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Exercícios extra (pré história, antiguidade oriental e clássica)

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Questões resolvidas

A prática da agricultura e a criação de rebanhos implicaram alterações nas sociedades neolíticas. Nesse contexto, em diversas comunidades do Oriente Próximo, identifica-se, entre outras transformações, o(a)
a) desenvolvimento de Impérios caracterizados pelo afastamento das tradições mítico-religiosas em favor de um pensamento racional e naturalista. b) ampliação das atividades lucrativas, como, por exemplo, o comércio realizado pelos estrangeiros e seus escravos nos domínios das diversas cidades. c) surgimento de uma prática política descentralizadora, que permitiu o livre desenvolvimento econômico das diferentes regiões ocupadas. d) diferenciação social baseada na riqueza e no poder, com o surgimento do Estado, instrumento de controle e apropriação dos recursos naturais.

Analise as proposições a seguir:
I. As civilizações pré-históricas não se desenvolveram no mesmo período de tempo, nas várias regiões do mundo.
II. A divisão da Pré-História não pode fundamentar-se em acontecimentos, mas nos melhoramentos das técnicas com que eram fabricados os instrumentos.
III. Os monumentos megalíticos estariam associados ao culto dos mortos.
a) Apenas I e II estão corretas
b) Apenas II e III estão corretas
c) Apenas I e III estão corretas
d) Todas estão corretas
e) Todas estão incorretas

A partir de 18.000 a. C., com o fim da última Idade do Gelo, algumas regiões da Terra começaram a conhecer um processo regular de transbordamento dos grandes cursos fluviais, como o Tigre, Eufrates, Nilo, Indo e Amarelo, tornando possível a prática da agricultura.
As civilizações que se desenvolveram ao longo desses rios formaram no seu conjunto:
a) o modo de produção escravista;
b) o comunitarismo familiar;
c) o feudalismo despótico oriental;
d) o modo de produção asiático;
e) o sistema mercantil escravista.

Sendo um dos primeiros códigos de lei de que se tem conhecimento, este texto está associado:
“Se um homem alugar um boi ou um asno, e se nos campos o leão matar o gado, é o proprietário do gado quem sofrerá a perda. Se um homem bater em seu pai, terá as mãos cortadas. Se um homem furar o olho de um homem livre, ser-lhe-á furado o olho”.
a) Ao Império Babilônico sob o reinado de Hamurabi.
b) Ao Império Persa sob a dinastia de Talião.
c) Ao Império Persa sob o reinado de Cambises ll.
d) Ao Egito sob o reinado de Amenófis l.
e) A Sociedade ateniense sob a direção de Péricles.

O atual Iraque obrigou territorialmente a maior parte da Antiga Mesopotâmia (terra entre rios), berço de ricas civilizações. Entre essas civilizações encontram-se os sumerianos, os quais se caracterizavam por:
a) apresentar uma comunidade constituída por clãs familiares independentes, onde a administração política descentralizada era exercida pelos patriarcas das aldeias;
b) constituir um império duradouro e unificado, imune, graças a suas defesas naturais e a seus grandes exércitos, aos perigos inerentes às migrações de sociedades nômades;
c) representar uma sociedade liderada pela oligarquia mercantil e pelos proprietários de navios, cujo poder e riqueza advinham sobretudo do comércio e do domínio dos mares do Oriente Médio;
d) provocar uma ruptura embrionária entre a dimensão divina e a dimensão humana da figura real, dado que o Patesi não era o próprio Deus, como no Egito, mas apenas seu representante;
e) formar um povo economicamente auto-suficiente, que não praticava relações comerciais com o exterior.

