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FUNDAÇÃO EDSON QUEIROZ
UNIVERSIDADE DE FORTALEZA
Centro de Ciências da Saúde – CCS
Curso de Fisioterapia
Radiologia Clínica nas Afecções Bronco-pleuro-pulmonares: Lesões de Padrão Alveolar
Professor Flávio Alencar
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As lesões pulmonares de padrão alveolar
Quando o conteúdo aéreo do alvéolo é substituído por qualquer outro tipo de material, com a saída subseqüente do ar alveolar.
Exsudatos (pneumonias)
Transudatos (edemas pulmonares  IVE, IR. SARA  intoxicação por O2, coagulação sanguínea disseminada e embolia gordurosa. Heroína (overdose)
Sangue (contusões torácicas, hemorragias pulmonares  leucemias, trombocitopenia, estenose mitral)
Células neoplásicas (carcinoma de células alveolares)
Corpos estranhos (água  afogados recentes. Proteinose alveolar, calcificações, silício, lipídios, líquido amniótico.
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As atelectasias (colapso)
Não ocorre o preenchimento dos espaços aéreos por nenhum material.
Colapso das paredes alveolares com expulsão do seu conteúdo gasoso.
Síndrome da membrana hialina: ausência de surfactante  mantém os alvéolos distendidos.
Imagem hipotransparente.
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Manifestações clínicas
Febre alta
Dor pleurítica
Tosse produtiva (secreção purulenta...)
Hiper-leucocitose (15 a 60 mil)
Estertores finos, sub-crepitantes
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Características radiológicas de uma lesão de padrão alveolar
Imagens hipotransparentes;
Homogêneas;
Contornos borrados, exceto quando se encontra em contato com uma fissura interlobar;
Confluência das imagens;
São geralmente extensas em “guardanapo”, em “floco de algodão”
Às vezes, evidenciam o nódulo acinar (Aschoff);
Imagem em “asa de borboleta” ou em “asa de morcego”  edema agudo de pulmão (EAP);
Broncograma aéreo  sinal radiológico mais importante do padrão alveolar.
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Padrão alveolar
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Broncograma aéreo
Visualização das estruturas brônquicas contendo ar e de calibres normais.
Normalmente os brônquios não são visualizados no raio-x de tórax  ar dentro e fora da luz brônquica.
São bem visualizados no meio de uma área inflamatória hipotransparente.
Pode ser encontrado em várias afecções pulmonares:
Pneumonias
Edema alvéolo-pulmonar
Carcinoma de células alveolares
Atelectasias
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Broncograma aéreo
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Broncograma aéreo
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Doenças pulmonares com padrão alveolar
Pneumonias
Edema agudo de pulmão
Infarto pulmonar
Carcinoma de células alveolares
Atelectasias pulmonares
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As pneumonias
É um processo infeccioso pulmonar
Bactérias
Fungos
Vírus
Presença de exsudato inflamatório (alvéolo, interstício ou em ambos).
Pode ser classificadas de acordo com a sua etiologia (causas), de acordo com a sua área de atuação (pneumonia comunitária e pneumonia hospitalar ou nosocomial).
Morfologicamente, se classificam em pneumonia lobar, broncopneumonia e pneumonia intersticial.
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Pneumonia lobar
Cada vez menos frequente devido a eficácia da terapia antibiótica.
Ocorre por inalação de um micro-organismo que irá causar uma alveolite, se estendendo pelos poros de Khon e canais de Lambert.
Pouco comprometimento do brônquio e do interstício pulmonar.
Imagem radiológica:
Opacidade (hipotransparência) pulmonar, não retrátil devido a confluência e sobreposição das opacidades dos alvéolos cheios de secreções.
Na periferia da zona afetada  imagem elementar de um nódulo alveolar, de fraca densidade e com limites borrados.
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Pneumonia lobar
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Pneumonia lobar
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Pneumonia pneumocócica
É a mais frequente
Streptococcus pneumoniae
Imagens segmentares, raramente lobares, hipotransparentes  desaparecem em 10 – 15 dias, após a cura clínica.
Pode ocorrer discreta retração da imagem (deslocamento cisural).
Pode ser acompanhada de um derrame pleural  na cavidade livre da pleura ou encistado (como uma massa) na fissura interlobar.
