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Prévia do material em texto

Prof. Cleber Pimenta, PhD.
® Refere-se a técnica de terapia manual usada para
modular a dor e tratar disfunções articulares que
limitam a amplitude de movimento (ADM).
® A alteração na mecânica articular pode ser
ocasionada pela: dor e defesa muscular, efusão
articular, contraturas ou aderências nas cápsulas
articulares ou nos ligamentos de suporte,
desalinhamento ou à subluxação das superfícies
ósseas.
® As técnicas de mobilização articular periférica (MAP),
diferem de técnicas de alongamento convencional
muscular por abordarem especialmente o tecido
capsular restrito, restituindo a mecânica articular
normal e minimizando sobrecargas lesivas sobre a
cartilagem articular.
® Técnicas passivas, de movimentos rítmicos e de baixa
velocidade, usadas para tratar disfunções articulares
como: rigidez, hipomobilidade e dor.
Movimentos Fisiológicos
® Tipos Movs. Integrantes
Movimentos acessórios
Movs. Intra-articulares
® São os movimentos clássicos de uma articulação, de
controle voluntário, com ADM mensuráveis pela
goniometria, ocorrem dentro de um plano e possuem
um eixo de movimento.
­ Ex: Flexão, extensão, etc.
® São os movimentos que ocorrem dentro da
articulação ou em estruturas vizinhas, porém o
paciente não tem controle voluntário sobre eles, e
são necessários para a ADM normal dos movimentos
fisiológicos da articulação.
® Os movimentos acessórios são divididos em:
­ Movimentos Integrantes 
­ Movimentos Intra-articulares
® São movimentos que ocorrem em estruturas
vizinhas à articulação para permitir a ADM normal
dos movimentos fisiológicos. São de controle
involuntário.
Exemplos:
® Rotação da escápula na abdução de ombro
® Protração da escápula na extensão de ombro
® São movimentos que ocorrem dentro da articulação
® Esses movimentos são necessários para que ocorra a
ADM normal dos movimentos fisiológicos, porém o
paciente não tem controle voluntário sobre eles
® Técnica passiva usando movimentos fisiológicos ou
acessórios aplicados bruscamente com alta
velocidade.
® A alta velocidade de aplicação de técnicas de
manipulação não permite que o paciente tenha
controle da execução das mesmas.
® Osteopatia: thrust
® Tipos de Articulação:
® Ovóide: Uma superfície é
convexa e outra é côncava
® Selar: Uma superfície é 
côncava em uma direção e 
convexa em outra, com a 
superfície oposta sendo 
convexa e côncava 
respectivamente
® Rolamento 
® Deslizamento
® Giro 
® Compressão 
® Tração 
® Um osso rola sobre o outro em superfícies
incongruentes
® Novos pontos de uma superfície encontram novos
pontos na superficie oposta
® Na artrocinemática normal o rolamento ocorre em 
conjunto com o deslizamento ou giro
­ Quando realizado só, causa compressão nas superfícies para 
o lado ao qual está angulando e separação no lado oposto
® Um osso desliza sobre o outro em superfícies 
congruentes (planas ou curvas) 
® Se o osso que se move for convexo : deslizamento 
ocorre na direção oposta à do movimento .
® Se osso que se move for côncavo : deslizamento na 
mesma direção do movimento.
® Regra do convexo- côncavo 
Movimento Movimento
Rolamento
Rolamento
Deslizamento
Deslizamento
Regra do convexo-côncavo
® Um osso gira sobre outro
® Rotação de um segmento sobre um eixo estacionário
® Ocorre em combinação com o rolamento e deslizamento
® Ex : Flexão/extensão de ombro e quadril, pronação e 
supinação.
® Diminuição do espaço articular
® Cargas compressivas normais: nutrição
® Cargas compressivas altas: deterioração
® Contração muscular e rolamento: compressão .
® Separação das superfícies.
® Controla a dor e alonga a cápsula retraída
TRAÇÃO
® G1- Oscilações rítmicas de pequena amplitude no
inicio da amplitude articular (usado para dor).
