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Elaboração do Projeto de Brocas Instrutores: Daltro J L Carvalho / André Moraes Vieira E&P-ENGP/EP/PERF E&P-CPM/CMP-SPO/SP/PERF . Evolução das Brocas de Perfuração 1859 E.L. Drake e a sonda usada para perfurar o poço em Titusville. Detalhe de brocas de percussão 1863 Broca de arrastre tipo Rabo de Peixe 1909 Broca de dois cones patentada por Howard Hugues en 1909 1910 Em 1910 Hughes patenteou a primeira broca tricónica 1930 Primeira broca mono-cónica 1925 Broca com dentes entrelaçados ou “engrenados” para autolimpeza 1933 Broca de tres cones com dentes tipo engranagem 1951 Se introduzem os insertos de carboneto de tungsteno como elementos de corte 1940 Uso de brocas de diamante natural em poços de petróleo 1953 Os primeiros cristais de diamante sintético obtidos pelo “Diamond Team” da GE 1976 Compactos de diamante sintético em suas diversas apresentacões. Os primeiros cortadores PDC eram hastes insertadasno corpo da broca 1994 A interfase não-plana da superficie entre os materials ajuda a aliviar as tensões internas nos cortadores 1978 Primeiras brocas PDC. Hastes insertadas no corpo de aço das brocas com arranjo simples em espiral A espessura da capa de diamante pode ser incrementada para dar mais durabilidade ao cortador PDC. Primeiro plano: cortador TECMAX 1994 – Presente… Selos gêmeos (Gemini) foram lançados visando incrementar a vida dos rolamentos das brocas de cones Broca PDC moderna para aplicacões com Sistema Rotatorio Direcional. Inclui cortadores ativos no calibre Insertos para brocas de cones com capa de diamante para melhorar a resistencia a abrasividade VISÃO ECONOMICA Analise Economica O custo de brocas varia de 3% a 6% do custo total da perfuração. O tempo de perfuração é em média 60% do tempo total do poço Exploratório. O custo diário de sonda > US$ 1.000.000,00 A minimização do custo métrico gera alto impacto nos custos e tempos dos poços. Análise Economica Economia por Aumento da Taxa de Penetração Entrada Saida Metros Taxa Manobra TBF US$/M US$ Total Economia 5000 5600 600 2 30,28571 300 22936,69 13762014,9 5000 5600 600 2,1 30,28571 285,7143 21944,62 13166772 -595.242,86 Economia por Minimização de Manobras 5000 5300 300 2 29,42857 150 24920,83 7476250,29 5300 5600 300 2 60,57143 150 29246,27 8773879,71 16250130 2.488.115,14 Portanto, se aumentarmos 0,1 m/h na taxa, teremos uma economia de $ 595.242 e se fizermos o intervalo somente com uma broca a economia será de $ 2.488.115 Obs: Considerando o custo diário da sonda de US$ 1.000.000,00. Projeto de Brocas O engenheiro de perfuração para fazer uma seleção adequada, deve conhecer : – Os fundamentos dos projetos das brocas. – A aplicação de cada modelo. – Menor custo métrico da fase – Mecanismo de disponibilidade – Geologia – Perfilagem – Problemas de Poço. – Restrições operacionais. ELABORAÇÃO DO PROJETO DE BROCAS 1.1) Fluxo de Projeto de Brocas no E&P-CPM/CMP-SPO/SP/PERF Encaminhamento dos Dados Básicos ou Prospecto Geológico pelo GEP Reuniões de GEP Elaboração do Programa de Brocas Encaminhamento do Programa ao GEP Execução com suporte dos Engenheiros nos postos avançados. Dados Necessários 1.1) Dados Preliminares do poço de projeto – Prospecto geológico – Poços Exploratórios. – Projeto direcional - Poços Explotatórios. – Objetivos de perfuração para cada fase (alargamento, geometria, etc) – Anormalidades esperadas – Principais restrições de projeto. (Ex.: Controle de taxa , impedimento de uso de impreg.); – Litologias – Comprimento e diâmetros das fases 1.2) Análise dos Poços Correlatos – Similaridade geológica (Dureza e Argilosidade) e geométrica com o poço de projeto; – Escolha do modelo/tipo de broca e sistema de acionamento • Lembrar que diâmetro de brocas não convencionais tem menor disponibilização. – Anormalidades de poço 1.3) Conhecimento do Especialista – Não há necessidade de dados. 1.1) Dados Preliminares para elaboração do Programa de Brocas 1.1.1) Dados Básicos -Diâmetros das fases -Extensões das fases -Topos das formações -Litologias -Lamina dágua -Correlações -Restriçoes e recomendações 1.1.2) Trajetória Direcional Poços explotatórios. Diâmetros dos revestimentos. Sapatas dos revestimentos. Inclinação e direção. Normalmente não há litologia e formações previstas. O foco principal não é o ROP e sim alcançar o alvo. Questionário Básico para o Projeto de Brocas - Critério Básico – Registro de brocas - Critério Avançado – Análise de UCS e MSE - Critério por Sistemas Especialistas – Multi-variáveis Obs.: A análise isolada somente do registro de brocas, sem considerar a UCS, pode ocasionar a propagação de um erro de escolha de broca. 1.2) Análise de Poços Correlatos 1.2.1 Critérios para escolha dos poços correlatos - Distância 1.2.2 Critérios Avançados para Escolha dos Poços Correlatos Formações perfuradas/espessura/LDA 1.2.2 Critérios para escolha dos poços correlatos (cont.) Pré-J iquiáPré-J iquiá Taquari NW 2 Km 1-RJS-655/659P EmbasamentoEmbasamento Topo do KTopo do K Topo do EocenoTopo do Eoceno Topo do SantonianoTopo do Santoniano Topo do CampanianoTopo do Campaniano Fundo do marFundo do mar 4164 m 385 m 280 m Sag K46/ 48Sag K46/ 48 Rifte K44 + K38Rifte K44 + K38 Rifte K36 (T. Estev.)Rifte K36 (T. Estev.) 4471 m 80 m 385 m Sísmica Interpretada 1.2.3 Critérios por sistemas especialistas para escolha dos poços correlatos - Análise passa de determinística para Redes Neurais. - Considera-se outras variáveis além daquelas apresentadas no critério avançado. - O próprio sistema determina internamente os pesos das variáveis. - A análise é feita por modelo de broca . - Apresenta um mapa de riscos de perfuração, tais como: – Baixa taxa – Desgastes prematuros – Anormalidades de poços – Etc. APÓS ESCOLHER OS POÇOS DE CORRELAÇÃO..... Poços de Correlação Deve-se analisar um grande número de informações de poços de correlação: – Registro de brocas (rendimento, desgaste, parâmetros, fluido, anormalidades, etc). – Sistema de perfuração usados e dados direcionais; – Geologia: Perfis, Litologia, UCS, cáliper e temperatura; – Propriedades dos fluidos de perfuração; – Níveis de vibração. – Anormalidades de poço: enceramento, vibração, perda de circulação, repassamentos, arrombamentos, baixos LOT, etc Registro de Brocas dos Poços Correlatos Analise por Registro de Brocas – Método Básico BHA’s usados – Sistemas de Acionamento. Principais problemas de Poço que interferem na performance das brocas Baixo LOT – restrição de alta geração de cascalhos Excesso de vibração – controle de parâmetros Arrombamento – restrição da vazão Enceramento Perdas de circulação – restrição de cascalhos e vazão (ECD) Limpeza de poço – controle da taxa de penetração (cascalhos) DIP das formações – ganho de inclinação Fechamento de Sal - repassamentos Geologia - Litologias/Formações/Perfis Sônicos UCS Unconfined Compressive Rock Strength CCS – Confined