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Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Anatomia cabeça e pescoço 
• Desenvolvimento e ossificação 
Crescimento: crescimento significa normalmente uma variação em tamanho ou número de 
substância viva. – Fenômeno anatômico. 
Desenvolvimento: é um processo de aumento em complexidade de maturação do organismo 
com diferenciação, especialização e também crescimento. – Fenômeno fisiológico 
Crescimento e desenvolvimento andam juntos, no entanto não significam a mesma coisa. 
• Pontos craniométricos 
 
• Crânio 
Visões do crânio: anterior, posterior, superior, inferior e lateral 
O crânio é constituído por 22 ossos, onde 11 dos quais são pares. 
Os ossos da cabeça são unidos por articulações chamadas suturas, com exceção da mandíbula. 
Constituídos por lâminas externa e interna, de substancia compacta, e uma camada esponjosa 
média (díploe). 
Sua divisão expressa em: neurocrânio e viscerocrânio 
Neurocrânio: 
Os ossos do neurocrânio são em número de 8 ossos, sendo 2 pares e 4 ímpares. 
Frontal – 1 Occipital – 1 Esfenoide – 1 
Etmoide – 1 Temporal – 2 Parietal – 2 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
 
 
Osso etmoide: osso leve, esponjoso, irregular, ímpar, situado na parte anterior do crânio. (nesse osso localiza-se a 
crista de Galli). lamina crivosa fica ao lado da crista de Galli onde tem passagem dos nervos olfatórios 
Osso esfemoide: osso irregular e ímpar, formato de borboleta. 
Viscerocrânio 
Também conhecido como esqueleto da face. É formado por 14 ossos, sendo 2 ímpares e 6 
pares. 
Mandíbula – 1 Vômer – 1 Zigomático – 2 
Maxila- 2 Palatino – 2 Nasal – 2 Lacrimal – 2 
Concha nasal inferior – 2 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
 
Osso vômer: osso ímpar dentro da cavidade nasal; encontra-se na parte inferior e posterior da cavidade nasal e 
forma a parte do septo 
• Forames cranianos 
Forame magno: medula espinhal e artéria vertebral 
Forame jugular (a cada lado): veias jugulares internas, nervos IX-XI 
Canal carotídeo (a cada lado): artérias carótidas internas, plexo carotídeo, gânglio cervical 
superior. 
 
• Vista superior do crânio 
obs: veia emissária drena a díploe 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
• Ossos esfenoide 
Ele é um dos mais importantes pois permite passagem de nervos que passam para o cérebro. 
Os canais ópticos, localizados na base das asas menores, permitem passagem dos nervos 
ópticos dos olhos para a base do encéfalo. 
Na parte superior do corpo possui uma depressão chamada sela túrcica que aloja a glândula 
hipófise (responsável pela síntese de hormônio). 
IMPORTANTE: 
• Forame redondo: passagem do nervo maxilar 
• Forame oval: passagem para o nervo mandibular (pega toda a parte inferior, língua, 
mucosas e etc). 
• Canal optico: nervo optico e artéria oftálmica 
• Fissura orbital superior: nervooculomotor 
• Forame espinhoso: artéria meníngea mediana 
 
• Ossos temporais 
Dividido em 3 partes: escamosa, timpânica e petrosa. 
O arco do zigomático faz parte do osso temporal e não do osso zigomático. 
A região auditiva é problemas de ATM, prejudicando canal auditivo. 
O processo estiloide parece uma agulha e nele sai um ligamento importante: ligamento 
estilomandibular e fixa no ângulo da mandíbula. Onde “segura” a nossa boca. (ele é inserido 
no processo estiloide e na margem posterior do ângulo da mandíbula). 
Esse osso tem uma grande comunicação interna com a cavidade oral. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
 
