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Complexo Queçaba e 
Batólito Florianópolis
Carolina Pereira e Paula Nascimento
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
CENTRO DE CIÊNCIAS E FILOSOFIAS HUMANAS
DEPARTAMENTO DE GEOCIÊNCIAS
CURSO DE GEOLOGIA
GCN7176 - 08336 TÓPICOS ESPECIAIS EM GEOCIÊNCIAS I
PROF.: LUANA MOREIRA FLORISBAL
SUMÁRIO:
- LOCALIZAÇÃO
- HISTÓRICO E DEFINIÇÕES 
- GEOLOGIA REGIONAL 
- GEOLOGIA ESTRUTURAL
- GEOCRONOLOGIA
- GEOQUÍMICA
- MODELOS E INTERPRETAÇÕES GEOLÓGICAS 
- CONCLUSÕES 
- REFERÊNCIAS
GEOLOGIA REGIONAL
Compartimentação do CDF, proposto 
por basei et al. 2000; extraído de Hueck 
et al. 2016
GEOLOGIA REGIONAL
Florisbal (2012), modificado de Bitencourt et al. (1989).
LOCALIZAÇÃO DO DOMÍNIO SUL
COMPLEXO QUEÇABA (CQ): 
● Trainini et al. (1978) - caracterizaram a unidade metassedimentar como uma 
sequência de metamorfitos composta por xistos, filitos e quartzitos. 
● Basei (1985) - considera um ‘’equivalente Flyschóide’’, ou seja uma 
alternância rítmica de camadas de rochas metassedimentares as quais 
comportam reologias distintas.
Projeto Vidal Ramos-Biguaçú, Trainini 
et al. (1978), escala 1:50.000.
Projeto Vidal 
Ramos-Biguaçú (1978)
Projeto Vidal Ramos-Biguaçú, 
(1978)
COMPLEXO QUEÇABA
● Silva (1986) - Relacionou os metamorfitos com os litótipos da cobertura do 
Grupo Itajaí (Mesoproterozóico a Neoproterozóico)
● Zanini et al. (1997) - mantém a designação de Formação Queçaba 
correspondendo a uma sequência filitos, xistos e quartzitos alternados 
ritmicamente, correlacionável aos metamorfitos do Complexo Brusque.
Os autores indicam para o CQ um metamorfismo na facies xisto verde, zona 
da biotita devido a paragênese biotita + quartzo + fengita (sericita + 
muscovita). O baixo grau metamórfico justifica a preservação da foliação 
inicial (S0) sendo ainda possível observar um acamamento gradacional. 
COMPLEXO QUEÇABA
● Wildner et al. (2014), no atual Mapa Geológico de Santa Catarina 1: 
500.000, produzido pela CPRM, permanecem utilizando a designação 
Formação Queçaba adotando os mesmos critérios descritivos classificados 
por Zanini et al. (1997).
● UFSC (2016) - redenomina como Complexo Queçaba no Projeto Águas 
Mornas (PAM), na escala de 1:25.000, por ser uma unidade composta pela 
intercalação de uma diversidade de rochas metassedimentares, de 
estruturação atual complexa, com pelo menos duas fases de dobramentos e 
desenvolvimento de diversas foliações.
COMPLEXO QUEÇABA
Zanini (1997)
Folha Florianópolis-Lagoa Zanini, 
(1997), escala 1:100.000.
Localização da área do Projeto Águas Mornas, que abrange a Bacia Hidrográfica do Cubatão, utilizada 
para delinear os limites da área de mapeamento; por fim, a divisão das faixas de mapeamento. 
UFSC (2016)
(A) Foto em perfil de Intercalação de camadas centimétricas de filito e metapsamito. A seta vermelha indica 
crenulação no filito. (FAIXA VII); (B) Foto em planta de afloramento em leito de estrada constituído por 
metarritmito com intercalações centimétricas a milimétricas entre níveis arenosos (amarelo claro) e níveis 
pelíticos (preto) (PAM-UFSC, 2016).
Fotomicrografia do CQ. 