Compressive Strengh Variação da UCS com a Porosidade/Sônico Análise da resistência à compressão Seleção por perfis geofísicos Aumento da UCS pelo aumento do sônico.Análise da resistência à compressão: Exemplo: Considere que as leitura de um perfil de tempo de trânsito em um arenito é de 50 μseg/pé. Qual é a resistência compressiva desta formação segundo a correlação de McNally? onde: UCS em Mpa, Δt em μseg/pé, E em GPa (para converter Mpa em psi deve-se multiplicar por 145). Obs: Pela tabela do próximo slide é uma rocha dura. Seleção por perfis geofísicos )036,0exp(1200 tUCS ∆−= psiMPaUCS 28762198)50036,0exp(1200 ==×−= Tabela de UCS UCS A UCS é função do sônico compressional e litologia A escolha inadequada de determinada correlação pode gerar valores substancialmente diferentes e fazer o projetista de brocas optar por ser mais ou menos agressivo na elaboração do projeto de brocas. Se a formação é muito elástica, tende a deformar quando se comprime em lugar de fraturar. Embora a rocha tenha resistência à compressão relativamente baixa, é possível que a broca não gere cascalhos facilmente. Com brocas PDC recomenda-se o uso de cortadores grandes. As brocas de PDC desenvolveram-se, primeiramente, para perfurar formações moles a médias que antes eram perfuradas com brocas de dentes de aço e com insertos de carboneto de tungstênio. Nestas formações moles as brocas PDC têm conseguido taxas de penetração até 3 vezes mais altos que com brocas de cones. 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples )21( 1 110048.1 2 4 ]/[ 2 ]/[ 7 ][ 3 νν νρ µ − − + ⋅⋅⋅= −ftscmgbksi DTCUCS CENPES para CARBONATOS do Brasil PONTOS IMPORTANTES: São estimadas através de perfis e ajustadas em testes de laboratório para determinada área (quando os testes são feitos); Deve-se avaliar na prática a aplicabilidade de determinada correlação ao seu cenário de perfuração; A escolha inadequada de determinada correlação pode gerar valores substancialmente diferentes e fazer o projetista de brocas optar por ser mais ou menos agressivo na elaboração do projeto de brocas. Resistência Compressiva Simples Qual perfil de Resistência Compressiva adotar para projeto de brocas? O ideal é termos os dados sísmicos do poço de projeto e com estes dados estimar o perfil de UCS. Se não tomarmos cuidado na escolha da melhor correlação , a estimativa de UCS pode determinar uma perfuração de forma extremamente conservadora ou extremamente otimista. Poço A Poço B Poço C Influência das Características da Rocha Aplicação: Modelo x UCS x Abrasividade Algumas regras básicas É a energia utilizada para vencer a resistência da rocha. WOB - Peso sobre Broca AB - Área da Broca N - N° revoluções T - Torque ROP - Taxa de Penetração Energia Específica 1000 1500 2000 2500 3000 3500 4000 4500 5000 5500 6000 6500 1 10 100 1000 10000 100000 100000 0 1E+07 1E+08 1E+09 Resistência Compressiva Energia Específica Energia Específica Tendência da curva da idéia do rendimento de determinado sistema de perfuração. Rendimento Mecânico é a relação da Resistência Compressiva pela Energia Específica – RM=UCS/MSE Influência do Tipo de Fluido no Projeto de Brocas Fluido sintético: Sem requerimentos específicos para dimensionamento dos jatos e HSI. Ideal utilização de jatos com diâmetros maiores quando é possível a utilização de altas vazões. Fluido base-água: Manter HSI acima de 3 em formações com maior tendência a enceramento. Limitações de hidráulica: Sonda, ferramentas de perfilagem, alargadores, fratura da formação e etc. Fluidos mais pesados tendem a resultar em taxa de penetração mais baixa. Diferenças de projetos de Poços Exploratórios e Explotatórios PARADIGMA: Onde precisamos de mais dados ( poços exploratórios) devido ao ambiente de incerteza, não temos. Já para os poços explotatórios temos muito dado mas normalmente já temos as brocas otimizadas e o foco já não a taxa de penetração. Portanto para poços exploratórios, principalmente em regiões remotas temos: Poucos Poços de correlação Formações e Litologias atravessadas com tipo e topo incertos Fases contingenciais (problemas de poço) , levando ao um estoque maior de brocas Objetivos do poço (aprofundamento), ocorre com frequência. 1.4) Escolha das brocas e sistema de acionamento. BROCAS DE PARTES MÓVEIS DE CONES Brocas Tricônicas – Ação de Corte Brocas Tricônicas – Tipos de Insertos Brocas Tricônicas - OffSet Brocas Tricônicas – Proteção de Calibre Brocas Tricônicas - IADC Broca Tricônica Quanto a Litologia: As melhores aplicações são arenitos e conglomerados. Possibilidade de se adicionar 100% de proteção de diamente para perfuração de formações extremamente abrasivas. Quanto a Parâmetros: Salvo em formações muito moles, é sempre recomendado o uso de alto PSB e menos RPM (visando performance e maximização da vida útil das brocas). Lembrando que alto PSB gera ganho de inclinação. Fomações Duras: Brocas com maior quantidade de insertos e com insertos menores. Formações Médias-Moles: Brocas com menor quantidade de insertos e com insertos maiores. É a melhor solução para desvios severos por gerar menor torque reativo. BROCAS DE CORTADORES FIXOS • PDC • Pastilha de diamante poli cristalino assentada sobre um cilindro de carbeto de tungstênio. Resiste até 700º C, mas em condições operacionais começa a degradar a partir de 350ºC • TSP • Diamantes termicamente estáveis (termically stable policrystalline), fabricado em formas de triângulos de 3 ppq ou discos de 1 ppq. O TSP é um PDC sem a presença do cobalto, portanto, resiste até a 1200º C • Diamantes naturais • Pequenas pedras de diamantes de grande resistência à abrasão. Brocas de Diamantes Naturais - Mecanismo de Corte O mecanismo de corte deste tipo de broca é o esmerilhamento e arraste, o qual gera altas temperaturas. O tipo de diamante usado para sua construção é o diamante em sua forma natural e não comercial. O tamanho varia em PPQ de acordo com o desenho da broca: quanto mais dura e abrasiva for a formação menor o diamante (maior PPQ) que se deve usar. Os diamantes usados para este tipo de broca são arredondados, mas de forma irregular. Esmerilhamento -> Baixas ROP - 5 a 15 pes/h Brocas PDC – Mecanismo de Corte O mecanismo de corte das brocas PDC é por cisalhamento. Por seu desenho hidráulico, seus cortadores em forma de pastilha e por seus bons resultados na perfuração rotativa, é, atualmente, o tipo de broca mais usado. Grande gama de tipos e fabricantes, especiais para cada tipo de formação, desde formações muito moles até muito duras. Riscos operacionais reduzidos quando comparado as brocas de cones. Diferentes diâmetros de acordo com o projeto de cada poço. Podem rodar a altas velocidades, podendo ser utilizadas com motores de fundo ou turbinas, com diferentes pesos sobre a broca. Brocas PDC – Quanto ao Corpo PDC de corpo de aço PDC de corpo de matriz Corpo de Aço: - Formações moles - Risco de enceramento Corpo