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Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PETROQUÍMICA
Tatiana Felix Ferreira
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
 Cadeia industrial petroquímica: produtos básicos,
Intermediários e finais.
 Produtos derivados das olefinas.
 Produtos derivados dos aromáticos.
 Produtos derivados do gás de síntese.
 Volume de produção no Brasil e no Mundo.
 Os polos petroquímicos no Brasil.
 Cenário atual da petroquímica brasileira.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
CADEIA PETROQUÍMICA
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
INDÚSTRIA PETROQUÍMICA
Indústria Petroquímica é o nome que se dá ao
ramo da indústria química que usa o petróleo, gás natural
ou seus derivados, como matéria-prima.
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: Chemical & Engineering News, 2016.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
CADEIA PRODUTIVA DA INDÚSTRIA 
PETROQUÍMICA
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
COMPOSIÇÃO DA INDÚSTRIA QUÍMICA 
BRASILEIRA
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
COMPOSIÇÃO DA INDÚSTRIA QUÍMICA 
BRASILEIRA
(produtos de uso industrial)
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
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As Centrais petroquímicas produzem matérias-primas
petroquímicas através da transformação química da nafta ou de
correntes gasosas oriundas das próprias refinarias.
PETROQUÍMICA
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
As indústrias de 1ª geração, também
conhecidas como centrais de matérias-
primas, produzem os petroquímicos
básicos incluindo etileno, propileno grau
químico e polímero, butadieno,
benzeno, tolueno e xileno, entre outros.
As indústrias de 2ª geração, processam
os petroquímicos básicos para fabricar
os produtos intermediários incluindo
polietileno (de alta e de baixa
densidade), polipropileno, estireno e
cumeno.
E as indústrias de 3ª geração, também conhecidas como
indústrias de transformação, processam os produtos
intermediários para manufaturar os bens de consumo
que chegam até o consumidor, tais como plásticos, fibras,
resinas, detergentes, fertilizantes, agentes agroquímicos,
tintas, borracha e produtos farmacêuticos.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
CADEIA PRODUTIVA ETILBENZENO-ESTIRENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
O2
Bi/Mo
O2
V/Mo
propeno acroleína Ácido acrílico
CADEIA PRODUTIVA PROPENO-ÁCIDO ACRÍLICO
CHO CO
2
H
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CADEIA PRODUTIVA
Fonte: Brasil et al., 2014.
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: BRASKEM.
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CLASSIFICAÇÃO DOS COMPOSTOS QUÍMICOS 
Charles H. Kline
 Commodities
 Pseudocommodities
 Produtos de química fina
 Especialidades químicas
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Commodities
 Produtos produzidos em larga escala, com especificações
padronizadas para uma gama variada de usos;
 Normalmente, tem vendas concentradas em um número
pequeno de clientes;
 Ex.: amônia, ácido sulfúrico, eteno, metanol, etc.
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Pseudocommodities
 Produtos produzidos em larga escala;
 Normalmente, tem vendas concentradas em um número
pequeno de clientes;
 Diferenciam-se das commodities por não serem vendidas a
partir de especificações de sua composição química, mas, sim,
por especificações de desempenho, para uma ou mais
finalidades;
 Ex.: plásticos de utilização geral: PE, PP, PS e PVC, etc.
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Produtos de química fina
 Especificados por suas características químicas;
 Quantidades demandadas são menos expressivas;
 Preços unitários mais elevados;
 Utilização totalmente específica em formulações para a
obtenção do produto final;
 Ex.: ácido acetilsalicílico, sacarina, aromatizantes, etc.
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Especialidades Químicas
 São produtos diferenciados;
 Fabricados em pequenas quantidades;
 Projetados para finalidades específicas do cliente e
frequentemente vendidos para um grande número de clientes
que compram pequenas quantidades;
 Uma especialidade adquire características de
pseudocommodity quando encontra aplicações de grande volume
e o número de produtores cresce rapidamente (Ex.: PET);
 Ex.: catalisadores, corantes, enzimas e aditivos em geral.
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PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DO SETOR 
PETROQUÍMICO
 Demanda regional – maior na região Sudeste;
 Setor exige mão de obra qualificada;
 Normalmente as centrais petroquímicas operam no limite da
capacidade instalada, entre 87% e 93% para maximizar a
rentabilidade da planta;
 Setor eletro-intensivo e intensivo em capital;
 Concentração em grandes empresas;
 Ciclicidade dos preços;
 Elevados investimentos em tecnologia.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
A INDÚSTRIA PETROQUÍMICA BRASILEIRA TEM REDUZIDA 
COMPETITIVIDADE NO MERCADO INTERNACIONAL
 Reduzido investimento em P&D:
 Brasil: 0,8% da receita líquida;
 Japão: 3% da receita líquida;
 EUA: 2,5%;
 Europa: 2%.
 Alto custo da matéria-prima (nafta);
 Para produção de uma tonelada de eteno são necessárias 3,5
toneladas de nafta. Na matriz que utiliza gás natural esse
coeficiente cai para 1,25;
 O Oriente Médio é a região mais competitiva do mundo, pois
tem elevada Disponibilidade de gás natural.
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IMPORTÂNCIA DO SETOR ECONÔMICO
A INDÚSTRIA QUÍMICA REPRESENTA 
2,8% DO PIB E 10,5% DA INDÚSTRIA 
DE TRANSFORMAÇÃO.
EXPORTAÇÕES DE
QUÍMICOS REPRESENTAM
7,2% DAS EXPORTAÇÕES
BRASILEIRAS
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FATORES DE RISCO
 Natureza cíclica dos preços. Este é um fator de elevado risco, pois
no período de baixa do ciclo as empresas continuam arcando com
elevados custos fixos inerentes da indústria petroquímica;
 Elevado tempo de maturação dos investimentos;
 Custos em dólar;
 Empresas do setor têm endividamento atrelado ao dólar;
 Os preços da nafta são fixados no mercado internacional e têm
paridade com o petróleo;
 O setor tem rígida regulamentação ambiental.
