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ESTATÍSTICA
Concursos Públicos
Base de estudo de estatística aplicada a concursos públicos. BACEN. AFRFB,
AFT, AUDITORIA MUNICIPAL E ESTADUAL.
2013
Augusto Moura
4/6/2013
Sumário
ESTATÍSTICA DESCRITIVA .................................................................................................................................3
Diagrama de ramos e folhas: ............................................................................................................................3
Tabela de freqüência .........................................................................................................................................3
Variável aleatória ...............................................................................................................................................5
Medidas de tendência central - médias ............................................................................................................6
Propriedades da média aritmética: ...................................................................................................................9
Método de cálculo da média aritmética por mudança de variável: ................................................................ 10
Medidas de tendência central - moda e mediana. ......................................................................................... 14
Separatrizes ................................................................................................................................................... 21
Medidas de dispersão (Medidas de Variação): .............................................................................................. 27
Propriedades do desvio padrão, desvio médio absoluto e variância. ........................................................... 27
Cálculo da variância, desvio padrão e desvio médio por mudança de variável: ........................................... 29
Coeficiente de variação ou dispersão relativa ............................................................................................... 34
Esperança matemática - expectância. ........................................................................................................... 37
Momentos ...................................................................................................................................................... 39
TEOREMA DE BAYES ...................................................................................................................................... 48
FUNÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO E DENSIDADE DE PROBABILIDADES ........................................................ 52
Funções de distribuição e densidade de probabilidades para variável discreta ........................................... 52
Funções de distribuição e densidade de probabilidades para variável contínua .......................................... 54
DISTRIBUIÇÕES DESCONTÍNUAS DE PROBABILIDADE. ............................................................................ 56
Distribuição binomial ...................................................................................................................................... 56
Distribuição de Poisson.................................................................................................................................. 58
Distribuição hipergeométrica ......................................................................................................................... 60
DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE. ................................................................................... 60
Distribuição Uniforme ..................................................................................................................................... 60
Distribuição Normal ........................................................................................................................................ 61
Distribuição T de Student ............................................................................................................................... 66
Intervalo de confiança .................................................................................................................................... 67
TESTE DE HIPÓTESE ...................................................................................................................................... 77
Distribuição F - Análise de variância .............................................................................................................. 82
Distribuição qui-quadrado .............................................................................................................................. 92
AMOSTRAGEM ............................................................................................................................................... 105
ESPECTÂNCIA - VARIÁVEIS ALEATÓRIAS BIDIMENSIONAIS ................................................................... 108
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES .................................................................................................................... 117
NÚMEROS ÍNDICES (RELATIVOS) ............................................................................................................... 123
SERIES TEMPORAIS ..................................................................................................................................... 130
Augusto Moura 2013
3 ESTATÍSTICA DESCRITIVA
ESTATÍSTICA DESCRITIVA
A estatística descritiva é um ramo da estatística que
aplica várias técnicas para organizar um conjunto de
dados na forma de tabelas e gráficos.
Diagrama de ramos e folhas:
Exemplo 1
Dados brutos do atributo X
82 90 90 93 99 100 100
101 101 102 102 102 103 104
104 105 107 107 107 107 107
110 111 113 115 115 116 117
119 120 120 121 121 124 125
125 125 127 130 130 134 135
135 135 136 140 143 145 158
Representação do diagrama de ramos e folhas abaixo
correspondeàs observações (82,...,158) do atributo X.
RAMO FOLHA
8 2
8
9 003
9 9
10 0011222344
10 577777
11 013
11 55679
12 00114
12 5557
13 004
13 5556
14 03
14 5
15
15 8
Exemplo 2
Dados brutos do atributo X
8,4 8,5 8,5 8,5 8,7 8,8 8,9 9,0
9,0 9,0 9,1 9,1 9,3 9,8 9,9 9,9
10,1 10,1 10,2 10,4 10,4 10,4 10,8 10,8
11,5 11,5 11,6 11,8 12,4 12,9 13,1 13,5
13,6 13,9 14,2 15,2 15,3 15,3 15,6 15,6
Representação do diagrama de ramos e folhas abaixo
correspondeàs observações (8,4.........15,6) do atributo
X.
RAMO FOLHA
8 4555789
9 000113899
10 11244488
11 5568
12 49
13 1569
14 2
15 23366
Tabela de freqüência
Notação:
DADOS BRUTOS– São aqueles que não se encontram
prontos para análise, por não estarem numericamente-
organizados.
Ex.: 3, 1, 2, 5, 8, 1, 2, 3, 18, 3, 4, 9, 9
ROL– É uma lista em que os valores estão dispostos
em ordem crescente ou decrescente de grandeza
Ex.: 2, 4, 4, 6, 7, 7, 8, 8, 8, 9, 10
FREQÜÊNCIA (𝑓 )– É o número de observações ou
repetições de um determinado valor, ou seja, é o núme-
ro de casos observados.
TABULAÇÃO– É a condensação de todos os resultados
em uma tabela, estabelecendo a correspondência entre
o valor individual e o respectivo número de vezes que
ele foi observado
AMPLITUDE TOTAL (𝐴𝑡)– É a diferença entre o maior e
o menor valor observado da variável em estudo.
CLASSE DE FREQÜÊNCIA (K)– É cada um dos grupos
de valores em que se subdivide a amplitude do conjunto
de valores observados
LIMITE SUPERIOR( 𝑠) E LIMITE INFERIOR( )– São
os valores extremos da classe
LIMITE REAL DE CLASSE– É a médiaaritmética entre
o limite superior de uma classe e o limite inferiorda
classe seguinte
AMPLITUDE DO INTERVALO OU COMPRIMENTO DE
CLASSE (c)- É a diferença entre os limites superior e
inferior de uma classe
Augusto Moura 2013
4 ESTATÍSTICA
𝑐 𝑠
PONTO MÉDIO DA CLASSE (Xj)– É a média aritmética
simples dos limites superior e inferior de uma classe
FREQÜÊNCIA:
SIMPLES ABSOLUTA (𝑓 )– É o número de repetições
ou observações de um valor individual ou de uma clas-
se de valores da variável, ou seja, é o número de casos
observados
∑(𝑓 )é a soma das freqüências simples absolutas e
é igual ao número total de casos observados
ACUMULADA ABSOLUTA(𝐹 )Pode ser: ―Abaixo de‖ ou
crescente e ―Acima de‖ ou decrescente. A freqüência
acumulada absoluta ―abaixo de‖ uma classe ou de um
valor individual é a soma da freqüência simples absoluta
dessa classe ou deste valor com as freqüências simples
absolutas das classes ou dos valores ―anteriores‖.
SIMPLES RELATIVA (𝑓𝑟 )– É o número de repetições
ou observações de um valor individual ou de uma clas-
se de valores da variável expresso na forma percentual.
𝑓𝑟
𝑓
∑𝑓
ACUMULADA RELATIVA (𝐹𝑟 )Pode ser: ―Abaixo de‖ ou
crescente e ―Acima de‖ ou decrescente. A freqüência
acumulada relativa ―abaixo de‖ uma classe ou de um
valor individual é a soma da freqüência simples absoluta
dessa classe ou deste valor com as freqüências simples
absolutas das classes ou dos valores ―anteriores‖.
Dados brutos do atributo X
82 90 90 93 99 100 100
101 101 102 102 102 103 104
104 105 107 107 107 107 107
110 111 113 115 115 116 117
119 120 120 121 121 124 125
125 125 127 130 130 134 135
135 135 136 140 143 145 158
Tabela de freqüência por classes:
Classes 𝑓 𝑓𝑟 𝐹
85 1 0,020 1 0,020
95 4 0,082 5 0,102
105 16 0,327 21 0,429
110 8 0,163 29 0,592
125 9 0,184 38 0,776
135 7 0,143 45 0,918
145 3 0,061 48 0,980
155 1 0,020 49 1,000
TOTAL - 49 1,000 - -
Dados brutos do atributo X
8,4 8,5 8,5 8,5 8,7 8,8 8,9 9,0
9,0 9,0 9,1 9,1 9,3 9,8 9,9 9,9
10,1 10,1 10,2 10,4 10,4 10,4 10,8 10,8
11,5 11,5 11,6 11,8 12,4 12,9 13,1 13,5
13,6 13,9 14,2 15,2 15,3 15,3 15,6 15,6
Tabela de freqüência por classes:
Classes 𝑓 𝑓𝑟 𝐹 𝐹𝑟
8,5 7 7 0,175 0,175
9,5 9 16 0,225 0,400
10,5 8 24 0,200 0,600
11,0 4 28 0,100 0,700
12,5 2 30 0,050 0,750
13,5 4 34 0,100 0,850
14,5 1 35 0,025 0,875
15,5 5 40 0,125 1,000
TOTAL - 40 1,000 -
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5 ESTATÍSTICA DESCRITIVA
Variável aleatória
Uma variável aleatória ( )pode ser entendida como
uma variável quantitativa, cujo resultado (valor) depen-
de de fatores aleatórios.
Variável Aleatória Contínuaé aquela que pode tomar
qualquer valor numérico em um determinado intervalo
ou coleção de intervalos.
Exemplos de Variáveis Aleatórias Contínuas:
valores de corrente elétrica em um
cabo elétrico;
flutuações de temperatura;
pesos de caixas de laranja;
medidas de uma peça usada na in-
dústria para fins de controle de quali-
dade;
alturas de pinheiros;
duração de uma conversa telefônica;
tempo necessário para completar um
ensaio.
Exemplo: a tabela abaixo apresenta dados parciais
sobre a folha de pagamento de um Banco.
Nota: Variável Aleatória Contínua é representada
por classes em uma tabela de freqüência.
Variável Aleatória Discreta aquela variável que toma
valores que podem ser contados, isto é,é aquela para a
qual o conjunto A é um conjunto finito ou infinito enume-
rável.
Exemplos de Variáveis Aleatórias Discretas:
número de acidentes numa semana;
número de caras em cinco lançamen-
to de moeda;
número de defeitos em sapatos;
número de falhas numa safra;
número de terremotos;
número de jogos empatados;
número de livros numa estante.
Exemplo: freqüências acumuladas das idades de 20
jovens entre 14 e 20 anos.
Nota: Variável Aleatória discreta é representada por
valores em uma tabela de freqüência.
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6 ESTATÍSTICA
Medidas de tendência central - médias
1) Média aritmética ( ̅)
Para variável discreta:
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
Obs.: quando a freqüência é igual a 1 para todos os
valores da variável x temos:
̅
∑
Onde ∑𝑓
Para variável contínua utiliza-se para cálculo da média,
o valor médio das classes.
𝑠
LIMITE SUPERIOR( 𝑠) E LIMITE INFERIOR( )– São
os valores extremos da classe
Exemplo: freqüências acumuladas das idades de 20
jovens entre 14 e 20 anos.
Determinar a média aritmética:
Solução:
𝐹 𝑓 𝑓
14 2 2
15 4 4-2=2
16 9 9-4=5
17 12 12-9=3
18 15 15-12=3
19 18 18-15=3
20 20 20-18=2
∑𝑓 ∑ 𝑓
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
𝑎 𝑠
Exemplo: a tabela abaixo apresenta dados parciais
sobre a folha de pagamento de um Banco.
Determinar a média aritmética:
Solução:
Tabela de freqüência por classes:
Classes 𝑓 𝑓
400 52 20800
600 30
800 25
1000 20
1200 16
1400 13
TOTAL ∑𝑓 ∑ 𝑓
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
𝑅
CONCURSO PÚBLICO - AFRF- 2002
Em um ensaio para o es-
tudo da distribuição de um
atributo financeiro (X) fo-
ram examinados 200 tens
de natureza contábil do
balanço de uma empresa.
Esse exercício produziu a
tabela de freqüências
abaixo. A coluna Classes
representa intervalos de
valores de X em reais e a
coluna P representa a fre-
qüência relativa acumula-
da. Não existem observa-
ções coincidentes com os
extremos das classes.
Assinale a opção que dá o
valor médio amostral de X.
Classes P(%)
70-90 5
90-110 15
110-130 40
130-150 70
150-170 85
170-190 95
190-210 100
Augusto Moura 2013
7
a)140,10 b)115,50 c)120,00
d)140,00 e)138,00
Solução:
Fri fri xj xjfri
70 90 5 5 80 400
90 110 15 10 100 1000
110 130 40 25 120 3000
130 150 70 30 140 4200
150 170 85 15 160 2400
170 190 95 10 180 1800
190 210 100 5 200 1000
100 13800
classes
2) Média ponderada ( ̅ )
̅𝑝
∑ 𝑝
∑𝑝
Onde 𝑝 representa o peso atribuído ao valor .
Exemplo: Calcular a média ponderada.
Prova Notas ( ) Pesos (𝑝 )
P1 8,0 1
P2 6,4 2
P3 3,2 3
P4 9,5 4
Solução:
̅𝑝
∑ 𝑝
∑𝑝
3) Média geométrica ( ̅ )
Para variável discreta:
̅ √∏
Exemplo: Calcular a média geométrica dos elementos
do conjunto 𝐴 * +.
̅ √∏
̅ √
√
≅
Para variável contínua:
̅ √∏( )
∑
Exemplo: Calcular a média geométrica:
𝑓
3 5
5 3
4 2
∑𝑓
Solução:
̅ √∏( )
∑
̅ √( ) ( ) ( )
̅ √
√
≅
4) Média harmônica ( ̅ ):
Para variável discreta:
̅𝐻
∑
𝑥
Exemplo: Calcular a média harmônica dos elementos do
conjunto 𝐴 * +.
̅𝐻
∑
𝑥≅
Augusto Moura 2013
8 ESTATÍSTICA
Para variável contínua:
̅𝐻
∑𝑓
∑
𝑥
Exemplo: Calcular a média harmônica:
𝑓
3 5
5 3
4 2
∑𝑓
Solução:
̅𝐻
∑𝑓
∑
𝑥
≅
Comparação entre médias: aritmética, geométrica e
harmônica.
̅𝐻 ≤ ̅ ≤ ̅
Para ⋯ temos:
̅𝐻 ̅ ̅
Para ≠ ≠ ≠ ⋯ ≠ temos:
̅𝐻 < ̅ < ̅
Auditor-Fiscal da Receita Federal - AFRF-2000
Assinale a opção que expresse a relação entre as
médias aritmética (X), geométrica (G) e harmônica
(H), para um conjunto de n valores positivos (X1,
X2, ..., Xn):
a) G ≤ H ≤ X , com G = H = X somente se os n
valores forem todos iguais.
b) G ≤ X ≤ H, com G = X = H somente se os n
valores forem todos iguais.
c) X ≤ G ≤ H, com X = G = H somente se os n
valores forem todos iguais.
d) H ≤ G ≤ X , com H = G = X somente se os n
valores forem todos iguais.
e) X ≤ H ≤ G, com X = H = G somente se os n
valores forem todos iguais.
Gabarito: D
4 8 9 2 média aritmética
8 6 3 1 5,50
10 4 4 3 média geométrica
6 7 7 6 4,76
média harmônica
3,84
5 5 5 5 média aritmética
5 5 5 5 5,00
5 5 5 5 média geométrica
5 5 5 5 5,00
média harmônica
5,00
Augusto Moura 2013
9
Propriedades da média aritmética:
1) Se cada valor da variável é somado, subtraído,
multiplicado ou dividido por uma constante , o valor
da nova média será somada, subtraída, multiplicada
ou dividida por este valor.
Exemplo:
𝐴 * + 𝑔 ̅
Se o conjunto B formado pelos valores é obtido a
partir dos valores do conjunto A formado pelos valo-
res de forma que teremos:
𝐵 * +
𝑔 ̅
Conclusão: ̅ ̅ ( a média dos valores de ̅ é
10 unidades superior a média dos .
Se o conjunto C formado pelos valores é obtido a
partir dos valores do conjunto A formado pelos valo-
res de forma que teremos:
𝐶 * +
𝑔 ̅
Conclusão: ̅ ̅ ( a média dos valores de ̅ é
multiplica por 5 unidades e subtraída de 3 unidades
em relação a média dos .
2) A soma dos desvios em relação a média aritmética
sempre é igual a zero.
∑( ̅)𝑓
Exemplo:
𝑓 𝑓 ( ̅)𝑓
14 2 ( )
15 2 ( )
16 5 ( )
17 3 ( )
18 3 ( )
19 3 ( )
20 2 ( )
∑𝑓 ∑ 𝑓 ∑( ̅)𝑓 =0
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
∑( ̅)𝑓
Exemplo:
𝑓 𝑓 ( ̅)𝑓
5 2 10 -6,4
8 5 40 -1
4 4 16 -16,8
7 3 21 -3,6
9 6 63 +5,6
12 7 72 +22,8
8 2 24 -0,6
∑𝑓 ∑ 𝑓 ∑( ̅)𝑓 =0
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
∑( ̅)𝑓
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10 ESTATÍSTICA
Método de cálculo da média aritmética por mudança de variável:
Secretaria de Estado da Fazenda Edital SEF nº 001/2010
Considere a tabela agrupada em classes mostrada a seguir, referente a um conjunto com as notas de 100
alunos (considerados como a população da pesquisa) para a resolução das questões 34 e 35.
Qual é a média das notas dos alunos?
a. 58 b. 61 c. 72
d. 75 e. 76,875
Solução:
Podemos relacionar a grandeza x à grandeza y atra-
vés da relação:
𝑥 −
onde 65 é o valor
central do conjunto de valores de x e 20 é o interva-
lo de classe.
61654652,020
2,0
100
20
1
1
x
f
fy
y
n
i
i
n
i
ii
Gabarito B
𝑠 𝑓 𝑓
15 35 25 30 -2 -60
35 55 45 10 -1 -10
55 75 65 20 0 0
75 95 85 30 1 30
95 115 105 10 2 20
100 -20
AFRF-2002.2 ESTATÍSTICA BÁSICA
O atributo do tipo contínuo X, observado como
um inteiro, numa amostra de tamanho 100 obtida de
uma população de 1000 indivíduos, produziu a tabe-
la de freqüências ao lado:
Calcular que dá o valor médio amostral de X:
Classes Freqüência
29,5-39,5 4
39,5-49,5 8
49,5-59,5 14
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Augusto Moura 2013
11
Solução:
Os valores de correspondem a média das classes:
𝐿 +𝐿
Podemos relacionar a grandeza x à grandeza y através da relação:
𝑥 −
onde 65 é o valor central
do conjunto de valores de x e 10 é o intervalo de classe.
Classes 𝑓
ix
iy
ii fy
29,5-39,5 4
( )
39,5-49,5 8
( )
49,5-59,5 14
( )
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Σ ∑𝑓
∑ 𝑓
Cálculo da média da variável Y:
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
Cálculo da média da variável aleatória X:
̅
̅
̅ ̅
̅
̅
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12 ESTATÍSTICA
AFRF-2003 ESTATÍSTICA BÁSICA
Considere a tabela de freqüências ao lado cor-
respondente a uma amostra da variável X. Não exis-
tem observações coincidentes com os extremos das
classes.
Calcular o valor que dá o valor médio amostral de X:
Classes Freqüências
Acumuladas(%)
2.000–4.000 5
4.000–6.000 16
6.000–8.000 42
8.000–10.000 77
10.000–12.000 89
12.000–14.000 100
Solução:
Podemos relacionar a grandeza x à grandeza y através da relação:
𝑥 −
onde 7000 é um dos
valores centrais do conjunto (poderia ser utilizado 9000) de valores de x e 10 é o intervalo de classe.
Classes 𝐹 𝑓
ix
iy
ii fy
2.000–4.000 5 5 3000 -2 -10
4.000–6.000 16 11 5000 -1 -11
6.000–8.000 42 26 7000 0 0
8.000–10.000 77 35 9000 1 35
10.000–12.000 89 12 11000 2 24
12.000–14.000 100 11 13000 3 33
Σ ∑𝑓
∑ 𝑓
Cálculo da média da variável Y:
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
Cálculo da média da variável aleatória X:
̅ ̅
Augusto Moura 2013
13
AFRF-2002 ESTATÍSTICA BÁSICA
Em um ensaio para o estudo da distribuição de um
atributo financeiro (X) foram examinados 200 tens de
natureza contábil do balanço de uma empresa. Esse
exercício produziu a tabela de freqüências abaixo. A
coluna Classes representa intervalos de valores de X
em reais e a coluna P representa a freqüência relati-
va acumulada. Não existem observações coinciden-
tes com os extremos das classes. As questões de 38
a 43 referem-se a esses ensaios.
Calcular o valor que dá o valor médio amostral de X:
Classes P(%)
70-90 5
90-110 15
110-130 40
130-150 70
150-170 85
170-190 95
190-210 100
somatórioSolução:
Podemos relacionar a grandeza x à grandeza y através da relação:
𝑥 −
onde 140 é o valor cen-
tral do conjunto de valores de x e 20 é o intervalo de classe.
Classes 𝐹𝑟 𝑓𝑟
ix
iy
rii fy
70–90 5 5 80 -3 -15
90–110 15 10 100 -2 -20
110–130 40 25 120 -1 -25
130–150 70 30 140 0 0
150–170 85 15 160 1 15
170–190 95 10 180 2 20
190–210 100 5 200 3 15
Σ ∑𝑓𝑟
∑ 𝑓𝑟
Cálculo da média da variável Y:
̅
∑ 𝑓𝑟
∑𝑓
Cálculo da média da variável aleatória X:
̅ ̅ ( )
Augusto Moura 2013
14 ESTATÍSTICA
Medidas de tendência central - moda e
mediana.
A moda(𝑀 )é o valor que detém o maior número
de observações, ou seja, o valor ou valores mais
frequentes.
A mediana(𝑀 )é uma medida de tendência cen-
tral, um número que caracteriza as observações
de uma determinada variável de tal forma que este
número (a mediana) de um grupo de dados orde-
nados separa a metade inferior da amostra, popu-
lação ou distribuição de probabilidade, da metade
superior. Mais concretamente, 1/2 da população
terá valores inferiores ou iguais à mediana e 1/2
da população terá valores superiores ou iguais à
mediana. A Mediana de um conjunto de dados é o
dado que fica no meio quando as entradas são
colocadas em ordem crescente. Se o conjunto de
dados tiver um número par de entradas a mediana
será a média entre os dois pontos que estiverem
no meio do conjunto.
O termo mediano pode ser determinado pela rela-
ção:
𝑀 .
2
+
2
/
CONCURSO PÚBLICO AUDITOR-FISCAL DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL – 2002
O diagrama de ramos e folhas abaixo corresponde
às observações (82,...,158) e ( 12,...,93) do atri-
buto X. Assinale a opção que dá o valor mediano
de X.
8 2
8
9 003
9 9
10 0011222344
10 577777
11 013
11 55679
12 00114
12 5557
13 004
13 5556
14 03
14 5
15
15 8
a) 105 b) 110 c) 104 d) 107 e) 115
Solução:
11525
2
1
2
49
XX
Gabarito E
Assinale a opção que dá o valor modal de X.
a) 105 b) 110 c) 104 d) 107 e) 115
Solução;
O valor de maior freqüência é 107 com 5 ocorrên-
cias.
Gabarito D
Augusto Moura 2013
15
Moda para variável contínua:
MODA BRUTA:
𝑀𝑂
𝑆 𝐼
MODA DE CZUBER:
𝑀 𝑐 (
Δ
Δ Δ
)
MODA DE KING:
𝑀 𝑐 (
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟
)
𝑖𝑚𝑖𝑡𝑒 𝑖 𝑓𝑒𝑟𝑖 𝑟 𝑑𝑎 𝑐 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑚 𝑑𝑎
𝑐 𝑖 𝑡𝑒𝑟𝑣𝑎 𝑑𝑒 𝑐 𝑎𝑠𝑠𝑒
𝑐 𝑠
Δ 𝑓 𝑎 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
Δ 𝑓 𝑎 𝑓 𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
AFRF-2002.2 ESTATÍSTICA BÁSICA
O atributo do tipo contínuo X, observado co-
mo um inteiro, numa amostra de tamanho 100
obtida de uma população de 1000 indivíduos, pro-
duziu a tabela de freqüências seguinte:
Classes
if
29,5-39,5 4
39,5-49,5 8
49,5-59,5 14
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Calcular o valor que corresponde ao valor modal
do atributo X no conceito de Czuber , king e bruta..
Solução:
A classe modal é a classe 69,5-79,5, pois apre-
senta maior freqüência (26).
𝑖𝑚𝑖𝑡𝑒 𝑖 𝑓𝑒𝑟𝑖 𝑟 𝑑𝑎 𝑐 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑚 𝑑𝑎
𝑐 𝑠
Δ 𝑓 𝑎 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
Δ 𝑓 𝑎 𝑓 𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
MODA BRUTA:
𝑀𝑂
𝑆 𝐼
MODA DE CZUBER:
𝑀 𝑐 (
Δ
Δ Δ
)
𝑀 (
)
𝑀
MODA DE KING:
𝑀 𝑐 (
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟
)
𝑀 (
)
𝑀
AFRF-2002 ESTATÍSTICA BÁSICA
Em um ensaio para o estudo da distribuição de
um atributo financeiro (X) foram examinados 200
tens de natureza contábil do balanço de uma em-
presa. Esse exercício produziu a tabela de fre-
qüências abaixo. A coluna Classes representa
intervalos de valores de X em reais e a coluna P
representa a freqüência relativa acumulada. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes. As questões de 38 a 43 referem-
se a esses ensaios.
Augusto Moura 2013
16 ESTATÍSTICA
Classes P(%)
70-90 5
90-110 15
110-130 40
130-150 70
150-170 85
170-190 95
190-210 100
somatório
Calcular o valor que corresponde ao valor modal
do atributo X no conceito de Czuber , king e bruta..
Solução:
Classes 𝐹𝑟 𝑓𝑟
70–90 5 5
90–110 15 10
110–130 40 25
130–150 70 30
150–170 85 15
170–190 95 10
190–210 100 5
A classe modal é a classe 130-150, pois apresenta
maior freqüência (30).
𝑖𝑚𝑖𝑡𝑒 𝑖 𝑓𝑒𝑟𝑖 𝑟 𝑑𝑎 𝑐 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑚 𝑑𝑎
𝑐 𝑠
Δ 𝑓 𝑎 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
Δ 𝑓 𝑎 𝑓 𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
MODA BRUTA:
𝑀𝑂
𝑆 𝐼
MODA DE CZUBER:
𝑀 𝑐 (
Δ
Δ Δ
)
𝑀 (
)
𝑀
MODA DE KING:
𝑀 𝑐 (
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟
)
𝑀 (
)
𝑀
AFRF-2003 ESTATÍSTICA BÁSICA
Considere a tabela de freqüências seguinte
correspondente a uma amostra da variável X. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes.
Classes
Freqüências
Acumuladas(%)
2.000–4.000 5
4.000–6.000 16
6.000–8.000 42
8.000–10.000 77
10.000–12.000 89
12.000–14.000 100
Calcular o valor que corresponde ao valor modal
do atributo X no conceito de Czuber , king e bruta..
Solução:
Classes 𝐹 𝑓
2.000–4.000 5 5
4.000–6.000 16 11
6.000–8.000 42 26
8.000–10.000 77 35
10.000–12.000 89 12
12.000–14.000 100 11
Augusto Moura 2013
17
A classe modal é a classe 8000-10000, pois apre-
senta maior freqüência (35).
𝑖𝑚𝑖𝑡𝑒 𝑖 𝑓𝑒𝑟𝑖 𝑟 𝑑𝑎 𝑐 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑚 𝑑𝑎
𝑐 𝑠
Δ 𝑓 𝑎 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
Δ 𝑓 𝑎 𝑓 𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑎 𝑎𝑠𝑠𝑒 𝑎
MODA BRUTA:
𝑀𝑂
𝑆 𝐼
MODA DE CZUBER:
𝑀 𝑐 (
Δ
Δ Δ
)
𝑀 (
)
𝑀
MODA DE KING:
𝑀 𝑐 (
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟
𝑓𝑝 𝑠𝑡𝑒𝑟 𝑟 𝑓𝑎 𝑡𝑒𝑟 𝑟
)
𝑀 (
)
𝑀
Mediana para variável contínua:
𝑴𝒅 𝑳 𝒄(
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆𝒅
)
𝑭 𝒆 𝒇 𝒆 𝒄 𝒄 𝒅 𝒆 𝒄 𝒆 𝒅
𝒇 𝒆𝒅 𝒇 𝒆 𝒄 𝒅 𝒄 𝒆 𝒆𝒅
AFRF-2002.2 ESTATÍSTICA BÁSICA
O atributo do tipo contínuo X, observado co-
mo um inteiro, numa amostra de tamanho 100
obtida de uma população de 1000 indivíduos, pro-
duziu a tabela de freqüências seguinte:
Classes
if
𝐹
29,5-39,5 4 4
39,5-49,5 8 12
49,5-59,5 14 26
59,5-69,5 20 46
69,5-79,5 26 72
79,5-89,5 18 90
89,5-99,5 10 100
Calcular o valor que corresponde ao valor media-
no do atributo X
Solução:
A classe mediana é onde se encontra
.
2
+
2
/
.
2
+
2
/
Classe mediana : 69,5-79,5
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆𝒅
𝒄
𝑴𝒅 𝑳 𝒄(
𝑭𝒆
𝒇 𝒆𝒅
)
𝑴𝒅 (
)
𝑴𝒅 (
) ≅ 𝟑
AFRF-2002 ESTATÍSTICA BÁSICA
Em um ensaio para o estudo da distribuição de
um atributo financeiro (X) foram examinados 200
tens de natureza contábil do balanço de uma em-
presa. Esse exercício produziu a tabela de fre-
qüências abaixo. A coluna Classes representa
intervalos de valores de X em reais e a coluna P
representa a freqüência relativa acumulada. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes. As questões de 38 a 43 referem-
se a esses ensaios.
Classes P(%) 𝑓𝑟
Augusto Moura 2013
18 ESTATÍSTICA
70-90 5 5
90-110 15 10
110-130 40 25
130-150 70 30
150-170 85 15
170-190 95 10
190-210 100 5
Calcular o valor que corresponde ao valor media-
no do atributo X
Solução:
A classe mediana é onde se encontra
.
2
+
2
/
.
2
+
2
/
Classe mediana : 130-150
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆𝒅 𝟑
𝒄 𝟑
𝑴𝒅 𝑳 𝒄(
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆𝒅
)
𝑴𝒅 𝟑 (
𝟑
)
𝑴𝒅 𝟑 (
𝟑
) ≅ 𝟑
AFRF-2003 ESTATÍSTICA BÁSICA
Considere a tabela de freqüências seguinte
correspondente a uma amostra da variável X. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes.
Classes 𝐹 𝑓
2.000–4.000 5 5
4.000–6.000 16 11
6.000–8.000 42 26
8.000–10.000 77 35
10.000–12.000 89 12
12.000–14.000 100 11
Calcular o valor que corresponde ao valor media-
no do atributo X
Solução:
A classe mediana é onde se encontra
.
2
+
2
/
.
2
+
2
/
Classe mediana : 8000-10000
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆𝒅 𝟑
𝒄
𝑴𝒅 𝑳 𝒄(
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆𝒅
)
𝑴𝒅 (
𝟑
)
𝑴𝒅 (
𝟑
) ≅
Agente Fiscal de Rendas - Nível I
FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS Abril/2006
O histograma de freqüências absolutas, abai-
xo,demonstra o comportamento dos valores arre-
cadados de um determinado tributo, no ano de
2005, em uma região a ser analisada:
Observação: Considere que todos os intervalos de
classe do histograma são fechados à esquerda e
abertos à direita. Utilizando as informações conti-
das neste histograma, calculou-se a média aritmé-
Augusto Moura 2013
19
tica destes valores arrecadados, considerando
que todos os valores incluídos num certo intervalo
de classe são coincidentes com o ponto médio
deste intervalo. Também calculou-se a mediana de
tais valores pelo método da interpolação linear.
Então, omódulo da diferença entre a média aritmé-
tica e a mediana é igual a
1- R$100,00 2- R$400,00
3- R$800,00 4- R$900,00
5- R$1.000,00
Solução:
li ls xj fi yi yifi Fi
1 2 1,5 200 -2 -400 200
2 3 2,5 400 -1 -400 600
3 4 3,5 500 0 0 1100
4 5 4,5 600 1 600 1700
5 6 5,5 300 2 600 2000
2000 400
7,35,02,05,3
2,0
2000
400
yx
f
fy
y
i
ii
A
10010001,08,37,3
8,38,03
5
4
13
500
600
2
2000
13
2
Gabarito
x
n
cL
m
m
m
f
F
m
d
d
d
mediana
anterior
i
d
Agente Fiscal de Rendas - Nível Básico - SQC –
III - FAZSP-Prova 1-Conhecimentos Gerais
Caderno de Prova ’A01’, Tipo 001
considere a tabela de freqüências relativas abaixo,
que mostra a distribuição dos valores arrecada-
dos, em 2008, sobre determinado tributo, referente
a um ramo de atividade escolhido para análise.
Sabe-se que:
I. As freqüências absolutas correspondem às
quantidades de recolhimentos, sendo as freqüên-
cias relativas do segundo e terceiro intervalos de
classe iguais a x e y, respectivamente.
II. A média aritmética da distribuição, valor arreca-
dado por recolhimento, é igual a R$ 3.350,00 (va-
lor encontrado considerando que todos os valores
incluídos num certo intervalo de classe são coinci-
dentes com o ponto médio deste intervalo).
A porcentagem de recolhimentos com valores
arrecadados maiores ou iguais a R$ 3.000,00 é :
(A)70% (B) 65% (C) 55% (D) 45% (E) 40%
Solução:
17503500y2500x
55090015033503500y2500x
33505509003500y2500x150
33500,1055000,204500
3500y2500x0,101500
6,0 6,0
yxyx
0,25y
1,50-1,75y
1,753,5y2,5y1,5
1,753,5yy0,62,5
1,753,5y2,5x
:1000por se-Dividindo
Augusto Moura 2013
20 ESTATÍSTICA
C Gabarito
0,550,100,200,25
:3000 a igualou maior %
0,350,25-0,60y-0,60x
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2003
Considere a tabela de freqüências seguinte cor-
respondente a uma amostra da variável X. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes.
