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DISCIPLINA DE ENGENHARIA DE MÉTODOS (TEP 04026) Universidade Federal Fluminense 1UFF – Universidade Federal Fluminense Universidade Federal Fluminense Departamento de Engenharia de Produção Prof.: Gilson B. A. Lima Engenharia de Métodos 1 2013 6 – MATRIZ GUT(FI) Definição: Trata-se de uma técnica de priorização que possibilita transformar dados qualitativos em quantitativos, facilitando uma melhor análise dos mesmos. 2UFF – Universidade Federal Fluminense melhor análise dos mesmos. A Matriz GUT(FI) busca analisar parâmetros baseados em Gravidade,Gravidade, Urgência,Urgência, Tendência,Tendência, FacilidadeFacilidade ee InvestimentoInvestimento que são tomados para estabelecer prioridades na eliminação de problemas, orientando assim as decisões mais complexas. Esta técnica propicia à empresa definir suas estratégias e políticas de médio e longo prazo. A matriz GUT é utilizada quando se procura identificar os processos cujos outputs estão aquém do desejado. É priorizado o processo com maior índice, de acordo com o índice obtido da multiplicação G x U x T Na Gravidade estará se avaliando a conseqüência que irá acarretar se nada for feito (significa quanto prejuízo se tem devido ao resultado 6 – MATRIZ GUT(FI) 3UFF – Universidade Federal Fluminense nada for feito (significa quanto prejuízo se tem devido ao resultado indesejável que o processo vem apresentando). A Urgência refere-se ao prazo para uma tomada de ação, avaliando o tempo disponível para resolver o problema (Quanto tempo se tem para a solução). A Tendência busca definir a proporção do problema no futuro, observando a causa e o potencial do problema aumentar (indica o futuro dos acontecimentos). • A Facilidade deve observar o quanto é fácil de se resolver a situação; O Investimento deve avaliar qual será o gasto para resolver o problema. GUT Conceito de Gravidade É aquilo que tem uma importância muito grande, geralmente expressa em número. Exemplo: O câncer é mais grave do que o apêndice. Conceito de Urgência 4UFF – Universidade Federal Fluminense Conceito de Urgência É aquilo em que é necessário agir rapidamente. Exemplo: O apêndice é mais urgente que o câncer. Conceito de Tendência É o que poderá acontecer se não for tomada ação. Exemplo: Câncer (morte em médio / longo prazo) Apêndice (morte em curto / médio prazo) 6 – MATRIZ GUTFI (Pontuação) Pontos Gravidade Urgência Tendência Facilidade Investimento 5 Os prejuízos, dificuldades são extremamente graves É necessária uma ação corretiva Se nada for feito a situação irá piorar rapidamente O problema é muito fácil de ser resolvido Não é necessário nenhum investimento para resolver o problema 4 Os prejuízos, dificuldades são muito graves Com alguma urgência Vai piorar em pouco tempo O problema é fácil de ser resolvido Algum investimento é necessário para resolver o problema Os prejuízos, O mais cedo Vai piorar em Existe alguma Gastos de recursos além do orçamento da área, mas 5UFF – Universidade Federal Fluminense 3 Os prejuízos, dificuldades são graves O mais cedo possível Vai piorar em médio prazo Existe alguma dificuldade para resolver da área, mas aprovável em nível imediatamente superior 2 Os prejuízos, dificuldades são pouco graves Pode esperar um pouco Vai piorar em longo prazo O problema é difícil de ser resolvido Gastos de recursos que requerem remanejamento de verba / recursos do orçamento da empresa, em nível de diretoria 1 Os prejuízos, dificuldades são sem gravidade Não tem pressa Não vai piorar e pode até melhorar O problema é muito difícil de ser resolvido Gastos de recursos ($, homem-hora, equipamentos etc) muito significativos FONTE: Farias Filho (2001) Método G.U.T. Valor Gravidade Causa: Urgência Exige: Tendência Tende: GxUxT Maximo 5 Elevação de custos Ação imediata Agravar rapidamente 125 4 insatisfação Ação rápida aumentar 64 6UFF – Universidade Federal Fluminense 4 insatisfação Ação rápida aumentar 64 3 atrasos Ação pausada estabilizar 27 2 desorientação acompanhar ajustar 8 1 Poucas reclamações Pode esperar acomodar 1 Exemplo de aplicação do GUT PROBLEMA G U T GxUxT Falta de motivação