• Mandíbula 
É um osso móvel e mais forte (em vista do crânio ao todo) 
Contém os alvéolos dentário inferiores 
É um osso impar 
A parte mais volumosa é chamada de corpo da mandíbula. E nós vimos o forame mentual (ele 
é o final do canal mandibular (esse canal mandibular está no forame mandibular), onde 
localiza-se o nervo mandibular que pegam os nervos dos molares). Quando o nervo 
mandibular chega ao forame mentual ele vira um nervo mentual. 
Quando as pessoas vão perdendo os dentes, os alvéolos se fecham e a vascularização também. 
Cessando assim a nutrição, o que diminui a espessura da mandibula. 
A mandíbula tem dois processos: processo coronoíde e processo condilar. Ligando esses dois 
nós temos uma incisura mandibular (sendo muito importante pois ela passa a artéria 
mandibular). 
Processo condilar: lembra um pouco o fêmur. Ele se liga a depressão: processo ofosa do osso 
temporal 
Na visão lateral da mandíbula ela apresenta uma elevação, chamada tuberosidade masseterica 
- fixa o musculo masseter (musculo da mastigação). 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
- Corpo da mandíbula 
O corpo da mandíbula tem uma forma de ferradura, possuindo uma face externa e outra 
interna, limitadas pelas bordas superior e inferior. 
À igual distancia da borda superior e inferior da mandíbula, entre os pré molares inferiores, 
observa-se o forame mentual, pelo qual emergem os vasos e os nervos mentuais. 
No corpo da mandíbula a partir do primeiro molar nota-se uma elevação que se continua com 
a borda anterior do ramo da mandíbula, denominada linha obliqua. Nesta originam-se parte 
do musculo bucinador e os músculos depressor do lábio inferior e depressor do ângulo da 
boca. 
Foramina lingual: Quando presente, é atravessado pelo ramo da artéria sublingual. 
Linha milo-hióidea: ela inicia-se abaixo da espinha mentual e se estende até a região do 
terceiro molar. Nessa linha, origina-se o musculo milo-hioideo, que forma o assoalho da boca. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
A linha milo-hióidea divide a face interna do corpo da mandíbula em duas fossas: fóvea 
sublingual a qual aloja a glândula sublingual e a fóvea submandibular que aloja a glândula 
submandibular. 
A borda superior do corpo da mandíbula é constituída pelo processo alveolar da mandíbula, 
que contém as cavidades que alojam os dentes inferiores, os alvéolos dentais. O conjunto dos 
alvéolos dentais e dentes inferiores forma o arco dental inferior. Na lamina óssea vestibular, 
notam-se eminencias alveolares, causadas pelas raízes dos dentes inferiores, observadas mais 
na região anterior até a região de pré-molares. 
 
 
 
 
Septo interradiculares: separa entre si raízes de dentes multirradiculares (pré-molares e 
molares) 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Septo interalveolar: septo ósseo que separa dois alvéolos (incisivos e caninos) 
 
Obs: rafe pterigomandibular = área de fixação pós trígono retromolar. É uma área de ponto de 
fixação dos ligamentos = m. constritor da faringe e anteriormente do bucinador. 
 
Canal mandibular: é um canal ósseo que percorre parte do corpo e do ramo da mandíbula, 
alojando os vasos e os nervos alveolares inferiores (V3 par do trigêmeo). Este canal origina-se 
no forame mandibular e termina na região dos ápices dos pré-molares. 
Tipo 1: é o tipo mais frequente. O canal está em contato intimo com o fundo do alvéolo do 
terceiro molar e se distancia das raízes dos outros molares e pré-molares. 
Tipo 2: é o segundo tipo mais frequente. O canal mandibular encontra-se distante de todos os 
dentes 
Tipo 3: é o tipo menos frequente. O canal mandibular localiza-se próximo aos ápices dos molares 
e dosegundo pré-molar. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
Maxila 
É um osso pneumático. E tem algumas semelhanças com a mandíbula. 
Está localizado o arco alveolar superior. 
É demarcada com dois forames chamado de: supra orbital e infra orbital. 
Não conseguimos ver tão bem a maxila no RX, pois possuímos ossos pneumáticos (com ar/seios 
face)! Dessa forma, quando está com sinusite é quando está bem preto essa área no exame. 
 
• Ossos que formam o palato 
Forame central: forame nasopalatino (localiza-se bem atrás dos incisivos superiores). 
As vezes pode acontecer a falta de fusão palatina ou ocorrer a funsão incompleta,e ocorrendo 
assim a “fenda palatina”. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
• Seios paranasais 
 
A cavidade nasal e os seios paranasais têm várias funções: 
- Ajudar a filtrar o ar que respiramos 
- Aquecer e umidificar o ar que chegará aos pulmões 
- Dar ressonância à voz 
- Aliviar o peso do crânio 
A cavidade nasal e os seios paranasais são revestidos por uma camada de muco denominada 
mucosa. 
 
Osso hioide 
O osso hioide é um osso especial, em forma de “U”. Ele fica localizado na porção ântero-
superior do pescoço entre a mandíbula e a laringe. 
Ele é a única parte do esqueleto que não se comunica com nenhum outro osso! 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Está suspenso pelos ligamentos estilo-hióides que se ligam no processo estiloides do crânio. 
Vários grupos musculares se fixam no hioide e em razão de suas posições são chamadas de 
supra-hioide e infra-hoides. 
Funções: deglutição, fala, respiração e mastigação. 
 