Classes
Freqüências
Acumuladas(%)
2.000–4.000 5
4.000–6.000 16
6.000–8.000 42
8.000–10.000 77
10.000–12.000 89
12.000–14.000 100
Assinale a opção que corresponde à estimativa
do valor x da distribuição amostral de X que não é
superado por cerca de 80% das observações.
a) 10.000 b) 12.000 c) 12.500
d) 11.000 e) 10.500
Solução:
classes Freqüências
absolutas
Freqüências
acumuladas
2000—4000 5 5
4000—6000 11 16
6000—8000 26 42
8000—10000 35 77
10000—12000 12 89
12000—14000 11 100
E Resposta
10500
12
126000
600012000012
600012000012
200031000012
10000
3
2000
12
10000
3
10000-12000
12
77%. temos10000 X Para
x
x
x
x
x
x
Augusto Moura 2013
21
Separatrizes
Quartis
Os quartis separam um conjunto de dados ordenados
(ROL) em quatro
partes iguais; assim:
• é o 1º quartil, deixa 25% dos elementos abaixo dele;
• é o 2º quartil, coincide com a mediana, deixa 50% dos
elementos abaixo dele;
• é o 3º quartil, deixa 75% dos elementos abaixo dele.
f
F
LQ
DECÍLICA
ANTERIOR
i
n
c 4
1
f
F
LQ
DECÍLICA
ANTERIOR
i
n
c 4
3
3
Decis
Os decis são valores que dividem uma série de dados
ordenados emdez partes iguais.
f
F
LD
DECÍLICA
ANTERIOR
i
n
c 10
3
3
f
F
LD
DECÍLICA
ANTERIOR
i
n
c 10
5
5
Percentis
Os percentis são valores que dividem uma série de
dados ordenados em 100 partes iguais.
f
F
LP
CENTILICA
ANTERIOR
i
n
c 100
35
35
f
F
LP
CENTILICA
ANTERIOR
i
n
c 100
65
65
CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA DO RECI-
FE - 2003 - Auditor do Tesouro Municipal
O quadro seguinte apresenta a distribuição de
freqüências da variável valor do aluguel (X) para
uma amostra de 200 apartamentos de uma região
metropolitana de certo município. Não existem
observações coincidentes com os extremos das
classes. Assinale a opção que corresponde à es-
timativado valor x tal que a freqüência relativa de
observações de X menores ou iguais a x seja
80%.
a) 530 b) 560 c) 590
d) 578 e) 575
Solução:
li ls fi Fi
350 380 3 3
380 410 8 11
410 440 10 21
440 470 13 34
470 500 33 67
500 530 40 107
530 560 35 142
560 590 30 172
590 620 16 188
620 650 12 200
Augusto Moura 2013
22 ESTATÍSTICA
578
30
18
30560
30
142160
30560
30
142
100
20080
30560
100
80
80
80
80
80
P
P
P
f
F
P
capercentíli
anterior
i
n
cL
Gabarito D
Numa pesquisa amostral, observa-se que o salá-
rio médio mensal dos indivíduos entrevistados é
de R$ 500,00. Os salários médios de homens e
mulheres são R$ 600,00 e R$ 420,00, respectiva-
mente. Assinale a opção que dá a relação entre o
número de homens e de mulheres da amostra.
a) O número de homens é o dobro do número de
mulheres.
b) O número de homens é 4/5 do número de mu-
lheres.
c) O número de homens é igual ao número de
mulheres.
d) O número de homens é 1/5 do número de mu-
lheres.
e) O número de homens é 3/5 do número de mu-
lheres.
Solução:
MMH
MH
MHMH
MH
MH
5
4
100
80
80100
500420600
500
420600
Gabarito B
Em uma amostra, realizada para se obter infor-
mação sobre a distribuição salarial de homens e
mulheres, encontrou-se que o salário médio vale
R$ 1.200,00. O salário médio observado para os
homens foi de R$ 1.300,00 e para as mulheres foi
de R$ 1.100,00. Assinale a opção correta.
a) O número de homens na amostra é igual ao de
mulheres.
b) O número de homens na amostra é o dobro do
de mulheres.
c) O número de homens na amostra é o triplo do
de mulheres.
d) O número de mulheres é o dobro do número de
homens.
e) O número de mulheres é o quádruplo do núme-
ro de homens.
Solução:
MH
MH
xxLogo
xx
x
:
1200
2
2400
2
11001300
2
Gabarito A
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF- 2002
Em um ensaio para o estudo da distribuição de um
atributo financeiro (X) foram examinados 200 tens
de natureza contábil do balanço de uma empresa.
Esse exercício produziu a tabela de freqüências
abaixo. A coluna Classes representa intervalos de
valores de X em reais e a coluna P representa a
freqüência relativa acumulada. Não existem ob-
servações coincidentes com os extremos das
classes.
Classes P(%)
70-90 5
90-110 15
110-130 40
130-150 70
150-170 85
170-190 95
Augusto Moura 2013
23
190-210 100
Assinale a opção que corresponde à estimativa do
quinto decil da distribuição de X.
a)138,00 b)140,00 c)136,67
d)139,01 e)140,66
Solução:
C Resposta
67,136
30
40
2
100
20130
2
5
5
MedianaD
f
F
n
cLMedianaD
mediana
anterior
i
Assinale a opção que corresponde à estimativa
da freqüência relativa de observações de X meno-
res ou iguais a 145.
a)62,5% b)70,0% c)50,0%
d)45,0% e)53,4%
A Resposta
%5,62%5,22%40
145x70
%5,22
130145
30
130-150
logo
150x130para 30
%40 130x70
:
i
i
i
i
i
i
i
i
f
para
f
f
f
fpara
Solução
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2002.2
O atributo do tipo contínuo X, observado como um
inteiro, numa amostra de tamanho 100 obtida de
uma população de 1000 indivíduos, produziu a
tabela de freqüências seguinte:
Classes Freqüência
29,5-39,5 4
39,5-49,5 8
49,5-59,5 14
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Assinale a opção que corresponde à estimativa da
mediana amostral do atributo X.
a) 71,04 b) 65,02 c) 75,03
d) 68,08 e) 70,02
Solução:
classes fi Fi
29,539,5 4 4
39,549,6 8 12
49,559,5 14 26
59,569,5 20 46
69,579,5 26 72
79,589,5 18 90
89,599,5 10 100
A Re
04,71
26
46
2
100
105,69
2
sposta
M
f
F
n
cLM
D
mediana
anterior
iD
Assinale a opção que corresponde à estimativa
do número de indivíduos na população com valo-
res do atributo X menores ou iguais a 95,5 e maio-
res do que 50,5.
a) 700 b) 638 c) 826
d) 995 e) 900
Augusto Moura 2013
24 ESTATÍSTICA
%4
5,955,99
10
89,5-99,5
logo
5,99x89,5para 10
%64182620
5,89x59,5
%6,12
5,505,59
14
49,5-59,5
logo
5,59x49,5para 14
:
i
i
i
i
i
i
i
i
i
i
f
f
f
f
para
f
f
f
Solução
C Resposta
8261000 de %6,82
%6,826646,12
5,95x50,5 i
if
para
Assinale a opção que corresponde ao valor modal
do atributo X no conceito de Czuber.
a) 69,50 b) 73,79 c) 71,20
d) 74,53 e) 80,10
Solução:
classes fi Fi
29,539,5 4 4
39,549,6 8 12
49,559,5 14 26
59,569,5 20 46
69,579,5 26 72
79,589,5 18 90
89,599,5 10 100
BRe
79,73
18262026
2026
105,69
21
1
sposta
M
cLM
O
iO
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA
RECEITA FEDERAL - AFRF-2002.2
O atributo do tipo contínuo X, observado como um
inteiro, numa amostra de tamanho 100 obtida de
uma população de 1000 indivíduos, produziu a
tabela de freqüências seguinte:
Classes Freqüência
29,5-39,5 4
39,5-49,5 8
49,5-59,5 14
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Assinale a opção que corresponde à estimativa
da mediana amostral do atributo X.
a) 71,04 b) 65,02 c) 75,03
d) 68,08 e) 70,02
Solução:
classes fi Fi
29,539,5 4 4
39,549,6 8 12
49,559,5 14 26
59,569,5 20 46
69,579,5 26 72
79,589,5 18 90
89,599,5 10 100
A Re
04,71
26
46
2
100
105,69
2
sposta
M
f
F
n
cLM
D
mediana
anterior
iD
Assinale a opção que corresponde à estimativa
do número de indivíduos na população com valo-
res do atributo X menores ou iguais a 95,5 e maio-
res do que 50,5.
a) 700 b) 638 c) 826
Augusto Moura 2013
25
d) 995 e) 900
%4
5,955,99
10
89,5-99,5
logo
5,99x89,5para 10
%64182620
5,89x59,5
%6,12
5,505,59
14
49,5-59,5
logo
5,59x49,5para 14
:
i
i
i
i
i
i
i
i
i
i
f
f
f
f
para
f
f
f
Solução
C Resposta
8261000 de %6,82
%6,826646,12
5,95x50,5 i
if
para
40- Assinale a opção que corresponde ao valor
modal do atributo X no conceito de Czuber.
a) 69,50 b) 73,79 c) 71,20
d) 74,53 e) 80,10
Solução:
classes fi Fi
29,539,5 4 4
39,549,6 8 12
49,559,5 14 26
59,569,520 46
69,579,5 26 72
79,589,5 18 90
89,599,5 10 100
BRe
79,73
18262026
2026
105,69
21
1
sposta
M
cLM
O
iO
Assinale a opção que dá o valor do coeficiente
quartílico de assimetria.
a) 0,080 b) -0,206 c) 0,000
d) -0,095 e) 0,300
Solução:
78,58
14
12
4
100
105,49
f
F– n/4
c Li Q
1
1
QUARTÍLICA
ANTERIOR
Q
17,81
18
72
4
1003
105,79
f
F– 3n/4
c Li Q
3
3
QUARTÍLICA
ANTERIOR
Q
DRe
095,0
78,5817,81
04,71278,5817,81
2)(
13
13
sposta
QQ
MQQ D
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA
RECEITA FEDERAL - AFRF-2003
Considere a tabela de freqüências seguinte cor-
respondente a uma amostra da variável X. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes.
Classes Freqüências Acumuladas(%)
2.000–4.000 5
4.000–6.000 16
6.000–8.000 42
8.000–10.000 77
10.000–12.000 89
12.000–14.000 100
Augusto Moura 2013
26 ESTATÍSTICA
Assinale a opção que corresponde à estimativa
do valor x da distribuição amostral de X que não é
superado por cerca de 80% das observações.
a) 10.000 b) 12.000 c) 12.500
d) 11.000 e) 10.500
Solução:
classes Freqüências
absolutas
Freqüências
acumuladas
2000—4000 5 5
4000—6000 11 16
6000—8000 26 42
8000—10000 35 77
10000—12000 12 89
12000—14000 11 100
E Resposta
10500
12
126000
600012000012
600012000012
200031000012
10000
3
2000
12
10000
3
10000-12000
12
77%. temos10000 X Para
x
x
x
x
x
x
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
A distribuição de freqüências de determinado atri-
buto X é dada na tabela abaixo. Não existem ob-
servações coincidentes com os extremos das
classes.
Classes Freqüências
2.000-4.000 18
4.000-6.000 45
6.000-8.000 102
8.000-10.000 143
10.000-12.000 51
12.000-14.000 41
Assinale a opção que corresponde à amplitude
interquartílica.
a)4.500,1 b)6.200,2 c)3.000,4
d)3.162,6 e)2.400,0
Solução:
li ls xj fi Fi
2000 4000 3000 18 18
4000 6000 5000 45 63
6000 8000 7000 102 165
8000 10000 9000 143 308
10000 12000 11000 51 359
12000 14000 13000 41 400
49,6726
102
37
20006000
102
63
4
400
20006000
f
F– n/4
c Li Q
1
1
1
QUARTÍLICA
ANTERIOR
Q
Q
11,9888
143
135
20008000
143
165
4
4003
20008000
f
F– 3n/4
c Li Q
3
3
3
QUARTÍLICA
ANTERIOR
Q
Q
Augusto Moura 2013
27
62,316249,672611,988813 QQ
Gabarito D
Assinale a opção que corresponde ao ponto mé-
dio da classe modal.
a)3.000 b)7.000 c)10.000
d)8.000 e)9.000
Solução:
9000
2
100008000
Gabarito E
Assinale a opção que corresponde à estimativa
do valor x que não é superado por aproximada-
mente 80% das observações do atributo X.
a)12.000 b)10.000 c)10.471
d)9.000 e)11.700
Solução:
10471
51
12
200010000P
51
308
100
40080
200010000P
f
F– 80n/100
c Li P
80
80
80
capercentíli
ANTERIOR
Gabarito C
Medidas de dispersão (Medidas de
Variação):
Determina a característica de variação de um con-
junto de dados: Amplitude, Desvio, Desvio médio
ou desvio absoluto, Desvio padrão, Variância.
Desvio médio absoluto (DMA):
𝐷𝑀𝐴
∑| ̅|𝑓
∑𝑓
Variância:
A variância de uma variável aleatória é uma
medida da sua dispersão estatística, indicando
quão longe em geral os seus valores se en-
contram da média.
𝑣𝑎𝑟( )
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝑣𝑎𝑟( )
𝐧
*∑𝐱𝐢
𝐟𝐢
(∑𝐱𝐢𝐟𝐢)
𝐧
+
Desvio padrão:
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2
Propriedades do desvio padrão, des-
vio médio absoluto e variância.
Observe o seguinte conjunto de dados:
𝐴 * +
Supondo que a variável aleatória X possa assumir
qualquer valor do conjunto A, teremos que a mé-
dia dos valores da variável aleatória X será ̅ .
Determinando os afastamentos em relação a mé-
dia dos valores de X teremos.
( ̅) ( ̅)
| ̅|
1 ( ) 4
3 ( ) 2
5 ( ) 0
7 ( ) 2
9 ( ) 4
0 40 12
𝐷𝑀𝐴( )
∑| ̅|𝑓
∑𝑓
𝑣𝑎𝑟( )
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
Augusto Moura 2013
28 ESTATÍSTICA
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
√
2
Suponha a existência de uma variável aleatória Y
que atenda e relação:
𝑌
Teremos como valores de Y:
𝐵 * +
Supondo que a variável aleatória Y possa assumir
qualquer valor do conjunto B, teremos que a mé-
dia dos valores da variável aleatória X será ̅ .
( ̅) ( ̅)
| ̅|
-7 ( ) 12
-1 ( ) 6
+5 ( ) 0
+11 ( ) 6
+17 ( ) 12
0 360 36
𝐷𝑀𝐴( )
∑| ̅|𝑓
∑𝑓
𝑣𝑎𝑟( )
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
√
2
Conclusão:
𝐷𝑃( ) 𝐷𝑃( )
√
2
√
2
𝐷𝑀𝐴( ) 𝐷𝑀𝐴( )
𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟( )
Se 𝑌 o -10 não tem efeito sobre a dis-
persão, já o 3 multiplicando a variável X tem efeito
sobre a dispersão.
Exemplo:
Se ̅ ,𝒗 ( ) e 𝑫𝑴𝑨( ) então de-
termine:
a)Variância , desvio padrão e desvio médio
sabendo que 𝒀 𝑿 .
̅ ⟹ �̅�
𝒗 ( ) ⟹ 𝒗 (𝒚)
𝑫𝑷( ) √
⟹ 𝑫𝑷(𝒚)
𝑫𝑴𝑨( ) ⟹ 𝑫𝑴𝑨(𝒚) 𝟑
b)Variância , desvio padrão e desvio médio
sabendo que 𝒀 𝑿 𝟑 .
̅ ⟹ �̅� 𝟑
𝒗 ( ) ⟹ 𝒗 (𝒚)
𝑫𝑷( ) √
⟹ 𝑫𝑷(𝒚)
𝑫𝑴𝑨( ) ⟹ 𝑫𝑴𝑨(𝒚)
c)Variância , desvio padrão e desvio médio
sabendo que 𝒀
𝑿
.
̅ ⟹ �̅�
𝒗 ( ) ⟹ 𝒗 (𝒚) (
)
𝑫𝑷( ) √
⟹ 𝑫𝑷(𝒚)
𝑫𝑴𝑨( ) ⟹ 𝑫𝑴𝑨(𝒚)
Augusto Moura 2013
29
Cálculo da variância, desvio padrão e desvio médio por mudança de variável:
AFRF-2002.2 ESTATÍSTICA BÁSICA
O atributo do tipo contínuo X, observado como
um inteiro, numa amostra de tamanho 100 obtida de
uma população de 1000 indivíduos, produziu a tabe-
la de freqüências ao lado:
Calcular a variância, desvio padrão e desvio médio:
Classes Freqüência
29,5-39,5 4
39,5-49,5 8
49,5-59,5 14
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Solução:
Podemos relacionar a grandeza x à grandeza y através da relação:
𝑥 −
onde 65 é o valor centraldo conjunto de valores de x e 10 é o intervalo de classe.
Classes 𝑓
ix
iy
ii fy
𝑓
| ̅|𝑓
29,5-39,5 4 ( ) +36 | |
39,5-49,5 8 ( ) +32 | |
49,5-59,5 14 ( ) +14 | |
59,5-69,5 20 0 | |
69,5-79,5 26 +26 | |
79,5-89,5 18 +72 | |
89,5-99,5 10 +90 | |
Σ ∑𝑓 ∑ 𝑓 ∑
𝑓 ∑| ̅|𝑓
Cálculo da média da variável Y:
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
Cálculo da variância:
𝑣𝑎𝑟( )
𝐧
*∑𝐲𝐢
𝐟𝐢
(∑𝐲𝐢𝐟𝐢)
𝐧
+
𝑣𝑎𝑟(y)
*
+
𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟( )
𝑣𝑎𝑟( )
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
Cálculo do desvio médio absoluto:
𝐷𝑀𝐴( )
∑| ̅|𝑓
∑𝑓
𝐷𝑀𝐴( )
𝐷𝑀𝐴( ) 𝐷𝑀𝐴( )
𝐷𝑀𝐴( )
Augusto Moura 2013
30 ESTATÍSTICA
AFRF-2003 ESTATÍSTICA BÁSICA
Considere a tabela de freqüências ao lado cor-
respondente a uma amostra da variável X. Não exis-
tem observações coincidentes com os extremos das
classes.
Calcular a variância, desvio padrão e desvio
médio:
Classes Freqüências
Acumuladas(%)
2.000–4.000 5
4.000–6.000 16
6.000–8.000 42
8.000–10.000 77
10.000–12.000 89
12.000–14.000 100
Solução:
Podemos relacionar a grandeza x à grandeza y através da relação:
𝑥 −
onde 7000 é um dos
valores centrais do conjunto (poderia ser utilizado 9000) de valores de x e 10 é o intervalo de classe.
Classes 𝐹 𝑓
ix
iy
ii fy
𝑓
| ̅|𝑓
2.000–4.000 5 5 3000 -2 -10 20 | |
4.000–6.000 16 11 5000 -1 -11 11 | |
6.000–8.000 42 26 7000 0 0 0 | |
8.000–10.000 77 35 9000 1 35 35 | |
10.000–12.000 89 12 11000 2 24 48 | |
12.000–14.000 100 11 13000 3 33 99 | |
Σ ∑𝑓
∑ 𝑓 ∑
𝑓 ∑| ̅|𝑓
Cálculo da média da variável Y:
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
Cálculo da variância:
𝑣𝑎𝑟( )
𝐧
*∑𝐲𝐢
𝐟𝐢
(∑𝐲𝐢𝐟𝐢)
𝐧
+
𝑣𝑎𝑟(y)
*
+
𝑣𝑎𝑟(y)
𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟( )
𝑣𝑎𝑟( )
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
Cálculo do desvio médio absoluto:
𝐷𝑀𝐴( )
∑| ̅|𝑓
∑𝑓
𝐷𝑀𝐴( )
𝐷𝑀𝐴( ) 𝐷𝑀𝐴( )
𝐷𝑀𝐴( )
𝐷𝑀𝐴( )
Augusto Moura 2013
31
AFRF-2002 ESTATÍSTICA BÁSICA
Em um ensaio para o estudo da distribuição de um
atributo financeiro (X) foram examinados 200 tens de
natureza contábil do balanço de uma empresa. Esse
exercício produziu a tabela de freqüências abaixo. A
coluna Classes representa intervalos de valores de X
em reais e a coluna P representa a freqüência relati-
va acumulada. Não existem observações coinciden-
tes com os extremos das classes. As questões de 38
a 43 referem-se a esses ensaios.
Calcular a variância, desvio padrão e desvio médio:
Classes P(%)
70-90 5
90-110 15
110-130 40
130-150 70
150-170 85
170-190 95
190-210 100
somatório
Solução:
Podemos relacionar a grandeza x à grandeza y através da relação:
𝑥 −
onde 140 é o valor cen-
tral do conjunto de valores de x e 20 é o intervalo de classe.
Classes 𝐹𝑟 𝑓𝑟
ix
iy
𝑓
| ̅|𝑓
rii fy
70–90 5 5 80 -3 +36 | | -15
90–110 15 10 100 -2 +32 | | -20
110–130 40 25 120 -1 +14 | | -25
130–150 70 30 140 0 0 | | 0
150–170 85 15 160 1 +26 | | 15
170–190 95 10 180 2 +72 | | 20
190–210 100 5 200 3 +90 | | 15
Σ ∑𝑓𝑟
∑
𝑓 ∑| ̅|𝑓 ∑ 𝑓𝑟
Cálculo da média da variável
Y:
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
Cálculo da variância:
𝑣𝑎𝑟( )
𝐧
*∑𝐲𝐢
𝐟𝐢
(∑𝐲𝐢𝐟𝐢)
𝐧
+
𝑣𝑎𝑟(y)
*
( )
+
𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟( )
𝑣𝑎𝑟( )
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
Cálculo do desvio médio absoluto:
𝐷𝑀𝐴( )
∑| ̅|𝑓
∑𝑓
𝐷𝑀𝐴( )
𝐷𝑀𝐴( ) 𝐷𝑀𝐴( )
𝐷𝑀𝐴( )
Augusto Moura 2013
32 ESTATÍSTICA
Analista - Geral - Banco Central - 2001
Um investidor aplica em um fundo de ações e
espera os rendimentos seguintes, dependentes do
cenário econômico vigente:
Cenário Rendimento
Economia em recessão R$ 1.000,00
Economia estável R$ 2.000,00
Economia em expansão R$ 4.000,00
Com base em sua experiência passada, a distri-
buição de probabilidades do cenário econômico
seria:
Cenário Probabilidade
Economia em recessão 0,40
Economia estável 0,40
Economia em expansão 0,20
Assinale a opção que dá o valor do desvio-padrão
em reais da rentabilidade do investidor.
a)1100 b)2000(1/5)
0,5
c)3000(3/5)
0,5
d)1000(6/5)
0,5
e)2000
Solução:
xi fi xifi xi
2
fi
1000 0,4 400 400000
2000 0,4 800 1600000
4000 0,2 800 3200000
1 2000 5200000
DResposta
5/6100010
5
6
10
10
12
102,1
102,11200000
40000005200000
1
2000
5200000
1
1
1
5,03
33
6
2
2
2
22
s
s
s
s
s
n
fx
fx
n
s
ii
ii
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF- 2002
Em um ensaio para o estudo da distribuição de um
atributo financeiro (X) foram examinados 200 tens
de natureza contábil do balanço de uma empresa.
Esse exercício produziu a tabela de freqüências
abaixo. A coluna Classes representa intervalos de
valores de X em reais e a coluna P representa a
freqüência relativa acumulada. Não existem ob-
servações coincidentes com os extremos das
classes.
Classes P(%)
70-90 5
90-110 15
110-130 40
130-150 70
150-170 85
170-190 95
190-210 100
Considere a transformação Z=(X-140)/10. Para o
atributo Z encontrou-se , onde fi é
a frequência simples da classe i e Zio ponto médio
de classe transformado. Assinale a opção que dá
a variância amostral do atributo X.
Augusto Moura 2013
33
a)720,00 b)840,20 c)900,10
d)1200,15 e)560,30
Solução:
Fri fri xj zi zifri zi
2
fri
70 90 5 5 80 -6 -30 180
90 110 15 10 100 -4 -40 160
110 130 40 25 120 -2 -50 100
130 150 70 30 140 0 0 0
150 170 85 15 160 2 30 60
170 190 95 10 180 4 40 160
190 210 100 5 200 6 30 180
100 -20 840
classes
BResposta
83636,810
36,8
100
4840
100
20
840
100
1
1
2
2
2
22
x
z
ii
iiz
s
s
n
fz
fz
n
s
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2002.2
O atributo do tipo contínuo X, observado como um
inteiro, numa amostra de tamanho 100 obtida de
uma população de 1000 indivíduos, produziu a
tabela de freqüências seguinte:
Classes Freqüência
29,5-39,5 4
39,5-49,5 8
49,5-59,5 14
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Assinale a opção que corresponde ao desvio ab-
soluto médio do atributo X.a)16,0 b) 17,0 c) 16,6
d) 18,1 e) 13,0
Solução:
classes fi Fi xj yi yifi [y-média]fi
29,539,5 4 4 34,5 -3 -12 14
39,549,6 8 12 44,5 -2 -16 20
49,559,5 14 26 54,5 -1 -14 21
59,569,5 20 46 64,5 0 0 10
69,579,5 26 72 74,5 1 26 13
79,589,5 18 90 84,5 2 36 27
89,599,5 10 100 94,5 3 30 25
100 50 130
ERe
00,1310300,1...
300,1
100
0,130
...
10
5,64
sposta
f
fyy
AMD
f
fyy
AMD
x
y
i
i
i
i
i
i
Auditor-Fiscal da Receita Federal - AFRF-2000
Solução:
Augusto Moura 2013
34 ESTATÍSTICA
%202,0
100
90110
10100100
100
:
%1616,0
100
92108
41616
100
:
2
2
ss
M
Supondo
ss
M
Supondo
Gabarito B
Coeficiente de variação ou dispersão
relativa
Ocoeficiente de variação é uma medida de dis-
persão empregada para estimar a precisão de
experimentos e representa o desvio-padrão ex-
presso como porcentagem da média. Sua principal
qualidade é a capacidade de comparação de dis-
tribuições diferentes.
𝐶𝑉
𝐷𝑃( )
𝑚é𝑑𝑖𝑎
𝜎𝑥
𝜇
𝑠𝑥
̅
𝜎𝑥 𝑑𝑒𝑠𝑣𝑖 𝑝𝑎𝑑𝑟ã 𝑝 𝑝𝑢 𝑎𝑐𝑖 𝑎
𝜇 𝑚é𝑑𝑖𝑎 𝑝 𝑝𝑢 𝑎𝑐𝑖 𝑎
𝑠𝑥 𝑒𝑠𝑣 𝑝𝑎 𝑟ã 𝑎 𝑠𝑡𝑟𝑎
̅ 𝑚é𝑑𝑖𝑎 𝑎𝑚 𝑠𝑡𝑟𝑎
Algumas vezes, o coeficiente de variação é ainda
multiplicado por 100, passando a ser expressado
como percentagem. O coeficiente de variação em
uma carteira de ativos serve como medida de
risco para cada unidade de ativo
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF- 2002
Um atributo W tem média amostral
0a
e des-
vio padrão positivo
1b
. Considere a transfor-
mação Z=(W-a)/b. Assinale a opção correta.
a) A média amostral de Z coincide com a de W.
b) O coeficiente de variação amostral de Z é unitá-
rio.
c) O coeficiente de variação amostral de Z não
está definido.
d) A média de Z é a/b.
e) O coeficiente de variação amostral de W e o de
Z coincidem.
C Resposta
0
1
..
1
0
0
:
x
s
VC
b
b
b
s
s
bb
aa
b
aw
z
Solução
z
z
w
z
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL -AFRF-2002.2
Uma variável contábil Y, medida em milhares de
reais, foi observada em dois grupos de empresas
apresentando os resultados seguintes:
Grupo Média Desvio
padrão
A 20 4
B 10 3
Assinale a opção correta.
a) No grupo B, Y tem maior dispersão absoluta.
b) A dispersão absoluta de cada grupo é igual à
dispersão relativa.
c) A dispersão relativa do grupo B é maior do que
a dispersão relativa do grupo A.
d) A dispersão relativa de Y entre os grupos A e B
é medida pelo quociente da diferença de desvios
padrão pela diferença de médias.
e) Sem o conhecimento dos quartis não é possível
calcular a dispersão relativa nos grupos.
Augusto Moura 2013
35
C Re
).(.).(.
3,0
10
3
).(.
0,2
5
1
20
4
).(.
sposta
AVCBVC
BVC
AVC
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2003
O atributo Z= (X-2)/3 tem média amostral 20 e
variância amostral 2,56. Assinale a opção que
corresponde ao coeficiente de variação amostral
de X.
a) 12,9% b) 50,1% c) 7,7%
d) 31,2% e) 10,0%
C Resposta
7,7%0,077
62
4,8
x
s
C.V.
8,41,63s
622203x 2z3x
6,156,2s
20z
3
2-x
z
x
x
z
Agente Fiscal de Rendas - Nível I
FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS Abril/2006
Considerando as respectivas definições e propri-
edades relacionadas às medidas de posição e de
variabilidade, é correto afirmar:
(a) Dividindo todos os valores de uma
sequência de números estritamente positivos por
4, tem-se que o respectivo desvio padrão fica
dividido por 2.
40 400 40 10 100 10
80 100 160 20 25 40
120 80 120 30 20 30
Desvio
padrão: 109,5
Desvio
padrão: 27,4
Fica dividido por 4
Item ERRADO
(b) Em qualquer distribuição de valores em
estudo, a diferença entre a mediana e a moda é
sempre diferente de zero.
Falso. Se a distribuição for simétrica:
do MMx
(c) Concedendo um reajuste de 10% em
todos os salários dos empregados de uma
empresa, tem-se também que a respectiva
variância fica multiplicada por 1,10.
40 400 40 44 440 44
80 100 160 88 110 176
120 80 120 132 88 132
var= 12000 var= 14520
21,121,1
12000
14520
Item Errado.
(d) Definindo coeficiente de variação (CV)
como sendo o quociente da divisão do desvio
padrão pela respectiva média aritmética (diferente
de zero) de uma seqüência de valores, tem-se
então que CV também poderá ser obtido dividindo
a correspondente variância pelo quadrado da
média aritmética.
16,04,0
10
4
10
4
2
2
Item ERRADO.
(e) Subtraindo um valor fixo de cada salário
dos funcionários de uma empresa, tem-se que o
respectivo desvio padrão dos novos valores é
igual ao valor do desvio padrão dos valores
anteriores.
40 400 40 30 390 30
80 100 160 70 90 150
120 80 120 110 70 110
Desvio
padrão: 109,5
Desvio
padrão: 109,5
Augusto Moura 2013
36 ESTATÍSTICA
Item CERTO
Augusto Moura 2013
37
Esperança matemática - expectância.
O valor esperado, também chamado esperança
matemática ou expectância, de uma variável
aleatória é a soma das probabilidades de cada
possibilidade de saída da experiência multiplicada
pelo seu valor. Isto é, representa o valor médio
"esperado" de uma experiência se ela for repetida
muitas vezes. Note-se que o valor em si pode não
ser esperado no sentido geral; pode ser imprová-
vel ou impossível. Se todos os eventos tiverem
igual probabilidade o valor esperado é a média
aritmética.
Esperança de uma variável aleatória
Para uma variável aleatória discreta X com valores
possíveis .e com as suas probabilida-
des representadas pela função 𝑝( ), o valor espe-
rado calcula-se pela série:
𝐸, - ∑ 𝑝( )
desde que a série seja convergente.
Para uma variável aleatória contínua X o valor
esperado calcula-se mediante o integral de todos
os valores da função de densidade 𝑓( ):
𝐸, - ∫ 𝑓( )𝑑
+
−
Generalizando, seja g uma função que toma valo-
res no espaço amostral de X. Então temos:
𝐸,𝑔( )- ∑𝑔( )𝑓( )
e
𝐸,𝑔( )- ∫ 𝑔( )𝑓( )𝑑
+
−
Propriedades do valor esperado:
Nas seguintes propriedades, X,Y,...são variá-
veis aleatórias, a,b,c,...são constantes.
E para duas variáveis aleatórias:
Estas propriedades podem ser generalizadas
para qualquer número de variáveis aleatórias.
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
O preço de determinada ação fica constante, au-
menta ou diminui R$ 1,00 por dia com probabili-
dades 0,3, 0,3 e 0,4 respectivamente. Assinale a
opção que dá o valor esperado do preço da ação
amanhã se seu preço hoje é R$ 8,00.
a)R$7,90 b)R$8,00 c)R$7,00
d)R$9,00 e)R$8,50
Solução:
90,7$10,0$00,8$
:esperado Preço
1,04,03,00
3,013,013,00
332211
3
1
RRR
xE
xE
pxpxpxxpxxE
i
ii
Gabarito: A
A variância pode ser calculada a partir de:
𝑣𝑎𝑟( ) 𝐸( ) ,𝐸( )-
Na prática usa-se muito freqüentemente esta fór-
mula para calcular mais rapidamente a variância.
Considere a tabela de freqüênciasrelativas abai-
xo, que mostra a distribuição dos valores arreca-
dados, em 2008, sobre determinado tributo, refe-
rente a um ramo de atividade escolhido para aná-
lise.
Augusto Moura 2013
38 ESTATÍSTICA
ix
𝑝( )
1 0,10
2 0,35
3 0,25
4 0,20
5 0,10
Determinar a variância:
Solução:
ix
𝑝( ) 𝑝( )
𝑝( )
1 0,10 0,1 0,1
2 0,35 0,7 1,4
3 0,25 0,75 2,25
4 0,20 0,8 3,2
5 0,10 0,5 2,5
∑ 𝑝 ∑
𝑝
𝑣𝑎𝑟( ) 𝐸( ) ,𝐸( )-
𝑣𝑎𝑟( ) ( )
Auditor-Fiscal da Receita Federal do Brasil -
AFRFB – 2009
A função densidade de probabilidade de uma vari-
ável aleatória contínua x é dada por:
Para esta função, a média de x, também denomi-
nada expectância de x e denotada por E(x) é igual
a:
Solução:
4
3
4
13
4
03
4
3
3
44
0
1
4
0
1
3
0
1
x
dxxdxxxfxE
Gabarito C
Uma variável aleatória do tipo absolutamente contí-
nuo tem a função densidade de probabilidade seguinte:
casos outros em 0
15x10 08,02,1
)(
x
xf
Assinale a opção que dá a expectância da variável
aleatória.
a) 0,160 b) 0,640 c) 0,500 d) 0,200 e) 0,825
Solução:
67,1167,276090135
10
3
08,0
106,0
15
3
08,0
156,0
3
08,0
2
2,1
08,02,1
32
32
15
10
32
15
10
15
10
xE
xE
xxxE
dxxxdxxxfxE
Gabarito B
Augusto Moura 2013
39
Momentos
1-Momento natural (absoluto) de ordem r:
Os momentos dão uma idéia da tendência central,
dispersão, assimetria e curtose de uma distribui-
ção de probabilidades. Os momentos mais impor-
tantes são os quatro primeiros, que são muito
utilizados para caracterizar funções densidade de
probabilidade.
O momentode ordem r centrado na média aritmé-
tica é calculado pela expressão:
𝑚𝑟
∑( ̅)
𝑟𝑓
∑𝑓
1º momento:
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
O primeiro momento centrado na média aritmética
sempre é zero.
