cima, agache colocando as mãos no chão, 
estenda as pernas para trás flexionando os cotovelos, retorne ao agachamento e volte 
à posição inicial. Executamos o exercício com a orientação da professora. (Schmidt 
D, Anderson K, Graff M, Strutz V.2016). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Aula 4 
Roteiro 4 
Treinamento sensório - motor 
Trata-se de um termo utilizado para definir um treinamento com exercícios que 
trabalham equilíbrio, coordenação motora e a propriocepção. A propriocepção 
engloba as sensações de movimento e posicionamento articular, importantes para o 
controle dos movimentos e da postura com estabilidade. Existem várias possibilidades 
de intervenções dentro deste treinamento, como por exemplo, utilização de cama 
elástica, bolas suíças, pranchas de equilíbrio, diferentes pisos, objetos com diferentes 
texturas, pesos e formatos, entre outros. (https://clinicamotricita.com.br/treino-
sensório-motor/). 
 
1 - Exercícios ativos de reposicionamento articular 
Nesta aula formamos duplas e com a orientação da professora realizamos o 
exercício. Ficar de pé e levantar o pé do lado contrário ao joelho lesionado, mantendo 
essa posição por 30 segundos e repetindo 3 vezes. A dificuldade do exercício pode 
ser aumentada colocando-se os braços para cima ou fechando os olhos, por exemplo. 
2 - Estabilização dinâmica 
Testes de equilíbrio estático: O equilíbrio estático pode ser avaliado 
observando-se a habilidade do paciente de manter diferentes posturas. O teste de 
Romberg examina a habilidade do paciente de ficar em pé com os pés paralelos e 
unidos, com os olhos abertos e depois fechados, durante 30 segundos. (Newton, RA; 
1989). 
O controle do equilíbrio dinâmico pode ser avaliado observando-se a facilidade 
com que o paciente é capaz de ficar em pé ou sentado sobre superfícies instáveis (p. 
ex., espuma ou bola suíça). a transição de uma posição para ou· traz (p. ex., 
transferências de decúbito dorsal para sentado ou de sentado para em pé) e fazer 
atividades como caminhar, saltar, pular com um pé e com os dois pés. (Biade. FO. 
1988). 
Os benefícios da plataforma vibratória estão relacionados com a força e 
contração muscular que precisa ser realizada para evitar desequilíbrio. Assim, para 
potencializar o uso da plataforma deve-se realizar exercícios de contração muscular 
com halteres, bolas ou elásticos para que o ganho de força e aumento do volume 
muscular realmente seja alcançado. o uso da plataforma vibratória não é indicado em 
caso de uso de marcapasso cardíaco, epilepsia, durante a gestação, hérnia de disco 
grave, em caso de prótese de quadril ou joelho. 
(https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/). 
 A estabilização rítmica é uma técnica da FNP, baseada no método Kabat, que 
utiliza contrações isométricas alternadas contra uma resistência com ausência de 
movimento. (Durigon, 1995). A FNP utiliza a técnica de estabilização rítmica (ER), 
que recorre aos músculos agonistas para melhorar a ação dos músculos antagonistas. 
Trata-se de uma contração de compartimentos musculares antagonistas. A contração 
máxima estática de um grupo agonista é seguida imediatamente e sem relaxamento 
de uma contração estática do grupo antagonista. Cada contração é mantida durante 
6 segundos. Utiliza-se do princípio de indução sucessiva. O grupo mais forte, 
trabalhando contra uma resistência máxima, 
irradia ao grupo antagonista mais fraco, o qual se contrai, por sua vez, de uma forma 
estática. As estabilizações rítmicas dirigem-se sobre todos os músculos tônicos 
estabilizadores (Noël-Ducret, 2001). 
3 - Padrões motores funcionais 
O desenvolvimento motor segundo Isayama e Gallardo (1998), tem sido 
utilizado para compreender o desenvolvimento humano e os aspectos relacionados. 
Os primeiros estudos em desenvolvimento motor originaram-se com a intenção de 
entender o desenvolvimento cognitivo a partir do movimento. Foi realizado em sala 
exercícios com balancin, onde a professora fez treino funcional de chute com aluno 
que joga futsal, eu optei pelo exercício de marcha com elástico, com orientação da 
professora. 
https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/
4 - Pliometria: Exercícios Pliométricos para membros superiores 
O exercício Pliométrico é um tipo de exercício que facilita o aumento de força e 
potência do músculo por meio do ciclo-alongamento-encurtamento (CAE). O CAE é 
uma combinação de contração excêntrica seguida por uma contração concêntrica. 
Como exemplo de exercícios Pliométricos, podemos citar saltos, pulos, lançamentos 
de bolas, entre outros. (BRODY; HALL, 2012). 
