Prévia do material em texto
Alcenos Paula Uchôa Química Orgânica II • Ligação dupla - uma ligação p e uma ligação s; • Hibridização sp2 - arranjo trigonal planar ângulos de ligação 120º. Carbono sp2 Estrutura dos alcenos • Ligação dupla - uma ligação p e uma ligação s; • Hibridização sp2 - arranjo trigonal planar ângulos de ligação 120º. Carbono sp2 Estrutura dos alcenos Rotação da ligação p não é permitida Reações de alcenos Reações de alcenosReações de alcenos Reação de adição eletrofílica Reações de adição à ligação p Reação de adição eletrofílica • A ligação p é rica em elétrons, podendo compartilhar um par de elétrons para um eletrófilo (ácido de Lewis); • Alcenos e alcinos comportam-se como nucleófilos (bases de Lewis) Nucleófilos • Quando um átomo carrega uma carga formal negativa ou parcial ou um par de elétrons disponível, é considerado um nucleófilo • Esse átomo sentirá afinidade por núcleos. PORQUE? • Explique como as moléculas abaixo são nucleófilos. – Qual é a diferença entre um nucleófilo e uma base de Lewis? NENHUMA! Eletrófilos • Quando um átomo carrega uma carga formal positiva ou parcial ou pode aceitar em par de elétrons, é considerado um eletrófilo. • Esse átomo sentirá afinidade por elétrons. PORQUE? • Explique como as moléculas acima são eletrófilos... – Qual é a diferença entre um eletrófilo e um ácido de Lewis? NENHUMA! Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação • A reação de adição de um haleto de hidrogênio a um alceno leva a formação de um haleto de alquila. Exemplos: Diagrama de coordenada da reação Reação de adição de H-Br ao but-2-eno Diagrama de coordenada da reação Reação de adição de HBr ao but-2-eno 1º etapa 2º etapa Diagrama de coordenada da reação Reação de adição de HBr ao but-2-eno 1º etapa 2º etapa Diagrama de coordenada da reação Reação de adição de HBr ao but-2-eno Estado de transição vs Intermediários • Estado de transição ocorre em um máximo de energia. • O estado de transição existe por um breve momento; não pode ser isolado ou observado diretamente. Estado de transição • Um intermediário ocorre em uma energia mínima. • Intermediários podem existir por tempo suficiente para serem observados porque as ligaçãos NÃO estão em um processo de quebra ou formação. Intermediários Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação DIAGRAMA DE ENERGIA • 1ª Etapa da reação (protonação): mais lenta, etapa determinante da reação Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação Adição de HX a alcenos Orientação da adição eletrofílica - regioseletividade Alcenos assimétricos Qual é o produto formado? Adição de HX a alcenos Orientação da adição eletrofílica - regioseletividade Em um alceno não assimétrico, os reagentes HX podem ser adicionados de duas maneiras diferentes, mas um jeito pode ser preferido em relação ao outro Reação regiosseletiva - um isômero constitucional é o principal ou único produto Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação REGIOSSELETIVIDADE Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação REGIOSSELETIVIDADE Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação Propor mecanismo Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação Adição de HX a alcenos Reação de Hidro-halogenação Adição de HX a alcenos • Estabilidade dos carbocátions: Regra de Markovnikov “ Na adição de HX a um alceno, a parte positiva do reagente (eletrófilo) se liga a um átomo de carbono da dupla ligação de tal forma que o carbocátion mais estável seja formado.” Enunciado moderno da Regra de Markovnikov Adição de HX a alcenos Adição de HX a alcenos Estrutura e estabilidade de carbocátions: Carbocátions são planos (hibridização sp2) Dados termodinâmicos mostram que