O Código Hamurabi, um bloco de pedras com 2,25 metros de altura, encontra-se hoje no Museu do Louvre, em Paris. Dos muitos artigos de lei nele gravados, cerca de 250 já foram decifrados. Com isso, informações sobre a sociedade mesopotâmica puderam ser reveladas.
Analise, quanto à sua veracidade (V) ou falsidade (F), as afirmativas abaixo sobre a sociedade mesopotâmica e o seu código de leis:
( ) A chamada Lei de Talião (talionis, em latim, significa “tal” ou “igual”) apareceu pela primeira vez no Código de Hamurabi. Ela pregava o princípio do “olho por olho, dente por dente”, ou seja, ao infrator aplicava-se um castigo proporcional ao dano causado.
( ) O Código de Hamurabi trata dos mais variados assuntos relativos à vida cotidiana. Abrange, entre outros temas, a regulamentação e o exercício das profissões, fixando a remuneração dos trabalhadores e as normas a respeito do casamento, da assistência às viúvas, aos órfãos, aos pobres, etc.
( ) Na maioria das sociedades atuais, a Lei de Talião não é mais aplicada. No entanto, há países do Oriente Médio em que ainda se paga olho por olho, literalmente. Na Arábia Saudita, no Iêmen e em alguns dos Emirados Árabes, ladrões têm as mãos cortadas.
a) V – F – V
b) V – V – V
c) F – V – F
d) F – F – V
e) F – F – F

Localizada entre dois grandes rios, lá reinaram na Antiguidade Assurbanipal e Nabucodonosor. A Torre de Babel, os Jardins Suspensos da Babilônia e o herói mítico Gilgamesh são algumas conhecidas referências das manifestações artístico-culturais dos povos que habitavam essa região.
O texto diz respeito à antiga civilização que se desenvolveu na região que hoje corresponde ao território:
(A) -da Etiópia.
(B) -do Iraque.
(C) -da Turquia.
(D) do Egito.
(E) de Madagascar.

Não se pode esquecer a luta de alguns povos da Antiguidade, para construir seus vastos impérios. Contudo, esses povos também expressaram, na arte, seus sonhos e desejos. Numa análise mais geral dessas manifestações, podemos afirmar que:
a) a escrita suméria expressava a habilidade artística do seu povo, que era bastante envolvido com uma religião liderada pelos escribas;
b) os hebreus conseguiram construir uma arte original, desarticulada das manifestações religiosas;
c) os egípcios conseguiram realizar revoluções na arte de pintar murais, mas não se preocuparam com a arquitetura de seus templos religiosos;
d) a arte assíria não merece destaque, devido à preocupação excessiva do seu povo com a guerra e com o imperialismo;
e) a grandiosidade da arte dos caldeus manifesta-se com especial destaque nas suas obras arquitetônicas.

Entre as transformações havidas na passagem da pré-história para o período propriamente histórico, destaca-se a formação de cidades em regiões de:
a) solo fértil, atingido periodicamente pelas cheias dos rios, permitindo grande produção de alimentos e crescimento populacional;
b) difícil acesso, cuja disposição do relevo levantava barreiras naturais às invasões de povos que viviam do saque de riquezas;
c) entroncamento de rotas comerciais oriundas de países e continentes distintos, local de confluência de produtos exóticos;
d) riquezas minerais e de abundância de madeira, condições necessárias para a edificação dos primeiros núcleos urbanos;
e) terra firme, distanciada de rios e de curso d’água, com grau de salubridade compatível com a concentração populacional.

A Mesopotâmia, estreita faixa de terras, foi assim denominada pelos gregos por estar entre os rios:
a- Assur e Lagash;
b- Tigre e Eufrates;
c- Nilo e Eridu;
d- Jordão e Kish;
e- Tibre e Akkad.

Em 2001, a cidade de São Paulo foi palco da exposição pioneira "A Arte no Egito no Tempo dos Faraós". Pela primeira vez foram expostas no Brasil 56 peças da milenar civilização do Egito Antigo, trazidas diretamente do acervo do Museu do Louvre, de Paris. Assim, os brasileiros tiveram oportunidade de visualizar um panorama de 3.000 anos de arte de uma das primeiras civilizações da história.
Considere as seguintes afirmativas sobre o Egito Antigo, sua história e sua religião.
I. Inserido no contexto do Modo de Produção Asiático, o Egito antigo conviveu com as outras civilizações localizadas nas proximidades do Mediterrâneo Oriental consideradas as primeiras da história, como as que se desenvolveram na Mesopotâmia e na Palestina, além de fenícios e persas.
II. A religião egípcia, como todas as outras religiões antigas, caracteriza-se pelo monoteísmo, apresentando Deus como um ser com os vícios e virtudes dos homens, porém muito mais sábio e com a magia que o torna muito mais poderoso.
III. O estudo da história egípcia nos tempos modernos começou com a descoberta da pedra de Rosetta e a interpretação dos hieróglifos pelo historiador francês Jean François Champollion (1790-1832), que em 1826 pediu ao rei Carlos X, da França, para começar uma coleção de antiguidades egípcias no Louvre, que hoje conta com mais de 60 mil itens.
a) apenas I está correta.
b) apenas II está correta.
c) apenas III está correta.
d) I e III estão corretas.
e) I, II e III estão corretas.