Metapsamito com textura 
lepidoblática desenvolvida pelas 
micas e granoblástica 
desenvolvida pelo quartzo (luz 
polariza e aumento de 10x) 
(PAM8074b)
GEOLOGIA ESTRUTURAL
A análise estrutural de Basei (1985) efetuada no setor oeste da cunha principal do 
CQ, entre Barra do Rio dos Bugres e Rio Cubatão, constatou que a superfície 
preferencial dos metassedimentos é uma foliação S1 paralela a ligeiramente 
oblíqua (50° a 90°) ao acamamento sedimentar S0. A foliação S1 é cortada por 
uma clivagem S2 a qual evolui para uma foliação strain slip. Faz-se ainda uma 
foliação de crenulação observada em grande parte das exposições de 
metassedimentos. Foi evidenciado que as superfícies S1 e S0 são afetadas por 
dobramento cilíndrico com orientação 50°/N 39°E, o qual caracteriza uma 
megaestrutura sinformal com caimento NE, cortando uma superfície S2 
plano-axial.
GEOLOGIA ESTRUTURAL
No mapeamento realizado pela UFSC (2016), compartimenta a cunha principal do 
CQ em três setores quanto à direção de mergulho do plano de foliação S1, a qual 
encontra-se paralela ao acamamento inicial S0 na maior parte da unidade: i) porção 
sul do complexo, onde o plano de foliação tem direção predominante leste-oeste e 
mergulho de alto ângulo, entre 60° e 90°; ii) porção central do complexo, com direção 
do plano de foliação W-NW e ângulo de mergulho de 70° e 85°; iii) porção norte do 
complexo, com plano de foliação E-NE, eventualmente NW-N e ângulo de mergulho 
de 80°. No sul filitos, filitos grafitosos e metarritmitos grafitosos apresentam uma 
xistosidade com ângulo de mergulho alto a intermediário de N-S, localmente NE. Nas 
regiões norte e nordeste, os metarritmitos e quartzitos possuem xistosidade com 
orientação preferencial NW, 250° a 110°, e baixo ângulo de mergulho. Apresentam 
medidas de orientação para a xistosidade principal variando de 250° a 310° com 
mergulo de 70°NW e 50 SW, encontradas também 320° a 300° podendo ser 
interpretada como uma dobra inclinada na porção nordeste da área mapeada.
GEOLOGIA ESTRUTURAL
Estereogramas representando os planos da foliação S1 do CQ das porções sul, centro e norte, 
respectivamente. (A) Direção da S1 predominantemente E-W e mergulho subvertical entre 60 e 90. (B) Direção 
da S1 predominantemente W-NW, mergulho entre 70 e 85. (C) S1 com orientação preferencial E-NE e 
subordinada NW-W, mergulho principalmente em 80
Diagrama de rosetas 
dos lineamentos 
regionais presentes 
nesta unidade, 
apresenta direção 
principal EW conforme o 
trend da área total do 
projeto.
Outro diagrama foi 
gerado, onde o padrão 
N40°-50°E foi o que 
conteve maior 
frequência, seguido 
pelas direções EW e 
NW.
Mapa lito-estrutural do Complexo Queçaba apenas com estruturas deformacionais rúpteis com respectivos 
diagramas de rosetas dos lineamentos e medidas de fraturas de campo.
Os dados estratigráficos ou de ambientes de geração da paleobacia sedimentar 
que originou o Complexo Queçaba são escassos. Basei (1985) através de um 
perfil litoestratigráfico realizado entre a Barra do Rio do Bugres e o Rio das Antas 
(porção oeste da cunha principal do CQ) sugeriu que em posição basal estão os 
filitos carbonosos e rítmicos, seguidos de um aumento de níveis quartzosos para o 
topo. Zanini et al. (1997) interpretaram a sedimentação como gerada em ambiente 
litorâneo com circulação restrita. Dados cronoestratigráficos são apresentados por 
UFSC (2016) que relatam a ocorrência de metamorfismo de contato nos 
metassedimentos do CQ, ocasionado pela intrusão dos Granitóides Santo Antônio 
e Granito Serra do Tabuleiro, o qual constitui o magmatismo final do Batólito 
Florianópolis estimado em aproximadamente 590 Ma.Além disso, ocorrências de 
xenólitos métricos de rochas metassedimentares do Complexo Queçaba nos 
Granitóides Santo Antônio foram visto em campo por UFSC (2016).
CORRELAÇÃO ESTRATIGRÁFICA
Devido a escassez de dados estratigráficos e geocronológicos, a correlação e o 
posicionamento estratigráfico do CQ são incertas. Trainini et al. (1978) o 
correlacionaram com o CMB em função da semelhança litológica. Zanini et al. 