2º momento:
𝑚 𝑣𝑎𝑟( )
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
O segundo momento centrado na média aritmética
sempre é a variância..
3º momento:
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
O terceiro momento centrado na média aritmética
representa a assimetria.
Assimetria
É o grau de deformação de uma curva de dis-
tribuição de freqüência.
Coeficiente Momento de Assimetria (𝐴 ):
𝐀𝟑
𝟑º𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨
(𝐝𝐞𝐬𝐯𝐢𝐨 𝐩𝐚𝐝𝐫ã𝐨)𝟑
𝐦𝟑
,𝐃𝐏(𝐱)-𝟑
Positiva aAssimétric 0 A Se
Negativa aAssimétric 0 A Se
Simétrica 0 A Se
3
3
3
Coeficiente de assimetria de Pearson
Curva simétrica
Ex. Curva Normal (de Gauss)
MoMdx
Assimétrica positiva (à direita)
MoMdx
Assimétrica negativa (à esquerda)
MoMdx
Coeficientes ou medidas de assimetria
a) A1 = 1º coeficiente de assimetria de Pear-
son
Positiva aAssimétric Mo X Se
Negativa aAssimétric Mo X Se
Simétrica Mo X Se
b) A2 = 2º coeficiente de assimetria de Pear-
son
Positiva aAssimétric Md X Se
Negativa aAssimétric MdX Se
Simétrica Md X Se
c) Coeficiente Quartílico de Assimetria
PadrãoDesvio
ModaMédia
S
MoX
A1
PadrãoDesvio
MedianaMédia
S
MdX
)(33
A2
Augusto Moura 2013
40 ESTATÍSTICA
d) Coeficiente Percentílico de Assimetria
4º momento:
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
O quarto momento centrado na média aritmética
representa a cutose.
Curtose
É o grau de achatamento de uma curva de
freqüência de uma distribuição em relação à curva
de uma distribuição normal.
Coeficiente momento de curtose(C)
𝐂
𝐦
,𝐃𝐏(𝐱)-
𝐦
,𝐯𝐚𝐫(𝐱)-
COEFICIENTEPERCENTÍLICO DE CURTOSE (K)
C– 2C
Q– Q
C– C
Dq
K
1090
13
1090
percentilou centil C
quartílico desvio Dq
:Onde
𝐷𝑞
𝑄 𝑄
CURVA MESOCÚRTICA
O Grau de achatamento é equivalente ao da
curva normal e seu coeficiente percentílico de
curtose é: K = 0,263.
CURVA PLATICÚRTICA
O grau de achatamento é superior ao da curva
normal e K > 0,263.
CURVA LEPTOCÚRTICA
O grau de achatamento é inferior ao da curva
normal (mais afilada) e K < 0,263.
QQ
MdQQ
QA
13
2
13
CC
MdCC
cA
1090
2
1090
Augusto Moura 2013
41
Exemplo1:
ix
𝑓𝑟
𝑓 ∑( ̅)
𝑓
∑( ̅)
𝑓 ∑( ̅)
𝑓 ∑( ̅)
𝑓
1 5 5 -10 20 -40 80
2 20 40 -20 20 -20 20
3 50 150 0 0 0 0
4 20 80 20 20 20 20
5 5 25 10 20 40 80
Σ 100 300 0 80 0 200
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝑚 𝑣𝑎𝑟( )
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
( 𝑑𝑖𝑠𝑡𝑟𝑖𝑏𝑢𝑖çã 𝑠𝑖𝑚é𝑡𝑟𝑖𝑐𝑎 )
𝐀𝟑
𝟑º𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨
(𝐝𝐞𝐬𝐯𝐢𝐨 𝐩𝐚𝐝𝐫ã𝐨)𝟑
𝐦𝟑
,𝐃𝐏(𝐱)-𝟑
( )𝟑
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝐂
𝐦
,𝐃𝐏(𝐱)-
𝐦
,𝐯𝐚𝐫(𝐱)-
( )
𝟑 > ( 𝒆 𝒄ú 𝒄 )
Augusto Moura 2013
42 ESTATÍSTICA
Exemplo2
ix
𝑓𝑟
𝑓 ∑( ̅)
𝑓
∑( ̅)
𝑓 ∑( ̅)
𝑓 ∑( ̅)
𝑓
1 15 15 -2,4 38,4 -61,44 98,304
2 30 60 -18 10,8 -6,48 3,888
3 40 120 16 6,4 2,56 1,024
4 10 40 14 19,6 27,44 38,416
5 5 25 12 28,8 69,12 165,888
Σ 100 260 0 104 31,2 307,52
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝑚 𝑣𝑎𝑟( )
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
( 𝑑𝑖𝑠𝑡𝑟𝑖𝑏𝑢𝑖çã 𝑎𝑠𝑠𝑖𝑚é𝑡𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑝 𝑠𝑖𝑡𝑖𝑣𝑎)
𝐀𝟑
𝟑º𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨
(𝐝𝐞𝐬𝐯𝐢𝐨 𝐩𝐚𝐝𝐫ã𝐨)𝟑
𝐦𝟑
,𝐃𝐏(𝐱)-𝟑
𝟑
( )𝟑
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝐂
𝐦
,𝐃𝐏(𝐱)-
𝐦
,𝐯𝐚𝐫(𝐱)-
𝟑
( )
< ( 𝒄ú 𝒄 )
Augusto Moura 2013
43
Exemplo 3
ix
𝑓𝑟
𝑓 ∑( ̅)
𝑓
∑( ̅)
𝑓 ∑( ̅)
𝑓 ∑( ̅)
𝑓
1 5 5 -12 28,8 -69,12 165,888
2 10 20 -14 19,6 -27,44 38,416
3 40 120 -16 6,4 -2,56 1,024
4 30 120 18 10,8 6,48 3,888
5 15 75 24 38,4 61,44 98,304
100 340 0 104 -31,2 307,52
̅
∑ 𝑓
∑𝑓
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝑚 𝑣𝑎𝑟( )
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝐷𝑃( ) √𝑣𝑎𝑟( )
2 √
2
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
( 𝑑𝑖𝑠𝑡𝑟𝑖𝑏𝑢𝑖çã 𝑎𝑠𝑠𝑖𝑚é𝑡𝑟𝑖𝑐𝑎 𝑒𝑔𝑎𝑡𝑖𝑣𝑎)
𝐀𝟑
𝟑º𝐦𝐨𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨
(𝐝𝐞𝐬𝐯𝐢𝐨 𝐩𝐚𝐝𝐫ã𝐨)𝟑
𝐦𝟑
,𝐃𝐏(𝐱)-𝟑
𝟑
( )𝟑
𝑚
∑( ̅)
𝑓
∑𝑓
𝐂
𝐦
,𝐃𝐏(𝐱)-
𝐦
,𝐯𝐚𝐫(𝐱)-
𝟑
( )
< ( 𝑝 𝑎𝑡𝑖𝑐ú𝑟𝑡𝑖𝑐𝑎 )
Augusto Moura 2013
44 ESTATÍSTICA
CONCURSO PÚBLICO -SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2003
Considere a tabela de freqüências seguinte cor-
respondente a uma amostra da variável X. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes.
Classes Freqüências
Acumuladas(%)
2.000–4.000 5
4.000–6.000 16
6.000–8.000 42
8.000–10.000 77
10.000–12.000 89
12.000–14.000 100
Assinale a opção que corresponde ao valor do
coeficiente de assimetria percentílico da amostra
de X, baseado no 1º, 5º e 9º decis.
a) 0,024 b) 0,300 c) 0,010
d) - 0,300 e) - 0,028
4909
11
5
20004000
11
5
10
100
20004000
10
: assimetria de ecoeficient
1
1
1
D
D
f
F
n
cLD
decílica
anterior
i
8457
35
8
20008000
35
42
10
1005
20008000
10
5
5
5
5
D
D
f
F
n
cLD
decílica
anterior
i
AResposta
024,0
7272
176
7272
1691417090
A
490912181
84572490912181
A
2D
A
12181
11
1
200012000
11
89
10
1009
200012000
10
9
19
519
9
9
9
DD
DD
D
D
f
F
n
cLD
decílica
anterior
i
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF- 2002
Em um ensaio para o estudo da distribuição de
um atributo financeiro (X) foram examinados 200
tens de natureza contábil do balanço de uma em-
presa. Esse exercício produziu a tabela de fre-
qüências abaixo. A coluna Classes representa
intervalos de valores de X em reais e a coluna P
representa a freqüência relativa acumulada. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes.
Classes P(%)
70-90 5
90-110 15
110-130 40
Augusto Moura 2013
45
130-150 70
150-170 85
170-190 95
190-210 100
Seja S o desvio padrão do atributo X. Assinale a
opção que corresponde à medida de assimetria de
X como definida pelo primeiro coeficiente de Pear-
son.
a)3/S b)4/S c)5/S d)6/S e)0
A Resposta
3135138x
C.V.
1355130
155
5
20130
:Solução
21
1
sss
M
M
cLM
O
O
iO
Entende-se por curtose de uma distribuição eu
grau de achatamento em geral medido em relação
à distribuição normal. Uma medida de curtose é
dada pelo quociente
1090 PP
Q
onde Q é a metade da distância interquartílica e
90P
e
10P
representam os percentis de 90% e 10%,
respectivamente. Assinale a opção que dá o valor
da curtose κ para a distribuição de X.
a) 0,263 b) 0,250 c) 0,300
d) 0,242 e) 0,000
Solução:
118
25
15
4
100
20110
4
1
1
Q
f
F
n
cLQ
quartílica
anterior
i
100
10
5
100
10010
2090
100
10
180
10
85
100
10090
20170
100
90
67,156
15
70
4
1003
20150
4
3
10
10
90
90
3
3
P
f
F
n
cLP
P
f
F
n
cLP
Q
f
F
n
cLQ
capercentíli
anterior
i
capercentíli
anterior
i
quartílica
anterior
i
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2002.2
O atributo do tipo contínuo X, observado como um
inteiro, numa amostra de tamanho 100 obtida de
DResposta
242,0241688,0
1001802
11867,156
2 1090
13
PP
QQ
Augusto Moura 2013
46 ESTATÍSTICA
uma população de 1000 indivíduos, produziu a
tabela de freqüências seguinte:
Classes Freqüência
29,5-39,5 4
39,5-49,5 8
49,5-59,5 14
59,5-69,5 20
69,5-79,5 26
79,5-89,5 18
89,5-99,5 10
Assinale a opção que dá o valor do coeficiente
quartílico de assimetria.
a) 0,080 b) -0,206 c) 0,000
d) -0,095 e) 0,300
Solução:
78,58
14
12
4
100
105,49
f
F– n/4
c Li Q
1
1
QUARTÍLICA
ANTERIOR
Q
17,81
18
72
4
1003
105,79
f
F– 3n/4
c Li Q
3
3
QUARTÍLICA
ANTERIOR
Q
DRe
095,0
78,5817,81
04,71278,5817,81
2)(
13
13
sposta
QQ
MQQ D
Para a distribuição de freqüências do atributo X
sabe-se que
14.682.500
24500
7
1
4
7
1
2
i
i
i
i
fxx
fxx
Nessas expressões os
ix
representam os pontos
médios das classes e
x
a média amostral. Assina-
le opção correta.
Considere para sua resposta a fórmula da curtose
com base nos momentos centrados e suponha
que o valor de curtose encontrado é populacional.
a) A distribuição do atributo X é leptocúrtica.
b) A distribuição do atributo X é platicúrtica.
c) A distribuição do atributo X é indefinida do ponto
de vista da intensidade da curtose.
d) A informação dada se presta apenas ao cálculo
do coeficiente de assimetria com base nos mo-
mentos centrados de X.
e) A distribuição de X é normal
Solução:
classes fi Fi xj xjfi
29,539,5 4 4 34,5 138
39,549,6 8 12 44,5 356
49,559,5 14 26 54,5 763
59,569,5 20 46 64,5 1290
69,579,5 26 72 74,5 1937
79,589,5 18 90 84,5 1521
89,599,5 10 100 94,5 945
100 6950
(x-média)fi (x-média)^2fi (x-média)^4fi
-140 4900 6002500
-200 5000 3125000
-210 3150 708750
-100 500 12500
130 650 16250
270 4050 911250
250 6250 3906250
0 24500 14682500
245
100
24500
)(
2
2
2
m
f
fxx
m
i
ii
Augusto Moura 2013
47
caplaticúrti é ãodistribuiç A
44,2
245
146825
m
m
curtose de
146825
100
14682500
)(
22
2
4
4
4
4
ecoeficient
m
f
fxx
m
i
ii
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2003
Considere a tabela de freqüências seguinte cor-
respondente a uma amostra da variável X. Não
existem observações coincidentes com os extre-
mos das classes.
Classes Freqüências
Acumuladas(%)
2.000–4.000 5
4.000–6.000 16
6.000–8.000 42
8.000–10.000 77
10.000–12.000 89
12.000–14.000 100
Assinale a opção que corresponde ao valor do
coeficiente de assimetria percentílico da amostra
de X, baseado no 1º, 5º e 9º decis.
a) 0,024 b) 0,300 c) 0,010
d) - 0,300 e) - 0,028
4909
11
5
20004000
11
5
10
100
20004000
10
: assimetria de ecoeficient
1
1
1
D
D
f
Fn
cLD
decílica
anterior
i
8457
35
8
20008000
35
42
10
1005
20008000
10
5
5
5
5
D
D
f
F
n
cLD
decílica
anterior
i
AResposta
024,0
7272
176
7272
1691417090
A
490912181
84572490912181
A
2D
A
12181
11
1
200012000
11
89
10
1009
200012000
10
9
19
519
9
9
9
DD
DD
D
D
f
F
n
cLD
decílica
anterior
i
Augusto Moura 2013
48 ESTATÍSTICA
TEOREMA DE BAYES
O teorema de Bayes é um corolário do teorema
da probabilidade total que permite calcular a pro-
babilidade de eventos mutuamente dependentes:
𝑃(𝐴|𝐵)
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵)
𝑃(𝐵)
𝑃(𝐵|𝐴)
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵)
𝑃(𝐴)
P(A) e P(B) são as probabilidades de A e B
P(B|A) e P(A|B) são as probabilidades de B condi-
cional a A e de A condicional a B respectivamen-
te.
A regra de Bayes mostra como alterar as probabi-
lidades a priori tendo em conta novas evidências
de forma a obter probabilidades a posteriori.
Pode ser escrito na forma:
𝑃(𝐴 ∩ 𝐵) 𝑃(𝐴|𝐵) 𝑃(𝐵) 𝑃(𝐵|𝐴) 𝑃(𝐴)
EXEMPLO 1:
A respeito de dois eventos A e B, é falso que:
a) P(A) + P(B) = 1, se e somente se A e B
são complementares.
b) P(A) + P(B) – P(A B) = P(AUB).
c) P(A B) = P(A) – P(B), se e somente se A
e B são independentes.
d) P(A B) = P(A) + P(B), se e somente se A
e B são mutuamente excludentes.
e) Se A e B são independentes, então A e B
são mutuamente excludentes.
RESOLUÇÃO:
A única alternativa falsa é a letra E
Se A e B são independentes, A e B não são ne-
cessariamente excludentes.
EXEMPLO 2:
Considere as situações apresentadas abaixo.
Situação I: 250 empregados de uma firma atuam
em três áreas de uma grande cidade de maneira
que 150 atuam na área X; 75, na área Y; e 25, na
área Z. Sabe-se que a probabilidade de um em-
pregado faltar a um dia de serviço é de 0,02 na
área X; de 0,04, na área Y; e de 0,01, na área Z.
Situação II: Estudantes de um curso de aperfeiço-
amento em finanças sabem que:
I - 20% dos alunos de Econometria recebem nota
A;
II - dos alunos que recebem nota A em Econome-
tria, 10% recebem nota A em Estatística;
III - dos alunos que recebem nota A em Estatística,
20% recebem nota A em Econometria;
IV - todos os alunos devem curas Estatística e
Econometria.
Com base nas situações apresentadas, julgue os
itens a seguir.
a) Na situação I, a probabilidade de um emprega-
do faltar a um dia de serviço é inferior a 0,02.
b) Na situação I, sabendo que, no último dia útil,
um empregado faltou ao serviço, a probabilidade
de esse empregado atuam na área X é superior a
0,4.
c) Na situação II, selecionando um aluno ao aca-
so, a probabilidade de ele ter recebido nota A em
Estatística será inferior a 0,2.
d) Na situação II, selecionando um aluno ao aca-
so, a probabilidade de ele ter recebido nota A em
Econometria e nota diferente de A em Estatística
será superior a 0,3.
e) Na situação II, selecionando um aluno ao aca-
so, a probabilidade de ele ter recebido nota A em
Econometria ou em Estatística será inferior a 0,3.
RESOLUÇÃO
Do enunciado, fazendo 100% = 100, tiramos as
seguintes conclusões para a situação II:
20 alunos do total tiraram nota A em Econometria
Augusto Moura 2013
49 TEOREMA DE BAYES
2 alunos do total tiraram nota A em Econometria e
Estatística
Se os 2 alunos que tiraram nota A em Estatística
representam 20%, então 100% dos alunos que
tiraram nota A em Estatística é igual a 10, ou seja,
10% do total
Analisando cada alternativa, temos:
a) Falso; fazendo a média ponderada das probabi-
lidades, temos:
b) Verdade;
c) Verdade; como mostramos acima, a probabili-
dade de ele ter recebido nota A em Estatística
(PA) = 0,2
Probabilidade de ele ter recebido nota
Estatística (PB) = 1 - 0,1 = 0,9
Logo, temos = P(A e B) = P( ) = P(A). P(B)=
0,2 . 0,9 = 0,18
e) Verdade, a probabilidade de ele tirar A em Eco-
nometria(PA) = 0,2 e em Estatística (PB) = 0,1.
Como a alternativa pede P(A ou B) e os eventos
não são mutuamente exclusivos, devemos usar a
regra geral da adição para estes casos, ou seja:
P(A ou B) = P(A) + P(B) - P(A e B)
P(A ou B) = 0,2 + 0,1 - (0,2 . 0,1)
P(A ou B) = 0,3 - 0,02 = 0,28
Conclusão: FVVFV
EXEMPLO 3:
O gerente de finanças de um banco chefiou o
desenvolvimento e a implantação de um novo
sistema que veio a causar sérios problemas à
instituição devido a um erro cometido por um dos
membros da equipe. O gerente é, com probabili-
dade igual a 0,8, o responsável pelo erro cometi-
do. Dois assessores diretos, X e Y, sabem se o
gerente é ou não culpado e foram chamados para
uma reunião com a presidência do banco. O as-
sessor X, primeiro a ser chamado, é amigo do
gerente e dirá a verdade, se o gerente for inocen-
te, mas mentirá, com probabilidade igual a 0,2, se
o gerente for culpado. Já o assessor Y, segundo a
dar testemunho, odeia toda a equipe e dirá a ver-
dade, se o gerente for culpado, mas mentirá, com
probabilidade igual a 0,3, se o gerente for inocen-
te.
Com base na situação apresentada, julgue os
itens que se seguem:
a) Se X disser à presidência que o gerente é res-
ponsável pelo erro, a chance de o gerente ser
inocente será igual a 0,2
b) O testemunho falso mais provável será dado
pelo assessor X
c) Os assessores X e Y darão, com probabilidade
igual a 0,16, testemunhos conflitantes
d) Se X e Y derem testemunhos conflitantes, a
chance de o gerente ser inocente será igual a 3/11
e) Os eventos (X mente) e (Y mente) são depen-
dentes
RESOLUÇÃO
Analisando cada alternativa, temos:
a) Errado; a probabilidade de o gerente ser ino-
cente é de 0,8 . 0,2 = 0,16
b) Correto; X 1.
0,2 = 0,2 e se o gerente for culpado = 0,8. 0,8 =
0,64. Logo, X tem 0,20 + 0,64 = 0,84 de probabili-
dade de falar a verdade e, conseqüentemente,
0,16 de probabilidade de dar um falso testemunho
Y 0,8. 1 = 0,8 e se
o gerente for inocente = 0,2. 0,7 = 0,14. Logo, Y
tem 0,80+0,14 = 0,94 de probabilidade de falar a
verdade e, conseqüentemente, 0,06 de probabili-
dade de dar um falso testemunho
c) Errado; a probabilidade de testemunhos confli-
tante é de 0,2. 0,3 = 0,06
025,0
250
25,6
250
01,02504,07502,0150
X
48,0
25,6
3
01,02504,07502,0150
02,0150
Augusto Moura 2013
50 ESTATÍSTICA
d) Correto; a probabilidade de o gerente ser ino-
cente no caso de testemunhos conflitantes é de:
P(de ele ser inocente) / P(de ele ser inocente +
probabilidade de ele ser culpado)
Onde: a probabilidade de ele ser inocente =
P(A) . [P(B)/P(A)] = 0,2 . (0,3/0,2)=0,2.1,5=0,3
A probabilidade de ele ser culpado é de 0,8, logo,
temos: P =0,3/(0,3+0,8) = 0,3/1,1 = 3/11
e) Correto; P(X mente).P(Y mente) ≠
seja, P(A).P(B) = 0,2.0,3 = 0,06. Dois eventos só
são independentes se a multiplicação acima for
igual a zero.
Conclusão: ECECC
Analista - Geral - Banco Central - 2001
Os registros de uma instituição financeira indicam
que 90% das contas de empréstimo consideradas
inadimplentes apresentaram pagamentos com
mais de duas semanas de atrasoem pelo menos
duas prestações. Sabe-se também que 10% de
todas as contas de empréstimo tornam-se inadim-
plentes e que 40% das contas de empréstimo
integralmente liquidadas mostram pelo menos
duas prestações com atraso no pagamento em
mais de duas semanas. Assinale a opção que
corresponde à probabilidade de que uma conta de
empréstimo com duas ou mais prestações pagas
com atraso de duas semanas torne-se inadimplen-
te.
a)20% b)10% c)9% d)15% e)18%
Solução:
Probabilidade de que uma conta de empréstimo
com duas ou mais prestações pagas com atraso
de duas semanas torne-se inadimplente:
%202,0
5
1
45
9
45,0
09,0
36,009,0
09,0
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
Uma empresa fabrica motores a jato em duas
fábricas A e B. Um motor é escolhido ao acaso de
um lote de produção. Nota-se que o motor apre-
senta defeitos. De observações anteriores a em-
presa sabe que 2% e 3% são as taxas de motores
fabricados com algum defeito em A e B, respecti-
vamente. Sabendo-se que a fábrica A é responsá-
vel por 40% da produção, assinale a opção que dá
a probabilidade de que o motor escolhido tenha
sido fabricado em A.
a)0,400 b)0,030 c)0,012
d)0,308 e)0,500
D= motor que apresenta defeitos
N= motor que não apresenta defeitos
Probabilidade de que o motor escolhido tenha sido
fabricado em A:
308,0
26
8
026,0
008,0
008,0018,0
008,0
Augusto Moura 2013
51 TEOREMA DE BAYES
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
A distribuição de probabilidades dada abaixo refere-se
aos atributos idade e violação das leis de trânsito. Re-
presente por Ei os eventos elementares associados à
idade e por Fi os eventos elementares associados à
violação das leis de trânsito.
Idade
Violação das Leis de Trânsito nos
últimos 12 meses.
Nenhuma Uma Duas ou mais
21 anos 0,230 0,120 0,050
>21 anos 0,450 0,140 0,010
Assinale a opção que dá a probabilidade de que um
motorista escolhido ao acaso não tenha cometido ne-
nhuma violação de trânsito nos últimos 12 meses dado
que o mesmo tenha mais de 21 anos.
a)0,75 b)0,60 c)0,45 d)0,66 e)0,00
Solução:
75,0
60
45
01,014,045,0
45,0
Assinale a opção que corresponde à probabilidade da
união de E1 e F2.
a)0,12 b)0,26 c)0,54 d)0, 66 e)0,37
F1 F2 F3
E1 0,23 0,12 0,05
E2 0,14
54,014,005,012,023,021 FEP
CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA DE RECI-
FE – 2003 - AUDITOR DO TESOURO MUNICIPAL
Suponha que a probabilidade de um evento C seja
0,4 e que a probabilidade condicional do evento D
dado que C ocorreu seja 0,2. Assinale a opção
que dá o valor da probabilidade de ocorrência de
D e C.
a) 0,50 b) 0,08 c) 0,00
d) 1,00 e) 0,60
Solução:
08,02,04,0 CPCDPCDP
Gabarito B
Augusto Moura 2013
52 ESTATÍSTICA
FUNÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO E
DENSIDADE DE PROBABILIDADES
Funções de distribuição e densidade
de probabilidades para variável dis-
creta
Vamos construir a partir do exemplo a função de
distribuição de probabilidades.
Um representante comercial tem 20% de probabi-
lidade de realizar uma venda em uma visita a um
cliente. Escreva a função de distribuição e a fun-
ção de distribuição acumulada de probabilidades.
Solução:
Calculando as probabilidades para as três visitas:
Primeira
Visita
Segunda
Visita
Terceira
Visita
Probabilidade
0,2 0,2 0,2 0,008
0,2 0,2 0,8 0,032
0,2 0,8 0,2 0,032
0,2 0,8 0,8 0,128
0,8 0,2 0,2 0,032
0,8 0,2 0,8 0,128
0,8 0,8 0,2 0,128
0,8 0,8 0,8 0,512
Admitindo-se que a variável aleatória X representa o
número de vendas realizada nas três visitas teremos:
𝑃( < )
𝑃( ) 𝑃( ≤ < )
𝑃( ) 𝑃( ≤ < )
𝑃( ) 𝑃( ≤ < )
𝑃( ) 𝑃( ≥ )
Escrevendo a função de distribuição de probabilidades
teremos:
𝑓( )
{
<
≤ <
≤ <
≤ <
≥
Escrevendo a função de distribuição de probabilidades
acumulada teremos:
𝐹( )
{
<
≤ <
≤ <
≤ <
≥
Augusto Moura 2013
53 FUNÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO E DENSIDADE DE PROBABILIDADES
Exemplo1:
Uma variável aleatória X tem função de distribuição
de probabilidades dada por
3 x 1
3x2 11/12
2x1 7/12
1x0 1/4
0 x 0
)(xF
Assinale a opção que dá o valor da probabilidade X=2.
a) 7/12 b) 11/12 c) 1/3 d) 3/4 e) 10/12
C Resposta
3
1
12
4
12
7
12
11
)2(
:
xP
Solução
Exemplo 2:
Uma variável aleatória X tem função de distribui-
ção
2 xse 1
2x1 se
12
7
1x0 se
4
1
0 xse 0
xF
Assinale a opção que corresponde ao valor da fun-
ção massa de probabilidades (ou função densidade de
probabilidades, se for o caso) de X no ponto x=1.
a) 0,250 b) 0,333 c) 0,083 d) 0,583 e) 0,417
Solução:
...333,0
3
1
12
4
12
37
4
1
12
7
Gabarito B
Exemplo 3:
Uma variável aleatória X tem função de istribuição
de
probabilidades dada por
Solução:
Fi fi
0 0
1/243 1/243
11/243 10/243
17/81 40/243
131/243 80/243
211/243 80/243
1 32/243
658,0
243
160
243
8080
)42Pr(
x
Gabarito B
Exemplo 4:
CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA DE RECI-
FE – 2003 - AUDITOR DO TESOURO MUNICIPAL
Para uma amostra de tamanho 100 de um atributo
discreto X obteve-se a função de distribuição em-
pírica seguinte:
Augusto Moura 2013
54 ESTATÍSTICA
Assinale a opção que corresponde à frequência de
observações de X iguais a três.
a) 55 b) 35 c) 20 d) 30 e) 85
Solução:
Fi fi
0,00 0,00
0,15 0,15
0,35 0,20
0,55 0,20
0,85 0,30
1,00 0,15
20,0)3( xP
Gabarito C.
Solução:
5,01
5,00
15,0
)10(5,0
00
xP
xP
x
x
x
xf
Gabarito C
Funções de distribuição e densidade
de probabilidades para variável con-
tínua
Em matemática, a função densidade de probabi-
lidade é uma função utilizada para representar a distri-
buição de probabilidade caso a variável aleatória seja
contínua. Utiliza, para esses efeitos, a integral.
Especificamente, se uma variável aleatória tem
densidade dada por f(x), então, intuitivamente, o interva-
lo infinitesimal [x, x+dx] tem probabilidade f(x) dx.
Formalmente, uma variável aleatória contínua tem
densidade f(x) se f é uma função não-negativa tal que a
probabilidade no intervalo [a,b] é dada por:
𝑃(𝑎 < < 𝑏) ∫ 𝑓( )𝑑
𝑎
quaisquer que sejam a e b, e a probabilidade de todo o
espaço amostral é 1:
𝑃( < < ) ∫ 𝑓( )𝑑
+
−
A função distribuição acumulada é a integral da
densidade:
𝐹( ) ∫ 𝑓( )𝑑
𝑥
−
Exemplo 1:
A variável aleatória X tem distribuição de probabili-
dades do tipo absolutamente contínuo com densidade
de probabilidades
x 0
x-
2
1
)(xf
tenha P(X>1)=0,25.
Augusto Moura 2013
55 FUNÇÕES DE DISTRIBUIÇÃO E DENSIDADE DE PROBABILIDADES
a)4 b)0 c)3 d)1 e)2
Exemplo 2:
Uma variável aleatória do tipo absolutamente contí-
nuo tem a função densidade de probabilidade seguinte:
casos outros em 0
15x10 08,02,1
)(
x
xf
Assinale a opção que dá a probabilidade de que a vari-
ável aleatória assuma valores entre 10 e 12.
a) 0,160 b) 0,640 c) 0,500 d) 0,200 e) 0,825
Solução:
64,076,14,2
4404,022,1
14410004,022,1
121004,010122,1
1004,01204,0102,1122,1
1004,0102,1
1204,0122,1
04,02,1
08,02,1
22
22
2
2
12
10
2
12
10
12
10
xP
xP
xP
xP
xP
xP
xxxP
dxxdxxfxP
Gabarito B
Exemplo 3:
O tempo em segundos, necessário para processar
certo programa é uma variável aleatória com função
densidade de probabilidades
0,10 x0
0,10 x1,0
)(xf
Assinale a opção que corresponde à probabilidade
de que o tempo de processamento exceda 7 segundos.
a)0,20 b)0,25 c)0,30 d)0,35 e)0,40
Solução:
3,071,0101,01,01,0
10
7
10
7
xdxxP
Gabarito C
Augusto Moura 2013
56 ESTATÍSTICA
DISTRIBUIÇÕES DESCONTÍNUAS
DE PROBABILIDADE.
Distribuição binomial
A distribuição binomial é a distribuição de pro-
babilidade discreta do número de sucessos numa
sequência de n tentativas tais que as tentativas
são independentes; cada tentativa resulta apenas
em duas possibilidades, sucesso ou fracasso (a
que se chama de tentativa de Bernoulli); a proba-
bilidade de cada tentativa, p, permanece constan-
te.
Considere um experimento realizado vezes,
sob as mesmas condições, com as seguintes ca-
racterísticas:
Cada repetição do experimento (ou
ensaio) produz um de dois resultados
possíveis, denominados tecnicamente
por sucesso (S) ou fracasso (F), e os
resultados são dicotômicos.
A probabilidade de sucesso é a mes-
ma em cada repetição do experimen-
to.
Os ensaios são independentes, e o
resultado de um ensaio não interfere
no resultado do outro.
𝑃( ) .
/ 𝑝𝑘 ( 𝑝)𝑘
Ovalor esperado de X é𝐸( ) 𝑝
Avariância é𝑣𝑎𝑟( ) 𝑝( 𝑝)
O gráfico abaixo mostra o histograma para o lan-
çamento de cinco moedas não viciadas: probabili-
dade de resultado ―cara‖ igual a 0,5 e resultado
―coroa‖ igual a 0,5.
O gráfico abaixo mostra o histograma para o lan-
çamento de cinco moedas viciadas: probabilidade
de resultado ―cara‖ igual a 0,6 e resultado ―coroa‖
igual a 0,4.
Secretaria de Estado da Fazenda
Edital SEF nº 001/2010
Uma variável aleatória X segue uma distribuição
binomial com os seguintes parâmetros: número de
ensaios = 100; probabilidade de sucesso em cada
ensaio = 0,2.
De acordo com essas informações, qual é o valor
esperado de X?
a. 0,2 b. 0,8 c. 20 d. 80 e. 100
Solução:
202,0100 npxE
Gabarito C
Em um experimento binomial com três provas, a
probabilidade de ocorrerem dois sucessos é doze
vezesa probabilidade de ocorrerem três sucessos.
Desse modo, as probabilidades de sucesso e fra-
Augusto Moura 2013
57 DISTRIBUIÇÕES DESCONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
casso são, em percentuais, respectivamente,
iguais a:
a) 80 % e 20 %b) 30 % e 70 %
c) 60 % e 40 %d) 20 % e 80 %
e) 25 % e 75 %
Solução:
%808,02,011
%202,0
5
1
15
41
41
1213
1
3
3
121
2
3
3122
0312
p
p
p
pp
pp
pp
pppp
xPxP
03- Em uma cidade, 10% das pessoas possuem
carro importado. Dez pessoas dessa cidade são
selecionadas, ao acaso e com repetição. A proba-
bilidade de que exatamente 7 das pessoas seleci-
onadas possuam carro importado é:
a) (0,1)
7
(0,9)
3
b) (0,1)
3
(0,9)
7
c) 120(0,1)
7
(0,9)
3
d) 120(0,1) (0,9)
7
e) 120(0,1)
7
(0,9)
Solução: C
37
37
7107
7,10
9,01,01207
9,01,0
321
8910
7
9,01,07
xP
xP
CxP
CONCURSO PÚBLICO AUDITOR-FISCAL DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL – 2002
Suponha que a probabilidade de que se encontre
um erro contábil grave em uma auditoria seja 0,2.
Se dez auditorias independentes são realizadas,
assinale a opção que dá a probabilidade de que
não mais do que uma detecte erro contábil grave.
Solução:
EGabarito
xP
xP
xP
xP
xP
oxP
oxP
xPoxPxP
5
4
8,2
10
8
8,21
8,08,28,028,01
8,028,08,01
8,028,02,0101
8,02,0
1
10
1
8,08,08,08,011
8,02,0
0
10
11
99
99
99
99
91
91010
100
Os membros do departamento de vendas de uma
Cia aérea sabem que com probabilidade 5% um
passageiro com reserva confirmada não se apre-
senta para o vôo. Nesse contexto a política de
vendas da Cia é vender 52 passagens para um
vôo que acomoda no máximo 50 passageiros.