dos funcionários 3 3 3 27 6° Alto índices de atrasos 5 4 4 80 2° 7UFF – Universidade Federal Fluminense Deficiência na comunicação 3 4 4 48 4° Falta de padrões na execução de tarefas semelhantes 5 3 4 60 3° Baixa disponibilidade de informática 5 5 5 125 1° Altos índices de insatisfação 5 4 2 40 5° PPesquisa & esquisa & DDesenvolvimento de esenvolvimento de PProcessosrocessos Definição de Processo Crítico: Matriz GUT Processos G U T G x U x T Prioridades Processo A 3 3 5 45 2 Processo B 1 5 7 35 3 Processo C 5 5 5 125 1 Processo D 5 3 1 15 4 8UFF – Universidade Federal Fluminense Processo D 5 3 1 15 4 Pesos Gravidade Urgência Tendência 1 Irrelevante Irrelevante Tende a melhorar 3 Pouco grave Pode esperar um pouco Estável 5 Grave Deve ser tratado em breve Tende a piorar um pouco 7 Muito grave Tratar com urgência Tende a piorar muito Engenharia de Métodos (2/2009) 1ª Fase 1ª Fase 1ª Fase 1ª Fase –––– Identificação do ProblemaIdentificação do ProblemaIdentificação do ProblemaIdentificação do Problema Priorização Priorização Priorização Priorização ---- Matriz GUTMatriz GUTMatriz GUTMatriz GUT PROBLEMASPROBLEMASPROBLEMASPROBLEMAS GGGG UUUU TTTT TOTAL TOTAL TOTAL TOTAL PriorizaçãoPriorizaçãoPriorizaçãoPriorização Roubo a transeuntesRoubo a transeuntesRoubo a transeuntesRoubo a transeuntes 5 4 3 60 4º4º4º4º Assalto a estabelecimentos comerciaisAssalto a estabelecimentos comerciaisAssalto a estabelecimentos comerciaisAssalto a estabelecimentos comerciais 5 5 5 125 1º1º1º1º 9UFF – Universidade Federal Fluminense Assalto a estabelecimentos comerciaisAssalto a estabelecimentos comerciaisAssalto a estabelecimentos comerciaisAssalto a estabelecimentos comerciais 5 5 5 125 1º1º1º1º Tráfico de drogasTráfico de drogasTráfico de drogasTráfico de drogas 5 5 5 125 1º1º1º1º Furto a residênciasFurto a residênciasFurto a residênciasFurto a residências 4 4 4 64 3º3º3º3º Prostituição de adolescentesProstituição de adolescentesProstituição de adolescentesProstituição de adolescentes 5 5 4 100 2º2º2º2º Lotes vagos e sem cercamentoLotes vagos e sem cercamentoLotes vagos e sem cercamentoLotes vagos e sem cercamento 3 3 2 18 6º6º6º6º Transeuntes com medo de fazer comprasTranseuntes com medo de fazer comprasTranseuntes com medo de fazer comprasTranseuntes com medo de fazer compras 2 2 2 8 7º7º7º7º Crianças com medo de brincar nos parquesCrianças com medo de brincar nos parquesCrianças com medo de brincar nos parquesCrianças com medo de brincar nos parques 4 3 2 24 5º5º5º5º Considerando a necessidade de aumentar a capacidade de atendimento da praça do pedágio da Ponte S.A. , em horários de maior demanda, buscou-se analisar algumas possíveis alternativas a serem nela implantadas: Aumentar o número de cabines eletrônicas, Sistema Onda Livre; 6 – MATRIZ GUTFI (Exemplo) 10UFF – Universidade Federal Fluminense Livre; Desenvolver um sistema de pagamento onde fosse utilizado um cartão eletrônico, Smart Card; Desenvolver uma metodologia para os arrecadadores volantes; Possibilitar venda de cupons antecipada, em postos conveniados; Aumentar o número de faixas na praça do pedágio, bem como o número de cabines manuais. 6 – MATRIZ GUTFI (Exemplo) PROPOSTAS G U T F I TOTAL Sistema Onda Livre 3 2 3 3 3 162 11UFF – Universidade Federal Fluminense Smart Card 4 1 2 2 2 32Arrecadador Volante 2 5 5 5 5 1250 Venda Antecipada 3 2 2 3 3 108 Aumento do nº de Faixas 5 1 2 1 1 10 7 – MATRIZ BASICO B A S I C O Benefícios Abrangência Satisfação Investimento Cliente Externo Operacionalização Pontuação Dimensão do Impacto causado pelos benefícios previstos com a solução do problema Grau de abrangência na instituição dos efeitos dos problemas Grau de satisfação do cliente interno com a solução do problema Nível de investimento (utilização) de recursos que se prevêem necessários para a solução do problema Reflexos na satisfação do cliente externo Operacionalidade simplificada para a implantação da solução do problema 5 Benefícios de vital importância para a expansão e sobrevivência dos Total abrangência (de 70 a 100% da instituição) Muito grande, servindo como excelente referencial dos Mínimo gasto (utilização) em recursos