de Matriz: - Formações duras e abrasivas - Flexibilidade de projetos Brocas PDC - Nº de Lâminas e Densidade de Cortadores Brocas PDC - Ângulo de Back Rake Resistência x AgressividadeBack Rake Anle – 5 to 10 – 15 – 20 – 30 Dureza da formação – Muito mole -clays/shales. – Altas ROP’s – Todas formações. – Merlhor em formações moles - FLH – Todas formações. – Aumenra a vida do cortador. – Melhor em formações abrasivas - ARE – Formações duras – Usado ,principalmente no calibre Quanto menor o back rake, maior a agressividade do cortador Quanto maior o back rake, maior durabilidade do cortador Brocas PDC – Quanto ao Calibre Brocas PDC – Redutores de Torque Brocas PDC – Quanto ao Calibre Broca PDC Quanto a Litologias: As melhores aplicações são folhelhos, margas, rochas salinas, carbonatos e arenitos com abrasividade média-baixa. Quanto a Parâmetros: Formações moles favorecem o uso de maior RPM, Formações de média dureza em diante favorecem o uso maior PSB e menos RPM. Fomações Duras: Maior n° de lâminas, menor diâmetro de cortador, fileira dupla de cortadores. Formações Médias-Moles: Menor n° de lâminas, maior diâmetros de cortador. IADC IADC PETROBRAS- Brocas de Cortadores Fixos Broca PDC. Ex.: M0613 1º Dígito (cor vermelha) – Letra M (Matrix) ou S (Steal), representa o tipo de material usado no corpo da broca. 2º Dígito (cor azul) – Representa o nº de lâminas. 3º Dígito (cor preto) – Representa o diâmetro dos cortadores em quantidade predominante. Se forem cortadores diferentes, mas em mesma quantidade, 50 e 50%, devemos considerar os de maior diâmetro. Broca IMPREGNADA. Ex.: I1503 ; I0000 (Impregnada Careca) 1º Dígito – Letra I de Impregnada. 2º Dígito – Representa o nº de lâminas. 3º Dígito – Representa a dureza da matriz (mole-00, média-01 e dura-02) Broca DIAMANTE. Ex.: D1502 1º Dígito – Letra D de Diamante Natural. 2º Dígito – Representa o nº de lâminas. 3º Dígito – Representa o tamanho das pedras de diamante em ppq (pedras por quilate).Obs.: Ordem de grandeza: As pedras 1 ppq são maiores do que as de 3. Brocas Impregnadas Turbina_Impregn ada_Granito.avi Broca impregnada desgastada mostrando os cristais de diamante expostos Existe uma infinidade de variáveis quanto a perfis, estrutura dos cristais de diamante e matrizes de brocas impregnadas. A escolha da dureza da matriz (mole, média ou dura) é importante na exposição dos cristais e determinar o melhor equilíbrio entre a taxa e a durabilidade da broca. Broca Impregnada Quanto a Litologia: As melhores aplicações são arenitos extremamente duros e/ou abrasivos. Também tem apresentado bons resultados nos carbonatos. Quanto a Parâmetros: É sempre recomendado o uso de altíssima RPM e baixo PSB. Formações Duras: Brocas com maior quantidade de lâminas, e maior densidade de diamante. Formações Médias: Brocas com menor quantidade de lâminas, e menor densidade de diamante. É a melhor solução em poços HT. Evolução PDC x Tricônica 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 00 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 Q ua nt id ad e Ano Geral PDC Tricônica Linear (PDC) Linear (Tricônica) Sistemas de Perfuração Paulo Farizele • Motor de Fundo • RSS (Rotary Steerable System) - Auto Track - Geopilot - Power Driver • Turbinas de Perfuração Coluna Convencional Poços Verticais/Slant com baixa tendência de ganho ou dentro do objetivo Melhor monitoramento dos parâmetros operacionais (torque) Ideal para formações mais sensíveis a aplicação de PSB do que a RPM (abrasivas ou muito intercaladas) Maior chance de dano ao revestimento anterior. Menor risco de falha de coluna Menor perda de carga Maior economia – isenção da taxa de serviço das ferramentas Motor de Fundo (velocidade normal) Aplicabilidade em todos os tipos de poços e formações. Em poços com forte requerimento direcional, como desvio é fundamental o uso com brocas tricônicas. Solução melhor que Rotary Steerable para esta finalidade. Maior proteção do revestimento Menor vibração lateral Mais suscetível ao peso (stall) Motor de Fundo (Alto Torque) Atualmente é o motor mais usado em rochas duras Fases superficiais longas com previsão de uso de brocas tricônicas (visando aumento da vida útil das brocas). Ideal para formações mais sensíveis a aplicação de PSB do que a RPM (abrasivas ou muito intercaladas) Desenhos de brocas PDC específicos para rochas extremamente duras normalmente possuem maior requerimento de torque pois são projetadas para trabalhar com maior PSB. Motor de Fundo (Alta Velocidade) e Turbina de Perfuração Rochas duras a muito duras com abrasividade média a alta em cenário com histórico de várias manobras e taxas de penetração baixas. Utilização com brocas impregnadas. Turbina: atualmente é a ferramenta de acionamento mais usada no Pré-Sal Turbina: Ideal para altas temperaturas. Turbina: Elevado TBF (históricos na Petrobras > 500h de perfuração) Turbina: poço mais calibrado e baixa vibração Alta perda de carga Rotary Steerable Forte requerimento direcional (necessidade de orientação a todo tempo) Apresentam maior risco de falha que os motores de fundo, portanto, sua aplicação é mais indicada em cenários de perfuração mais conhecidos Utilizado em poços de desenvolvimento da produção com brocas de PDC com características específicas para redução dos níveis de vibração Utilizado no sal para manutenção da verticalidade Maior risco de dano no Revestimento Maior custo, comparado com motor e turbina Principais Restrições de Projeto Disponibilidade em estoque e prazos de compra. Mudanças no cronograma. Mudanças do projeto do poço (sapatas, diâmetros de fase, fluido, direcional, etc). Limitação de parâmetros mecânicos e Hidráulicos devido equipamentos do BHA. Projetos alternativos. Áreas remotas – falta de dados. Limites orçamentários dos poços de parceria. Ferramentas auxiliares Exata – Acompanhamento de Litologia e Parâmetros Operacionais em Tempo Real; Sigeo – Litologia interpretada e perfis de poços; Regbroca/Sisbroca – Banco de Dados com registros de brocas; Confiabilidade de rolamentos – Curvas levantadas com base no histórico de brocas do para estimar vida útil dos rolamentos das brocas tricônicas; Sest – Módulo de Propriedades Mecânicas das Rochas; Programas de Resistência Compressiva Simples das contratadas. Sistema de Otimização por Inteligência Artificial ( em andamento) OTIMIZAÇÃO Escolha dos Parâmetros Bourgoyne Por registro de brocas (historico) Sistemas Especialistas Metodos antigos – Gale Woods Exercícios de Fixação 1) Qual formação tende a ser mais difícil de se perfurar @3000m? a) b) 3000m 2000m 1000m LDA LDA 2) Que sistema e tipo de broca você recomendaria para as fases de 17 ½” (sal) e 12 ¼” (calcilutito muito duro e rocha ígnea) com base no prospecto geológico ao lado? Exercícios de Fixação Exercícios de Fixação 3) A fase de 17 ½” do prospecto ao lado possui folhelhos bastante reativos. A fase está prevista com fluido base água e a sonda possui baixa capacidade de bombas. Qual sistema de perfuração seria o mais recomendado? E se tivéssemos um sonda com boa capacidade? 