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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS Curso: Fisioterapia Disciplina: Cinesioterapia Nome do aluno: Kátia Cilene Santos Vasconcellos R.A. 2223703 Polo: Brasília/DF – Asa Sul Data: 26/08/2023 e 02/09/2023. Mobile User Sumário 1. Introdução 2. Aula 1 Roteiro 1 2.1 Aula 2 Roteiro 1 2.3 Aula 3 Roteiro 1 2.4 Aula 4 Roteiro 1 3. Resultado e discursão 4. Referência 1 – INTRODUÇÃO Este relatório tem por objetivo relatar as aulas presenciais da disciplina de Cinesioterapia dos dias 26 de agosto e 02 de setembro de 2023, com a prof. Gracielle Vieira Ramos. Cinesioterapia é um conjunto de exercícios terapêuticos que podem ser realizados, sob orientação do fisioterapeuta, para fortalecer e alongar os músculos, ajudando a prevenir alterações motoras, promover o equilíbrio, aliviar as dores e melhorar a respiração. É baseado em conhecimentos de anatomia, fisiologia e biomecânica. A principal finalidade da cinesioterapia é manter ou aumentar o movimento livre para a sua função, e seus efeitos irão se basear na capacidade da melhora de restauração e cuidado da força muscular, assim como dom condicionamento cardiorrespiratório, da mobilidade articular e versatilidade muscular, do relaxamento e da coordenação motora. A disciplina foi dividida em 4 aulas. As aulas tiveram uma breve explicação sobre os assuntos abordados, suas condutas e manipulações e os resultados esperados em cada técnica. Em todas as aulas, a professora demonstrava a técnica e após, em duplas ou grupos, realizávamos com sua orientação e observação. . Aula 1 Roteiro 1 MOBILIZAÇÕES ARTICULARES DOS MEMBROS SUPERIORES E INFERIORES Técnicas de terapia manual usadas para modular a dor e tratar as disfunções articulares que limitam a ADM, abordando especificamente alterações na mecânica articular. (KISNER & COLBY, 2009). As mobilizações articulares podem ser classificadas em: ativos, ativo-assistidos (que podem ser livres ou resistidos) e passivos. Os movimentos ativos: o paciente realiza o movimento sem auxílio externo, podendo ou não utilizar dispositivos para aumentar a resistência ao movimento (KISNER; COLBY, 2016; DUFOUR et al., 1989). Os movimentos ativo-assistidos: diferem-se do movimento ativo apenas pelo fato de que os músculos que iniciaram o movimento necessitam de auxílio externo para finalizá-lo (KISNER; COLBY, 2016). Os movimentos passivos: são realizados dentro da amplitude de movimento livre com um auxílio externo, empregados pelo fisioterapeuta de maneira manual ou mecânica, como mobilizações tissulares e/ou articulares, trações e posicionamento articular e segmentar (KISNER; COLBY, 2016; DUFOUR et al., 1989). As mobilizações incluem técnicas Artrocinemáticas e osteocinemáticas. Artrocinemáticas é quando uma articulação se move, três tipos de movimento podem ocorrer entre as duas superfícies ósseas: o giro, o rolamento e o deslizamento. Osteocinemáticas é o movimento mais conhecido, pois é resultado das contrações musculares ativas, concêntricas e excêntricas, que movem um osso ou articulação. (KISNER, Carolyn & COLBY, Lynn Allen. 2005). Segundo Maitland (1991), há cinco graus para dosagem do movimento, que se classificou da seguinte maneira: Grau I - São realizadas oscilações rítmicas de pequena amplitude no início da amplitude articular. Grau II - São realizadas oscilações de grande amplitude dentro da amplitude existente, não atingindo o limite. Grau III - São realizadas oscilações rítmicas de grande amplitude até o limite da mobilidade existente. Grau IV - São realizadas oscilações rítmicas de pequena amplitude no limite da mobilidade existente e forçadas na resistência tecidual. Grau V - é classificado como manipulação, ou seja, movimentação passiva, dentro de um pequeno arco de movimento, com certa velocidade, de maneira que o paciente não consiga preveni-la. (KISNER, Carolyn & COLBY, Lynn Allen. 2005). TÉCNICAS DE MOBILIZAÇÃO 1 - Técnicas de mobilização articular passivas, baseadas na osteocinemáticas dos membros superiores Para a movimentação dessa articulação deve se dar destaque aos músculos que compõe essa região pois eles que serão responsáveis pelos movimentos. Os movimentos que são possíveis de serem realizados pela articulação do ombro são: extensão (que é a elevação do braço para frente), extensão (ao levar braço para trás), abdução (elevar braço na lateral), adução (levar o braço para o lado do corpo), rotação interna e a rotação externa. Para a realização desses movimentos há grupos musculares específicos que são responsáveis por cada um deles. O momento de abdução de ombro pode ser realizado com 180 graus de amplitude de movimento o movimento de abdução pode ser feito com 30 a 45 graus de amplitude a partir de seu ponto neutro. O movimento de flexão de ombro pode ter uma amplitude também de 180 graus e de extensão encontramos 30 graus de movimentos. O movimento de rotação interna é limitado pelo corpo e pode chegar a 30 graus movimento e rotação externa pode chegar a 90 graus de amplitude de movimento. (https://saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos). Prostração: movimentação da escápula (omoplata) para a frente, para longe da caixa torácica e coluna. Retração: este movimento puxa a escápula (omoplata) para trás em direção à caixa torácica. Elevação: movimento que permite que a cintura escapular se movimente superiormente como quanto encolhe os ombros. Depressão: o oposto da elevação. A cintura escapular e todo o ombro move- se inferiormente. Rotação inferior: rotação da escápula (omoplata) inferior em direção à caixa torácica como quando você move o braço para trás das costas. (R.M.H McMinn - 2009). 