a estabilidade dos carbocátions se eleva com o aumento da substituição: Adição de HX a alcenos Estrutura e estabilidade de carbocátions: A estabilidade dos carbocátions é justificada por dois efeitos: • Efeitos indutivos: Elétrons de grupos alquilas relativamente grandes e mais polarizáveis, podem se deslocar em direção a uma carga positiva vizinha. Adição de HX a alcenos Estrutura e estabilidade de carbocátions: A estabilidade dos carbocátions é justificada por dois efeitos: Efeitos de hiperconjugação: A interação entre o OM ligante s, (da ligação C-H) e o orbital p vazio adjacente age estabilizando a carga positiva. Quanto mais grupos alquilas, mais possibilidades existem para a hiperconjugação. • Os carbocátions podem ser estabilizados por grupos vizinhos através de uma ligeira sobreposição de orbitais chamada hiperconjugação Rearranjo de carbocátion • Hiperconjugação e indução podem ser usadas para explicar a tendência de estabilidade abaixo. • Se um carbocátion puder rearranjar-se INTRAmolecularmente para se tornar mais estável, provavelmente o fará antes de reagir com um nucleófilo. Rearranjo de carbocátion Adição de HX a alcenos Rearranjos de Carbocátions Os carbocátions passam por rearranjos estruturais através de migrações 1,2-H e 1,2-alquil. Adição de HX a alcenos Rearranjos de Carbocátions Rearranjo de um carbocátion menos estável para se transformar em um outro mais estável. MECANISMO - migração 1,2-hidreto Adição de HX a alcenos Rearranjos de Carbocátions Rearranjo de um carbocátion menos estável para se transformar em um outro mais estável. MECANISMO - migração 1,2-alquil • Dois tipos de rearranjo de carbocátions são comuns – Migração de hidreto – Migração de metil • Os deslocamentos só podem ocorrer a partir de um carbono adjacente. PORQUE? • As mudanças acima fazem o carbocátion mais estável? Rearranjo de carbocátion • Quando você encontra um carbocátion, você deve considerar todos os rearranjos possíveis (Hidreto e Metila) 1. Identifique todos os carbonos adjacentes 2. Identifique todos os grupos –H e –CH3 nos carbonos adjacentes que são capazes de mudar de posição Rearranjo de carbocátion • Neste caso, um deslocamento de hidreto resultará em um carbocátion terciário mais estável • Quando você encontra um carbocátion, você deve considerar todos os rearranjos possíveis 3. Imagine cada um dos grupos mudando para ver qual produz o carbocátion resultante mais estável Rearranjo de carbocátion Adição de HX a alcenos Estereoquímica da adição eletrofílica de HX a alcenos Em muitos casos, as reações de adição dão origem a carbonos estereogênicos: Nessa reação há a formação de um centro de quiralidade, desta forma dois produtos são obtidos, a mistura racêmica formada pelos enantiômeros R e S: Adição de HX a alcenos Estereoquímica da adição eletrofílica de HX a alcenos Adição de HX a alcenos Adição de X2 a alcenos • Halogenação é a adição de X2 (X = Cl or Br) a um alceno para formar um dihaleto vicinal. Adição de X2 a alcenos A adição ocorre de modo que os átomos de halogênio são inseridos de lados opostos da ligação p chamada de adição do tipo anti. • Não ocorrem rearranjos • Somente anti adição de X2 é observada. Adição de X2 a alcenos Br+ acrescenta-se a um alceno produzindo um íon cíclico. Íon bromônio, o bromo compartilha a carga positiva com o carbono. • Adição trans Adição de X2 a alcenos Mecanismo Adição de X2 a alcenos É importante observar a estereoquímica do produto final, já que a configuração doalceno de partida determinará a do produto; Reação estereoespecífica Adição de X2 a alcenos Adição de X2/H2O a alcenos • Quando a reação de halogenação ocorre em um solvente não- nucleofílico (CHCl3 ou CCl4, por exemplo), acontece