(1997) concordaram com a correlação do CQ e do CMB e posicionaram o CQ 
acima da Formação Botuverá. Silva (1986) correlacionou-o com os litotipos 
encontrados na cobertura do Grupo Itajaí. Basei (1985) admite uma equivalência a 
“flyshoides” para essas rochas que, por ocuparem posições internas de calhas 
tectônicas, foram preservadas da intensa erosão ocorrida na região. Ainda, em 
2008, Basei e colaboradores destacam que as idades das áreas fontes para o 
Complexo Queçaba e para o Complexo Metamórfico Brusque são distintas, sendo 
mais antigas para o primeiro (2.0 a1.6 Ga) do que para o segundo (1.6Ga).
Parte da coluna estratigráfica da área mapeada no Projeto Águas Mornas (UFSC, 2016), 
evidenciando o Complexo Queçaba
GEOCRONOLOGIA
Poucos são os dados de geocronológicos 
obtidos para o Complexo Queçaba. Em 
1987, Basei & Teixeira apresentaram 
uma idade modelo TDM (Nd) obtida em 
pelitos de 1630 Ma, a qual representaria a 
idade de proveniência para os sedimentos 
da região. Basei et al. (2008) realizaram 
uma análise através do método U-Pb 
SHRIMP em zircão detrítico em uma 
amostra de metassedimento do Complexo 
apresentando, dois picos principais de 
valores: cristais de zircão 
mesoproterozóicos de ca. 1,2Ga e um 
intervalo maior de 1,7 a 1,9Ga.
Idades obtidas para amostra de 
metassedimento do CQ via U-Pb Shrimp em 
zircão detrítico. (Extraído de BASEI et al., 
2008)
BATÓLITO FLORIANÓPOLIS 
Florisbal (2012), modificado de Bitencourt et al. (1989)
Contexto regional e localização da área 
mapeada, Bitencourt et al. (2008)
COMPLEXO ÁGUAS MORNAS
● Schulz Jr. et al. (1969) interpreta como Grupo Tabuleiro.
● Trainini et al. (1978) como Complexo Metamórfico-Magmátitico, constituído por 
metatexitos e diatexitos.
● Hartmann et al. (1979) diferenciou esse complexo de rochas metamórficas do sul do 
Escudo Catarinense das rochas metamórficas de alto grau do Complexo Granulítico de 
SC, que ocorrem na porção norte. 
● O termo Águas Mornas foi citado pela primeira vez por Zanini et al. (1997)
● Silva et al.(2000) fazem análises através de resultados obtidos pelo método U-Pb, e 
encontram idade 2.175 ± 13 Ma para a cristalização do protólito e 592 ± 5 para um 
evento de cisalhamento e hidrotermalismo.
Parte da Coluna estratigráfica proposta 
no Projeto Vidal Ramos-Biguaçú, Zanini 
et al (1978).
● Segundo Bitencourt et al. (2008), 
este complexo abrange 
predominantemente ortognaisses 
acinzentados de composição 
monzogranítica, apresentando 
bandamento composto por níveis 
félsicos descontínuos intercalados 
com níves máficos contínuos. 
Concordante com o bandamento 
ocorrem injeções centimétricas de 
biotita leucogranitos equigranular 
médio a grosso.
SUÍTE INTRUSIVA PAULO LOPES
● Corresponde ao Granito Paulo Lopes descrito por Zanini et al. (1997), neste 
projeto foram reconhecidos os Granitóides Garopaba e rochas máficas 
temporal e geneticamente vinculadas a eles, denominadas Diorito Silveira. 
Essas rochas máficas foram estudadas posteriormente por Nardi et al. 
(2002), e redenominadas em função da sua composição como Gabro silveira.
● Bitencourt et al. (2008), compreendem a Suíte Paulo Lopes como Granito 
Paulo Lopes, Granitóides Garopaba e Gabro Silveira.
Feições mesoscópicas da 
Suíte Paulo Lopes: (a) 
aspecto textural típico dos 
Granitóides Garopaba em 
amostra serrada (barra de 
escala =
1cm); (b) autólito de termo 
cumulático do Granito 
Paulo Lopes nos 
Granitóides Garopaba; (c) 
enclave microgranular 
máfico nos Granitóides
Garopaba; observar o 
grau de contaminação 
mecânica mais elevado no 
segmento à direita; (d) 
hornblenda 
quartzo-dioritos porfiríticos 
que
representam os termos 
mais contaminados e mais 
fortemente foliados do 
Gabro Silveira
(e) contatos lobados e relação de intrusão mútua entre os Granitóides Garopaba e o Gabro Silveira; 
(f) estreita injeção de líquido final do Granito Paulo Lopes em dique do Gabro Silveira, nele intrusivo.