disponíveis na própria área ou Impacto positivo muito grande na imagem da instituição no relacionamento com Grande facilidade / exeqüibilidade de implantação da solução com total domínio da 12UFF – Universidade Federal Fluminense sobrevivência dos negócios da instituição instituição) referencial dos resultados na Q.T. própria área ou facilmente conseguidos relacionamento com o mercado e a comunidade domínio da “Tecnologia” requerida 4 Grandes benefícios que irão resultar em significativos lucros ou avanços tecnológicos Abrangência muito grande (de 40 a 70% da instituição) Grande, a ponto de gerar demonstrações de reconhecimento com a atitude tomada Algum gasto (utilização) de recursos próprios (dentro do orçamento da área) Grandes reflexos diretos nos processos-fim Boa facilidade / exeqüibilidade 3 Benefícios de razoável impacto no desempenho da unidade operacional Abrangência razoável (de 20 a 40% da instituição) Médio, a ponto de ser facilmente notada pelos colegas de trabalho Gastos de recursos além do “orçamento” da área Bons reflexos diretos nos processos-fim Média facilidade / exeqüibilidade 2 Algum benefício no desempenho operacional, passível de ser quantificado Abrangência pequena (de 5 a 20% da instituição) Razoável, existe, mas não chega a ser facilmente notada Gastos de recursos que requerem remanejamento de verba / recurso Pouco impacto nos processos-fim Pouca exeqüibilidade 1 Benefícios de pouca expressão quanto a impactos operacionais Abrangência muito pequena (até 5% da instituição) Pequeno, mas suficiente para contribuir para a disseminação da Gasto de recursos($, homens-hora, equipamento etc) muito significativos Nenhum reflexo perceptível pelo cliente externo Baixa exeqüibilidade 9 - DIAGRAMA DE PARETO O economista e sociólogo italiano Vilfredo Pareto (1848- 1923) estudou a distribuição de renda na sociedade. Ele mostrou que em diferentes países e tempos ela obedece a um padrão consistente. Após um desenvolvimento matemático, marcante para a época, ele chegou a uma curva que traduzia tal 13UFF – Universidade Federal Fluminense comportamento. De uma forma bem simplificada, 20% concentram 80% da renda. Na década de 20, Joseph M. Juran, guru da qualidade, começou a analisar a ocorrência de defeitos e acidentes. As semelhanças com as curvas de Pareto, fizeram com que ele fosse um dos pioneiros a utilizar este Diagrama nos negócios. Assim, batizou o fenômeno de "poucos e vitais; muitos, mas triviais”. Definição: Um Diagrama de Pareto é uma forma especial de 9 - DIAGRAMA DE PARETO 14UFF – Universidade Federal Fluminense Um Diagrama de Pareto é uma forma especial de Histograma, ou gráfico de colunas, onde as classificações de dados são distribuídas em ordem decrescente, da esquerda para a direita. O Diagrama de Pareto é uma técnica que serve para analisar um problema sob uma nova perspectiva, bem como focalizar atenção naquilo que é prioritário. Quando Utilizar: O gráfico de Pareto é utilizado, em geral, na definição de projetos de melhoria, entre elas: 9 - DIAGRAMA DE PARETO 15UFF – Universidade Federal Fluminense Identificação das principais fontes de custo; Identificação das principais causas que afetam um processo; Escolha do projeto de melhoria a ser desenvolvido na empresa, em função do número de não-conformidades geradas no processo produtivo. Análise e Melhoria de ProcessosAnálise e Melhoria de Processos GráficoGráfico dede ParetoPareto porpor itensitens defeituososdefeituosos 100100 9090 8080 7070 PercentuaisPercentuais 200200 180180 160160 140140Quant. deQuant. de 16UFF – Universidade Federal Fluminense deformaçãodeformação riscorisco porosidadeporosidade trincatrinca outrosoutros folgafolga manchamancha 7070 6060 5050 4040 3030 2020 1010 PercentuaisPercentuais AcumuladosAcumulados 140140 120120 100100 8080 6060 4040 2020 Quant. deQuant. de defeitosdefeitos Pareto Este principio também conhecido “lei 20:80” pode ser detalhado das seguintes formas: � 20% do tempo despedido com itens importantes são responsáveis por 80% dos resultados, 17UFF – Universidade Federal Fluminense resultados, � 20% dos clientes representam 80% do faturamento, � 20% das