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1 TRABALHO DE DIREITO CIVIL II /CONTRATOS 2 Contratos PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E EMPREITADA 2 Contratos DISTINÇÃO BOA-FÉ SUBJETIVA E OBJETIVA Boa-fé subjetiva conotação de subjetividade, de caráter interno, psicológico (Tema de outro grupo). A Boa-fé objetiva , com a evolução das relações jurídicas, principalmente na esfera contratual, passou-se a exigir uma conduta materializada, uma conduta esperada e desejada. 7 ESTRUTURA IDEAL ESTRUTURA PRINCIPAL . CIVIL 1916 HONESTIDADE PROBIDADE LEALDADE 4 2 PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA CONTRATO VÁLIDO (FONTE PRIMORDIAL DE OBRIGAÇÕES) RELAÇÃO OBRIGACIONAL: DEVER JURÍDICO PRINCIPAL: PRESTAÇÃO DE DAR, FAZER OU NÃO FAZER; DEVERES JURÍDICOS ANEXOS (DECORRENTE DA BOA-FÉ OBJETIVA): LEALDADE E CONFIANÇA, ASSISTÊNCIA INFORMAÇÃO, CONFIDENCIALIDADE OU SIGILO ETC. 11 BOA- FÉ OBJETIVA CONCEITO: É UM DOS PRINCÍPIOS MAIS IMPORTANTES DO DIREITO CONTRATUAL, DESENHADO EM UM CONCEITO JURÍDICO INDETERMINADO, QUE CONSTITUI EM UMA VERACIDADE NORMA DE CONDUTA, DE PROFUNDEZAS ÉTICAS E EXIGIBILIDADE JURIDICA. FUNÇÕES DA BOA – FÉ OBJETIVA FUNÇÃO INTERPRETATIVA E DE COLMATAÇÃO:(ART.113 CC) TODOS OS NEGÓCIO JURÍDICOS DEVEM SER INTERPRETADOS DE ACORDO COM A BOA FÉ E COM OS COSTUMES DO LOCAL. NA MESMA LINHA, A BOA – FÉ SERVE AINDA COMO SUPORTE DE COLMATAÇÃO PARA ORIENTAR O MAGISTRADO EM CASO DE INTEGRAÇÃO DE LACUNAS. FUNÇÃO DELIMITADORA DO EXERCÍCIO DE DIREITOS SUBJETIVOS POR MEIO DA BOA-FÉ OBJETIVA, VISA-SE EVITAR O EXERCÍCIO ABUSIVO DOS DIREITOS SUBJETIVOS. TODO DIREITO É DELIMITADO PELA BOA-FÉ. FUNÇÃO CRIADORA DE DEVERES JURÍDICOS ANEXOS OU DE PROTEÇÃO. É CONSIDERADA A MAIS IMPORTANTE, TRAS NORMAS DE CONDUTAS , TRAZENDO DEVERES ANEXOS AOS NEGÓCIOS JURÍDICOS, SENDO ELES: 4 ago-17 LEALDADE E CONFIANÇA RECÍPROCAS 1 INFORMAÇÃO 3 DEVER DE ASSISTÊNCIA 2 Art. 187 DEVERES ANEXOS FUNÇÃO CRIADORA DE DEVERES JURÍDICOS ANEXOS OU DE PROTEÇÃO 4 SIGILO OU CONFIDENCIALIDADE CONTRATOS 1 – Costuma denomina-los deveres anexos gerais de uma relação contratual. Isso porque lealdade nada mais é do que a fidelidade aos compromissos assumidos, com respeito aos princípios e regras que norteiam a honra e a probidade. 2 – No ensinamento de Paulo Roberto Nalin: O dever de Assistência ou cooperação, se reporta à obrigação de se facilitar o cumprimento obrigacional, com base nos critérios e limites usuais ditados pelos usos , costumes e boa-fé. 3 – Trata-se de uma imposição moral e jurídica a obrigação de comunicar à outra parte todas as características e circunstâncias do negócio e, bem assim, do bem jurídico, que é seu objeto, por ser imperativo de lealdade entre os contratantes. 4 – Considera entre as partes a melhor forma de garantir a estabilidade do negocio realizado, ou seja, ambos ficam acordado de não fornecer informações, principalmente no requisito do direito da personalidade . 13 8 agoi-17 1 NEGOCIAÇÃO PRELIMINARES 2 PROPOSTA OU POLICITAÇÃO 3 ACEITAÇÃO OU ABLAÇÃO 4 MOMENTO DA CONCLUSÃO FORMAÇÃO DO CONTRATO 1 Trata-se de uma declaração de vontade na formalização do contrato, a qual uma delas tem intenção de vincular-se a outra. Há responsabilidade no total cumprimento da proposta, embasado no princípio da boa fé objetiva, uma vez que gera uma expectativa de cumprimento da proposta formulada 2 É o momento em que o vínculo contratual se torna obrigatório. Há diversas teorias sobre o momento da conclusão. Entre elas: Teoria da informação ou cognição: é o momento em que o ofertante tem ciência da aceitação do aceitante, ocorrendo um consentimento recíproco na relação contratual. Teoria da agnição ou declaração: É a manifestação da aquiescência a proposta. . Manifestação expressa, plena e integral do destinatário da proposta, tomando o contrato definitivamente concluído. Não se admite aceitação parcial, sendo necessária uma “contra-proposta”. Contrato entre presentes Contrato entre ausentes Retratação FASES - FORMAÇÃO DO CONTRATO\ ART. 422 3 4 Nesta fase preliminar, não se cria nenhuma obrigação entre as partes, pois estão somente nas negociações e ainda não há negócio Jurídico. Porém, faz-se valer o princípio da boa-fé objetiva antes, durante e depois , pressupondo responsabilidade civil pré-contratual. ATUALIDADES Desde sua criação o princípio da boa-fé objetiva vem sendo aplicado de forma ampla no julgamento dos processos em nosso país, observa-se que a maioria dos magistrados fundamentam suas decisões, juntamente com a aplicação deste princípio, ou seja, vem sendo usado e aplicado como fundamento de diversas decisões. ATUALIDADES Escolhemos uma jurisprudência para demonstrar como os magistrados estão utilizando o princípio da boa-fé nos casos concretos. CONCLUSÃO Sendo assim, é possível e evidente constatar que a aplicação desse princípio, vêm sendo utilizado pela maioria dos magistrados na elaboração de decisões, proporcionando segurança ao nosso ordenamento jurídico, sendo uma norma legítima de interpretação da lei e também na aplicação das cláusulas contratuais. 5 REFERENCIAS BIBIOGRÁFICAS: - GAGLIANO Pablo Stolze, Rodolfo Pamplona Filho. - Novo Curso de Direito Civil. Vol I. São Paulo: Saraiva, 2004; - Código civil, código defesa do consumidor, Manual de direito civil: volume único / Flávio Tartuce. 5. Ed. Rev., atual. E ampl. – Rio de Janeiro: Forense; São Paulo: MÉTODO, 2015. - HENTEZ, André Soares. A boa-fé objetiva como limitadora - - Código de Processo Civil. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5869.htm. - DINIZ, Maria Helena. Curso de direito civil brasileiro: teoria das obrigações contratuais e extracontratuais. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 1998, v. 3. FIM