 Lançamento da parede suspensa, fique em frente a uma parede a cerca de um 
metro e com as pernas abertas na altura dos ombros. Segure uma bola de medicina 
acima de sua cabeça. Jogue a bola contra a parede e pegue-a na mesma posição. 
Relance o mais rápido e controlado possível. Certifique-se de manter o abdômen 
contraído o tempo todo, evitando assim uma tensão excessiva na região lombar. 
(Jellison, Marck., 2016). 
Flexão com palmas, fique em posição de prancha alta, com as mãos na direção 
dos ombros. Desça o tronco até o peito quase encostar no chão. Retorne empurrando 
o chão o máximo que conseguir, com um movimento de explosão. 
(https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/). 
Arremesso lateral da medicineball: Neste exercício você deve ficar em pé, com 
a bola em ambas as mãos, que você deve lançar em uma superfície vertical ou para 
um parceiro. Para impulsionar a bola, você deve girar o tronco do corpo, posicionando 
a bola na altura dos quadris e levantando-a até o peito para lançá-la. 
(https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/). 
5 - Exercícios Pliométricos para membros inferiores 
Salto na caixa: O atleta se posiciona atrás de uma caixa que possui uma altura 
adequada. A altura da caixa deve permitir que o atleta caia com os joelhos flexionados 
a aproximadamente 120º. O atleta realiza um contra- movimento enérgico com o 
balanceio dos braços, flexionando os joelhos e o quadril. O atleta estende 
completamente o quadril e os joelhos gerando uma força máxima. Durante a 
preparação para a queda o quadril e os joelhos se flexionam. O atleta cai suavemente 
sobre a parte superior da caixa para completar o exercício. (KOMI, P. V. Artmed, 
2006). Saltos simples comecem saltando com apenas uma perna no chão e aterrise 
https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/
https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/
com a outra. Vá intercalando. (https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-
pliometricos/). 
Saltos no lugar, são saltos de esforço único onde os atletas aterrizam no próprio 
lugar onde começaram. Esses saltos devem ser de máximo esforço, enfatizando a 
técnica correta de salto e velocidade de movimento. Seu valor está em ensinar as 
técnicas de salto e de aterrissagem, além de mexer o corpo explosivamente. A seguir 
uma progressão de saltos no lugar: 
Salto com contra movimento: de pé, com os pés apoiados na largura dos 
ombros. Rapidamente flexione o quadril para trás juntamente com a flexão dos 
joelhos. Neste momento os braços devem movimentar–se para trás dos ombros. 
Agache ¼ e rapidamente reverta o movimento num salto explosivo para o alto. Aterrise 
flexionando o quadril e joelhos. Corridas com mudança de direção para treinar a 
absorção das cargas mecânicas atuando na articulação e nos mecanismos reflexos 
musculares. (Hansen, Derek, Kennelly, Steve, 2017). 
 
6 - Pliometria em exercícios funcionais de vida diária 
A Pliometria também e importante no contexto da vida diária do paciente. O 
exercício pode ser solicitando-se a paciente para sentar-se e levantar da cadeira cada 
vez mais rápido. Outra forma de aumentar a intensidade do treino é segurar um peso 
em cada mão. Comece com 1,5 kg e aumente até 2,5 kg, gradualmente. Outra forma 
de potencializar o exercício é colocar um objeto pequeno entre suas pernas. Caso 
seus joelhos cedam para dentro quando você fica de pé, tente promover a força dos 
glúteos repetindo o exercício com um objeto entre as pernas. Se tiver uma bola de 
academia pequena (ou até mesmo uma bola de quicar de crianças), ótimo! Na falta 
dela, segure qualquer outro objeto pequeno entre as pernas para mantê-las no lugar 
enquanto se levanta. Você pode usar um travesseiro, um bloco de yoga, um livro ou 
um bicho de pelúcia. (https://health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-
training). 
7 - Exercícios Pliométricos para o tronco 
https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/
https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/
https://health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training
https://health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training
Em pé, empunhando um halter, anilha ou medicine ball a frente do corpo, 
mantenha os cotovelos a 90º. Inicie a rotação de tronco e quadril no ângulo de 180º, 
acelerando e desacelerando o movimento nas duas extremidades. Libere o calcanhar 
da perna oposta ao lado do giro. Quanto maior a velocidade, maior será a necessidade 
de desacelerar o movimento nas extremidades. Faça de duas a quatro séries de 20 a 
30 repetições, contando sempre do lado direito e mantendo 1’ de intervalo entre as 
sessões, num ritmo que vai do moderado para rápido. 
(https://www.webrun.com.br/core-ativo-fortalecido-melhora-postura/). Em sala com 
orientação e supervisão da professora realizamos os exercícios para flexores de 
tronco, e exercícios pliométricos em rotação com a resistência elástica e manual. 