Assinale a opção que corresponde a probabilidade
de que haja um lugar disponível para todo passa-
geiro que se apresente para o vôo. Sabe-se que
a) 0,500 b) 0,738 c) 0,830 d) 0,835 e) 0,741
Solução:
51152
511
511
52520
95,005,05295,012
1012
95,005,0521
95,005,0
1
52
1
95,095,005,0
0
52
0
1012
xP
xPxPxP
xP
xP
xP
xPxPxP
Augusto Moura 2013
58 ESTATÍSTICA
741,02
19006,00694,012
0731,005,0520694,012
0731,005,0520694,012
xP
xP
xP
xP
Gabarito E
Analista - Informática - Banco Central - 001
Um fabricante de discos rígidos sabe que 2% dos
discos produzidos falham durante o período de
garantia. Assinale a opção que dá a probabilidade
de que pelo menos um disco falhe numa amostra
aleatória de 10 discos tomados da linha de produ-
ção.
0,02 )
0,02-1 )
0,98-1 )
0,02 )
02,00,98 )
10
10
10
1010
e
d
c
b
a
Solução:
10
10
100
98,011
98,01111
98,002,0
0
10
11
011
xP
xP
xP
xPxP
Gabarito C
Distribuição de Poisson
A distribuição de Poisson é uma distribuição de
probabilidade discreta que expressa a probabili-
dade de uma série de eventos ocorrer num certo
período de tempo se estes eventos ocorrem inde-
pendentemente de quando ocorreu o último even-
to.
𝑓( 𝜆)
𝑒−𝜆 𝜆𝑘
!
onde
e é base do logaritmo natural (e = 2.71828...),
k! é o fatorial de k,
λ é um número real, igual ao número esperado
de ocorrências que ocorrem num dado interva-lo de tempo.
O valor esperado de X é 𝐸( ) 𝜆
A variância é 𝑣𝑎𝑟( ) 𝜆
O gráfico abaixo mostra o histograma para distri-
buição de Poisson com 𝜆
O gráfico abaixo mostra o histograma para distri-
buição de Poisson com 𝜆
Agente Fiscal de Rendas - Nível Básico - SQC –
III - FAZSP-Prova 1-Conhecimentos Gerais -
Caderno de Prova ’A01’, Tipo 001
O número de pessoas que chega ao guichê de
uma repartição pública para autuação de proces-
sos apresenta uma distribuição de Poisson a uma
taxa de duas pessoas por minuto. A probabilidade
Augusto Moura 2013
59 DISTRIBUIÇÕES DESCONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
de que nos próximos 2 minutos chegue pelo me-
nos uma pessoa neste guichê é
A
11
!0
4
11
)0(11
min2
4
!
444
04
Gabarito
eee
e
xP
xPxP
utos
pessoas
k
x
ke
xP
xk
Secretaria de Estado da Fazenda - Edital SEF
nº 001/2010
3
03
!0
3
0
)2()1()0(12
1
3
!
e
e
xP
xPxPxPxP
hora
clientesk
x
ke
xP
xk
33
23
3
13
5,4
2
9
!2
3
2
3
!1
3
1
ee
e
xP
e
e
xP
D
567,00498,05,812
5,4312 333
Gabarito
xP
eeexP
Auditor-Fiscal da Receita Federal - AFRF-2000
O número de petroleiros que chegam a uma
refinaria ocorre segundo uma distribuição de Pois-
son, com média de dois petroleiros por dia. Desse
modo, a probabilidade de a refinaria receber no
máximo três petroleiros em dois dias é igual a:
3
14
4
04
4
!1
4
1
!0
4
0
)3()2(
)1()0(3
2
4
!
e
e
xP
e
e
xP
xPxP
xPxPxP
dias
spetroleiro
k
x
ke
xP
xk
44
34
44
24
3
32
6
64
!3
4
3
8
2
16
!2
4
2
ee
e
xP
ee
e
xP
444
4
4434
3
71
3
3239
3
32
133
3
32
8413
3
32
843
eeexP
exP
eeeexP
Gabarito : C
Augusto Moura 2013
60 ESTATÍSTICA
Distribuição hipergeométrica
A distribuição hipergeométrica é uma distribui-
ção de probabilidade discreta que descreve a pro-
babilidade de se retirar k elementos do tipo A nu-
ma seqüência de n extrações de uma população
finita de tamanho N, com m elementos do tipo A e
(𝑁 𝑚) elementos do tipo B, sem reposição.
𝑃( |𝑁 𝑚 )
.
𝑚
/ .
𝑁 𝑚
/
.
𝑁
/
𝑃( |𝑁 𝑚 )
𝐶 𝑘 𝐶( − ) ( −𝑘)
𝐶
O valor esperado de X é 𝐸( ) .
/
A variância é
𝑣𝑎𝑟( ) (
𝑁
𝑁
) (
𝑁
) (
𝑁
)
Cargo: Auditor-Fiscal do Trabalho - AFT - MTE -
2010
Em uma amostra aleatória simples de 100 pesso-
as de uma população, 15 das 40 mulheres da
amostra são fumantes e 15 dos 60 homens da
amostra também são fumantes.Considere os da-
dos.Ao se escolher ao acaso cinco pessoas da
amostra, sem reposição, a probabilidade de exa-
tamente quatro delas serem homens fumantes é
dada por:
Solução:
𝑃( |𝑁 𝑚 )
𝐶 𝑘 𝐶( − ) ( −𝑘)
𝐶
𝑃( | )
𝐶 𝐶( − ) ( − )
𝐶
𝑃( | )
𝑃( | ) ≅
DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE
PROBABILIDADE.
Distribuição Uniforme
A distribuição uniforme é a distribuição de probabi-
lidades contínua mais simples de conceituar: a
probabilidade de se gerar qualquer ponto em um
intervalo contido no espaço amostral é proporcio-
nal ao tamanho do intervalo.
12
:
2
:média esperadoValor
casos demais nos 0
;
1
,;
2
2 ab
Variância
ba
bxa
abbaxf
X
Solução:
7
5
7,0
5,0
1
7,05,0
Gabarito D
Augusto Moura 2013
61 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
Distribuição Normal
Distribuição normal:
A distribuição normal é uma das mais impor-
tantes distribuições da estatística, conhecida tam-
bém como Distribuição de Gauss ou Gaussiana.
Foi primeiramente introduzida pelo matemático
Abraham de Moivre.
Além de descrever uma série de fenômenos fí-
sicos e financeiros, possui grande uso na estatísti-
ca inferencial. É inteiramente descrita por seus
parâmetros de média e desvio padrão, ou seja,
conhecendo-se estes consegue-se determinar
qualquer probabilidade em uma distribuição Nor-
mal.
Um interessante uso da Distribuição Normal é
que ela serve de aproximação para o cálculo de
outras distribuições quando o número de observa-
ções fica grande. Essa importante propriedade
provém do Teorema Central do Limite que diz
que "toda soma de variáveis aleatórias indepen-
dentes de média finita e variância limitada é apro-
ximadamente Normal, desde que o número de
termos da soma seja suficientemente grande"
O Teorema Central do Limite é um teorema
que afirma que quando o tamanho da amostra
aumenta, a distribuição amostral da sua média
aproxima-se cada vez mais de uma distribuição
normal
Exemplo
Seja a variável aleatória X= "resultado de um
dado não viciado", que pode assumir os valores 1,
2, 3, 4, 5, 6. Sabemos que sua esperança popula-
cional é
, ou seja, o resultado médio de se jogar o dado
é 3,5.
Sabemos também que a variância populacional
é
Se tomarmos uma amostra de 10 observações
(ou seja, se jogarmos o dado 10 vezes e anotar-
mos o resultado), é possível que tenhamos uma
média amostral maior ou menor que 3,5. O teore-
ma central do limite nos diz que, à medida que
aumentamos o tamanho desta amostra (digamos,
se jogarmos o dado 2 mil vezes e anotarmos os
resultados), a média amostral se aproximará cada
vez mais da média populacional, que é 3,5. Além
disso, a distribuição amostral desta média tenderá
a uma distribuição normal com média igual a 3,5 e
variância igual à variância populacional dividida
por n:
.
Propriedade:
Se X e Y são variáveis aleatórias independen-
tes que seguem distribuição normal, então a soma
U = X + Y, a diferença V = X - Y ou qualquer com-
binação linear W = a X + b Y também são variá-
veis aleatórias com distribuição normal.
Considerando a probabilidade de ocorrência, a
área sob sua curva soma 100%. Isso quer dizer
que a probabilidade de uma observação assumir
um valor entre dois pontos quaisquer é igual à
área compreendida entre esses dois pontos.
Desvios em relação a média:
x
z
68,26% => 1 desvio
95,44%=> 2 desvios
99,73%=> 3 desvios
Propriedade 1:
"f(x) é simétrica em relação à origem, x = mé-
dia = 0;
Propriedade 2:
"f(x) possui um máximo para z=0, e nesse caso
sua ordenada vale 0,39;
Propriedade3:
"f(x) tende a zero quando x tende para + infini-
to ou - infinito;
Augusto Moura 2013
62 ESTATÍSTICA
Propriedade4:
"f(x) tem dois pontos de inflexão cujas abscis-
sas valem média + DP e média - DP, ou quando
z tem dois pontos de inflexão cujas abscissas
valem +1 e -1.
TEOREMA DO LIMITE CENTRAL
Afirma quequando o tamanho da amostra au-
menta, a distribuição amostral da sua média apro-
xima-se cada vez mais de uma distribuição normal
e variância igual à variância populacional dividida
por n
padrão
x
amostral
x
padrão
Ez
n
zE
n
E
Estimação: pontual e intervalar; cálculo do
tamanho da amostra.
Podem existir vários estimadores para um
mesmo parâmetro.
Exemplos:
Secretaria de Estado da Fazenda - Edital SEF
nº 001/2010
Uma amostra aleatória de 100 elementos de uma
população resultou em um erro padrão igual a 10
para uma variável X. Admite-se que a média
amostral de X siga uma distribuição normal. Com
base nas informações anteriores, calcule o erro
amostral de um intervalo bilateral de 95% de con-
fiança para a média de X.
a. 1,645 b. 1,96 c. 10 d. 16,45 e. 19,6
Solução:
1,96z %95
Erro padrão:
6,191096,1
10
padrão
x
amostral
x
padrão
Ez
n
s
zE
n
s
E
Gabarito: E
Agente Fiscal de Rendas - Nível I
FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS Abril/2006
49.Verificou-se que os valores arrecadados dos
tributos em uma cidade apresentam uma distri-
buição normal. Sabe-se que 10% destes valores
são superiores a R$ 1.770,00 e que 60% são
menores ou iguais a R$ 1.350,00.
A média e o desvio padrão destes valores calcula-
dos utilizando a tabela acima são, respectivamen-
te:
(a) R$1.250,00 e R$400,00
(b) R$1.250,00 e R$20,00
(c) R$1.410,00 e R$400,00
(d) R$1.410,00 e R$20,00
(e) R$1.560,00 e R$20,00
Solução:
Augusto Moura 2013
63 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
1) (equação 17703,1
17703,1
3,11770
3,1
1770
z
125017704003,117703,1
400
105
42000
05,1
420
42005,1
05,1420
3,125,017701350
25,017703,11350
25,017703,11350
25,01350
25,0
1350
z
Solução A
CONCURSO PÚBLICO AUDITOR-FISCAL DA
PREVIDÊNCIA SOCIAL – 2002
As vendas em um mês de determinado produto,
de custo unitário, em reais, tem distribuição apro-
ximadamente normal com média de R$ 500,00 e
desvio padrão de R$ 50,00. Se a empresa decide
fabricar, em dado mês, 600 unidades do produto,
assinale a opção que dá a probabilidade de que a
demanda não seja atendida. (Em sua resposta
faça uso da tabela da função Φ(x) da normal pa-
drão dada abaixo).
(a) 5,0%
(b) 3,1%
(c) 2,3%
(d) 2,5%
(e) 4,0%
Solução:
%3,2%7,97%100%7,97
977,02
2
50
500600
z
x
z
Gabarito C
CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA DE RECI-
FE – 2003 - AUDITOR DO TESOURO MUNICIPAL
A média e o desvio-padrão obtidos num lote de
produção de 100 peças mecânicas são respecti-
vamente, 16 Kg e 40g. Uma peça particular do lote
pesa 18Kg. Assinale a opção que dá o valor pa-
dronizado do peso dessa bola.
a) –50 b) 0,05 c) 50 d)–0,05 e) 0,02
Solução:
50
4
200
04,0
00,2
04,0
1618
x
z
Gabarito C
O atributo X tem distribuição normal com média 2
e variância 4. Assinale a opção que dá o valor do
terceiro quartil de X, sabendo-se que o terceiro
quartil da normal padrão é 0,6745.
a) 3,3490
b) 0,6745
c) 2,6745
Augusto Moura 2013
64 ESTATÍSTICA
d) 2,3373
e) 2,7500
Solução:
3490,326745,02
2442
x
zx
x
z
Gabarito A
55- Tem-se uma variável aleatória normal X com
média P e desvio-padrão V. Assinale a opção que
dá o intervalo contendo exatamente 95% da mas-
sa de probabilidades de X
Solução:
Tabela normal:
96,1z
96,1 zx
Gabarito E
Solução:
Tabela normal:
%45,9596,1 z
Gabarito C
Augusto Moura 2013
65 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
Augusto Moura 2013
66 ESTATÍSTICA
Distribuição T de Student
A distribuição t de Student é uma distribuição de
probabilidade estatística, publicada por um autor que
se chamou de Student, pseudônimo de William
Sealy Gosset
A distribuição t de Student aparece naturalmente no
problema de se determinar a média de uma popula-
ção (que segue a distribuição normal) a partir de
uma amostra. Neste problema, não se sabe qual é a
média ou o desvio padrão da população, mas ela
deve ser normal.
Augusto Moura 2013
67 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
Intervalo de confiança
PROCESSOS DE ESTIMAÇÃO
Estimação por ponto.
É o processo através do qual obtemos um úni-
co ponto, ou seja, um único valor para estimar o
parâmetro.
Exemplo: Amostra (1, 3, 2)
2
3
6
3
231
n
x
x
i
1
2
2
3
6
14
13
1
1
1
2
2
22
s
n
fx
fx
n
s
ii
ii
Estimação por intervalo
Estimação por intervalo. É um processo que
permite obter os limites de um intervalo onde, com
uma determinada probabilidade (nível de confian-
ça), podemos esperar encontrar o verdadeiro valor
do parâmetro.
As estimativas por intervalo são preferíveis à
àquelas por ponto porque indicam a precisão,
estabelecendo limites entre os quais, estabele-
cendo limites com uma determinada probabilida-
de, o parâmetro deverá á estar.
Augusto Moura 2013
68 ESTATÍSTICA
Agente Fiscal de Rendas - Nível Básico - SQC –
III - FAZSP-Prova 1-Conhecimentos Gerais
Caderno de Prova ’A01’, Tipo 001
Em uma pesquisa de tributos de competência
estadual, em 2008, realizada com 400 recolhimen-
tos escolhidos aleatoriamente de uma população
considerada de tamanho infinito, 80% referiam-se
a determinado imposto. Deseja-se construir um
intervalo de confiança de 95,5% para a estimativa
dessa proporção. Considerando normal a distri-
buição amostral da frequência relativa dos reco-
lhimentos desse imposto e que na distribuição
normal padrão a probabilidade P (−2 ≤ Z ≤ 2) =
95,5%, o intervalo é
(A) [0,70; 0,90] (B) [0,72; 0,88]
(C) [0,74; 0,86] (D) [0,76; 0,84]
(E)[0,78; 0,82]
Solução:
Distribuição Normal:
GabaritoD
Intervalo
x
x
zx
N
pp
p
84,0;76,0:
04,08,0
02,028,0
02,00004,0
0004,0
400
8,018,01
8,0
2
2
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
Uma revenda de automóveis vende carros montados
no Brasil. O proprietário está interessado em estimar o
valor médio θ dos gastos extras com opcionais casados
com a compra de carros novos. Uma amostra de 16
vendas produziu um valor médio de R$ 1.062,00 com
desvio padrão de R$ 144,00. Assinale a opção que dá
os limites de confiança para θ com coeficiente de 98%.
A tabela abaixo dá os quantis x , de ordem
, da distribuição
rT
de Stu-
dent com r graus de liberdade.
Despreze centavos.
Augusto Moura 2013
69 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
r y
0,950 0,975 0,980 0,990
15 1,753 2,131 2,602 2,947
16 1,746 2,120 2,583 2,921
17 1,740 2,110 2,567 2,898
a) [R$ 955,00; R$ 1.168,00]
b) [R$ 968,00; R$ 1.155,00]
c) [R$ 990,00; R$ 1.134,00]
d)[R$ 997,00; R$ 1.124,00]
e) [R$ 938,00; R$ 1.186,00]
Solução:
R$1.168,00R$955,00;
:confiança de Intrvalo
11681061062
9551061062
36947,21062
16
144
947,21062
x
x
x
x
n
s
Txx x
Gabarito: A
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
Tem-se amostras independentes, de mesmo ta-
manho 16, de duas populações normais com mé-
dias µe θ e variâncias não nulas 2 σ e 2 τ , respec-
tivamente. Deseja-se construir intervalos de mes-
mo nível de confiança para µe θ que, conjunta-
mente, tenham nível de confiança 90,25%. Assina-
le a opção que dá o valor pelo qual se deve multi-
plicar o desvio padrão de cada amostra, no cálculo
dos intervalos de confiança individuais, para que
se obtenha o nível de confiança conjunto deseja-
do. A tabela abaixo dá valores da função de distri-
buição F(x) da variável aleatória t de Student.
Graus de
liberdade
x F(x)
15 1,341 0,900
15 1,753 0,950
15 2,131 0,975
16 1,337 0,900
16 1,746 0,950
16 2,120 0,975
17 1,333 0,900
17 1,740 0,950
17 2,110 0,975
18 1,330 0,900
18 1,734 0,950
18 2,101 0,975
a)0.533 b)0.440 c)0.630
d)0.438 e)0.300
Solução:
131,2T
97,5%
95,09025,0
9025,0
tabela
2
confiança
Grau de liberdade=
151161 n
5327,0
16
131,2
n
T
s
n
T
x
n
s
Txx x
x
Augusto Moura 2013
70 ESTATÍSTICA
Solução:
10100
100
2
x
x
s
s
2,3
10
32
10
4
8
16
10
2230
n
s
x
T
x
O teste é bicaudal : 2P
Grau de liberdade
151-161-nG.L.
Gabarito A
Temos duas populações normais A e B com mes-
ma variância e amostras aleatórias independentes
dessas populações de tamanhos n1=20 e n2=20
respectivamente. Assinale a opção que dá o nú-
mero de graus de liberdade da estatística de Stu-
dent utilizada no teste de igualdade das médias
das populações A e B.
a) 40 b) 19 c) 16 d) 20 e) 38
Solução:
Grau de liberdade:
36181812012011 21 nn
Gabarito E
Exemplo1:
Uma amostra aleatória simples, de tamanho
n= 9, de uma população normal revelou média
amostral = 12 e desvio padrão amostral S = 6. O
intervalo de confiança [8,16], para a média da
população, tem nível de confiança de:
a) 92% b)92,4% c)96% d)96,2%
e)97,7%
RESOLUÇÃO
Em função do reduzido tamanho da amostra,
devemos usar a variável t de Student no lugar de
z. Como n = 9, devemos usar n - 1 = 9 - 1 = 8
graus de liberdade.
Usando o escore reduzido
AS
X
- X t
, onde:
: temosamostra, da padrão desvio S
12 amostra de média
(8,16) intervalo do valoresos são X
A
X
33331tP66660 t66660PaLogo
66660
6
4
6
1216
t16X Para
66660
6
4
6
128
t 8 X Para
Observando a tabela dada e comparando com
as alternativas apresentadas, veremos que o valor
que melhor se aproxima é t =1,5 = 0,914 = 91,4%
Exemplo 2:
Através de uma amostra de 100 trabalhadores
de certa categoria profissional, estimou-se um
salário médio amostral de $ 2.000,00. O desvio
padrão populacional vale $ 400,00. Desta forma, o
intervalo de confiança para o salário médio de
toda categoria foi 2.000 com um certo
coeficiente de confiança. Se tivéssemos obtido o
mesmo dado amostral com uma amostra de 400
pessoas, o intervalo de confiança (com um mesmo
coeficiente de confiança) seria dado por:
a) 2.000 b) 2.000
c) 2.000 d) 2.000
e) 2.000
RESOLUÇÃO
Augusto Moura 2013
71 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
amostra da tamanho=n
população da padrão desvio = Sp
confiança de ecoeficient = Z
população da média =
:onde ,
n
S
ZX Usando
p
X
X
2
400
800
z 80
100
400
z
80 2.000 =
100
400
z 2.000X
2 = confiança de ecoeficient =z temos
100 =n e 400 = Sp , 2.000 =X para Se
40 2.000 X
20][2 2.000 X
] (400/20)[2 2.000 X
)
400
400
( Z 2.000X
: temos400, n Para
Exemplo3:
1 - Um auditor possui 10.000 comprovantes de
operações financeiras referentes ao mês de julho
de 1997. Uma amostra de 100 comprovantes foi
selecionada e apresentou os seguintes resultados:
Valor médio das operações: $ 1.500,00
Desvio padrão observado: $ 270,00
Considerando cálculos para populações infini-
tas e aproximação normal, julgue os itens seguin-
tes, utilizando, se necessário, a tabela normal
padronizada abaixo:
TABELA NORMAL PADRONIZADA
Entrada representa área sob a distribuição normal
padrão a partir da média até Z
a) O valor total das operações realizadas em julho
é estimado em R$ 150.000,00.
b) Se o intervalo de confiança obtido para o valor
médio das operações foi [1.440; 1.560], o nível de
confiança utilizado para o cálculo foi superior a
95%.
c) A probabilidade de uma dessas operações fi-
nanciadas de julho ter valor superior a R$
1.770,00 é inferior a 2,0.
d) Para estimar a proporção de comprovantes com
erro de digitação, considerando margens de erro
amostral igual a 2% e nível de confiança de 95%,
o número de comprovantes a serem analisados
deverá ser superior a 2.750.
e) Caso, em agosto, o intervalo de confiança para
o mesmo estudo tenha sido de [1.450; 1.520], com
nível de confiança de 97,7%, um teste de hipótese
que reduz a 0,01 o risco de se cometer um erro
tipo I não fornecerá evidência para se afirmar que
a média de operações foi diferente de R$
1.515,00.
RESOLUÇÃO
Analisando cada alternativa, temos:
a) Errado; neste caso, temos um intervalo definido
por:
Augusto Moura 2013
72 ESTATÍSTICA
Z27 1.500X
10
270
. Z 1.500X
100
270
. Z 1.500X
amostra da elementos de número =n
amostra da padrão desvio = S
amostra da média =X
:Onde
XX
A
n
S
Z A
Logo, o valor total de operações, vai depender
donível de confiança utilizado para Z.
b) Correto; se o intervalo de confiança é definido
por [1.440; 1.560] 27 Z = 60
Z = 60/27 = 2,22
Observando, a tabela, vemos que para Z = 2,20, o
nível de confiança é de 0,478 . 2 = 0,956, logo,
para Z = 2,22, é superior a 95%
c) Correto;
Observando a tabela, verificamos que para Z = 1,
a probabilidade de Z é igual a 0,341, logo, a pro-
babilidade de Z
- 0,341 = 0,1587
d) Errado; calculando o número de comprovantes
(n), temos:
2565
2
2700
1,96 n
Tabela) na (Veja
95%) de confiança de nível um (para 1,96 Z
2 amostral erro e
2.700 100 . 270
amostra da elementos de nº S Sp
população da padrão desvio Sp
:onde
e
S
. Zn
A
p
e) Correto; o teste de hipótese precisaria ter um
nível de confiança de 99% para fornecer evidên-
cias válidas.
Conclusão: ECCEC
Para as questões 4 e 5 a tabela abaixo, que dá
valores das funções de distribuição da variável
normal reduzida e da variável t de Student, pode
ser útil.
QUESTÃO 4
Suponha os pesos das pessoas, normalmente
distribuídos, em certo grupo, com média de 70 Kg
e desvio padrão de 8 Kg. Escolhidas ao acaso 4
dessas pessoas, a probabilidade da soma dos
seus pesos ser maior que296 Kg é de:
a) 0,309 b) 0,159 c) 0,067 d)0,023
e) 0,006
RESOLUÇÃO
Usando a fórmula
n
s
z x σ
, temos:
0,1
270
270
270
500.1770.1
S
XX
Z
A
Augusto Moura 2013
73 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
P(1 a Logo,
4
-1z
4
8
70
1z
4
8
70
4
8
70
4 n
8Kg s
70Kg x
gx
z
z
z
(veja na tabela)
(1 -1)
Conclusão: Letra B
QUESTÃO 5
Uma amostra aleatória simples, de tamanho n= 9,
de uma população normal revelou média amostral
= 12 e desvio padrão amostral S = 6. O intervalo
de confiança [8,16], para a média da população,
tem nível de confiança de:
a) 92% b)92,4% c)96% d)96,2%
e)97,7%
RESOLUÇÃO
Em função do reduzido tamanho da amostra, de-
vemos usar a variável t de Student no lugar de z.
Como n = 9, devemos usar n - 1 = 9 - 1 = 8 graus
de liberdade.
Usando o escore reduzido
AS
X
- X t
, onde:
: temosamostra, da padrão desvio S
12 amostra de média
(8,16) intervalo do valoresos são X
A
X
33331tP66660 t66660PaLogo
66660
6
4
6
1216
t16X Para
66660
6
4
6
128
t 8 X Para
Observando a tabela dada e comparando com as
alternativas apresentadas, veremos que o valor
que melhor se aproxima é t =1,5 = 0,914 = 91,4%
QUESTÃO 6
Considere X uma variável aleatória, com distribui-
ção normal, a qual tem média 50 e variância 100:
Seja
10
50 - X
Z
Assinale a opção correta:
a) O evento {0
certo.
b) O evento {{40 60}{X
probabilidade menor que 0,5.
c) Os eventos X 50 e Z0 u-
amente excludentes.
d) O evento 30 X 80 tem a mesma
probabilidade que o evento -2 Z 3 .
e) Os eventos Z 1 e Z -1 são inde-
pendentes.
RESOLUÇÃO:
Analisando cada alternativa, temos (usando a
tabela da curva normal reduzida):
a) Incorreta; não necessariamente
Augusto Moura 2013
74 ESTATÍSTICA
%%
}{}{ P
)(
10
x
)()(
10
x
)()(
10
41 xpara
:Incorreta b)
3
3
22
2
11
1
xPx
xP
zPara
xPxP
zPara
xPxP
z
c) Incorreta:
para
10
30 x z
, portanto, não
são mutuamente excludentes.
d) Incorreta;
para x = 31
1,9-
10
50-31
z
P(x) = 0,4713
Para x = 80
3
10
50 - 80
z
P(x) = 0,4987
P(x) = 97,00%
Para z = -2 P(z) = 0,4772
Para z = 3 P(z) = 0,4987, logo P(z) = 0,4772 +
0,4987 = 0,9759 = 97,59%
Logo, as probabilidades são diferentes
e) Correta; construindo um gráfico de z, temos:
Logo, z 1 e z -1são independentes.
Exemplo 07:
O número de horas que um analista do TCDF
gasta examinando cada um dos processos sub-
metidos ao órgão tem distribuição normal, simétri-
ca, com média de 10 horas e desvio padrão de 2
horas. É correto afirmar que:
a) Nenhum processo levará mais de 30 ho-
ras para ser examinado.
b) O número de processos que consomem
mais de 15 horas de trabalho é igual ao número
de processos que despendem menos de 5 horas.
c) Em 50% dos casos, o tempo despendido
ao exame do processo será de exatamente 10
horas.
d) A moda da distribuição de horas é igual à
mediana, que é diferente da média.
e) 10% dos processos devem gastar entre 8
a 12 horas para serem examinados.
RESOLUÇÃO
Analisando cada alternativa, temos:
a) Incorreto;
Como 10,05 não está definido na área subenten-
dida pela curva normal reduzida, precisamos fazer
o seguinte ajuste:
10,05 - 4 - 4 = 2,05 P(z ) = 0,4798
Logo, 0,5 - 0,4798 = 0,0202 = 2,02%
b) Correto,
P(z ) = 0,4938 = 49,38%
P(z ) = 0,4938 = 49,38%
c) Incorreto;
05,10
2
1,21
2
101,30
z
5,2
2
5
2
1015
S
XX
z
5,2
2
5
2
105
S
XX
z
05,0
2
10,0
2
1090,9
z
Augusto Moura 2013
75 DISTRIBUIÇÕES CONTÍNUAS DE PROBABILIDADE.
P(-) z 0,05 = 0,0199 + 0,0199 - 0,0398 =
3,98%
d) Incorreto; como a distribuição é simétrica, te-
mos
Mo Md x
.
e) Incorreto;
P(-1 z 1) = 0,3413 + 0,3413 = 0,6426 = 64,26%
Conclusão: Letra B
Questão 08:
Considere que os analistas de uma empresa de
consultoria avaliam um projeto em cerca de 40
horas, com variação de 5 horas (desvio-padrão). A
avaliação inclui análise de viabilidade econômica e
procedimentos jurídicos. Acompanhamentos ante-
riores indicam que o tempo para avaliar um projeto
é normalmente distribuído. Julgue os itens abaixo,
a partir dos dados apresentados e utilizando, se
necessário, a tabela da distribuição normal acu-
mulada da página seguinte.
a) A probabilidade de um projeto ser avaliado em
menos de 35 horas é inferior a 0,10.
b) A probabilidade de um projeto ser avaliado no
período de 28 a 35 horas é superior a 0,10.
c) 10% dos projetos requerem tempo de avaliação
superior a 46 horas.
d) A amplitude interquartílica para o tempo de ava-
liação de projetos é inferior a 6 horas.
e) Pelo menos 25% dos projetos são avaliados em
tempo inferior a 30 horas.
RESOLUÇÃO
Analisando cada alternativa, temos:
a) Falso;
1-
5
40) - (35
5
)X-(X
Z
usando a tabela, temos:
158303417050:logo
341701 P(Z
b) Verdade;
P
55
P(Z
2,4-
5
12
-
5
40)-(28
Z
0,4032 - 0,5 Logo,
1,3
5
6,5
5
40) - (46,50
Z
Verdade c)
P
d) Falso;
Amplitude Interquartílica = 2 desvios quartílicos
(ou Amplitudes semi Interquartílicas).
Através da fórmula empírica
S
3
2
Dq
, podemos
deduzir que:
Amplitude Interquartílica
6,66
3
20
5 .
3
4
S
3
4
S
3
2) . (2
05,0
2
10,0
2
1010,10
z
1
2
2
2
108
S
XX
zhoras8seX
,1
2
2
2
1012
z
Augusto Moura 2013
76 ESTATÍSTICA
e) Falso;
Augusto Moura 2013
77 TESTE DE HIPÓTESE
TESTE DE HIPÓTESE
Teste de Hipóteses é um método para verifi-
car se os dados são compatíveis com alguma
hipótese, podendo muitas vezes sugerir a não-
validade de uma hipótese. O teste de hipóteses é
um procedimento estatístico baseado na análise
de uma amostra, através da teoria de probabilida-
des, usado para avaliar determinados parâmetros
que são desconhecidos numa população. A ex-
pressão teste de significância foi criada por Ro-
nald Fisher
Um Teste de Hipóteses pode ser paramétrico
ou não-paramétrico. Testes paramétricos são ba-
seados em parâmetros da amostra, por exemplo
média e desvio padrão. O uso tanto dos testes
paramétricos como dos não-paramétricosestá
condicionado à dimensão da amostra e à respecti-
va distribuição da variável em estudo.
Os testes de hipóteses são sempre constituí-
dos por duas hipóteses, a hipótese nula H0 e a
hipótese alternativa H1.
Hipótese nula (Ho) : é a hipótese que traduz
a ausência do efeito que se quer verificar(0
QUE É AFIRMADO).
Hipótese alternativas (H1) : é a hipótese que
o investigador quer verificar.
Nível de significância: a probabilidade de
rejeitar a hipotese nula quando ela é efeti-
vamente verdadeira (ERRO)
Finalidade: avaliar afirmações sobre os valores
de parâmetros.
O valor p, p-valor ou nível descritivo, é uma es-
tatística muito utilizada para sintetizar o resultado
de um teste de hipóteses. Formalmente, o valor-p
é definido como a probabilidade de se obter uma
estatística de teste igual ou mais extrema quanto
aquela observada em uma amostra, assumindo
verdadeira a hipótese nula.
Secretaria de Estado da Fazenda - Edital SEF
nº 001/2010
Sejam as seguintes hipóteses estatísticas sobre a
média de uma variável X em uma população:
ƒ Hipótese nula: média = 100
ƒ Hipótese alternativa: média ≠ 100
Para testar as hipóteses coletou-se uma amostra
aleatória de 16 elementos da população citada,
registrando os valores de X, resultando em: média
amostral = 110; erro padrão = 4. Admite-se que X
tem distribuição normal na população. Deseja-se
que o teste tenha significância de 1%, acarretando
em um valor crítico para a estatística de teste t,
com 15 graus de liberdade, aproximadamente
igual a 3.
Com base nas informações existentes, o valor da
estatística de teste e a decisão do teste serão:
a. –2,5; aceitar a hipótese nula.
b. 2,5; aceitar a hipótese nula.
c. 2,5; rejeitar a hipótese nula.
d. 10; aceitar a hipótese nula.
e. 10; rejeitar a hipótese nula.
Solução:
4
n
s
E xpadrão
5,2
4
100110
n
s
x
T
x
teste
3tabelaT
Se aceita
0H
.
Gabarito B.
Agente Fiscal de Rendas - Nível I
FUNDAÇÃO CARLOS CHAGAS Abril/2006
Augusto Moura 2013
78 ESTATÍSTICA
Solução:
4,2
500
1200
500
20
60
20
500
60
400
500
10001060
n
s
x
z
x
teste
2,0)2,4( z z
pois 2,0zpara rejeitada será
tabelateste
0
H
Gabarito A
Agente Fiscal de Rendas - Nível Básico - SQC –
III - FAZSP-Prova 1-Conhecimentos Gerais
Caderno de Prova ’A01’, Tipo 001
O gerente de uma indústria de determinado com-
ponente eletrônico garante que a vida média do
produto fabricado é igual a 100 horas. Um com-
prador desta indústria decide testar a afirmação do
gerente e faz um teste estatístico formulando as
hipóteses H0: μ = 100 e H1 : μ < 100, sendo que
H0 é a hipótese nula, H1 é a hipótese alternativa e
μ é a média da população considerada de tama-
nho infinito com uma distribuição normal. O desvio
padrão populacional é igual a 10 horas e utilizou-
se a informação da distribuição normal padrão
(Z), segundo a qual a probabilidade P(Z ≥ 1,64) =
5%. H0 foi rejeitada com base em uma amostra
aleatória de 64 componentes em um nível de sig-
nificância de 5%. Então, o valor da média amostral
foi, em horas, no máximo,
(A) 94,75 (B) 95,00 (C) 96,00 (D) 96,50
(E) 97,95
Solução:
64
10
64,1100
zx
x
n
s
n
s
x
z
x
x
teste
E. Gabarito
mínimo)(valor 95,97
05,2100
05,2100
25,164,1100
8
10
100
x
x
x
x
x
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
57- Considere o teste da hipótese:
contra alternativa : em uma amos-
tra da normal com média µ e variância
2
. O valor da
estatística teste t com distribuição de Student sob a
Augusto Moura 2013
79 TESTE DE HIPÓTESE
e) Não se pode tirar nenhuma conclusão pois, o tama-
nho da amostra, a média amostral e o desvio padrão
amostral não foram dados.
