Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS
Introdução 
Devido a heterogeneidade os solos e a grande
variedade de suas aplicações, é praticamente impossível
estabelecer um único critério para sua classificação.
Conclui-se, então, que há a necessidade de existirem
vários sistemas de classificação de solos, cada um
procurando atender de maneira especifica os vários
campos da Geotecnia.
Os vários sistemas existentes para a classificação
de solos procuram posicionar o solos estudando dentro de
um grupo, para o qual determinadas propriedades
especificas já estão definidas.
Um sistema de classificação dos solos deve
obedecer aos seguintes requisitos:
a) ser simples, facilmente memorizável e permitir
uma rápida determinação do grupo a que o solo
pertence, permitindo a classificação por meio de
processos simples de análise visual - táctil;
b) ser flexível, para tornar-se geral ou particular,
quando o caso exigir;
c)ser capaz de permitir uma expansão posterior,
permitindo subdivisões.
Entre os vários sistemas de classificação existentes, 
temos: 
- Classificação por tipo de solo; 
- Classificação Genética Geral; 
- Classificação Granulométrica; 
- Classificação Unificada; (U.S. Corps of Engineers); e 
- Classificação HRB (Highway Research Board)visões.
Classificação por Tipo de Solo
É um sistema de classificação descritivo em que o
reconhecimento a que determinado grupo pertence é
baseado em análise visual – táctil. Baseado em tipos de
solos:
- areias e solos arenosos;
- areias finas, siltes, areias siltosos ou pouco argilosos;
- argilas e solos argilosos; e
- turfas e solos turfosos orgánicos. 
Classificação Genética Geral 
É um sistema de classificação também de maneira
descritiva, sendo necessário para a sua utilização, um
conhecimento da gênese dos solos, ou de uma forma que
seja mais simples, fazer uma análise da sua macro
estrutura, da cor e da posição de coleta da amostra no
perfil do subsolo.
Divide o solo em 3 categorias:
a) SOLO SUPERFICIAL - Solo que constitui o horizonte
superficial normalmente contendo matéria orgánica. Nesse
horizonte concentra-se o campo de estudo da pedologia.
Possui estrutura, cor e constituição mineralógica diferentes
das camadas inferiores. A espessura varia de alguns
centímetros a metros.
b) SOLO DE ALTERAÇÃO - Solo proveniente de
decomposição das rochas graças aos processos de
intemperismo. Em condições normais, acha-se subjacente ao
solo superficial. É um solo residual e pode atingir até dezenas
de metros. São solos de granulometria crescente com a
profundidade.
c) SOLOS TRANSPORTADO - Solo originado do
transporte e deposição de material. A granulometria é mais ou
menos uniforme de acordo com o agente transportador. Em
condições normais pode constituir as camadas aflorantes ou
estar subjacente ao solo superficial.
Classificação Granulométrica 
Uma das maneiras de se classificar um solo é
através da sua curva de distribuição granulométrica.
Essa distribuição é representada por uma curva
que indica, para cada "diâmetro" de grão, qual é a sua
porcentagem do solo que possui grãos menores ou
maiores.
A curva de distribuição granulométrica é
apresentada em gráfico semi - logarítmico, onde nas
abscissas, contam os logaritmos dos tamanhos das
partículas e, nas ordenadas, a porcentagem acumulada do
solo que têm seus grãos menores do que um dado
diâmetro.
Classificação Granulométrica 
◼ Curva A – solo bem graduado (granulação contínua)
◼ Curva B – solo de graduação aberta
◼ Curva C – solo de granulação uniforme
Da curva granulométrica podemos obter os seguintes parâmetros:
Peneiras
Classificação Granulométrica 
Jogos de Peneiras
PoI. mm N° mm
3" 76.2 04 4.8
2" 50.8 08 2.4
1 1/2" 38.1 10 2.0
1” 25.4 16 1.2
3/4" 19.1 30 0.6
3/8" 9.5 40 042
1/4 6.4 50 0.30
80 0.18
100 0.15
200 0.074
Abaixo 
desta 
medida as 
peneiras 
são 
colocados 
no vibrador
onde serão 
deixadas 
por 10 
minutos.
Granulometria por Sedimentação
Para os solos finos, siltes e argilas, com partículas menores
que 0,074mm (#200), o cálculo dos diâmetros equivalentes será
feito a partir dos resultados obtidos durante a sedimentação de
certa quantidade de sólidos em um meio líquido.
A base teórica para o cálculo do diâmetro equivalente vem da lei de
Stokes, que afirma que a velocidade de queda de uma partícula
esférica, de peso específico conhecido, em um meio líquido
rapidamente atinge um valor constante que é proporcional ao
quadrado do diâmetro da partícula. O estabelecimento da função,
velocidade de queda - diâmetro de partícula, se faz a partir do
equilíbrio das forças atuantes (força peso) e resistentes (resistência
viscosa) sobre a esfera, resultando:
◼ A equação anterior foi obtida para o caso de uma esfera de peso 
específico bem definido caindo em um meio liquido indefinido, e 
certamente estas não são as condições existentes no ensaio de 
sedimentação. As partículas não são esféricas e o número delas é 
grande, o peso específico dos sólidos não é único e o espaço 
utilizado é limitado, podendo ocorrer influência das paredes do 
recipiente, bem como de uma partícula sobre as outras. 
