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7 Textos para atividades
7.1 Educação? Educações: aprender com o índio
Educação, educadores, professores ou doutrinadores?! 
Refletindo sobre o agradecimento de forma, educadíssima, dos índios aos seus colonizadores, podemos dizer que a educação é como um jogo em que todos podem sair ganhando ou perdendo? 
Na minha opinião só ganhamos, quando além de educar, conseguimos também transformar seres humanos mais humanos e sábios e sempre perdemos quando educando alteramos a cultura do mesmo, doutrinando a nosso bem entender e sem atentar-se ao princípio inalterável, chamado cultura de um povo ou nação. 
Comparando a nossa educação brasileira ao restante do planeta, concluo que ela é a mesma em qualquer lugar. Cheia de falhas, excessos, tentativas arriscadas, muitas vezes da própria vida, mas sempre cheia de guerreiros, como se ensinassem a caçar um animal para a própria sobrevivência. Existe em todos os lugares profissionais dedicados a transmitir a “educação/ ensino” das formas mais úteis possíveis.
Muitos se perdem no caminho e terminam dividindo povos e nações, doutrinando como que com mão divina o futuro, moldando sem pensar em consequências avassaladoras. 
Existe a necessidade sim de educar de forma consciente e diferente, povos diferentes, por isso mesmo diferentes profissionais, exigem diferentes formas de ensino. Alguns teóricos e outros na prática. Em salas de aulas por vastos períodos ou em campo aberto. 
Portanto o professor do mundo atual não é o mesmo pensador de tempos outrora, ele deve ser mais cauteloso possível, pois pode se perder em um mundo rodeado de tanto livre-arbítrio, ao ponto de, formar sem educar, e educar sem transformar. 
Creio que recebi de meus educadores o que achavam ideal e politicamente correto em meu tempo. Olhando o mundo de hoje, devemos educar de forma aberta a opiniões, mas sem perder o foco no sempre transformar para melhor. 
Saber identificar cada um com sua individualidade e singularidade é a resposta mais educada para a própria educação. 
O fato conclusivo é que cada cultura também prende-se como um cordão umbilical a sua maneira de educar. E assim como os índios, ao acharem que seus colonizadores tão cheios de “educação”, não eram homens, pois não saberiam sobreviver em seu habitat. Assim como os colonos que achavam os índios sem “educação” por falta de estudo teórico e querendo ou não menos homens. 
Cada homem só pode ser considerado bem educado e com boa educação se souber absorver de seus educadores o seu melhor, pois todos somos cheios de falha. 
Então bem educado e boa educação são dois mundos distintos ao qual temos o livre-arbítrio de participar ou não. 
O fax do Nirso
A fax mostra simplesmente o que já sabemos por natureza, o ser humano é mais humano e capaz do que o próprio nível de “educação/estudo” que recebe.
Em tempos atuais digo que aperfeiçoar-se é primordial, mas não necessariamente desclassificatório no âmbito comercial e social. 
Devemos sim nos tornas mais capacitados para o mercado de trabalho, mas não devemos perder o foco. 
Seres humanos devem ser analisados pela singularidade, no caso do Nirso ele não perdia o foco e nem a educação com seus clientes, apesar da falta de linguagem culta, ele apenas fazia o que foi contratado, vender. Em nenhum momento podemos dizer que faltou “educação” faltou ensino, ensino de termos formais, linguagem culta, formas de escrita. 
Em muitos níveis da sociedade eliminatórios. Por isso devemos nos atentar e estudar para o que possamos ser o melhor de nós mesmo no que fazemos. 
Então no caso do Nirso ele só gerava a insatisfação dos outros, muitos estudados, mas sem o seu talento, que também não deixa de ser uma forma de educação por imitação ou estudo. 
A História de Chapeuzinho Vermelho (na versão do lobo)
A versão do lobo, me faz refletir, sobre os pais de nossos futuros alunos, tão cheios de indagações sobre o desempenho de seus filhos, que foram educados pelos mesmos para serem crianças inteligentes e educadas, mas como seres humanos, pouco ativos na opinião própria.