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INDÚSTRIA PETROQUÍMICA
Produtos 
Petroquímicos 
Básicos
Olefinas
Aromáticos
Gás de síntese
Eteno
Propeno
Butenos
Butadienos
Benzeno
Tolueno
Xilenos
Metanol
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
MATÉRIAS-PRIMAS PARA O SETOR PETROQUÍMICO
 Gás de craqueamento
 Gás Natural
 GLP
 Nafta
 Condensados
 Gasóleos
O tipo de matéria-prima empregado tem rendimentos 
variados e determina um mix diferenciado de produtos.
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As plantas que utilizam matérias-primas mais pesadas que serão
craqueadas para a obtenção dos petroquímicos básicos, possuem
investimentos maiores do que as que usam matérias-primas mais leves. A
separação dos produtos é o principal fator do aumento do custo da instalação.
Em todas as matérias-primas, procura-se obter através do
craqueamento uma alta seletividade com a máxima produção de olefinas e
aromáticos e um mínimo de metano e de hidrocarbonetos com mais de 5
átomos de carbono em sua cadeia linear. Porém, essas condições são
conflitantes, dependendo também da matéria-prima.
MATÉRIAS-PRIMAS PARA O SETOR PETROQUÍMICO
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PETROQUÍMICOS BÁSICOS
 Olefinas (Eteno, Propeno, Buteno e Butadienos);
 Aromáticos (Benzeno, Tolueno e Xilenos);
 Gás de síntese.
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Principais processos de produção de 
Petroquímicos Básicos
Pirólise a vapor
Craqueamento térmico na 
presença de vapor d’água
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Principais processosde produção de 
Petroquímicos Básicos
Reforma 
catalítica
transformação de compostos 
parafínicos e naftênico em 
isoparafínicos e aromáticos.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
Pirólise a vapor
Craqueamento térmico de cargas líquidas e gasosas, na presença de
vapor d’água, a altas temperaturas (>700ºC) e em pressões relativamente
baixas (<200 kPa), gerando os seguintes produtos: hidrogênio, metano, eteno,
propeno, butenos, butadienos e hidrocarbonetos mais pesados (C5
+)., sendo o
eteno o principal produto.
Fonte: Brasil et al., 2014.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
Pirólise a vapor
As principais reações do processo de pirólise para a obtenção de
olefinas são a desidrogenação e o craqueamento.
Fonte: Brasil et al., 2014.
Outras reações relevantes são as de condensação, que geram compostos
naftênicos e aromáticos, que podem ser constituintes da nafta de pirólise, e as de
polimerização, indesejáveis pela tendência à formação de coque.
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Pirólise a vapor
O número de produtos formados e a proporção relativa entre eles
dependem principalmente da carga utilizada.
PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
Fonte: Brasil et al., 2014.
Principais reações de pirólise do propano.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
Produtos da pirólise de diferentes cargas
Fonte: Brasil et al., 2014.
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: Brasil et al., 2014.
Pirólise de cargas gasosas
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Pirólise de cargas líquidas
Fonte: Brasil et al., 2014.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
Complexo de produção de aromáticos
O complexo de produção de aromáticos é o conjunto de processos
integrados com o objetivo de converter nafta de petróleo (de destilação
direta, HCC, ou de coqueamento retardado hidrotratada) em petroquímicos
básicos como o benzeno, o tolueno e/ou os xilenos.
A nafta de pirólise possui compostos aromáticos e também é carga
do complexo, sendo alimentada na etapa de purificação dos produtos da
reforma.
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Complexo de produção de aromáticos
Fonte: Brasil et al., 2014.
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PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
FCC Petroquímico
O aumento do mercado de produtos petroquímicos em todo o mundo e
a baixa disponibilidade da nafta petroquímica e de gás natural levaram diversas
empresas a pesquisar e desenvolver processos para a conversão de cargas mais
pesadas em produtos petroquímicos básicos.
Os processos catalíticos, chamados genericamente de FCC
petroquímico, têm por objetivo o aumento do rendimento em olefinas leves,
com foco na maximização de propeno.
O desenvolvimento desses processos foi baseado no FCC tradicional,
com modificações dos catalisadores e das principais variáveis do processo
(temperatura, tempo de residência, razão catalisador/óleo e razão vapor/carga).
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PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
Recuperação de gases
Algumas unidades de obtenção de petroquímicos básicos são
unidades de tratamento e separação, visando o aproveitamento de correntes
leves do refino, tais como o gás de refinaria e o GLP oriundo de processos de
conversão.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Olefinas a partir de gás de refinaria
Fonte: Brasil et al., 2014.
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Recuperação de propeno da UFCC
Fonte: Brasil et al., 2014.
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PROCESSOS PARA PRODUÇÃO DE 
PETROQUÍMICOS BÁSICOS
Eteno a partir de etanol
Trata-se de um processo em leito fixo, em temperaturas na faixa de 315°C a
425°C e pressão ligeiramente superior à atmosférica, que emprega um catalisador de
alumina para promover a reação de desidratação do etanol em fase vapor.
Fonte: Brasil et al., 2014.
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PRODUTOS DERIVADOS DAS 
OLEFINAS
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OLEFINAS
 Eteno;
 Propeno;
 Buteno;
 Butadienos.
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ETENO
 É a matéria-prima mais importante em termos de volume,
número de derivados e valor de venda.
 É usado na produção de uma grande variedade de plásticos,
fibras e elastômeros.
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Matérias-primas para produção de eteno
 Nafta;
 Etano;
 GLP;
 Condensados;
 Gasóleos;
 Etanol.
ETENO
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ETENO
Matérias-primas para produção de eteno por região
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ETENO
Os rendimentos em eteno no processo de pirólise
variarão em função da matéria-prima a ser escolhida.
Produtos da pirólise do etano Produtos da pirólise da nafta
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Produção de eteno
 Pirólise do nafta, etano, GLP, condensados, gasóleos;
 Separação do gás residual de FCC;
 Desidratação do etanol;
 Eteno derivado do carvão;
Metanol a olefinas (MTO).
ETENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Principais aplicações
 Resinas termoplásticas: PEBD, PEBDL e PEAD;
 Intermediários: dicloroetano (produção de PVC), óxido de
eteno/etileno glicol (EO/EG), etilbenzeno/estireno (EB/SM);
alfa-olefinas lineares; outros (acetato de vinila, acetaldeído,
etc.).
ETENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
DERIVADOS DO ETENO
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Consumo por segmento de aplicação PEAD
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Consumo por segmento de aplicação PEBD
Filme e folhas – 68%
Revestimento por extrusão – 10%
Moldagem por injeção – 7%
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Consumo por segmento de aplicação PELBD
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Óxido de etileno
Principais aplicações
 etileno glicol (MEG) – 70%;
 etoxilados – 10%, matéria-prima para surfactantes;
 dietileno e trietileno glicol – 7%;
 etanolaminas – 5%;
 polióis – 2%;
 outros – 6%.
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MEG
Poliéster
(filmes, fibras e 
garrafas)
Fluido refrigerante
Anticongelantes
PET
Fluido hidráulico
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Dicloroetano (DCE)
DCE MCV PVC
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Etilbenzeno
Etilbenzeno Estireno
PS
Resina ABS
Elastômero SBR
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PROPENO
 É o segundo produto em importância como matéria-prima
petroquímica.
Três tipos de propeno são usados para produzir os derivados:
 Grau de refinaria, que contém de 50% a 70% de propeno, é adequado
para a produção de cumeno e álcool isopropílico.
 Grau químico, com 92-96% de pureza, é usado para fazer acrilonitrila,
oxo-álcoois, óxido de propeno, cumeno, álcool isopropílico e ácido
acrílico.
 Grau polímero (>99,5%), para a produção de polipropileno e
elastômero eteno-propeno.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Produção de propeno
 Pirólise do nafta e gasóleos;
 Obtenção de correntes C3/C4 do FCC;
PROPENO
Produção de propeno via pirólise
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: https://mcgroup.co.uk/researches/propylene
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Fonte: http://www.plastemart.com/Plastic-Technical-Article.asp?LiteratureID=2015&Paper=growth-europe-bopp-film-market-global-demand-
led-by-indian-subcontinent
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Fontes de suprimento de propeno - 2011
Fornecimento depropeno no mundoFornecimento de propeno no Brasil
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Produção de propeno
Metátese de eteno e butenos.
 Desidrogenação de propano.
Metanol a propileno (MTP).
 Craqueamento de olefinas.
 Liquefação de carvão ou Fischer-Tropsch baseado em carvão e
craqueamento em fase líquida de gasóleo de vácuo.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Principais aplicações
 Polipropileno, acrilonitrila, óxido de propeno, oxi-álcoois,
cumeno, isopropanol e ácido acrílico.
PROPENO
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Demanda global dos derivados de propeno - 2010
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Vendas de PP no mercado brasileiro por setor econômico
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Destino do PP no mercado brasileiro por processo 
de transformação - 2009 
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Acrilonitrila
 Produção de fibras acrílicas, resinas e elastômeros.
 Produção de polímeros: poliacrilonitrila; SAN (estireno-
acrilonitrila); ABS (acrilonitrila-butadieno-estireno); ASA
(acrilonitrila-estireno-acrilato); NBR (acrilonitrila-butadieno).
 Produção de adiponitrila → síntese de poliamidas (nylon
66).
 Percursor de acrilamida e ácido acrílico.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Óxido de propeno
 Intermediário químico bastante reativo.
 Usado principalmente na fabricação de poliuretano, poli-éter,
polióis, propilenoglicol, éteres glicólicos e polialquileno glicóis
para uma variedade de intermediários químicos e fluidos
funcionais.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Cumeno
 Todo cumeno é oxidado a hidroperóxido de cumeno, que é
intermediário na síntese de fenol e acetona, obtendo alfa-
metilestireno e acetofenona como subprodutos associados. O
fenol entra na composição de resinas fenólicas, utilizadas em
adesivos; caprolactama precursor de nylon e outras fibras
sintéticas; e bisfenol A, utilizado na fabricação de policarbonatos
e resinas epóxi.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Ácido acrílico
 Produção de acrilatos (éteres e sais de ácido acrílico).
 Acrilatos são utilizados em plásticos, adesivos, revestimentos,
tintas e elastômeros.
 Poliácido acrílico → SAP.
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Álcool Isopropílico (IPA)
 Empregado como solvente e fluido de limpeza.
 Utilizado para produção de acetona, éteres de vários ácidos e
isopropilpalmitato, aplicado como emulsificante na indústria de
cosméticos.
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CORRENTE C4
A corrente C4 é constituída basicamente por hidrocarbonetos
de 4 carbonos, como butadieno, butenos e butanos.
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Opções para processamento da corrente C4 do SC
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Esquema de processamento de correntes C4.
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Consumo mundial de butadieno por aplicação
Fonte: Leite, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
BUTADIENO
 É utilizado na produção de um grande número de borrachas sintéticas e
resinas poliméricas.
 Produção de borracha de polibutadieno (PBR); borracha estireno-
butadieno (SBR) ou seu látex SBL; borracha nitrílica (NBR).
 Produção de plásticos de engenharia, principalmente o ABS.
 Usado como matéria-prima para produção de hexametilenodiamina
(HMDA), laurilactama e caprolactama (intermediários para nylons).
 Uso em especialidades como a produção de anidrido tetra-hidroftálico;
produção de 5-etilideno-2-norboneno (ENB) – produção de borracha EPR,
produção de 1,4-butanodiol e tetra-hidrofurano.
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1-BUTENO E 2-BUTENO
A corrente de rafinado-2, cuja composição é basicamente 1-buteno,
cis- e trans-2-buteno, butano e isobutano, pode:
 Ser reciclada para o SC, passando ou não por uma etapa de hidrogenação.
 Ser enviada para uma unidade de alquilação, sendo o alquilado
produzidos destinado ao pool de gasolina.
 Separar via fracionamento o buteno-1, que tem como principal aplicação
o uso como comonômero na produção de PELBD e PEAD.
 Separar via fracionamento o buteno-2, que pode ser matéria-prima para
metátese.
 Separar o butano e isobutano para usar como propelente em aerossóis,
ou destiná-los ao pool de GLP, ou reciclá-los para o SC.