2 - Técnicas de mobilização articular passiva, baseada na osteocinemáticas dos membros inferiores A flexão da articulação coxofemoral aproxima a coxa do tronco. A extensão da articulação do coxofemoral afasta a coxa do tronco. A abdução e a adução da articulação coxofemoral ocorre no plano coronal e têm uma amplitude de movimento de cerca de 45º. Com o quadril fletido, o grau de abdução é muito maior do que quando o quadril está estendido. A abdução da articulação coxofemoral é limitada pela tensão dos músculos adutores e pelos ligamentos pubofemorais. A rotação interna e externa da articulação do quadril ocorrem no plano horizontal, em torno do eixo mecânico do fêmur (e não em torno do eixo longo do corpo do fêmur). (Palastanga, N., & Soames, R. 2012). A articulação do joelho sendo uma articulação em dobradiça, os principais movimentos são a flexão e extensão no plano sagital. O grau de flexão do joelho depende da posição da articulação do quadril e se o movimento é passivo ou ativo. Quando o quadril está flexionado, o grau máximo de flexão do joelho é 140°, https://saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/coluna-vertebral-espinha https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-braco-e-do-ombro https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/termos-direcionais-e-planos-corporais https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/articulacao-do-quadril enquanto o quadril estendido permite uma flexão de apenas 120°. (Palastanga, N., & Soames, R. 2012). A articulação do tornozelo é uma articulação do tipo gínglimo (em dobradiça), só permite a flexão plantar (flexão) e dorsiflexão (extensão), que ocorrem ao longo do eixo transversal (medial-lateral) que passa através do tálus pelo plano sagital. A amplitude de movimento da articulação do tornozelo é de cerca de 30-50° na flexão plantar e cerca de 20° na dorsiflexão. (Palastanga, N., & Soames, R. 2012). Inversão é a rotação do pé na direção medial. É a eversão é a rotaçãodo pé na direção lateral. Ocorrem em grande parte na articulação subtalar. (https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior). A articulação metatarsofalângicas (articulação MTP) é a articulação entre os ossos metatarsais, os ossos que compõem o pé e as falanges proximais, os ossos dos dedos dos pés. Essa é a articulação que se move quando você dobra os dedos dos pés. Os dois movimentos mais comuns são flexão e extensão. A flexão está dobrando ou curvando os dedos para baixo e a extensão dobrando os dedos para cima. Abdução e adução são movimentos menos comuns e normalmente só podem ser feitos agarrando os dedos dos pés e movendo-os com as mãos. A abdução afasta o dedo da linha mediana do corpo, e a adução move os dedos dos pés em direção à linha mediana do corpo. (https://spiegato.com/pt/o-que-e-a-articulacao-metatarso- falangeana). 3 - Técnicas de mobilização articular ativoassistidas baseadas na osteocinemáticas dos membros superiores Mobilização escapular: paciente deve estar posicionado em decúbito lateral de frente para o fisioterapeuta. O braço do paciente deve estar relaxado e apoiado no braço inferior do terapeuta. A mão proximal do terapeuta deve estar posicionada no acrômio para controlar a direção do movimento e os dedos da mão caudal devem estar posicionados sob o bordo medial da escápula. O fisioterapeuta deve realizar os movimentos escapulares de elevação, depressão, protração, retração, rotação escapular. (Prentice, 2012). https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior 4 - Técnicas de mobilização articular ativoassistidas baseada na osteocinemáticas dos membros inferiores Deslizamento anterior da articulação tibiofemoral: indicado para aumentar a extensão do joelho. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, a coxa apoiada sobre a maca e a perna descansando sobre o ombro do fisioterapeuta, que segura a porção proximal da perna do paciente e desliza a tíbia anteriormente. (Dutton, 2010). 5 - Técnicas de mobilização articular ativas para membros superiores Durante a aula fizemos alguns exercícios ativos de rotação e abdução com bastão para o ombro, deitados em colchonetes fizemos a ativação escapular em Y, T, W e I. (Dutton, 2010). 6 - Técnicas de mobilização articular ativas para membros inferiores Com as mãos apoiadas na parede realizamos exercícios de dorsiflexão do tornozelo em CCF (cadeia cinética fechada), logo em seguida na mesma posição realizamos abdução de quadril. (Dutton, 2010). 7 - Técnicas de mobilização para estimular o retorno venoso Paciente em decúbito dorsal eleva uma das pernas, esticando com um elástico, movimenta o pé levando a ponta dos dedos para cima (dorsiflexão) e retornando em sua direção (flexão plantar), ainda em decúbito dorsal pernas elevadas faça círculos para dentro e para fora (circundução de tornozelo). (Lippert - 2013). 8 - Movimentos ativos para aquecimento É importante fazer um aquecimento completo do corpo de modo que o sangue possa fluir para os músculos antes do treino; uma vez que isso ajuda a reduzir o risco de lesões por overtraining e resolve os desequilíbrios musculares subjacentes, melhorando ao mesmo tempo a qualidade dos movimentos. (fitpeople.com/exercícios- para-aquecer/). Realizamos alguns exercícios com o auxílio da professora como: agachamento, alongamento dinâmico (fizemos círculos com os braços para frente e para trás, tocar os dedos dos pés e depois pular para o alto. (Dutton, 2010). 9 - Técnicas de automobilização articular Um dos exercícios de automobilização utilizado foi os pendulares (Codman – 1869 a 1940) para o ombro. A técnica utiliza os efeitos da gravidade para afastar o úmero da cavidade glenoide. Os exercícios podem ser realizados com o individuo em pé em flexão de quadril de 90 graus ou em decúbito ventral numa maca com o membro superior pendente para fora, sendo realizados no sentido horário, anti-horário, laterolateral e anteroposterior. A musculatura escapular deve estar totalmente relaxada, com o paciente buscando progressivamente, alcançar maiores amplitudes. (Kisner; Colby, 2016). 