Logo Passei Direto
Buscar

Revisao DST e HIV

Resumo sobre HIV/AIDS e ISTs: transmissão, diagnóstico (anticorpos: ELISA, IFI, Western‑Blot, testes rápidos; antígenos; amplificação do genoma; cultura viral), fases da infecção, carga viral e CD4, aconselhamento, TARV e profilaxia vertical, PT e vacinas, abordagem sindrômica, agentes etiológicos e questões.

User badge image
Carlos Dias

em

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

03/08/2016 
1 
Revisão 
HIV/AIDS 
Considerações Iniciais – HIV/AIDS 
Transmissão 
Diagnóstico 
Anticorpos (Elisa, IFI, Western-Blot (padrão ouro, testes rápidos); 
Antígenos; Amplificação do genoma do vírus; Cultura viral. 
Acompanhamento 
(6 meses) 
Carga viral (RNA viral no plasma) <50 cópias/ml ou 
indetectável 
LT CD4+ normal de 800 a 1200 células/mm³ 
Perda de Gordura 
braços pernas nádegas face 
Acumulo de Gordura 
abdome costas pescoço nuca 
Lipodistrofia 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
2 
1 • Aconselhamento pré e pós-testes para detecção do HIV; 
2 • Início precoce da Terapia antirretroviral (TARV); 
3 • Profilaxia da transmissão vertical do HIV – entre 14ª a 28ª s 
Considerações Iniciais – HIV/AIDS 
 
 
Aguda 
Primeiras 
semanas da 
infecção, até 
soroconversão 
(janela imunológica) 
↓ LT-CD4+ 
transitório, ↑ 
carga viral. 
Assintomática 
↑ interação - 
células de defesa 
e ↑ mutações do 
vírus. 
O exame físico 
normal, exceto 
pela 
linfadenopatia, 
pode persistir 
Sintomática 
Inicial 
 redução 
acentuada dos 
linfócitos T 
CD4+ 
Podem ficar < 
200/mm3 
AIDS 
Infecções 
oportunistas 
Neurotoxoplasmos
Neurocriptococose
Citomegalovirose; 
Pneumocistose 
Fases da Infecção pelo HIV 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
3 
76. (HU-UFS/EBSERH/IAOCP/2014) Em relação à fase aguda da infecção 
causada pelo HIV, assinale a alternativa correta. 
 
a) Certas neoplasias são mais frequentes nesta fase, entre elas: sarcoma de 
Kaposi, linfomas não-Hodgkin, neoplasias intraepiteliais anal e cervical. 
 
b) Uma vez instalada a AIDS, as pessoas portadoras do HIV apresentam sinais e 
sintomas de processos oportunistas. 
 
AIDS 
AIDS 
76. (HU-UFS/EBSERH/IAOCP/2014) 
 
c) Também conhecida como fase assintomática, o estado clínico básico é 
mínimo ou inexistente. 
 
d) As manifestações clínicas podem variar desde quadro gripal até uma 
síndrome, que se assemelha à mononucleose. 
 
e) A história natural da infecção aguda caracteriza-se tanto por viremia 
baixa quanto por resposta imune suprimida. 
Fase de latência 
 Fase aguda 
alta 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
4 
Realizada em todas as pessoas vivendo 
com HIV 
E assintomáticas 
para TB 
PT < 5 mm → repetida 
anualmente 
Marcador de risco para 
Desenvolvimento 
de TB ativa 
Feitos → todas as 
pessoas com HIV 
Prova tuberculínica (PT) é importante 
Identificação 
Infecção latente 
da TB (ILTB) 
Vacinas sem contraindicação 
Demais vacinas 
administradas 
nesses pacientes 
Se LCD4+ >350cel/mm³ 
LCD4+ = 200 a 350 
cel/mm³ - avaliar 
LCD4+ <200 cel/mm³ - 
não vacinar 
Adultos e adolescentes HIV 
Podem receber 
imunizações 
de bactérias ou 
vírus vivos 
HIV/AIDS 
77. (Prefeitura de Jundiaí-SP/Makiyama/CKM/2012) Chegou à Unidade 
Básica de Saúde uma jovem de 20 anos, mãe de uma criança de quatro 
meses. Afirma estar amamentando e que o motivo que a levou buscar ajuda 
foi o fato de ser soro positivo. Afirma querer informações sobre a transmissão 
do HIV. A enfermeira, então, explica que o vírus não pode ser transmitido por: 
 
a) Amamentação, portanto ela não precisa parar de amamentar. 
 
