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PRAXIA
2015
3a UNIDADE FUNCIONAL 
 Compreende a unidade 
de output motor do 
cérebro, consistindo no 
lóbulo frontal, que 
representa também o nível 
mais elaborado de 
desenvolvimento do 
cérebro humano. 
3a UNIDADE FUNCIONAL 
 O lobo frontal é 
responsável pelo controle 
principalmente das 
habilidades motoras 
aprendidas (por 
exemplo: escrever, tocar 
instrumentos musicais ou 
dar laços em atacadores 
de calçados)
3a UNIDADE FUNCIONAL 
 Essa unidade tem a função de planificação
3a UNIDADE FUNCIONAL 
 Tem desenvolvimento 
mais tardio do que as 
duas outras unidades. 
Sua maturação se 
forma entre os quatro 
e os sete anos de 
idade. 
PRAXIAS
 Movimento intencional, 
organizado, tendo em 
vista a obtenção de um 
fim ou de um resultado 
determinado
PRAXIAS
 Para Piaget (apud 
MENDES, 1987), praxia é 
vista como 
o conjunto de movimentos 
coordenados em função 
de um resultado a atingir 
ou de um fim (intenção) a 
conseguir.
Capacidade de realizar 
a movimentação 
voluntária pré-
estabelecida com 
forma de alcança um 
objetivo. 
Praxia Global
Esta relacionada com a 
realização e a automação dos 
movimentos globais 
complexos, 
que se desenrolam num 
determinado tempo e que 
exigem a atividade conjunta 
de vários grupos musculares. 
Praxia Global
Sabemos que o corpo é o 
primeiro instrumento do 
ser humano e que suas 
mãos são muito 
importante no seu 
desenvolvimento. 
A mão, considerada a 
unidade motora mais 
complexa do mundo 
animal, é em grande 
medida a arquiteta da 
inteligência na criança e 
no homem.
 A mão transformou-se em 
termos antropológicos, num 
melhor e mais eficaz meio 
de exploração do mundo 
exterior e também do 
próprio corpo, permitindo 
o reconhecimento dos 
objetos pela textura, peso, 
forma,temperatura,etc... 
A mão tornou-se num instrumento 
de preensão forte e preciso,
possibilitando a manipulação de 
pequenos objetos com os quais 
criou utensílios e ferramentas, 
meios privilegiados de 
transformação da natureza e 
da própria natureza do 
homem." (Fonseca,1995)
A praxia fina compreende todas as 
tarefas motoras finas, onde 
associa 
a função de coordenação dos 
movimentos dos olhos durante a 
fixação da atenção, e durante a 
fixação da atenção e 
manipulação de objetos que 
exigem controle visual, além de 

Praxia Fina
abranger as funções de programação, regulação e verificação das 
atividades preensivas e manipulativas mais finas e complexas. 

