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UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA 
“JULIO DE MESQUITA FILHO” 
INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS E CIÊNCIAS EXATAS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Relatório de Campo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Grupo: Gabriel Silva 
Natalia Alves de S. da Silva 
 
 
 
 
 
 
Disciplina: Geologia 
Curso: Engenharia Ambiental 
 
 
 
Rio Claro 
27/06/2018 
 
 
A viagem de campo teve como objetivo o contato com rochas magmáticas 
e sedimentares que se encontram entre Embasamento Cristalino e a parte 
nordeste da Bacia Sedimentar do Paraná. 
Rochas ígneas formam-se pela cristalização do magma, uma massa de 
rocha fundida que se origina na crosta e no manto superior. A medida que o 
magma esfria lentamente no interior da Terra, os cristais microscópicos 
começam a se formar, mas o magma esfria abaixo da temperatura de fusão, 
alguns desses cristais tem tempo para crescer antes que toda massa seja 
cristalizada, dando origem a uma rocha ígnea de granulação grossa. Porém, 
caso esse magma seja extrudido de um vulcão, ele resfria-se rapidamente e nos 
cristais não se desenvolvem de forma individual, gerando uma rocha ígnea de 
granulação fina. 
Portanto, temos dois tipos de rocha magmáticas: intrusivas e extrusivas. 
A primeira é caracterizada por rochas de granulação grossa, como o granito, 
enquanto a segunda tem textura vítrea ou granulação fina, como o basalto. 
As rochas sedimentares são caracterizadas pela estratificação, onde 
existe a formação contínua de camadas paralelas de sedimentos a medida que 
partículas se depositam. Esses sedimentos podem ser clásticos, químicos e 
bioquímicos, sofrendo então o processo de litificação para virarem uma rocha 
sólida. 
Essa rocha sólida pode ter sofrido compactação pelo sedimento 
sobreposto, formando uma massa mais densa que a original ou pode ter sofrido 
cimentação, que ocorre quando minerais se precipitam ao redor das partículas e 
agregam-nas umas ás outras. O intemperismo desintegra as rochas e a erosão 
leva as mesmas, produzindo sedimentos que formam as rochas. 
Em geologia, embasamento cristalino é o conjunto de rochas ígneas ou 
metamórficas que compõe a porção externa da crosta continental que estão 
abaixo da plataforma sedimentar ou cobertura. Ou seja, o embasamento 
representa qualquer rocha abaixo de rochas sedimentares ou bacias 
sedimentares, que são ígneas ou metamórficas em origem. 
A bacia sedimentar que estamos discutindo é a Bacia do Paraná, que é 
uma depressão ovalada que se distribui no nordeste da Argentina, na porção 
leste do Paraguai e no norte do Uruguai com cerca de 1,5 milhão de km², sendo 
suas rochas formadas no Período Ordoviciano ao Cretáceo, abrangendo um 
intervalo de tempo entre 460 e 65 milhões de anos atrás. Essas rochas são 
sedimentares e ígneas, sendo as sedimentares ricas em restos de animais e 
vegetais fossilizados. 
A origem da Bacia do Paraná está ligada à convergência entre a margem 
sudoeste do antigo supercontinente Gondwana e a litosfera oceânica do 
Panthalassa, iniciando esse processo com a geração de magmas no 
Ordoviciano, o chamado Basalto Três Lagoas, a mais de 4500 metros abaixo da 
superfície terrestre atual. 
A coluna estratigráfica da Bacia do Paraná foi subdividida em seis 
unidades alostratigráficas de segunda ordem ou supersequências, isto é, 
separadas por hiatos significativos. Estas unidades definem o arcabouço 
estratigráfico da Bacia do Paraná e são separadas por expressivos hiatos 
deposicionais, causados por eventos erosivos. 
. 
 
Carta estratigráfica da Bacia do Paraná Mapa Geológico da Bacia do Paraná 
A área visitada durante a viagem de campo remete a porção 
Supersequência Gondwana I, onde foram acumulados sedimentos de origem 
continental do tempo geológico Carbonífero superior ao Triássico inferior, que 
ocorreu durante a deposição da Supersequência Gondwana. 
O Grupo Itararé pertence à Supersequência Godwana I e aflora em duas 
faixas alongadas, praticamente na direção norte-sul, uma na margem oeste da 
Bacia, do estado de São Paulo ao estado do Rio Grande do Sul e a outra na 
margem oeste, do estado do Mato Grosso ao Paraguai, sendo que seu nome 
deriva da cidade de Itararé, onde a mesma foi inicialmente estudada. Mesmo 
com a forte ação do gelo, o Grupo Itararé é rico em arenitos, especialmente na 
porção centro-norte da bacia, onde perfaz até 80% da coluna sedimentar. Sua 
Litologia Primária abrange Arenitos, diamictitos, caritos, mas além disso 
também possui conglomerados. 
 