Solução:
Teste bilateral:
0892,00446,02 valorp
Teste de significância para pro-
porções.
op
o
oo
p
p
n
x
z
z
n
pp
proporção da padrão desvio
alegada proporção -amostral proporção
1
0
Exemplo 1: Um fabricante afirma que uma remes-
sa de pregos contém 1% de defeituosos. Uma
amostra aleatória de 200 pregos acusa 4 defeituo-
sos. Teste a afirmação ao nível de 0,01.
Solução:
%1:
%1:
1
o
oo
pH
pH
43,1
007,0
01,0
200
4
007,0
200
01,0101,01
0
op
o
oo
p
p
n
x
z
n
pp
Para nível de significância de 0,01 o valor de z é
2,33 (distribuição normal).
Aceita-se
oH
.
Exemplo 2 : Uma pesquisa conclui que 9 em cada
10 médicos recomendam aspirina a pacientes que
têm filhos . Teste a afirmação ao nível de signifi-
cância de 0,05, contra a alternativa de que a por-
centagem é inferior a 90% , se numa amostra
aleatória de 100 médicos , 80% recomendam aspi-
rina.
Solução:
%90:
%90:
1
o
oo
pH
pH
33,3
03,0
90,080,0
03,0
100
90,0190,01
0
op
o
oo
p
p
n
x
z
n
pp
Augusto Moura 2013
80 ESTATÍSTICA
Para nível de significância de 0,05 (bilateral) o
valor de z é -1,96 (distribuição normal).
Para nível de significância de 0,05 (unilateral) o
valor de z é -1,65 (distribuição normal).
Rejeita-se
oH
.
Exemplo 3: Um jornal afirma que 25% dos adul-
tos em sua área de circulação são analfabetos
segundo os padrões governamentais.Teste esta
afirmação contra a alternativa de que a verdadeira
porcentagem não é 25%, e use a probabilidade de
5% de erro de tipo I . Uma amostra de 740 pesso-
as indica que apenas 20% seria considerados
analfabetos segundo os mesmos padrões.
Solução:
%25:
%25:
1
o
oo
pH
pH
016,0
740
25,0125,01
0
n
pp oo
p
125,3
016,0
25,020,0
op
op
n
x
z
Para nível de significância de 0,05(bilateral) o
valor de z é -1,96 (distribuição normal).
Rejeita-se
oH
.
Ao fazermos amostragem numa população finita e
%5
N
n
, devemos usar o fator de correção finita:
1
N
nN
Ex: 4 Um fabricante de doces afirma que a por-
centagem de sacos de pastilhas de chocolate mal
cheio é inferior a 3%. Uma pesquisa aleatória acu-
sa 4 sacos mal cheios em 50. A amostra foi extraí-
da de uma remessa de 400 sacos. A evidência
amostral refuta a alegação do fabricante?
Solução:
%3:
%3:
1
o
oo
pH
pH
023,0
1400
50400
50
03,0103,0
1
1
0
N
nN
n
pp oo
p
Augusto Moura 2013
81 TESTE DE HIPÓTESE
17,2
023,0
03,0
50
4
op
op
n
x
z
Para
nível de significância de 0,05 o valor de z é 1,65
(distribuição normal).
Rejeita-se
oH
.
Teste de duas amostras para
proporções:
21
21
21
21
21
1
21o
nn
xx
p
pp
pp
pp
:H
pp:H
p
2
2
1
1
21
p
2
1
2
1
σ
n
x
n
x
z
n
1
n
1
p1pσ
2. amostra da sobservaçõe de númeron
1. amostra da sobservaçõe de númeron
2. amostra da sucessos de númerox
1. amostra da sucessos de númerox
Exemplo 1: Consideremos a situação seguinte:
Pergunta-se aos eleitores de duas cidades se eles
são contra ou a favor de determinada lei em curso
na legislatura do estado. Para determinar se os
eleitores das duas cidades diferem em termos da
porcentagem dos que favorecem a lei, torna-se
uma amostra de 100 eleitores em cada cidade.
Numa delas, 30 são a favor da lei, na outra, ape-
nas 20.
67,1
06,0
100
20
100
30
σ
n
x
n
x
z
06,0
100
1
100
1
0,2510,25
n
1
n
1
p1pσ
2. amostra da sobservaçõe de númeron
1. amostra da sobservaçõe de númeron
2. amostra da sucessos de númerox
1. amostra da sucessos de númerox
25,0
100100
2030
nn
xx
p
pp:H
pp:H
p
2
2
1
1
21
p
2
1
2
1
21
21
211
21o
Aceita-se Ho , as proporções são iguais.
Augusto Moura 2013
Distribuição F - Análise de variância
Aplica-se a análise de variância para determi-
nar se as médias de duas ou mais populações são
iguais.
Posição do pneu
Diantei-
ro
direito
Diantei-
ro
esquer-
do
Trasei-
ro
direito
Traseiro
esquer-
do
Vida
(em
me-
ses)
17 25 22 26
19 27 21 24
20 18 19 30
24 22 26 28
média 20 23 22 27
.diferentes médiasH
iguais. médiaH
1
0
(1º) Calcular o total de cada grupo e o total
geral.
Dianteiro
direito
Dianteiro
esquerdo
Traseiro
direito
Traseiro
esquerdo
17 25 22 26
19 27 21 24
20 18 19 30
24 22 26 28
it
80 92 88 108
2
it
6400 8464 7744 11664
368108889280tT i
(2º) Calcular a soma dos quadrados de todos
os valores:
Dianteiro
direito
Dianteiro
esquerdo
Traseiro
direito
Traseiro
esquerdo
289172
625252
484222
676262
361192
729272
441212
576242
400202
324182
361192
900302
576242
484222
676262
784282
1626 2162 1962 2936
868629361962216216262x
(3º) Calcular as chamadas somas dos qua-
drados ―dentro‖ e ―entre‖:
8464
16
368
N
T
8568
4
11664
4
7744
4
8464
4
6400
n
t
8686x
22
i
2
i
2
Soma dos quadrados ―dentro‖:
Q.D. = (1º) - (2º) = 8686 - 8568 = 118
Soma dos quadrados ―entre‖:
Q.E. = (2º) - (3º) = 8568 – 8464 = 104
525,3
118
12
3
104
416
118
14
104
..
1
..
Fobservado
RN
DQ
R
EQ
Augusto Moura 2013
83 TESTE DE HIPÓTESE
TABELA ANOVA:
FONTE
GRAUS DE
LIBERDADE
SOMA DOS
QUADRADOS
QUADRADOS
MÉDIOS
F
(observado)
ENTRE
314
104
3104
525,3
118
12
3
104
DENTRO
12416
118
3118
00
testeobservadotesteobservado
testeteste
H serejeita H seaceita
FF FF
12
31
%5
3,490F
12
31
%1
953,5F
RN
R
RN
R
dianteiro
direito
dianteiro
esquerdo
traseiro
direito
traseiro
esquerdo
17 25 22 26 T = 368
19 27 21 24
20 18 19 30 X
2
= 8686,00 1º
24 22 26 28 soma(ti
2
/ni) 8568,00 2º
média 20 23 22 27 T
2
/N 8464,00 3º
ti 80 92 88 108
ti
2
6400 8464 7744 11664 SQD = 118,000
x
2
1626 2162 1962 2936 SQE = 104,000
n = 4 F = 3,525
N = 16
R = 4
posição do pneu
vida
(meses)
dianteiro
direito
dianteiro
esquerdo
traseiro
direito
traseiro
esquerdo
40 10 80 15 T = 480
70 5 90 10
20 3 50 12 X
2
= 26212,00 1º
24 8 30 13 soma(ti
2
/ni) 22348,00 2º
média 38,5 6,5 62,5 12,5 T
2
/N 14400,00 3º
ti 154 26 250 50
ti
2
23716 676 62500 2500 SQD = 3864,000
x
2
7476 198 17900 638 SQE = 7948,000
n = 4 F = 8,228
N = 16
R = 4
posição do pneu
vida
(meses)
Augusto Moura 2013
ANALISE DE VARIÂNCIA
Aplica-se a análise de variância para determi-
nar se as médias de duas ou mais populações são
iguais.
SALÁRIO HORÁRIO MÉDIO
Observa-
ções
locali-
dade
A
locali-
dade
B
locali-
dade
C
locali-
dade
D
1 6 12 11 9
2 9 11 8 7
3 9 10 12 10
4 6 8 9 10
5 5 9 10 9
média 35 50 50 45
.diferentes médiasH
iguais. médiaH
1
0
(1º) Calcular o total de cada grupo e o total ge-
ral.
localida-
de
A
localida-
de
B
localida-
de
C
localida-
de
D
0 6 5 3
3 5 2 1
3 4 6 4
0 2 3 4
-1 3 4 3
it
5 20 20 15
2
it
25 400 400 225
601520205tT i
(2º) Calcular a soma dos quadrados de todos
os valores:
localidade
2A
localidade
2B
localidade
2C
localidade
2D
0 36 25 9
9 25 4 1
9 16 36 16
0 4 9 16
1 9 16 3
19 90 90 51
250519090192x
(3º) Calcular as chamadas somas dos qua-
drados ―dentro‖ e ―entre‖:
180
20
3600
20
60
N
T
210
5
225
5
400
5
400
5
25
n
t
250x
22
i
2
i
2
Soma dos quadrados ―dentro‖: Q.D. = (1º)
- (2º) = 250 - 210 = 40
Soma dos quadrados ―entre‖: Q.E. = (2º)
- (3º) = 210 – 180 = 30
00,4
40
16
3
30
420
34
14
30
..
1
..
Fobservado
RN
DQ
R
EQ
Augusto Moura 2013
85 TESTE DE HIPÓTESE
TABELA ANOVA:
FONTE GRAUS DE
LIBERDADE
SOMA DOS
QUADRADOS
QUADRADOS
MÉDIOS
F
(observado)
ENTRE
314
30
330
00,4
1640
330
DENTRO
16420
40
1640
00
testeobservadotesteobservado
testeteste
H serejeita H seaceita
FF FF
16
31
%5
3,239F
16
31
%1
292,5F
RN
R
RN
R
observações
localidade
A
localidade
B
localidade
C
localidade
D
1 6 12 11 9 T = 180
2 9 11 8 7
3 9 10 12 10 X
2
= 1690,00 1º
4 6 8 9 10 soma(ti
2
/ni) 1650,00 2º
5 5 9 10 9 T
2
/N 1620,00 3º
média 7 10 10 9
ti 35 50 50 45
ti
2
1225 2500 2500 2025 SQD = 40,000
x
2
259 510 510 411 SQE = 30,000
n = 5 F = 4,000
N = 20
R = 4
salário hora médio
observações
localidade
A
localidade
B
localidade
C
localidade
D
1 0 6 5 3 T = 60
2 3 5 2 1
3 3 4 6 4 X
2
= 250,00 1º
4 0 2 3 4 soma(ti
2
/ni) 210,00 2º5 -1 3 4 3 T
2
/N 180,00 3º
média 1 4 4 3
ti 5 20 20 15
ti
2
25 400 400 225 SQD = 40,000
x
2
19 90 90 51 SQE = 30,000
n = 5 F = 4,000
N = 20
R = 4
salário hora médio
Augusto Moura 2013
ANALISE DE VARIÂNCIA
Aplica-se a análise de variância para determi-
nar se as médias de duas ou mais populações são
iguais.
A B C D
14 11 11 12
15 12 9 13
13 11 11 13
12 13 10 14
11 13 13 10
.diferentes médiasH
iguais. médiaH
1
0
(1º) Calcular o total de cada grupo e o total
geral.
A B C D
2 -1 -1 0
3 0 -3 1
1 -1 -1 1
0 1 -2 2
-1 1 1 -2
it
5 0 -6 2
2
it
25 0 36 4
126-05tT i
(2º) Calcular a soma dos quadrados de todos
os valores:
2A
2B 2C 2D
4 1 1 0
9 0 9 1
1 1 1 1
0 1 4 4
1 1 1 4
15 4 16 10
4510164152x
(3º) Calcular as chamadas somas dos qua-
drados ―dentro‖ e ―entre‖:
20
1
20
1
N
T
13
5
4
5
36
5
0
5
25
n
t
45x
22
i
2
i
2
Soma dos quadrados ―dentro‖: Q.D. = (1º)
- (2º) = 45 - 13 = 32
Soma dos quadrados ―entre‖: Q.E. = (2º)
- (3º) = 13 – 1/20 = 13
16,2
32
16
3
13
420
32
14
13
..
1
..
Fobservado
RN
DQ
R
EQ
TABELA ANOVA:
FONTE GRAUS DE
LIBERDADE
SOMA DOS
QUADRADOS
QUADRADOS
MÉDIOS
F
(observado)
ENTRE
314
13
313
16,2
1232
313
DENTRO
16420
32
1632
Augusto Moura 2013
87 TESTE DE HIPÓTESE
00
testeobservadotesteobservado
testeteste
H seaceita H seaceita
FF FF
16
31
%5
3,239F
16
31
%1
292,5F
RN
R
RN
R
observações A B C D
1 14 11 11 12 T = 241
2 15 12 9 13
3 13 11 11 13 X
2
= 2949,00 1º
4 12 13 10 14 soma(ti
2
/ni) 2917,00 2º
5 11 13 13 10 T
2
/N 2904,05 3º
média 13 12 10,8 12,4
ti 65 60 54 62
ti
2
4225 3600 2916 3844 SQD = 32,000
x
2
855 724 592 778 SQE = 12,950
n = 5 F = 2,158
N = 20
R = 4
populações
observações A B C D
1 2 -1 -1 0 T = 1
2 3 0 -3 1
3 1 -1 -1 1 X
2
= 45,00 1º
4 0 1 -2 2 soma(ti
2
/ni) 13,00 2º
5 -1 1 1 -2 T
2
/N 0,05 3º
média 1 0 -1,2 0,4
ti 5 0 -6 2
ti
2
25 0 36 4 SQD = 32,000
x
2
15 4 16 10 SQE = 12,950
n = 5 F = 2,158
N = 20
R = 4
populações
Augusto Moura 2013
Augusto Moura 2013
89 TESTE DE HIPÓTESE
Augusto Moura 2013
A produção obtida segundo cada um de três pro-
cessos está sendo avaliada pela gerência de uma
instituição. Uma resposta medida em unidades
adequadas foi observada e produziu o quadro de
análise de variância seguinte. Cada processo foi
observado 5 vezes.
A notação F(m,n) representa a distribuição F com
m graus de liberdade no numerador e n graus de
liberdade no denominador. A estatística teste para
o teste de igualdade das respostas médias dos
três processos vale
a) 4 e se distribui como F(3,12) sob essa hipótese
nula.
b) 4 e se distribui como F(2,12) sob essa hipótese
nula.
c) 24 e se distribui como F(3,12) sob essa hipóte-
se nula.
d) 48 e se distribui como F(2,12) sob essa hipóte-
se nula.
e) 24 e se distribui como F(2,12) sob essa hipóte-
se nula.
Solução:
TABELA ANOVA:
FONTE GRAUS DE
LIBERDADE
SOMA DOS
QUADRADOS
ENTRE 3-1=2 48
DENTRO 15-3=12 12
QUADRADOS
MÉDIOS
F
(observado)
248
24
12
12
2
42
1212
Gabarito E
Analista - Geral - Banco Central - 2001
Um profissional da área de recursos humanos
está interessado em avaliar o efeito do tipo de
firma no salário inicial de uma secretária. Neste
contexto tomou uma amostra aleatória de cinco
secretárias iniciantes em cada um de três tipos de
firma, anotando o salário em reais por mês. O
investigador postula que o salário (yij) da j-ésima
secretária da iésima firma obedece o modelo line-
ar yij= + i +ij, i=1,2,3; j=1...5. Nesta expres-
são representa uma média populacional, i é o
efeito fixo da firma i e os ijsão erros não correla-
cionados com distribuição normal, média zero e
variância constante. Neste contexto obtém a tabe-
la de análise de variância seguinte:
Fonte Graus de
liberdade
Soma de
quadrados
Modelo linear (firmas) 2 18050
Erro 12 48144
Total (corrigido pela
média)
14 66194
Assinale a opção que dá o valor da estatística F
necessária para testar a hipótese de que os efei-
tos das firmas sejam iguais.
a)2,25 b)3,00 c)0,37 d)0,73 e)1,28
Solução:
TABELA ANOVA:
FONTE GRAUS DE
LIBERDADE
SOMA DOS
QUADRADOS
ENTRE 3-1=2 18050
DENTRO 15-3=12 66194
QUADRADOS
MÉDIOS
F
(observado)
218050
25,2
4012
9025
48144
12
2
18050
1248144
Augusto Moura 2013
91 TESTE DE HIPÓTESE
Gabarito E
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
Em um estudo controlado em que o interesse concen-
tra- se no desgaste de pneus testaram-se um certo
número de marcas obtendo-se os resultados constantes
da tabela de análise de variância dada abaixo.
Fonte
Graus de
Liberdade
Soma de
Quadrados
Marcas 3 60
Erro 36 72
Total
(Corrigido)
39 132
Assinale a opção que dá o número de marcas de pneus
estudadas.
a) 2 b) 3 c) 4 d) 5 e) 12
Solução:
marca.cada para sobservaçõe 10
4
40
:sobservaçõe de Número
40436n36x
36
pneus de marcas 4 são 4n
31
nx
n
Gabarito: C
Assinale a opção que dá o valor da estatística F utiliza-
da para testar a hipótese de igualdade de médias das
marcas.
a) 2 b) 10 c) 12 d) 20 e) 72
Solução:
10
2
20
3672
360
F
Gabarito: B
Augusto Moura 2013
Distribuição qui-quadrado
Qui-Quadrado, simbolizado por , é um teste de
hipóteses que se destina a
Encontrar um valor da dispersão para
duas variáveis nominais, e
Avaliar a associação existente entre
variáveis qualitativas.
É um teste não paramétrico, ou seja, não depende
de parâmetros populacionais, como média e vari-
ância.
O princípio básico deste método é comparar pro-
porções, isto é, as possíveis divergências entre as
freqüências observadas e esperadas para um
certo evento.
Evidentemente, pode-se dizer que dois grupos se
comportam de forma semelhante se as diferenças
entre as freqüências observadas e as esperadas
em cada categoria forem muito pequenas, próxi-
mas a zero.
Portanto, o teste é utilizado para:
Verificar se a freqüência com que um
determinado acontecimento observa-
do em uma amostra se desvia signifi-
cativamente ou não da freqüência
com que ele é esperado.
Comparar a distribuição de diversos
acontecimentos em diferentes amos-
tras, a fim de avaliar se as proporções
observadas destes eventos mostram
ou não diferenças significativas ou se
as amostras diferem significativamen-
te quanto às proporções desses acon-
tecimentos.
Condições necessárias
Para aplicar o teste as seguintes pro-
posições precisam ser satisfeitas:
Os grupos devem ser independentes, Os itens de cada grupo são selecio-
nados aleatoriamente,
As observações devem ser freqüên-
cias ou contagens,
Cada observação pertence a uma e
somente uma categoria e
A amostra deve ser relativamente
grande (pelo menos 5 observações
em cada célula e, no caso de poucos
grupos, pelo menos 10.
Como calcular
Karl Pearson propôs a seguinte fórmula para me-
dir as possíveis discrepâncias entre proporções
observadas e esperadas:
∑,( ) -
em que
o = freqüência observada para cada classe,
e = freqüência esperada para aquela classe.
Note-se que (o - e) = desvio (d), portanto a fórmu-
la também pode ser escrita como
∑,( ) -
Percebe-se que as freqüências observadas são
obtidas diretamente dos dados das amostras,
enquanto que as freqüências esperadas são cal-
culadas a partir destas.
É importante notar que o desvio d = (o - e) é a
diferença entre a freqüência observada e a espe-
rada em uma classe. Quando as freqüências ob-
servadas são muito próximas às esperadas, o
valor de é pequeno. Mas, quando as divergên-
cias são grandes (o - e) passa a ser também
grande e, conseqüentemente, assume valores
altos.
Hipóteses a serem testadas
O pesquisador trabalha com duas hipóteses:
Hipótese nula: As freqüências observadas não são
diferentes das freqüências esperadas. Não existe
diferença entre as freqüências (contagens) dos
grupos.
Portanto, não há associação entre os grupos
Hipótese alternativa: As freqüências observadas
são diferentes da freqüências esperadas, portanto
existe diferença entre as freqüências.
Portanto, há associação entre os grupos.
Procedimento
É necessário obter duas estatísticas denominadas
calculado e tabelado.
As freqüências observadas são obtidas diretamen-
te dos dados das amostras, enquanto que as fre-
qüências esperadas são calculadas a partir des-
tas.
Assim, o calculado é obtido a partir dos dados
experimentais, levando-se em consideração os
valores observados e os esperados, tendo em
vista a hipótese.
Já o tabelado depende do número de graus de
liberdade e do nível de significância adotado.
A tomada de decisão é feita comparando-se os
dois valores de :
Se calculado > ou =
𝑐
tabelado: Rejeita-se Ho.
Augusto Moura 2013
93 TESTE DE HIPÓTESE
Se calculado <
𝑐
tabelado: Aceita-se Ho.
Quando se consulta a tabela de observa-se que
é determinada uma probabilidade de ocorrência
daquele acontecimento.
Portanto, rejeita-se uma hipótese quando a máxi-
ma probabilidade de erro ao rejeitar aquela hipó-
tese for baixa (alfa baixo). Ou, quando a probabili-
dade dos desvios terem ocorrido pelo simples
acaso é baixa.
O nível de significância (alfa) representa a máxima
probabilidade de erro que se tem ao rejeitar uma
hipótese.
O número de graus de liberdade, nesse caso é
assim calculado:
G.L. = número de classes - 1
E, evidentemente, quanto maior for o valor do
mais significante é a relação entre a variável de-
pendente e a variável independente.
Agente Fiscal de Rendas - Nível Básico - SQC –
III - FAZSP-Prova 1-Conhecimentos Gerais
Caderno de Prova ’A01’, Tipo 001
Espera-se que o número de reclamações tributá-
rias em um órgão público durante determinada
semana seja igual a 25, em qualquer dia útil. Sa-
be-se que nesta semana ocorreram 125 reclama-
ções com a seguinte distribuição por dia da sema-
na:
Para decidir se o número de reclamações tributá-
rias correspondente não depende do dia da se-
mana, a um nível de significância α, é calculado o
valor do qui-quadrado (χ2) que se deve comparar
com o valor do qui-quadrado crítico tabelado com
4 graus de liberdade. O valor de χ2 é
(A) 1,20 (B) 1,90 (C) 4,75 (D) 7,60
(E) 9,12
Solução:
n observado(o) esperado(e) (o-e) (o-e)
2
(o-e)
2
/e
1 18 25 -7 49 1,96
2 31 25 6 36 1,44
3 29 25 4 16 0,64
4 30 25 5 25 1
5 17 25 -8 64 2,56
125 125 0 190 7,6
6,7
25
5
125
2
2
5
1
e
eo
x
n
o
e i
i
Gabarito D.
Augusto Moura 2013
TESTE DE ADERÊNCIA 2X
Os testes de aderência são utilizados para avaliar afirmações feitas sobre a distribuição de valores numa
população é vantajoso dispormos de um método que nos permita julgar se determinada população tem a
distribuição exigida.
Exemplo 1 : Supondo que as 180 jogadas de um dado acusem os seguintes resultados:
Categoria Freqüência observada
1 20
2 35
3 25
4 35
5 32
6 33
o.equilibrad é não dado O:H
o.equilibrad é dado O:H
1
0
Teste
0H
ao nível de significância de 0,05.
Solução:
Face Valor observado (o)
Valor esperado
180
6
1
e
eo
2eo
e
eo
2
1 20 30 -10 100 3,33
2 35 30 +5 25 0,83
3 25 30 -5 25 0,83
4 35 30 +5 25 0,83
5 32 30 +2 4 0,13
6 33 30 +3 9 0,30
Total 180 180 6,25
25,6X Logo 2
usadas. amostrais asestatístic de númeroC
classes.ou categorias de número
1 liberdade de Graus
K
CK
o.equilibrad é dado O :H se-aceita logo
07,11X
5g.l.
0,05
beladovalor ta
51-61-Kg.l.
0
22
2
tabelaobservado XX
Augusto Moura 2013
95 TESTE DE HIPÓTESE
Exemplo 2: Alega-se que uma máquina de encher e fechar garrafas de cerveja produz um enchimento médio
de 1 litro com desvio padrão de 0,2 litros, e que a distribuição de quantidade de cerveja por garrafa é normal .
Examinam-se 100 garrafas , anotando-se o conteúdo de cerveja por garrafa. Teste a alegação ao nível de
significância de 0,025.
Classes Valor observado
X < 0,96 4
0,96 X < 0,97 6
0,97 X < 0,98 4
0,98 X < 0,99 16
0,99 X < 1,00 20
1,00 X < 1,01 18
1,01 X < 1,02 16
1,02 X < 1,03 10
1,03 X < 1,04 4
X 1,04 2
Total 100
:0H
A distribuição é normal com média 1 litro e desvio padrão 0,2 litros.
:1H
A distribuição não é normal com média 1 litro e desvio padrão 0,2 litros.
Solução:
Classes Distribuição
Normal
Valor
observado
Valor
Esperado
esperado
esperado-observado
2
X < 0,96 Z < -2 4
28,21000228,0
1,30
0,96 X < 0,97 -2,0 Z < -1,5 6
42,41000442,0
0,56
0,97 X < 0,98 -1,5 Z < -1,0 4
19,91000919,0
2,93
0,98 X < 0,99 -1,0 Z < -0,5 16
98,141001498,0
0,69
0,99 X < 1,00 -0,5 Z < 0,0 20 0,04
1,00 X < 1,01 0,0 Z < 0,5 18
15,191001915,0
0,07
1,01 X < 1,02 0,5 Z < 1,0 16
98,141001498,0
0,69
1,02 X < 1,03 1,0 Z < 1,5 10
19,91000919,0
0,07
1,03 X < 1,04 1,5 Z < 2,0 4
42,41000442,0
0,04
X 1,04 Z 2,0 2
28,21000228,0
0,03
Total 100 100
42,62 X
0
22
2
H se-Aceita
92,16
91101..
05,0
tabuladoobservado
tabulado
XX
X
Klg
15,191001915,0
Augusto Moura 2013
Exemplo 3 : Um engenheiro de tráfego deseja testar a afirmação de que os acidentes em certo trecho de
uma auto-estrada têm distribuição de Poisson . Um estudo dos acidentes deu as seguintes cifras.
Número de semanas Número de acidentes
0 86
1 114
2 70
3 60
4 32
5 16
6 9
7 4
8 5
9 4
10 ou mais 0
total 400
:0H
Os acidentes têm distribuição de Poisson.
:1H
Os acidentes não têm distribuição de Poisson.
Teste ao nível de significância de 0,01.
Solução:
Número de semanasFreqüência
observada
Freqüência
esperada
Freqüência
esperada
0 86
12,544001353,0
54,12 18,78
1 114
28,1084002707,0
108,28 0,30
2 70
28,1084002707,0
108,28 13,53
3 60
16,724001804,0
72,16 2,05
4 32
08,364000902,0
36,08 0,46
5 16
44,144000361,0
14,44 0,17
6 9
80,44000120,0
4,80 3,68
7 4
36,14000034,0
1,80
69,69
8 5
36,04000009,0
9 4
08,04000002,0
total 400 108,66
66,108
2
2
e
eo
X
.H se-Rejeita
81,16X
0,01
1.c logo , amostra pela estimada foi média a :
61181..
0
2
Obs
cklg
e
eo
2
Augusto Moura 2013
97 TESTE DE HIPÓTESE
Exemplo 4: Use um teste de aderência qui-quadrado para determinar ao nível de significância de 0,05 , quais
das seguintes freqüências amostrais estão suficientemente próximas das freqüências esperadas , de modo
que a hipótese nula possa ser aceita.
a)
.H se-Aceita
31,18
10111..
05,0
88,8
0
2
2
tabela
teste
X
lg
X
b)
Uma segunda aplicação de um teste de aderência consiste em determinar se 3 ou mais categorias numa
população são igualmente prováveis.
Exemplo 1: No decurso de um ano determinado firma teve 50 acidentes. Um dos aspectos da investigação
levada a efeito pelo engenheiro de segurança diz respeito ao dia de ocorrência do acidente. Pelos dados que
seguem abaixo , pode-se dizer que o dia da semana teve alguma influência? Teste a hipótese nula , de que
os dias são igualmente prováveis.
.H se-Aceita
28,13
415..
01,0
40,11
0
2
2
tabela
teste
X
lg
X
.H se-Aceita
81,7
314..
05,0
28,1
0
2
2
tabela
teste
X
lg
X
.H se-Rejeita
49,9
415..
05,0
40,11
0
2
2
tabela
teste
X
lg
X
Classe observado esperado
e
eo
2
0 18 20 0,20
1 20 25 1,00
2 20 20 0,00
3 20 16 1,00
4 14 12 0,33
5 14 10 1,60
6 6 9 1,00
7 9 6 1,50
8 3 4 0,25
9 0 2 2,00
10 1 1 0,00
total 125 125 8,88
Classe observado esperado
e
eo
2
0 32 32,7 0,015
1 38 41,0 0,220
2 22 20,5 0,110
3
8
2
2
4
7,5
0,0
6,0
1,5
0,928
4
5
total 1,273
Dia Número de acidentes Valor esperado
e
eo
2
Segunda 15 10 2,50
Terça 6 10 1,60
Quarta 4 10 3,60
Quinta 9 10 0,10
Sexta 16 10 3,60
total 50 50 11,40
Augusto Moura 2013
Exemplo 2: Um estudante elaborou um esquema para obter números aleatórios , gerando 1000 dígitos por
este processo , e agora ele deseja testar se os dígitos são igualmente prováveis . Testar os dados ao nível de
significância de 0,025.
.H se-Aceita
20,19
9110..
025,0
52,2
0
2
2
tabela
teste
X
lg
X
Exemplo 4: A manufatura de tubos de ferro exige uma emenda soldada contínua. Os defeitos ao longo da
emenda dos tubos de 2 polegadas têm sido bem aproximados , no passado, por uma distribuição de Poisson,
com média de 3 defeitos por metro. Utiliza-se agora uma nova máquina de soldar . Determine se o processo
se modificou.
úmero de defeitos Freqüência
observada
Freqüência
esperada
Freqüência
esperada
0 5
44,31000344,0
3,44 0,71
1 14
59,111001159,0
11,59 0,50
2 16
53,191001953,0
19,53 0,64
3 20
94,211002194,0
21,94 0,17
4 18
48,181001848,0
18,48 0,01
5 17
46,121001246,0
12,46 1,65
6 3
99,61000699,0
6,99 2,28
7 2
37,31000377,0
3,37 0,56
8
5
1
0
4
42,11000142,0
13,2
18,0
53,0
42,1
87,3
73,3
53,0
68,4
9
53,01000053,0
10
18,01000018,0
total 100 10,39
37,3
100
337
i
ii
f
fx
x
.H se-Aceita
07,14
71)19(..
05,0
39,10
0
2
2
tabela
teste
X
lg
X
e
eo
2
Dígito observado esperado
e
eo
2
0 90 100 1,00
1 94 100 0,36
2 95 100 0,25
3 103 100 0,09
4 106 100 0,36
5 99 100 0,01
6 104 100 0,16
7 102 100 0,04
8 104 100 0,16
9 103 100 0,09
total 1000 1000 2,52
xi fi xifi
0 5 0
1 14 14
2 16 32
3 20 60
4 18 72
5 17 85
6 3 18
7 2 14
8 4 32
9 0 0
10 1 10
Augusto Moura 2013
99 TESTE DE HIPÓTESE
Exemplo 5 : Determine se as notas de uma grande turma de psicologia introdutória podem ser aproximadas
por uma distribuição normal com média 50,5 e desvio padrão 10.
Classes Distribuição
Normal
Valor
observado
Valor
Esperado
esperado
esperado-observado
2
X < 25,5 Z < -2,5 14
24,12000062,0
131,30
26 X < 30,5 -2,5 Z < -2,0 18
32,32000166,0
64,91
31 X < 35,5 -2,0 Z < -1,5 22
84,82000442,0
19,80
36 X < 40,5 -1,5 Z < -1,0 20
38,182000919,0
0,14
41 X < 45,5 -1,0 Z < -0,5 40
95,292001498,0
3,36
46 X < 50,5 -0,5 Z < 0,0 30
30,382001915,0
1,79
51 X < 55,5 0,0 Z < 0,5 22
30,382001915,0
6,94
56 X < 60,5 0,5 Z < 1,0 20
95,292001498,0
3,31
61 X < 65,5 1,0 Z < 1,5 2
38,182000919,0
14,60
66 X < 70,5 1,5 Z < 2,0 6
84,82000442,0
0,89
71 X < 75,5 2,0 Z < 2,5 0
32,32000166,0
3,32
76 X < 80,5 2,5 Z < 3,0
6
2
4
24,12000062,0
9,63
10,56 X 81 Z 3,0
Total 200
55,2702 X
.H se-Rejeita
67,19
11112..
05,0
55,270
0
2
2
tabela
teste
X
lg
X
TESTE DE K AMOSTRA PARA PROPORCÕES
A finalidade de um teste de K amostras é avaliar a alegação de que K amostras independentes prove-
nham de populações que contenham a mesma proporção de determinado item.
iguais. todassão não aispopulacion proporções AsH
iguais. todassão aispopulacion proporções AsH
1
o
esperada frequência
esperada frequência - observada frequência
X
:X quadrado-qui testeaEstatístic
2
2
teste
2
Augusto Moura 2013
coluna de númeroC
linhas de númeroL
1C1-Lliberdade de grausg.l.
g.l.
α
: tabeladeValor
Exemplo 1: Um shopping comprou e plantou para sua ornamentação , 720 bulbos de tulipa de quatro
cores.
