Princípio da verdade real - Resumo
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Processo Civil - Resumo
PRINCÍPIO DA VERDADE REAL
Também conhec ido por pri ncípio da verd ade subst ancial ou mat erial. A
verdade mat erial corr esponde a u m juízo de val or form ado a parti r das provas
produzidas no p rocesso, sendo que a de cisão do mag istrado deve estar em
conformida de com o co njunto prob atório.
Em casos excepcionais de direito d isponível o juiz pode se satisfazer c om
aquilo que s e mostra verdad eiro no proc esso, de aco rdo com as provas juntadas aos
autos pelas part es (verdad e formal), s e limitando a apr eciar apenas o que as parte s
juntaram ou requerera m, cabend o a ele z elar pe lo descobr imento d a verdade real, ou
seja, aquilo que efet ivamente ocorreu n o caso concreto. Essa atuação judicial é
limitada pelos princípios da razoabilidade e da imparcialidade.
Ainda, esse princípio de corre dos p rincípios d o disposit ivo, do inquis itivo e d a
persuasão r acional do j uiz. O prim eiro, se re fere a ini ciativa da p rova pelas pa rtes,
enquanto o segundo ref ere-se à poss ibilidade d e complement ação da prov a ou da sua
produção de ofício, em casos específicos.
A descobert a da verdad e é um dos objetivos d o process o, sendo fu ndamental
que se atinj a a verdade real sobr e os aconte cimentos. Para a atuaç ão da vont ade
concreta do direito é necess ária a des coberta d a verdade s obre os fat os versad os na
ação.
Entretanto, importante ressalt ar que no pr ocesso atu al o ju iz deixou de ser
mero espectador e passou a ser parte no processo, assumindo poderes de iniciativa
para pesquis ar a verdade re al e instrui r a causa da melh or forma poss ível para
posterior ju lgamento. A ssim, a p osição ine rte do juiz na rec onstrução dos fatos, s e
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pautando apenas nas provas ju ntadas pelas partes, rara mente acon tece nos dia s de
hoje.