 Separar butano para produção de anidrido maleico e seus derivados.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUTOS DERIVADOS DOS 
AROMÁTICOS
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AROMÁTICOS
 Benzeno;
 Tolueno;
 Xilenos.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
 É quase inteiramente usado como matéria-prima na
produção de outros produtos petroquímicos;
BENZENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Produção de benzeno
 Reforma catalítica;
 Pirólise do nafta;
 Desalquilação do tolueno.
BENZENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Principais aplicações
 Produção de etilbenzeno, cumeno, ciclohexano e
nitrobenzeno.
BENZENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
TOLUENO
 É um dos líderes dos petroquímicos básicos, é o quarto do
ranking em importância.
 Existe três graus de tolueno para químicos e fins de
solvente:
 Grau TDI (toluenodiisocianato) contendo mais que 99% de tolueno;
 Grau de nitração contendo pelo menos 98,5% de tolueno;
 Grau comercial contendo de 90% a 98% de tolueno.
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Produção de tolueno
 Reforma catalítica;
 Pirólise do nafta.
TOLUENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Principais aplicações
 Produção de benzeno e de p-xileno;
 Solvente para revestimentos, adesivos, tintas, farmacêuticos,
TDI;
 Produção de ácidos benzóico, cloreto de benzila,
caprolactama, fenol, outros.
TOLUENO
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XILENOS
 Existe na forma orto, meta e para.
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Produção de xilenos
 Reforma catalítica;
 Desproporcionamento de tolueno.
XILENOS
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XILENOS
Principais aplicações
 O mistura de xilenos é usada como solvente, principalmente na
indústria de tintas. Podendo também ser usado para aumentar o pool de
gasolina (alta ocatanagem).
 Individualmente, são utilizados para produção de ácido tereftálico (p-
xileno), ácido isoftálico (m-xileno) e anidrido ftálico (o-xileno).
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PRODUTOS DERIVADOS DO 
GÁS DE SÍNTESE
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Gás de síntese é o nome dado a misturas, em qualquer
concentração, de monóxido de carbono (CO) e hidrogênio (H2).
GÁS DE SÍNTESE
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Distribuição da utilização do gás de síntese
Fonte: Perrone e Filho, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUÇÃO DE AMÔNIA
 O principal uso da amônia é a produção de fertilizantes nitrogenados
(ureia, nitrato de amônio e sulfato de amônio).
 Na síntese de produtos químicos como o ácido nítrico, a caprolactama e a
hexametilenodiamina (produção de poliamidas), a acrilonitrila (produção de
fibras acrílicas e resinas ABS), aminas aromáticas (produção de poliuretanos),
aminas alifáticas e explosivos nitrados.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Distribuição do consumo de amônia
Fonte: Perrone e Filho, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUÇÃO DE METANOL
 É utilizado principalmente na produção de formaldeído (resinas fenol-
formaldeído – adesivos para compensados de madeira, plásticos de
engenharia; resinas ureia-formaldeído – adesivos para aglomerados de
madeira e MDF); resinas melamina-formaldeído – fórmica, utensílios; MDI
– espumas rígidas de poliuretano e defensivos agrícolas (glifosato).
 Produção de MTBE.
 Produçãode ácido acético (acetato de vinila – tintas; ácido tereftálico –
fibras, filmes e resinas poliéster; solventes acéticos – acetatos de etila e
butila; e anidrido acético.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Distribuição do uso do metanol no mundo
Fonte: Perrone e Filho, 2013.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
VOLUME DE PRODUÇÃO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Fonte: http://www.ogj.com/articles/print/volume-111/issue-7/special-report-ethylene-report/global-ethylene-capacity-poised-for-major.html
PRODUÇÃO 
MUNDIAL 
DE ETENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Fonte: http://www.ogj.com/articles/print/volume-111/issue-7/special-report-ethylene-report/global-ethylene-capacity-poised-for-major.html
PRODUÇÃO 
MUNDIAL 
DE ETENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Fonte: http://www.mapsearch.com/articles/2014/print/volume-113/issue-10/processing/infrastructure-issues-slow-first-half-2015-ethylene-
production.html
PRODUÇÃO 
AMERICANA 
DE ETENO
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
Fonte: http://www.mapsearch.com/articles/2014/print/volume-113/issue-10/processing/infrastructure-issues-slow-first-half-2015-ethylene-
production.html
PRODUÇÃO AMERICANA DE PROPENO
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DEMANDA INDIANA DE RESINAS
Fonte: http://www.nelive.in/north-east/business/competitive-analysis-plastic-industry
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PRODUÇÃO INDIANA DE RESINAS
Fonte: http://www.nelive.in/north-east/business/competitive-analysis-plastic-industry
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: http://www.slideshare.net/buhlerjo/la-petrochemical-and-polymers-outlook-91312-as-shown
PRODUÇÃO BRASILEIRA DE PROPILENO
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PETROQUÍMICOS DE 
1ª GERAÇÃO
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ETENO
 No Brasil, a Braskem produz a totalidade do eteno. Perto de 80% é
fabricado nos crackers de nafta localizados em Camaçari (UNIB 1 - BA), São
Paulo (UNIB 3 - SP) e Canoas (UNIB 2 -RS). Cerca de 15% do eteno é
produzido com base em líquidos de gás natural (etano e propano), no
cracker de Duque de Caxias (UNIB 4 - RJ). Perto de 5% da produção de
eteno é baseada em etanol, no Rio Grande do Sul, destinada,
especificamente, para a fabricação de “polietileno verde”. A capacidade
nominal total de produção dessa empresa, no Brasil, é de 3,95 milhões de
toneladas por ano.
 Em 2013, a produção nacional de eteno alcançou cerca de 3,4 milhões de
toneladas com demanda efetiva de 3,3 milhões de toneladas. Tal demanda
cresceu 5,1% ao ano de 2007 a 2013, sendo 2/3 deste valor em função do
seu uso para a produção de resinas termoplásticas (polietileno).
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ETENO
 No mundo, cerca de 46% do eteno produzido e consumido é fabricado
com base na nafta e cerca de 36% com base em líquidos de gás natural
(etano e propano). A capacidade instalada mundial de produção de eteno
alcançou, em 2013, cerca de 130 milhões de toneladas para uma
demanda da ordem de 133 milhões de toneladas.