 
Ponto 1: Parque de Lavras 
Coordenadas: Alt= 568m. Lat= -23,2175°. Lon= -47,2876°. 
 
Imagens de satélite do Google Maps, com indicador no local das coordenadas. 
O local onde está situada a cidade de Salto era uma fazenda particular, 
que pertencia ao capitão Antônio Vieira Tavares e sua mulher, Maria Leite. 
Como ele era devoto de Nossa Senhora de Monte, construiu uma capela em 
homenagem a santa em 1698, ano da fundação da cidade. 
A Usina de Lavras foi a primeira usina hidrelétrica instalada em Salto, foi 
colocada à venda em 1956 e a Prefeitura de Salto adquiriu a propriedade no 
entorno da usina. Em 1992 ocorreu a criação do Parque de Lavras e o prédio 
da usina e a área circundante foram encarados como patrimônio histórico e 
natural da cidade. 
Nessa etapa, foi realizado a visita ao monumento da Nossa Senhora de 
Monte, e nesse local pode ser encontrado um exemplo de Matacão, que é uma 
grande massa de rocha saliente em encostas, constituída pelo afloramento de 
rocha nua. Ao mesmo tempo em que surgiam, formou-se o solo que encobria 
parcialmente as pedras. Mais tarde, esse solo foi lavado, deixando os grandes 
blocos expostos. Geralmente têm formato arredondado, moldados pela ação de 
intemperismos - variação de temperatura, ação de ventos e da água de chuva. 
Esse processo provoca o desprendimento de minerais, sendo o primeiro 
mineral a Mica, pois essa rocha é formada por grandes blocos de granito 
aglomerados que surgiu a 500 milhões de anos, no período Neoproterozóico. 
O pré-cambriano é a primeira das eras geológicas, que são marcadas 
por diferentes camadas de rochas sedimentares, apresentando o predomínio 
de granito e gnaisse, tendo pouco vestígio de vida. O município de Salto possui 
uma grande reserva de granito, em especial uma variedade conhecida como 
granito róseo de Salto ou granito vermelho de Salto, que recebe ainda outros 
nomes. O granito encontrado apresenta variedades de granulometria, da mais 
grosseira à mais fina. 
Matacão encontrado próximo a Estátua Granito exposto no local 
Ponto 2: Parque da Rocha Moutoneé 
Coordenadas: alt= 532m. Lat= -23,2101°. Lon= -47,3028°. 
Rocha Moutonnée é uma 
feição criada sobre uma 
superfície rochosa e causada 
por abrasão glacial, ou seja, 
pela erosão da superfície da 
rocha pela passagem de uma 
geleira, formando um perfil 
assimétrico, menos inclinada no 
sentido de movimentação da 
geleira, resultando em dois 
picos: um magmático e outro 
sedimentar. O afloramento dessa rocha foi gerado 
Imagens de satélite do Google Maps sobre uma formação de granito pela 
grande glaciação que ocorreu no hemisfério sul durante a Era Paleozoica, entre 
270 e 350 milhões de anos atrás. 
Ficaram arranhaduras e depósitos de outros materiais sobre a rocha, 
comprovando a era do gelo, num período em que as terras de vários 
continentes ainda se encontravam unidas, formando osupercontinente que os 
cientistas chamam de Gondwana. 
 
 
 
 
Imagem da rocha Moutonnée 
O parque que contem a rocha é um 
dos sítios geológicos do Grupo Itaré, que 
foi citado anteriormente. O diagrama ao 
lado mostra a erosão glacial que sofreu a 
rocha Moutonnée, sendo um dos meios 
de comprovação da origem glacial das 
rochas do Grupo Itararé 
Diagrama mostrando a erosão glacial que sofreu a rocha moutonnée 
A rocha é um granito, a formação sedimentar localizada sobre o granito 
é denominado diamictito. 
Diamictito é uma rocha de origem sedimentar formada por clastos e 
fragmentos de rochas pré-existentes com uma grande gama de tamanhos e 
com abundante matriz lamítica, síltico-argilosa. Como sua estrutura foi feita de 
materiais pobremente selecionados, contém uma grande variedade de 
tamanhos de partículas, pois as geleiras, enquanto transportador de 
sedimentação, são poucos seletivas. 
Os depósitos sedimentares produzidos por geleiras, como é o caso do 
diamamicitito, deixam na rocha outros elementos de comprovação, como 
clastos estriados, pavimentos glaciais e seixos caídos. 
Pode-se observar na imagem a 
seguir tilito de alojamento (TL) junto à 
superfície lateral estriada da rocha 
moutonnée (RM), sendo Tilitos de 
alojamento compostos por situações 
subglaciais, depositando-se em 
rugosidades do substrato conforme as 
geleiras avançaram. 
Divisãp da rocha em TL e RM 
 
Parque do Varvito 
Coordenadas: alt= 583m. Lat= -23,2675°. Lon= -47,3194°. 
 