O Tribunal de Osíris
“Tu choraste em presença da morte? Na presença da morte choraste? Não descende o cobarte do forte; Pois choraste, meu filho não és! A morte sempre esteve no contexto das representações dos povos desde a antiguidade até a Idade Contemporânea. As visões e atitudes diante a morte podem ser percebidas pelo homem, em cada momento da história. Nesse sentido, pode-se afirmar que
a) quando um faraó egípcio morria, ele não era julgado no Tribunal de Osiris. Pelo poder acumulado, estes faraós já tinham entrada garantida no reino dos céus ou no reino do além.
b) eram comuns, tanto no Egito como na Europa medieval, as práticas de embalsamamento dos corpos dos Faraós e sacerdotes.
c) segundo a religião do Egito, quando alguém morria era julgado pelo tribunal de Osiris. Lá, seu coração era colocado em uma parte da balança e, na outra, uma pluma de avestruz de Maát, representando a justiça. A pesagem era registrada pelo escriba dos deuses, o deus Thot. Se a balança se equilibrasse, o morto era conduzido, por Osíris, para o além.
d) Na Idade Média tratou-se da morte não como um rito de passagem para a morada definitiva da alma, a derradeira peregrinação do homem-viajante medieval, mas como o momento de ressurreição para a vida eterna.

Aos egípcios devemos uma herança rica em cultura, ciência e religiosidade: eram habilidosos cirurgiões e sabiam relacionar as doenças com as causa naturais; criaram as operações aritméticas e inventaram o sistema decimal e o ábaco. Sobre os egípcios, é correto afirmar também que:
a) foram conhecidos pelas construções de navios, que os levaram a conquistar as rotas comerciais para o Ocidente, devido a sua posição geográfica, perto do mar Mediterrâneo.
b) deixaram, além dos hieróglifos, outros dois sistemas de escrita: o hierático, empregado para fins práticos, e o demótico, uma forma simplificada e popular do hierático.
c) praticaram o sacrifício humano como forma de obter chuvas e boas colheitas, haja vista o território onde se desenvolveram ser desértico.
d) fizeram o uso da escrita cuneiforme, que inicialmente foi utilizada para designar objetos concretos e depois ganhou maior complexidade.
e) usaram as pirâmides para fins práticos, como, por exemplo, a observação astronômica.

A arquitetura dos templos do Antigo Egito apresentava entre suas características:
a) a utilização de tijolos de argila queimada na construção de colunas e paredes;
b) o seu reduzido tamanho, por serem apenas moradia da divindade;
c) a inexistência de telhados, uma vez que quase não ocorriam chuvas durante todo o ano;

Na antiguidade clássica, as cidades-estados representavam
a) uma forma de garantir territorialmente a participação ampla da população na vida política grega.
b) um recurso de expansão das colônias gregas.
c) uma forma de assegurar a independência política das cidades gregas entre si.
d) uma característica da civilização helenística no sistema político grego.
e) uma instituição política helenística no sistema político grego.

Atenas foi considerada o berço do regime democrático no mundo antigo.
Sobre o regime democrático ateniense, é CORRETO afirmar que:
a) Era baseado na eleição de representantes para as Assembléias Legislativas, que se reuniam uma vez por ano na Ágora e deliberavam sobre os mais variados assuntos.
b) Apenas os homens livres eram considerados cidadãos e participavam diretamente das decisões tomadas na Cidade-Estado.
c) Os estrangeiros e mulheres maiores de 21 anos podiam participar livremente das decisões tomadas nas assembleias da Cidade-Estado.
d) Era erroneamente chamado de democrático pois negava a existência de representantes eleitos pelo povo.
e) A inexistência de escravos em Atenas levava a uma participação quase total da população da Cidade-Estado na política.