a adição de átomos de bromo à ligação C. • No entanto, se essa reação ocorrer na presença de água, o íon bromônio formado inicialmente poderá sofrer ataque tanto pela água quanto pelo brometo. Formação de Haloidrinas Adição de X2/H2O a alcenos • Quando a reação de halogenação ocorre em um solvente não- nucleofílico (CHCl3 ou CCl4, por exemplo), acontece a adição de átomos de bromo à ligação C. • No entanto, se essa reação ocorrer na presença de água, o íon bromônio formado inicialmente poderá sofrer ataque tanto pela água quanto pelo brometo. Formação de Haloidrinas Adição de X2/H2O a alcenos Formação de Haloidrinas Mecanismo Adição de X2/H2O a alcenos Formação de Haloidrinas 55 Adição anti - produtos trans Regiosseletividade - orientação Markovnikov Adição de X2/H2O a alcenos Formação de Haloidrinas Reações de hidratação de alcenos 1. Hidratação catalisada por acido 2. Oximecuração-demercuração 3. Hidroboração-oxidação Hidratação catalisada por ácido A hidratação é a adição de água a um alceno para formar um álcool. Exemplo: Hidratação catalisada por ácido Mecanismo Hidratação catalisada por ácido Os aspectos estereoquímicos e regioseletivos devem ser observados, visto que esta reação ocorre via formação de carbocátion. • A regra de Markovnikov é válida. • A adição de H e OH ocorre tanto em sin e anti. • Podem ocorrer rearranjos de carbocátion. Hidratação catalisada por ácido Oximecuração-desmercuração • Hidratação de alcenos tipo Markovnikov, sem a ocorrência de rearranjos. • Utiliza-se acetato de mercúrio (II), Hg(AcO)2, seguido de redução com boro-hidreto de sódio (NaBH4). Oximecuração-desmercuração • Hidratação de alcenos tipo Markovnikov, sem a ocorrência de rearranjos. • Utiliza-se acetato de mercúrio (II), Hg(AcO)2, seguido de redução com boro-hidreto de sódio (NaBH4). Oximecuração-desmercuração Dissociação do acetato de mercúrio em cátion (eletrofílico): Este cátion sofre ataque nucleofílico dos elétrons p. O carbocátion tradicional não é formado, já que o mercúrio possui elétrons livres capazes de interagir com a carga positiva vizinha, formando uma ponte (íon mercurínio): Oximecuração-desmercuração O carbono mais substituído possui uma carga parcial positiva (d+) em vez de uma completa carga positiva: Desta forma, o intermediário não sofrerá rearranjo de imediato, mas estará sujeito a um ataque nucleofílico anti (tipo Markovnikov): Oximecuração-desmercuração Após o ataque nucleofílico, o mercúrio pode ser removido através do processo chamado desmercurização, que ocorre via mecanismo radicalar com o uso de borohidreto de sódio (NaBH4): Oximecuração-desmercuração Oximecuração-desmercuração Hidroboração-oxidação • Hidratação de alcenos: reação tipo anti-Markovnikov. • Grupo OH adiciona-se ao carbono menos substituído (mais hidrogenado). • Utiliza-se como reagente o borano (BH3), seguido de oxidação com peróxido de hidrogênio (H2O2). Hidroboração-oxidação • Hidratação de alcenos: reação tipo anti-Markovnikov. • Grupo OH adiciona-se ao carbono menos substituído (mais hidrogenado). • Utiliza-se como reagente o borano (BH3), seguido de oxidação com peróxido de hidrogênio (H2O2). Hidroboração Oxidação Hidroboração-oxidação • Estrutura eletrônica do borano é similar a um carbocátion, sem a carga positiva. • O boro possui octeto incompleto (6 e-), sendo bastante reativo e capaz de formar dímeros ao reagir com outra molécula de borano, formando o diborano (B2H6). • Os átomo de hidrogênio no diborano formam ligações bastante particulares, chamadas “ligações dois elétrons-três centros”. Hidroboração-oxidação Considerações do mecanismo reacional Regioseletividade da hidroboração • O primeiro passo dessa reação é a adição do BH2 ao carbono