® G2- Oscilações de grande amplitude dentro da
amplitude articular existente, sem atingir o limite
(usado para dor e para manutenção da mobilidade)
® G3- Oscilações de grande amplitude realizadas até o
limite da amplitude articular existente (usado para
ganho de arco de movimento)
® G4- Oscilações rítmicas de pequena amplitude
realizadas no limite da amplitude articular existente
(usado para dor e para ganho de arco de movimento).
® G5- thrust em alta velocidade
MOBILIDADE INTRA-
ARTICULAR EXISTENTE
ALONG
1
2
3
4
I
II
III
IV
V
B
A
C ACESSÓRIO
® GRAU I E II : ANALGESIA (fase aguda) 
® GRAU III E IV : AUMENTAR A ADM (fase subaguda e 
crônica)
® GRAU I E IV : oscilações rápidas 30 à 40 segundos .
® GRAU II E III : oscilações regulares 1 à 2 minutos.
® GRAU 1 : Tração articular de pequena amplitude onde 
a cápsula não é sobrecarregada. (analgesia)
® GRAU 2 : Tração ou deslizamento das superfícies 
articulares, suficiente para tencionar os tecidos ao 
redor da articulação.(manter a mobilidade)
® GRAU 3 : Tração ou deslizamento das superfícies 
articulares com uma amplitude grande o suficiente 
para promover o alongamento da cápsula articular e 
das estruturas periarticulares vizinhas .( alongamento 
da cápsula) -↑ADM
MOBILIDADE INTRA-
ARTICULAR EXISTENTE
ALONG
1
2
3
® Dosagem da força
® Força aplicada perto da articulação
® Força seletiva , aplicada no tecido desejado.
® A direção da mobilização acompanha a mecânica 
articular.
® Nutrição da cartilagem
­ O movimento articular estimula a atividade biológica movendo o líquido
sinovial que conduz nutrientes a cartilagens articular avascular e meniscos
® Mantém a extensibilidade e força tensiva dos tecidos 
articulares
® Analgesia e diminuição do espasmo muscular.
® Oferece estímulo proprioceptivo.
® Aumento ou manutenção da ADM
® Aumenta a velocidade de execução do movimento
® Recupera ou melhora a função estabilizadora. 
® Hipomobilidade articular reversível
® Traumas, falhas de posicionamento 
® Disfunções musculoesqueléticas e articulares 
® Dor, defesa muscular e espasmo
® Doenças do sistema nervoso 
® Limitação progressiva
® Imobilidade funcional
® Hipermobilidade
® Efusão articular (edema)
® Inflamação, tumores e Infecções
® Doenças ósseas detectadas em raio X
® Fratura não consolidada, fratura por stress, luxação e lesões 
ligamentares agudas
® Dor excessiva
® Tecido conjuntivo recém formado
® Doenças sistêmicas do tecido conectivo (artrite reumatóide)
® Idosos com tecido conjuntivo enfraquecido e circulação 
diminuída
® Dor excessiva
® Artroplastias totais.
® Tecido conectivo recém-formado, após lesões ou 
cirurgias.
® Idosos e crianças.
® Pacientes hemofílicos
® Exame e Avaliação 
® Verificar mobilidade reduzida, limitada ou dolorosa, 
examinar os tecidos envolvidos e o estado da doença:
­ Dor antes da limitação do tecido – defesa muscular
­ Dor simultaneamentea limitação do tecido – regeneração 
tecidual
­ Dor após o a limitação tecidual - retração ou encurtamento 
do tecido
® Posição do paciente: o membro e paciente 
possam relaxar
® Posição da articulação: posição de repouso
® Estabilização: firme e confortável
® Direção do tratamento: de acordo com o plano 
de tratamento
® Tração/Separação
® Cavidade glenóide côncava X cabeça umeral convexa
® Técnica:
® Posição do paciente: Ombro ABD 55º, ADD horizontal 30º, 
apoiando o ab entre o tronco e o cotovelo do fisioterapeuta 
(posição de repouso
® Posição do Fisio: Mão caudal na axila com o polegar anterior e 
os dedos posteriormente. A outra mão apóia o úmero na 
superfície lateral
® Força mobilizadora: mão caudal, move o úmero lateralmente
Decúbito Dorsal Progressão do movimento
• Indicações: ABD
• Técnica: 
• Posição do paciente: Ombro ABD 55º, ADD horizontal 
30º, apoiando o ab entre o troncoe o cotovelo do 
fisioterapeuta
• Posição do Fisio: Mão caudal na axila com polegar o 
polegar anterior e os dedos posteriormente. A outra 
mão no espaço membranoso, logo distal ao acrômio.