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PROPENO
 No Brasil, o propeno é produzido nos crackers de nafta da Braskem (60%) e
nas refinarias da Petrobras (40%) e, em pequeno volume, como co-produto
do cracker de líquidos de gás natural do Rio de Janeiro. A capacidade de
produção de propeno, no Brasil, é de cerca de 2,8 milhões de toneladas,
das quais 1,6 mil são produzidas nas quatro UNIBs da Braskem e 1,2 mil
nas refinarias REDUC, RLAM e REPLAN, da Petrobras.
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PROPENO
 Em 2013, a produção nacional de propeno alcançou cerca de 2,2 milhões
de toneladas com demanda efetiva local de 2 milhões de toneladas. Tal
demanda cresceu 3,1% ao ano de 2007 a 2013, sendo 2/3 pela produção
de polipropileno (PP).
 A demanda mundial de propeno alcançou cerca de 83 milhões de
toneladas em 2013, sendo 55% oriundo de crackers de nafta, 31% de
refino e 14% de processos específicos (desidrogenação, GTO, metátese,
etc.).
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BUTADIENO
 A totalidade do butadieno é produzida pela Braskem no Brasil, nos crackers
de nafta, principalmente nos estados da Bahia e Rio Grande do Sul. As
refinarias da Petrobras não separam o butadieno da corrente C4,
hidrogenando-o ao butano para incorporação ao GLP. A capacidade de
produção de butadieno da Braskem, nas suas UNIBs 1, 2 e 3 alcança 461
Kta.
 Em 2013, a produção nacional de butadieno alcançou 390 mil toneladas,
com demanda aparente nacional de 334 mil toneladas. Tal demanda
cresceu 0,6% ao ano de 2007 a 2013, para a produção de borrachas (SBR e
BR).
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BUTADIENO
 O butadieno tende a se tornar escasso pelas mesmas razões do propeno, e
estão surgindo novas rotas. O percentual de butadieno fabricado por essas
rotas específicas já alcança cerca de 5% da produção mundial e deverá
alcançar 23% até 2023.
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AROMÁTICOS
 No Brasil, os aromáticos são produzidos pela Braskem nos seus crackers e
reformas de nafta e, limitadamente, na Refinaria RPBC da Petrobras
(Cubatão). A maior parte da produção de o-xileno é isomerizada a p-
xileno, seu produto mais nobre. O tolueno, com mercado reduzido e
representado sobretudo, por solventes, é parcialmente
desproporcionado em benzeno e p-xileno ou exportado. Além disso, o
tolueno e xilenos mistos são utilizados no refino como boosters de
gasolina.
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BENZENO
 No Brasil, a capacidade de produção de benzeno é de 1 milhão de
toneladas por ano, sendo 957 mil toneladas fabricadas por ano pela
Braskem, 35 mil toneladas por ano pela Petrobras (RPBC) e 12 mil
toneladas por ano pela Gerdau (Carboquímica).
 Em 2013, a produção nacional de benzeno alcançou 868 mil toneladas,
para uma demanda aparente nacional de 1 milhão de toneladas. Tal
demanda cresceu 2,7% ao ano de 2007 a 2013, sendo que a principal (1/3
do total) advém da produção de poliestireno (PS).
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TOLUENO
 No Brasil, a capacidade de produção de tolueno é de 280 mil toneladas
por ano, sendo 195 mil da Braskem, 7 mil da Unigel e 78mil da Petrobras
(RPBC), não incluindo o que é consumido na refinaria como booster.
 Em 2013, a produção nacional de tolueno alcançou 201 mil toneladas,
advinda somente da Braskem, com demanda aparente nacional de 175
mil toneladas. Tal demanda diminuiu 0,9 % ao ano de 2007 a 2013, para a
produção de TDI e solventes.
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P-XILENO
 No Brasil, o p-xileno é totalmente produzido pela Braskem, no cracker de
nafta UNIB 1 da Bahia, com 203 mil toneladas por ano. Em 2013, a
produção nacional de p-xileno alcançou 126 mil toneladas, para uma
demanda aparente nacional de 441 mil toneladas. Tal demanda cresceu
4% ao ano de 2007 a 2013, para a produção de PTA.
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O-XILENO
 No Brasil, o o-xileno é totalmente produzido pela Braskem, no cracker de
nafta UNIB 1 da Bahia com 76 mil toneladas por ano e UNIB 3 de São
Paulo com 48 mil toneladas por ano, totalizando 124 mil toneladas por
ano.
 Em 2013, a produção nacional de o-xileno alcançou 65 mil toneladas,
com demanda aparente nacional de 94 mil toneladas. Tal demanda
cresceu 2,3% ao ano de 2007 a 2013, para a produção de anidrido
ftálico.
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Oferta de petroquímicos de 1ª geração 
Fonte: BNDES, 2014.
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Demanda potencial de petroquímicos de 
1ª geração 
Fonte: BNDES, 2014.
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ETENO
Fonte: BNDES, 2014.
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PROPENO
Fonte: BNDES, 2014.
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AROMÁTICOS
Fonte: BNDES, 2014.
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TOLUENO E BUTADIENO
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PÓLOS PETROQUÍMICOS
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A indústria petroquímica global assim como a
nacional se organizam em polos para aproveitar as sinergias
logísticas, de infraestrutura e de integração operacional, e,
com isso, minimizar os custos. As unidades que formam um
polo petroquímico são, principalmente, as de primeira e
segunda geração, podendo estar empresarialmente
integradas ou não.
PÓLOS PETROQUÍMICOS
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CONCEITO DE COMPLEXOS PETROQUÍMICOS
Organizada em forma de complexos, a petroquímica se beneficia de vários
fatores, tais como a economia de infraestrutura, economia do transporte por tubovias,
economia pela centralização das utilidades e a concentração das empresas de serviços.
Fonte: Leite, 2013.
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DESCENTRALIZAÇÃO DA INDÚSTRIA 
PETROQUÍMICA MUNDIAL
Capacidade instalada em 2010
Fonte: Leite, 2013.