4) Durante a perfuração do poço Horizontal Partilhado abaixo houve um evento de prisão de coluna e não se obteve êxito na pescaria. Seránecessário fazer um desvio com DLS previsto de 6°/30m. Qual sistema de perfuração seria o mais adequado para esta operação? E para prosseguir até o final da fase? Exercícios de Fixação 5) A fase do poço ao lado é a única correlação que temos para um novo prospecto com previsão de litologia similar. Com base nos registros de brocas abaixo qual sistema você recomendaria? Exercícios de Fixação 6)O prospecto ao lado é bastante frequente em determinado campo. Até então nos poços correlatos somente foram utilizadas brocas de PDC, e esta fase é feita sempre com 4 brocas. O arenito encontrado possui dureza média e elevada abrasividade, o que pode ser observado através do elevado desgaste das brocas 1, 2 e 3 que acabam saindo do poço por taxa de penetração. Apresente soluções para otimização da perfuração. -1 -2 -3 -4 Exercícios de Fixação 7)O prospecto ao lado é bastante frequente nos poços do pré-sal da Bacia de Santos. Como perfurar a fase de 26” em uma única corrida? Exercícios de Fixação PDC Mista KYMERA Bicônica 8)A broca tricônica de Dentes de Aço IADC 115M saiu encerada @2436m. O que devemos programar para prosseguir a fase? Exercícios de Fixação 9) Precisamos investigar com perfil de densidade neutrão os reservatórios previstos na fase de 17 ½” do poço ao lado. Que tipo de ferramenta podemos utilizar para otimizarmos a perfuração e investigarmos os arenitos conforme solicitação da geologia? Exercícios de Fixação Alargador Concêntrico Fixo Seqüência lógica para a seleção de uma broca: a) Obter informações dos poços de prospecção: identificar o objetivo do poço, diâmetro do poço, dados do intervalo a perfurar, tipo de formação geológica, condições e requerimentos especiais do poço incluindo restrições e indicadores da perfuração. b) Selecionar a estrutura de corte identificando o tipo, tamanho, densidade, distribuição e inclinação dos cortadores. Também determinar o perfil e material do corpo da broca o qual influencia na estabilização e agressividade durante a perfuração. Seleção de brocas Seqüência lógica para a seleção de uma broca: c) Selecionar o desenho hidráulico: identificar a hidráulica ótima para perfurar (vazão, densidade do fluido, diâmetro dos jatos e os canais de fluxo entre as aletas) com base na limpeza abaixo da broca e resfriamento da broca. d) Elaborar análise econômica: identificar o custo por metro baseado na performance e na durabilidade da broca. Seleção de brocas Análise de históricos: A análise dos poços de correlação ajuda a compreender as condições no fundo do poço, as limitações de sua perfuração e, em alguns casos, a adequada seleção das brocas. Esta análise começa com uma coleta de registros de brocas e informação relacionadas com o poço. Deve-se ter a precaução de que os registros das brocas sejam representativos do que será perfurado no poço objetivo. As informações também devem ser atualizadas e refletir os tipos de brocas recentes. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Análise de históricos Dados de poços de correlação: Litologia Tempo de trânsito Taxa de penetração Tempo de broca fundo Tipo de fluido Características de perfuração: com ou sem motor UCS - Unconfined Compressive Strength Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Tempo de Transito Médio Tempo de Broca Fundo 90 80 70 60 50 40 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 2300 2400 2500 2600 2700 2800 2900 3000 3100 3200 3300 3400 3500 3600 3700 3800 3900 4090 12010 50 100 1 2 1 / 4 Fluido Conv. Nitrog. Perfura C/ MF S/ MF 2903 3853 01 IADC=517XW 8 1 / 2 02 04 PALER MO RIO BONITO 2503 2713 TACIBA CAMPO MOURà O PONTA GROSS A 3900 3293 FURNAS com proteção calibre IADC=537G com proteção calibre com proteção calibre 03 IADC=547MGL com proteção calibre com proteção perna 05 com proteção calibre com proteção perna para Motor Fundo para Motor Fundo 06 07 IADC=737YG com proteção calibre 09 08 com proteção calibre com proteção calibre 10 11 12 IADC=737YG com proteção calibre com proteção perna IADC=837YG IADC=627MGL com proteção calibre com proteção perna para Motor Fundo IADC=627GL com proteção calibre com proteção perna com proteção calibre com proteção perna 13 14 15 16 17 18 com proteção calibre com proteção perna 19 20 com proteção calibre com proteção perna com proteção calibre com proteção perna IADC=537G IADC=547MGL IADC=547MGL com proteção perna para Motor Fundo IADC=547MGL com proteção perna para Motor Fundo IADC=737YG IADC=837YG IADC=737YG IADC=627GL Objetivos de perfuração : É fundamental conhecer os objetivos da perfuração, que incluem todo o tipo de requisitos especiais de operação para perfurar o poço. Esta informação ajudará a determinar as melhores características da broca que requer a aplicação e concentrar seus esforços em satisfazer as necessidades da companhia perfuradora e seus requisitos de perfuração. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Economia: O fator econômico é fundamental para a escolha de determinadas brocas com relação às outras. O custo da broca somente não deve determinar a sua escolha e sim sua relação com a performance. A escolha das brocas que irão perfurar um determinado intervalo deve levar em conta o menor custo por metro. Direcional: O tipo de direcional é um critério importante para selecionar as características de qualquer broca. Uma vantagem específica das brocas de diamante é o seu grande alcance. Estes tipos de poços, geralmente, tem seções homogêneas muito prolongadas que são ótimas para as aplicações de brocas de diamante. A densidade dos cortadores, a quantidade de canaletas, o controle de vibração e o calibre da broca são parâmetros de seleção fundamentais em poços direcionais. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Taxa de penetração: A taxa de penetração é uma indicação da dureza da rocha; entretanto uma seleção de broca inadequada pode ocultar as características de dureza da rocha. Isto é particularmente válido quando se elege uma broca demasiadamente dura para uma aplicação. A broca para formações mais duras, devido a densidade de seus cortadores e da projeção de seus dentes, tem um limite superior de coeficiente de penetração. Geralmente, a medida em que se perfura mais fundo, se espera utilizar brocas cada vez mais duras. A análise das resistências das rochas tem revelado que este paradigma nem sempre é valido e, em muitos casos, as brocas para formações mais moles podem ser utilizadas com êxito em partes mais profundas do poço. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Fluidos de perfuração: O tipo e a qualidade do fluido de perfuração tem um efeito muito importante no rendimento da broca. Os fluidos de perfuração com base óleo melhoram o rendimento das estruturas de corte de PDC. O fluido de perfuração a base água apresenta maiores problemas de limpeza em função da reatividade das formações na fase aquosa do fluido de perfuração. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Energia hidráulica: Esta energia proporciona a limpeza e o resfriamento da broca. É referenciada em termos de cavalo de força hidráulica por polegada quadrada de superfície (HSI). Uma melhor utilização de energia hidráulica é feita por meio de adequada seleção de brocas e parâmetros de operação.As brocas de diamante devem funcionar de acordo com escalas hidráulicas específicas para assegurar sua eficiente limpeza e esfriamento. O índice de potência hidráulica (HSI) afeta o resfriamento da broca e pode causar danos térmicos a estrutura dos cortadores. A falta de limpeza em formações argilosas pode encere a broca provocando um rendimento deficiente. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Restrições de parâmetros de perfuração (PSB e RPM): Alguns parâmetros de operação geram restrições ao uso de um tipo ou outro de broca. – Limitações de peso sobre a broca: Quando se encontram situações de PSB limitado, uma estrutura de corte eficiente como uma PDC tem possibilidade de oferecer maior taxa de penetração que uma broca de cones. – Velocidade de rotação (RPM): A velocidade que se espera utilizar na broca indica os parâmetros de vibração e resistência que são necessários para manter um desgaste controlado da broca e prolongar sua duração. As brocas de diamante podem ser utilizadas melhor que as de cones em altas velocidades de rotação. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Poços profundos: Estes poços podem resultar em um tempo de manobra muito elevado. Como resultado, a eficiência de perfuração é extremamente reduzida. Deve-se considerar uma broca de diamante devido a maior duração da broca, reduzindo a quantidade de manobras e melhorando a eficiência da perfuração. Poços de diâmetro reduzido: Se o poço tem menos de 6 ½”, é necessária a redução física do tamanho dos rolamentos em todas as brocas de cones. Estas limitações requerem uma limitação do PSB. Deve-se considerar uma broca de diamante para aumentar a taxa de penetração e para permanecer mais tempo no poço. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Aplicações com motor de fundo: Alguns motores funcionam a altas velocidades (>250 RPM). O RPM excessivo aumenta a carga térmica nos rolamentos e acelera as falhas da broca. Deve-se considerar o uso de brocas de diamante que não possuem partes móveis para otimizar o RPM e os objetivos de perfuração. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Litologia: Geralmente, a informação litológica é a primeira que se necessita para determinar a melhor seleção. A definição dos tipos de rochas ajudará a determinar o tipo de corte necessário para vencer a sua resistência, a densidade requerida para os cortadores, a configuração hidráulica estimar a duração da broca e seu coeficiente de penetração. Tipo de rocha: Com dados precisos sobre as formações que serão perfuradas no intervalo objetivo, poderão ser selecionadas com mais facilidade a estrutura de corte ótima e a densidade que requer a aplicação, quer seja broca tricônica ou de diamante. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Transição: Indica trocas de dureza da formação do intervalo objetivo que provocara esforços diferenciados no perfil da broca através da transição. As vibrações axiais, de torção e laterais também são esperadas. A qualidade e a densidade específica dos cortadores constituirão o critério de seleção. Tendências de desvio: Normalmente isto se relaciona com perfuração de transição. O tipo de calibre é o critério de seleção fundamental para estas aplicações Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Formações fraturadas e/ou nodulares: Geralmente neste tipo de formação não se pode utilizar a maioria das brocas de diamante devido ao dano por impacto da estrutura cortadora. Porém, existem estruturas cortadoras que podem perfurar com eficiência nestas aplicações. Homogeneidade: Existe mais flexibilidade de seleção com respeito a características agressivas da broca, como menor densidade dos cortadores. Para as brocas tricônicas somente basta escolhê-las de acordo com a dureza da rocha. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Vibração: A vibração no processo de perfuração tem se demonstrado fundamental no rendimento e na duração das brocas de perfuração. Na realidade, o controle das vibrações forma, na atualidade, parte integral da tecnologia e projeto das brocas. Existem parâmetros de seleção das brocas que se referem especialmente ao controle de vibração. A seleção do calibre da broca também desempenha função importante para determinar o nível de controle de vibração, seja ela tricônica ou de diamante. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Curvas de confiabilidade de brocas com partes móveis: Estas curvas são fornecidas pelos fabricantes de brocas de cones. Elas fornecem uma probabilidade de vida útil de uma broca de cones em função do número de revoluções. Observa-se na figura a seguir que a broca 8 ½” MXL tem 80% de probabilidade de alcançar 600,000 revoluções, desde que trabalhe dentro do range de peso sobre broca sugerido pelo fabricante (ver Drill Bit Classifier) e perfure formações com dureza e abrasividade compatíveis. Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Curvas de confiabilidade de brocas com partes móveis: Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Curvas de confiabilidade de brocas com partes móveis: Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Curvas de confiabilidade de brocas com partes móveis: Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas • Perfis geofísicos Os registros geofísicos dos poços são uma importante fonte de informação sobre as características das formações que se perfuram. Existe uma grande variedade, cada um projetado para medir diferentes propriedades das rochas. Os registros necessários são: – Registro Neutrônico – NPHI – Registro de Raios Gama – GR – Registro sônico – DT – Registro de Densidade – RHOB – Análise da resistência à compressão – UCS e CCS Seleção de brocas Critérios para seleção de brocas Registro Neutrônico – NPHI: Mede a capacidade das formações para atenuar os fluxos de nêutrons. Os nêutrons não fluem facilmente através de formações que tenham alto conteúdo de hidrogênio, assim permite medir o hidrogênio da formação. Esta medida pode ser usada para computar a porosidade da formação, litologia e detecção de hidrocarbonetos leves ou a gás. Registro de Raios Gama – GR: Detecta o grau de radiação gama natural que emitem as formações. Utilizado para a identificação da litologia, a identificação de minerais radioativos e para o cálculo e volume de argilas ou argilosidades. Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Registro sônico – DT: Depende da propagação das ondas acústicas através da formação. Mede a diferença nos tempos de trânsito de uma onda mecânica através das rochas. As ondas são geradas por um transmissor situado na ferramenta. Os receptores, também situados na ferramenta, captam as ondas de retorno da e calculam o tempo de deslocamento. Quanto mais curto o intervalo entre a emissão e a recepção das ondas, mais densa será a formação. É utilizada para estimativas de porosidade, correlação poço a poço, estimativas do grau de compactação das rochas ou estimativa das constantes elásticas e detecção de fratura. Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Registro de Densidade – RHOB: Mede a densidade em massa da formação. A ferramenta de registro tem uma fonte de raios gama e alguns detectores. Detecta os raios gama defletidos pelos elétrons orbitais dos elementos componentes das rochas. Além da densidade, permite o cálculo da porosidade e a identificação das zonas de gás. Formações de baixa porosidade dispersam os raios gama, assim poucos são detectados pela ferramenta. Formaçõesde alta porosidade têm menor efeito de dispersão dos raios gama, assim permite uma maior quantidade ser detectada. Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Potencial espontâneo – SP: Este perfil mede a diferença de potencial entre dois eletrodos, um na superfície e outro dentro do poço. Permite detectar as camadas permoporosas, calcular a argilosidade das rochas e auxiliar na correlação de informações com poços vizinhos. Indução – ILD: Fornece leitura aproximada de resistividade da rocha através da medição de campos elétricos e magnéticos induzidos nas rochas. Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Análise da resistência à compressão: É um método qualitativo, para calcular a dureza da rocha. Antigamente a análise da dureza das rochas baseava-se no uso do registro da velocidade das ondas sonoras, obtidas de registros sônicos, como meio de representar pela medição direta o calculo da dureza. Hoje, existem programas para obter o valor correspondente a resistência à compressão de rochas não confinadas, pressão atmosférica, usando a informação da velocidade sônica para computar um valor correspondente a dureza da rocha não confinada. Embora este enfoque seja melhor que usar diretamente as velocidades sônicas, o cálculo da dureza de rochas não confinadas, assim obtido, é freqüentemente muito mais baixo que o das rochas confinadas. A resistência da rocha Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Análise da resistência à compressão (cont): Algumas cias de brocas possuem programas de computador que ajudam a selecionar brocas. Os dados do registro são introduzidos nestes programas, sendo esta informação a base para calcular a resistência à compressão da rocha nas condições de fundo. Estes programas definem com maior precisão a dureza da rocha, referente à dureza confinada, valor que se aproxima da dureza das formações no fundo do poço. Os programas utilizam os registros sônicos e de raios gama, assim como grande número de dados de registro da lama de perfuração. Dentro da escala de litologia, para o qual são válidos os programas, se pode determinar a dureza das rochas com mais precisão. Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Análise da resistência à compressã o Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Análise da resistência à compressão (cont): Alguns pesquisadores têm estudado a relação entre resistência compressiva e o tempo de trânsito das formações. Chandong Chang (2004) publicou um trabalho que apresenta várias destas correlações. Para o cálculo da resistência compressiva não confinada (UCS) sugere-se utilizar para arenito a correlação de McNally. Para folhelho sugere-se a correlação de Horsrud. Já para carbonato existe uma tendência de usar a correlação de Militzer e Stoll, apesar dos dados de carbonatos variarem muito. Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Análise da resistência à compressão (cont): Correlação ode McNally para arenito é a seguinte: Correlação de Horsrud para folhelho é a seguinte: Correlação de Militzer e Stoll para carbonato é a seguinte: onde: UCS em Mpa, Δt em μseg/pé, E em GPa (para converter Mpa em psi deve-se multiplicar por 145). Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Análise da resistência à compressão (cont): Exemplo: Considere que as leitura de um perfil de tempo de trânsito em um arenito é de 50 μseg/pé. Qual é a resistência compressiva desta formação segundo a correlação de McNally? Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos Análise da resistência à compressão (cont): Exemplo: Considere que as leitura de um perfil de tempo de trânsito em um arenito é de 50 μseg/pé. Qual é a resistência compressiva desta formação segundo a correlação de McNally? onde: UCS em Mpa, Δt em μseg/pé, E em GPa (para converter Mpa em psi deve-se multiplicar por 145). Obs: Pela tabela do próximo slide é uma rocha dura. Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos )036,0exp(1200 tUCS ∆−= psiMPaUCS 28762198)50036,0exp(1200 ==×−= Análise da resistência à compressão Seleção de brocas Seleção por perfis geofísicos A primeira e mais importante tarefa para selecionar e utilizar uma broca em uma aplicação é realizar a completa descrição das formações a se perfurar. O conhecimento de suas propriedades físicas pode demonstrar alguns indicativos sobre o tipo de broca a utilizar em intervalos determinados. Se a formação é muito elástica, tende a deformar quando se comprime em lugar de fraturar. Embora a rocha tenha resistência à compressão relativamente baixa, é possível que a broca não gere cascalhos facilmente. Em situações de perfuração com brocas PDC recomenda-se o uso de cortadores grandes. Seleção de brocas Dicas Se a formação é muito elástica, tende a deformar quando se comprime em lugar de fraturar. Embora a rocha tenha resistência à compressão relativamente baixa, é possível que a broca não gere cascalhos facilmente. Em situações de perfuração com brocas PDC recomenda-se o uso de cortadores grandes. As brocas de PDC desenvolveram-se, primeiramente, para perfurar formações moles a médias que antes eram perfuradas com brocas de dentes de aço e com insertos de carboneto de tungstênio. Nestas formações moles as brocas PDC têm conseguido taxas de penetração até 3 vezes mais altos que com brocas de cones. ALGUMAS DICAS As brocas de PDC desenvolveram-se, primeiramente, para perfurar formações moles a médias que antes eram perfuradas com brocas de dentes de aço e com insertos de carboneto de tungstênio. Nestas formações moles as brocas PDC têm conseguido taxas de penetração até 3 vezes mais altos que com brocas de cones. A resistência da rocha pode