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TÉCNICAS 
BÁSICAS DE 
AVALIAÇÃO 
SEMIOLÓGICA
Prof. Ddo Marcos Antonio
Prof. Ddo Apolonio Alves
1
OBJETIVO
Técnicas sistematizadas e empregadas no
sentido de pesquisar, sentir, imaginar, pensar
e refletir sobre os sinais e sintomas do
cliente.
2
VANTAGENS DA COLETA DE DADOS 
SISTEMATIZADA
 Inclusão de todos os dados relevantes;
 Melhor seleção da informação, apoiada em 
conhecimento;
 Menor perda das informações;
 Padronização;
 Disponibilidade das informações;
-Auditoria; Pesquisa;
 Legibilidade e organização dos dados;
3
Técnicas de exame físico
 Use panos de campo de forma que a única área exposta
seja aquela submetida ao exame.
 Desenvolva um padrão para o exame, começando no
mesmo sistema corporal e procedendo na mesma
sequência.
 Organize as etapas de forma a minimizar o número de
vezes que o cliente precisa mudar de posição.
 Independente de onde iniciar o exame você usará
4 técnicas: inspeção, palpação, percussão, ausculta e
OLFATO.
4
5
PRIMEIRO O EXAMINADOR VÊ E 
ESCUTA!!!
DEPOIS ELE TOCA E PALPA!!!
6
INSPEÇÃO
 UTILIZA O SENTIDO DA VISÃO;
 Pode ser localizada ou panorâmica;
 Pode ser estática ou dinâmica;
 Pode ser efetuada a olho nú ou com 
auxílio de lupa.
7
INSPEÇÃO
 UTILIZA O SENTIDO DA VISÃO;
 Pode ser localizada ou panorâmica;
 Pode ser estática ou dinâmica;
 Pode ser efetuada a olho nú ou com 
auxílio de lupa.
8
 Quando feita apressadamente, produz achados 
falsos ou enganadores;
 Inspeção direta: Baseia-se na visão, audição e 
olfato;
 Inspeção indireta: Usa material para expor 
tecidos internos ou aumentar a visão de uma 
área específica;
 Abrange marcos, cor, tamanho, localização, 
movimento, textura, simetria, odor e sons.
INSPEÇÃO
9
INSPEÇÃO PANORÂMICA
“R.S.L, feminina, 18 anos, admitida na
Clínica Médica deste hospital (...) à
inspeção geral, cabelos desgrenhados,
com sujidade aparente, presença de
pediculoses; pele íntegra, descorada,
desidratada, anictérica, acianótica...”
10
INSPEÇÃO LOCALIZADA
“R.D.S, masculino, 39 anos, foi admitido
no setor de Emergência Geral com uma
forte dor abdominal, queixando-se de
êmese e diarreia; à inspeção observou-
se equimoses periumbilicais e em flanco
direito...”
Equimose em flancos – Sinal de Grey-turner
Equimose periumbilical – Sinal de Cullen
11
•Sinal de Grey-turner;
Sinal de Cullen
12
Sinal de Grey-
Turner
Equimoses nos flancos. Este sinal leva
24-48 horas para aparecer e prediz
um ataque severo de pancreatite
aguda
13
14
Sinal de Cullen
È caracterizado equimoses azuis-pretas na região periumbilical devido
à hemorragia retroperitoneal, associada principalmente à ruptura
de gravidez ectópica, mas também eventualmente presente
na pancreatite aguda
TIPOS DE INSPEÇÃO
 INSPEÇÃO ESTÁTICA: Realizada com cliente em 
repouso.
 INSPEÇÃO DINÂMICA: Observa os movimentos 
corporais e alterações decorrentes dos mesmo.
15
INSPEÇÃO DINÂMICA 
Expansibilidade 
Manobra de Ruaut –
 Os ápices pulmonares: coloca-se as mãos nas 
fossas supra-claviculares e os dedos polegares 
unindo formando um ângulo. 