10 -Técnicas de mobilização intra-articular baseada na Artrocinemática para os membros superiores Tração articular do ombro: paciente deve estar em decúbito dorsal, com o braço em posição de repouso e com o antebraço apoiado entre o tronco e o cotovelo do terapeuta. A mão proximal deve estar posicionada na axila do paciente e a mão caudal no úmero (região lateral). Com a mão na axila, o fisioterapeuta deve mover a articulação no sentido da tração (distração) do ombro. (Dutton, 2010). Deslizamento umeral posterior: paciente deve estar em decúbito dorsal, com o braço em posição de repouso e com o antebraço apoiado entre o tronco e o cotovelo do terapeuta. A mão proximal na região anterior do ombro do paciente e a mão caudal no úmero (região distal). Com esse posicionamento você deve deslizar a cabeça do úmero posteriormente. (Dutton, 2010). Tração do cotovelo: paciente deve estar em decúbito dorsal, com o cotovelo a 70 graus de flexão e antebraço em 10 graus de supinação. A mão medial do terapeuta estabiliza a região proximal do antebraço (próximo à ulna), e a mão lateral reforça o posicionamento. (Prentice, 2012). Deslizamento ulnar e radial do punho: a mão do paciente repousa sobre a mesa, com o punho apoiado em uma toalha. Com uma das mãos, o fisioterapeuta estabiliza o antebraço distalmente ao paciente e, com a outra segura a mão, utilizando os processos estiloides e o pisiforme como pontos de referência. A fileira proximal dos ossos do carpo é, então, movimentada no sentido dorsal e palmar. (Dutton, 2010). Tração das articulações metacarpofalângeas e interfalângeas: com uma pinça formada pelos dedos indicador e polegar de uma das mãos, o fisioterapeuta palpa e estabiliza a falange/metacarpal. Com a outra mão na mesma posição, ele palpa a falange adjacente. O fisioterapeuta estabiliza o osso proximal e depois aplica uma distração de eixo longo. (Dutton, 2010). Deslizamentos das articulações metacarpofalângeas e inerfalangeanas: paciente sentado com a mão para fora da mesa. Segure a mão do paciente com a sua proximal e, com ela mova o segmento no sentido de flexão ou extensão dentro da amplitude disponível. O mesmo posicionamento poderá ser usado para mobilizar as articulações metacarpofalangeanas. (Dutton, 2010). 11 - Técnicas de mobilização intra-articular baseadas na Artrocinemáticas para os membros inferiores Tração articular no quadril: é indicada para dor e hipomobilidade na articulação do quadril. O paciente é posicionado em supino e seu quadril é mantido em posição de repouso. A coxa é segurada pelo fisioterapeuta o mais proximal possível, e uma força de distração é aplicada na linha do colo do fêmur. Um cinto também pode ser utilizado para realizar essa técnica. A tração é empregada para proporcionar analgesia na articulação e para alongar a aderência capsular, acentuada na porção inferior da cápsula articular. (Dutton, 2010). Deslizamento posterior do quadril: indicado para aumentar a flexão e a rotação medial do quadril. O paciente fica em decúbito dorsal com o quadril e o joelho em flexão, e o fisioterapeuta aplica seu peso corporal sobre a perna. (Houglum, 2015). Deslizamento anterior do quadril: indicado para aumentar a extensão do quadril e a rotação lateral. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, e o fisioterapeuta o estabiliza na porção distal da coxa e o mobiliza com força descendente com o cotovelo estendido. (Voight; Hoogenboom e Prentice, 2014). Tração do joelho: indicado para restrição geral ou relaxamento geral da articulação tibiofemoral, e para a redução da dor. O paciente fica em decúbito dorsal ou na posição sentada, e o fisioterapeuta estabiliza o fêmur e mobiliza a articulação do tornozelo, tracionandodistalmente a tíbia. (Dutton, 2010). Deslizamento lateral, medial, inferior e superior da patela (mobilização da patela): indicado para restrição de movimento medial, lateral, superior e inferior da patela. O paciente fica em decúbito dorsal com uma toalha enrolada sob o joelho, e o fisioterapeuta coloca os polegares na patela, movendo-a lateralmente, medialmente, distalmente e na direção cefálica. (Houglum, 2015). Deslizamento anterior da articulação tibiofemoral: indicado para aumentar a extensão do joelho. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, a coxa apoiada sobre a maca e a perna descansando sobre o ombro do fisioterapeuta, que segura a porção proximal da perna do paciente e desliza a tíbia anteriormente. (Houglum, 2015). Deslizamento anterior da articulação tibiofemoral: indicado para aumentar a extensão do joelho. O paciente fica em decúbito ventral com o joelho flexionado, a coxa apoiada sobre a maca e a perna descansando sobre o ombro do fisioterapeuta, que segura a porção proximal da perna do paciente e desliza a tíbia anteriormente. (Dutton, 2010). Tração (distração) talocrural: utilizada para aumentar a mobilidade articular e para aliviar a dor. O paciente fica em decúbito dorsal com quadril e joelhos estendidos, e o fisioterapeuta segura o dorso do pé, entrelaça os dedos das duas mãos no dorso do pé e coloca os polegares sobre a planta. Assim, ele inclina-se para trás, aplicando a força de tração. (Dutton, 2010). Deslizamento posterior do tornozelo: paciente fica em decúbito dorsal com o joelho fletido e o pé apoiado na maca, assim, o fisioterapeuta coloca a mão proximal na região distal da perna e a mão distal na articulação talocrural, apoiando a borda ulnar, realizando um deslizamento posterior com mão distal. O fisioterapeuta deve empurrar o tálus e o pé juntos em direção posterior sobre a tíbia e a fíbula. (Dutton, 2010). Deslizamento anterior do tornozelo: paciente fica em decúbito ventral com a perna na borda da maca, e o fisioterapeuta coloca a mão proximal sobre ambos os maléolos medial e a mão distal na articulação talocrural, realizando um deslizamento anterior através da mão distal. (Dutton, 2010). Deslizamento medial subtalar: o paciente fica em decúbito lateral sobre a perna contrária ao lado da lesão, tornozelo além da borda da maca com um rolo de toalha colocado sob a porção distal da perna, e o fisioterapeuta estabiliza essa porção enquanto realiza um deslizamento medial descendente. Essa mobilização