estar relacionada com a litologia. Deve-se ter o cuidado de não confundir o nome da formação com o tipo de rocha. Seleção de brocas Dicas HIDRÁULICA Papel dos Jatos da Broca – Aumentar a capacidade de limpeza do fluido de perfuração no fundo do poço – Remover os fragmentos de rocha, contribuindo para o aumento da vida útil da broca Dimensionamento dos Jatos de Broca – Otimizar a taxa de penetração e a vida útil da broca – Compatível com os recursos disponíveis e com o projeto e planejamento do poço Seleção dos jatos Brocas PDC - Enceramento Jatos Triconica.mpg Equação de Bernoulli ao longo de uma linha de corrente constante 2g vz g p 2 =++ ρp0 v0 p1 vn 2 vp 2 vp 2n1 2 00 +=+ ρρ 2 vp 2 n b ρ=∆ Considerando o Coeficiente de Descarga Cd 2 d 2 n b 2C vp ρ=∆ Normalmente a broca tem 3 ou mais jatos. Assim, como ∆pb é igual para todo jato: j j 2 2 1 1 n A q ... A q A qv ==== 2 d 2 t 2 b C2A qp ρ=∆ ( )j21nj21 A...AAvq...qq +++=+++ 22 d 2-5 b C q 8,311x10p tA ρ =∆ Seleção dos jatos Definições – Potência Hidráulica – Força de Impacto Critérios de Dimensionamento – Maximizar Potência Hidráulica - Pb=64%P.parasitas • Pouco usada, pois trabalha com baixas vazões e menores TFA – Maximizar Força de Impacto na Broca - Pb=48%P.paras. • Mais usada, pois permite melhores carreamentos (maior vazão) 1714 pqP bh ∆ = bdj pqC01823,0F ∆= ρ Seleção dos jatos Seleção de Jatos Potência hidráulica x Força de impacto. Seleção de Jatos Potência hidráulica x Força de impacto Seleção de jatos- Tabela de TFA Entrada Saída ∆p na superfície - ∆ps ∆p através dos tubos de perfuração - ∆pdp ∆p atravésdos comandos de perfuração - ∆pdc ∆p através dos jatos da broca - ∆pb ∆p através do anular entre os comandos de perfuração e o poço - ∆pdca ∆p através do anular entre os tubos de perfuração e o poço - ∆pdpa Seleção dos jatos Estimativa da Pressão de Bombeio Pressão de Bombeio e as perdas por Fricção – Denominando-se de Perdas Parasitas (∆pd) – Assim, a pressão de bombeio fica definida por – Normalmente as perdas parasitas são modeladas por cqm dpadcabdcdpsp ppppppp ∆+∆+∆+∆+∆+∆= dpadcadcdpsd pppppp ∆+∆+∆+∆+∆=∆ dbp ppp ∆+∆= m bp cqpp +∆= c é uma constante expoente m fica próximo a 1,75 Seleção dos jatos Estimativa da Pressão de Bombeio DESGASTE DE BROCAS Desgaste das Brocas Importância da boa análise – Escolha da próxima broca. – Projeto do próximo poço. – Estudos e simulações de vida útil e taxa. – Análise de vibrações. – Comparações entre fabricantes e tipos. – Estima características da formação Os fatores que afetam o desgaste das brocas podem ser divididos em: – geológicos – de operação – de manejo e transporte Os dois últimos parâmetros podem ser evitados, porém o primeiro deve ser bem estudado antes da definição do tipo de broca a ser utilizado. Desgaste das brocas Fatores que afetam o desgaste das brocas Fatores geológicos: É o mais importante na seleção e operação de uma broca. Pode-se destacar: – Abrasividade: Arenitos e outras litologias ricas em quartzo tem alta abrasividade que aumenta com a dureza da formação, tamanho e forma dos grãos. O calibre é o parâmetro mais afetado. – Resistência especifica da rocha: Rochas com alto confinamento, que podem ocorrer em zonas mais superficiais devido a levantamentos tectônicos são causas de desgastes prematuros. O grau de resistência depende da cimentação dos grãos, forma e tamanho. Desgaste das brocas Fatores que afetam Fatores de operação: – Peso sobre a broca – Rotação – Limpeza do fundo do poço – Geometria do poço – Vibração – Temperatura (PDC) – Corte de acessórios de cimentação Desgaste das brocas Fatores que afetam Fatores que afetam o desgaste: Peso sobre a broca: O peso tem uma influência exponencial no desgaste da estrutura cortante , portanto, devemos respeitar os limites máximos indicados pelas recomendações de projeto ou pelo fabricante, caso contrário, a broca terá um desgaste prematuro, seja ela de cones ou de diamante. Pode-se atingir um peso tal que o desgaste é instantâneo. Desgaste das brocas Fatores que afetam Fatores que afetam o desgaste: Velocidade de Rotação (RPM): Cada modelo de broca possui um regime máximo de RPM e acima deste valor podemos ter um desgaste exponencial da estrutura cortante. No caso de rolamentos temos uma influência muito maior na degradação. Existem brocas de tricônicas especiais para altas RPM e para operar em condições de alta temperatura com segurança. Em formações moles um aumento na RPM resulta em um aumento proporcional da ROP. É possível que em algumas formações mais duras ocorra o contrário. Desgaste das brocas Fatores que afetam – Limpeza do fundo do poço: A limpeza do fundo do poço é um dos fatores que afetam o desgaste da broca, evitando que a broca encere ou retrabalhe os cascalhos. O efeito da hidráulica é mais importante em brocas de cortadores fixos por evitar um maior aquecimento da estrutura cortante. – Geometria do poço: Ao desviar um poço, pode-se utilizar PSB e RPM não recomendáveis para aumentar, diminuir ou manter o ângulo, o que pode causar o desgaste prematuro das brocas. Desgaste das brocas Fatores que afetam Desgaste de brocas Desgaste de brocas Desgaste de brocas Temperatura: Desgaste das brocas Fatores que afetam Manejo e Transporte: Após retirar a broca da caixa, principalmente se for PDC, deve-se colocá-la sobre madeira ou algum tapete de borracha, pois os cortadores são muito frágeis e podem lascar facilmente. Outro cuidado é ao passar a broca pela mesa rotativa, pois com o balanço da sonda a mesma pode se chocar na mesa rotativa. Desgaste das brocas Fatores que afetam Brocas PDC/Tricônicas Graus de desgaste Planilha de Desgaste p/ PDC E&P-SERV/US-PO/SP RELATÓRIO DE DESGASTE BROCA PDC (Método Petrobras) SONDA: POÇO: DIÂM.: TIPO: SÉRIE: Aleta 1 Aleta 2 Aleta 3 Aleta 4 Aleta 5 DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL Aleta 6 Aleta 7 Aleta 8 Aleta 9 Aleta 10 DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL DESG. TIPO LOCAL OUTROS DESGASTES RESUMO Local Σ Desg. ÷ Quant. Média *Valor CONE NARIZ OMBRO GAGE Área Σ Desg. ÷ Quant. Média *Valor COMENTÁRIOS Interna = C + N Externa = O + G Tipo Desgaste Σ Desg. ÷ Quant. Média % IQ ID IP IL OBSERVAÇÃO PP TT *Valor = arredondamento da média, onde frações iguais ou maiores que 0,25 tornam-se iguais a 1 (0,25=1). Ex.: Média = 3,24 = 3 ; Média = 3,25 = 4. N/C Enceramento Ocorre preferencialmente com brocas de IADC’s mais elevados. Cenário: Folhelho ou Marga hidratável com lama de perfuração base água. Sintomas: • Elevada redução do torque. • Grande redução na taxa de penetração sem mudança litológica, retornando ao normal após procedimentos de limpeza. • Aumento da pressão de trabalho. Enceramento - Procedimentos 1) Levantar a coluna o máximo do fundo do poço e com a maior vazão possível, girar a coluna com a máxima velocidade com paradas bruscas. 