 O normal é observar a elevação das mãos na 
inspiração profunda 
16
Expansibilidade - ápices
assimetria unilateral Ex.: derrame pleural, pneumonia, 
dor pleural, obstrução brônquica
assimetria bilateral. Ex.: enfisema pulmonar 17
SEMIOTÉCNICA - INSPEÇÃO
 Necessário conhecimento de anatomia 
topográfica;
 Ambiente claro e calmo;
 Desnudar apenas o local examinado;
 Se necessário uso de foco luminoso em 
cavidades;
18
INSPEÇÃO
Avalia também os aspectos 
emocionais e mentais do 
paciente.
19
INSPEÇÃO
“Cometemos mais erros por 
não olhar do que por não 
saber”
20
AUSCULTA
21
AUSCULTA
Um dos maiores avanços da medicina 
desde a sua introdução no século 
XIX, por Laennec, em 1816.
22
AUSCULTA
 Consiste na aplicação do sentindo da
audição para ouvir sons ou ruídos
produzidos pelos órgãos.
 Esses sons são decorrentes das vibrações
das estruturas anatômicas.
A maioria dos sons auscultados 
são movimentos de ar ou líquido, 
como fluxo de ar nas vias 
respiratórias, fluxo turbulento de 
sangue ao longo dos vasos e o 
movimento de gás ao longo dos 
intestinos.
23
AUSCULTA
 ESTETOSCÓPIO MONOAURICULAR 
OU “PINARD”
24
AUSCULTA
 ESTETOSCÓPIO BIAURICULAR
25
Estetoscópio
AUSCULTA
 Necessita de conhecimentos 
anatômicos e fisiológicos;
“A prática faz o mestre”;
 Utilizado principalmente na 
cardiologia e pneumologia;
27
AUSCULTA
 Pulmões: ouvir ruídos respiratórios normais
e patológicos. (Murmúrios, sibilos, roncos)
 Coração: ausculta das bulhas cardíacas
normais e alterações e para reconhecer
sopros e outros ruídos.
 Vasos: artéria ou veias onde se podem
originar sopros.
 Abdome: para detectar ruídos hidroaéreos.
28
Como usar o estetoscópio
29
Como usar o estetoscópio
30
Como usar o estetoscópio
31
POSIÇÕES EM AUSCULTA
 Decúbito dorsal, cabeça apoiada em um pequeno
travesseiro, tórax e abdome descoberto.
 Paciente sentado e o enfermeiro do lado direito do
paciente em pé (para melhor ouvir a base do
coração).
 Paciente em decúbito lateral esquerdo e a mão
esquerda na cabeça. O ENFERMEIRO EM PÉ DO
LADO DIREITO (BOM PARA ÁREA MITRAL E
3ªbulha).
32
PALPAÇÃO
 Recolhe dados do paciente a partir do tato e
pressão das mãos do examinador, permitindo
analisar texturas, volume, dureza, sensibilidade do
paciente.
 Pode ser realizada de diferentes formas, desde
utilizando uma única mão até ambas formando
garras ou permitindo aumento da área de
palpação.
 Também: digitopressão, vitropressão,
pinçamento, puntipressão.
 LEMBRAR: mãos aquecidas e unhas cortadas.
34
PALPAÇÃO
 Recolhe dados do paciente a partir do tato e
pressão das mãos do examinador, permitindo
analisar texturas, volume, dureza, sensibilidade do
paciente.
 Pode ser realizada de diferentes formas, desde
utilizando uma única mão até ambas formando
garras ou permitindo aumento da área de
palpação.
 Também: digitopressão, vitropressão,
pinçamento, puntipressão.
 LEMBRAR: mãos aquecidas e unhas cortadas.
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PALPAÇÃO
 Recolhe dados do paciente a partir do tato e
pressão das mãos do examinador, permitindo
analisar texturas, volume, dureza, sensibilidade do
paciente.
 Pode ser realizada de diferentes formas, desde
utilizando uma única mão até ambas formando
garras ou permitindo aumento da área de
palpação.
 Também: digitopressão, vitropressão,
pinçamento, puntipressão.
 LEMBRAR: mãos aquecidas e unhas cortadas.
36
PALPAÇÃO
37
PALPAÇÃO
Utiliza o tato e a pressão para analisar
as estruturas subjacentes ao exame.
