Prévia do material em texto
Uma carga de 1000 kgf está suspensa conforme mostra a figura abaixo. Calcular as forças normais atuantes nos cabos 1, 2 e 3. • O momento fletor “mede” a tendência de giro do elemento em relação a algum ponto ou eixo; • Seu valor pode ser obtido de forma escalar e vetorial; • Quando obtido de forma escalar, basta multiplicar a força pela distância perpendicular entre a linha de aplicação força e o ponto considerado; • No estabelecimento do equilíbrio precisamos escolher um sentido de giro (horário ou anti-horário) e considerá-lo positivo no equacionamento. Determinar o valor do momento causado pela força F em relação ao ponto “0” no plano a seguir: AULA 02 Tipos de estruturas isostáticas, tipos de carregamentos , tipos de apoios e graus de hiperasticidade. Prof. Lucas Barboza CENTRO UNIVERSITÁRIO ADVENTISTA DE SÃO PAULO Curso de Engenharia Civil 1. Cargas atuantes na estrutura Concentrada Linearmente distribuída Distribuída em uma área Atuam em uma área reduzida; Sua unidade é de força. Exemplos: N, kN, kgf, tf, etc. Atuam segundo uma linha; A unidade é força/comprimento. Exemplos: N/m, kN/cm, etc. Atuam em uma determinada área; A unidade é força/comprimento ao quadrado. Exemplos: N/m², kN/cm², etc. Alguns tipos de cargas Linearmente distribuídas Tipos de distribuição Resultante Valor da Resultante Valor da carga “q” em um ponto “x” Exemplo Uniforme 𝑞 𝑥 = 𝑞 Q= 𝑞. 𝑙 • Pesos próprio de uma viga • Reação de uma laje sobre uma viga Alguns tipos de cargas Linearmente distribuídas Tipos de distribuição Resultante Valor da Resultante Valor da carga “q” em um ponto “x” Exemplo Distribuição Triângular 𝑞 𝑥 = 𝑞0 . 𝑥 𝑙 Q= 𝑞0 .𝑙 2 • Empuxo Alguns tipos de cargas Linearmente distribuídas Tipos de distribuição Resultante Valor da Resultante Valor da carga “q” em um ponto “x” Exemplo Distribuição Triângular 𝑞 𝑥 = 𝑞0 . (1 − 𝑥 𝑙 ) Q= 𝑞0 .𝑙 2 • Empuxo Alguns tipos de cargas Linearmente distribuídas Tipos de distribuição Resultante Valor da Resultante Valor da carga “q” em um ponto “x” Exemplo Distribuição Trapezoidal 𝑞 𝑥 = 𝑞0 . 𝑞2 − 𝑞1 . 𝑥 𝑙 Q∎ = 𝑞1. 𝑙 Peso próprio de uma viga mais empuxo Q∆= 𝑞2− 𝑞1 .𝑙 2 “Os movimentos de uma estrutura no plano podem ser três” “O impedimento desses movimentos é conseguido por meio dos apoios (vínculos)” 2. Apoios das estruturas Exemplos de apoios simples ou móveis Exemplo de planta baixa de uma construção: Forças que atuam na viga 1 e na viga 6? VIGA 01 VIGA 06 3. Grau de hiperasticidade Hipostática Isostática Hiperestática O número de equações é maior que o número de incógnitas O número de equações é igual ao número de incógnitas O número de equações é menor que o número de incógnitas HIPOSTÁTICA HIPERESTÁTICA ISOSTÁTICA Uma estrutura está restringida quando possui vínculos para restringir todos os movimentos possíveis da estrutura (translação e rotação) como um corpo rígido. Uma forma de calcular o grau de hiperestaticidade, a fim de descobrir se a estrutura é restringida, é usando a seguinte fórmula: gh = C1 + 2 . C2 + 3 . C3 – 3 . m Sendo: C1 = número de vínculos móveis; C2 = número de vínculos fixos; C3 = número de vínculos engastados; m = número de hastes presentes na estrutura. Outra maneira de calcular é utilizando o critério apresentado por Sussekind: gh = ge + gi, Sendo : gh = grau de Estaticidade ou hiperestaticidade; ge = grau de hiperestaticidade externa; gi = grau de hiperestaticidade interna. 4. Exercícios propostos Calcule o grau de hiperasticidade das estruturas abaixo. 01 02 03 04 05 06 07 08 09 11 10 12 13 14 11 15