empresas detêm 80% do mercado � 20% dos defeitos são responsáveis por 80% das reclamações, � 20% dos problemas representam 80% dos custos de desperdícios. ANÁLISE DE PARETOANÁLISE DE PARETOANÁLISE DE PARETOANÁLISE DE PARETO P e r d a s p o r t r o c a d e f e r r a m e n t a META (380) 92 MELHOR 1000 0 800760 500 93J F M A M J J A S O N D P e r d a s d e p r o d u ç ã o e m t o n / d i a 200 80 20 Laminador Linha de rolos FornoP e r d a s p o r q u e b r a i m p r e v i s t a 100 20 Troca cilindro Troca guias P e r d a s p o r D e f e i t o 18UFF – Universidade Federal Fluminense 9293J F M A M J J A S O N D P e r d a s 300 120 Quebra imprevista Toca ferram P e r d a s p o r p a r a d a s 420 240 100 Paradas Defeitos Quebra no ritmo P e r d a s d e p r o d u ç ã o e m 1 9 9 3 ( t o n / d i a ) 200 40 Refugos Início produção P e r d a s p o r d e f e i t o 80 20 Par interm Queda velocQ u e d a n o R i t m o 65 10 4 1 Quebra guia Lubrificação P e r d s p o r P a r a d a s I n t e r m i t e n t e s 100 50 20 19 11 Trincas Dobras Outros P e r d a s p o r R e f u g o s 200 40 Refugos Início produção P e r d a s p o r D e f e i t o Análise Estratificada do Fenômeno 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fiscal Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30%40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 500 600 700 70% 80% 90% 100% Por máquina Por equipamento Por marca 19UFF – Universidade Federal Fluminense 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fiscal Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fiscal Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fiscal Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% Por local Por marca 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fiscal Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fiscal Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fiscal Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fisca l Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fisca l Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fisca l Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fisca l Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 0 100 200 300 400 500 600 700 Nota Fiscal Atrasada Cobrança Indevida Problema no Setor de Tesouraria Nota Fisca l Errada Falta de Recursos em Caixa Outros 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Como Fazer o Diagrama de Pareto: 1. Identifique o problema; 2. De acordo com o tipo de problema a ser analisado, 9 - DIAGRAMA DE PARETO 20UFF – Universidade Federal Fluminense 2. De acordo com o tipo de problema a ser analisado, separe, por categorias, aspectos como: não- conformidades, causas, áreas de produção, entre outras; 3. Quantifique os valores para cada categoria; 4. Liste as categorias em ordem decrescente; 9 - DIAGRAMA DE PARETO 5. Calcule a freqüência relativa e acumulada para cada categoria; Para os valores obtidos em cada categoria, determine a contribuição relativa em relação ao total dos eventos analisados e complete a planilha. O cálculo da freqüência relativa (Fr) deverá ser feito de acordo com a expressão abaixo: 21UFF – Universidade Federal Fluminense 6. Construa um gráfico de colunas. Para cada categoria, definida no eixo horizontal, construa uma coluna, com altura proporcional ao seu número de ocorrências. No lado esquerdo ficarão aquelas que contribuem, mais fortemente, para o problema analisado. O título do eixo vertical esquerdo indicará, por exemplo, o número de itens defeituosos. Fr = Número de Ocorrências na Categoria x 100 Número Total de Ocorrências CONSTRUINDO UM DIAGRAMA DE PARETO (Exemplo 1) N°°°° CATEGORIAS QUANTIDADE % % ACUMULADO 1 Baratas 962 43,2 43,2 2 Quartos muito quentes ou muito frios 505 22,7 65,9 3 Iluminação inadequada 350 15,7 81,7 22UFF – Universidade Federal Fluminense 4 Espaço de armazenamento insuficiente 127 5,7 87,4 5 Ruído alto depois das 23:00 hs 97 4,4 91,7 6 Recepção de TV com baixa qualidade 83 3,7 95,5 7 Água quente insuficiente 54 2,4 97,9 8 Toalhas muito pequenas e/ou finas 32 1,4 99,3 9 Mobília velha 15 0,7 100 - TOTAL 2225 100 - 962 800 1000 1200 80% 100% 9 - DIAGRAMA