é indicada para aumentar a eversão. (Houglum, 2015). Deslizamento posterior subtalar: indicado para restrição da dorsiflexão. O paciente fica em decúbito dorsal com o joelho estendido, e o tornozelo deve ultrapassar a borda da maca, a mão de estabilização do fisioterapeuta deve se posicionar na porção distal da perna e a mão de mobilização em torno da porção proximal do pé com o polegar, para que o tálus seja deslizado posteriormente. (Houglum, 2015). Deslizamento lateral subtalar: o paciente fica em decúbito lateral com o pé além da borda da maca e com uma toalha sob a porção distal da perna. O fisioterapeuta estabiliza a perna na porção distal e mobiliza para lateral. Essa mobilização é indicada para aumentar a inversão subtalar. (Houglum, 2015). Tração metatarsofalangeanas e inerfalangeanas: o paciente fica em decúbito dorsal sobre a maca, e o fisioterapeuta segura a falange com o polegar e com os outros dedos, enquanto o metatarso é estabilizado, assim, aplicada a força de distração na falange. É indicada para melhorar a mobilidade articular e o relaxamento geral. (Houglum, 2015). Deslizamento anterior e posterior metatarsofalangeanas e interfalângeas: indicado para aumentar a extensão e a flexão dessas articulações. O paciente fica com o pé além da borda da maca, e o fisioterapeuta o estabiliza com uma mão, enquanto a mão de mobilização segura a falange proximal. Em seguida, é aplicado um deslizamento anteroposterior e posteroanterior das articulações inerfalangeanas. (Houglum, 2015). Aula 2 Roteiro 1 Alongamento muscular dos membros superiores e inferiores O alongamento muscular é um exercício natural destinado a relaxar os músculos antes e depois de uma atividade física mais intensa. Quanto mais alongado um músculo, maior será a movimentação da articulação comandada por ele, e, portanto, maior a sua flexibilidade. (Valéria Gil de Souza. 1ª Edição – 2011). Os tipos de alongamentos podem ser classificados em: passivos ou ativos, estáticas ou dinâmicas. Alongamento Passivo é feito com a ajuda de forças externas, que podem ser uma outra pessoa ou aparelhos (faixas elásticas, bastões, bolas). Alongamento Ativo é o mais comum, onde a pessoa realiza sozinha o alongamento, através de movimentos voluntários. Alongamento Estático fazem referência aos exercícios de alongamento que são realizados sem movimento. Estático significa estacionado, parado, e os movimentos são feitos para isolar um grupo muscular de cada vez, mantendo-os em uma posição por um período específico. Geralmente a posição é mantida sem movimento por um período que pode variar entre 15 e 30 segundos. (mundoboaforma.com.br/alongamento-dinâmico). 1- Exercícios de alongamento estáticos passivos dos membros superiores Tensiona-se o ombro para a lateral e para baixo (inferior) e apoia-se o antebraço para estabilizar a escápula. Estabiliza-se a escápula e tensiona-se sutilmente o braço para baixo. Pode ser feito preliminarmente para desenvolver a flexibilidade ou após exercícios com sobrecarga em flexão de ombro (elevação do braço acima da cabeça). Uma opção para relaxamento se faz com movimentos sutis de balanceio (de 20 a 30 movimentos). Estabiliza-se a escápula e tensiona-se sutilmente o braço para baixo. Com flexão de ombro, faz-se movimentos de balanceio (de 20 a 30 movimentos). Pressiona-se a região do tríceps com a mão direita e tensiona-se sutilmente o braço para cima e para baixo (no sentido de deprimir a escápula). (Levangie e Norkin, 2005). 2 - Exercício de alongamento estáticos passivos dos membros inferiores Foi feito tensão do quadril (deslizamento inferior) de forma suave com a mão direita em direção ao profissional e mobilização, deslizamento anterior (em direção ao solo) do fêmur com a mão esquerda e em seguida faz-se alongamento em extensão do quadril. Com o antebraço no quadril, tensiona para baixo, mantendo a tensão e elevando a coxa. Após deslizamento na direção anterior, alonga-se o ílio psoas e o quadríceps. Aumentar a flexibilidade em flexão e rotação medial do quadril. Afasta-se ligeiramente o membro inferior. Estabiliza-se o joelho e mobiliza-se com deslizamento do fêmur posterior. tríceps Sural o profissional apoia o dorso do pé em seu ombro e faz uma ligeira tração, puxando a perna em sua direção. Em seguida, realiza-se o amassamento, pressionando a lateral da fíbula e da tíbia e “movimentando” essa região em sentido ao centro (B). Para aumentar a flexão dorsal do tornozelo, desliza- se o tálus na tíbia; segura-se firmemente na tíbia com a mão não dominante e evita- se que a perna se eleve. Com a mão dominante, mobiliza-se o tálus para causar deslizamento no sentido posterior sobre a tíbia. Traciona-se suavemente a articulação talocrural e, em seguida, faz-se alongamento em flexão dorsal e flexão plantar do tornozelo de forma passivo-dinâmica. Estabiliza-se a perna (tíbia e fíbula) do cliente e exerce-se tensão, inclinando o tronco ligeiramente para trás sem tranco, tensionando o tálus e calcâneo em ângulo reto. (Kang et al, 2015). 3 - Técnicas de inibição neuromuscular ou facilitação proprioceptiva (FNP) para membros superiores O paciente pode estar em qualquer posição: supino, decúbito lateral, prono e sentado. O padrão de flexão do tronco superior (Chopping) utiliza a extensão bilateral assimétrica de MMSS com flexão de pescoçopara realizar a flexão de tronco. É muito utilizado para facilitar movimentos funcionais como rolar para a frente ou passar para a posição sentada. Por exemplo, para realizar a flexão para a esquerda, o membro superior esquerdo (guia) fica em extensão-abdução-rotação interna e o membro superior direito em extensão-adução-rotação interna, o pescoço faz a flexão para a esquerda. O membro superior move-se na direção inferior e cruzada e a cabeça e o pescoço fazem flexão para a esquerda. (https://praticandofisio.com/facilitacao- neuromuscular-proprioceptiva-kabat/). 