 
 
• Musculo hioideo 
É um musculo que é apenas suportado pelos músculos do pescoço. Suporta, por sua vez, a 
musculatura na base da língua. 
Músculos da faringe: os músculos que compõem a faringe, elevam a faringe e encurtam a na 
deglutição e fonação. É composta principalmente pela camada de musculo circular externa e 
uma camada de musculo longitudinal interna. A circular é composta por 03 constritores (eles se 
contraem voluntariamente). 
Músculos da laringe: A musculatura extrínseca realiza a sustentação e a fixação da laringe). Já a 
musculatura intrínseca é responsável pela produção do som propriamente dito como o músculo 
tireoaritenóideo, o cricoaritenóideo posterior e lateral, os aritenóideos e o cricotireóideo. – 
ajudam as dimensões de passagem de ar. 
Músculo infra-hioideos: posicionam a laringe e o osso hioideo no pescoço. (Esterno-hioideo, 
Omo-hioideo, esternotireóideo e tíreo-hioideo). 
Musculo conatidos pela fáscia do revestimento: movimentam a cabeça e a extremidade 
superior. 
Músculos posturais no compartimento muscular do pescoço: posicionam o pescoço e a cabeça. 
 
• Estrutura geral das vertebras 
 
Apesar de cada vertebras apresentar características particulares de cada região da 
coluna vertebral todas elas possuem uma estrutura básica. 
 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
 
 
• Características particulares das vertebras 
 
As vertebras das regiões: 
- cervical 
- torácica 
- lombar 
 
Apresentam característica próprias, regionais que se distinguem estes grupos de 
vértebras. 
 
• Cervical 
Constituída de vértebras 
C1 e C7 
Representadas por duas vértebras atípicas: 
- atlas 
- àxias 
Representadas por quatro vertebras típicas 
 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
- Forame transverso, vertebras de maiores mobilidades, processo espinhoso longo e bifurcado, 
facetas articulares em posição horizontal, corpo vertebral pequeno. 
- O CI e C2 (atlas e axis) não possuem processo espinhoso, começa a partir do C3. 
- O corpo espinhoso nas vertebras cervicais são menores, visto que, não tem muito peso para 
suportar. Já nas outras vertebras o corpo espinhoso é mais grosso. 
- As vertebras cervicais possuem forame transverso e é nele onde passa a artéria. 
Obs: as outras vertebras não possuem forame transverso. 
Junturas do crânio e articulação temporomandibular 
• Juntura fibrosa 
A maioria dos ossos do crânio está unida por junturas fibrosas e o tecido que une esses ossos é 
o tecido conjuntivo fibroso  este tipo de juntura possui pouco movimento. 
 
Dente (articulação fibrosa) gonfose – articulação que não apresenta movimento, 
quando o dente ainda é decíduo, o dente ele ainda tem movimentação (fica mole). 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Depois que se faz a troca de todos os dentes, os permanentes não vão apresentar mais 
movimento, só terá movimento se você tiver alguma perda de tecido ósseo ou alguma 
patologia oral. 
É uma articulação fibrosa restrita à fixação dos dentes, se encontra entre a raiz do dente 
e seu alvéolo 
 
• Juntura sinovial (articulação que possui muita mobilidade) 
ATM é a única articulação do crânio. Ela está localizada entre a mandíbula e o osso temporal. 
Componentes anatômicos da ATM: 
- Superfícies articulares ósseas: superfície mandibular e fossa mandibular direito e esquerdo. 
- Cartilagem articular fibrosa: essa cartilagem se regenera por chegar muito sangue da carótida 
externa, que nutri a cartilagem dando a capacidade de se regenerar  é importante para 
impactos do côndilo. 
- Disco articular: é o que se move promovendo o movimento da mandíbula 
- Cápsula articular: retenção da sinóvia, dando proteção a ATM 
- Membrana sinovial: é aonde acontece a produção da sinovia. 
- Sinóvia: líquido sinovial que circula na ATM, promovendo a lubrificação, proteção e nutrição. 
A ATM é formada pelo encontro do osso temporal (fossa mandibular e eminencia articular) da 
mandíbula (côndilo). 
Tubérculo/eminencia articular que funciona como mecanismo de trava “para a mandíbula não 
se desprender ou escorregar”. 
 