Praxia Fina
DESENVOLVIMENTO DA PRAXIA FINA
 No início do crescimento 
infantil, a mão torna-se 
uma das principais 
formas de diálogo 
tônico do bebê com sua 
mãe.
DESENVOLVIMENTO DA PRAXIA FINA
 Durante a amamentação a 
criança pode segurar no 
seio da mãe, e toda sua 
temperatura é 
reconhecida pelo bebê 
através deste toque.
DESENVOLVIMENTO DA PRAXIA FINA
 O bebê nas fases iniciais 
do seu desenvolvimento 
utiliza mais a palma da 
mão (reflexo palmar), 
que irá posteriormente 
deixar de ser um reflexo 
para ser um movimento 
intencional.
DESENVOLVIMENTO DA PRAXIA FINA
 Os movimentos mais 
precisos, como o de 
pinça realizado pelos 
dedos polegar e o 
indicador da mão, vão 
sendo aprendidos e 
cada vez mais utilizados 
nas fases pré escolar e 
escolar da criança. 
DESENVOLVIMENTO DA PRAXIA FINA
 Mais tarde, a mão se 
torna um membro 
fundamental na 
execução da escrita 
(forma de representação 
gráfica da comunicação 
humana), sendo 
efetuada pela preensão 
destes dois dedos com o 
lápis.
DESENVOLVIMENTO DA PRAXIA FINA
 Segundo Bower (in 
FONSECA,1992:247), a 
capacidade de 
preensão de onde 
evolui 
ontogeneticamente a 
praxia fina, pode 
revelar-se antes do 
nascimento. 
DESENVOLVIMENTO DA PRAXIA FINA
 A mão é muito utilizada 
também pelos fetos, 
com 14 a 16 semanas 
de gestação, onde já é 
possível se visualizar 
toques (em si mesmo) 
em algumas partes do 
seu corpo.
PREENSÃO MANUAL
 A preensão é um dos 
movimentos mais 
importantes do ser 
humano. Desde bebê, já 
possuímos este ato 
motor, porém no início 
somente como reflexo 
também conhecido como 
reflexo palmar.
Marcos da Habilidade com as Mãos
 O desenvolvimento de 
habilidades motoras 
finas começa no 
nascimento e progride 
ao longo dos anos na 
pré-escola.
Marcos da Habilidade com as Mãos
 Nascimento: Marco Motoridade fina-Reflexo 
Palmar
Marcos da Habilidade com as Mãos
 4-6 meses: Marco 
Motricidade Fina-
Preensão Palmar
Marcos da Habilidade com as Mãos
 10 -12 meses: Marco
Motricidade Fina-Pinça 
Fina
Marcos da Habilidade com as Mãos
 3-4 anos: Marco 
Motricidade fina-
Preensão Tripé (tripode 
-3 dedos indicador, 
polegar e dedo médio)
Marcos da Habilidade com as Mãos
 6-7 anos: Marco 
Motricidade Fina -
Preensão Trípode 
dinâmica
Escala de Preensão de Lápis e Giz de Cera Ee 
Ordem de Desenvolvimento
 PREENSÃO PRIMITIVA
Preensão Palmar 
supinada (o traçado é 
feito com movimentação 
de braço)em torno de um 
ano a um ano e meio.
Escala de Preensão de Lápis e Giz de Cera e 
Ordem de Desenvolvimento
 PREENSÃO PRIMITIVA
Preensão com os dedos 
estendidos e braço 
pronado (traçado é feito 
com movimentação de 
braço)o braço não fica 
apoiado na mesa em 
torno de um ano e meio a 
dois anos
Escala de Preensão de Lápis e Giz de Cera Ee 
Ordem de Desenvolvimento
 PREENSÃO DE 
TRANSIÇÃO
Preensão quatro 
dedos(movimentos de 
punho e dedos) e o 
antebraço apoia na mesa 
em torno de dois anos a 
três anos.
Escala de Preensão de Lápis e Giz de Cera e 
Ordem de Desenvolvimento
 PREENSÃO MADURA
Preensão tripé 
dinâmica(movimentos 
localizados 3 
dedos(dedo 
médio,polegar e 
indicador). O antebraço 
fica apoiado na mesa em 
torno três a quatro anos.
Crianças que têm transtornos na 
coordenação dinâmica 
manual geralmente têm 
problemas visomotores, 
apresentando inúmeras 
dificuldades de 
desenhar, recortar, escrever, ou 
seja, em todos os movimentos 
que exijam precisão na 
coordenação olho/mão. 
Praxia Fina
TIPOS DE PRAXIAS (GUSMÃO, 1992)
 Praxia Ideatória –
capacidade de organizar 
as ações com a 
continuidade e 
seqüência coerente, isto 
é, a capacidade de 
estabelecer o plano de 
ação necessário para 
atingir um fim.
TIPOS DE PRAXIAS (GUSMÃO, 1992)
 Praxia Ideomotora –
constituem-se em 
gestos de significação 
simbólica 
tradicionalmente 
conhecidos.
TIPOS DE PRAXIAS (GUSMÃO, 1992)
 Praxia Construtiva –
consiste nos atos 
motores que refletem 
a relação entre os 
aspectos espaciais 
(óticos) e os aspectos 
corporais , que 
possibilitam o 
processo de escrever, 
dirigir um carro, etc.
TIPOS DE PRAXIAS (GUSMÃO, 1992)
 Praxia Vestimenta –
capacidade de 
realizar os gestos 
utilitários do vestir e do 
calçar.
TIPOS DE PRAXIAS (GUSMÃO, 1992)
 Praxia Buco-Facial -
consiste na capacidade 
de controlar os 
movimentos com a 
língua e da boca
COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
Segundo Oliveira (1997) a 
coordenação global diz 
respeito à atividade dos 
grandes músculos e 
depende da capacidade 
de equilíbrio postural do 
indivíduo. 
COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL 
Capacidade de usar de 
forma mais eficiente os 
músculosesqueléticos 
(grandes músculos), 
resultando em uma 
ação global mais 
eficiente, plástica e 
econômica.
COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
A coordenação dinâmica geral é 
a possibilidade de controle 
dos movimentos amplos do 
nosso corpo.
(ALVES apud BUENO, 1997)
COORDENAÇÃO MOTORA GLOBAL
Função: permitir, da forma mais 
eficaz e econômica possível, 
movimentos que interessam a 
vários segmentos corporais, 
implicados em um gesto ou 
uma atitude 
(ALVES apud BUENO, 1997)
COORDENAÇÃO MOTORA FINA
Capacidade de usar de 
forma mais eficiente e 
precisa os pequenos 
músculos, produzindo 
assim movimentos 
delicados e específicos.
COORDENAÇÃO MOTORA FINA
Bueno(1997) considera a 
coordenação motora fina 
como a capacidade de 
controlar os pequenos 
músculos para exercícios 
refinados como recorte, 
perfuração, colagem, 
encaixes, etc.
COORDENAÇÃO MOTORA FINA
Essa coordenação envolve a 
coordenação visomotora
ou 
oculomotora,
a coordenação visomanual 
ou 
óculo manual 
e a
coordenação músculo facial.
COORDENAÇÃO MOTORA FINA
A coordenação 
visomotora é definida 
como a “capacidade 
de coordenar os 
movimentos em relação 
ao alvo visual”.
COORDENAÇÃO MOTORA FINA
A coordenação visomanual é 
a coordenação entre a visão 
e o tato, os segmentos da 
cabeça e das mãos, que 
juntamente permitem à 
criança poder segurar e 
controlar o movimento para 
o objetivo, por meio do 
instrumento de apoio ou não, 
do que os olhos vêem.
COORDENAÇÃO MOTORA FINA
A coordenação 
musculofacial refere-se 
aos movimentos 
refinados da face 
propriamente ditos e é 
fundamental na 
aquisição da fala, da 
mastigação e da 
deglutição.

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