Extraído de Bitencourt (2008)
Feições mesoscópicas do 
Granito Paulo Lopes: (a) 
aspecto textural típico dos 
granitóides porfiríticos, com 
injeção discordante de biotita
monzogranito fino; (b) termos 
cumuláticos, com K-feldspato 
e biotita como principais fases 
cumulus; (c) estratificação 
modal paralela à foliação de
fluxo dos granitóides, dada 
pela variação da proporção 
relativa de minerais máficos e 
félsicos em estratos de 
espessura variável; (d) corpos 
aplopegmatíticos
estratificados típicos das 
fases finais do Granito Paulo 
Lopes, próximo ao contato 
com os Granitóides 
Garopaba.
SUÍTE PEDRAS GRANDES
● Teixeira (1969) - Granito Pedras Grandes , em referência a granitóides 
ocorrentes no sul do estado de Santa Catarina.
● Trainini et al (1978) - Suíte Pedras Grandes foi empregado para reunir 
diversos corpos de granitóides alcalinos ocorrentes na porção centro-sul do 
estado.
● Basei (1985) amplia a unidade, passando a comportar também as rochas 
relacionadas ao magmatismo Cambirela, sob a denominação Suíte 
Plutono-vulcânica Pedra Grandes.
● Silva et al (1987), ampliou a definição de Trainini et al (1978) para se referir 
aos granitóides tardios que perfazem mais de 50% do BF. 
● O sentido empregado por Trainini et al (1978), foi retomado por Zanini et al 
(1997), que restringe o seu significado ao granitóides não foliados de 
quimismo alcalino que ocupa cerca de um terço da Folha Florianópolis.
● Bitencourt (2008), mantém o termo Suíte Pedras Grandes, reunindo os 
Granitos Vila da Penha e Serra do Tabuleiro. O Granito Ilha é retirado 
dessa unidade e atribuído ao magmatismo da Suíte Cambirela.
● GRANITOS VILA DA PENHA: é definido como biotita sienogranitos a 
monzogranitos geralmente isótropos, contendo alanita e titanita como 
acessórios principais. Suas principais características distintivas são o caráter 
precoce da biotita, euédrica a subédrica, em agregados de distribuição 
irregular, e a ocorrência comum de quartzo facetado.
● GRANITO SERRA DO TABULEIRO: Na área estudada, O GST é intrusivo 
no Granito Vila da Penha e compreende (hornblenda)-biotita monzo a 
sienogranitos leucocráticos, geralmente isótropos, com rara ocorrência de 
foliação primária, contendo fluorita como acessório diagnóstico.
Texturas típicas dos 
granitóides da Suíte 
Pedras Grandes em 
amostras serradas (barra 
de escala = 1cm): (a) 
Granito Vila da Penha, 
fácies heterogranular; (b) 
Granito Vila da Penha, 
fácies porfirítica; (c) 
Granito Serra do 
Tabuleiro, fácies 
heterogranular; (d) 
Granito Serra do 
Tabuleiro,
fácies equigranular.
SUÍTE CAMBIRELA
● Zanini et al. (1997) - Suíte Plutono-vulcânica Cambirela;
● UFRGS (1999) - Ampliação da Suíte incorporando corpos hipabissais ácidos 
e básicos que ocorrem de forma independente ou de diques compostos;
● Bitencourt et al. (2008) - reuni o Granito Ilha, o Riolito Cambirela, o Granito 
Itacorumbi e Rochas Hipoabissais;
● GRANITO ILHA - Na área estudada, esta unidade é composta por 
monzogranitos a sienogranitos de textura alotriomórfica, equigranular média 
a grossa, com teor variável de minerais máficos, caracteristicamente na 
forma de agregados esparsos, interticiais;
● RIOLITO CAMBIRELA - o Riolito Cambirela é uma sucessão de rochas 
efusivas de composição riolítica, subordinadamente riodacítica, com 
ocorrência localizada de depósitos piroclásticos de fluxo, representados por 
ignimbritos.
● GRANITO ITACORUMBI - corresponde a hornblendabiotita monzogranitos, 
subordinadamente biotita sienogranitos, de coloração acinzentada e textura 
porfirítica de matriz fina.