A Guerra do Peloponeso, ocorrida na Grécia entre 431 e 401 a.C., foi:
a) uma guerra defensiva empreendida pelos gregos contra a invasão dos persas e a ameaça de perda de suas principais praças de comércio do Mar Mediterrâneo;
b) uma luta entre dórios e aqueus na época da ocupação do território grego que resultou na formação das cidades de Esparta e Atenas;
c) uma luta comandada pelas cidades de Esparta e Corinto contra a hegemonia da Confederação de Delos - liderada por Atenas - sobre o território grego;
d) uma guerra entre gregos e romanos, pelo desejo de implantação de uma cultura hegemônica sobre os povos do Oriente Próximo;
e) uma invasão do território grego pelas tropas de Alexandre - O Grande, na época de expansão do Império Macedônico que herdara de seu pai.

Sobre esse texto, é correto afirmar que seu autor,
a) o dramaturgo Sólon, reproduz um famoso discurso de Péricles, o grande estadista e fundador da democracia ateniense;
b) o demagogo Sólon, recorre à eloqüência e à retórica para enganar as massas e assim obter seu apoio para alcançar o poder;
c) o tirano Sólon, lembra como, astutamente, acabou com as lutas de classes em Atenas, submetendo ricos e pobres às mesmas leis;
d) o filósofo Sólon, evoca de maneira poética a figura do lendário Drácon, estadista e criador da democracia ateniense;
e) o legislador Sólon, exprime o orgulho pelas leis, de caráter democrático, que fez aprovar em Atenas quando governou a cidade.

Foram características econômicas e sociais da Cidade-Estado Esparta, no período Arcaico:
a) a posição do indivíduo na comunidade era definida pelo seu grau de parentesco com o patriarca e sua economia era natural e coletivista.
b) as classes sociais ligadas ao comércio, ao mesmo tempo que adquiriam maior poder econômico, procuravam ampliar seu domínio social.
c) a existência de uma oligarquia aristocrática, que monopolizava o poder militar, político e religioso, culturalmente arcaica, sem atividades mercantis.
d) a proibição da escravidão por dívidas pela oligarquia dominante estimulou a vinda para a cidade de artesãos estrangeiros, a fim de promover o comércio e atividades culturais.
e) cidade marítima dominada por camponeses proprietários de minifúndios, que permitia aos estrangeiros, Metecos, a realização de atividades culturais.

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Questões resolvidas

A prática da agricultura e a criação de rebanhos implicaram alterações nas sociedades neolíticas. Nesse contexto, em diversas comunidades do Oriente Próximo, identifica-se, entre outras transformações, o(a)
a) desenvolvimento de Impérios caracterizados pelo afastamento das tradições mítico-religiosas em favor de um pensamento racional e naturalista. b) ampliação das atividades lucrativas, como, por exemplo, o comércio realizado pelos estrangeiros e seus escravos nos domínios das diversas cidades. c) surgimento de uma prática política descentralizadora, que permitiu o livre desenvolvimento econômico das diferentes regiões ocupadas. d) diferenciação social baseada na riqueza e no poder, com o surgimento do Estado, instrumento de controle e apropriação dos recursos naturais.

Analise as proposições a seguir:
I. As civilizações pré-históricas não se desenvolveram no mesmo período de tempo, nas várias regiões do mundo.
II. A divisão da Pré-História não pode fundamentar-se em acontecimentos, mas nos melhoramentos das técnicas com que eram fabricados os instrumentos.
III. Os monumentos megalíticos estariam associados ao culto dos mortos.
a) Apenas I e II estão corretas
b) Apenas II e III estão corretas
c) Apenas I e III estão corretas
d) Todas estão corretas
e) Todas estão incorretas

A partir de 18.000 a. C., com o fim da última Idade do Gelo, algumas regiões da Terra começaram a conhecer um processo regular de transbordamento dos grandes cursos fluviais, como o Tigre, Eufrates, Nilo, Indo e Amarelo, tornando possível a prática da agricultura.
As civilizações que se desenvolveram ao longo desses rios formaram no seu conjunto:
a) o modo de produção escravista;
b) o comunitarismo familiar;
c) o feudalismo despótico oriental;
d) o modo de produção asiático;
e) o sistema mercantil escravista.