4 - Técnicas de inibição neuromuscular ou facilitação neuromuscular proprioceptiva (FNP) para membros inferiores Deita-te de costas num banco, na cama, ou no chão. O ajudante deve levantar uma das tuas pernas esticadas e pousá-la no ombro. Assegura-te de que a articulação do joelho se mantém bloqueada – só a anca deve dobrar. O ajudante deve puxar lentamente a perna até sentires os isquiotibiais esticar. Aguenta por 10 a 15 segundos, para permitir que os músculos relaxem nesta posição. Depois, usando cerca de metade da tua força máxima, contrai os isquiotibiais, fazendo força com a perna contra o ombro do ajudante. O joelho não deve dobrar: o ajudante deve manter a perna em posição estática enquanto a pressionas para baixo durante 7 segundos. No fim da contração de 7 segundos, relaxa a perna e deixa que o ajudante aumente cuidadosamente o alongamento mais alguns centímetros. Aguenta nesta nova posição por 10 a 15. (https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos). 5 - Alongamentos dinâmico para membros superiores Para os membros superiores, um alongamento funcional é realizado com os joelhos semiflexionados e com os ombros relaxados, com os braços ao lado do corpo, girando o ombro por cerca de 30 segundos. Existe um outro alongamento muito utilizado que consiste em passar os braços por cima da cabeça, uma das mãos segurando o cotovelo e a outra mão tocando as costas. (https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). 6 - Alongamentos dinâmico para membros inferiores Fique de pé e estique uma das pernas para a frente, mantendo apenas o calcanhar no chão. Tente tocar a ponta do pé com as mãos. Mantenha a posição durante 1 minuto e repita o alongamento na outra perna. (https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). 7 - Alongamentos estáticos ativos para os membros superiores https://praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/ https://praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/ https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico Tronco: Sente-se com as pernas completamente estendidas para frente e pressione, levemente, os ossos do quadril em direção ao solo; contraia o abdômen, como se buscasse colar o umbigo nas costas; flexione o tronco para frente, mantendo as costas retas. O objetivo é aproximar ao máximo o peito das coxas. Expire enquanto realiza esse movimento. Mantenha a postura entre 30 e 45 segundos. (https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). 8 - Alongamentos estáticos ativos para membros inferiores Panturrilha: em pé, afaste as pernas na largura dos ombros. Dê um passo à frente com o pé direito. Mantenha o calcanhar do pé esquerdo no chão e dobre o joelho direito; mantenha a posição por 30 segundos e repita o movimento invertendo as pernas 3 vezes. (https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico). https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico https://blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico Aula 3 Roteiro 1 Fortalecimento muscular dos membros superiores e inferiores Para que possamos antecipar, responder e controlar as forças aplicadas ao corpo e desempenhar as demandas físicas diárias de modo seguro e eficiente, os músculos do corpo precisam ser capazes de produzir, sustentar e regular a tensão muscular de modo a suprir tais demandas. (KISNER & COLBY, 2009). Força muscular é a maior força mensurável que pode ser exercida por um músculo ou grupo muscular para vencer a resistência durante um esforço máximo único. (KISNER & COLBY, 2009). Potência muscular é a rapidez com que um músculo se contrai e produz uma força resultante e a relação entre força e velocidade. (KISNER & COLBY, 2009). Resistência muscular à fadiga (resistência local) é a habilidade de um músculo contrair-se repetidamente com uma carga (resistência), gerar e sustentar tensão e resistir à fadiga durante um período extenso. (KISNER & COLBY, 2009). As contrações musculares podem ser dívidas em: Contração isométrica nesta contração o músculo gera força sem alterar o comprimento muscular, mas com uma tensão maior do que o tônus muscular. Contração concêntrico é o tipo de contração muscular no qual os músculos encurtam durante a geração de força. Contração excêntrica - ocorre quando o músculo alonga enquanto está sob tensão devido a uma força externa maior que a força gerada pelo músculo. Em vez de mover a junta na direção da contração, o músculo age desacelerando o movimento de forma controlada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular). A CCA acontece quando a parte distal ou terminal do segmento está livre para mover-se no espaço. Já a CCF ocorre quando a parte distal ou terminal do https://pt.wikipedia.org/wiki/T%C3%B4nus_muscular https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%BAsculo https://pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular segmento não está livre para mover-se no espaço, ou seja, o segmento está fixo em uma superfície de apoio (KISNER; COLBY, 2016; VOIGHT; HOOGENBOOM; PRENTICE, 2014; BRODY; HALL, 2012; DUTTON, 2010). Os objetivos dos exercícios em cadeia cinética fechada e aberta estão centrados no fortalecimento muscular, na modulação da dor, na otimização do sistema sensório-motor (equilíbrio, coordenação), na melhora da mobilidade e na melhora do desempenho funcional (CABRAL et al., 2008; FERREIRA et al., 2017). Intensidade: a intensidade do exercício se refere à quantidade de resistência (por exemplo, peso) imposta ao músculo-alvo durante cada repetição do exercício proposto. (KISNER; COLBY, 2016). 