2) Deixar a coluna descer com velocidade e quando a mesma estiver a 2 metro do fundo freiar bruscamente p/ desprender a argila da broca. 3) Reiniciar a perfuração com baixo peso máximo 5.000lbs só existe enceramento em formação mole, sendo assim não necessitamos de alto peso para perfurá-la. 4) Caso a taxa não se restabeleça, bombear um tampão de detergente com soda cáustica com a broca no fundo do poço, com baixo peso e alta rotação. 5) Se o torque aumentar, é sinal que a broca desencerou, levante a coluna do fundo e circule por 5 min p/ limpar a broca. 6) Nunca tocar o fundo com a bomba desligada. 7) Nunca perfurar formação argilosa com baixa vazão(>60 x diam.broca) ou HSI>3 8) Sempre iniciar a perfuração com a vazão recomendada. OBS: Existe um outro procedimento que é o inverso deste, isto é, coloca-se alto peso na broca com RPM< 10 RPM e assim que o torque flutuar , retira-se a coluna do fundo e aplica-se o item 3. Enceramento - ProcedimentosApós todos os procedimentos acima a taxa de penetração não se restabelecer, poderemos pensar em intercalação dura. Procedimento: com baixa rotação, aplicar peso gradativo até o máximo permitido. Caso não se obtenha sucesso, manobrar e substituir por uma broca mais adequada. Se a broca chegar encerada, substituir por um IADC mais agressivo. Ex.: PDC M0813 para M0619 ou tricônica de 445M para 117M. Obs: Existe brocas com tratamento para repelir argilas- testes não conclusivos Enceramento – Método Gráfico Enceramento - Exemplo OUTROS TIPOS DE BROCAS Outros Tipos de Brocas Brocas para uso com martelo (pneumático ou hidráulico): Outros Tipos de Brocas Brocas de Discos: Em desenvolvimento para rochas duras. Seu mecanismo de corte é a formação de micro fissuras. Outros tipos de brocas Como funciona? • Um cortador PDC é posicionado no cone para remover o testemunho. • Um cortador TSP é colocado na superfície angular onde o testemunho é quebrado para aumentar a resistência ao desgaste. • Uma área de alívio é posicionada entre a parede do testemunho e a superfície em ângulo para facilitar a quebra. Outros tipos de brocas • Broca de micro-testemunhagem : Outros tipos de brocas • Broca de micro-testemunhagem : Utilização de uma broca de cortadores fixos com intuito de melhorar a qualidade de amostras de calha, otimizando a interpretação da rocha pela geologia sem onerar a taxa de penetração. Cascalhos de brocas impregnadas Cascalhos de formação dútil / micro testemunhos / cascalhos de formação frágil Broca Expansível Elaboração do Projeto de Brocas Evolução das Brocas de Perfuração� Número do slide 3 Número do slide 4 Número do slide 5 Analise Economica Análise Economica Projeto de Brocas Número do slide 9 1.1) Fluxo de Projeto de Brocas no E&P-CPM/CMP-SPO/SP/PERF Dados Necessários 1.1) Dados Preliminares para elaboração do Programa de Brocas Número do slide 13 Número do slide 14 Questionário Básico para o Projeto de Brocas � - Critério Básico – Registro de brocas�� - Critério Avançado – Análise de UCS e MSE�� - Critério por Sistemas Especialistas – Multi-variáveis���Obs.: A análise isolada somente do registro de brocas, sem considerar a UCS, pode ocasionar a propagação de um erro de escolha de broca.� 1.2.1 Critérios para escolha dos poços correlatos - Distância 1.2.2 Critérios Avançados para Escolha dos Poços Correlatos Número do slide 19 1.2.3 Critérios por sistemas especialistas para escolha dos poços correlatos Número do slide 21 Poços de Correlação Registro de Brocas dos Poços Correlatos Analise por Registro de Brocas – Método Básico BHA’s usados – Sistemas de Acionamento. Principais problemas de Poço que interferem na performance das brocas Geologia - Litologias/Formações/Perfis Sônicos UCS Unconfined Compressive Rock Strength Número do slide 29 Número do slide 30 Número do slide 31 Número do slide 32 Tabela de UCS UCS 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples Número do slide 38 1.3.6)Resistência Compressiva Simples 1.3.6)Resistência Compressiva Simples Resistência Compressiva Simples Número do slide 42 Número do slide 43 Número do slide 44 Número do slide 45 Número do slide 46 Energia Específica Energia Específica Influência do Tipo de Fluido no Projeto de Brocas Diferenças de projetos de Poços Exploratórios e Explotatórios 1.4) Escolha das brocas e sistema de acionamento. Número do slide 52 Brocas Tricônicas – Ação de Corte Brocas Tricônicas – Tipos de Insertos Brocas Tricônicas - OffSet Brocas Tricônicas – Proteção de Calibre Número do slide 57 Brocas Tricônicas - IADC Broca Tricônica Número do slide 60 Número do slide 61 Número do slide 62 Brocas de Diamantes Naturais - Mecanismo de Corte Brocas PDC – Mecanismo de Corte Brocas PDC – Quanto ao Corpo �Brocas PDC - Nº de Lâminas e Densidade de Cortadores� Brocas PDC - Ângulo de Back Rake Resistência x Agressividade Brocas PDC – Quanto ao Calibre Brocas PDC – Redutores de Torque Brocas PDC – Quanto ao Calibre Broca PDC IADC IADC PETROBRAS- Brocas de Cortadores Fixos Número do slide 74 Broca Impregnada Evolução PDC x Tricônica Sistemas de Perfuração� Coluna Convencional� Motor de Fundo (velocidade normal)� Motor de Fundo (Alto Torque)� Motor de Fundo (Alta Velocidade) e Turbina de Perfuração Rotary Steerable� Principais Restrições de Projeto� Ferramentas auxiliares Número do slide 85 Escolha dos Parâmetros Exercícios de Fixação Número do slide 88 Exercícios de Fixação Número do slide 90 Número do slide 91 Número do slide 92 Número do slide 93 Número do slide 94 Número do slide 95 Número do slide 96 Número do slide 97 Número do slide 98 Número do slide 99 Número do slide 100 Número do slide 101 Número do slide 102 Número do slide 103 Número do slide 104 Número do slide 105 Número do slide 106 Número do slide 107 Número do slide 108 Número do slide 109 Número do slide 110 Número do slide 111 Número do slide 112 Número do slide 113 Número do slide 114 Número do slide 115 Número do slide 116 Número do slide 117 Número do slide 118 Número do slide 119 Número do slide 120 Número do slide 121 Número do slide 122 Número do slide 123 Número do slide 124 Número do slide 125 Número do slide 126 Número do slide 127 Número do slide 128 Número do slide 129 Número do slide 130 Número do slide 131 Número do slide 132 Número do slide 133 Número do slide 134 Número do slide 135 Número do slide 136 Número do slide 137 Número do slide 138 Número do slide 139 Número do slide 140 Número do slide 141 Número do slide 142 Desgaste das Brocas Número do slide 144 Número do slide 145 Número do slide 146 Número do slide 147 Número do slide 148 Número do slide 149 Número do slide 150 Número do slide 151 Número do slide 152 Número do slide 153 Número do slide 154 Número do slide 155 Número do slide 156 Enceramento Enceramento - Procedimentos Enceramento - Procedimentos Enceramento – Método Gráfico Enceramento - Exemplo Número do slide 162 Outros Tipos de Brocas� Outros Tipos de Brocas Número do slide 165 Outros tipos de brocas Broca Expansível