• Força mobilizadora: Com a mão posicionada 
superiormente, deslizar o úmero inferiormente
Decúbito Dorsal
• Indicações: ABD, qdo a ADM se aproxima dos 90º
• Técnica:
• Posição do paciente: DD com braço ABD até o final da
ADM disponível (rot ext no final)
• Posição do Fisio: Em pé, de frente p/ os pés do pcte, 
estabiliza o braço do pcte contra o seu tronco com a 
mão caudal. Um mov. lateral leve do tronco, fornecerá 
uma separação grau I. A outra mão no espaço 
membranoso, logo distal ao acrômio.
• Força mobilizadora: Com a mão sobre o úmero 
proximal, deslizar o úmero inferiormente
Progressão do deslizamento
Sentado
Posição Alternativa
• Indicações: a flexão e a rot. Interna
• Técnica: 
• Posição do paciente: D. dorsal com o ombro ABD 55º, 
ADD horizontal 30º, apoiando o ab entre o tronco e o 
cotovelo do fisioterapeuta (posição de repouso). 
• Posição do Fisio: Em pé, de costas p/ o pcte, entre o 
tronco e o braço dele. O Fisio apóia o braço do pcte
contra seu tronco, a mão caudal segura o úmero 
distalmente. A outra mão com o bordo lateral na 
margem anterior da articulação (força mobilizadora).
• Força mobilizadora: O Fisio deve deslizar a cabeça 
umeral posteriormente movendo todo o braço à 
medida que dobra seus joelhos
• Indicações: a flexão quando esta se aproxima de 
90º e a ADD horizontal
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD com o ombro flexionado a 90º, 
rot int e com cotovelo flexionado
• Posição do Fisio: Uma mão sobre a superfície proximal 
do úmero (aplicar separação), a outra sobre o cotovelo 
do pcte.
• Força mobilizadora: O Fisio deve deslizar o úmero 
posteriormente empurrando para baixo o cotovelo.
É ideal colocar um enchimento sob a escápula
• Indicações: a extensão e a rot ext
• Técnica: 
• Posição do paciente: DV com o braço na posição de 
repouso na beira da mesa de tto, apoiado sobre a coxa 
do Fisio.
• Posição do Fisio: Em pé de frente p/ cabeceira, em 
posição de passada à frente. Com a mão externa apóia o 
braço do pcte contra sua coxa. A borda ulnar da outra 
mão fica logo distal ao ângulo posterior do acrômio, 
dedos apontando superiormente ( força mobilizadora).
• Força mobilizadora: Deslizar a cabeça do úmero 
em uma direção anterior e levemente medial.
• Dobrar os joelhos de modo que todo braço se 
mova anteriormente
É ideal colocar um 
enchimento sob o acrômio
• Indicações: a mobilidade da articulação
• Técnica: 
• Posição do paciente: Sentado.
• Posição do Fisio: Em pé atrás do pcte, estabilizar o 
acrômio com os dedos da mão lateral. O polegar da 
mão medial é posicionado posteriormente sobre a 
clavícula (espaço articular medial)
Paciente Sentado
• Força mobilizadora: O polegar do Fisioterapeuta 
empurra a clavícula anteriormente
• Indicações: a movimento de retração
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD. O tórax prevê estabilidade ao 
esterno.
• Posição do Fisio: Posicionar o polegar na superfície 
anterior da ponta proximal da clavícula e o indicador 
com a falange média ao longo da superfície caudal da 
clavícula (suportar o polegar).