Cartilagem articular: é constituída por tecido conjuntivo fibroso que tem grande capacidade de 
regeneração (esta capacidade de regeneração só é possível pela passagem de sangue da artéria 
carótida externa nutrindo essa cartilagem) Este tecido é menos susceptível aos efeitos de 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
envelhecimento do que a cartilagem hialina e, desse modo, menos provável de sofrer desgaste 
com tempo. 
Obs: a cartilagem hialina (cartilagem presente em todo o nosso corpo) não possui nenhuma 
capacidade de regeneração. 
Disco articular: tem como função regularizar a discrepância anatômica existente entre as faces 
articulares, absorve choque e promove movimentos suaves, divide a cavidade articular em 
regiões supra-discal e infra-discal. 
Obs: tecido retrodiscal segura o disco para não sair ao abrir a boca. 
Joelho vascular (shutting artério-venoso): uma rede de vasos sanguíneos permite que o sangue 
flutua para dentro da fossa mandibular quando o côndilo se move para frente, preenchendo 
rapidamente o espaço de sangue. Quando o condilo volta-se para trás, o sangue é desviado para 
fora destes vasos (está área deve ser esvaziada igualmente rápida). 
- Para que possa acontecer essas rápidas inervações na pressão hidráulica, o meio ao redor da 
área se constitui de tecido conjunto areolar frouxa, que pode adaptar-se mais rapidamente aos 
singulares efeitos de compressão e tensão. 
Membrana sinovial: tecido conjuntivo ricamente vascularizado, contituido por capilares 
sinoviais responsáveis pela síntese do liquido sinovial. O liquido sinovial é um liquido bastante 
viscoso que exerce funções de: lubrificação da ATM, proteção biológica, nutrição da ATM – 
principalmente do disco. 
Cápsula articular: é um cone de tecido fibroso que envolve toda a articulação, retendo o liquidosinovial. Ela é bem inervada e proporciona estimulo proprioceptivo sobre a posição e 
movimento da articulação. 
Propriceptores (estão dentro da cápsula articular): são terminações nervosas que indicam ao 
sistema nervoso quanto a posição e espaço. 
Ligamentos 
Ligamento tempormandibular: é externo, cobre toda a superfície lateral a cápsula articular. 
Origem: linha do processo zigomático. 
Inserção: no colo da mandíbula. 
Ligamento esfenomandibular: é interno, da espinha do esfenoide até a língula da mandíbula. 
Ligamento estilomandibular: ele vai do processo estiloide ao ângulo da mandíbula. 
 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
Irrigação e inervação da ATM 
Irrigação 
A ATM é irrigada por várias artérias, todas ramos da artéria carótida externa. Ela pode ser 
irrigada por diversos ramos artérias, como por exemplo, a.maxilar, a. auricular posterior, a. 
facial, a. temporal superficial, etc. 
Inervação 
Os nervos principais que conduzem a ATM são: 
- Nervo mandibular (V3 par): principal nervo da mandíbula 
- Nervo auriculotemporal: principal nervo sensitivo da ATM (é o nervo mais profundo) 
- Nervo masséterico. 
 