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A PETROQUÍMICA NO BRASIL
Atualmente, os principais polos petroquímicos,
integrados às centrais de matérias-primas são:
 Pólo de Capuava (SP);
 Pólo de Camaçari (BA);
 Pólo de Triunfo (RS);
 Pólo de Duque de Caxias (RJ).
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Pólo de Capuava (SP)
 Primeiro pólo petroquímico no Brasil, também conhecido como pólo
petroquímico do grande ABC, iniciou suas atividades em 1972.
 Foi viabilizado via capital privado de um grupo empresarial de São Paulo
(grupo União) com parceria do governo e capital estrangeiro, modelo que
ficou conhecido como "modelo Tripartite". O capital estatal foi representado
pela Petroquisa, subsidiária da Petrobras para o setor petroquímico. O
capital estrangeiro foi importante para agregar tecnologia.
 Hoje é composto por indústrias que produzem petroquímicos para a
fabricação de resinas termoplásticas, borrachas, tintas, entre outros. A
central petroquímica possui capacidade de produção de 700 mil toneladas
de eteno.
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Camaçari (BA)
 O pólo de Camaçari foi o primeiro complexo petroquímico planejado do
país e iniciou suas operações em 1978 graças também ao "modelo
Tripartite".
 É composto por indústrias que produzem petroquímicos para a fabricação
de resinas termoplásticas, fertilizantes, metalurgia do cobre, entre
outros.
 A central petroquímica é responsável pela produção de 1.280 mil
toneladas de Eteno.
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Triunfo (RS)
 Depois da Bahia, esse foi o 3º polo petroquímico base nafta a ser
construído na década de 70.
 A central de matérias-primas do polo de Triunfo - Copesul (atual
Braskem) - começou a operar em 1982.
 Atualmente, o polo de Triunfo tem capacidade produtiva de 1.452 mil
toneladas de eteno.
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Duque de Caxias (RJ)
 O primeiro complexo industrial gás-químico integrado foi constituído
em Duque de Caxias, no Estado do Rio de Janeiro.
 As operações foram iniciadas em 2005 e a unidade de craqueamento
do gás tem capacidade de produção anual de 520 mil toneladas de
eteno.
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POLO PETROQUÍMICO DE SÃO PAULO
Fonte: Leite, 2013.
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POLO PETROQUÍMICO DO NORDESTE
Fonte: Leite, 2013.
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POLO PETROQUÍMICO DO RIO GRANDE DO SUL
Fonte: Leite, 2013.
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EMPRESAS PETROQUÍMICAS DO RIO DE JANEIRO
Fonte: Leite, 2013.
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REGIONALIZAÇÃO
Fonte: BRADESCO, 2017.
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PÓLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI
A maioria das empresas do Polo está interligada por dutovias à Unidade
de Insumos Básicos da Braskem. Maior indústria do Complexo de Camaçari e um
dos cinco maiores empreendimentos privados do país, a Braskem recebe
derivados de petróleo da Petrobrás, principalmente a nafta, em sua Unidade de
Insumos Básicos de Camaçari e os transforma em petroquímicos básicos (eteno,
propeno, benzeno, tolueno, butadieno, xilenos, solventes e outros).
Estes produtos e também utilidades como energia elétrica, vapor, água
e ar de instrumento são fornecidos às unidades produtivas da própria Braskem e
às indústrias vizinhas, de segunda geração, que, por sua vez, fabricam
os petroquímicos intermediários e alguns produtos finais.
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PÓLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI
Um etenoduto com mais de 400 quilômetros de extensão interliga a
unidade de insumos básicos da Braskem em Camaçari às suas fábricas de Cloro-
soda e PVC em Alagoas, fazendo a conexão entre os polos Industrial de Camaçari
e Cloroquímico daquele Estado. Estruturado para funcionar de maneira
integrada, o Polo conta com serviços especializados em Manutenção Industrial
e Proteção Ambiental (CETREL).
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: http://www.coficpolo.com.br/
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O Polo Petroquímico é um complexo industrial formado por seis
empresas: Arlanxeo, Braskem, Odebrecht Ambiental, Oxiteno, Videolar -
Innova e White Martins. Atualmente, conta com aproximadamente 6.300
funcionários distribuídos entre as empresas do Polo.
A privilegiada localização, com uma área verde de 3.600 hectares, a
52 quilômetros de Porto Alegre, facilita o acesso dos milhares de
trabalhadores que, diariamente, se deslocam de Triunfo e de diversas
cidades do estado até o complexo.
PÓLO PETROQUÍMICO DO SUL
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PÓLO PETROQUÍMICO DO SUL
A produção do Polo começa com a nafta, que é a matéria-prima
básica para toda cadeia de produção. Dela derivam o Eteno, Propeno,
Butadieno, MTBE e solventes, produzidos pela Unidade de Petroquímicos
Básicos (Braskem - UNIB 2 RS) e fornecido às empresas de 2ª Geração -
Unidades de Poliolefinas da Braskem, Arlanxeo, Oxiteno, e Videolar - Innova.
A White Martins participa do processo produtivo, através do fornecimento,
principalmente, de nitrogênio gás para inertização de equipamentos e
processos.
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PÓLO PETROQUÍMICO DO SUL
As empresas de 2ª Geração transformam os produtos fornecidos
pela UNIB 2 RS (Eteno, Propeno, Butadieno, MTBE e solventes) em produtos
como polietileno de alta densidade ou linear de baixa densidade,
polipropileno, borracha sintética, metiletilcetona, etilbenzeno, estireno, e
poliestireno. Estes produtos são matérias-primas para indústrias de diversos
segmentos, para fabricação de inúmeros produtos.
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PÓLO PETROQUÍMICO DO RIO DE JANEIRO
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CENÁRIO ATUAL DA 
PETROQUÍMICA BRASILEIRA
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A PETROQUÍMICA NO BRASIL
 No Brasil, a nafta é a principal matéria-prima da cadeia petroquímica,
seguida do gás natural.
 A Petrobras é praticamente a única produtora de nafta e gás natural no
Brasil, atendendo parte da demanda nacional com produção própria e
com importações. Seu monopólio foi quebrado em 2002 e desde então,
as centrais petroquímicas começaram a importar por conta própria, para
complementar suas necessidades.