• Força mobilizadora: O polegar do Fisioterapeuta 
empurra a clavícula posteriormente
• Indicações: o movimento de protração
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD. O tórax prevê estabilidade ao 
esterno
• Posição do Fisio: Os dedos do Fisioterapeuta são 
posicionados superiormente e o polegar inferiormente 
em torno da clavícula
• Força mobilizadora: Os dedos e o polegar levantam a 
clavícula anteriormente
• Indicações: a flexão ou a extensão e para melhora 
da dor
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, cotovelo na beira da maca de 
tto. O punho apoiado no ombro do Fisio, permitindo que 
o cotovelo repouse.
• Posição do Fisio: Mão medial posiciona os dedos sobre a 
superfície palmar da ulna proximalmente, reforçando 
com a outra mão.
• Força mobilizadora: Forçar com a ulna proximal em um 
ângulo de 45º com o corpo.
• Indicações: a flexão
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, cotovelo na beira da maca de 
tto. O punho apoiado no ombro do Fisio. Progredir 
posicionando o cotovelo no final da ADM de flexão
• Posição do Fisio: Mão medial posiciona os dedos sobre a 
superfície palmar da ulna proximalmente, reforçando 
com a outra mão.
• Força mobilizadora: Forçar com a ulna proximal em um 
ângulo de 45º com o corpo, depois tracionar o eixo ao 
longo da ulna
• Indicações: mobilidade do rádio
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD ou sentado com o braço 
apoiado na mesa de tto. 
• Posição do Fisio: Posicionar-se sobre o lado ulnar do 
antebraço do pcte. Estabilizar o úmero com a mão 
cefálica. Segurar em torno do rádio distal com os dedos 
e eminência tenar da mão caudal.
• Força mobilizadora: Puxar o rádio distalmente
• Indicações: a extensão do cotovelo
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD ou sentado com o cotovelo 
estendido e supinado até o final da ADM disponível
• Posição do Fisio: Estabilizar o úmero com a mão que 
está no lado medial do pcte. Superfície palmar da mão 
lateral sobre a face palmar e os dedos sobre a face 
dorsal da cabeça do rádio
• Força mobilizadora: Mover a cabeça do rádio 
dorsalmente com a palma da mão do Fisioterapeuta
• Indicações: a flexão do cotovelo
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD ou sentado com o cotovelo 
estendido e supinado até o final da ADM disponível
• Posição do Fisio: Estabilizar o úmero com a mão que 
está no lado medial do pcte. Superfície palmar da mão 
lateral sobre a face palmar e os dedos sobre a face 
dorsal da cabeça do rádio
• Força mobilizadora: Mover a cabeça do rádio 
anteriormente com os dedos do Fisioterapeuta
• Indicações: mobilidade geral do punho e dor
• Técnica: 
• Posição do paciente: Sentado, com antebraço apoiado 
na maca de tto, punho na beira da mesa.
• Posição do Fisio: Mão cefálica abraça os processos 
estilóides e fixa o rádio e a ulna contra a maca. Mão 
caudal segura em torno da fileira distal dos ossos do 
carpo.
• Força mobilizadora: tracionar no sentido distal em 
relação ao braço
• Indicações: a flexão (palmar), da extensão (dorsal), 
do desvio ulnar (radial) e do desvio radial (ulnar).
• Técnica: 
• Posição do paciente: Sentado, com antebraço apoiado na 
maca de tto, punho na beira da mesa. O antebraço deve 
ser rodado quando se realizam os deslizamentos palmar e 
dorsal (radial e ulnar)
• Posição do Fisio: Mão cefálica abraça os processos 
estilóides e fixa o rádio e a ulna contra a maca. Mão 
caudal segura em torno da fileira distal dos ossos do 
carpo.
• Força mobilizadora: 
tracionar no sentido distal 
em relação ao braço
Podendo realizar também o deslizamento
Radial e ulnar
• Indicações: a mobilidade do arco da mão.
• Técnica: 
• Fisioterapeuta: Estabiliza os ossos do carpo com o 
polegar e o indicador de uma mão; posiciona a 
eminência tenar da outra mão ao longo da face dorsal 
dos metacarpais para prover a força mobilizadora
• Força mobilizadora: Deslizar no sentido palmar os 
metacarpais
Mobilização do Arco Metacarpal
• Indicações: a mobilidade do arco da mão.