Movimentos da ATM 
Rotação: movimento conduzido pelo côndilo no qual eles giram sobresseu longo eixo (látero-
lateral)  realização pela articulação mandibulodiscal. 
Translação: movimento no qual o condilo caminha anteriormente, percorrendo o tubérculo 
articular quando tentamos realizar o movimento de protrusão e retrusão  articulação 
temporodiscal 
Transrotação: é a combinação do movimento de rotação e translação  atua ao mesmo tempo 
as articulações mandibulodiscal e temporodiscal. 
Lateralidade: quando mastigamos um alimento, levamos a mandíbula para o lado que irá tritura-
lo. A partir desse momento, o côndilo deste lado passa a se chamar côndilo de trabalho e o 
outro, o côndilo de balanceio. 
Movimento de trabalho (Bennet): é de pequena amplitude, já que o côndilo praticamente não 
sai da fossa mandibular. Ele pode girar em torno do seu eixo ou então girar discretamente para 
lateral, anterior, posterior, superior ou inferior. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Movimento de balanceio (não trabalho): movimento realizado pelo côndilo de balanceio quando 
levamos a mandíbula para um lado. Este côndilo exerce um maior movimento que o de trabalho. 
O côndilo dirige-se inferior, anterior e medial. 
Movimentos da mandíbula 
Abaixamento e elevação: sentido supero-inferior 
Protrusão e retrusão: sentido antero-posterior 
Lateralidade centrifuga e centrípeta: sentido látero-lateral 
Circundação: movimento que é a união dos três anteriores. Pelo falo da mandíbula conseguir 
executar esse movimento, alguns autores a chamam de juntura triaxial. 
Movimento de abaixamento da mandíbula: abertura da boca 
Abertura bucal inicial: ocorre até cerca de 1,5cm de abertura da boca.  músculos responsáveis: 
m. digastrico e m. supra-hióideo. 
Abertura bucal máxima: ocorre a partir da abertura inicial, quando abrimos a boca ao máximo. 
 músculos responsáveis: m. pterigoideo lateral 
Obs: a abertura bucal de rotina esses dois componentes se misturam. 
Movimento de elevação da mandíbula: fechamento da boca. 
Ocorre de duas maneiras: fechamento protusivo e fechamento retrusivo. 
Fechamento protusivo: a mandíbula é mantida para frente, mas com o côndilo em contato com 
o tubérculo articular 
Fechamento retrusivo: é mais fisiológico. O côndilo retorna à fossa mandibular ao final do 
movimento. 
Os músculos responsáveis são os m. da mastigação: m. masseter, m. pterigoideo lateral e medial 
e m. temporal. 
Movimentos de protrusão e retrusão: são os movimentos realizados quando movimentamos a 
boca para frente (protusão) e para trás (retrusão). 
Protusão: m. pterigoideo lateral 
Retrusão: fibras posteriores do m. temporal. 
Obs: esses dois movimentos são realizados pela articulação temporodiscal. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
Guia incisiva: no movimento de protrusão, quando mantemos contato entre os dentes. Ocorre 
um deslize dos dentes inferiores anteriores pela concavidade palatina dos superiores anteriores, 
o que leva à desoclusão progressiva dos dentes posteriores. 
Guia canina: é o deslizamento dos caninos entre caninos (desoclusão do canino). 
Movimentos limites da mandíbula – envelope de Posselt. 
Determina todo o conjunto das marcações nos três planos espaciais, constitui uma figura 
tridimensional conhecida como envelope de Posselt, caracterizado por formar uma figura 
tridimensional. 
Os movimentos mais realizados, sobretudo durante a mastigação, localizam-se no interior do 
envelope (ATM): 
Plano sagital: cria um vetor para angulação para atingir uma abertura máxima.  
depressão/elevação. 
Plano frontal: a mandíbula se lateraliza, vetores que mandam força para laterais  lateralização 
Plano transversal: forma um losangulo, boca abrindo  protrusão e retrusão 
Particularidades da anatofisiologia do sistema estomagnatico 
Funções estomatognáticas: 
Sucção, mastigação, deglutição, respiração, fala 
O padrão maturo de sucção vem junto com o controle voluntario de sucção, aonde são 
observados maior pressão intra oral e movimentos de elevação e abaixamento da língua, está 
sucção é chamada de sucking. 
Fases da mastigação: 
Incisão: apreensão do alimento obtida através da elevação da mandíbula em protrusão. A 
língua, junto com as bochechas, posiciona o alimento entre as superfícies oclusais dos dentes 
pré-molares e molares. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Trituração: transformação mecânica das partes grandes do alimento em partes menores 
Pulverização: transforma o alimento em elemento tão reduzidos com consistência ideal para a 
deglutição. 
Músculos da mastigação 
 