DE PARETO (Exemplo 1) 20% 80% 23UFF – Universidade Federal Fluminense 505 127 97 83 54 32 15 350 0 200 400 600 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0% 20% 40% 60% Considerando a necessidade de aumentar a capacidade de atendimento da praça do pedágio da Ponte S.A. , em horários de maior demanda, buscou-se analisar algumas possíveis alternativas a serem nela implantadas: Aumentar o número de cabines eletrônicas, Sistema Onda Livre; Exemplo 2 – M. GUTFI / D. Pareto 24UFF – Universidade Federal Fluminense Livre; Desenvolver um sistema de pagamento onde fosse utilizado um cartão eletrônico, Smart Card; Desenvolver uma metodologia para os arrecadadores volantes; Possibilitar venda de cupons antecipada, em postos conveniados; Aumentar o número de faixas na praça do pedágio, bem como o número de cabines manuais. MATRIZ GUTFI PROPOSTAS G U T F I TOTAL Sistema Onda Livre 3 2 3 3 3 162 25UFF – Universidade Federal Fluminense Smart Card 4 1 2 2 2 32 Arrecadador Volante 2 5 5 5 5 1250 Venda Antecipada 3 2 2 3 3 108 Aumento do nº de Faixas 5 1 2 1 1 10 9 - DIAGRAMA DE PARETO (Exemplo 2) Nº PROPOSTAS TOTAL % % ACUMULADO 1 Arrecadador Volante 1250 80,03 80,03 2 Onda Livre 162 10,37 90,40 3 Venda Antecipada 108 6,91 97,31 26UFF – Universidade Federal Fluminense 3 Venda Antecipada 108 6,91 97,31 4 Smart Card 32 2,05 99,36 5 Aumento do nº de Faixas 10 0,64 100,00 - TOTAL 1562 100 - CONSTRUINDO UM DIAGRAMA DE PARETO (Exemplo 2) Nº PROPOSTAS TOTAL % % ACUMULADO 1 Arrecadador Volante 1250 80,03 80,03 2 Onda Livre 162 10,37 90,40 27UFF – Universidade Federal Fluminense 3 Venda Antecipada 108 6,91 97,31 4 Smart Card 32 2,05 99,36 5 Aumento do nº de Faixas 10 0,64 100,00 - TOTAL 1562 100 - 1250 1000 1200 1400 80% 100% 120% DIAGRAMA DE PARETO (Exemplo 2) 28UFF – Universidade Federal Fluminense 162 108 32 10 0 200 400 600 800 1 2 3 4 5 0% 20% 40% 60% Este diagrama também conhecido como Gráfico Espinha de Peixe, devido ao seu desenho, e Diagrama de Ishikawa. Este último devido ao fato de ter sido desenvolvido pelo Prof. da JUSE (Union of Japanese Scientists and Engineers), Kaoru Ishikawa, durante o CCQ japonês, em 1958. Um Diagrama de Causa e Efeito é um quadro composto de 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO 29UFF – Universidade Federal Fluminense Um Diagrama de Causa e Efeito é um quadro composto de linhas de símbolos projetados para representar uma relação significativa entre um efeito e suas causas. Foram criados para retratar um conjunto de propósitos bastante específicos. Para cada efeito haverá provavelmente muitas causas inter-relacionadas. Os Diagramas de Causa e Efeito são usados para investigar seja um "mau" efeito, e portanto corrigir suas causas, seja um "bom" efeito, e portanto aprender como continuar a fazer da melhor maneira. 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO Definição:Uma ferramenta gráfica que ajuda a identificar, classificar e expor possíveis causas de um problema ou um objetivo desejado. 30UFF – Universidade Federal Fluminense Preparo do Diagrama de Causa e Efeito: Use um formato organizado, fácil de ler; Aumente o conhecimento do processo; Indique as possíveis causas de variação; Identifique as áreas de coleta de dados. FORMATO E CONTEXTO MétodoMáquina Mão de Obra CAUSAS Espinha Espinha Dorsal EFEITO 31UFF – Universidade Federal Fluminense Meio AmbienteMediçãoMateriais Espinha Secundária Espinha Primária CAUSAS: São variáveis ou fatores que contribuem para o “EFEITO” em estudo e podem ser, dentre outras, mão de obra, máquinas, métodos, materiais, meio ambiente. EFEITO: É o “OBJETO” em estudo. Este “efeito” pode ser, por exemplo: a frequência de acidentes; defeitos verificados; melhoria do desempenho etc. Algumas Considerações: Para cada efeito existem inúmeras categorias de causas. As Causas Primárias podem ser agrupadas sobre categorias usualmente conhecidas como os M’s (Método, Material, Mão-de- 32UFF – Universidade Federal Fluminense usualmente conhecidas como os M’s (Método, Material, Mão-de- Obra, Máquina, Medida, Meio Ambiente, Management e Money). Nas áreas administrativas pode-se utilizar os P’s (Política, Procedimento, Pessoas, Planta Física). Estas características são apenas sugestões. Podemos utilizá-las de forma criativa, podem ser pessoas ou setores, por exemplo. Passos para Construção do Diagrama Causa e Efeito: Passo 1 – Identificação e Definição dos Efeitos: Decidir que efeito examinar; 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO 33UFF – Universidade Federal Fluminense Decidir que efeito examinar; Desenvolver as definições claramente; Efeito da frase: Positivo (uma meta a atingir); Negativo (um problema a solucionar). Passo 3 – Identificar as Caixas Principais (Categorias); 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO Método Máquina 34UFF – Universidade Federal Fluminense Alto Consumo de Combustível Mão de Obra Materiais Efeito Positivo Efeito Negativo Principais Etapas da Gestão por Processos 5- Melhorar Melhoria Contínua, Aprendizado, Kaizen, etc... Como implantar de forma sistemática???? Medir o resultado, analisar e acompanhar 35UFF – Universidade Federal Fluminense Definindo correlações entre o método e o resultado Melhorar o desempenho Dos empregados Programa de treinamento Matriz de Habilidades Causa Efeito Medir o resultado, analisar e acompanhar Passo 1 – Identificação e Definição dos Efeitos (cont.): Exemplos: Aprimoramento do Atendimento a Clientes: 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO 36UFF – Universidade Federal Fluminense Identificação e análise das possíveis causas de insatisfação dos clientes; Avaliação das causas do atraso na entrega dos produtos. Análise de Processo: Identificação das principais fontes de variabilidade de um processo durante a implantação de CEP. Passo 2 – Preencha a caixa de efeito e ligue a “espinha dorsal” 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO 37UFF – Universidade Federal Fluminense Alto Consumo de Combustível Positivo Negativo Passo 4 – Identificar as causas que influenciaram o efeito: 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO Método Máquina Uso errado das Pneus vazios 38UFF – Universidade Federal Fluminense Alto Consumo de Combustível Mão de Obra Materiais Dirigir muito rápido Uso errado das ferramentas Ajuste Injeção Eletrônica Octanagem errada Lubrificação imprópria Maus hábitos na direção Ausência de manutenção 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO Passo 5 – Adicionar Níveis de Detalhes: Passo 6 – Analisar o Diagrama. Método Uso errado das ferramentas Impaciente Não sabe a pressão correta Bicos injetores Máquina 39UFF – Universidade Federal Fluminense Alto Consumo de Combustível Dirigir muito rápido Ajuste Injeção Eletrônica Pneus vazios Octanagem errada Lubrificação imprópria Maus hábitos na direção Ausência de manutenção Custo Inconsistentes Treinamento fraco Não se sabe a octanagem recomendada Nenhum manual de usuário Não troca óleo Custo óleo errado Não sabe o óleo certo Sempre atrasado Medidor com defeito Bicos injetores sujos Falta de treinamento Mão de Obra Materiais Análise e melhoria de processosAnálise e melhoria de processos 40UFF – Universidade Federal Fluminense 10 – DIAGRAMA CAUSA E EFEITO (Exemplo) O CARRO CHEGOU ATRASADO 41UFF – Universidade Federal Fluminense EFEITO 11 – PLANO DE AÇÃO (5W3H1S1P...) Definição: O Método 5W3H1S1P busca oferecer segurança 42UFF – Universidade Federal Fluminense O Método 5W3H1S1P busca oferecer segurança durante a etapa de implantação da solução (sistemática). A correta utilização desta técnica permitirá o constante monitoramento e avaliação de todas as pessoas, atividades e recursos alocados. A expressão 5W3H1S1P consiste em um conjunto de dez palavras, em inglês, que ajudarão, através da montagem de uma tabela específica, ao gerente a implantar o plano de ação em questão. PLANO DE AÇÃOPLANO DE AÇÃO Método 5W 2H: Check-list utilizado como método para contruir os planos de ação, frutos de planejamentos estratégico ou tático. 43UFF – Universidade Federal Fluminense Os Ws correspondem às seguintes palavras do inglês: What (o quê), Who (quem), When (quando) e Why (por que), Where (onde). Os Hs corresponde a How (como) e How Much (quanto custa). WEINHARDT, Lincoln 11 – PLANO DE AÇÃO (5W3H1S) 5W3H1S Plano de Ação What O que será feito? Who Quem deverá fazer? Why Por que deverá ser feito? 