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Lista RENAME- Aparelho Cardiovascular 
Bloqueadores do Canal De Cálcio
Mecanismo de ação: os bloqueadores dos canais de cálcio (BCC) podem reduzir a pressão arterial por meio da redução da resistência vascular sistêmica e do débito cardíaco.
Nas células musculares lisas, a entrada diminuída de Ca2+ através dos canais tipo L mantém baixas as concentrações intracelulares de Ca2+, reduzindo, assim, a ativação da quinase da miosina de cadeia leve mediada pelo cálcio-calmodulina, a interação actina-miosina e a contratilidade do músculo liso. 
 Nos miócitos cardíacos, a redução do influxo de Ca2+ através dos canais tipo L ocasiona diminuição de contratilidade do miocárdio, frequência de marca-passo do nó sinoatrial (SA) e velocidade de condução do nó atrioventricular (AV). 
1. Anlodipino: é da classe química dos di-hidropirídinicos de terceira geração e funciona principalmente como vasodilatador. Em contrapartida, exercem relativamente pouco efeito sobre o tecido cardíaco. 
Concentração e forma farmacêutica: 5 ou 10mg/comprimido 
Indicação: tratamento de hipertensão arterial. 
2. Verapamil: é da classe dos não di-hidropirídinicos, atua principalmente como agente inotrópico e cronotrópicos negativos, diminuindo assim a contratilidade do miocárdio, além disso alteram a velocidade de condução do sistema eletríco cardíaco. 
Concentração e forma farmacêutica: 80 ou 120mg/comprimido ou 2,5mg/mL/solução injetável. 
Indicação: arritmias de reentrada (FA e Flutter) ou doença isquêmica miocárdica (angina).
Efeitos adversos: são drogas com um bom perfil de segurança e não costumam apresentar efeitos adversos graves quando bem indicadas. 
Rubor, constipação intestinal, cefaleia, edema e tontura. 
Em excesso, os efeitos cronotrópicos e inotrópicos negativos de verapamil podem resultar em bradicardia, bloqueio atrioventricular e insuficiência cardíaca. 
Precauções: pacientes em uso de beta-bloqueadores não devem utilizar concomitantemente verapamil. 
Alguns estudos sugerem que esses medicamentos não devem ser utilizados para manejo da insuficiência cardíaca. 
Beta-Bloqueadores 
Mecanismo de ação: os antagonistas β-adrenérgicos bloqueiam as ações cronotrópicas e inotrópicas positivas das catecolaminas endógenas nos receptores β-adrenérgicos, resultando em diminuição da frequência cardíaca e da contratilidade do miocárdio. 
Podem ser dividos em: antagonistas β não seletivos (Propranolol)
 	antagonistas β não seletivos com ação concomitante como antagonistas α1 (Carvedilol) 
 	agonistas parciais β-adrenérgicos (Pindolol)
 	antagonistas β1-seletivos (Atenolol). 
1. Propanolol: não faz nenhuma distinção entre os receptores β1 e β2 em suas afinidades de ligação, por isso é classificado como β-bloqueador não seletivo. 
Concentração e forma farmacêutica: 10 ou 40mg/comprimido. 
Indicação: tratamento da hipertensão, angina, taquiarritmias causadas por estresse físico ou emocional, tremor essencial, hipertensão portal e cefaleia de origem vascular. 
2. Carvedilol: bloqueia os receptores α1, β1 e β2, por isso é classificado como antagonista β não seletivo com ação concomitante como antagonistas α1 (ação vasodilatadora periférica associada). 
Concentração e forma farmacêutica: 3,125 ou 6,25 ou 12,5 ou 25mg/comprimido. 
Indicação: tratamento da hipertensão e insuficiência cardíaca com função sistólica diminuída. 
3. Atenolol: realiza bloqueio adrenérgico seletivo dos receptores β1, é classificado, portanto, como antagonista β1-seletivo. 
Concentração e forma farmacêutica: 50 ou 100mg/comprimido. 
Indicação clínica: tratamento da hipertensão 
Efeitos adversos dos beta-bloqueadores: quando bem indicadas são medicações bem toleradas.
Agravamento de broncoconstrição em pacientes asmáticos. 
Redução do DC em pacientes com IC descompensada
Mascaramento dos sintomas de hipoglicemia em pacientes que fazem uso de insulina. 
Distúrbios de condução atrioventricular 
Precauções: os beta bloqueadores estão contraindicados no IAM em caso de: FC < 60 bpm ou PAS < 100mmHg, disfunção grave de VE. 
Na insuficiência cardíaca, Os BB devem ser iniciados em pacientes em classe funcional de I a IV da NYHA, com disfunção sistólica, em ritmo sinusal ou fibrilação atrial, sem hipotensão sintomática. 
Nos últimos anos, antagonistas dos receptores β-adrenérgicos têm sido usados com menos frequência no tratamento inicial da hipertensão, devido a dados clínicos que sugerem não serem eles tão eficazes quanto diuréticos ou inibidores do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Em geral, tais antagonistas são eficazes no tratamento da hipertensão em pacientes mais jovens.

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