Músculos elevadores: 
- m. temporal: eleva a mandíbula, contrai os feixes anteriores na abertura máxima e os feixes 
posteriores na retração mandibular, age no deslocamento colateral. É fundamental na 
determinação do tônus muscular da posição lateral da mandíbula. (origem: assoalho da fossa 
temporal; inserção: processo coronoide da mandíbula; ação: eleva a mandíbula; inervação: raiz 
motora do trigêmeo). 
- m. masseter: além de ser elevador, atua na projeção anterior da mandíbula e na lateralização 
(origem: margem inferior do arco zigomático; inserção: tuberosidade massetérica; ação: feixe 
profundo: eleva mandíbula e mantem a oclusão; feixe sup: desloca a mandíbula para frente; 
inervação: raiz motora do trigêmeo). 
- m. pterigoideo medial: paralelo ao masseter é também elevador e age em conjunto com o 
masseter na protusão e na lateralização da mandíbula, com a boca fechada. (origem: fossa 
pterigoidea; inserção: tuberosidade pterigoidea; ação: eleva a mandíbula – protusão; 
inervação: raiz motora do trigêmeo). 
Músculos depressores: 
- m. pterigoideo lateral: além de depressor, projeta a mandíbula à frente e atua nos movimentos 
laterais. Estabiliza a ATM. 
Músculos auxiliares (participam nas funções estomatognáticas) 
Musculo orbicular dos lábios 
Musculo bucinador 
Musculo zigomático maior 
Musculo zigomático menor 
Músculos supra-hiodeo 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
- M milo-hioide: inserção proximal: linha milo-hioide; inserção distal: osso hioide e rafe fibrosa; 
função: ajuda a deglutição e abertura da mandíbula; inervação: nervo trigêmeo, ramo 
mandibular. 
- m. digastrico ventre anterior: inserção proximal: fossa digástrica da mandíbula; inervação: 
nervo trigêmeo, ramo mandibular; ventre posterior: inserção proximal: incisura mastoidea do 
osso temporal; inervação: nervo facial,ramo digástrico; função: abaixa a mandíbula, levanta e 
fixa o osso hióide. 
Músculos do palato: 
m. tensor do véu palatino: tem por função elevar o palato mole. Ele tensiona o palato mole 
esticando-o e o abaixando-o pelo achatamento do seu arco. 
m. palatoglosso: eleva a raiz da língua e aproxima o arco palatoglosso de seu homônimo, 
fechando e separando, deste modo, a cavidade da boca da parte oral da faringe. 
m. palatofaríngeos: empurram a faringe para cima, para frente e medialmente encurtando-a 
durante a deglutição. Eles também aproximam os arcos palatofaríngeos, puxando-os para 
frente. 
Músculos extrínsecos da língua: 
m. genioglosso; 
m. hioglosso; 
m. estiloglosso; 
m. palatoglosso; 
Artérias da cabeça e do pescoço 
Sistema linfático 
O sistema linfático é uma rede complexa de órgãos linfoides, linfonodos, ductos linfáticos, 
tecidos linfáticos, capilares linfáticos e vasos linfáticos que produzem e transportam o fluido 
linfático (linfa) dos tecidos para o sistema circulatório, ou seja, é constituído por uma vasta rede 
de vasos semelhantes às veias (vasos linfáticos), que se distribuem por todo o corpo e recolhem 
o líquido tissular que não retornou aos capilares sanguíneos, filtrando-o e reconduzindo-o à 
circulação sanguínea. 
Funções: 
- Drenar o excesso de líquido intertiscial afim de devolvê-lo ao sangue e assim manter o 
equilíbrio dos fluidos no corpo. 
- Transporta as vitaminas e os lipídeos, absorvidos durante o processo de digestão, até o sangue, 
para que este, leve os nutrientes para todo o corpo. 
- A realização de respostas imunes, ele impede que a linfa lance microrganismos na corrente 
sanguínea através da retenção e destruição destes dentro de seus linfonodos 
As tonsilas palatinas (amígdalas) produzem linfócitos. 
Tonsilas palatinas (adenoides) é uma saliência produzida por tecido linfático. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Vascularização 
As artérias são responsáveis pela irrigação e as veias pela drenagem. 
As artérias responsáveis pela irrigação da cabeça e do pescoço são: 
A. Subclávia: irriga grande parte o membro superior, mas emite ramos para o pescoço e o 
encéfalo 
A. Carotida interna: irriga a maior parte do pescoço do hemisfério cerebral 
A. Carótida externa: irriga a maior parte da cabeça exceto encéfalo e orbita e parte 
superior do pescoço. 
A artéria carótida comum termina ao nível da borda superior da cartilagem tireóide, no trigono 
carotídeo, dividindo-se em artéria carótida interna (ACI) e externa (ACE). No ponto onde ela 
divide-se existem dois importantes viscerorrecptores: 
Seio carotídeo: é uma área reguladora de pressão arterial. Ele contém pressorrecptores 
sensíveis às alterações da PA, cujo as informações são levadas ao SNC através do nervo 
glossofaríngeo. 
Corpo carotídeo: é um quimiorreceptor que reage às alterações do teor de dióxido de carbono 
e de oxigênio. Uma queda dos níveis de O2 ou um aumento de CO2 no sangue desencadeiam 
um reflexo que aumenta a frequência cardíaca e o ritmo respiratório. Essas informações são 
levadas ao SNC através do nervo glossofaríngeo. 
Artéria carótida interna 
É a continuação da artéria carótida comum. Ela não emite ramos no pescoço, sendo exclusiva 
para irrigação do encéfalo e parte da orbita. 
Após emergir no encéfalo emite os seguintes ramos: 
A. Oftálmica. 
A. Supra-obrital 
A. Supratroclear 
A. Etmoidais anterior e posterior. 
 
