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O direito à educação e a igualdade de acesso e permanência na escola estão expostos

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O direito à educação e a igualdade de acesso e permanência na escola estão expostos, respectivamente, nos artigos 205 e 206 da Constituição Federal de 1988. É preciso entender a educação e a assistência estudantil como um direito social e fazer com que a assistência seja não apenas uma ajuda financeira, mas que articulada ao ensino, à pesquisa e à extensão promovam a transformação dos assistidos.
A assistência estudantil na Universidade de Brasília tem se posicionado como um desafio para os profissionais do Serviço Social
O Serviço Social na educação configura-se ainda como um desafio a ser transposto, cabendo ao profissional se desdobrar no exercício de suas habilidades e competências buscando o fortalecimento de uma gestão democrática dentro da escola e ainda estimulando a comunidade escolar a participar do processo educacional, compreendendo comunidade escolar todos os educadores: professores, merendeiros, técnicos administrativos, porteiros, pais, responsáveis, famílias como um todo, alunos e outros atores que compõem a dinâmica escolar.
A ação do Assistente social compreende ainda a articulação com instituições públicas, privadas, assistenciais caracteriza-se como uma das estratégias que visam o atendimento das demandas socioeconômicas, em específico no âmbito da educação.
Esta atuação configura-se como um conjunto de ações integradas de orientação a serem executadas de forma a proporcionar a melhoria no desempenho acadêmico do aluno e consequentemente da sua qualidade de vida.
A formação educacional da criança e do adolescente não se realiza somente na sala de sula, mas abrange um conjunto de atividades que, desempenhadas pela escola, proporcionará a eles a esperança de uma vida adulta satisfatória como pessoas e cidadãos.
Cabe ao Assistente social realizar uma atuação pautada na ética, com posicionamento em favor da equidade e justiça social, que assegure universalidade de acesso aos bens e serviços, tido como um dos princípios fundamentais a serem seguidos pelo assistente social.
No âmbito do ensino superior, a assistência aqui explicitada é aquela inserida no campo dos direitos, da universalização dos acessos, das ações pró-permanência de qualidade, e da responsabilidade estatal com a educação, isto é, a democratização do ensino superior público, gratuito e de qualidade.
Apesar das dificuldades com relação a implementação e execução das ações de assistência estudantil, em especial a falta de recursos financeiros para ampliar o número de bolsas, é inegável a sua relevância dentro da universidade por todos os aspectos
Sendo também inegável a importância de um profissional que identifique as necessidades desses alunos – destacando a figura do Assistente Social, como o profissional que ira viabilizar a igualdade de condições para promover o ingresso, a permanência e conclusão destes alunos, numa perspectiva de autonomia, direitos e cidadania plena.
Segundo Yazbek (2006) o assistencial manifesta-se como estratégia de dupla face, quais sejam: o assistencial como mecanismo de estabilização das relações sociais, constituindo-se na ótica da ação estatal; como forma concreta de acesso a recursos, serviços e também a um espaço de reconhecimento de direitos, esta é a face procurada pelos excluídos e subalternizados. Então o assistencial apresenta-se como “[...] campo concreto de acesso a bens e serviços, enquanto oferece uma face menos perversa ao capitalismo. Obedece, pois, a interesses contraditórios, sendo um espaço em que se imbricam as relações entre as classes e destas com o Estado”. (YAZBEK, 2006, p.53).
(LESSA, 2007: p. 84).

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