• Técnica: 
• Fisioterapeuta: Estabiliza o osso respectivo do carpo 
com o polegar e o indicador de uma mão. Com a outra 
mão segura em torno da porção proximal de um 
metacarpal.
• Força mobilizadora: Aplicar tração no eixo longo ao 
metacarpal para separar as superfícies articulares.
• Indicações: a mobilidade geral e controle da dor.
• Técnica: 
• Posição do Paciente:
Antebraço emão apoiados na mesa de tto.
Fisioterapeuta: Fixar o trapézio com a mão que está 
mais próxima do pcte. Segurar o metacarpo 
envolvendo-o com os dedos.
• Força mobilizadora: Aplicar tração no eixo longo ao 
metacarpal para separar as superfícies articulares.
Tração da Articulação 
Carpometacárpica
• Indicações: a mobilidade geral e controle da dor.
• Técnica: 
• Fisioterapeuta: Mão proximal estabiliza o osso proximal; 
envolve os dedos e o polegar da outra mão em torno do 
osso distal perto da articulação.
• Força mobilizadora: Aplicar tração no eixo longo para 
separar as superfícies articulares.
Tração
• Indicações: a flexão (palmar), a extensão (dorsal), 
a ABD ou ADD (radial ou ulnar dependendo do 
dedo).
• Técnica: 
• Força mobilizadora: Aplicar o deslizamento com o 
polegar contra a extremidade proximal do osso a ser 
movido.
Deslizamento 
Antero-posterior
• O acetábulo é côncavo e recebe a cabeça 
femoral que é convexa
• Posição de Repouso: 30º de V, 30º de ABD e 
leve rotação externa.
• Estabilização: Fixar a pelve na mesa de tto.
• Indicações: Controle da dor e mobilidade geral
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, com o quadril na posição de 
repouso e joelho fletido.
• Posição do Fisio: Em pé de frente para o pcte e ao lado 
da mesa de tto. A mão lateral do fisio na região 
posterior da perna próximo ao joelho, a mão medial 
segura a perna “em berço”, apoiando a perna do pcte
entre o seu tronco e o seu braço.
• Força mobilizadora: Uma tração no eixo longo é 
aplicada, tracionando a perna à medida que o 
fisioterapeuta se inclina para trás
• Indicações: a ADM de flexão
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, com o quadril e joelho 
flexionado em torno de 90º. A perna do pcte repousa 
sobre o ombro medial do Fisio.
• Posição do Fisio: Em pé de frente para o pcte e ao lado 
da mesa de tto. Apóia a perna do pcte em seu ombro e 
com as duas mãos abraça proximalmente o fêmur do 
pcte.
• Força mobilizadora: Com as duas e o corpo o Fisio
traciona a fêmur do pcte distalmente
• Indicações: a ADM do quadril e diminuir a dor
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, com o quadril e joelho fletido. 
• Posição do Fisio: Em pé ao lado da mesa de tto. Apóia a 
lateral da perna do pcte em seu tronco e com as duas 
mãos abraça proximalmente o fêmur do pcte.
• Força mobilizadora: Com as duas e o corpo o Fisio
traciona a fêmur do pcte lateralmente
• Indicações: a ADM de flexão e rotação interna
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, com o quadril na ponta da 
maca. O pcte ajuda a estabilizar a pelve e a coluna 
lombar fletindo o quadril oposto e mantendo a coxa 
contra o tórax com as mãos. O quadril a ser mobilizado 
inicialmente fica na posição de repouso.
• Posição do Fisio: Em pé ao lado da coxa do pcte. Mão 
proximal na região anterior e proximal do fêmur e mão 
distal apoiando posteriormente o peso da perna do pcte.
• Força mobilizadora: O Fisio deve manter seus 
cotovelos estendidos e flexionar os joelhos; aplicar 
uma força com a mão proximal no sentido posterior
• Indicações: a ADM de flexão
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, com o quadril e joelho 
próximo a ADM final da flexão.