44UFF – Universidade Federal Fluminense Where Onde deverá ser feito? When Quando deverá ser feito? How Much Quanto (custo) deverá custar? How Many Quanto (intensidade) deverá ser feito? How Como deverá ser feito? Show Indicador de eficiência Fonte: Farias Filho (2001) 11 – PLANO DE AÇÃO (Exemplo 1) Plano de Ação Associado ao Diagrama Causa e Efeito: 5W3H1S Método Máquina Mão de Obra Materiais O que 45UFF – Universidade Federal Fluminense Quem Por que Onde Quando Quanto custa O Quanto Como Indicador PLANO DE AÇÃOPLANO DE AÇÃO (Exemplo de Planilha 2)(Exemplo de Planilha 2) ATIVIDADE O quê Quem Quando Onde Porque Quanto 46UFF – Universidade Federal Fluminense 5W1H5W1H O nome da ferramenta 5W1H saiu de palavras inglesas (veja abaixo). É uma tabela com os detalhes de um processo. É importante para a gente entender o processo por inteiro e ninguém se esquecer como ele deve acontecer. O quê? Onde? Por quê? Quem? Como? Quando? Montar pasta com desenho dados do Arquivo desenho Para disponibilizar Facilitador elíder Utilizando desenhos do Ao se aproximar da data de inicio 47UFF – Universidade Federal Fluminense dados do Cálculo Técnico desenho ao operador líder arquivo da produção Analisar documentos Arquivos, desenho Para prever necessidades Facilitador e líder Comparando informações II Disponibilizar documentação nas máquinas Máquinas bobinadoras Auxiliar execução do produto Facilitador e líder Colocando documentação no posto de trabalho II Iniciar produção Máquinasbobinadoras Executar bobinas Operador Utilizar recursos e informações Ao iniciar a produção Analisar documentos Máquinas bobinadoras Para conhecer o processo do produto Operador Comparandoinformações Ao iniciar a produção 11 – PLANO DE AÇÃO (Exemplo 2) 5W3H1S PROJETO DE MELHORIA DA ARRECADAÇÃO VOLANTE WHAT Colocar em prática uma metodologia para aos arrecadadores volantes, visando uma uniformidade do processo.WHO Coordenação do Centro de Controle do Pedágio (CCP). WHERE No CCP – na sala de treinamento e na praça do pedágio. 48UFF – Universidade Federal Fluminense WHEN Durante duas semanas com data a definir. WHY Para melhorar a capacidade de atendimento da praça do pedágio em horários de maior demanda. HOW 1- Apresentação teórica da necessidade de um procedimento aos arrecadadores volantes. 2- Treinamento na pista de rolamento adequando-os a metodologia apresentada. HOW MANY Todos os arrecadadores volante. HOW MUCH Cálculo a ser estimado junto ao CCP. SHOW Avaliação do número de veículos / hora nos horários onde os arrecadadores volante estão atuando. PLANO DE AÇÃOPLANO DE AÇÃO O quê? WHAT Ação ou tarefa proposta Por que? WHY Justificat iva lógica Como? HOW Meio ou maneira Quem? WHO Responsável pela realização da Quando? WHEN Prazo ou data de conclusão Onde? WHERE Local de materializa ção da Quanto Custa? HOW MUCH Custo estimado 49UFF – Universidade Federal Fluminense WEINHARDT, Lincoln proposta a ser realizadas para o atingimento dos objetivos estratégicos ou das metas táticas. iva lógica sobre a motivaçã o da ação proposta. maneira pela qual a ação poderá ser viabiliza da. realização da ação. Não precisa ser o executor. conclusão da ação. Pode ser definido como um prazo relativo a uma outra ação. ção da ação. Pode ser definido um local físico ou virtual. Exemplo: http://www.d omínio.com.br estimado para a realização da ação. Pode ser fornecido através de parâmetros como Hhs, ESSENCIAISESSENCIAIS PLANO DE AÇÃOPLANO DE AÇÃO PLANO DE AÇÃO - 5W2H PROJETO: Contingência na Tecnologia de Informações da MACoil PROBLEMA: Garantir o Contingenciamento dos Sistemas de Informação da MACoil SOLUÇÃO PROPOSTA: Plano de Ação Multifásico RESULTADO ESPERADO: Elevada Segurança dos Sistemas de Informação da MACoil What Why How Who When Where How Much 1 Revisar e modernizar sistema de Nobreak da rede estabilizada. Garantir eficiência em caso de falha na linha da Fornecedora Local. Considerando a hipótese de cluster. Através de consultoria especializada. Diretor de infra- estrutura Ago Sub-estação R$ 200.000 2 Organizar cubículo e rack de