Resultados amostrais brancos vermelhos amarelos roxos
Floresceram 176
(180)
136
(144)
222
(216)
114
(108)
Não floresceram 24
(20)
24
(16)
18
(24)
6
(12)
Total plantado 200 160 240 120
Proporção populacional que tende a florescer:
90,0
120240160200
114222136176
p
Proporção populacional que não tende a florescer:
10,0
120240160200
6182424
p
33,10
12
126
24
2418
16
1624
20
2024
108
108114
216
216222
144
144136
180
180176
X
esperada frequência
esperada frequência - observada frequência
X
:X quadrado-qui testeaEstatístic2222
2222
2
teste
2
2
teste
2
0
2
tabela
2
teste
2
tabela
H seaceita
XX
11,345X
3141-2g.l.
0,01α
Augusto Moura 2013
101 TESTE DE HIPÓTESE
Exemplo 2:
Região
Sabor de sorvete Nordeste Sul Meio-oeste Totais
Baunilha 86
(100)
44
(40)
70
(60)
200
(0,4)
Chocolate 45
(62,5)
30
(25)
50
(37,5)
125
(0,25)
Morango 34
(25)
6
(10)
10
(15)
50
(0,1)
Outros 85
(62,5)
20
(25)
20
(37,5)
125
(0,25)
Totais 250 100 150 500
0,05 ciasignificân de Nível
região. da dependente ésabor pelo apreferênciA H
região. da teindependen ésabor pelo apreferênciA H
1
0
25,0
500
125
p : outros 25,0
500
125
p : chocolate
1,0
500
50
p : morango 4,0
500
200
p :baunilha
:esperada Proporção
42
31
Estatística teste:
88,37
5,37
5,3720
15
1510
5,37
5,3750
60
6070
25
2520
10
106
25
2530
40
4044
5,62
5,6285
25
2534
5,62
5,6245
100
10086
X
2222
2222
2222
2
2
2
X
e
eo
Valor de tabela:
0
2
H se-Rejeita
59,12
61314..
05,0
tabelaX
lg
Augusto Moura 2013
Exemplo 3:
construtores
Queixa A B C D Totais
Estrutura 12
(15)
10
(15)
33
(15)
5
(15)
60
(0,15)
Aquecimento
Encanamento
Rede elétrica
28
(20)
5
(20)
17
(20)
30
(20)
80
(0,20)
Vista 40
(40)
60
(40)
20
(40)
40
(40)
160
(0,40)
Outras 20
(25)
25
(20)
30
(25)
25
(25)
100
(0,25)
Totais 100 100 100 100 400
0,05 ciasignificân de Nível
s.comparávei são não esconstrutor OsH
s.comparávei são esconstrutor OsH
1
0
25,0
400
100
p : outras 40,0
400
160
p : vista
20,0
400
80
p : elet. enc. aque. 15,0
400
60
p :estrutura
:esperada Proporção
43
21
Estatística teste:
43,72
25
2525
25
2530
25
2525
25
2520
40
4040
40
4020
40
4060
40
4040
20
2030
20
2017
20
205
20
2028
15
155
15
1533
15
1510
15
1512
X
2222
2222
2222
2222
2
2
2
X
e
eo
Valor de tabela:
0
2
H se-Rejeita
92,16
91414..
05,0
tabelaX
lg
Augusto Moura 2013
103 TESTE DE HIPÓTESE
Exemplo 4:
Oficinas
Custo da mão de obra como
% da fatura total
A B C D E Totais
0 a 15 10
(9)
5
(4,5)
8
(9)
9
(7,5)
13
(15)
45
(0,15)
15,1 a 25 10
(12)
8
(6)
14
(12)
10
(10)
18
(20)
60
(0,20)
25,1 a 35 18
(21)
13
(10,5)
4
(21)
20
(17,5)
50
(35)
105
(0,35)
35,1 a 50 22
(18)
4
(9)
34
(18)
11
(15)
19
(30)
90
(0,30)
Número de carros 60 30 60 50 100 300
0,05 ciasignificân de Nível
s.comparávei são não oficinas AsH
s.comparávei são oficinas AsH
1
0
30,0
300
90
p 35,0
300
105
p
20,0
300
60
p 15,0
300
45
p
:esperada Proporção
43
21
Estatística teste:
94,46
30
3019
15
1511
18
1834
9
94
18
1822
35
3550
5,17
5,1720
21
214
5,10
5,1013
21
2118
20
2018
10
1010
12
1214
6
68
12
1210
15
1513
5,7
5,79
9
98
5,4
5,45
9
910
X
222222
2222222
2222222
2
2
2
X
e
eo
Valor de tabela:
0
2
H se-Rejeita
0,21
121514..
05,0
tabelaX
lg
Augusto Moura 2013
Augusto Moura 2013
105 AMOSTRAGEM
AMOSTRAGEM
População é o conjunto de todos os elemen-
tos ou resultados sob investigação. Este con-
ceito se contrapõe ao de amostra, que é uma
parte (subconjunto) da população
Amostragem ou estudo por amostragem, é
o estudo de um pequeno grupo de elementos
retirado de uma população que se pretende
conhecer.
Amostra aleatória é aquela amostra para a
formação da qual existiu um procedimento de
seleção dos elementos ou grupo de elemen-
tos de um modo tal que dá a cada elemento
da população uma probabilidade de inclusão
na amostra calculável e diferente de zero.
Amostra não-aleatória é aquela amostra para
a formação da qual existiu um procedimento
de seleção dos elementos da populaçãoque
permite a escolha dos indivíduos a incluir na
amostra segundo determinado critério mais
ou menos subjetivo.Nesta forma
de amostragem, não se conhece a probabili-
dade de determinado elemento ser selecio-
nado.
Há vários métodos de amostragem, tais
como:
aleatória simples, com ou sem reposição
(cada elemento da população tem
igual probabilidade de ser escolhido para
caracterizar a amostra);
amostragem sistemática (após ordenada
a população, seleciona-se a amostra pro-
babilística);
amostragem por estágios múltiplos (en-
volve o uso de um tipo de amostragem
aleatória em cada um dos seus estágios);
amostragem estratificada por cotas
amostra aleatória simples
Uma amostra aleatória simples é aquela onde
todas as unidades amostrais têm probabilida-
des iguais e positivas de serem seleciona-
das.
TAMANHO DA AMOSTRA:
A fórmula para cálculo do tamanho da amos-
tra para uma estimativa confiável da MÉDIA
POPULACIONAL ( ) é dada por:
Onde:
n = Número de indivíduos na amostra
2Z = Valor crítico que corresponde ao grau
de confiança desejado.
= Desvio-padrão populacional da variável
estudada (no exemplo, RENDA).
E = Margem de erro ou ERRO MÁXIMO DE
ESTIMATIVA. Identifica a diferença máxima
entre a MÉDIA AMOSTRAL ( X ) e a verdadei-
ra MÉDIA POPULACIONAL.
A equação exige que se substitua por algum
valor o desvio-padrão populacional , mas
se este for desconhecido, devemos utilizar a
aproximação
4
amplitude
»
A fórmula para cálculo do tamanho da amos-
tra para uma estimativa confiável da PRO-
PORÇÃO POPULACIONAL (p) é dada por:
Augusto Moura 2013
p = Proporção populacional de indivíduos que
pertence a categoria que estamos interessados
em estudar.
q = Proporção populacional de indivíduos que
NÃO pertence à categoria que estamos interessa-
dos em estudar (q = 1 – p).
E = Margem de erroou ERRO MÁXIMO DE
ESTIMATIVA. Identifica a diferença máxima entre
a PROPORÇÃO AMOSTRAL e a verdadeira
PROPORÇÃO POPULACIONAL (p).
01. Em um esquema de amostragem aleatória
simples deseja-se determinar o tamanho da
amostra que permite estimar a média de um
atributo X com erro absoluto não superior a 2
unidades com probabilidade 95%. Como in-
formação preliminar espera-se que X seja
aproximadamente uniformemente distribuído
com amplitude populacional de cerca de 100
unidades. Considerando como aproximada-
mente zero a taxa n/N e tomando como 2 o
quantil de ordem 97,5% da normal padrão, as-
sinale a opção que dá o valor de n.
a) 431 b) 133 c) 400 d) 830 e) 1.000
Solução:
Amplitude=100
Distribuição uniforme:
833
12
10000
12
100
12
22
2
ab
833833
2
2
e
z
n
2z %5,97
2
2
2
Solução D
02. Em um hospital deseja-se estimar os gas-
tos médios com contas hospitalares. Embora
não se tenha informação preliminar sobre a
variância dessas contas sabe-se que a distri-
buição é não uniforme, com a maioria dos va-
lores situados entre a média mais ou menos
dois desvios. A amplitude das contas é R$
10.000,00. A população objetivo contém um
número grande de contas. Assinale a opção
que dá o tamanho da amostra necessário para
estimar o valor médio das contas com erro não
superior a R$ 300,00 com probabilidade 95%.
Tome como sendo aproximadamente 2 o quan-
til de ordem 0,975 da distribuição normal pa-
drão.
a)300 b)400 c)278 d)500 e)250
Solução:
2500
4
10000
4
amplitude
27877,277
9
2500
3
50
300
25002
2
22
n
e
z
n
Gabarito: C
03. Um auditor deseja estimar a proporção p de
contas incorretamente contabilizadas no pro-
cesso contábil de uma instituição financeira.
Neste contexto decide tomar uma amostra ale-
atória de tamanho n das contas e estimar p
usando a proporção amostral de contas incor-
retamente contabilizadas. O auditor considera
a população de contas infinita e que a propor-
ção amostral tenha distribuição aproximada-
mente normal com expectância p e variância
p(1-p)/n. Supondo variância máxima e que (2)
(.) a função de distribuição
da normal padrão, assinale a opção que dá o
valor de n que o auditor deve tomar para esti-
mar p com erro não superior a 5% para mais ou
para menos com nível de confiança de 95%.
a) 100 b)200 c)400
d)500 e)130
Solução:
imo:e ser máx tem qu-p p
máximo ppSX
01
12
5,0
2
1
12
1
2
a
b
xv
25,05,05,0 12 ppSX
Augusto Moura 2013
107 AMOSTRAGEM
400
25
10000
0025,0
0000,1
0025,0
1
0025,0
25,04
05,0
5,05,021
2
2
2
2
n
n
e
ppz
n
Gabarito C
CONCURSO PÚBLICO PREFEITURA DE RECI-
FE – 2003 - AUDITOR DO TESOURO MUNICIPAL
O desvio-padrão da média para uma amostra de
tamanho 100 é 30. A fim de tornar o desvio-padrão
da média igual a 15, o que deveríamos fazer?
a) Aumentar o tamanho da amostra para 200.
b) Aumentar o tamanho da amostra para 150.
c) Diminuir a amostra para 50.
d) Aumentar o tamanho da amostra para 400.
Solução:
40020
20
15
1030
1510030
2
2
2
2
2211
n
n
n
nn
Gabarito: D
Augusto Moura 2013
ESPECTÂNCIA - VARIÁVEIS ALEA-
TÓRIAS BIDIMENSIONAIS
―X e Y são independentes se, e somente se,
P(x,y) = P(x).P(y) para todo x e y‖
Se x e y são independentes, a esperança ma-
temática do produto das variáveis aleatórias (V.A)
é igual ao produto das esperanças de cada uma,
ou seja:
Yi)XiYiP(Xi, E(xy)
YiP(Yi) E(y)
XiP(Xi) E(x) onde
E(x).E(y) E(xy)
Se duas V.A. são independentes, elas são di-
tas necessariamente não-correlacionadas .
Se duas V.A. são não correlacionadas, não
quer dizer necessariamente que elas são inde-
pendentes.
Exemplo: Sejam x = (1,3) e y = (-3,2,4) duas
variáveis aleatórias e sua distribuição conjunta:
Queremos saber se x e y são correlacionadas
ou não.
Solução:
E(xy) = (1) . (0,1) . (- 3) + (1) . (0,2) . (2) + (1) .
(0,2) . (4) + (3) . (0,3) . (- 3) + (3) . (0,1) . (2) + (3) .
(0,1) .(4) = 0
Como E(xy) = 0 e E(x) . E(y) = 2.0,6 = 1,2, as
V.A. x e y são correlacionadas
x P(x) x.P(x)
1 0,5 0,5
3 0,5 1,5
=2,0=E(x)
y P(y) y.P(y)
-3 0,4 -1,2
2 0,3 0,6
4 0,3 1,2
=0,6=E(y)
COVARIÂNCIA DE X E Y
Cov. (x,y) = E(xy) – E(x).E(y)
No exemplo anterior:
Cov. (x,y) = 0 – (2.0,6) = 0 – 1,2 = -1,2
Se Cov. (x,y) = 0 caracteriza a existência de
variáveis aleatórias (V.A) não correlacionadas.
Obs.
1) Se as V.A x e y são independentes então Cov.
(x,y) = 0, porém, se Cov. (x,y) = 0, não se pode
afirmar que as V.A x e y são independentes. Trata-
se de uma condição necessária de independência.
2) Condição necessária e suficiente para que Cov.
(x,y) = 0 é que E(x,y) = E(x).E(y).
3) Cov. (x,y) > 0, quando valores grandes de x
tendem se associar com valores grandes de y.
4) Cov. (x,y) < 0, quando valores grandes de uma
V.A se associam aos valores pequenos de outra.
5) Cov. (x,y) = 0, quando os valores grandes de
uma V.A se associam a valores grandes e peque-
nos de outra.
6) Quando as variáveis são independentes, a co-
variância entre elas é nula:
Var (x+y) = Var (x) + Var(y).
7) A variância da soma de duas V.A (a e b) quais-
quer é dada por:
y)cov.(x, 2 V(y) V(x) y)V(x
).E(y)][E(xy).E(x 2 V(y) V(x) y)V(x
y),2ab.cov.(x Var(y) b Var(x) a by) Var(ax 22
COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO LINEAR
NA POPULAÇÃO (C)
Onde:
Sx = Desvio padrão de x
Sy = Desvio padrão de y
Se as variáveis x e y forem independentes, o
coeficiente de correlação C(x,y) é nulo, pois
E(x,y) = E(x).E(y) logo C(x,y) = 0
PROPRIEDADES DO COEFICIENTE DE
CORRELAÇÃO POPULACIONAL (C)
y
x
-3 2 4 p(x)
1 0,1 0,2 0,2 0,5
3 0,3 0,1 0,1 0,5
p(y) 0,4 0,3 0,3 1,0
Sy.Sx
)y(E).x(E)y,x(E
)y,x(C
Augusto Moura 2013
109 ESPECTÂNCIA - VARIÁVEIS ALEATÓRIAS BIDIMENSIONAIS
1ª) Assume valores no intervalo –1 a +1, inclusive,
ou seja, -1≤ C(x,y) ≤+1
2ª) A condição necessária e suficiente para a exis-
tência de uma relação linear perfeita entre x e y, é
C(x,y) = ± 1
CARACTERÍSTICAS DO C(x,y)
1 – Constitui uma medida do grau de linearidade
entre x e y.
2 – Quando C(x,y) se aproxima de ± 1, temos um
alto grau de relação linear.
3 – Quando C(x,y) se aproxima de zero, temos
uma indicação de ausência de relação linear.
4 – Quando C assume valores negativos, y tende
a crescer com x.
5 – Quando C assume valores negativos, y tende
a variar no sentido oposto de x.
6 – Quando C assume valores próximos de zero,
temos apenas uma indicação da ausência de rela-
ção linear entre x e y, o que não elimina a existên-
cia de relação não linear entre estas variáveis.
Ex.: o diagrama de dispersão pode apresentar a
forma de uma parábola.
COEFICIENTE DE CORRELAÇÃO LINEAR
AMOSTRAL (r)
amostra nay de padrão desvio Sy
amostra na x de padrão desvio Sx
xemy de (angular) regressão de ecoeficient b
:Onde
Sy/Sx .r b
Sx/Sy . b r y)(x,
Forma abreviada:
X - Y y
X - X x
:reduzida Variável
:Onde
Modelo estatístico
y = a + bX, onde:
y = variável dependente (valor médio esperado de
y para um dado X).
X = variável independente de y.
a = coeficiente linear.
b = coeficiente (angular) de regressão que indica a
variação de y para cada unidade de X, em média.
PROPRIEDADES DO COEFICIENTE DE
CORRELAÇÃO LINEAR AMOSTRAL (r)
1 – Assume valores no intervalo -1 ≤ r ≤ +1.
2 – É adimensional, isto é, não depende das uni-
dades de medidas das variáveis X e Y.
3 – Não depende da origem em relação à qual os
valores que os compõem são calculados, ou seja:
a) somando-se ou subtraindo-se um valor
constante e arbitrário a cada valor da variável X e
Y, ou de ambas, o coeficiente não se altera.
b) multiplicando-se ou dividindo-se por um va-
lor constante cada valor da variável X ou Y, ou de
ambas, o coeficiente não se altera.
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
23- Considere duas variáveis aleatórias X e Y.
Sejam 45 e 65 as médias de X e de Y, respectiva-
mente. Sejam 4 e 16 as variâncias de X e Y res-
pectivamente e 3 a covariância entre essas variá-
veis. Assinale a opção que dá a variância da dife-
rença X-Y.
a)26 b)20 c)23 d)14
e)Não é possível calcular a variância de X-Y com
a informação dada.
Solução:
1432164)var(
),cov(2varvar)var(
yx
yxyxyx
Gabarito D
n
Y
Y
n
X
X
n
YX
XY
yxr
SySx
yxCov
yxr
2
2
2
2
,
),.(
),(
yx
xy
yxr
22
),(
Augusto Moura 2013
Exemplo 1:
CORRELAÇÃO
i
i
x
y 2 4 6 p(xi)
1 0,20 0,02 0,03 0,25
3 0,01 0,20 0,04 0,25
5 0,03 0,02 0,45 0,50
p(yi) 0,24 0,24 0,52 1,00
E(x)= 3,50
E(y)= 4,56
E(x,y)= 18,04
cov(x,y)= 2,08
xi fi xifi xi
2
fi
1 0,25 0,25 0,25
3 0,25 0,75 2,25
5 0,50 2,50 12,50
1,00 3,50 15,00
var(x)= 2,75 D.P.(x)= 1,66
yi fi yifi yi
2
fi
2 0,24 0,48 0,96
4 0,24 0,96 3,84
6 0,52 3,12 18,72
1,00 4,56 23,52
var(y)= 2,7264 D.P.(y)= 1,65
a= 3
b= 2
var(ax+by)= 60,6156
r(x,y)= 0,75963
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ix
:
50,350,0525,0325,01
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
xE
pxpxpxxE
pxpxpxxpxxE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
iy
:
56,452,0624,0424,02
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
yE
pypypyyE
pypypyypyyE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ii yx
:
04,18;
45,06502,04503,025
04,06320,04301,023
03,06102,04120,021;
;
;
333222111
1
ii
ii
ii
n
i
iiiiii
yxE
yxE
pyxpyxpyxyxE
yxpyxyxE
Cálculo da covariância de
ii yx
:
08,256,45,304,18;
;;
yxC
yExEyxEyxC
Cálculo da variância da variável aleatória
ix
:
66,175,2
75,2
1
25,1215
00,1
50,3
00,15
00,1
1
1
2
2
2
2
22
xx
x
x
ii
iix
ss
s
s
n
fx
fx
n
s
Cálculo da variância da variável aleatória
iy
:
Augusto Moura 2013
111 ESPECTÂNCIA - VARIÁVEIS ALEATÓRIAS BIDIMENSIONAIS
65,173,2
73,2
00,1
79,2052,23
00,1
56,4
52,23
00,1
1
1
2
2
2
22
y
y
y
ii
iiy
s
s
s
n
fy
fy
n
s
Cálculo da variância de
byax
:
61,1008,232273,2375,22)var(
),cov(2varvar)var(
53,6008,232273,2375,22)var(
),cov(2varvar)var(
3b e 2a Supondo
22
22
22
22
byax
yxbaybxabyax
byax
yxbaybxabyax
Cálculo do coeficiente de correlação linear:
76,075963,0;
56,452,2350,300,15
56,450,304,18
;
,
;
52,23 00,15
04,18,
56,4 50,3
22
2222
22
yxr
yxr
yEyExExE
yExEyxE
yxr
yExE
yxE
yExE
Exemplo 2:
CORRELAÇÃO
i
i
x
y
2 4 6 p(xi)
1 0,01 0,02 0,32 0,35
3 0,02 0,20 0,01 0,23
5 0,37 0,03 0,02 0,42
p(yi) 0,40 0,25 0,35 1,00
E(x)= 3,14
E(y)= 3,90
E(x,y)= 9,62
cov(x,y)= -2,626
xi fi xifi xi
2
fi
1 0,35 0,35 0,35
3 0,23 0,69 2,07
5 0,42 2,10 10,50
1,00 3,14 12,92
var(x)= 3,0604 D.P.(x)= 1,75
yi fi yifi yi
2
fi
2 0,40 0,80 1,60
4 0,25 1,00 4,00
6 0,35 2,10 12,60
1,00 3,90 18,20
var(y)= 2,99 D.P.(y)= 1,73
a= 3
b= 2
var(ax+by)= 7,9916
r(x,y)= -0,8681
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ix
:
Augusto Moura 2013
14,342,0523,0335,01
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
xE
pxpxpxxE
pxpxpxxpxxE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
iy
:
90,335,0625,0440,02
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
yE
pypypyyE
pypypyypyyE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ii yx
:
62,9;
02,06503,04537,025
01,06320,04302,023
32,06102,04101,021;
;
;
333222111
1
ii
ii
ii
n
i
iiiiii
yxE
yxE
pyxpyxpyxyxE
yxpyxyxE
Cálculo da covariância de
ii yx
:
626,290,314,362,9;
;;
yxC
yExEyxEyxC
Cálculo da variância da variável aleatória
ix
:
75,106,3
06,3
1
86,992,12
00,1
14,3
92,12
00,1
1
1
2
2
2
2
22
xx
x
x
ii
iix
ss
s
s
n
fx
fx
n
s
Cálculo da variância da variável aleatória
iy
:
73,199,2
99,2
00,1
21,1520,18
00,1
90,3
20,18
00,1
1
1
2
2
2
2
22
yy
y
y
ii
iiy
ss
s
s
n
fy
fy
n
s
Cálculo da variância de
byax
:
22,9263,2322
90,3314,32)var(
),cov(2
varvar)var(
10,2863,2322
90,3314,32)var(
),cov(2
varvar)var(
3b e 2a Supondo
22
22
22
22
byax
yxba
ybxabyax
byax
yxba
ybxabyax
Cálculo do coeficiente de correlação linear:
87,08681,0;
90,320,1814,392,12
90,314,362,9
;
,
;
20,18
92,12
62,9,
90,3
14,3
22
2222
2
2
yxr
yxr
yEyExExE
yExEyxE
yxr
yE
xE
yxE
yE
xE
Augusto Moura 2013
113 ESPECTÂNCIA - VARIÁVEIS ALEATÓRIAS BIDIMENSIONAIS
Exemplo 3:
CORRELAÇÃO
i
i
x
y
2 4 6 p(xi)
1 0,20 0,00 0,00 0,20
3 0,00 0,40 0,00 0,40
5 0,00 0,00 0,40 0,40
p(yi) 0,20 0,40 0,40 1,00
E(x)= 3,40
E(y)= 4,40
E(x,y)= 17,20
cov(x,y)= 2,24
xi fi xifi xi
2
fi
1 0,20 0,20 0,20
3 0,40 1,20 3,60
5 0,40 2,00 10,00
1,00 3,40 13,80
var(x)= 2,24 D.P.(x)= 1,50
yi fi yifi yi
2
fi
2 0,20 0,40 0,80
4 0,40 1,60 6,40
6 0,40 2,40 14,40
1,00 4,40 21,60
var(y)= 2,24 D.P.(y)= 1,50
a= 3
b= 2
var(ax+by)= 56
r(x,y)= 1
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ix
:
40,340,0540,0320,01
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
xE
pxpxpxxE
pxpxpxxpxxE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
iy
:
40,440,0640,0420,02
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
yE
pypypyyE
pypypyypyyE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ii yx
:
20,1740,065
40,04320,021;
;
;
333222111
1
ii
ii
n
i
iiiiii
yxE
pyxpyxpyxyxE
yxpyxyxE
Cálculo da covariância de
ii yx
:
40,440,320,17;
;;
yxC
yExEyxEyxC
Cálculo da variância da variável aleatória
ix
:
Augusto Moura 2013
50,124,2
24,2
1
56,1180,13
1
4,3
8,13
1
1
1
2
2
2
22
xx
x
ii
iix
ss
s
n
fx
fx
n
s
Cálculo da variância da variável aleatória
iy
:
50,124,2
100
36,1960,21
100
40,4
60,21
100
1
1
2
2
2
22
xy
y
ii
iiy
ss
s
n
fy
fy
n
s
Cálculo da variância de
byax
:
24,224,2322
24,2324,22)var(
),cov(2
varvar)var(
5624,2322
24,2324,22)var(
),cov(2
varvar)var(
3b e 2a Supondo
22
22
22
22
byax
yxba
ybxabyax
byax
yxba
ybxabyax
Cálculo do coeficiente de correlação linear:
00,1;
40,460,2140,380,13
40,440,320,17
;
,
;
60,21
80,13
20,17,
40,4
40,3
22
2222
2
2
yxr
yxr
yEyExExE
yExEyxE
yxr
yE
xE
yxE
yE
xE
Exemplo 4:
CORRELAÇÃO
i
i
x
y
2 4 6 p(xi)
1 0,00 0,00 0,40 0,40
3 0,00 0,40 0,00 0,40
5 0,20 0,00 0,00 0,20
p(yi) 0,20 0,40 0,40 1,00
E(x)= 2,60
E(y)= 4,40
E(x,y)= 9,20
cov(x,y)= -2,24
xi fi xifi xi
2
fi
1 0,40 0,40 0,40
3 0,40 1,20 3,60
5 0,20 1,00 5,00
1,00 2,60 9,00
var(x)= 2,24 D.P.(x)= 1,50
yi fi yifi yi
2
fi
2 0,20 0,40 0,80
4 0,40 1,60 6,40
6 0,40 2,40 14,40
1,00 4,40 21,60
var(y)= 2,24 D.P.(y)= 1,50
a= 3
b= 2
var(ax+by)= 2,24
r(x,y)= -1
Augusto Moura 2013
115 ESPECTÂNCIA - VARIÁVEIS ALEATÓRIAS BIDIMENSIONAIS
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ix
:
60,220,0540,0340,01
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
xE
pxpxpxxE
pxpxpxxpxxE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
iy
:
40,440,0640,0420,02
332211
332211
1
i
i
n
i
iii
yE
pypypyyE
pypypyypyyE
Cálculo da esperança matemática da variável
aleatória
ii yx
:
60,940,061
40,04320,025;
;
;
333222111
1
ii
ii
n
i
iiiiii
yxE
pyxpyxpyxyxE
yxpyxyxE
Cálculo da covariância de
ii yx
:
24,240,460,220,9;
;;
yxC
yExEyxEyxC
Cálculo da variância da variável aleatória
ix
:
50,124,2
24,2
1
76,600,9
1
60,2
00,9
1
1
1
2
2
2
22
xx
x
ii
iix
ss
s
n
fx
fx
n
s
Cálculo da variância da variável aleatória
iy
:
50,124,2
100
36,1960,21
100
40,4
60,21
100
1
1
2
2
2
22
xy
y
ii
iiy
ss
s
n
fy
fy
n
s
Cálculo da variância de
byax
:
24,224,2322
24,2324,22)var(
),cov(2
varvar)var(
3b e 2a Supondo
22
22
byax
yxba
ybxabyax
5624,2322
24,2324,22)var(
),cov(2
varvar)var(
22
22
byax
yxba
ybxabyax
Cálculo do coeficiente de correlação linear:
00,1;
40,460,2160,200,9
40,460,220,9
;
,
;
60,21
00,9
20,9,
40,4
60,2
22
2222
2
2
yxr
yxr
yEyExExE
yExEyxE
yxr
yE
xE
yxE
yE
xE
Augusto Moura 2013
BANCO CENTRAL DO BRASIL - 2002
Considere a distribuição conjunta abaixo de duas variá-
veis aleatórias discretas X e Y. Assinale a opção que dá
o valor da covariância entre X e Y.
X/Y Y1 Y2
X1 0,25 0,25
X2 0,25 0,25
a)–6,40 b)–0,87 c)–0,05
d)0,00 e)0,25
Solução:
Y1 Y2 TOTAL
X1 0,25 0,25 0,5
X2 0,25 0,25 0,5
total 0,5 0,5 1
05,05,0
25,0,
,,
25,0,
5,0
5,0
2121
22122111
22122111
21
21
YYXX
YXYXYXYXYXCov
YEXEYXEYXCov
YXYXYXYXYXE
YYYE
XXXE
Gabarito: D
Em um esquema em que se toma uma amostra aleató-
ria simples de tamanho 160 de uma população com
1600 indivíduos encontram-se os valores
20X
e
162 s
para a variância amostral (formula não-
viezada). Assinale a opção que corresponde a uma
estimativa não-viezada da variância da média amostral.
a)0,08 b)0,07 c)0,10 d)0,15 e)0,09
Solução:
09,09,01,01,011,012 pp
Gabarito: E
Augusto Moura 2013
11
7
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
Dados n pares de valores (X,Y), se admitirmos que
Y é uma função linear de X, podemos estabelecer uma
regressão linear simples, cujo modelo estatístico, é
y = a + bX + ui, onde:
a = coeficiente linear da reta.
b = coeficiente (angular) de regressão.
ui = influência de outra variáveis e/ou erros aleatórios
das medidas de y.
AJUSTAMENTO DE CURVAS(MÉTODOS DOS
MÍNIMOS QUADRADOS)
É o mais usado e consiste em adotar como estima-
tiva dos parâmetros do modelo, os valores que minimi-
zam a soma dos quadrados dos desvios.
n
Xb - Y
a
Xb Xa XY
Xb an Y
bX a Y
2
Resolvendo o sistema acima, temos:
X de observados valoresdos média X
Y de observados valoresdos média Y
:onde ,Xb -Y a
MODELO SIMPLIFICADO
Se quisermos simplificar os cálculos, podemos utili-
zar a variável reduzida
, que nos fornece:
bx Y Y
n
X
-
X
xY
x
xY
b
2
22
Obs. No modelo de regressão linear simples, deve-
mos ter no mínimo três pares de observações, pois se
obtivermos apenas dois, a estimação da reta passa a
ser um problema de geometria analítica, não sendo
possível fazer nenhuma análise estatística.
Outra forma de se calcular o Coeficiente de Regres-
são (b) é através da fórmula:
b = r.Sy/Sx
Onde:
r = coeficiente de correlação linear
Sy = desvio padrão de y
Sx = desvio padrão de x
DECOMPOSIÇÃO DA SOMA DOS QUADRADOS
222
Y-YY-YY-Y
VE VA VT Logo,
(VE) modelo pelo explicada Variação )Y - Y(
modelo pelo explicada não
(VR) residualou (VA) aleatória Variação )Y- (Y
(VT) totalVariação )Y - (Y
:Onde
2
2
2
COEFICIENTE DE DETERMINAÇÃO (R)
1R0
n
X
Xx
n
)y).(x(
XYxy
:onde
x
xy
b R
2
2
22
2
2
Quanto mais próximo de 1 estiver R
2
, melhor o mo-
delo. No modelo de regressão linear simples, R
2
= r
2
, ou
seja, o coeficiente de determinação é igual ao coeficien-
te de correlação linear ao quadrado.
ERRO PADRÃO DE ESTIMATIVA
É a variação residual (VR) ou aleatória (VA) ou não
explicada pelo modelo, assim:
VR = VT – VE
22 XXn
YXXYn
b
2
//
2
2
22
2
2
2
2
n
nyxxybnyy
S
n
VEVT
S
n
yy
S
Augusto Moura 2013
Exemplo 1:
xi yi xi
2
yi
2
xiyi
10 20 100 400 200
12 30 144 900 360
14 20 196 400 280
16 60 256 3600 960
18 50 324 2500 900
20 70 400 4900 1400
90 250 1420 12700 4100
n= 6 y=a+bx
16,67
b= 5,00 26,67
a= -33,33 36,67
46,67
56,67
r(x,y)= 0,88 66,67
Correlação 0,875
Determinação de
bxay
00,5
9014206
2509041006
222
xxn
yxxyn
b
33,3315567,41
67,41
6
250
y 15
6
90
xbya
n
y
n
x
x
xy 533,33 :regressão de Equação
Cálculo do coeficiente de correlação linear:
Augusto Moura 2013
119 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
875,0
67,4137,21161567,236
67,411533,683,
;
37,2116
6
12700
67,236
6
1420
33,683
6
4100
,
67,41
6
160
15
6
90
222222
2
2
2
yEyExExE
yExEyxE
yxr
n
y
yE
n
x
xE
n
yx
yxE
n
y
yE
n
x
xE
i
iii
ii
Exemplo 2
xi yi xi
2
yi
2
xiyi
10 50 100 2500 500
12 45 144 2025 540
14 35 196 1225 490
16 15 256 225 240
18 10 324 100 180
20 5 400 25 100
90 160 1420 6100 2050
n= 6 y=a+bx
51,67
b= -5,00 41,67
a= 101,67 31,67
21,67
11,67
r(x,y)= -0,98 1,67
correlação -0,977
Determinação de bxay
5
9014206
1609020506
222
xxn
yxxyn
b
67,10115567,26
67,26
6
160
y 15
6
90
xbya
n
y
n
x
x
xy 567,101 :regressão de Equação
Cálculo do coeficiente de correlação linear:
Augusto Moura 2013
977,0
67,2667,10161567,236
67,261567,341,
;
67,1016
6
6100
67,236
6
1420
67,341
6
2050
,
67,26
6
160
15
6
90
222222
2
2
2
yEyExExE
yExEyxE
yxr
n
y
yE
n
x
xE
n
yx
yxE
n
y
yE
n
x
xE
i
iii
ii
Exemplo 3:
xi yi xi
2
yi
2
xiyi
10 25 100 625 250
12 29 144 841 348
14 33 196 1089 462
16 37 256 1369 592
18 41 324 1681 738
20 45 400 2025 900
90 210 1420 7630 3290
n= 6 y=a+bx
25,00
b= 2,00 29,00
a= 5,00 33,00
37,00
41,00
r(x,y)= 1,00 45,00
Determinação de bxay
00,2
9014206
2109032906
222
xxn
yxxyn
b
00,515235
35
6
210
y 15
6
90
xbya
n
y
n
x
x
xy 25 :regressão de Equação
Augusto Moura 2013
121 REGRESSÃO LINEAR SIMPLES
Cálculo do coeficiente de correlação linear: relação linear perfeita.