Imagens de satélite do Google Maps, com indicador no local das coordenadas. 
O varvito é uma rocha sedimentar originada durante a glaciação de rios 
e lagos e sua estrutura é constituída por uma série de varves. Esses varves 
são conjuntos de camadas finas, sendo a camada mais fina composta por silte 
e/ou argila e a mais espessa de silte, areia (fina, média ou grossa) e argila. 
A deposição dos matérias descritos acima ocorre comumente em lagos 
próximos a geleiras, onde ocorre o processo de estratificação rítmica, o que 
evidencia ainda mais a ocorrência de Glaciação naquele local. 
Durante os períodos quentes, formam-se as camadas mais espessas, claras, 
ásperas e porosas. Além disso, ocorre também a formação de clastos caídos 
entre as varves, graças a deposição de sedimentos mais grosseiros liberados 
quando uma parte da geleira cai no lago. Seixos, calhaus e matacões são 
exemplos deles, sendo os matacões vistos no primeiro ponto e também o solo 
do local é formado por matacões sedimentados, encaixando-se perfeitamente a 
teoria. Porém, durante estações mais frias, os rios e lagos se congelam e 
partículas mais finas como argila e silte se depositam, formando folhelhos, que 
são laminas mais escuras. 
As camadas sedimentares clásticas alternadas (camada fina dos meses 
frios e a camada mais espessa dos meses quentes) representam a 
sedimentação durante um ano. Deste modo, é possível contabilizar, 
aproximadamente, os anos em um perfil de depósito sedimentar de varvito. O 
resultado pode ser interpretado como os anos em que o lago esteve recebendo 
sedimentos de geleiras. 
 Esse tipo de sedimentação pode ser visto durante a vista ao terceiro 
ponto, que foi o Parque Geológico do Varvito. 
Nesse parque, as 
camadas vão tornando-se 
mais finas conforme vão 
se aproximando da 
superfície, ou seja, as 
varves mais recentes são 
menos espessas que as 
mais antigas porque ao 
longo dos anos, a geleira 
foi recuando, levando 
uma quantia cada vez 
menor de sedimentos 
para o lago. 
 
Imagem do Parque do Varvito 
Também existem vestígios fósseis em varvito que mostra os caminhos 
percorridos pelos invertebrados lacustres que estudiosos creem que se 
tratavam de crustáceos aquáticos. Isso se confirma devido a confirmação da 
existência de invertebrados no período Pleistoceno. Isso pode ser visualizado 
na segunda imagem abaixo. 
 
 Camadas sedimentares alternadas Vestígios fósseis encontrados. 
 
Rodovia do açúcar, Km 130 
Coordenadas: Alt= 550m. Lat= -22,9612°. Lon= -47,4752°. 
Esse local compreende 
uma rodovia paulista que vai 
de Salto até charqueada. 
Na imagemao lado, 
pode ser visualizado o local 
onde foi marcado as 
coordenadas pelo GPS em 
uma visão da Street View do 
Google Maps. Nesse local foi 
encontrado a presença de 
rochas nomeadas Diabásios. 
 Imagens de satélite do Google Maps 
O diabásio é uma rocha magmática de granulação fina, mas possui 
muitas vezes textura granular grosseira e se forma quando um magma de 
composição basáltica é injetado em fraturas e diáclases nas rochas 
encaixantes. Estas diáclases podem ser originadas pelo fraturamento hidráulico 
causado pelas intensas pressões do magma de uma câmara magmática. A 
rocha assim constituída forma diques e outras formas concordantes e 
discordantes. 
 Com esse tipo de rocha, ocorre principalmente formações de diques e 
soleiras e ocorrem principalmente na forma de extensos enxames de diques 
(muitos corpos paralelos) alongados na direção NW-SE, que cortam rochas do 
embasamento 
cristalino e rochas 
sedimentares 
paleozóicas da Bacia 
do Paraná. Ainda na 
porção Noroeste da 
Bacia do Paraná, 
existe a Formação 
Tatuí que é composta 
principalmente de 
arenitos e siltitos que 
representam o início 
da sedimentação 
pós-glacial que 
Imagens de satélite do Google Maps do afloramento de diabásio ocorreu no Permiano. 
Nessa imagem fica evidente do afloramento de diabásio, com presença 
de arenitos e siltitos da formação Tatuí, formando grandes diques de rocha 
magmática que se deslocaram muito, mas não ao ponto de aflorar na superfície 
resfriando-se no interior da crosta terrestre. Isso fica evidente graças a base no 
grau de cristalizações dos minerais da rocha, pois rochas resfriadas no interior 
da crosta tem uma melhor cristalização, com partes de granulação maior. 
Serra de São Pedro 
Coordenadas: Alt= 791m. Lat= -22,5188°. Lon= -47,9285°. 
 