switches da rede estruturada. Evitar riscos de incêndio e acidentes devido aos riscos de curto ocasionados Através de solicitação ao Serviço de Telecom. Supervisor do CPD Jun CPD R$ 100.000 50UFF – Universidade Federal Fluminense WEINHARDT, Lincoln rede estruturada. devido aos riscos de curto ocasionados por fiação mal organizada. Serviço de Telecom. CPD 100.000 3 Remanejar local da Expedição das proximidades da Operação dos Servidores. Evitar riscos de incêndio devido a presença de combustíveis no local (Papel e toner) e a vulnerabilidade causada por pessoas estranhas junto ao escaninho. Refazer o Lay-out e solicitar a execução do serviço. Supervisor do CPD Jun CPD R$ 100.000 4 Revisão da distribuição dos extintores na sala da Operação do CPD. Garantir um rápido combate à eventual foco de incêndio. Através de consultoria especializada. Supervisor do CPD Mai CPD R$ 5.000 5 Instalação de sensores de fogo e gás interligados ao sistema de monitoramento. Para garantir o bloqueio imediato da sala em caso de sinistro. Contratando serviço especializado. Diretor de infra- estrutura Ago CPD R$ 100.000 6 Instalação de sistema de extinção de CO2 no interior do CPD interligados ao sistema de emergência. Garantir um rápido combate à eventual foco de incêndio. Contratando Serviço Especializado. Diretor de infra- estrutura Ago CPD R$ 200.000 7 Restringir o acesso de pessoas da área do CPD. Garantir a Segurança física do local, reduzindo as chances de atentados e acidentes. Instalando cadeado eletrônico, porteiro eletrônico com camera de vídeo. Diretor de infra- estrutura Jun Operação R$ 20.000 8 Capacitar todos os empregados do CPD ao combate de incêndio classe B. Garantir a eficiência no combate a eventual sinistro. Através de treinamento específico. Supervisor do CPD Out Centro de Treinamento R$ 20.000 Planejamento da Implementação POR QUÊ? QUEM? QUANDO? QUANTO?COMO? Beltrano R$ 10.000,00 R$ 3.000,00 Fulano 15 dias 15 diasContratar revisão de lay out de gôndolas e freezers Fazer levantamento de gôndolas e freezers com defeitos e avarias Identificar aqueles equipamentos com baixa eficiência e com avarias Adotar melhores práticas de distribuição de mercadorias O QUÊ ? 1.1 1.2 Promover a troca de equipamentos, iluminação e insumos já ultrapassados e/ou defeituosos 51UFF – Universidade Federal Fluminense TOTAL ESTIMADO P1 15 dias 45 dias 1.3 Contratar projeto de iluminação Ciclano R$ 216.000,00 R$ 65.000,00 R$ 50.000,00 Aquisitar lâmpadas e luminárias Contratar empresa para implementação das alterações previstas na revisão do lay out Beltrano Ciclano R$ 80.000,00 R$ 8.000,00 30 dias Beltrano 30 dias Substituir equipamentos obsoletos e de baixa eficiência por outros mais novos Melhorar a iluminação interior da loja utilizando lâmpadas mais eficientes Seguir as orientações do novo projeto de iluminação Implementar as alterações identificadas no projeto 1.4 1.5 1.6 Aquisitar novas gôndolas e freezers Cronograma de Execução (Path) P R P R PContratar projeto de iluminação Contratar revisão de lay out de gôndolas e freezers Fazer levantamento de gôndolas e freezers com defeitos e avarias 52UFF – Universidade Federal Fluminense P R P R P R P R Aquisitar novas gôndolas e freezers Contratar projeto de iluminação Contratar empresa para implementação das alterações previstas na revisão do lay out Aquisitar lâmpadas e luminárias Indicadores de Desempenho (Show) Nome: Tipo: Sigla: mêsICE Índice de Consumo de Energia Elétrica Custo Periodicidade de obtenção: 53UFF – Universidade Federal Fluminense Sigla: mês Objetivo: Fonte: Destino: Fórmula: ICE Reduzir em 5% o consumo médio mensal de energia elétrica em relação à media de 2001 Média acumulada até o mês (kWh) / Média mensal 2001 (kWh) x 100% Periodicidade de obtenção: Fatura da concessionária de energia elétrica Nome: Tipo: Sigla: mêsISC Periodicidade de obtenção: Índice de Satisfação dos Clientes Qualidade Indicadores de Desempenho (Show) 54UFF – Universidade Federal Fluminense Objetivo: Fonte: Destino: Fórmula: Número de itens marcados c/ Satisfeitos / Número total de itens da pesquisa x 100% Aumentar o nível de satisfação dos clientes Pesquisa