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PRODUTORES DE PRIMEIRA GERAÇÃO
 Os produtores de primeira geração do Brasil, denominados
"craqueadores", fracionam ou "craqueiam" a nafta (subproduto do
processo de refino de petróleo) ou gás natural, seus principais insumos,
transformando-os em petroquímicos básicos.
 Os craqueadores compram nafta da Petrobras, principalmente, e também
de outros fornecedores no exterior. Os craqueadores de base gás têm seu
insumo fornecido pela Petrobrás.
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PRODUTORES DE PRIMEIRA GERAÇÃO
Os petroquímicosbásicos produzidos pelas unidades de
craqueamento de nafta incluem:
 Olefinas, principalmente eteno, propeno e butadieno; e
 Aromáticos, tais como benzeno, tolueno e xilenos.
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PRODUTORES DE PRIMEIRA GERAÇÃO
 A Braskem, com a aquisição da Quattor, tornou-se a única empresa
brasileira de 1ª geração, com quatro unidades de craqueamento. Os
petroquímicos básicos são vendidos a produtores de segunda geração,
promovendo a integração da cadeia.
 Os petroquímicos básicos, que apresentam forma gasosa ou líquida, são
transportados por meio de dutos às unidades dos produtores de segunda
geração, em geral localizadas próximo às unidades de craqueamento, para
passarem por processamento adicional.
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PRODUTORES DE SEGUNDA GERAÇÃO
 Os produtores de segunda geração processam os petroquímicos básicos
comprados das unidades de craqueamento de nafta, produzindo
petroquímicos intermediários, que incluem:
 Polietileno, poliestireno e EDC/PVC (produzidos a partir do eteno);
 Polipropileno e acrilonitrila (produzidos a partir do propeno);
 Cumeno e etilbenzeno (produzidos a partir do benzeno);
 Polibutadieno (produzido a partir do butadieno).
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PRODUTORES DE SEGUNDA GERAÇÃO
 Os petroquímicos intermediários são produzidos na forma sólida em
"pallete" de plástico ou em pó e transportados, principalmente, por
caminhões aos produtores de terceira geração que, em geral, não ficam
situados próximo aos produtores de segunda geração.
 A Braskem é a única petroquímica integrada de primeira e segunda geração
de resinas termoplásticas no Brasil.
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PRODUTORES DE TERCEIRA GERAÇÃO
 Os produtores da terceira geração, denominados transformadores,
compram os petroquímicos intermediários dos produtores de segunda
geração e os transformam em produtos finais, incluindo:
 Plásticos (produzidos a partir de polietileno, polipropileno e PVC);
 Fibras acrílicas (produzidas a partir de acrilonitrila);
 Nylon (produzido a partir de fenol no Brasil);
 Elastômeros (produzidos a partir de butadieno);
 Embalagens descartáveis (produzidas a partir de poliestireno e
polipropileno).
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PRODUTORES DE TERCEIRA GERAÇÃO
 Os produtores de terceira geração fabricam vários bens de consumo e
industriais, inclusive recipientes e materiais de embalagem, tais como
sacos, filme e garrafas, tecidos, detergentes, tintas, autopeças,
brinquedos e bens de consumo eletrônicos. Existem mais de 11.500
produtores de terceira geração em atividade no Brasil.
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O PAPEL DA PETROBRAS
 Anteriormente a 1995, a Constituição do Brasil concedia ao governo
brasileiro um monopólio, exercido por intermédio da Petrobras, sobre a
pesquisa, exploração, produção, refino, importação e transporte de petróleo
bruto e produtos de petróleo refinado (com exclusão de produtos
petroquímicos) no Brasil. A Constituição Federal também previa que
subprodutos do processo de refino, tais como a nafta, poderiam ser
fornecidos no Brasil somente pela Petrobras ou por seu intermédio. A nafta
é o principal insumo utilizado no Brasil para produção de petroquímicos
básicos, tais como eteno e propeno.
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O PAPEL DA PETROBRAS
 Em 1995, a Constituição Federal foi alterada para permitir que as
atividades de petróleo e relacionadas a petróleo fossem realizadas por
empresas privadas, por meio de concessão ou autorização do governo
brasileiro. Desde 1995, o governo brasileiro tomou várias medidas para
liberalizar o setor petroquímico do Brasil.
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O PAPEL DA PETROBRAS
 Em 1997, a Lei no. 9.478/97 regulamentou a Emenda Constitucional de
1995 por meio da criação do Conselho Nacional de Política Energética e da
Agência Nacional de Petróleo (ANP), encarregados de regulamentar e
fiscalizar o setor petrolífero e o setor de energia brasileiro.
Subsequentemente à criação da Agência Nacional de Petróleo, foram
introduzidas novas regras e regulamentos destinados a gradualmente
eliminar o monopólio da Petrobras. Atualmente, o Brasil ainda depende da
importação de grande parte da nafta consumida.
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MERCADO DE RESINAS TERMOPLÁSTICAS
 Na América Latina, o Brasil ocupa a posição de principal produtor de
petroquímicos básicos e lidera também o ranking de capacidade dos
petroquímicos de segunda geração. A importância brasileira na região é o
resultado da reestruturação da indústria petroquímica, aliada ao
crescimento da demanda doméstica.
 O consumo aparente de resinas termoplásticas no Brasil, que representa a
soma do volume de produção com importações menos o volume exportado,
tem evoluído ao longo dos últimos anos, a uma taxa de aproximadamente
4,7% a.a., consequência do crescimento da economia brasileira, melhor
distribuição de renda e maior poder de consumo das classes C, D e E.
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MERCADO DE RESINAS TERMOPLÁSTICAS
 Considerando apenas o mercado de resinas (PE, PP, PVC), o potencial de
crescimento no consumo de plástico do mercado brasileiro pode ser
observado quando comparado com o consumo em países desenvolvidos,
como nos EUA onde o consumo de resinas em 2014 foi de cerca de 69 kg por
habitante enquanto no Brasil foi de 25 kg por habitante. Desde o plano real e
o início da estabilização econômica no Brasil, o consumo de resinas vem
subindo de forma significativa.