1 - Demonstração da realização de um teste de repetições máximas É a quantidade de peso levantada uma vez durante a realização de um exercício de levantamento de peso. Para testar 1RM de um grupo muscular, como flexores de cotovelo ou extensores de joelho, e escolhido peso, ao dispositivo do exercício, porém abaixo da capacidade máxima de levantamento do indivíduo. (Mcardle e Katch, 1992). Exemplo: Agachamento livre – 10 repetições, peso máximo atingindo 60kg. 2 - Exercício de fortalecimento para os membros superiores Durante a aula a professora nos orientou sobre alguns exercícios, com a mão na parede girar o tronco para alongar os flexores e adutores do ombro (peitoral maior e menor), alongamento do tríceps de forma passiva (extensão de ombro e flexão de cotovelo), fizemos exercícios para alongar rotador externo e interno do ombro e polichinelo, flexão de braços se deite, afaste as mãos, apoiadas no solo, na largura dos ombros. Flexione e estenda os cotovelos. Fizemos 12 repetições. ( https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os- membros-superiores/) 3 - Exercício de fortalecimento para membros inferiores https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/ https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/ Extensão de perna sente-se na beira da cadeira com os pés no chão e as mãos em cada lado. Mantenha a parte superior do corpo imóvel enquanto sobe a perna direita e a estica, e depois flexiona os músculosquadríceps. Segure por um segundo antes de retornar à posição inicial. Repita o procedimento para o número sugerido de repetições e troque de lado. Agachamento, Partes do corpo visadas: abdome, glúteos, quadríceps, isquiotibiais (parte de trás da coxa) e panturrilhas. Sente-se na beirada da cadeira com os pés no chão. Contraia os músculos abdominais e incline-se um pouco para a frente. Pressione os calcanhares no chão para elevar o corpo e ficar de pé. Depois, abaixe lentamente, tocando os glúteos na ponta da cadeira. Para tornar o exercício mais difícil, segure um halter em cada uma das mãos. Abdução de quadril, Partes do corpo visadas: glúteos, flexores do quadril, abdutores (parte superior externa da coxa). Fique atrás da cadeira, com os pés afastados na largura dos quadris e os joelhos levemente dobrados, e apoie-se na cadeira. Flexione o pé direito e levante a perna direita para o lado, o mais alto que puder, sem mover a parte superior do corpo. Mantenha os ombros sobre os quadris durante todo o movimento. Faça uma pausa por um segundo e abaixe a perna, jogando o calcanhar no chão. Repita os movimentos e depois troque de lado. Para tornar o exercício mais difícil, coloque pesos nos tornozelos. ( https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios- para-fortalecer-os-membros-superiores/). 4 - Dinâmica de fortalecimento em circuito O treinamento de circuito consiste em uma metodologia que trabalha exercícios de maneira intercalada, utilizando “estações “- cada estação consiste em um tipo de exercício que pode ser controlado por número de repetições ou por tempo, com pequenas pausas de descanso entre uma estação e outra. Este tipo de treino foi desenvolvido em 1953 por R. E. Morgan e G. T. Anderson, na Inglaterra, e hoje em uma aula em forma de circuito pode-se trabalhar o condicionamento aeróbico e o treinamento de força e resistência, gerando assim grande demanda metabólica. Escalador, em decúbito ventral com as mãos apoiadas no solo, cotovelos flexionados e meia ponta apoiada no chão. Estenda os braços ficando em posição de prancha e em seguida flexione os joelhos alternadamente em direção ao peito. https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/ https://boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-7-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/ https://blogeducacaofisica.com.br/19-metodos-de-treinamento-de-forca/ Burpee, em pé, com pés afastados na largura do quadril e braços ao longo do corpo. Salte levantando os braços para cima, agache colocando as mãos no chão, estenda as pernas para trás flexionando os cotovelos, retorne ao agachamento e volte à posição inicial. Executamos o exercício com a orientação da professora. (Schmidt D, Anderson K, Graff M, Strutz V.2016). Aula 4 Roteiro 4 Treinamento sensório - motor Trata-se de um termo utilizado para definir um treinamento com exercícios que trabalham equilíbrio, coordenação motora e a propriocepção. A propriocepção engloba as sensações de movimento e posicionamento articular, importantes para o controle dos movimentos e da postura com estabilidade. Existem várias possibilidades de intervenções dentro deste treinamento, como por exemplo, utilização de cama elástica, bolas suíças, pranchas de equilíbrio, diferentes pisos, objetos com diferentes texturas, pesos e formatos, entre outros. (https://clinicamotricita.com.br/treino- sensório-motor/). 1 - Exercícios ativos de reposicionamento articular Nesta aula formamos duplas e com a orientação da professora realizamos o exercício. Ficar de pé e levantar o pé do lado contrário ao joelho lesionado, mantendo essa posição por 30 segundos e repetindo 3 vezes. A dificuldade do exercício pode ser aumentada colocando-se os braços para cima ou fechando os olhos, por exemplo. 2 - Estabilização dinâmica Testes de equilíbrio estático: O equilíbrio estático pode ser avaliado observando-se a habilidade do paciente de manter diferentes posturas. O teste de Romberg examina a habilidade do paciente de ficar em pé com os pés paralelos e unidos, com os olhos abertos e depois fechados, durante 30 segundos. (Newton, RA; 1989). O controle do equilíbrio dinâmico pode ser avaliado observando-se a facilidade com que o paciente é capaz de ficar em pé ou sentado sobre superfícies instáveis (p. ex., espuma ou bola suíça). a transição de uma posição para ou· traz (p. ex., transferências de decúbito dorsal para sentado ou de sentado para em pé) e fazer atividades como caminhar, saltar, pular com um pé e com os dois pés. (Biade. FO. 1988). Os benefícios da plataforma vibratória estão relacionados com a força e contração muscular que precisa ser realizada para evitar desequilíbrio. Assim, para potencializar o uso da plataforma deve-se realizar exercícios de contração muscular com halteres, bolas ou elásticos para que o ganho de força e aumento do volume muscular realmente seja alcançado. o uso da plataforma vibratória não é indicado em caso de uso de marcapasso cardíaco, epilepsia, durante a gestação, hérnia de disco grave, em