Artéria carótida externa 
Inicia-se na bifurcação da a. carótida comum. Termina na região do colo da mandíbula, onde 
divide-se em dois ramos: a. maxilar e a. temporal superficial. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
Artéria maxilar 
Ela inicia-se no interior da glândula parótida. O trajeto é dividido em três partes: mandibular, 
pterigoidea e pterigopalatina. 
Primeira parte ou parte mandibular: esta parte irriga a membrana do tímpano, parte da ATM, 
a dura-máter do crânio, a mandíbula, o m. milo-hioideo e os dentes inferiores. 
Pode ser observado os seguintes ramos: 
Artéria auricular profunda e artéria timpânica anterior  são pequenos ramos que se dirigem 
superiormente para irrigar parte da ATM e a membrana do tímpano. 
Artéria meníngea média  irrigar a dura-máter. 
Ramo meníngeo acessório. 
Arteria alveolar inferior: dirige-se para baixo e penetra no forame mandibular. Antes de penetrar 
no forame mandibular ela divide-se em 04 ramos. Ao chegar no forame mentual, essa artéria se 
divide em a. mentual e a. incisiva 
A. Mentual: irriga a pele e a mucosa do lábio inferior 
A. Incisiva: irriga os dentes caninos e incisivos, tecido ósseo e mucosa gengival adjacente. 
Segunda parte ou parte pterigoidea: irriga os músculos da mastigação e bochecha. 
Apresenta os seguintes ramos: 
- A. temporal profunda 
- A. pterigoideas 
- A. masseterica 
- A. bucal 
Terceira parte ou parte pterigopalatina: irrigação dos dentes superiores, do palato, da parte da 
órbita, cavidade nasal, seios paranasais e nasofaringe. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Artéria alveolar superior posterior: raízes dos dentes molares e pré-molares. 
Arteria palatina descendente: dá originem as artérias palatina maior e menor. 
Artéria canal pterigoideo 
Ramo faríngeo 
Nervos cranianos 
Os nervos cranianos têm 12 pares e eles são representados da seguinte forma: 
Número romano + nome + características funcionais + origem + função 
Origem: os nervos cranianos apresentam origem no encéfalo e promovem sua ação na periferia. 
Com exceção dos pares I e II todos apresentam sua origem no tronco encefálico. 
Obs: I – localizado no bulbo olfatório 
II – Corpo geniculado – tálamo. 
 
Alguns nervos são sensitivos e suas fibras aferentes, outros são motores com fibras eferentes; 
os mistos possuem os dois tipos de fibras. 
V – Trigêmeo 
É um nervo misto, com predomínio da sua função sensorial, sendo o nervo sensitivo mais 
importante da cabeça. A sua raiz motora inerva os músculos da mastigação (masseter, temporal, 
pterigoideo lateral e medial), além dos músculos milo-hioideo, ventre anterior do m. digastrico, 
m. tensor do tímpano e m. tensor do véu palatino. 
A sua raiz sensitiva conduz impulsos de sensibilidade geral ou extereoceptivas – tato, dor, 
temperatura das seguintes regiões: face, cavidade nasal e bucal, seios da face, globo ocular e 
meninges. Essa raiz também recebe impulsos de proprioceptivas que dão sentido de posição da 
cabeça, muscular e articular das seguintes regiões: ATM, periodonto, palato duro músculos da 
mastigação. 
VI – Abducente 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Motor, inerva um dos músculos extrínsecos do bulbo do olho 
VII – Facial 
Misto. Suas fibras motoras inervam os músculos da expressão facial, o ventre posterior do m. 
digastrico, o m. estilo hioideo e o m. estapédio. 
IX – Glossofaringeo 
Misto. Possui fibras motoras para o musculo estilofaringeo, e é secretomotor (SNA 
parassimpático) para a glândula parotída. 
XII – Hipoglosso 
Motor. Inerva os músculos intrínsecos e extrínsecos da língua. 
Nervo trigêmeo 
Origem aparente craniana: fissura orbital superior, forame redondo, forame oval. 
SNP – aferente (sensitivo) + eferente (motor) = misto. 
O nervo trigêmeo é a maior massa ganglionar do nosso corpo, sendo o único gânglio do cérebro. 
Está localizado na cavidade de Meckel 
n. mandíbula  forame oval V3 (misto) 
n. maxilar  forame redondo V2 (sensitivo) 
n. oftálmico  fissura orbital superior V1 (sensitivo) 
a raiz motora do trigemio origina-se da ponte, entre está e o pedúnculo cerebelar médio. 
Trajeto: 
Porção maior (sensitiva)  termina no gângliotrigeminal. 
Porção menor (motor)  funde-se ao nervo mandibular. 
Nervo maxilar (V2) 
O nervo maxilar é essencialmente sensitivo. Antes de deixar o crânio pelo forame redondo, 
emite um pequeno ramo, o nervo zigomático. O qual é responsável: por veicular fibras pós-
ganglionares secreto motoras para a glândula lacrimal; pele: porção media da face. Pálpebra 
inferior, face lateral do nariz e lábio superior; mucosa: nasofaringe, seio maxilar, palato mole, 
palato duro tonsila palatina; dentes: dentes maxilares e tecidos periodontais. 
Ramos alveolares superiores posteriores (RASP) 
Fazem parte dos ramos intermediários do nervo maxilar. Têm um trajeto descendente pela 
parede posterior da maxila, onde penetram pelas foraminas alveolares. Através de canalículos 
intra-ósseos, alcançam os dentes. 
Inervação: conduzem fibras sensitivas dos dentes molares superiores, exceto da raiz mésio-
vestibular do 1º molar; periodonto, gengiva vestibular na região desses molares, tecido ósseo 
da maxila dessa região, mucosa do seio maxilar e parte da mucosa da bochecha. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
Nervo maxilar: 
Nervo zigomáticotemporal 
Inervação: conduz impulsos de sensibilidade geral da pele da fronte e da parte anterior da região 
temporal. 
Nervo zigomáticofacial 
Inervação: conduz impulsos de sensibilidade geral da proeminência da face. 
Nervo alveolar superior posterior 
Inerva: molares, raízes palatinas, e menos raiz mesio-vestibular do 1º molar; periodonto destes; 
mucosa vestibular destes dentes e seio maxilar. 
 