A pelve do pcte fixada contra superfície de tto com 
reforço da mão do Fisio sob a pelve do pcte.
• Posição do Fisio: Deve manter a perna do pcte contra 
seu corpo com mão contra lateral a pelve a ser tratada, 
posicionando o joelho do pcte contra seu ombro e 
peito. Com a mão homolateral reforça a estabilização 
da pelve.
• Força mobilizadora: O Fisio inclina o corpo na direção 
do joelho do pcte ao longo da linha da coxa, aplicando 
um deslizamento posterior. O braço e o corpo 
movimentam-se conjuntamente
• Indicações: a ADM de extensão e rotação externa
• Técnica: 
• Posição do paciente: DL, com o quadril 
confortavelmente fletido e apoiado por travesseiros.
• Posição do Fisio: Em pé atrás do pcte. Estabiliza a pelve 
com a mão cefálica na EIAS e a mão caudal na face 
posterior do trocânter maior
• Força mobilizadora: O 
Fisio empurra com a mão 
caudal a face posterior do 
trocânter maior no 
sentido anterior
• O platô tibial é côncavo e se articula com os 
côndilos femorais convexos
• Posição de Repouso: 25º de flexão
• Estabilização: Estabilização do fêmur por 
sobre a mesa de tto
• Indicações: Controle da dor e mobilidade geral
• Técnica: 
• Posição do paciente: Sentado ou em DD, com o joelho 
na posição de repouso. Progredir posicionando o joelho 
no limite da ADM de flexão. Pode se acrescentar rotação 
a tíbia antes de iniciar com a força de tração.
• Posição do Fisio: Segurar a perna “em berço” com as 
mãos em torno da perna distalmente, próximo aos 
maléolos
Decúbito Dorsal
Sentado
• Força mobilizadora: O 
Fisio traciona no eixo 
longo da tíbia para 
separar as superfícies 
articulares
• Indicações: a ADM de extensão
• Técnica:
• Posição do paciente: DV, com o joelho na posição de 
repouso. Progredir posicionando o joelho no limite da 
ADM de flexão. Pode se acrescentar rotação lateral da 
tíbia. Colocar uma pequena almofada sob o fêmur 
distalmente para prevenir compressão patelar. 
• Posição do Fisio: Segurar a tíbia distalmente com a mão 
caudal e posicionar a palma da mão cefálica sobre a 
face posterior da tíbia proximal
Decúbito Ventral
• Força mobilizadora: 
Forçar com a sobre a 
tíbia proximal no 
sentido anterior. A 
força pode ser dirigida 
para o platô tibial 
lateral ou medial para 
isolar um lado da 
articulação.
• Indicações: a ADM de extensão (anterior) e de 
flexão (posterior) 
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, em posição do teste de gaveta 
(quadril e joelho fletidos) 
• Posição do Fisio: Sentado na maca com a coxa fixando 
o pé do pcte. Com as mãos segurar em torno da tíbia 
proximal. Dedos apontando posteriormente e os 
polegares anteriormente
Decúbito Dorsal
• Força mobilizadora: Para 
o deslizamento anterior 
o Fisio estende os 
cotovelos e trás o corpo 
para trás. Para o 
deslizamento posterior o 
Fisio estende os 
cotovelos e trás o corpo 
para frente.
• Indicações: a ADM de V 
• Técnica: 
• Posição do paciente: Sentado, com o joelho fletido na 
borda da mesa de tto, iniciando na posição de repouso.
• Posição do Fisio: Em pé no lado medial da perna do 
pcte. Manter a V de joelho da perna com a mão caudal 
distalmente e posicionar a palma da mão cefálica ao 
longo do bordo anterior do platô tibial.
• Força mobilizadora: O Fisio estende o cotovelo e se 
inclina deslocando o peso de seu corpo para cima da 
tíbia, deslizando-a posteriormente
• Indicações: a ADM de flexão
• Técnica: 
• Posição do paciente: Na posição anterior progredir a 
flexão de joelho para próximo de 90º e acrescentar 
rotação medial da tíbia.
