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FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DO MARANHÃO – FACEMA CURSO DE FISIOTERAPIA DISCIPLINA: CINESIOTERAPIA Aluno (a)_______________________________________________________ EXERCÍCIOS RESISTIDOS Membros Superiores - Flexão do ombro Aplicar resistência na face anterior distal do braço ou na porção distal do antebraço se o cotovelo estiver estável Estabilização da escapula e tronco pela maca - Extensão do ombro Aplicar resistência na face posterior distal do braço ou na porção distal do antebraço A estabilização da escapula é dada pela maca - Hiperextensão do ombro Paciente em decúbito dorsal perto da beira da maca, ou em decúbito lateral ou ventral. Aplica resistência da mesma maneira que na extensão do ombro. Estabilizar a face anterior do ombro se o paciente estiver em decúbito dorsal Se o paciente estiver em decúbito lateral, estabilizar tronco e escapula Se o paciente estiver em decúbito ventral, estabilizar escapula manualmente - Abdução e Adução do ombro Aplica resistência na porção do braço com cotovelo do paciente fletido 90º Para resistir à abdução aplicar resistência na face lateral do braço Para resistir a adução, empregar resistência na face medial do braço - Rotação interna e externa do ombro Flexionar o cotovelo 90º e posicionar o ombro no plano da escapula Aplicar resistência na porção distal do antebraço com o ombro em rotação interna e externa Fornecer estabilização na região da clavícula durantes a rotação interna; a coluna e a escapula são estabilizadas pela maca durante a rotação externa Posição alternativa: ombro pode ser posicionado com 90º de abdução durante a rotação resistida. - Abdução a Adução horizontal Flexionar o ombro e o cotovelo em 90º e posicionar o ombro em rotação neutra Aplica resistência na porção distal do braço, acima do cotovelo Paciente fica na margem da maca - Elevação e depressão da escapula Paciente em decúbito dorsal, lateral ou sentado Resistencia na face superior da cintura escapular logo acima da clavícula durante a elevação da escapula Procedimento alternativo: aplicar resistência contra a depressão unilateral da escapula em decúbito dorsal, mãos do paciente em contato com a do fisio. - Protração e retração da escapula Resistencia na porção anterior do ombro sobre a cabeça do úmero para resistir a prostração e sobre a face posterior do ombro para resistir à retração A resistência poderá ser aplicada diretamente na escapula se o paciente ficar sentado e decúbito lateral de frente ao fisio - Flexão e extensão do cotovelo Para flexores de cotovelo: paciente em decúbito dorsal e resistência contra a face anterior distal do antebraço (supinação, pronação ou netro). Para extensores de cotovelo: paciente em decúbito ventral ou dorsal e aplicar resistência contra a face distal do antebraço. Estabilizar a porção superior do úmero - Pronação e supinação Resistencia contra o rádio na porção distal do antebraço com o cotovelo paciente fletido em 90º. - Flexão e extensão do punho Resistência contra a face palmar e dorsal da mão Estabiliza o antebraço distal - Desvio radial e ulnar Resistencia no 2 e 5 metacarpo alternadamente e estabilizar a porção distal do antebraço. - Dedos e polegar Resistencia distalmente à articulação que está se movendo e estabilização proximal e distal da articulação em movimento. Membros Inferiores - Flexão do quadril e joelho Resistencia na face anterior distal da coxa, pode ser aplica na face posterior da perna acima do tornozelo. - Extensão do quadril Aplicar resistência na face posterior da porção distal da coxa com uma das mãos e na face inferior e distal do calcanhar com a outra Estabilização pelve e coluna pela maca. - Hiperextensão do quadril Paciente em decúbito ventral e resistência na face posterior da coxa Estabilizar a pelve. - Abdução e adução do quadril Paciente em decúbito dorsal e resistência na face lateral e medial da coxa distal. - Rotação interna e externa Paciente em decúbito dorsal, resistência na face lateral ou medial distal da coxa Estabilização da pelve Posição alternativa: paciente em decúbito ventral - Flexão de joelho Paciente em decúbito ventral com quadril estendido e resistência na face posterior da perna acima do tornozelo Estabilizar a pelve e nádegas - Extensão de joelho Mesmo posicionamento da flexão com resistência da extensão do joelho Posição alternativa: paciente em decúbito dorsal com joelho fletido e para fora da maca. - Dorsiflexão e flexão plantar Paciente em decúbito dorsal com resistência acima do dedos e estabilização a nível de maléolos - Inversão e eversão do tornozelo Aplicar resistência na face medial do metatarso para inversão e lateral para eversão Estabilização ao nível de maléolos - Flexão e extensão dos dedos Resistencia contra superfície plantar e dorsal e estabilização acima e abaixo da articulação que está sendo mobilizada. Referência Bibliográfica KISNER, C.; COLBY, L.A. Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas. 4ª ed. São Paulo: Manole, 2005. Cap. 3