Palpação ProfundaPalpação Superficial
38
PALPAÇÃO
 O tato avalia as estruturas 
superficiais;
 A pressão avalia as estruturas 
profundas;
39
OBJETIVOS DA PALPAÇÃO
 Avaliar as modificações da textura,temperatura, 
espessura, consistência, sensibilidade, volume, e 
dureza dos órgãos;
 Percepção de frêmito 
 Presença de flutuações;
 Elasticidade da pele;
 Edema.
40
OBJETIVOS DA PALPAÇÃO
 A medida que palpar cada sistema 
corporal, avalie esses aspectos:
 Textura – irregular ou lisa?
 Temperatura – morno, quente ou frio ?
 Umidade – seco, molhado ou úmido?
 Movimento – imóvel ou com vibração?
 Consistência das estruturas – sólido ou cheio 
de líquido?
41
TÉCNICAS DEPALPAÇÃO
 É preciso, para que a palpação seja correta, uma
sensação de tato bastante desenvolvida.
 Não se esqueça de vestir luvas ao palpar,
especialmente ao palpar mucosas ou outras áreas
onde você poderá entrar em contato com
líquidos corporais.
 O cliente pode reagir à palpação com ansiedade,
constrangimento ou desconforto. Esses fatores
podem provocar tensão muscular ou resguardo.
42
TÉCNICAS DE PALPAÇÃO
Para pôr o cliente à vontade siga as 
orientações:
 Aqueça as mãos antes de começar;
 Explique o que fará e qual o motivo, e descreva o 
que o cliente pode esperar, especialmente nas áreas 
sensíveis.
 Estimule o cliente a relaxar, respirando várias vezes.
 Interrompa a palpação imediatamente se o cliente 
se queixar de dor.
43
Técnicas fundamentais para 
palpação
44
Técnicas fundamentais para 
palpação
45
Técnicas fundamentais para 
palpação
46
Técnicas fundamentais para 
palpação
47
Mão espalmada;
48
SINAL DE
BLUMBERG
49
Percussão
50
PERCUSSÃO
 Foi incorporada no final do século XVIII
graças ao trabalho de Auenbrugger, da
Áustria, e de Corvisart, da frança;
 Imprega-se o golpe para gerar vibrações
com características específicas de cada
localização;
 Sente-se também a resistência da área
golpeada.
51
PERCUSSÃO
 Foi incorporada no final do século XVIII
graças ao trabalho de Auenbrugger, da
Áustria, e de Corvisart, da frança;
 Imprega-se o golpe para gerar vibrações
com características específicas de cada
localização;
 Sente-se também a resistência da área
golpeada.
52
PERCUSSÃO
 Piparotes com os dedos ou as mãos de maneira rápida
e precisa contra superfícies corporais, a fim de
produzir sons, para detectar sensibilidade ou para
avaliar reflexos.
 A percussão para observação do som ajuda a
localizar os bordos do órgão, identificar a forma e a
posição e determinar se o órgão encontra-se sólido
ou cheio de líquidos ou gás.
 Os órgãos e tecidos produzem sons de sonoridade,
timbre e duração variáveis.
53
Percussão
Use pancadas rápidas e leves a fim de criar vibrações 
que penetrem cerca de 4 a 5 cm sob a superfície da 
pele.
Os sons normais do tórax e abdome incluem:
 Ressonância – som longo, superficial e oco, ouvido sobre 
o espaço intercostal acima do tecido pulmonar sadio.
 Timpanismo – som alto, de timbre alto, semelhante a 
tambor ouvido sobre bolhas de ar no estômago ou 
intestino cheio de gás.
 Macicez – som suave, de timbre alto e curta duração, 
normalmente ouvido sobre órgãos mais sólidos, como 
fígado e coração.
54
Percussão
 Bata os dedos ou as mãos de modo rápido
e preciso contra superfícies corporais para
detectar sensibilidade ou verificar reflexos.
 Localize as margens dos órgãos para
identificar a forma e a posição e determinar
se estão sólidos ou inflados.