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Broncopneumonia
Focal ou lobular.
É adquirida por inalação ou, menos comumente, por via sanguínea (hematogênica).
Os agentes patógenos atingem o bronquíolo terminal e os bronquíolos respiratórios, com reação inflamatória destes e se disseminam pelos poros de Khon.
Tende a ser multifocal e difusa nos pulmões.
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Broncopneumonia
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Pneumonia estafilocócica
Frequente em crianças nos primeiros anos de vida.
Difusa, atingindo vários lobos pulmonares (broncopneumonia).
Via aérea ou hematogênica (focos de infecção à distância  otites, acne infectada...
Inicialmente pode ser constituída de pequenos nódulos ou então se apresenta como nódulos periféricos escavados, de paredes finas e, às vezes, com níveis líquidos.
A toxina do staphylococcus aureus pode causar perfurações das paredes bronquiolares com formação de micro-abcessos  pneumatoceles.
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Pneumatoceles
Na criança, com freqüência há o rompimento da pneumatocele para a pleura adjacente, ocasionando um pneumotórax ou um empiema ou pio-pneumotórax.
Pode persistir no pulmão durante semanas, meses ou até anos após a cura clínica.
Pode ser confundidas com bronquiectasias, enfisema bolhoso...
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Pneumatocele com abscesso
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Pneumonia por streptococos
Micro-organismo muito frequente na garganta.
Raramente causa uma pneumonia.
Imagem radiológica: semelhante à produzida pelo estafilococos
Broncopneumonia com imagens algodonosas (flocosas) difusas, ao nível dos lobos inferiores dos pulmões.
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Pneumonia por streptococos
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Outras pneumonias comuns
Pneumonia por Klebsiella pneumoniae:
Germe aeróbico gram-negativo que atinge os pulmões pelas vias aéreas.
Junto com a pseudomonas aeruginosa, são as pneumonias mais freqüentes em leitos hospitalares e UTI’s.
Geralmente é unilateral, lobar, com preferência pelos lobos inferiores.
A Klebsiella e o estafilococo geralmente ocasionam abscessos pulmonares e se acompanham, com freqüência, por derrames pleurais.
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Outras pneumonias comuns
Pneumonia por Pseudomonas Aeruginosa (bacilo piociânico):
Contaminação por via aérea ou hematogênica.
Prognóstico grave.
Imagens radiológicas:
Opacidades multifocais alveolares.
Pode haver derrame pleural associado.
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Pseudomonas
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Edema agudo do pulmão (EAP)
Causa mais frequente  cardiogênica (IVE)
Ocorre quando o retorno venoso está comprometido.
Opacidades alveolares difusas (algodonosas) em ambos os pulmões.
Dependendo da postura adotada pelo pcte, pode ser unilateral ou basal.
Localização peri-hilar, com contornos borrados, às vezes com broncograma aéreo.
Às vezes surge a imagem em “asa de borboleta” ou “asa de morcego”. Neste caso, os ápices pulmonares, as bases e a periferia estão livres.
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Imagem radiológica do EAP
Lesão de padrão alveolar, com dilatação vascular devido a pressão venosa aumentada.
Redistribuição do fluxo sanguíneo pulmonar para os lobos superiores.
Edema intersticial e alveolar.
Pode apresentar uma cardiomegalia associada.
Espessamento das fissuras interlobares  linhas septais de kerley.
Opacificação difusa no raio-x.
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EAP
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EAP
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Infarto pulmonar
É resultante de uma hipóxia localizada que ocasiona uma lesão capilar, exsudação, hemorragia e necrose de coagulação.
Ocorre em 10 a 15% dos casos de embolia pulmonar.
Imagem:
Hipotransparência intra-alveolar (ar substituído por sangue) homogênea situada na periferia com sua base externa colada na pleura  Bossa de Hampton, ou sinal do “dedo que aponta”.
Aparece 24h após uma embolia e usualmente mede 3 – 5cm.
Se desaparece em 4-7 dias  edema alveolar e uma hemorragia.
Se regride gradualmente, após 3-5 semanas  necrose do parênquima pulmonar.
A extremidade interna é redonda e convexa para o hilo pulmonar e as vezes tem forma triangular.