● ROCHAS HIPABISSAIS - da Suíte Cambirela foram discriminadas por 
UFRGS (1999) e compreendem diques de riolito, diques de diabásio e diques 
compostos, cuja parte central é riolítica a dacítica, com enxames de enclaves 
máficos, e cujas bordas são de diabásio.
Feições 
mesoscópicas e 
macroscópicas da 
Suíte Cambirela: (a) 
textura típica do 
Granito Itacorumbi 
(barra de escala = 
1cm); (b) enclaves
microgranulares e 
aspecto textural do 
Granito Itacorumbi; 
(c) aspecto geral dos 
diques compostos da 
Enseada da Pinheira; 
(d) injeção riolítica
cortando a porção 
básica de dique 
composto.
GEOLOGIA ESTRUTURAL 
● Lineamentos 
predominantes de 
orientação E-NE.
● Segundo Bitencourt 
(1996) houve duas fases 
tectônicas: uma 
pré-transcorrênciacaracterizada por 
foliações com mergulhos 
de baixo, médio e alto 
ângulo; e uma fase de 
transcorrência contendo 
apenas foliações alto 
ângulo de mergulho.
GEOCRONOLOGIA
Compilação das idades U-Pb para o batólito Florianópolis, extraído de Correia (2016)
GEOQUÍMICA 
Área de estudo- Granitóides Precoces Neoproterozóicos (Sintectônicos).
Mapa Geológico da Região de Porto Belo. Modificado de Bitencourt, 
1996. 
Diagrama FeOt/ (FeOt + MgO) vs SiO2.
Diagrama FeOt/ (FeOt + MgO) vs Al2O3.
Florisbal et. al, 2012.
Diagrama de Shand 1943. 
Legenda. 
Florisbal et. al, 2012
Diagramas Hacker. 
Legenda.
Florisbal et. al, 2012
Diagrama de Elementos Traços vs SiO 2.
Legenda 
Florisbal et. al, 2012
Florisbal et. al, 2012
Florisbal et. al, 2012
GEOQUÍMICA 
Área de estudo- Granitóides Tardios Neoproterozóicos. 
Florisbal et al. 2012. Modificado de Bitencourt et al. 1989. 
Corrêa et al. 2016.
Corrêa et al. 2016.
Corrêa et al. 2016.
Diagramas Hacker.
Corrêa et 
al. 2016.
Corrêa et 
al. 2016.
Corrêa et al. 
2016.
Corrêa et 
al. 2016.
MODELOS E INTERPRETAÇÕES
REFERÊNCIAS
● Basei, M.A.S. 1985. O Cinturão Dom Feliciano em Santa Catarina. São Paulo. 1985 p. Tese 
de Doutorado em Geociências, Instituto de Geociências,Universidade de São Paulo.
● Bitencourt et al. Estratigrafia do Batólito Florianópolis, Cinturão Dom Feliciano, na Região 
de Garopaba-Paulo Lopes,SC. Revista Pesquisa em Geociências, Porto Alegre, v; 35, p. 
109-136, 2008.
● Zanini, L.F.P.; Branco, P.M.; Camozzato, E. & Ramgrab,G.E. (orgs.) 1997. Programa 
Levantamentos Geológicos Básicos do Brasil. Florianópolis (Folha SH.22-Z-D-V) e 
Lagoa (Folha SH.22-Z-D-VI).CPRM, Brasília, 252p., mapas. Escala 1:100.000.
● Trainini, D.R.; Dias, A.A.; Krebs, A.S.J.; Souza, E.C.; Capeletti, I.; Toniolo, J.A.; Silva, L.C. & 
Silva, M.A.S.1978. Projeto Vidal Ramos-Biguaçu. Porto Alegre, 303 p. Convênio DNPM/CPRM. 
(Relatório Interno)
● CORRÊA, V. X. ; BASEI, M. A. 2016, Geoquímica, Isotopia e geocronologia das rochas 
graníticas do Batólito Florianópolis na Ilha de Santa Catarina, SC, Brasil. 
● FLORISBAL, L.M. 2012, Petrogenesis of syntectonic granites emplaced at the transition 
from thrusting to transcurrent tectonics in post-collisional setting: Whole-rock and 
Sn-Nd-Pb isotope geochemistry in the Neoproterozoic Quatro Ilhas and Mariscal 
Granites, Southern Brazil.

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