 Os preços dos produtos petroquímicos produzidos no Brasil seguem a
referência de preços internacionais.
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MERCADO DE RESINAS TERMOPLÁSTICAS
Fonte: BRASKEM.
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MERCADO PETROQUÍMICO MUNDIAL
 O cenário recente da petroquímica é caracterizado por mudanças
estruturais, que vão desde a criação de novos complexos petroquímicos, até
a formação de novos grupos globais, formados por alianças estratégicas,
aquisições, fusões e/ou incorporações. A busca pela disponibilidade de
matéria-prima, competitividade de custos e presença em grandes mercados
consumidores de commodities, tem impulsionado a reestruturação do setor
a nível mundial.
 Durante os últimos anos, o uso de etano como matéria-prima para a
produção de eteno tem aumentado, em resposta à diferença do seu custo
em relação a nafta, especialmente nas regiões do Oriente Médio e América
do Norte.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
MERCADO PETROQUÍMICO MUNDIAL
 Diversas empresas petroquímicas anunciaram planos de construir novas
plantas, principalmente nas regiões de Ásia, Oriente Médio e América do
Norte, somando cerca de 24 milhões de toneladas entre 2015 e 2019, sendo
9 milhões de toneladas de capacidade na China e 8 milhões de toneladas de
capacidade nos EUA. No entanto, a entrada de novas capacidades de eteno
é com frequência objeto de atrasos, e não é possível prever quando, e se, a
capacidade adicional planejada será ativada.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PERFIL DOS CRAKERS
 O principal processo de produção de eteno é o craqueamento de
hidrocarbonetos. O eteno também pode ser obtido pela recuperação de
correntes do gás de refinaria, etanol e carvão.
 O processo de craqueamento aceita uma variedade de hidrocarbonetos,
cuja origem pode ser o gás natural (etano, propano e butano) ou petróleo
(nafta e condensado).
 A utilização de diferentes tipos de matéria-prima resulta em diferentes
produtos no processo de fracionamento.
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: BRASKEM.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
TAXA DE UTILIZAÇÃO
 As taxas de operação refletem o balanço de oferta e demanda,
caracterizandoo ciclo de alta e de baixa da indústria petroquímica.
Normalmente, a tomada de decisão de novos investimentos ocorre em
períodos de alta do ciclo, onde as margens da indústria estão mais
atrativas. Em decorrência do tempo de maturidade do investimento e pelo
fato das plantas possuírem uma escala mínima de viabilidade econômica,
quando estas novas plantas começam a operar há um excedente na oferta
no curto/médio prazo e, por consequência, a uma queda nas taxas de
operação.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
CAPACIDADE DE PRODUÇÃO DE RESINAS
 A produção global anual de resinas (PP/PE/PVC) no mundo é de
aproximadamente 183 milhões toneladas, sendo Ásia a principal região
produtora, seguida por Europa e Estados Unidos. Estima-se que até
2019 ocorra um aumento de capacidade na ordem de 46 milhões
toneladas - impulsionada, principalmente, pelo crescimento de
polietilenos (PE), com concentração no Oriente Médio, China e EUA.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRINCIPAIS PLAYERS NAS AMÉRICAS
 Em 2015, o continente Americano foi responsável pela produção
de aproximadamente 40 milhões de toneladas de resinas (PE, PP e PVC),
20% da produção mundial. Na comparação entre as capacidades de
produção dos principais players petroquímicos, a Braskem está na 1ª
posição, com capacidade anual de 7.080 mil toneladas.
Fonte: BRASKEM.
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HISTÓRICO DAS RESINAS
 As resinas termoplásticas (PE, PP e PVC) são commodities vendidas em
mercados globais. Os preços dessas resinas são influenciados por fatores
macroeconômicos globais, custo de matéria-prima, tendências de
demanda nos setores que utilizam essas resinas e custos de transporte.
Dessa forma, para se ter uma ideia da avaliação da rentabilidade do setor,
utiliza o "spread" (diferença entre o preço da resina e o custo da matéria-
prima base para a produção).
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EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: BRADESCO, 2017.
COMPOSIÇÃO DAS EXPORTAÇÕES DE 
PRODUTOS QUÍMICOS
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
OS PRINCIPAIS PRODUTOS 
IMPORTADOS SÃO MATÉRIAS-
PRIMAS PARA DEFENSIVOS 
AGRÍCOLAS E PARA FERTILIZANTES.
OS PRINCIPAIS PRODUTOS 
EXPORTADOS SÃO ALUMINA 
CALCINADA (UTILIZADA EM VIDROS, 
REFRATÁRIOS) E RESINAS 
TERMOPLÁSTICAS.
Prof. ª Tatiana Felix FerreiraFonte: BRADESCO, 2017.
EXPORTAÇÕES DA INDÚSTRIA BRASILEIRA
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUTOS DE LIMPEZA, PERFUMARIA, COSMÉTICOS E HIGIENE 
PESSOAL
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % acumulada em 12 meses.
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PRODUÇÃO DE TINTAS E VERNIZES
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % acumulada em 12 meses.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUÇÃO DE ABUDOS E FERTILIZANTES
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % acumulada em 12 meses.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUÇÃO DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % acumulada em 12 meses.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUÇÃO DE FARMOQUÍMICOS E FARMACÊUTICOS
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % acumulada em 12 meses.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUÇÃO DE QUÍMICOS
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % acumulada em 12 meses.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PRODUÇÃO DE QUÍMICOS
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
ÍNDICE DE PRODUÇÃO DA INDÚSTRIA QUÍMICA
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % média móvel 12 meses.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
INDICADORES ABIQUIM
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
INDICADORES ABIQUIM
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
CONSUMO APARENTE DA NAFTA PETROQUÍMICA
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: acumulado em 12 meses em mil m3.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
CONSUMO APARENTE DA NAFTA PETROQUÍMICA
Fonte: BRADESCO, 2017.
Obs.: var % em 12 meses.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
PREÇO INTERNACIONAL DA NAFTA (US$/t)
Fonte: BRADESCO, 2017.
Prof. ª Tatiana Felix Ferreira
OBRIGADA!
tatiana@eq.ufrj.br

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