b) Relação sexual sem proteção. 
 
c) Compartilhar seringas e agulhas. 
 
d) Aperto de mãos. 
 
e) Múltiplos parceiros e por compartilhar brinquedos sexuais. 
www.romulopassos.com.br 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
5 
ÚLCERAS GENITAIS: sífilis, cancro mole, donovanose, papiloma vírus 
e herpes genital 
CORRIMENTO URETRAL: clamídia e gonorreia 
CORRIMENTO VAGINAL E CERVICITE: clamídia, gonorreia, vaginose 
bacteriana, candidíase e tricomoníase 
DOR PÉLVICA 
Abordagem Sindrômica 
 
 
A
ge
n
te
s 
Et
io
ló
gi
co
s 
- 
IS
T 
Gonorreia Neisseria gonorrhoeae 
Clamídia Chlamydia trachomatis 
Sífilis Treponema pallidum 
Cancro Mole Haemophilus ducreyi 
Donovanose Klebsiella granulomatis. 
Linfogranuloma Venéreo Chlamydia trachomatis (L1, L2 e L3) 
Candidíase Candida albicans 
Tricomoníase Trichomonas vaginalis 
Vaginose Bacteriana 
Gardnerela vaginalis; Haemophilus; 
Bacteroides sp; Mobiluncus sp 
IST Agente Etiológico 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
6 
78. (HU-UFBA/EBSERH/IADES/2014) Assinale a alternativa que indica a 
infecção genital causada por bactéria denominada Haemophilus ducreyi. 
 
a) Linfogranuloma venéreo. 
 
b) Donovanose. 
 
c) Cancro mole. 
 
d) Cancro duro. 
 
e) Tricomoníase genital. 
Chlamydia trachomatis 
Klebsiella granulomatis 
Treponema pallidum 
 Trichomonas vaginalis 
• Neisseria gonorrhoeae e Chlamydia trachomatis 
AGENTES 
ETIOLÓGICOS 
• Relação sexual sem preservativo; 
• Durante o parto. 
TRANSMISSÃO 
• Infertilidade (dificuldade para ter filhos), dor durante 
as relações sexuais, gravidez nas trompas 
COMPLICAÇÕES 
• Sensação de ardor e esquentamento ao urinar, 
podendo causar corrimento ou pus. Dor nos testículos 
(homens) e sangramento fora da época e aumento da 
menstruação (mulheres) 
SINAIS E 
SINTOMAS 
Gonorreia e Clamídia 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
7 
Gonorreia e Clamídia 
• Treponema pallidum 
AGENTES 
ETIOLÓGICO 
• Prática sexual desprotegida, por transfusão de 
sangue contaminado ou da mãe infectada para o bebê 
durante a gestação ou o parto 
TRANSMISSÃO 
• Depende do estágio da doença: primária, secundária 
e terciária. Inicialmente com úlcera indolor (ou pouco 
dolorosa) e autolimitada. 
MANIFESTAÇÕES 
CLÍNICAS 
• A sífilis congênita pode causar aborto, má formação 
do feto e/ou morte ao nascer. 
ATENÇÃO PRÉ-
NATAL 
SÍFILIS 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
8 
Regridem em período que varia de 
4 a 5 semanas sem deixar marcas. 
SÍFILIS 
 
