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Princípio da adequação (adaptabilidade) - Resumo

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Processo Civil - Resumo
PRINCÍPIO DA ADEQUAÇÃO
Este princípio também decorre do devido processo legal e estabelece que as
normas devem ser adequadas a cada caso conc reto, obser vando três p ontos de vist a:
o teleológic o, o objeti vo e o sub jetivo.
O prisma objet ivo diz res peito aos direitos tu telados na aç ão e a norm a
pertinente. Exemplos de ad equabilidad e objetiva s ão a ação de co nsignação e m
pagamento e a ação monit ória.
O subjetivo é re lativo aos sujeitos que fazem part e do proces so, como p or
exemplo, os praz os diferenciados concedidos ao Ministério Públic o, a Defens oria
Pública e a Fazenda Pública.
Enquanto o t eleológico diz respeito aos f ins para os quais as norma s foram
criadas. Por exemplo, a lim itação de matérias arguíveis e m sede de impugnação ao
cumprimento de sente nça.
Logo, o pro cesso devid o é aquele no qual as normas sejam adequa das aos
direitos tut elados, aos sujeitos qu e fazem part e do proces so e aos fin s para os quais
foram criad as.
Esse princípio deve ser observado pelo legislador e pelo j uiz que deve adeq uar
as regras p rocessuais às especi ficidades d o caso c oncreto com o obje tivo de mel hor
tutelar o di reito que é obje to da discus são. O julgam ento antecipa do do mérito,
previsto no art. 355, CP C, é um ex emplo do p rincípio da adaptabilid ade:
“Art. 355. O juiz julga rá antecipad amente o p edido, pr oferindo se ntença com
resolução d e mérito, qu ando:

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I - não houver n ecessidade d e produção d e outras p rovas;
II - o réu for revel, o correr o efei to previsto no art. 344 e nã o houver
requerimen to de prova, na forma do a rt. 349.”