00,1
3567,12711567,236
351533,548,
;
67,1271
6
7530
67,236
6
1420
33,548
6
3290
,
35
6
210
15
6
90
222222
2
2
2
yEyExExE
yExEyxE
yxr
n
y
yE
n
x
xE
n
yx
yxE
n
y
yE
n
x
xE
i
iii
ii
Exemplo 4:
xi yi xi
2
yi
2
xiyi
10 -25 100 625 -250
12 -31 144 961 -372
14 -37 196 1369 -518
16 -43 256 1849 -688
18 -49 324 2401 -882
20 -55 400 3025 -1100
90 -240 1420 10230 -3810
n= 6 y=a+bx
-25,00
b= -3,00 -31,00
a= 5,00 -37,00
-43,00
-49,00
r(x,y)= -1,00 -55,00
correlação -1
Determinação de bxay
00,3
9014206
2409038106
222
xxn
yxxyn
b
00,515340
40
6
240
y 15
6
90
xbya
n
y
n
x
x
Augusto Moura 2013
xy 35 :regressão de Equação
Cálculo do coeficiente de correlação linear: relação linear perfeita.
00,1
4017051567,236
4015635,
;
1705
6
10230
67,236
6
1420
635
6
3810
,
40
6
240
15
6
90
222222
2
2
2
yEyExExE
yExEyxE
yxr
n
y
yE
n
x
xE
n
yx
yxE
n
y
yE
n
x
xE
i
iii
ii
Augusto Moura 2013
123 NÚMEROS ÍNDICES (RELATIVOS)
NÚMEROS ÍNDICES (RELATIVOS)
ÍNDICE RELATIVO DE PREÇO (PB,A)
B
A
AB,
B
A
P
P
P
Base Preço P
Atual Preço P
ÍNDICE RELATIVO DE QUANTIDADE (QB,A )
B
A
AB,
B
A
Q
Q
Q
Base QuantidadeQ
AtualQuantidadeQ
ÍNDICE RELATIVO DE VALOR( VB,A )
B
A
AB,
B
A
V
V
V
BaseValor V
AtualValor V
Exemplo:
ANO
PREÇO
MÉDIO
DE VENDA
QUANTIDADE
VENDIDA
RECEITA
(x1000)
1990 3000 60 180,0
1991 3300 63 207,9
1992 3900 60 234,0
1993 4500 66 297,0
1994 4500 72 324,0
1995 4800 75 360,0
1996 4950 66 326,7
Calcular o índice de preços , quantidade e valor
tendo como base 1990.
115,1
0,180
9,207
05,1
60
63
10,1
3000
3300
1990
1991
1991,1990
1990
1991
1991,1990
1990
1991
1991,1990
V
V
V
Q
Q
Q
P
P
P
ANO
ÍNDICE
DE
PREÇOS
ÍNDICE
DE
QUANTIDADES
ÍNDICE
DE
VALORES
1990 1,00 1,00 1,00
1991 1,10 1,05 1,16
1992 1,30 1,00 1,30
1993 1,50 1,10 1,65
1994 1,50 1,20 1,80
1995 1,60 1,25 2,00
1996 1,65 1,10 1,82
Calcular o índice de preços , quantidade e va-
lor tendo como base 1993.
606,0
65,1
00,1
901,0
10,1
00,1
667,0
50,1
00,1
1990,1993
1990,1990
1990,1993
1990,1993
1990,1990
1990,1993
1990,1993
1990,1990
1990,1993
V
V
V
Q
Q
Q
P
P
P
ANO
ÍNDICE
DE
PREÇOS
ÍNDICE
DE
QUANTIDADES
ÍNDICE
DE
VALORES
1990 0,667 0,909 0,606
1991 0,733 0,955 0,700
1992 0,867 0,909 0,788
1993 1,000 1,000 1,000
1994 1,000 1,091 1,091
1995 1,067 1,136 1,212
1996 1,100 1,000 1,100
ÍNDICE ARITMÉTICO MÉDIO DE PREÇOS
SIMPLES (PB,A)
n
P
P
AB,
AB,
ÍNDICE ARITMÉTICO MÉDIO DE QUANTI-
DADE SIMPLES (QB,A)
n
Q
Q
AB,
AB,
ÍNDICE RELATIVO DE PREÇOS COM MÉDIA
HARMÔNICA SIMPLES (PB,A
H)
BA,
H
AB,
P
n
P
Augusto Moura 2013
ÍNDICE RELATIVO DE QUANTIDADES COM
MÉDIA HARMÔNICA SIMPLES (PB,A
H)
BA,
H
AB,
Q
n
Q
ÍNDICE RELATIVO DE PREÇOS COM MÉDIA
GEOMÉTRICA SIMPLES (PB,A
G)
n
n
1i
i
G
AB, PP
ÍNDICE RELATIVO DE QUANTIDADES COM
MÉDIA GEOMÉTRICA SIMPLES (PB,A
G)
n
n
1i
i
G
AB, QQ
Exemplo:
1990 2000
PRODU-
TO
PREÇO QUANT
.
PRE-
ÇO
QUANT
.
A 0,80/kg 3kg 1,20/kg 2,5kg
B 0,10 cada 5 0,08
cada
4
C 1,00/dúzi
a
2 dú-
zias
1,50/
dúzia
3 dú-
zias
D 0,10 3 0,20 4
450,1
4
10,0
20,0
00,1
50,1
10,0
08,0
80,0
20,1
4
P
P
1990,2000
1990,2000
111,1
4
3
4
2
3
5
4
3
5,2
4
Q
Q
1990,2000
1990,2000
377,1
10,0
20,0
00,1
50,1
10,0
08,0
80,0
20,1
PP 4
4
1i
1990,2000
G
1990,2000
075,1
3
4
2
3
5
4
3
5,2
QQ
4
4
4
1i
1990,2000
G
1990,2000
297,1
20,0
10,0
50,1
00,1
08,0
10,0
20,1
80,0
4
P
4
P
2000,1990
H
1990,2000
035,1
4
3
3
2
4
5
5,2
3
4
Q
4
Q
2000,1990
H
1990,2000
ÍNDICE ARITMÉTICO MÉDIO DE PREÇOS
PONDERADO (PB,A)
i
iAB,
AB,
f
fP
P
ÍNDICE ARITMÉTICO MÉDIO DE QUANTI-
DADE PONDERADO (QB,A)
i
iAB,
AB,
f
fQ
Q
ÍNDICE RELATIVO DE PREÇOS COM MÉDIA
HARMÔNICA PONDERADA (PB,A
H)
iBA,
iH
AB,
fP
f
P
ÍNDICE RELATIVO DE QUANTIDADES COM
MÉDIA HARMÔNICA PONDERADA (PB,A
H)
Augusto Moura 2013
125 NÚMEROS ÍNDICES (RELATIVOS)
361,1
10,0
20,0
00,1
50,1
10,0
08,0
80,0
20,1
PP
10
1423
10
10
1i
1990,2000
G
1990,2000
if
iBA,
iH
AB,
fQ
f
Q
ÍNDICE RELATIVO DE PREÇOS COM MÉDIA
GEOMÉTRICA PONDERADA (PB,A
G)
n
n
1i
iAB,
G
AB, fPP
ÍNDICE RELATIVO DE QUANTIDADES COM
MÉDIA GEOMÉTRICA PONDERADA (PB,A
G)
n
n
1i
iAB,
G
AB, fQQ
Exemplo:
1990
PRODUTO PESOS PREÇO QUANT.
A 3 0,80/kg 3kg
B 2 0,10 cada 5
C 4 1,00/dúzia 2 dúzias
D 1 0,10 3
2000
PRODUTO PREÇO QUANT.
A 1,20/kg 2,5kg
B 0,08
cada
4
C 1,50/
dúzia
3 dú-
zias
D 0,20 4
41,1
1423
1
10,0
20,0
4
00,1
50,1
2
10,0
08,0
3
80,0
20,1
P
P
i
1990,2000
1990,2000
f
f i
14,1
1423
1
3
4
4
2
3
2
5
4
3
3
5,2
Q
Q
1990,2000
1990,2000
i
i
f
f
096,1
3
4
2
3
5
4
3
5,2
QQ
10
1423
10
10
1i
1990,2000
G
1990,2000
304,1
1
20,0
10,0
4
50,1
00,1
2
08,0
10,0
3
20,1
80,0
1423
P
P
2000,1990
H
1990,2000
i
i
f
f
051,1
1
4
3
4
3
2
2
4
5
3
5,2
3
1423
Q
Q
2000,1990
H
1990,2000
if
ÍNDICE DE PREÇOS AGREGATIVOS DE
LASPEYRES (DA ÉPOCA BASE)
BB
BA
AB,
QP
QP
L
Augusto Moura 2013
ÍNDICE DE QUANTIDADE DE LASPEYRES
(DA ÉPOCA BASE)
BB
BA
AB,
PQ
PQ
L
ÍNDICE DE PREÇOS DE PAASCHE (DA
ÉPOCA ATUAL)
AB
AA
AB,
QP
QP
P
ÍNDICE DE QUANTIDADE DE PAASCHE (DA
ÉPOCA ATUAL)
AB
AA
AB,
PQ
PQ
P
ÍNDICE IDEAL DE FISCHER:
ABABAB PLF ,,,
ÍNDICE DE VALOR =Laspeyres (de preço) x
Paasche (de quantidade)
PROPRIEDADES DOS RELATIVOS
1 – Da identidade – o número índice deve ser
igual à unidade quando a época coincidir com a
época base. Pa,a= 1
2 – Reversibilidade no tempo – ao se permuta-
rem dois períodos a e b, os resultados serão o
inverso um do outro
Pb,a . Pa,b = 1 e Pb,a = 1/Pa,b
3 – Circular ou Cíclica – Pa,b . Pb,c . Pc,d =
Pa,dou Pa,b . Pb,c . Pc,a= Pa,a = 1
4 – Decomposição das causas (Inversão ou
Reversão dos fatores)
Pa,b . Qa,b = Va,b
P = preços
Q = quantidade
V = valor
Obs.: Os índices de Laspeyres e de Paasche
não satisfazem ao teste de reversibilidade no tem-
po e da cadeia (cíclica ou circular).
Nenhum número índice satisfaz a todos os tes-
tes.
O índice ideal de Fischer, Laspeyres e de
Paasche não satisfazem ao teste circular.
Os números índices simples satisfazem ao tes-
te circular.
O índice ideal de Fisher satisfaz ao teste de re-
versibilidade no tempo e da reversão dos fatores.
Os índices de Laspeyres e de Paasche não sa-
tisfazem ao teste da reversão dos fatores e da
reversibilidade no tempo.
No índice de Laspeyres, os pesos são fixos e re-
ferem-se à época base.
Exemplo:
A tabela abaixo dá os valores dos preços Ptie
quantidades Qtide quatro itens de consumo A, B, C
e D nos tempos t1 < t2. Os preços estão em reais e
as quantidades em unidades apropriadas.
Item Pt1 Pt2 Qt1 Qt2
A 10 15 5 4
B 9 11,5 5 4
C 4 5 3 2
D 5 6,5 3 2
Assinale a opção que dá o valor mais próximo do
índice de preços de Paasche no tempo t2 com
base em t1.
a)136 b)137 c)138 d)139 e)136,5
Solução:
Índice de preços de Paasche:
Augusto Moura 2013
127 NÚMEROSÍNDICES (RELATIVOS)
371,1
94
129
524294104
5,62525,114154
AB
AA
preços
QP
QP
P
Índice de quantidades de Paasche:
772,0
167
129
5,63535,115155
5,62525,114154
AB
AA
squantidade
PQ
PQ
P
Índice de preços de Laspeyres:
368,1
122
167
534395105
5,63535,115155
BB
BA
preços
QP
QP
L
Índice de quantidades de Laspeyres:
7236,0
152
110
1534395105
524294104
AB
AA
squantidade
PQ
PQ
F
Índice de ideal de Fischer:
3695,1368,1371,1
preçospreçospreços FPF
3695,1368,1371,1
squantidadesquantidadesquantidade FPF
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF- 2002
A inflação de uma economia, em um período de
tempo t, medida por um índice geral de preços, foi
de 30%. Assinale a opção que dá a desvaloriza-
ção da moeda dessa economia no mesmo perío-
do.
a) 30,00% b) 23,08% c) 40,10%
d) 35,30% e) 25,00%
B Resposta
%08,23%100
%130
%30
:
Solução
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA DA RE-
CEITA FEDERAL - AFRF-2002.2
No tempo t0+2 o preço médio de um bem é 30%
maior do que em t0+1, 20% menor do que em t0 e
40% maior do que em t0+3. Assinale a opção que
dá o relativo de preços do bem em t0+3 com base
em t0+1.
a) 162,5% b) 130,0% c) 120,0%
d) 092,9% e) 156,0%
D Re
%9,92
4,1
130
3
34,1130
3%4032
1302
1001 tSendo
:
0
0
000
0
0
sposta
t
t
ttt
t
Solução
CONCURSO PÚBLICO - SECRETARIA
DA RECEITA FEDERAL - AFRF-2003
Dadas as três séries de índices de preços abaixo,
assinale a opção correta.
Ano S1 S2 S3
1999 50 75 100
2000 75 100 150
2001 100 125 200
Augusto Moura 2013
2002 150 175 300
a) As três séries mostram a mesma evolução de
preços.
b) A série S2 mostra evolução de preços distinta
das séries S1 e S3.
c) A série S3 mostra evolução de preços distinta
das séries S1 e S2.
d) A série S1 mostra evolução de preços distinta
das séries S2 e S3.
e) As três séries não podem ser comparadas pois
têm períodos-base distintos.
Solução::
Ano S1 S2 S3
1999 50 75 100
2000 75 100 150
2001 100 125 200
2002 150 175 300
Cálculo dos números índices para ano base 1999:
ano S1 S2 S3
1999 1,0 1,0 1,0
2000 1,5 1,3 1,5
2001 2,0 1,7 2,0
2002 3,0 2,3 3,0
A série S2 mostra evolução distinta das séries S1
e S3.
Resposta B.
Analista - Geral - Banco Central - 2001
A tabela abaixo dá os valores dos preços Ptie
quantidades Qtide quatro itens de consumo A, B, C
e D nos tempos t1 < t2. Os preços estão em reais e
as quantidades em unidades apropriadas.
Item Pt1 Pt2 Qt1 Qt2
A 10 15 5 4
B 9 11,5 5 4
C 4 5 3 2
D 5 6,5 3 2
Assinale a opção que dá o valor mais próximo do
índice de preços de Paasche no tempo t2 com
base em t1.
a)136 b)137 c)138 d)139 e)136,5
Solução:
371,1
94
129
524294104
5,62525,114154
preços
preços
AB
AA
preços
P
P
QP
QP
P
Auditor-Fiscal da Receita Federal - AFRF-2000
Uma empresa produz e comercializa um deter-
minado bem X. A empresa quer aumentar em 60%
seu faturamento com X. Pretende atingir este ob-
jetivo aumentando o preço do produto e a quanti-
dade produzida em 20%. Supondo que o mercado
absorva o aumento de oferta e eventuais acrésci-
mos de preço, qual seria o aumento de preço ne-
cessário para que a firma obtenha o aumento de
faturamento desejado?
a) 40,0 % b) 20,5 % c) 25,3 %
d) 33,3 % e) 35,6 %
Solução:
...33,13
12
160
10
10
10
160100
2
2
2
2
1
1
21
Q
F
P
Q
Q
P
FF
Augusto Moura 2013
129 NÚMEROS ÍNDICES (RELATIVOS)
a) 9,00 %
b) 6,08 %
c) 7,00 %
d) 7,16 %
e) 6,11 %
Solução:
16,10706,105
100
3
06,105%3
06,105103
100
3
103%3
103100
100
3
100%3
100
223
112
001
0
ttt
ttt
ttt
t
Como a série é cíclica:
20 t
em relação a
10 t
equivale a
30 t
em
relação a
0t
logo o aumento é de 7,16%
Gabarito: D
Augusto Moura 2013
SERIES TEMPORAIS
Uma série temporal é um conjunto cronológico (ordenado no tempo) de observações.
Uma série temporal pode ser decomposta pelo modelo clássico em quatro componentes:
1º) Tendência : descreve um movimento suave , em longo prazo , dos dados , para cima ou
para baixo.
2º) Variações cíclicas : quando as variações apresentam um certo grau de regularidade num
período superior a um ano.
3º) Variações sazonais : são variações cíclicas em prazo curto, inferior a um ano.
4º) Variações irregulares : coisas do acaso.
Modelo multiplicativo:
ISCTY
Modelo aditivo:
ISCTY
Modelo misto:
ISCTY
ISCTY
Isolamento da tendência com uso da análise de regressão linear:
Exemplo:
ano 1983 1984 1985 1986 1987 1988 1989 1990 1991 1992
toneladas 10 11 9 11 12 15 13 17 16 13
ano 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002
toneladas 14 10 18 16 20 22 14 21 17 21
Reta de regressão linear:
Augusto Moura 2013
131 SERIES TEMPORAIS
ANO (X) TONELADAS (Y) XY X
2
Y
2
1 10 10 1 100
2 11 22 4 121
3 9 27 9 81
4 11 44 16 121
5 12 60 25 144
6 15 90 36 225
7 13 91 49 169
8 17 136 64 289
9 16 144 81 256
10 13 130 100 169
11 14 154 121 196
12 10 120 144 100
13 18 234 169 324
14 16 224 196 256
15 20 300 225 400
16 22 352 256 484
17 14 238 289 196
18 21 378 324 441
19 17 323 361 289
20 21 420 400 441
TOTAL 210 300 3497 2870 4802
4802Y 2870X 3497XY 300Y 210 22X
52,052,9
Y
:linear regressão de Reta
)linear ecoeficient ( 52,9
20
21052,0300xb-Y
a
)angular ecoeficient ( 52,0
210287020
300210349720
222
XY
bXa
n
XXn
YXXYn
b
Augusto Moura 2013
ANO (X) TONELADAS (Y)
TENDÊNCIA
Y=9,52+0,52X
MODELO
ADITIVO
Y-T
MODELO
MULTIPLICATIVO
Y / T
1 10 10,04 -0,04 1,00
2 11 10,56 0,44 1,04
3 9 11,08 -2,08 0,81
4 11 11,60 -0,60 0,95
5 12 12,12 -0,12 0,99
6 15 12,64 2,36 1,19
7 13 13,16 -0,16 0,99
8 17 13,68 3,32 1,24
9 16 14,20 1,80 1,13
10 13 14,72 -1,72 0,88
11 14 15,24 -1,24 0,92
12 10 15,76 -5,76 0,63
13 18 16,28 1,72 1,11
14 16 16,80 -0,80 0,95
15 20 17,32 2,68 1,15
16 22 17,84 4,16 1,23
17 14 18,36 -4,36 0,76
18 21 18,88 2,12 1,11
19 17 19,40 -2,40 0,88
20 21 19,92 1,08 1,05
VARIAÇÕES
CÍCLICAS E IRREGULARES
Augusto Moura 2013
133 SERIES TEMPORAIS
0
5
10
15
20
25
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
Representação gráfica da tendência
TONELADAS (Y) TENDÊNCIA
Y=9,52+0,52X
Augusto Moura 2013
-8,00
-6,00
-4,00
-2,00
0,00
2,00
4,00
6,00
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
VARIAÇÕES
CÍCLICAS E IRREGULARES
Augusto Moura 2013135 SERIES TEMPORAIS
0,00
0,20
0,40
0,60
0,80
1,00
1,20
1,40
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
VARIAÇÕES
CÍCLICAS E IRREGULARES
Augusto Moura 2013
Isolamento da tendência por médias móveis:
ANO (X) TONELADAS (Y)
MÉDIAS
MÓVEIS
MODELO
ADITIVO
Y-T
MODELO
MULTIPLICATIVO
Y / T
1 10
2 11
3 9 10,60 -1,6 0,849
4 11 11,60 -0,6 0,948
5 12 12,00 0,0 1,000
6 15 13,60 1,4 1,103
7 13 14,60 -1,6 0,890
8 17 14,80 2,2 1,149
9 16 14,60 1,4 1,096
10 13 14,00 -1,0 0,929
11 14 14,20 -0,2 0,986
12 10 14,20 -4,2 0,704
13 18 15,60 2,4 1,154
14 16 17,20 -1,2 0,930
15 20 18,00 2,0 1,111
16 22 18,60 3,4 1,183
17 14 18,80 -4,8 0,745
18 21 19,00 2,0 1,105
19 17
20 21
VARIAÇÕES
CÍCLICAS E IRREGULARES
Augusto Moura 2013
137 SERIES TEMPORAIS
0
5
10
15
20
25
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20
TENDÊNCIA - MÉDIAS MÓVEIS
TONELADAS (Y) MÉDIAS MÓVEIS
Augusto Moura 2013
-6,0
-5,0
-4,0
-3,0
-2,0
-1,0
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
MODELO
ADITIVO
Y-T
Augusto Moura 2013
139 SERIES TEMPORAIS
0,000
0,200
0,400
0,600
0,800
1,000
1,200
1,400
3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18
MODELO
MULTIPLICATIVO
Y / T
Augusto Moura 2013
TRIMESTRE Y M.M. (4 períodos) B=média de duas M.M. Y / B
I 20
II 18
21,00
III 22 21,50 1,02
22,00
IV 24 22,50 1,07
23,00
I 24 23,50 1,02
24,00
II 22 24,63 0,89
25,25
III 26 25,75 1,01
26,25
IV 29 26,63 1,09
27,00
I 28 27,63 1,01
28,25
II 25 28,88 0,87
29,50
III 31 30,00 1,03
30,50
IV 34 31,00 1,10
31,50
I 32 32,00 1,00
32,50
II 29 33,00 0,88
33,50
III 35 34,00 1,03
34,50
IV 38 34,88 1,09
35,25
I 36 35,88 1,00
36,50
II 32 37,13 0,86
37,75
III 40 38,25 1,05
38,75
IV 43 39,25 1,10
39,75
I 40 40,25 0,99
40,75
II 36 41,38 0,87
42,00
III 44
IV 48
MÉTODO DA RAZÃO PARA MÉDIA MÓVEL
VARIAÇÕES SAZONAIS
Augusto Moura 2013
141 SERIES TEMPORAIS
I trimestre II trimestre III trimestre IV trimestre
1,02 1,07
1,02 0,89 0,94 1,09
1,01 0,87 1,03 1,10
1,00 0,88 1,03 1,09
1,02 0,86 1,05 1,10
0,99 0,87
Obs: Os valores em amarelo são desprezados no cálculo da média.
TOTAL 3,03 2,62 3,08 3,28
MÉDIA 1,01 0,87 1,03 1,09
1,09 :e trimestrIV
1,03 :e trimestrIII
0,87 :e trimestrII
1,01 :e trimestrI
Sazonal Relativo
Augusto Moura 2013
0
0,2
0,4
0,6
0,8
1
1,2
III IV I III III IV I III III IV I III III IV I III III IV I II
RELATIVO SAZONAL
Augusto Moura 2013
143 SERIES TEMPORAIS
Analista - Informática -
Banco Central - 001
Uma série temporal fracamente estacionária
xtcom média evolui obedecendo o proces-
so auto-regressivo de primeira ordem (xt-
)=0,9(xt-1-)+t com t inteiro. As compo-
nentes t são realizações do ruído branco
com variância 2>0.
Assinale a opção que dá o coeficiente de
correlação entre as realizações xt+2 e xt.
a)0,81 b)0,90 c)0,50 d)0,45 e)0,98
Solução:
81,09,09,0
Augusto Moura 2013
Provas BACEN 2006 – FCC
Solução:
xi fi yi yifi
22,5 31 -3 -93
37,5 24 -2 -48
52,5 16 -1 -16
67,5 9 0 0
82,5 5 1 5
97,5 7 2 14
112,5 8 3 24
100 -114
média(yi) -1,14
média(xi) 50,4
A média encontra-se na classe de freqüência
16 logo 16% das empresas.
Gabarito B
Solução:
Li Ls fi Fi
1000 2000 2 2
2000 3000 8 10
3000 4000 16 26
4000 5000 10 36
5000 6000 4 40
𝑴𝒅 𝑳 𝒄(
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆𝒅
)
𝑴𝒅 𝟑 (
)
𝑴𝒅 𝟑 𝟑
Gabarito B
Solução:
𝑀 𝑐 (
Δ
Δ Δ
)
Augusto Moura 2013
145 Provas BACEN 2006 – FCC
𝑀 (
( ) ( )
)
𝑀 (
)
𝑀
Gabarito E
Solução:
𝑫 𝑳 𝒄(
𝑭 𝒆
𝒇𝒅𝒆𝒄 𝒄
)
𝑫 (
)
𝑫
𝑸𝟑 𝑳 𝒄(
𝟑
𝑭 𝒆
𝒇 𝒆 𝒄
)
𝑸𝟑 (
𝟑
)
𝑸𝟑
𝑸𝟑 𝑫
Gabarito C
Gabarito D
Solução:
𝐶𝑉
𝐷𝑃( )
𝑚é𝑑𝑖𝑎
𝜎𝑥
𝜇
𝑠𝑥
̅
𝑑
𝑚
𝑑
𝑚
⇒
𝑚 𝑚
𝑚 𝑚
𝑚
̅
+
+
Gabarito C
Augusto Moura 2013
Solução:
5
5
50
05,011
05,01111
05,095,0
0
5
11
011
xP
xP
xP
xPxP
Gabarito E
25,1
2
5,20
x
z
Consultando tabela 0,11=11%
Gabarito A
Consultando tabela:
16% são superiores ou iguais a R$10.000,00
logo z=+1.
60% são inferiores ou iguais a R$7.000,00 logo
z=.+0,25
𝜇
𝜎
⇒ 𝜇 𝜎 ( )
𝜇
𝜎
⇒ 𝜇 𝜎
{
𝜇 𝜎
𝜇 𝜎
𝜇
𝜇
Gabarito D
Augusto Moura 2013
147 Provas BACEN 2006 – FCC
Solução:
𝑃( ≤ ≤ )
𝑃( ≤ ≤ )
𝑃( ≤ ≤ | ≤ ≤ )
Gabarito B
𝑃( ) ∫ (𝑎
)𝑑
⇒ *
𝑎
+
𝑎
⇒ 𝑎
𝑎 ⇒ 𝑎
Gabarito A
𝑝(𝐴 | ã 𝑢𝑐𝑟 )
Gabarito D
Augusto Moura 2013
Solução:
ix
𝑝( ) 𝑝( )
𝑝( )
0,10 0,30 0,0300 0,0030
0,08 0,50 0,0400 0,0032
0,05 0,20 0,0100 0,0005
∑ 𝑝 ∑
𝑝
%808,0
3
1
i
ii xpxxE
𝑣𝑎𝑟( ) 𝐸( ) ,𝐸( )-
𝑣𝑎𝑟( ) ( )
𝑣𝑎𝑟( )
Gabarito C
Solução:
∑ .
𝑣𝑎𝑟( )
∑ 𝑣𝑎𝑟( )
(∑ )
∑
( )
∑
( )
. .
∑ .
𝑣𝑎𝑟( )
∑ 𝑣𝑎𝑟( )
(∑ )
∑
( . )
∑
( . )
. .
𝑣𝑎𝑟( ) [
]
*∑( )
∑( )
+
𝑣𝑎𝑟( )
*
( )
+
𝑣𝑎𝑟( ) .
Gabarito E
Augusto Moura 2013
149 Provas BACEN 2006 – FCC
𝑎)𝑣𝑎𝑟( ) 𝐸( ) ,𝐸( )-
c)
d) Se as V.A x e y são independentes então Cov.
(x,y) = 0, porém, se Cov. (x,y) = 0, não se pode afir-
mar que as V.A x e y são independentes.
e) em qualquer
caso.
Gabarito B
Solução:
225 15
40
600
40
200
3
640560
200
3
200
3
3 60
100
200
660540
100
200
100
200
nn
n
n
x
n
x
zz
zxzx
Gabarito A
5,1
40
60
9
120
740800
n
s
x
T
x
Gabarito D
Augusto Moura 2013
5,1
2000
3000100120010
160100190010
2
22
b
xxn
yxxyn
b
1105,116
16
10
160
y 10
10
100
xbya
n
y
n
x
x
xy 5,10,1 :regressão de Equação
12
5,1
119
195,10,1
xx
Gabarito E
22
2222
160306010100120010
160100190010
).(
b
yynxxn
yxxyn
yxr
%90
10
9
10
3
10
3
50002000
3000
2
2
R
Variação residual:
*∑𝒚
(∑𝒚)
+ 𝒃 *∑ 𝒚
(∑ ∑𝒚)
+
*𝟑
+ *
( )
+
, - ,𝟑 -
Gabarito C
Augusto Moura 2013
151 Provas BACEN 2006 – FCC
Solução:
𝑃( ≤ ≤ )
𝑝 𝑝
𝑝 𝑝 𝑝 𝑝
𝑃( ≤ ≤ )
𝑝
𝑝
𝑃( ≤ ≤ )
𝑝 𝑝 𝑝
𝑝 𝑝 𝑝 𝑝
𝑃( ≤ ≤ )
𝑝
𝑝
𝑃( ≤ ≤ | ≤ ≤ )
Gabarito A
𝑃( ) ∫ .
/𝑑
⇒ *
+
⇒
⇒
Gabarito E
𝑝(𝑇 |𝑡𝑎 𝑎 ã 𝑝 𝑠𝑖𝑡𝑖𝑣𝑎)
𝑝(𝑇 |𝑡𝑎 𝑎 ã 𝑝 𝑠𝑖𝑡𝑖𝑣𝑎)
Gabarito E
Augusto Moura 2013
Solução:
ix
𝑝( ) 𝑝( )
𝑝( )
8000 0,25 2000 16000000
5000 0,60 3000 15000000
2000 0,15 300 600000
∑ 𝑝 ∑
𝑝
5300
3
1
i
ii xpxxE
𝑣𝑎𝑟( ) 𝐸( ) ,𝐸( )-
𝑣𝑎𝑟( ) ( )
𝑣𝑎𝑟( ) . .
Gabarito B
Solução:
∑ .
𝑣𝑎𝑟( ) .
∑ 𝑣𝑎𝑟( )
(∑ )
∑
( )
∑
( )
. .
∑ .
𝑣𝑎𝑟( ) .
∑ 𝑣𝑎𝑟( )
(∑ )
∑
( . )
∑
( . )
. .
𝑣𝑎𝑟( ) [
]
*∑( )
∑( )
+
𝑣𝑎𝑟( )
* . .
( . )
+
𝑣𝑎𝑟( ) .
Gabarito C
Augusto Moura 2013
153 Provas BACEN 2006 – FCC
a) 𝐸( ) 𝐸( )
b) 𝐸( 𝑌) 𝐸( ) 𝐸(𝑌) ⟹
𝐶 𝑣( )
Se as V.A x e y são independentes então Cov. (x,y)
= 0, porém, se Cov. (x,y) = 0, não se pode afirmar
que as V.A x e y são independentes.
𝑐)𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟( )
d) 𝐶 𝑣( ) 𝐸( 𝑌) 𝐸( ) 𝐸(𝑌)
𝐸( ) 𝐸(𝑌) 𝐶 𝑣( ) 𝐸( 𝑌)
𝑒)𝐶 𝑣( ) 𝐸( 𝑌) 𝐸( ) 𝐸(𝑌)
Gabarito D
Solução:
̅
96,6604,63
196,165196,165
400
20
96,165
400
20
96,165
96,1
2
3,92
z
3,9265,00-68,92
100
20
92,68
100
200
65
100
200
100
200
z
z
zxzx
Gabarito A
Augusto Moura 2013
2
25
50
100
250
550600
n
x
z
x
Gabarito C
25,1
400
500
6040010
6010065010
2
22
b
xxn
yxxyn
b
5,2625,110
10
10
100
y 6
10
60
xbya
n
y
n
x
x
xy 25,15,2 :regressão de Equação
5,1028025,15,225,15,2 xy
Gabarito B
22
2222
1001080106040010
6010065010
).(
b
yynxxn
yxxyn
yxr
%7878,0
64
500
32
25
24
5
24
5
240
500
800400
500
2
2
R
Variação residual:
*∑𝒚
(∑𝒚)
+ 𝒃 *∑ 𝒚
(∑ ∑𝒚)
+
*
+ *
( )
+
, - , -
Gabarito D
Augusto Moura 2013
155 Provas BACEN 2006 – FCC
BACEN – CESGRANRIO – 2009
Gabarito A
𝐻𝑎 : 𝑎 𝑚𝑒 𝑠 𝑢𝑚𝑎 𝑚é𝑑𝑖𝑎 é 𝑑𝑖𝑓𝑒𝑟𝑒 𝑡𝑒.
02,3
27
30178
2
6752
..
1
..
(III)Fobservado
RN
DQ
R
EQ
Gabarito A
a) 𝐸( 𝑌) 𝐸( ) 𝐸(𝑌) 𝐶 𝑣( )
b) 𝐸( ) 𝐸(𝑌) 𝐸( 𝑌) 𝐶 𝑣( )
c)𝐸( 𝑌) 𝐸( ) 𝐸(𝑌)
𝑑)𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟( )
𝑒)𝐶 𝑣( ) 𝐸( 𝑌) 𝐸( ) 𝐸(𝑌)
Gabarito B
𝑃( ) ∫ .
/𝑑
⇒ *
+
⇒
⇒
Questão anulada
Augusto Moura 2013
A Distribuição de Bernoulli é a distribuição discreta de espaço
amostral {0, 1}, com probabilidades P(0) = 1 - p e P(1) = p.
Média: 𝐸( ) 𝑝
Variância: 𝑉𝑎𝑟( ) 𝑝( 𝑝)
Na distribuição Binomial
Média: X é 𝐸( ) 𝑝
Variância: 𝑉𝑎𝑟( ) 𝑝( 𝑝)
Gabarito B
𝑃(𝐵|𝑓𝑢𝑠𝑐𝑎)
Gabarito A
(
𝑧 ℴ
𝐸
)
(
)
Gabarito E
Augusto Moura 2013
157 Provas BACEN 2006 – FCC
Função monotônica: não inverte a ordem de ne-
nhum par
Função contínua: pequenas variações nos objetos
do domínio correspondem a pequenas variações
nos seus contra-domínios.
Gabarito C
Solução:
̅
94,22,70-5,64
3
92,68
100
200
7,2
33
n
z
z
n
zx
n
zx
994,2406,2
294,07,2294,07,2
100
3
3
94,2
7,2
100
3
3
94,2
7,2
3
94,2
n
n
n
n
nz
Gabarito B
Augusto Moura 2013
Notas:
Os testes de hipóteses são sempre constituídos por duas hipóteses, a hipótese nula H0 e a hipótese alternati-
va H1.
Hipótese nula (Ho) : é a hipótese que traduz a ausência do efeito que se quer verificar(0 QUE É AFIR-
MADO).