 Latente 
Recente < 1 ano; 
Tardia > 1 ano 
Sem sinais e 
sintomas. 
Diagnóstico 
apenas por 
exames 
Primária 
Lesão erosada 
ou ulcerada, 
geralmente 
única, pouco 
dolorosa, 
com base 
endurecida, 
fundo liso, 
brilhante e 
pouca secreção 
serosa 
Secundária 
Lesões 
cutâneo‐mucosas
, 6 a 8 sem. após 
o cancro duro. 
Febre, faringite, 
perda de peso e 
cabelo etc. 
Terciária 
Sinais e 
sintomas 
aparecem ± 3 a 
12 anos 
Lesões cutâneo-
mucosas, 
neurológicas, 
cardíacas e 
articulares 
Tipos de Sífilis 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
9 
 
 
Sífilis Congênita 
Surge até o 2º ano. 
Sintomas como ↓ peso, 
hepatomegalia e 
osteocondrite; 
Anemia, 
trombocitopenia, 
leucocitose ou 
leucopenia. 
Precoce 
Surge após o 2º ano. 
Sintomas como: “Lâmina 
de Sabre”, articulações 
de Clutton, fronte 
“olímpica”, nariz “em 
sela”. 
Outros sintomas: 
mandíbula curta, arco 
palatino elevado, surdez 
neurológica e dificuldade 
no aprendizado. 
Tardia 
O diagnóstico - estabelecido pela associação de critérios epidemiológicos, 
clínicos e laboratoriais. 
79. (Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso/FGV/2013 - Adaptada) 
 
a) Sífilis congênita precoce caracteriza‐se pelo surgimento dos sintomas tais 
como baixo peso, hepatomegalia e osteocondrite até o segundo ano de vida. 
 
b) Sífilis primária geralmente caracteriza‐se pela presença de lesões 
cutâneo‐mucosas, de 6 a 8 semanas após o aparecimento do cancro duro. 
 
 
c) Sífilis latente é aquela na qual os sinais e sintomas geralmente aparecem de 3 
a 12 anos ou mais após o início da infecção.Sífilis Segundaria 
Sífilis Terciária (Lesões cutâneo-mucosas, neurológicas, cardíacas e articúlares) 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
10 
• Provocada p/ bactéria Haemophilus ducreyi. 
•É a causa mais comum de úlceras genitais em todo o 
mundo. Úlceras dolorosas, irregulares, contornos 
eritemato-edematosos, fundo irregular, odor fétido 
CANCRO MOLE 
• Causada pela bactéria Klebsiella granulomatis. 
• Surgem lesões nos órgãos genitais que lentamente se 
transforma em feridas ou úlceras indolores (sangram 
facilmente, bem definidas) ou caroço vermelho. 
DONOVANOSE 
Cancro Mole e Donovanose 
•Infecção crônica causada pela bactéria Chlamydia 
trachomatis, atinge os genitais e os gânglios da virilha. 
•Caracterizada p/ envolvimento do sistema linfático, 
tendo como processos básicos a trombolinfangite e 
perilinfangite. 
LINFOGRANULOMA 
VENÉREO 
• Causada p/ Papilomavírus humano (HPV). 
Normalmente causa verrugas de tamanhos variáveis. 
No homem, é mais comum na cabeça do pênis 
(glande) e na região do ânus. Na mulher, os sintomas 
mais comuns surgem na vagina, vulva, região do ânus 
e colo do útero. As lesões também podem aparecer na 
boca e na garganta. 
HPV 
(CONDILOMA 
ACUMINADO) 
Linfogranuloma Venéreo e HPV 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
11 
Linfogranuloma Venéreo e HPV 
 
 
 
 
 
 
80. (Questão Inédita Equipe RP/2016) O HPV de tipos 6 e 11 causam a 
maioria dos casos de câncer do colo do útero em todo o mundo. 
 