Sendo um dos primeiros códigos de lei de que se tem conhecimento, este texto está associado:
“Se um homem alugar um boi ou um asno, e se nos campos o leão matar o gado, é o proprietário do gado quem sofrerá a perda. Se um homem bater em seu pai, terá as mãos cortadas. Se um homem furar o olho de um homem livre, ser-lhe-á furado o olho”.
a) Ao Império Babilônico sob o reinado de Hamurabi.
b) Ao Império Persa sob a dinastia de Talião.
c) Ao Império Persa sob o reinado de Cambises ll.
d) Ao Egito sob o reinado de Amenófis l.
e) A Sociedade ateniense sob a direção de Péricles.

O atual Iraque obrigou territorialmente a maior parte da Antiga Mesopotâmia (terra entre rios), berço de ricas civilizações. Entre essas civilizações encontram-se os sumerianos, os quais se caracterizavam por:
a) apresentar uma comunidade constituída por clãs familiares independentes, onde a administração política descentralizada era exercida pelos patriarcas das aldeias;
b) constituir um império duradouro e unificado, imune, graças a suas defesas naturais e a seus grandes exércitos, aos perigos inerentes às migrações de sociedades nômades;
c) representar uma sociedade liderada pela oligarquia mercantil e pelos proprietários de navios, cujo poder e riqueza advinham sobretudo do comércio e do domínio dos mares do Oriente Médio;
d) provocar uma ruptura embrionária entre a dimensão divina e a dimensão humana da figura real, dado que o Patesi não era o próprio Deus, como no Egito, mas apenas seu representante;
e) formar um povo economicamente auto-suficiente, que não praticava relações comerciais com o exterior.

O Código Hamurabi, um bloco de pedras com 2,25 metros de altura, encontra-se hoje no Museu do Louvre, em Paris. Dos muitos artigos de lei nele gravados, cerca de 250 já foram decifrados. Com isso, informações sobre a sociedade mesopotâmica puderam ser reveladas.
Analise, quanto à sua veracidade (V) ou falsidade (F), as afirmativas abaixo sobre a sociedade mesopotâmica e o seu código de leis:
( ) A chamada Lei de Talião (talionis, em latim, significa “tal” ou “igual”) apareceu pela primeira vez no Código de Hamurabi. Ela pregava o princípio do “olho por olho, dente por dente”, ou seja, ao infrator aplicava-se um castigo proporcional ao dano causado.
( ) O Código de Hamurabi trata dos mais variados assuntos relativos à vida cotidiana. Abrange, entre outros temas, a regulamentação e o exercício das profissões, fixando a remuneração dos trabalhadores e as normas a respeito do casamento, da assistência às viúvas, aos órfãos, aos pobres, etc.
( ) Na maioria das sociedades atuais, a Lei de Talião não é mais aplicada. No entanto, há países do Oriente Médio em que ainda se paga olho por olho, literalmente. Na Arábia Saudita, no Iêmen e em alguns dos Emirados Árabes, ladrões têm as mãos cortadas.
a) V – F – V
b) V – V – V
c) F – V – F
d) F – F – V
e) F – F – F

Localizada entre dois grandes rios, lá reinaram na Antiguidade Assurbanipal e Nabucodonosor. A Torre de Babel, os Jardins Suspensos da Babilônia e o herói mítico Gilgamesh são algumas conhecidas referências das manifestações artístico-culturais dos povos que habitavam essa região.
O texto diz respeito à antiga civilização que se desenvolveu na região que hoje corresponde ao território:
(A) -da Etiópia.
(B) -do Iraque.
(C) -da Turquia.
(D) do Egito.
(E) de Madagascar.