mais hidrogenado, sendo posteriormente substituído pelo grupo OH. • Esse preferência pode ser explicada através de : (a) considerações eletrônicas (b) considerações estéricas Hidroboração-oxidação (a) considerações eletrônicas: no primeiro passo do mecanismo proposto, o ataque dos elétrons p desencadeia uma movimentação “simultânea” de um hidreto. À medida que os elétrons atacam o orbital p vazio, um dos carbonos vinílicos adquire carga parcial positiva (d+). Haverá uma preferência para que a carga positiva seja formada no carbono mais substituído, assim o BH2 se adicionará ao carbono menos substituído. Hidroboração-oxidação Hidroboração-oxidação (b) considerações estéricas: no primeiro passo do mecanismo proposto, ambos BH2 e H estão sendo adicionados à dupla ligação simultaneamente. Como o BH2 é maior que o H, o estado de transição será menos “comprimido” e possuirá menor energia se o BH2 for posicionado em uma posição menos impedida estericamente. Hidroboração-oxidação Considerações do mecanismo reacional Estereoespecificidade da hidroboração • O mecanismo de adição concertada do BH2 e do H requer que ambos os grupos adicionem-se à mesma face da dupla ligação, numa adição do tipo syn. • É importante observar se haverá a formação de centros estereogênicos, já que a adição pode ocorrer dos dois lados na mesma proporção, gerando um par de enantiômeros. Hidroboração-oxidação Considerações do mecanismo reacional Estereoespecificidade da hidroboração • O mecanismo de adição concertada do BH2 e do H requer que ambos os grupos adicionem-se à mesma face da dupla ligação, numa adição do tipo syn. • É importante observar se haverá a formação de centros estereogênicos, já que a adição pode ocorrer dos dois lados na mesma proporção, gerando um par de enantiômeros. Hidroboração-oxidação Hidroboração-oxidação Hidroboração-oxidação Mecanismo reacional Hidroboração-oxidação Mecanismo reacional Hidroboração-oxidação Mecanismo reacional Hidroboração-oxidação Redução de alcenos - hidrogenação catalítica • Alcenos reagem com H2 na presença de um catalisador metálico (Pt, Pd ou Ni), produzindo seus equivalentes saturados. • Catalisadores heterogêneos mais utilizados: paládio (Pd/C) ou platina (PtO2). • A adição ocorre pela mesma face da dupla ligação (adição syn) Redução de alcenos - hidrogenação catalítica Redução de alcenos - hidrogenação catalítica • O hidrogênio molecular interage com a superfície do metal, quebrando a ligação H-H, deixando átomos de H adsorvidos à superfície. • O alceno coordena com a superfície do metal, permitindo a interação entre a ligação C e os átomos de hidrogênio (adição syn). Redução de alcenos - hidrogenação catalítica • A estereoquímica da reação deve ser observada, já que esta dependerá dos centros de quiralidade formados. Redução de alcenos - hidrogenação catalítica Oxidação de alcenos - 1,2-diidroxilação Sin • Diihroxilação é a adição de dois grupos hodroxila à dupla ligação, formando um 1,2-diol ou glicol. • Hidroxilação syn ocorre quando um alceno é tratado com KMnO4 ou OsO4. Oxidação de alcenos - 1,2-diidroxilação Sin Mecanismo • Cada reagente adiciona dois átomos de oxigênio de maneira syn. • A hidrólise do intermediário cíclico quebra a ligação entre o metal e o oxigênio, formando um cis-1,2-diol. Oxidação de alcenos - 1,2-diidroxilação Sin Mecanismo • Quantidades catalíticas de OsO4 com um co-oxidante como N-óxido de nmetilmorfolina (NMO) ou hidroperóxido de tertbutila: Oxidaçãode alcenos - 1,2-diidroxilação Sin Mecanismo • A dihidroxilação também pode ser realizada usando uma quantidade catalítica de OsO4, utilizando o N-óxido de N-metilmorfolina (NMO) como oxidante. • Nesse processo catalítico, a diidroxilação da