Explicamos cada exercício, sempre ressaltando que eles iriam ser progressivos, 
conforme a evolução do paciente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
https://www.webrun.com.br/core-ativo-fortalecido-melhora-postura/
Resultado e discursão 
Realizamos em sequencia as técnicas de mobilização articular passiva, ativo 
assistida e ativas dos membros superiores e inferiores. Em seguida, em duplas 
utilizamos as técnicas de mobilização intra-articular dos membros superiores e 
inferiores. Em seguida realizamos os exercícios de deslizamentos e trações uns nos 
outros, orientados pela professora. Após uma breve explicação de como identificar os 
músculos dos membros superiores e inferiores, iniciamos o posicionando o paciente 
de forma correta na maca e efetuamos os alongamentos de forma passiva nos 
membros superiores e inferiores. Fizemos a troca entre os alunos para que ambos 
pudessem realizar e aprender a executar os movimentos. No decorrer da aula fizemos 
diverso treinos de equilíbrio e Pliometria, utilizando pranchas de equilíbrio, bola suíça, 
cama elástica entre outros. Todos os alunos passaram por todos os equipamentos a 
fim de aprender e saber realmente quais as dificuldades que existe em cada aparelho. 
Nas aulas práticas concluímos todas as técnicas propostas no roteiro podemos 
entender melhor qual a função de cada método e como utilizar de maneira correta. 
Por fim, as aulas ocorreram sem muitas dificuldades, o que acrescentou em 
muito o nosso conhecimento sobre a cinesioterapia para uma qualificação melhor em 
nossa formação. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Referências 
 Biade. FO. 1988. 
 Brody; Hall, Exercício Terapêutico na Busca da Função - 3ª Ed. 2012 
 Cabral et al., 2008; Ferreira et al., 2017). 
 Corrigan, B.; Maitland, G.D. Transtornos musculoesqueléticos da coluna vertebral. 
Rio de Janeiro: Revinter, 2005. 2005 
 Dutton, M. Fisioterapia ortopédica: exame, avaliação e intervenção. 2. ed. Porto 
Alegre: Artmed, 2010. 
 Hansen, Derek, Kennelly, Steve, 'Equipment' in Plyometric Anatomy, Leeds: Human 
Kinetics, 2017. 
 Houglum, P. A. Betoti, D. B. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 6.ed 2015. 
 Isayama, H. F; Gallardo, J. S. P. Desenvolvimento motor: Análise dos estudos 
brasileiros sobre habilidades motoras fundamentais. Revista de Educação física/UEM. 
1998. 
Jellison, Marck., 2016. 
 Kisner, Carolyn & Colby, Lynn Alle, exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas, 
2005. 
 Kisner & Colby, Exercícios Terapêuticos: Fundamentos e Técnicas 5ªed., 2009). 
 Kisner; Colby, Therapeutic exercises: fundamentals and techniques, 2016. 
 Levangie, P. K., & Norkin, C. C. Joint structure and function: a comprehensive 
analysis. 4th ed. (2005). 
 Lippert, MS, PT> - 2013 Cinesiologia Clínica e Anatomia 5ªed., 2013. 
 Maitland, G.D. Peripheral manipulation. 3. Ed. Boston: 1991. 
 Mcardle e Katch, Exercise Physiology: Energy, Nutrition and Human 
Performance, 3rd edition, 1992. 
 Newton, RA; 1989. 
 Noël-Ducret Facilitation neuromusculaire par la proprioception, 2001. 
 Palastanga, N., & Soames, R. Anatomy and Human Movement: Structure and 
function. 6 ed., 2012. 
 Prentice, W.E. Fisioterapia na Prática Esportiva – Uma abordagem baseada em 
competências. 14 ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. 
 R.M.H McMinn – 2009. 
 Schmidt D, Anderson K, Graff M, Strutz V.2016. 
 Valéria Gil de Souza. 1ª Edição – 2011. 
 Voight, M. L. Hoogenboom, B. J.; Prentice, W. E. Técnicas de exercícios terapêuticos: 
estratégia de intervenção musculoesquelética, 2014. 
 
Fonte disponível em: 
https://www.boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-exercicios-para-fortalecer-os-
membros-superiores/ 
https://www.blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamicohttps://www.clinicamotricita.com.br/treino-sensório-motor/ 
https://www.health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training 
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior/ 
http://www.mundoboaforma.com.br/alongamento-dinâmico/ 
https://www.boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/
https://www.boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/
https://www.blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico
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https://www.health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training
https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior/
http://www.mundoboaforma.com.br/alongamento-dinâmico/
https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos/ 
https://www.saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos/ 
https://www.spiegato.com/pt/o-que-e-a-articulacao-metatarso-falangeana/ 
https://www.tuasaude.com/cinesioterapia/ 
https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/ 
https//www.praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/ 
https://www.pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular 
https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos
https://www.saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos/
https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/
https://praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/
https://www.pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular

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