Não se pode esquecer a luta de alguns povos da Antiguidade, para construir seus vastos impérios. Contudo, esses povos também expressaram, na arte, seus sonhos e desejos. Numa análise mais geral dessas manifestações, podemos afirmar que:
a) a escrita suméria expressava a habilidade artística do seu povo, que era bastante envolvido com uma religião liderada pelos escribas;
b) os hebreus conseguiram construir uma arte original, desarticulada das manifestações religiosas;
c) os egípcios conseguiram realizar revoluções na arte de pintar murais, mas não se preocuparam com a arquitetura de seus templos religiosos;
d) a arte assíria não merece destaque, devido à preocupação excessiva do seu povo com a guerra e com o imperialismo;
e) a grandiosidade da arte dos caldeus manifesta-se com especial destaque nas suas obras arquitetônicas.

Entre as transformações havidas na passagem da pré-história para o período propriamente histórico, destaca-se a formação de cidades em regiões de:
a) solo fértil, atingido periodicamente pelas cheias dos rios, permitindo grande produção de alimentos e crescimento populacional;
b) difícil acesso, cuja disposição do relevo levantava barreiras naturais às invasões de povos que viviam do saque de riquezas;
c) entroncamento de rotas comerciais oriundas de países e continentes distintos, local de confluência de produtos exóticos;
d) riquezas minerais e de abundância de madeira, condições necessárias para a edificação dos primeiros núcleos urbanos;
e) terra firme, distanciada de rios e de curso d’água, com grau de salubridade compatível com a concentração populacional.

A Mesopotâmia, estreita faixa de terras, foi assim denominada pelos gregos por estar entre os rios:
a- Assur e Lagash;
b- Tigre e Eufrates;
c- Nilo e Eridu;
d- Jordão e Kish;
e- Tibre e Akkad.

Em 2001, a cidade de São Paulo foi palco da exposição pioneira "A Arte no Egito no Tempo dos Faraós". Pela primeira vez foram expostas no Brasil 56 peças da milenar civilização do Egito Antigo, trazidas diretamente do acervo do Museu do Louvre, de Paris. Assim, os brasileiros tiveram oportunidade de visualizar um panorama de 3.000 anos de arte de uma das primeiras civilizações da história.
Considere as seguintes afirmativas sobre o Egito Antigo, sua história e sua religião.
I. Inserido no contexto do Modo de Produção Asiático, o Egito antigo conviveu com as outras civilizações localizadas nas proximidades do Mediterrâneo Oriental consideradas as primeiras da história, como as que se desenvolveram na Mesopotâmia e na Palestina, além de fenícios e persas.
II. A religião egípcia, como todas as outras religiões antigas, caracteriza-se pelo monoteísmo, apresentando Deus como um ser com os vícios e virtudes dos homens, porém muito mais sábio e com a magia que o torna muito mais poderoso.
III. O estudo da história egípcia nos tempos modernos começou com a descoberta da pedra de Rosetta e a interpretação dos hieróglifos pelo historiador francês Jean François Champollion (1790-1832), que em 1826 pediu ao rei Carlos X, da França, para começar uma coleção de antiguidades egípcias no Louvre, que hoje conta com mais de 60 mil itens.
a) apenas I está correta.
b) apenas II está correta.
c) apenas III está correta.
d) I e III estão corretas.
e) I, II e III estão corretas.

O Tribunal de Osíris
“Tu choraste em presença da morte? Na presença da morte choraste? Não descende o cobarte do forte; Pois choraste, meu filho não és! A morte sempre esteve no contexto das representações dos povos desde a antiguidade até a Idade Contemporânea. As visões e atitudes diante a morte podem ser percebidas pelo homem, em cada momento da história. Nesse sentido, pode-se afirmar que
a) quando um faraó egípcio morria, ele não era julgado no Tribunal de Osiris. Pelo poder acumulado, estes faraós já tinham entrada garantida no reino dos céus ou no reino do além.
b) eram comuns, tanto no Egito como na Europa medieval, as práticas de embalsamamento dos corpos dos Faraós e sacerdotes.
c) segundo a religião do Egito, quando alguém morria era julgado pelo tribunal de Osiris. Lá, seu coração era colocado em uma parte da balança e, na outra, uma pluma de avestruz de Maát, representando a justiça. A pesagem era registrada pelo escriba dos deuses, o deus Thot. Se a balança se equilibrasse, o morto era conduzido, por Osíris, para o além.
d) Na Idade Média tratou-se da morte não como um rito de passagem para a morada definitiva da alma, a derradeira peregrinação do homem-viajante medieval, mas como o momento de ressurreição para a vida eterna.