Ensaio de granulometria por sedimentação
1- Adiciona-se a amostra de solo, cerca de 50g de solo (para arenoso 
100g), que passa na peneira 0.074 mm, um defloculante, 125 ml de 
hexametafosfato de sódio (concentração de 45.79 do sal por litro de 
solução), agitando-se até que todo o material fique perfeitamente 
molhado, e deixa-se em repouso no mínimo 12 horas. 
2- Leva-se essa solução a um dispersor por 5 minutos.
3- Terminada essa operação verte-se toda a solução em uma proveta 
graduada para 1.000 cm³.
4- Leva-se a proveta para um banho com temperatura constante, até 
atingir a constância de temperatura entre o banho e a proveta. Para 
acelerar podemos mexer com uma baqueta.
5- Após o equilíbrio retiramos a proveta e tampando-se a sua com a 
mão, viramos-a de boca para baixo até os grãos já sedimentados 
voltem a ficar em suspensão. 
6- Imergimos a proveta no banho e imediatamente após liga-se o 
cronômetro e imergimos o densímetro efetuando leituras de 30", 1'e 2'. 
Retira-se o densímetro, anota-se a tempera-tura. Deverão ser feitas as 
leituras nos seguintes tempos ainda: 4‘, 8‘, 15‘, 30‘, 1h, 2h, 4h, 8h, e 
25h 
Observação:
As leituras feitas deverão sofrer, ainda, as correções devidas ao 
"menisco" e ao aumento da densidade pela adição do defloculante. 
Essas correções constantes para um determinado densímetro, são de 
sinais contrários.
Classificação Trilinear dos Solos
Como complementação a classificação granulométrica, temos ainda o triângulo 
de Feret, no qual o solo é dividido em três frações: areia, silte e argila. É 
classificado em função da predominância de uma ou mais dessas frações. 
Classificação Unificada 
Esta classificação foi proposta em 1952 pelo
U.S. Bureau of Reclamation e U.S. Corps of
Engineers e tem como origem uma classificação
proposta por Arthur Casagrande (1942) que
visava classificar solos para utilizá-los na
construção de aeroportos.
Utiliza-se nessa classificação além de
granulometria os limites de consistência.
Classificação Unificada 
Na classificação unificada cada grupo de solos é representado por 2 
letras: 
- a 1a relacionada a fração predominante do mineral presente no 
solo; 
- a 2a às características dessa fração. 
A faixa dos solos granulares foi dividida em dois grupos: 
-Pedregulhos (G - Gravel)
-Areias (S- Sand) 
Com as seguintes subdivisões: 
- W (well) - bem graduado (não uniforme)
- P (poor) - mal graduado (uniforme) 
- M (mo, mjala: silte) - fração fina (não plástica) 
-C (clay) -argilas- fração fina plástica 
A faixa dos solos finos foi inicialmente dividida em 2 grupos, ou 
seja, um grupo formado pelos solos (low) finos com baixa 
compressibilidade (LL < 50%) e outro com elevada 
compressibilidade (high) representamos pelos sufixos:
"L" (Iow) "H" (high)
Em cada grupo existem 3 subdivisões que levam em conta a 
predominância da fração fina (silte ou argila) e a presença de 
matéria orgânica. 
Um solo essencialmente orgânico, turfoso e altamente 
compressível, com comportamento bastante diferente do 
comportamento dos demais foi classificado como Pt (Peat -
Turfa - Solo com muito material orgânico, impróprio para 
construção).
Através dessa classificação podemos obter informações a respeito 
de : 
- Permeabilidade. 
- Resistência ao cisalhamento. 
- Compressibilidade. 
- Trabalhabilidade como material de construção.
- Qualidade como fundação. 
Classificação Unificada 
Classificação HBR 
Esta classificação leva em conta a granulometria,
limite de liquidez e índice de plasticidade do solo.
Provém de uma utilização especifica na classificação
de solos na área de estradas.
Nesta classificação é introduzido o chamado índice
de grupo (IG), n.° inteiro que varia de O a 20 e define a
"capacidade de suporte" do terreno de fundação de um
pavimento, sendo dado em função de:
IG = 0,2 a + 0,005 a.c + 0,01 b.d
IG = 0,2 a + 0,005 a.c + 0,01 b.d
a : porcentagem de solo que passa na malha 200 menos 35. 
a = (% Ø < # 200) - 35 (0< a < 40) 
b : porcentagem de solos que passa na malha 200 menos 15 
b = (%Ø < 200) - 15 (O < b < 40) 
c : valor do limite de liquidez menos 40
c = LL - 40 (0 < c < 20) 
d: valor do índice de plasticidade menos 40 
d = IP-10 (0<d<20). 
Classificação HBR
Exercícios
1) Calcular o IG de um solo em que 65% do material passa na peneira 200, o LL 
é 32% e o IP = 13%.
2) Um solo apresenta 97,0% passando em peso pela peneira 200 e 100,0% 
passando na peneira 40. Os limites são LL = 55,0% e IP= 15,0%. Classificá-lo 
de acordo com a classificação HRB, determinar o IG, e Classificação 
Unificada.
3) Três diferentes amostras de solo A, B e C apresentam as seguintes 
características:
Peneira % que passa
A B C
200 20 43 60
4 60 65 80
Limites:
LL 20 35 55
IP 12 12 20
Determinar o índice de grupo e a classificação pela HRB.

Mais conteúdos dessa disciplina