• Posição do Fisio: Sentado em um banco baixo; o Fisio
estabiliza a perna entre seus joelhos e posiciona uma 
mão no bordo anterior do platô tibial, enquanto a outra 
mão sustente no bordo inferior da mesa de tto.
• Força mobilizadora: Quando progredir realizando a 
rotação medial no final da ADM de flexão, a força deve 
ser aplicada no sentido posterior contra o lado medial 
da tíbia
• Indicações: a mobilidade patelar para V do joelho
• Técnica:
• Posição do paciente: DD, inicialmente com joelho 
estendido; progredir posicionando-o no final da ADM 
disponível de flexão.
• Posição do Fisio: Em pé, na lateral da mesa de costas 
para pcte. Posicionar o espaço membranoso da mão 
medial em torno do bordo superior da patela. Usar a 
outra mão como reforço.
• Força mobilizadora: Deslizar a patela no sentido 
caudal, paralelamente ao fêmur
• Indicações: a mobilidade patelar. 
• Técnica: 
• Posiçãodo paciente: DD, com joelho estendido
• Posição do Fisio: Em pé, na lateral da mesa de costas 
para pcte. Posicionar os dedos medialmente e os 
polegares lateralmente em torno das bordas medial e 
lateral da patela, respectivamente.
Deslizamento Lateral Deslizamento Medial
• Força mobilizadora: Deslizar a patela no sentido 
medial ou lateral, contra a restrição.
• Indicações: a mobilidade da cabeça da fíbula; para 
reposicioná-la, caso esteja posteriorizada
• Técnica: 
• Posição do paciente: DLcom o tronco e o quadril rodados 
parcialmente para o DV. A perna superior é flexionada 
para frente, de modo que o joelho e a perna fiquem 
apoiados na mesa
• Posição do Fisio: Em pé, atrás do pcte. Posicionar uma das 
mão sob a tíbia para estabilizá-la. A base da outra mão é 
posicionada posterior à cabeça da fíbula, envolvendo os 
dedos anteriormente
• Força mobilizadora: Da região tenar da mão no sentido 
deslizando a cabeça da fíbula no sentido ântero-lateral.
• O tálus é convexo e se articula com o 
encaixe côncavo feito pela tíbia e pela fíbula
• Posição de Repouso: 10º de flexão plantar
• Estabilização: A tíbia é mantida contra a 
mesa.
• Indicações: Controle da dor e mobilidade geral 
• Técnica:
• Posição do paciente: DD, com o membro inferior em 
extensão. Iniciar com o tornozelo na posição de 
repouso.
Progredir para o final da ADM disponível de dorsiflexão
e flexão plantar
• Posição do Fisio: Em pé. Envolver os dedos das mãos no 
dorso do pé do pcte, com o polegar na superfície plantar 
do pé, para mantê-lo na posição de repouso.
Tração
• Força mobilizadora: Tracionar o pé afastando-o do eixo 
longo da perna no sentido distal, fazendo uma inclinação 
para trás
• Indicações: a dorsiflexão
• Técnica: 
• Posição do paciente: DD, com a perna apoiada na mesa 
e o calcanhar no bordo.
• Posição do Fisio: Em pé, ao lado do pcte. Com a mão 
cefálica estabiliza a perna, a face palmar da mão caudal 
sobre o tálus. Envolver os dedos e o polegar em torno do 
pé para manter o tornozelo na posição de repouso. É 
aplicada uma força de separação no sentido caudal.
Deslizamento Posterior
• Força mobilizadora: Empurrar o tálus para que deslize 
posteriormente em relação a tíbia
• Indicações: a flexão plantar
• Técnica: 
• Posição do paciente: DV, com o pé no bordo da mesa de 
tto.
• Posição do Fisio: Em pé. Posicionar a mão lateral sobre 
o dorso do pé para aplicar uma separação grau I. A mão 
medial com o espaço membranoso na face posterior do 
tálus e do calcâneo, logo distal ao encaixe articular.
Deslizamento Anterior
• Força mobilizadora: Empurrar o calcâneo no 
sentido anterior, o tálus desliza anteriormente

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