Culpa sim de uma sociedade em que verdades sempre são verdades, muitas vezes sem nenhuma chance de serem questionadas e estudadas, onde quase sempre o mais oprimido, pobre, sem “educação/estudo” é o que menos deve impor-se a tal verdades imutáveis. 
Devemos entrar em nova era escolar, na qual devemos fortalecer as verdades, aperfeiçoar a maneira de educar e a reconhecer erros de nossos antepassados dando a nosso futuros alunos a oportunidade do questionamento de forma a ser produtivo sem alterar, já que seria impossíveis em muitos ramos da educação, a história ou estória dos fatos. 
Abrindo o diálogo com certeza faremos seres mais humanos, que não olharam somente a versão da chapeuzinho/ professor/ livros didáticos. 
Pois vendo a versão do lobo, ele tinha a melhor das intensões e observações bem plausíveis naquela circunstância. 
Uma pescaria inesquecível 
Posso dizer que ética por melhor que pudesse ser ensinada por um professor, não conseguiria atingir o percentual emotivo da educação no lar. 
Por isso tantos tiram vantagens e sempre querem tirar mais. A educação no lar fraternal não é a mesma das instituições escolares, por mais que tentemos deixar o ambiente mais receptivo possível, não conseguiremos convencer a voltarem um peixe para a água, podemos ensinar, mas faltando o lado emocional, jamais convencê-los. 
Vivemos em um mundo moderno, talvez, moderno demais. Onde muitos erram em coletividade e tantas vezes tentam se absolverem com coletividade, mesmo sabendo da falta de ética que cometeram, insistem em não devolverem o peixe para a água. 
O certo está sendo banalizado e ridicularizado por cada vez mais pessoas em nossa sociedade, devemos ser os precursores deste despertar. 
A Folha Amassada
Muitas vezes, independentemente da idade, educação ou nível de estudo recebido, as pessoas podem explodir, fato este que quer sempre dizer algo maior que seu próprio ato de explodir, do que suas próprias palavras ditas, mesmo que impensáveis. 
Devemos então ser neste momento sensíveis e cautelosos, pois podemos ajudar ou destruir todos os princípios morais e éticos desta pessoa.
Sei que sempre será um desafio diário, mas que estou disposto a enfrentar. 
A Lição dos Gansos
Aprender a lição dos gansos talvez seja a mais difícil na vida de qualquer indivíduo no planeta, pois voamos em formações muito restritas, nossos lares, muitos pais não educam seus filhos para formações sociais. 
Como professor devo ajudar, motivar, sacrificar e comemorar com alegria cada aluno que se transformar em um ser melhor. 
Não é só de felicidade que vive o homem e é neste momento que me encontrarei como educador. 
Assembleia na Carpintaria
As melhores decisões e mais importantes da história da humanidade foram tomadas em grupos, em acordos, no comprometimento para o melhor, à partir de então, olhando os fracassos anteriores. 
Defeitos todos temos, devem ser frisados aqueles que servirão como crítica construtiva, como trampolim para extrair o melhor de cada um.
Atritos podem gerar mais atrito, mas trabalhados de forma consciente pode gerar em uma discussão cheia de bons frutos. 
Assim é a educação, devemos gerar bons frutos e só é possível fazendo um bom cultivo.
A palavra é motivação. 
Colheres de Cabo Comprido
Acredito que conseguirei alcançar meus objetivos trabalhando de forma mais aberta possível, dando espaço para o diálogo, discussões e interações em grupo. Professores que focam em uns ou outros, perdem o seu ideal, o foco. 
Devo e vou trabalhar com coletividade para ter orgulho de cada um que conhecer ao longo de minha carreira profissional. 
Faça parte dos 5%
Pensando no hoje, com todos cheios de razão, creio que talvez a porcentagem seja até menor que 5%. 
Mas olhando pelo lado do lobo, vamos dizer assim, as intensões de todos são de pertencer aos 5% o que pode elevar de forma significativa este percentual, isto se todos é claro pensassem em fazer a diferença para a sociedade em que vivem.