55
PERCUSSÃO
 PERCUSSÃO DIRETA
 PERCUSSÃO DÍGITO-DIGITAL
56
PERCUSSÃO DIRETA
 PUNHO-PERCUSSÃO
 BORDA DA MÃO
 PIPAROTE
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PERCUSSÃO DIRETA
 PUNHO-PERCUSSÃO
 BORDA DA MÃO
 PIPAROTE
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PERCUSSÃO DÍGITO DIGITAL
PLEXOR
PLEXÍMETRO
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Técnicas de percussão
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Técnicas de percussão
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Técnicas de percussão
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Orientações para a Percussão
 Para aperfeiçoar a técnica de percussão, 
mantenha as unhas curtas e aqueça as mãos antes 
de começar. 
 Peça ao cliente que urine antes de começar. Você 
poderá confundir a bexiga cheia com uma massa 
ou poderá provocar desconforto ao cliente.
 Remova as jóias ou outras peças que possam 
provocar ruídos que interfiram na ausculta.
 Explique ao cliente o que fará.
 Compare sons de um lado com o outro lado do 
corpo.
63
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TIPOS DE SONS À PERCUSSÃO
 SOM MACIÇO
 SOM SUBMACIÇO
 SOM TIMPÂNICO
 SOM CLARO PULMONAR
65
66
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OLFATO
PERCEPÇÃO DE UM 
DETERMINADO ODOR PODERÁ 
FORNECER INDÍCIO VALIOSO.
68
OLFATO
 HÁLITO ALCOÓLICO 
 CETOACITOSE DIABÉTICA 
 COMA HEPÁTICO (fetor hepaticus-
misto de rato, cadáver, terra molhada, 
urina ou peixe)
 HÁLITO URÊMICO (IRC- amônia/ urina/ 
peixe) 69
Registro dos Achados
 Anote com precisão todos os achados do 
exame físico;
 Inclua todas as informações sobre um 
sistema corporal antes de passar para 
outro;
 Use descrições, como marcos 
anatômicos e posições, para anotar os 
achados;
 Use um formulário adequado.
70
EXEMPLO DE EXAME FÍSICO 
GERAL
Paciente LPF com estado geral regular,
consciente, orientado no tempo e espaço,
agitado, cooperativo no exame físico e entrevista.
Queixando-se de dor em região lombrar.
Acianótico, anictérico, hipocorado (++/4+), afebril
T: 36ºC, alimentando-se por via oral com
aceitação regular. Pele íntegra, Hidratada. Não
concilia bem sono e repouso, apresenta higiene
satisfatória.
Apresenta face simétrica, couro cabeludo sem
lesões, com pêlos distribuídos uniformemente na
cabeça. Acuidade visual e auditiva preservadas.
Mucosa oral íntegra, Ausência de gânglios
palpáveis em região cervical.
71
Aparelho respiratório: em respiração espontânea,
com máscara de venturi à 50%, taquidispnéico FR=
26 irpm, MV + diminuídos em base, sem RA.
Aparelho cardiovascular: RCR em 2T, bulhas
normofonéticas sem sopros, taquicárdico FC- 123
bpm, hipotenso=77 x 56 mmHg, AVP em MSD
viabilizando dobutamina 10ml/h
Aparelho gastrointestinal: Alimentando-se por via
oral com boa aceitação. Abdome semi-globoso, sem
VMG, RHA+, depressível e dolor à palpação,
eliminações intestinais presentes com
características normais.
Aparelho geniturinário: diurese presente por SVD, de
aspecto concentrado e pouco volume.
72
EXEMPLO DE EXAME FÍSICO GERAL
73
74
REFERÊNCIAS
 AGREST, Alberto. El ocaso de la semiología. Medicina
(B. Aires) [online]. 2008, vol.68, n.2, pp. 175-175. ISSN
0025-7680.
 JARVIS, Carolyn. EXAME FÍSICO & AVALIAÇÃO
DA SAÚDE. 6ªed. Rio de Janeiro:Artmed, 2004.
 PORTO, Celeno. EXAME CLÍNICO. 3º ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
 POSSO, Maria Belém Salazar. SEMIOLOGIA E
SEMIOTÉCNICA DE ENFERMAGEM. São
Paulo: Editora Atheneu,2004.
75
Agradeço!!!
76

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