Nervo nasal posterior superior 
Inervação: parte das conchas médias e superiores. 
Nervo pterigopalatino – nervo nasopalatino 
Mucosa palatina e a região de canino a canino. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
Nervo palatino 
é a continuação do nervo pterigopalatino. Dirige-se inferiormente, ocupando o canal palatino. 
Dentro do canal palatino ele divide em: 
nervo palatino maior: ele conduz sensibilidade da mucosa do palato duro até a região de pré-
molares ou caninos. Ou seja, inerva 2l3 do palato. 
 
Nervo palatino menor: ele conduz sensibilidade da mucosa do palato mole, da úvula, da tonsila 
palatina e região adjacente (amigdalas e palato mole) 
Nervo infra-orbitario 
Nervo alveolar superior médio 
Inerva: pré-molares, raiz do primeiro molar, mucosa vestibular e periodonto. 
 
Nervo alveolar superior anterior 
Inerva: região labial superior, mucosa vestibular e periodonto. 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
 
 
Nervo mandibular (V3) 
o nervo mandibular é um ramo misto do nervo trigemio. Apresenta uma porção sensitiva maior 
e uma motora menor. Após emergir do crânio pelo forame oval, alcança a fossa infratemporal 
onde emite dois pequenos ramos antes de suas divisões principais. 
Nervo auriculotemporal 
Inervação: parte superior do pavilhão da orelha; meato acústico externo; capsula da ATM; 
glândula parotida; pele de quase toda a temporal. 
Nervo temporal profundo 
Inerva: fibras posteriores do m. temporal 
Nervo massetérico 
Inerva: m. masseter 
Nervo temporal profundo e anterior 
Inerva: porção anterior do m. temporal 
Nervo bucal 
Inerva: pele da mucosa das bochechas 
 
Nervo pterigodeo medial – motor 
Inerva: n. pterigodeio medial; m. tensor do véu palatino; m. tensor do tímpano 
 
Nervo alveolar inferior 
 
Elvira Rachel Carvalho Ferreira Quinderé – 06/18 
 
Inervação: ramos dentais inferiores; ramos gengivais inferiores. Para a gengiva bucal da 
mandíbula (exceto a região de primeiro molar inervada pelo nervo bucal) 
 
Nervo miloiodeo 
Inervação: m. miloioideo 
Nervo mentoniano 
Inervação: é responsável pela sensibilidade geral da pele do lábio inferior e do mento, também 
da mucosa do lábio inferior, até o fundo do saco vestibular e parte da gengiva inserida, da região 
de pré-molares e incisivos. 
 
Nervo incisivo 
São responsáveis pela sensibilidade geral da polpa e dos ligamentos periodontais dos incisivos e 
caninos inferiores, da gengiva vestibular e osso esponjoso dessa região. 
Nervo lingual 
Inervação: conduz sensibilidade geral dos 2l3 anterior da língua, da gengiva lingual de todo 
hemiarco inferior e do assoalho da cavidade nasal (glândula sublingual, mucosa da região 
sublingual) 
Ramos comunicantes: alveolar inferior; corda do tímpano; glossofaríngeo e hipoglosso. 
Neuragia do trigêmeo: é um problema causado pela inflamação do nervo trigêmeo que causa 
dor intensa na face. As pessoas apresentam dor como se fosse um choque elétrico ao mastigar 
ou falar.

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