Imagens de satélite do Google Maps 
Nesse ultimo ponto foi encontrado rochas magmáticas extrusivas, que 
no caso também era um basalto com granulação fina. Essa região possui além 
de basalto juro-cretáceo, arenitos eólicos, sendo cortada por grandes 
estruturas: o Lineamento Santa Maria Cabreúva e o Alinhamento do Tietê. 
 
Imagens de satélite do Google Maps do afloramento de Basalto 
Sabemos que o derramamento de basalto na bacia do Paraná é 
proveniente entre os períodos cretáceo inferior e jurássico superior. A relação 
entre esse relevo e a tectônica de placas faz surgir duvidas sobre como se dá a 
influencia da tectônica nessa área. 
 
Perfil topográfico da região que compreende Jacaré Guaçu, serra de São Pedro e 
Piracibaca 
A Serra Geral é uma formação rochosa formada a partir de intensas 
atividades vulcânicas ocorridas há milhões de anos. Por alguns autores é 
considerada uma cuesta de origem erosiva, para outros aspectos estruturais e 
tectônicos possuem mais relevância na formação da Serra Geral. 
A região das serras de São Pedro são tradicionalmente chamadas de 
cuesta, que são formas de relevo de perfil côncavo em declive íngreme e do 
outro lado um planalto suavemente inclinado. Essa descrição cobre 
exatamente essa formação, como mostra a figura acima. Primeiramente, foi 
considerado que essa área possuía origem erosiva, porém, Oppenhein e 
Malamphy em 1936 apontaram algumas relações necessárias para se concluir 
a importância da tectônica de placas nesse relevo: intrusões magmáicas de 
grandes ramificações e falhas de pequenas projeções verticaise grande 
desenvolvimento territorial. 
Segundo Marcos Roberto Pinheiro, sua tese de doutorado conclui que a 
área da Serra de São Pedro não é fortemente condicionada por estruturas 
tectônicas recentes ou por estruturas antigas que foram reativadas no período 
neotectônico, pois a neotectônica é responsável apenas por modificações 
discretas ou pontuais do relevo. Prevalece, então, influencias de estruturas 
antugas, diferenças litológicas e variações no clima. 
Nessa questão, diversos autores renomados podem ser citados como 
fontes para a estruturação de uma hipótese, como alguns estudos de Ab’Saber, 
porém não se tem uma conclusão que agrade ambas as partes. 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
PINHEIRO, Marcos Roberto. Estudo Morfotectonico da região da Serra de 
São Pedro e do Baixo Piracicaba. 2014. 343 f. Tese (Doutorado) - Curso de 
Geografia Física, Universidade de São Paulo - Usp, São Paulo, 2014. 
Disponível em: <http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-
11052015-170604/pt-br.php>. Acesso em: 01 jul. 2018. 
Pré-Cambriano. Disponível em: 
<https://www.portalsaofrancisco.com.br/biologia/pre-cambriano>. Acesso em: 1 
jul. 2018. 
ZANONI, Rof. Elton Frias. Salto e o granito. 2016. Disponível em: 
<http://historiasalto.blogspot.com/2016/02/salto-e-o-granito.html>. Acesso em: 
02 jul. 2018. 
Rocha Moutonnée. Disponível em: 
<https://pt.wikipedia.org/wiki/Rocha_Moutonnée>. Acesso em: 01 jul. 2018. 
ASSINE, Mario Luis; VESELY, Fernando Farias. AMBIENTES GLACIAIS. 40 f. 
Monografia (Especialização) - Curso de Geociências, Unesp. 
BRANCO, Pércio de Moraes. Varvitos: um registro geológico ano a ano. 
2014. Disponível em: <http://www.cprm.gov.br/publique/Redes-
Institucionais/Rede-de-Bibliotecas---Rede-Ametista/Canal-Escola/Varvitos%3A-
um-registro-geologico-ano-a-ano-2659.html>. Acesso em: 02 jul. 2018. 
Varvito. Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Varvito>. Acesso em: 01 
jul. 2018. 
Diabásio. Disponível em: <http://www.uepg.br/dicion/verbetes/a-
m/diabasio.htm>. Acesso em: 02 jul. 2018. 
Parque Geológico do Varvito. Disponível em: 
<https://pt.wikipedia.org/wiki/Parque_Geológico_do_Varvito>. Acesso em: 02 
jul. 2018. 
PARANÁ, Secretaria da Educação do. Afloramento: Formação Tatuí. 
Disponível em: 
<http://www.geografia.seed.pr.gov.br/modules/galeria/detalhe.php?foto=624&ev
ento=7>. Acesso em: 02 jul. 2018.

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