Hipótese alternativas (H1) : é a hipótese que o investigador quer verificar.
Nível de significância: a probabilidade de rejeitar a hipotese nula quando ela é efetivamente verdadeira
(ERRO)
Gabarito A
𝐻𝑎 : 𝑎 𝑚𝑒 𝑠 𝑢𝑚𝑎 𝑚é𝑑𝑖𝑎 é 𝑑𝑖𝑓𝑒𝑟𝑒 𝑡𝑒.
02,3
27
30178
2
6752
..
1
..
(III)Fobservado
RN
DQ
R
EQ
Gabarito A
Augusto Moura 2013
159 Provas BACEN 2006 – FCC
𝐼 𝑣𝑎𝑟(𝑎 𝑏 ) 𝑎 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑏 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑎𝑏𝑐 𝑣( )
𝑎𝑏𝑐 𝑣( ) 𝑎 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑏 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟(𝑎 𝑏 )
𝑎𝑏𝑐 𝑣( ) 𝑣𝑎𝑟(𝑎 𝑏 ) ,𝑎 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑏 𝑣𝑎𝑟( )-
𝑐 𝑣( )
𝑎𝑏
*𝑣𝑎𝑟(𝑎 𝑏 ) ,𝑎 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑏 𝑣𝑎𝑟( )-+
Padrões estocásticos são aqueles que têm origem em processos não determinísticos, com origem em eventos
aleatórios. Por exemplo, o lançar de dados resulta num processo estocástico, pois qualquer uma das 6 faces do
dado tem iguais probabilidades de ficar para cima quando de seu arremesso. Porém, é importante salientar uma
diferença entre aleatoriedade e estocasticidade. Normalmente, os eventos estocásticos são aleatórios. Todavia,
podem eventualmente não o ser. É perfeitamente plausível, embora improvável, que uma série de 10 arremessos
de dados gere a seqüência não aleatória de 6,5,4,3,2,1,2,3,4,5 ou 1,1,1,1,1,1,1,1,1,1.Apesar de coerente - ou
compressível (podendo ser expressa de um modo mais comprimido que a seqüência inteira) - a seqüência não-
aleatória é estocástica, pois surgiu através de um evento aleatório: o lançar de dados.
II - Se o coeficiente de correlação é igual a -1 temos uma relação linear perfeita e conseqüentemente
um processo determinístico sendo não estocástico.
III - Se as V.A. x e y são independentes então Cov. (x,y) = 0, porém, se Cov. (x,y) = 0, não se pode afirmar que as
V.A x e y são independentes.
Gabarito C
Augusto Moura 2013
ESTATÍSTICA CESPE
Dados acerca de 400 indústrias de pequeno porte foram coletados em um levantamento amostral. Essas indús-
trias foram selecionadas por amostragem aleatória simples de um rol de 5 mil indústrias. Entre os dados coleta-
dos, estavam o número de empregados (E) e o faturamento bruto anual (F), em milhares de reais. A pesquisa
mostrou, entre outros, os seguintes resultados.
I Na ocasião da pesquisa, foram observados, em média, 50 empregados por indústria e o faturamento bruto anu-
al médio foi de R$ 800 mil/indústria.
II Os desvios-padrão amostrais de E e F foram iguais, respectivamente, a 20 empregados e R$ 100 mil.
III A correlação linear entre E e F foi positiva. Com relação à situação hipotética descrita acima e com base nas
informações apresentadas, julgue os itens a seguir.
01 - A associação entre E e F pode ser corretamente representada por um modelo de regressão linear simples
na forma F = a + bE, em que a = 50 e b = 15.
02 - A estimativa do erro-padrão da média aritmética dos números de empregados observados na amostra é
inferior a 1.
03 - Para se estimar o número de empregados e o faturamento bruto anual com 95% de confiança, a margem
de erro correspondente deve ser de 5%.
04 - Caso uma nova amostra aleatória simples de tamanho 400 seja extraída desse mesmo rol de indústrias, a
probabilidade de ela contemplar exatamente as mesmas indústrias da amostragem anterior é igual a
.
05 - Caso F siga uma distribuição exponencial, então o coeficiente de variação de F será igual a 1. Uma pesqui-
sa de preços de determinado produto foi realizada para o planejamento do leilão de bens penhorados pela justi-
ça. A tabela ao lado mostra a distribuição de 200 preços desse produto. Com base nessas informações e na ta-
bela, julgue os itens a que se seguem.
06 - Dos preços observados, 95% são menores ou iguais a R$ 18 mil.
07 - A média dos preços observados pela pesquisa está entre R$ 13 mil e R$ 14 mil.
Augusto Moura 2013
161 Provas BACEN 2006 – FCC
08 - A classe modal está entre R$ 14 mil e R$ 16 mil.
09 - O preço mediano é igual a R$ 15 mil.
10 - O primeiro e o terceiro quartis da distribuição dos preços são, respectivamente, iguais a R$ 14 mil e R$ 18
mil. Uma auditoria foi realizada nas filiais I e II da empresa A&B, com o propósito de examinar a lisura dos pro-
cessos de compras efetuadas em determinado trimestre. Para a realização de um estudo-piloto e considerando
que a população de notas fiscais existentes nessas filiais era muito grande, em cada filial foi tomada uma amos-
tra aleatória simples de 900 notas fiscais. Para cada nota fiscal examinada, registrou-se, entre outras coisas, o
logaritmo natural do valor da compra constante na nota fiscal: X. Uma avaliação estatística mostrou que as distri-
buições de X para as filiais I e II são aproximadamente normais, com médias 𝜇 e 𝜇 e desvios padrão 𝜎 e 𝜎 ,
respectivamente, em que 𝜎 ≠ 𝜎 , .
Os resultados por filial são mostrados na tabela abaixo.
Com base nas informações acima e considerando-se que Φ(2) = 0,9772 e Φ(0,675) = 0,7500, em que Φ(z) re-
presenta a função de distribuição acumulada da distribuição normal padrão,
Julgue os itens de 11 a 17.
11 - Para ambas as filiais, a margem de erro para a estimativa do valor médio de X é igual a 2,28%, consideran-
do-se que o nível de confiança seja igual a 97,72%.
12 - A margem de erro para a estimativa do valor médio de X para a filial I diminuirá se o nível de confiança dese-
jado para a estimativa intervalar aumentar de 95% para 99,9%.
13 - O p-valor correspondente ao teste de hipóteses 𝐻 : 𝜇 𝜇 versus 𝐻 : 𝜇 ≠ 𝜇 é inferior a 4,8% e a hipótese
nula não é rejeitada quando o nível de significância for igual ou superior a 5%.
14 - Se uma nota fiscal da filial I for selecionada aleatoriamente, estima-se que a probabilidade de essa nota
apresentar um valor X igual a 12,5 é inferior a 0,995.
15 - Por regressão linear simples obtém-se um modelo na forma ̂ em que ̂ representa o valor
médio da distribuição de X em função de z = 0 (para a filial I) ou z = 1 (para a filial II), o que permite concluir que
a correlação linear entre X e z é igual a -0,2.
16 - Estima-se que a mediana e o primeiro quartil da distribuição de X na filial I são, respectivamente, iguais a 8,5
e a 7,15.
Augusto Moura 2013
17 - O erro padrão da estimativa da média de X para a filial I é inferior a 0,07.
Uma instituição possui 15 empregados: 2 da referência A, 4 da B e 9 da referência C. O salário mensal de cada
empregado da referência C é igual a R$ 2.000,00; o de cada empregado da referência B, R$ 3.500,00; e o salá-
rio mensal de cada empregado da referência A é igual a R$ 5.000,00.
A partir dessas informações, julgue os itens a seguir.
18 Ao se selecionarem, aleatoriamente e sem reposição, dois empregados dessa instituição, a probabilidade de
a soma dos salários desses dois empregados não ultrapassar R$ 5.000,00 é superior a 0,35.
19 O salário mediano dos 15 empregados dessa instituição é igual a R$ 2.800,00.
20 Se 6 empregados dessa instituição são do sexo masculino, então o salário médio dos homens que nela traba-
lham está entre R$ 2.000,00 e R$ 4.000,00.
Um modelo de regressão linear simples descreve a relação entre o preço unitário (representado por X), em reais,
de determinado produto e a quantidade de unidades vendidas (representada por Y). A reta de regressão ajustada
pelo método de mínimos quadrados ordinários é Y X.
Com base nessas informações, julgue os itens subseqüentes.
21 Considere que, no modelo apresentado, o preço unitário do produto, representado pela variável Z, seja cotado
em dólares e que um dólar valha R$ 2,00. Nesse caso, segundo o mesmo método de mínimos quadrados, a reta
de regressão estimada seráY Z.
22 De acordo com o modelo, se o preço de venda corresponder a R$ 50,00 a unidade, pode-se prever a venda
de 20 unidades desse produto.
23 O coeficiente de determinação do referido modelo é negativo, o que indica a existência de relação inversa
entre o preço e a quantidade de unidades vendidas.
Suponha que 70% das pessoas que integrem um plenário sejam do sexo feminino e 30%, do sexo masculino, e
que 20% das mulheres e 10% dos homens sejam favoráveis a determinada proposta, sendo todos os demais
integrantes contrários a ela. A partir dessas informações, julgue os próximos itens.
24 A probabilidade de se selecionar aleatoriamente um indivíduo no plenário e ele ser do sexo feminino ou ser
favorável à proposta é superior a 0,80.
25 A probabilidade de se selecionar aleatoriamente um indivíduo no plenário e ele ser um homem não favorável à
proposta é igual a 0,27.
Em pesquisa realizada para se estimar o salário médio dos empregados de uma empresa, selecionou-se, aleato-
riamente, uma amostra de nove empregados entre todos os empregados da empresa. Os dados de tempo de
serviço, em anos, e salário, em quantidade de salários mínimos, dos indivíduos dessa amostra estão dispostos
na tabela abaixo.
Augusto Moura 2013
163 Provas BACEN 2006 – FCC
A partir dos dados da tabela,julgue os itens seguintes.
26 A estimativa não viciada da variância dos salários dos indivíduos da amostra com mais de 5 anos de serviço é
igual a 2/3.
27 Excluindo-se da amostra um empregado qualquer, nem o menor salário nem a moda amostral sofreriam alte-
rações com relação aos valores observados na amostra completa.
GABARITO:
01 - E 02 - C 03 - E 04 - E 05 - C 06 - C 07 - C 08 - E 09 - E
10 - E 11 - E 12 - E 13 - C 14 - E 15 - E 16 - C 17 - C 18 - E
19 - E 20 - C 21 - C 22 - C 23 - E 24 - E 25 - C 26 - E 27 - C
Augusto Moura 2013
PROBABILIDADE
A mediana é uma medida de tendência central, um número que caracteriza as observações de uma determina-
da variável de tal forma que este número (a mediana) de um grupo de dados ordenados separa a metade inferior
da amostra, população ou distribuição de probabilidade, da metade superior. Mais concretamente, 1/2 da popula-
ção terá valores inferiores ou iguais à mediana e 1/2 da população terá valores superiores ou iguais à mediana.
𝑃( ≥ ) 𝑃( )
𝑃( ≥ )
GABARITO C
𝑃( ) .
/ ( ) ( )
GABARITO C
𝑃𝑅𝑂𝐹𝐸𝑆𝑆𝑂𝑅:
𝐴 (𝑆𝑈𝑃𝐸𝑅𝐼𝑂𝑅 𝐴 𝑆𝐸𝑇𝐸)
𝐴 (𝐼𝑁𝐹𝐸𝑅𝐼𝑂𝑅 𝐴 𝑆𝐸𝑇𝐸)
𝐵 (𝑆𝑈𝑃𝐸𝑅𝐼𝑂𝑅 𝐴 𝑆𝐸𝑇𝐸)
𝐵 (𝐼𝑁𝐹𝐸𝑅𝐼𝑂𝑅 𝐴 𝑆𝐸𝑇𝐸)
𝑃( < |𝑃𝑅𝑂𝐹𝐸𝑆𝑆𝑂𝑅 𝐴)
Augusto Moura 2013
165 Provas BACEN 2006 – FCC
GABARITO D
MEDIDA DE TENDÊNCIA CENTRAL E MEDIDAS DE DISPERSÃO.
I-ERRADO
O coeficiente de variação é uma medida de dispersão que se presta para a comparação de distribuições dife-
rentes. Odesvio-padrão, uma medida de dispersão, é relativo à média e como duas distribuições podem ter mé-
dias/valores médios diferentes, o desvio dessas duas distribuições não é comparável. A solução é usar o coefici-
ente de variação, que é igual ao desvio-padrão dividido pela média:
II-ERRADO
Variância de uma variável aleatória é uma medida da sua dispersão estatística, indicando quão longe em geral
os seus valores se encontram do valor esperado.A variância de uma variável aleatória real é o quadrado do Des-
vio Padrão. A VARIÂNCIA é sempre positiva.
III-ERRADO
A mediana é igual ao segundo quartil.
Gabarito E
I-ERRADO
Coeficiente de variação, que é igual ao desvio-padrão dividido pela média.
Augusto Moura 2013
II-ERRADO
A variância tem medida da média elevado ao quadrado (aritmética, geométrica ou harmônica)
III- CERTO
A mediana é igual ao 2º quartil, logo é inferior ao terceiro quartil.
Gabarito E
𝐶𝑉
Gabarito A
𝑝
𝑝
Moda = 2 (maior freqüência = 0,5 )
Mediana = 2
Gabarito B
Augusto Moura 2013
167 Provas BACEN 2006 – FCC
𝑃𝑅𝐸Ç𝑂 𝑀É𝐷𝐼𝑂 𝑈𝑆
𝑅
𝑈𝑆
𝑅
𝐷𝐸𝑆𝑉𝐼𝑂 𝑃𝐴𝐷𝑅Ã𝑂 𝑈𝑆
𝑅
𝑈𝑆
𝑅
O COEFICIENTE DE VARIAÇÃO NÃO MUDA
GABARITO A
NÚMEROS ÍNDICES
𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶ 𝑔 𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶
𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶ 𝑌 𝑔 𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶ 𝑌
𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡
𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡
𝑖 𝑓 𝑎çã :
𝒃 𝑨
𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶ 𝑠𝑎 á𝑟𝑖 𝑔 𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶ 𝑠𝑎 á𝑟𝑖
𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶ 𝑝𝑟𝑒ç 𝑔 𝑝𝑒𝑟í 𝑑 𝑡 ∶ 𝑝𝑟𝑒ç
𝑝𝑒𝑟𝑑𝑎 𝑑𝑒 𝑝 𝑑𝑒𝑟 𝑎𝑞𝑢𝑖𝑠𝑖𝑡𝑖𝑣
𝒃 𝑨
Augusto Moura 2013
I-certo
O índice de preço de Laspeyres trata-se de uma média ponderada de relativos, tendo os fatores de pondera-
ção calculados a partir de preços e de quantidades da época básica. Por conseguinte, o índice de preços de
Laspeyres (LP) para um conjunto de mercadorias, em um período t, é uma média aritmética ponderada dos
preços relativos dessas mercadorias, utilizando como fatores de ponderação, os valores monetários de
cada mercadoria vendidas na época base.
𝑃
(𝑃 𝑄 )
2
(𝑃 𝑄 )
(𝑃 𝑄 )
(𝑃 𝑄 ) (𝑃 𝑄 ) (𝑃 𝑄 )
𝑃 𝑄 𝑃 𝑄 𝑃 𝑄
(𝑃 𝑄 )
∑𝑃 𝑄
∑𝑃 𝑄
II-errado
Número-índice de Paasche:
É um índice agregado, o qual na sua formulação original, é uma média harmônica ponderada de relativos, sendo
os pesos calculados com base nos preços e nas quantidades dos bens na época atual,
PP=ÍNDICE DE PREÇOS DE PAASCHE:
𝑃𝑃
∑𝑓
∑
𝑥
∑(𝑃 𝑄 )
2
2
∑(𝑃 𝑄 )
(𝑃 𝑄 )
∑(𝑃 𝑄 )
∑(𝑃 𝑄 )
III-errado
O índice de Fischer, também conhecido corno forma ideal, é a média geométrica dos números-índices de Las-
peyres e de Paasche. Sob o aspecto da ponderação, esse índice envolve os dois sistemas anteriormente adota-
dos. A proposta de Fischer fundamenta-se no fato de que os índices os quais compõem não atendem ao critério
de decomposição das causas, além de um deles tender a superestimar enquanto outro a subestima o verdadeiro
valor do índice. Esse verdadeiro valor tenderá a ser um número superior ao fornecido pela fórmula de Paasche e
inferior ao apresentado pela fórmula de Laspeyres, o que acontece com a média geométrica entre esses dois
índices. Entretanto, o índice de Fischer, apesar de ser chamado de ideal, nisso pode ser considerado "perfeito".
A necessidade de modificar pesos, em dada época comparada, em decorrência do cálculo do índice de Paasche,
constitui uma restrição não desprezível ao seu emprego. Além disso, não parece ser possível determinar especi-
ficamente o que o índice de Fischer mede, bem como estabelecer o verdadeiro valor de um Índice perfeito, o
qual serviria de elemento de referência.
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169 Provas BACEN 2006 – FCC
GABARITO A
Gabarito B
Por deflação entende-se o processo inverso à inflação - uma diminuição do índice de preços no consumidor, uma
queda de preços. Difere da desinflação, pois esta é a desaceleração do ritmo do aumento de preços. Quando a
inflação reduz-se de 10% ao mês para o de 5%, por exemplo, pode-se dizer que houve desinflação.
A inflação reduz o valor real do dinheiro ao longo do tempo; inversamente, a deflação aumenta o valor real do
dinheiro. Isto é, compra-se uma maior quantidade de bens com a mesma quantidade de moeda. A deflação está
normalmente associada a períodos de recessão - como a Grande Depressão.
Visão keynesiana
A deflação pode ser gerada por uma procura agregada inferior à da oferta do produto potencial e daqui pode
ganhar um ritmo próprio ao estabelecer-se na economia criando expectativas de deflação para os anos futuros.
Os preços acabam caindo sempre que sobram mercadorias por falta de consumidores. Como as empresas não
conseguem vender como antes, mesmo a preços menores, o faturamento e o lucro também acabam reduzidos.
Para não ficar no prejuízo, elas são obrigadas a diminuir o ritmo da produção e a demitir funcionários. Com
o desemprego alto, ninguém costuma gastar além da conta. Por isso, a oferta de serviços e os estoques cres-
cem. Resultado: excesso de bens e preços menores que os de períodos anteriores.
O processo de deflação ainda pode ser iniciado, ou agravado, pela baixa oferta de moeda. Quer dizer, falta di-
nheiro em circulação, seja por causa dos juros altos, que tornam o crédito proibitivo, seja pela falta de investi-
mentos. Essa bola de neve costuma afetar todos os setores da economia, do agricultor aosfabricantes
de eletrodomésticos, além de abalar a própria estrutura social.
DISTRIBUIÇÃO DE PROBABILIDADES
Augusto Moura 2013
o Teorema Central do Limite é um teorema que afirma que quando o tamanho da amostra aumenta, a distribui-
ção amostral da sua média aproxima-se cada vez mais de uma distribuição normal e variância igual
à variância populacional dividida por n.
𝜇 𝑚é𝑑𝑖𝑎 𝑝 𝑝𝑢 𝑎𝑐𝑖 𝑎
̅ 𝑚é𝑑𝑖𝑎 𝑎𝑚 𝑠𝑡𝑟𝑎
𝜎 𝑚é𝑑𝑖𝑎 𝑝 𝑝𝑢 𝑎𝑐𝑖 𝑎
𝑠𝑥 𝑚á𝑑𝑖𝑎 𝑎𝑚 𝑠𝑡𝑟𝑎
𝑇𝑒 𝑟𝑒𝑚𝑎 𝐶𝑒 𝑡𝑟𝑎 𝑑 𝑖𝑚𝑖𝑡𝑒 𝑎𝑓𝑖𝑟𝑚𝑎 𝑞𝑢𝑒:
𝛍 �̅� 𝐞 𝐬𝐱
𝛔
𝐧
( 𝐚𝐬 𝐦é𝐝𝐢𝐚𝐬 𝐬ã𝐨 𝐢𝐠𝐮𝐚𝐢𝐬 𝐞 𝐚 𝐯𝐚𝐫𝐢â𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐚𝐦𝐨𝐬𝐭𝐫𝐥 é
𝐧
𝐯𝐞𝐳𝐞𝐬 𝐚 𝐯𝐚𝐫𝐢â𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥).
Gabarito C
I-ERRADO
O intervalo de confiança depende do tamanho da amostra. Quanto maior o tamanho da amostra menor o
intervalo de confiança.
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171 Provas BACEN 2006 – FCC
II- CERTO
O grau de confiança é a probabilidade (1-α) do intervalo de confiança conter o verdadeiro valor do parâ-
metro. Se α=1% então 1-α=1-0,01=0,99=99% de confiança conter o verdadeiro da média.
III-CERTO
𝑻𝒆 𝒆 𝑪𝒆 𝒅 𝑳 𝒆 𝒇 𝒆: 𝛍 �̅� 𝐞 𝐬𝐱
𝛔
𝐧
GABARITO E
A distribuição normal é uma das mais importantes distribuições da estatística, conhecida também como Distri-
buição de Gauss ou Gaussiana. Foi primeiramente introduzida pelo matemático Abraham de Moivre.
Além de descrever uma série de fenômenos físicos e financeiros, possui grande uso na estatística inferencial. É
inteiramente descrita por seus parâmetros de média e desvio padrão (raiz quadrada da variância), ou seja,
conhecendo-se estes consegue-se determinar qualquer probabilidade em uma distribuição Normal.
Um interessante uso da Distribuição Normal é que ela serve de aproximação para o cálculo de outras distribui-
ções quando o número de observações fica grande. Essa importante propriedade provém do Teorema Central do
Limite que diz que "toda soma de variáveis aleatórias independentes de média finita e variância limitada é apro-
ximadamente Normal, desde que o número de termos da soma seja suficientemente grande" (ver o teorema para
um enunciado mais preciso).
Gabarito D
𝐸𝑟𝑟 𝑝𝑎𝑑𝑟ã 𝐸
𝜎
√
√
Gabarito D
Augusto Moura 2013
𝐼 𝑡𝑒𝑟𝑣𝑎 𝑝𝑎𝑟𝑎 𝑎 𝑔𝑟𝑎 𝑑𝑒𝑧𝑎 𝑌 ( ):
𝑌
𝑌
Função densidade de probabilidade no intervalo:
𝑓( )
𝑏 𝑎
𝑖 𝑡𝑒𝑟𝑣𝑎 𝑑𝑒 ( )
Gabarito D
Um estimador não tendencioso é aquele que produz um resultado verdadeiro para a variável aleatória em estu-
do. Exemplo: ̅
∑𝑥
Tanto 𝐴
𝑥 +𝑥2+𝑥 𝑥
quanto 𝐵
𝑥 +𝑥2+𝑥
são estimadores não tendenciosos pois utilizam a definição de média
aritmética de n termos.
A variância de A pode ser maior, menor ou igual a variância de B, isto dependera dos valores de X.
I II III
X1 2 10 3
X2 5 3 7
X3 9 2 3
X4 20 1 6,51
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173 Provas BACEN 2006 – FCC
var(A) var(A) var(A)
46,50 12,50 3,56
var(B) var(B) var(B)
8,22 12,67 3,56
Conclusão: item I(certo); item II(certo); item III(errado)
Gabarito D
Item I (ERRADO)
𝑣𝑎𝑟(𝑧) 𝑎 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑏 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑐 𝑣( )
𝑣𝑎𝑟(𝑧) 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑣𝑎𝑟( ) 𝑐 𝑣( )
Item Ii (CERTO)
𝐸( ) Representa a esperança matemática da grandeza X que em verdade corresponde a própria média popula-
cional
Propriedades do valor esperado
Nas seguintes propriedades, são variáveis aleatórias, são constantes.
E para duas variáveis aleatórias:
Estas propriedades podem ser generalizadas para qualquer número de variáveis aleatórias.
Augusto Moura 2013
Item III ( ERRADO )
A covariância ou variância conjunta é a média do grau de interdependência ou inter-relação numérica entre duas
variáveis X e Y.
A covariância é por vezes chamada de medida de dependência linear entre as duas variáveis aleatórias.
𝑐 𝑣( 𝑌) 𝐸( 𝑌) 𝐸( ) 𝐸(𝑌)
NOTA: COV(X,Y)=0 TEMOS QUE X e Y NÃO ESTÃO RELACIONADAS LINEARMENTE, MAS PODEM ESTAR
RELACIONADAS ATRAVÉS DE OUTRO MODELO MATEMÁTICO.
A correlação é um conceito relacionado usado para medir o grau de dependência linear entre duas variáveis.
O coeficiente de correlação ρX, Y entre duas variáveis aleatórias X e Y com valores esperados μX e μY e desvios
padrão σX e σY é definida como:
onde E é o operador valor esperado e cov significa covariância. Como μX = E(X), σX² = E(X²) − E²(X) e , do
mesmo modo para Y, podemos escrever também
A correlação é definida apenas se ambos desvios padrões são finitos e diferentes de zero. Pelo corolário
da desigualdade de Cauchy-Schwarz, a correlação não pode exceder 1 em valor absoluto.
GABARITO B
APENAS O ITEM II É CERTO.
Os testes de hipóteses são sempre constituídos por duas hipóteses, a hipótese nula H0 e a hipótese alternativa
H1.
Hipótese nula (Ho) : é a hipótese que traduz a ausência do efeito que se quer verificar.
Augusto Moura 2013
175 Provas BACEN 2006 – FCC
Hipótese alternativas (H1) : é a hipótese que o investigador quer verificar.
Nível de significância: a probabilidade de rejeitar a hipótese nula quando ela é efetivamente verdadei-
ra (ERRO)
GABARITO B
O valor p, p-valor ou nível descritivo, é uma estatística muito utilizada para sintetizar o resultado de um
teste de hipóteses. Formalmente, o valor-p é definido como a probabilidade de se obter uma estatística
de teste igual ou mais extrema quanto àquela observada em uma amostra, assumindo verdadeira a hipó-
tese nula.
Mais concretamente, no teste de hipóteses com base em freqüência estatística, a significância de um
teste é a probabilidade máxima de rejeitar acidentalmente uma hipótese nula verdadeira (uma decisão
conhecida como erro de tipo I). O nível de significância de um resultado é também chamado de e não
deve ser confundido com o valor p (p-value).
Um erro de tipo I consiste em rejeitar a hipótese nula quando a mesma é verdadeira. A probabilidade de
cometer um erro de tipo I num teste de hipóteses é denominada significância do teste e representa-se
pela letra grega α. Este erro é por isso também chamado de Falso Positivo.
Um erro de tipo II consiste em não rejeitar a hipótese nula quando a mesma na realidade é falsa. É tam-
bém chamado de Falso Negativo.
A probabilidade de cometer um erro de tipo II é designada pela letra grega β (beta). A potência do tes-
te estatístico é definida como 1 - β. Quanto maior for a potência do teste, menor será a probabilidade de
Augusto Moura 2013
ocorrer um erro do tipo II. No entanto, à medida que a probabilidade do erro de tipo II diminui, aumenta a
probabilidade da ocorrência do erro de tipo I.
I-ERRADO
O p-valor não define o erro de tipo II.
II – CERTO
P-VALOR=0,004 IMPLICA SIGNIFICÂNCIA DE 0,996=99,6%
III-ERRADO
1-0,004 é a significância do teste.
GABARITO B
I – ERRADO
𝑆𝑒 𝑍 𝑎𝑌 𝑒 𝑡ã 𝛼 𝑎𝛽 𝑒 𝛼 𝑎𝛽
II – CERTO
𝑆𝑒 𝑍 𝑎𝑌 𝑒 𝑡ã 𝜈 𝑎𝜇 𝑒 𝑣𝑎𝑟(𝜈 ) 𝑎
𝑣𝑎𝑟(𝜇 )
III-CERTO
O Coeficiente de determinação, também chamado de R² é uma medida de qualidade do mode-
lo econométrico em relação à sua habilidade de estimar corretamente os valores da variável resposta .
O R² indica quanto da variância da variável respostaé explicada pela variância das variáveis explicativas. Seu
valor está no intervalo de 0 a 1: Quanto maior, mais explicativo é o modelo.
Por exemplo, se o R² de determinado modelo é 0,64, significa que 80% da variância de é explicada pela vari-
ância de , se o R² de determinado modelo é 0,81, significa que 90% da variância de é explicada pela vari-
ância de .
𝑆𝑒 𝑍 𝑎𝑌 𝑒 𝑡ã 𝑅
𝑅
Augusto Moura 2013
177 Provas BACEN 2006 – FCC
GABARITO E
NOTA: O fato da variável Xt apresentar resíduo ut significa que os estimadores são inconsistentes.
GABARITO C
Augusto Moura 2013
A B C TOTAL
ANO 1 10 20 70 100
ANO2 70 100
Não ocorreu aumento de preços.
GABARITO A
ANO BASE Índice Crescimento Acumulado Base 2007
2007 100 1 0%
2008 110
⟹ 10%
2009 120
⟹ 32%
2010 90
⟹ 8%
2011 205
⟹ 84,5%
A taxa de crescimento acumulado é: 84,5%
Augusto Moura 2013
179 Provas BACEN 2006 – FCC
GABARITO B
𝑠𝑥
𝜎
𝜎 ⟺ 𝑠𝑥 √
𝜎
2
𝜎 √
2
𝜎 (
)
2
Gabarito C
X \ Y -1 1 ∑
-3
2º PASSO
0,3-0,15=0,15
0,1
3º PASSO
0,15+0,1=0,25
5
0,15
5º PASSO
0,25-0,15=0,10
4º PASSO
0,5-0,25=0,25
6
1º PASSO
0,5-0,2=0,3
0,2 0,5
∑
7º PASSO
0,3+0,15+0,15=0,6
8º PASSO
02+0,1+0,1=0,4
1,0
Augusto Moura 2013
𝜇
GABARITO D
𝑃* ã 𝑓𝑟𝑒𝑞𝑢𝑒 𝑡 𝑢 𝑐𝑢𝑟𝑠 | ã 𝑎𝑝𝑟 𝑣𝑎𝑑 +
( ã 𝑓𝑟𝑒𝑞𝑢𝑒 𝑡 𝑢 𝑐𝑢𝑟𝑠 𝑒 ã 𝑎𝑝𝑟 𝑣𝑎𝑑 )
( ã 𝑎𝑝𝑟 𝑣𝑎𝑑 )
𝑃* ã 𝑓𝑟𝑒𝑞𝑢𝑒 𝑡 𝑢 𝑐𝑢𝑟𝑠 | ã 𝑎𝑝𝑟 𝑣𝑎𝑑 +
Gabarito C
𝐼 𝐸𝑅𝑅𝐴𝐷𝑂 𝑉𝐴𝑅( 𝑌) 𝑉𝐴𝑅( ) 𝑉𝐴𝑅(𝑌) 𝐶𝑂𝑉( 𝑌)
Augusto Moura 2013
181 Provas BACEN 2006 – FCC
𝐼𝐼 𝐶𝐸𝑅𝑇𝑂
NOTA: COV(X,Y)=0 TEMOS QUE X e Y NÃO ESTÃO RELACIONADAS LINEARMENTE, MAS PODEM ESTAR
RELACIONADAS ATRAVÉS DE OUTRO MODELO MATEMÁTICO. SE X e Y NÃO ESTÃO RELACIONADAS
DE NENHUMA FORMA ENTÃO COV(X,Y)=0
𝐼𝐼𝐼 𝐶𝐸𝑅𝑇𝑂
Nas seguintes propriedades, são variáveis aleatórias, são constantes.
E para duas variáveis aleatórias:
Estas propriedades podem ser generalizadas para qualquer número de variáveis aleatórias.
GABARITO E
GABARITO E
Um erro de tipo I consiste em rejeitar a hipótese nula quando a mesma é verdadeira. A probabilidade de
cometer um erro de tipo I num teste de hipóteses é denominada significância do teste e representa-se
pela letra grega α. Este erro é por isso também chamado de Falso Positivo.
Augusto Moura 2013
GABARITO D
𝐼 𝐸𝑅𝑅𝐴𝐷𝑂
𝑀É𝐷𝐼𝐴 𝐻𝐴𝑅𝑀Ô𝑁𝐼𝐶𝐴 𝑀É𝐷𝐼𝐴 𝐺𝐸𝑂𝑀É𝑇𝑅𝐼𝐶𝐴 𝑀É𝐷𝐼𝐴 𝐴𝑅𝐼𝑇𝑀É𝑇𝐼𝐶𝐴
𝑃𝐴𝑅𝐴 𝑉𝐴 𝑂𝑅𝐸𝑆 𝐼𝐺𝑈𝐴𝐼𝑆 𝐷𝐴 𝑉𝐴𝑅𝐼Á𝑉𝐸 𝐴 𝐸𝐴𝑇Ó𝑅𝐼𝐴.
EXEMPLO: ⟹ 𝑀É𝐷𝐼𝐴 𝐻𝐴𝑅𝑀Ô𝑁𝐼𝐶𝐴 𝑀É𝐷𝐼𝐴 𝐴𝑅𝐼𝑇𝑀É𝑇𝐼𝐶𝐴
𝐼𝐼 𝐸𝑅𝑅𝐴𝐷𝑂
𝐴 𝑉𝐴𝑅𝐼Â𝑁𝐶𝐼𝐴 𝑃𝑂𝐷𝐸 𝑆𝐸𝑅 𝑍𝐸𝑅𝑂 𝑃𝐴𝑅𝐴 𝑉𝐴 𝑂𝑅𝐸𝑆 𝐼𝐺𝑈𝐴𝐼𝑆 𝐷𝐴 𝑉𝐴𝑅𝐼Á𝑉𝐸 𝐴 𝐸𝐴𝑇Ó𝑅𝐼𝐴:
EXEMPLO: 𝑇𝐸𝑀𝑂𝑆 𝑉𝐴𝑅( )
𝐼𝐼𝐼 𝐸𝑅𝑅𝐴𝐷𝑂
EXEMPLO: ⟹ 𝑀É𝐷𝐼𝐴 𝐻𝐴𝑅𝑀Ô𝑁𝐼𝐶𝐴
𝑀É𝐷𝐼𝐴 𝐻𝐴𝑅𝑀Ô𝑁𝐼𝐶𝐴
−
−
−
−
GABARITO A
GABARITO B
Augusto Moura 2013
183 Provas BACEN 2006 – FCC
Augusto Moura 2013
Augusto Moura 2013
185 Provas BACEN 2006 – FCC
21
C
22
D
23
C
24
A
25
B
26
E
27
A
28
C
29
E
30
E
31
E
32
C
33
E
34
B
35
B
36
A
37
B
38
A
39
D
40
D