O infarto pulmonar depende do local da obstrução, da circulação de suplência e das condições cardíacas.
São frequente quando existe uma hipertensão pulmonar (IC)*
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Bossa de Hampton
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Infarto pulmonar
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Carcinoma de células alveolares
É o menos comum dos tumores primários.
Clinicamente, pode haver pacientes assintomáticos e os demais apresentam sintomas diversos:
Tosse
Broncorréia intensa (rica em albumina)
Perda de peso rápido
Hemoptise
Dor torácica e dispnéia.
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Carcinoma alveolar
Radiologicamente pode apresentar 3 padrões radiológicos:
Forma nodular solitária (43%)
Consolidação pulmonar (30%)
Doença difusa ou multicêntrica.
Raio-x  um ou mais nódulos pulmonares e/ou condensação pulmonar.
Tem padrão alveolar
Contornos borrados
Confluente
Broncograma aéreo
Abaulamento da fissura inter-lobar
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Atelectasias pulmonares
É um colapso pulmonar que ocorre devido a uma obstrução da luz brônquica.
Alterações da ventilação.
Alterações da vascularização pulmonar.
Obstrução brônquica:
Atelectasia  imagem hipotransparente
Hiperinsuflação  imagem hipertransparente
Quando um segmento ou um lobo pulmonar fica durante um longo tempo não areado, ele se torna radiopaco devido o colapso alveolar.
Obstrução de brônquios, bronquíolos ou alvéolos.
Diminuição do volume pulmonar com aumento da densidade do parênquima (radiopacidade).
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Aspectos radiológicos
Sombra homogênea , radiopaca (hipotransparente), de aspecto retrátil.
Inicialmente pode conter algumas porções areadas devido a circulação colateral de suplência  atelectasia incompleta ou parcial.
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Características radiológicas da atelectasia
Concavidade do bordo segmentar, com forma geralmente triangular, sendo o ápice hilar e a base parietal ou diafragmática.
Deslocamento das fissuras interlobares e das imagens vasculares. O trajeto cisural passa a ter um aspecto curvo com a convexidade dirigida para a opacidade retrátil.
Hiper-expansão do pulmão adjacente à lesão  hipertransparência.
Desvio do mediastino para o lado da área radiopaca  diferença de pressão criada pela retração.
Elevação da hemicúpula diafragmática homolateral  ocorre nos colapsos lobares inferiores.
Diminuição dos espaços intercostais  sinal tardio.
Hérnia do pulmão oposto.
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Tipos de atelectasia pulmonar
Atelectasia por obstrução brônquica.
Atelectasia passiva, por compressão extrínseca do parênquima pulmonar.
Atelectasias cicatriciais.
Atelectasias por perda de surfactante.
Atelectasias por enrolamento.
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Atelectasia por obstrução brônquica
Também denominada atelectasia por absorção.
É causada por:
 Tumores
“Tampões” de secreção (DPOC)
Mal posicionamento do tubo endotraqueal
Corpos estranhos
Compressões extrínsecas do brônquio
Estenoses brônquicas inflamatórias
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Atelectasias passivas
Também denominada atelectasia de relaxamento ou de compressão.
É causada por:
Pneumotórax hipertensivo ou um grande derrame pleural  comprimem e dificultam a expansão pulmonar.
Paralisia diafragmática
Cisto pulmonar
Bolha enfisematosa
Hipertrofia cardíaca
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Atelectasias cicatriciais
Diminuição da complacência pulmonar com retração fibrosa cicatricial.
Tuberculose
Silicose
Embolia pulmonar
Fibrose intersticial
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Atelectasia por deficiência de surfactante
Também chamada de atelectasia adesiva.
O surfactante tem como função diminuir a tensão superficial do alvéolo a fim de mantê-lo aberto.
Síndrome da angústia respiratória do recém-nascido  doença da membrana hialina.
SARA  pulmão de choque.
Pneumonia por radiação (rádica ou actínica).
Em decorrência de anestesia geral.
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Atelectasia por enrolamento
Também chamada de atelectasia redonda ou pleuroma.
Forma mais rara.
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Atelectasia
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Atelectasia em DPOC
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Atelectasia (fissura)
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Atelectasia seletiva (tubo)

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