caso de prótese de quadril ou joelho. (https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/). A estabilização rítmica é uma técnica da FNP, baseada no método Kabat, que utiliza contrações isométricas alternadas contra uma resistência com ausência de movimento. (Durigon, 1995). A FNP utiliza a técnica de estabilização rítmica (ER), que recorre aos músculos agonistas para melhorar a ação dos músculos antagonistas. Trata-se de uma contração de compartimentos musculares antagonistas. A contração máxima estática de um grupo agonista é seguida imediatamente e sem relaxamento de uma contração estática do grupo antagonista. Cada contração é mantida durante 6 segundos. Utiliza-se do princípio de indução sucessiva. O grupo mais forte, trabalhando contra uma resistência máxima, irradia ao grupo antagonista mais fraco, o qual se contrai, por sua vez, de uma forma estática. As estabilizações rítmicas dirigem-se sobre todos os músculos tônicos estabilizadores (Noël-Ducret, 2001). 3 - Padrões motores funcionais O desenvolvimento motor segundo Isayama e Gallardo (1998), tem sido utilizado para compreender o desenvolvimento humano e os aspectos relacionados. Os primeiros estudos em desenvolvimento motor originaram-se com a intenção de entender o desenvolvimento cognitivo a partir do movimento. Foi realizado em sala exercícios com balancin, onde a professora fez treino funcional de chute com aluno que joga futsal, eu optei pelo exercício de marcha com elástico, com orientação da professora. https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/ 4 - Pliometria: Exercícios Pliométricos para membros superiores O exercício Pliométrico é um tipo de exercício que facilita o aumento de força e potência do músculo por meio do ciclo-alongamento-encurtamento (CAE). O CAE é uma combinação de contração excêntrica seguida por uma contração concêntrica. Como exemplo de exercícios Pliométricos, podemos citar saltos, pulos, lançamentos de bolas, entre outros. (BRODY; HALL, 2012). Lançamento da parede suspensa, fique em frente a uma parede a cerca de um metro e com as pernas abertas na altura dos ombros. Segure uma bola de medicina acima de sua cabeça. Jogue a bola contra a parede e pegue-a na mesma posição. Relance o mais rápido e controlado possível. Certifique-se de manter o abdômen contraído o tempo todo, evitando assim uma tensão excessiva na região lombar. (Jellison, Marck., 2016). Flexão com palmas, fique em posição de prancha alta, com as mãos na direção dos ombros. Desça o tronco até o peito quase encostar no chão. Retorne empurrando o chão o máximo que conseguir, com um movimento de explosão. (https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/). Arremesso lateral da medicineball: Neste exercício você deve ficar em pé, com a bola em ambas as mãos, que você deve lançar em uma superfície vertical ou para um parceiro. Para impulsionar a bola, você deve girar o tronco do corpo, posicionando a bola na altura dos quadris e levantando-a até o peito para lançá-la. (https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/). 5 - Exercícios Pliométricos para membros inferiores Salto na caixa: O atleta se posiciona atrás de uma caixa que possui uma altura adequada. A altura da caixa deve permitir que o atleta caia com os joelhos flexionados a aproximadamente 120º. O atleta realiza um contra- movimento enérgico com o balanceio dos braços, flexionando os joelhos e o quadril. O atleta estende completamente o quadril e os joelhos gerando uma força máxima. Durante a preparação para a queda o quadril e os joelhos se flexionam. O atleta cai suavemente sobre a parte superior da caixa para completar o exercício. (KOMI, P. V. Artmed, 2006). Saltos simples comecem saltando com apenas uma perna no chão e aterrise https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/ https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/ com a outra. Vá intercalando. (https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios- pliometricos/). Saltos no lugar, são saltos de esforço único onde os atletas aterrizam no próprio lugar onde começaram. Esses saltos devem ser de máximo esforço, enfatizando a técnica correta de salto e velocidade de movimento. Seu valor está em ensinar as técnicas de salto e de aterrissagem, além de mexer o corpo explosivamente. A seguir uma progressão de saltos no lugar: Salto com contra movimento: de pé, com os pés apoiados na largura dos ombros. Rapidamente flexione o quadril para trás juntamente com a flexão dos joelhos. Neste momento os braços devem movimentar–se para trás dos ombros. Agache ¼ e rapidamente reverta o movimento num salto explosivo para o alto. Aterrise flexionando o quadril e joelhos. Corridas com mudança de direção para treinar a absorção das cargas mecânicas atuando na articulação e nos mecanismos reflexos musculares. (Hansen, Derek, Kennelly, Steve, 2017). 6 - Pliometria em exercícios funcionais de vida diária A Pliometria também e importante no contexto da vida diária do paciente. O exercício pode ser solicitando-se a paciente para sentar-se e levantar da cadeira cada vez mais rápido. Outra forma de aumentar a intensidade do treino é segurar um peso em cada mão. Comece com 1,5 kg e aumente até 2,5 kg, gradualmente. Outra forma de potencializar o exercício é colocar um objeto pequeno entre suas pernas. Caso seus joelhos cedam para dentro quando você fica de pé, tente promover a força dos glúteos repetindo o exercício com um objeto entre as pernas. Se tiver uma bola de academia pequena (ou até mesmo uma bola de quicar de crianças), ótimo! Na falta dela, segure qualquer outro objeto pequeno entre as pernas para mantê-las no lugar enquanto se levanta. Você pode usar um travesseiro, um bloco de yoga, um livro ou um bicho de pelúcia. (https://health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance- training). 