dupla ligação converte o oxidante Os8+ num produto Os6+, que é então reoxidado pelo NMO até Os8+. Oxidação de alcenos - 1,2-diidroxilação Sin Mecanismo • Cada reagente adiciona dois átomos de oxigênio de maneira syn. • A hidrólise do intermediário cíclico quebra a ligação entre o metal e o oxigênio, formando um cis-1,2-diol. Oxidação de alcenos – Epoxidação e Hidroxilação • O átomo de oxigênio é transferido pelo perácido à dupla ligação através de um mecanismo syn. Ligações C-O formadas pelo mesmo lado da ligação C. • O mecanismo é concertado (simultâneo) não ocorrendo a formação de intermediários. • O oxigênio transferido é aquele mais distante da carbonila. Oxidação de alcenos – Diidroxilação anti • Os epóxidos sofrem abertura de anel através de catálise ácida com água (hidrólise), dando origem a um diálcool (diol), chamado glicol. • Desta forma, a epoxidação/hidrólise é chamada hidroxilação. Oxidação de alcenos – Diidroxilação anti • O mecanismo inicia com a protonação do epóxido, deixando-o mais reativo, seguido pela adição nucleofílica de uma molécula de H2O. • A estereoquímica da reação se assemelha à halogenação, resultando em uma hidroxilação do tipo anti. Clivagem oxidativa de alcenos - ozonólise • A clivagem oxidativa de um alceno quebra as ligações p e s da ligação dupla para formar dois compostos de carbonilados. • A clivagem com ozônio (O3) é chamada ozonólise. O ozônio (O3) é produzido através do bombardeamento de um fluxo de oxigênio por radiação ultravioleta. Clivagem oxidativa de alcenos - ozonólise • A clivagem com ozônio (O3) é chamada ozonólise. Clivagem oxidativa de alcenos - ozonólise O ozônio irá reagir primeiramente com o alceno, formando um ozonídeo primário (molozonídeo) que em seguida rearranja, produzindo um ozonídeo mais estável: Clivagem oxidativa de alcenos - ozonólise Na presença de um agente redutor brando (DMS ou Zn/H2O), o ozonídeo é então convertido nos produtos: Clivagem oxidativa de alcenos - ozonólise Resolução: Clivagem oxidativa de alcenos - ozonolise Resolução: Clivagem oxidativa de alcenos - ozonolise Cálculo do grau de insaturação • Relaciona a fórmula molecular com possíveis estruturas • Grau de insaturação: número de ligações múltiplas ou anéis • Fórmula para um composto acíclico saturado é CnH2n + 2 • Cada anel ou ligação múltipla substitui 2H Grau de instauração Cálculo do grau de insaturação • Saturado seria C6H14 – Portanto 4 H's nao estão presentes Exemplo: C6H10 Cálculo do grau de insaturação • Saturado seria C6H14 – Portanto 4 H's nao estão presentes Exemplo: C6H10 • Dois graus de insaturação – Duas duplas? – Ou ligação tripla? – Ou dois anéis – Ou anel e dupla ligação Cálculo do grau de insaturação Exemplo: C6H10 • Dois graus de insaturação – Duas duplas? – Ou ligação tripla? – Ou dois anéis – Ou anel e dupla ligação Cálculo do grau de insaturação • Organohalogenados (X: F, Cl, Br, I) - O halogênio substitui hidrogênio - C4H6Br2 e C4H8 possuem um grau de insaturação Grau de insaturação com outros elementos Cálculo do grau de insaturação • Compostos de organoxigenados (C, H, O) - se conectados por ligações simples - Não afetam a contagem total de H Grau de insaturação com outros elementos Cálculo do grau de insaturação • O nitrogênio tem três ligações - Então, se ele se conecta onde H era, ele adiciona um ponto de conexão - Subtrair um H para um grau equivalente de insaturação em hidrocarbonetos Grau de insaturação com outros elementos Cálculo do grau de insaturação • Contar os pares de H abaixo de CnH2n+2 • Adicione o número de halogênios ao número de H (X equivalente a H) • Ignorar oxigênios (oxigênios se ligam a H) • Subtraia N’s - eles têm duas conexões Resumo - Grau de insaturação