16 e 18 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
12 
• HSV- 1 e HSV-2 
AGENTES 
ETIOLÓGICOS 
• Predominantemente, pelo contato sexual (inclusive 
oro-genital). A transmissão pode se dar, também, pelo 
contato direto com lesões ou objetos contaminados 
TRANSMISSÃO 
• Pode haver recidivas, pois não tem cura. ATENÇÃO 
•caracterizada pelo surgimento de pequenas bolhas na 
região genital, que se rompem formando feridas e 
desaparecem espontaneamente. 
SINAIS E SINTOMAS 
Herpes Genital 
Herpes Genital 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
13 
• Trichomonas vaginalis 
AGENTE 
ETIOLÓGICO 
• Sexualmente transmitida, inclusive por um portador 
assintomático que abriga o microrganismo no trato 
urogenital. 
TRANSMISSÃO 
• Secreção vaginal, que é rala (algumas vezes 
espumosa), de coloração amarelada a amarelo-
esverdeada, de odor fétido e muito irritativa. Em 
consequência, pode surgir uma vulvite acompanhante, 
com sensação de queimação e prurido vulvovaginais 
SINAIS E 
SINTOMAS 
Tricomoníase 
Definição 
• Infecção da vulva 
e vagina - ocorre 
quando o meio 
torna-se favorável 
para seu 
desenvolvimento. 
Ag. Etiológico 
• Candida albicans 
(fungo comensal 
da microbiota 
vaginal) 
Sinais e Sintomas 
• Corrimento branco, 
grumoso, inodoro, com 
aspecto caseoso; 
• Prurido vulvovaginal, 
ardor ou dor à micção; 
• Hiperemia vulvar, 
edema, fissuras e 
macerações; 
Candidíase 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
14 
• Desequilíbrio da 
microbiota vaginal - 
↑ bactérias 
anaeróbias + 
ausência ou ↓ dos 
lactobacilos 
acidófilos. 
Definição 
• Gardnerela 
vaginalis; 
Haemophilus; 
Bacteroides sp; 
Mobiluncus sp; 
Ag. Etiológico 
• Fétido, + após o coito 
e menstruação; 
• Branco-acinzentado, 
fluido ou cremoso; 
• Prurido, dispareunia 
e irritação branda. 
Sinais e 
Sintomas 
Vaginose Bacteriana 
81. (Prefeitura de Jundiaí-SP/Makiyama/CKM/2012) O enfermeiro 
desempenha um papel essencial na identificação e prevenção das doenças 
sexualmente transmissíveis (DST), fornecendo orientações sobre as práticas 
sexuais seguras, o que é vital na redução das taxas de DST em todo o mundo. 
Assim, para promover a prevenção e o controle das DST, o enfermeiro deve 
basear-se em alguns conceitos, segundo a CDC (2000), EXCETO: 
www.romulopassos.com.br 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
15 
81. (Prefeitura de Jundiaí-SP/Makiyama/CKM/2012) 
 
a) Orientação e aconselhamento de pessoas de risco sobre comportamento 
sexual seguro. 
 
b) Identificação apenas de indivíduos infectados que estejam assintomáticos e 
que provavelmente não irão procurar diagnóstico nem tratamento. 
 
c) Diagnóstico e tratamento efetivos dos indivíduos infectados. 
 
d) Avaliação, tratamento e orientação dos parceiros sexuais das pessoas com 
uma DST. 
 
e) Vacinação pré-exposição de pessoas de risco para DST evitáveis por meio 
de vacina. 
www.romulopassos.com.br 
“Aprovado no Hospital Universitário 
Dr. Miguel Riet Corrêa Júnior da 
Universidade Federal de Rio Grande 
Obrigado. Rômulo Passos, Ciro 
Passos e toda a equipe!” 
 
Gustavo Monteiro 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22
03/08/2016 
16 
GABARITO 
 
76 – D 
77 – D 
78 – C 
79 – A 
80 – FALSO 
81 – B 
Glaucio Giscard Ribeiro Coutinho - 055.032.437-22

Mais conteúdos dessa disciplina