7 - Exercícios Pliométricos para o tronco https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/ https://boaforma.abril.com.br/movimento/exercicios-pliometricos/ https://health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training https://health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training Em pé, empunhando um halter, anilha ou medicine ball a frente do corpo, mantenha os cotovelos a 90º. Inicie a rotação de tronco e quadril no ângulo de 180º, acelerando e desacelerando o movimento nas duas extremidades. Libere o calcanhar da perna oposta ao lado do giro. Quanto maior a velocidade, maior será a necessidade de desacelerar o movimento nas extremidades. Faça de duas a quatro séries de 20 a 30 repetições, contando sempre do lado direito e mantendo 1’ de intervalo entre as sessões, num ritmo que vai do moderado para rápido. (https://www.webrun.com.br/core-ativo-fortalecido-melhora-postura/). Em sala com orientação e supervisão da professora realizamos os exercícios para flexores de tronco, e exercícios pliométricos em rotação com a resistência elástica e manual. Explicamos cada exercício, sempre ressaltando que eles iriam ser progressivos, conforme a evolução do paciente. https://www.webrun.com.br/core-ativo-fortalecido-melhora-postura/ Resultado e discursão Realizamos em sequencia as técnicas de mobilização articular passiva, ativo assistida e ativas dos membros superiores e inferiores. Em seguida, em duplas utilizamos as técnicas de mobilização intra-articular dos membros superiores e inferiores. Em seguida realizamos os exercícios de deslizamentos e trações uns nos outros, orientados pela professora. Após uma breve explicação de como identificar os músculos dos membros superiores e inferiores, iniciamos o posicionando o paciente de forma correta na maca e efetuamos os alongamentos de forma passiva nos membros superiores e inferiores. Fizemos a troca entre os alunos para que ambos pudessem realizar e aprender a executar os movimentos. No decorrer da aula fizemos diverso treinos de equilíbrio e Pliometria, utilizando pranchas de equilíbrio, bola suíça, cama elástica entre outros. Todos os alunos passaram por todos os equipamentos a fim de aprender e saber realmente quais as dificuldades que existe em cada aparelho. Nas aulas práticas concluímos todas as técnicas propostas no roteiro podemos entender melhor qual a função de cada método e como utilizar de maneira correta. Por fim, as aulas ocorreram sem muitas dificuldades, o que acrescentou em muito o nosso conhecimento sobre a cinesioterapia para uma qualificação melhor em nossa formação. Referências Biade. FO. 1988. Brody; Hall, Exercício Terapêutico na Busca da Função - 3ª Ed. 2012 Cabral et al., 2008; Ferreira et al., 2017). Corrigan, B.; Maitland, G.D. Transtornos musculoesqueléticos da coluna vertebral. Rio de Janeiro: Revinter, 2005. 2005 Dutton, M. Fisioterapia ortopédica: exame, avaliação e intervenção. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010. Hansen, Derek, Kennelly, Steve, 'Equipment' in Plyometric Anatomy, Leeds: Human Kinetics, 2017. Houglum, P. A. Betoti, D. B. Cinesiologia clínica de Brunnstrom. 6.ed 2015. Isayama, H. F; Gallardo, J. S. P. Desenvolvimento motor: Análise dos estudos brasileiros sobre habilidades motoras fundamentais. Revista de Educação física/UEM. 1998. Jellison, Marck., 2016. Kisner, Carolyn & Colby, Lynn Alle, exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas, 2005. Kisner & Colby, Exercícios Terapêuticos: Fundamentos e Técnicas 5ªed., 2009). Kisner; Colby, Therapeutic exercises: fundamentals and techniques, 2016. Levangie, P. K., & Norkin, C. C. Joint structure and function: a comprehensive analysis. 4th ed. (2005). Lippert, MS, PT> - 2013 Cinesiologia Clínica e Anatomia 5ªed., 2013. Maitland, G.D. Peripheral manipulation. 3. Ed. Boston: 1991. Mcardle e Katch, Exercise Physiology: Energy, Nutrition and Human Performance, 3rd edition, 1992. Newton, RA; 1989. Noël-Ducret Facilitation neuromusculaire par la proprioception, 2001. Palastanga, N., & Soames, R. Anatomy and Human Movement: Structure and function. 6 ed., 2012. Prentice, W.E. Fisioterapia na Prática Esportiva – Uma abordagem baseada em competências. 14 ed. Porto Alegre: Artmed, 2012. R.M.H McMinn – 2009. Schmidt D, Anderson K, Graff M, Strutz V.2016. Valéria Gil de Souza. 1ª Edição – 2011. Voight, M. L. Hoogenboom, B. J.; Prentice, W. E. Técnicas de exercícios terapêuticos: estratégia de intervenção musculoesquelética, 2014. Fonte disponível em: https://www.boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-exercicios-para-fortalecer-os- membros-superiores/ https://www.blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamicohttps://www.clinicamotricita.com.br/treino-sensório-motor/ https://www.health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior/ http://www.mundoboaforma.com.br/alongamento-dinâmico/ https://www.boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/ https://www.boaforma.abril.com.br/fitness/circuito-de-exercicios-para-fortalecer-os-membros-superiores/ https://www.blog.nutrify.com.br/alongamento-dinamico https://www.clinicamotricita.com.br/treino-sensório-motor/ https://www.health.clevelandclinic.org/tips-adding-resistance-training https://www.kenhub.com/pt/library/anatomia/anatomia-do-membro-inferior/ http://www.mundoboaforma.com.br/alongamento-dinâmico/ https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos/ https://www.saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos/ https://www.spiegato.com/pt/o-que-e-a-articulacao-metatarso-falangeana/ https://www.tuasaude.com/cinesioterapia/ https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/ https//www.praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/ https://www.pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular https://www.myprotein.pt/thezone/treino/alongamentos https://www.saude.culturamix.com/dicas/articulacao-do-ombro-movimentos/ https://www.tuasaude.com/plataforma-vibratoria/ https://praticandofisio.com/facilitacao-neuromuscular-proprioceptiva-kabat/ https://www.pt.wikipedia.org/wiki/Contração_muscular