Aos egípcios devemos uma herança rica em cultura, ciência e religiosidade: eram habilidosos cirurgiões e sabiam relacionar as doenças com as causa naturais; criaram as operações aritméticas e inventaram o sistema decimal e o ábaco. Sobre os egípcios, é correto afirmar também que:
a) foram conhecidos pelas construções de navios, que os levaram a conquistar as rotas comerciais para o Ocidente, devido a sua posição geográfica, perto do mar Mediterrâneo.
b) deixaram, além dos hieróglifos, outros dois sistemas de escrita: o hierático, empregado para fins práticos, e o demótico, uma forma simplificada e popular do hierático.
c) praticaram o sacrifício humano como forma de obter chuvas e boas colheitas, haja vista o território onde se desenvolveram ser desértico.
d) fizeram o uso da escrita cuneiforme, que inicialmente foi utilizada para designar objetos concretos e depois ganhou maior complexidade.
e) usaram as pirâmides para fins práticos, como, por exemplo, a observação astronômica.

A arquitetura dos templos do Antigo Egito apresentava entre suas características:
a) a utilização de tijolos de argila queimada na construção de colunas e paredes;
b) o seu reduzido tamanho, por serem apenas moradia da divindade;
c) a inexistência de telhados, uma vez que quase não ocorriam chuvas durante todo o ano;

Na antiguidade clássica, as cidades-estados representavam
a) uma forma de garantir territorialmente a participação ampla da população na vida política grega.
b) um recurso de expansão das colônias gregas.
c) uma forma de assegurar a independência política das cidades gregas entre si.
d) uma característica da civilização helenística no sistema político grego.
e) uma instituição política helenística no sistema político grego.

Atenas foi considerada o berço do regime democrático no mundo antigo.
Sobre o regime democrático ateniense, é CORRETO afirmar que:
a) Era baseado na eleição de representantes para as Assembléias Legislativas, que se reuniam uma vez por ano na Ágora e deliberavam sobre os mais variados assuntos.
b) Apenas os homens livres eram considerados cidadãos e participavam diretamente das decisões tomadas na Cidade-Estado.
c) Os estrangeiros e mulheres maiores de 21 anos podiam participar livremente das decisões tomadas nas assembleias da Cidade-Estado.
d) Era erroneamente chamado de democrático pois negava a existência de representantes eleitos pelo povo.
e) A inexistência de escravos em Atenas levava a uma participação quase total da população da Cidade-Estado na política.

A Guerra do Peloponeso, ocorrida na Grécia entre 431 e 401 a.C., foi:
a) uma guerra defensiva empreendida pelos gregos contra a invasão dos persas e a ameaça de perda de suas principais praças de comércio do Mar Mediterrâneo;
b) uma luta entre dórios e aqueus na época da ocupação do território grego que resultou na formação das cidades de Esparta e Atenas;
c) uma luta comandada pelas cidades de Esparta e Corinto contra a hegemonia da Confederação de Delos - liderada por Atenas - sobre o território grego;
d) uma guerra entre gregos e romanos, pelo desejo de implantação de uma cultura hegemônica sobre os povos do Oriente Próximo;
e) uma invasão do território grego pelas tropas de Alexandre - O Grande, na época de expansão do Império Macedônico que herdara de seu pai.

Sobre esse texto, é correto afirmar que seu autor,
a) o dramaturgo Sólon, reproduz um famoso discurso de Péricles, o grande estadista e fundador da democracia ateniense;
b) o demagogo Sólon, recorre à eloqüência e à retórica para enganar as massas e assim obter seu apoio para alcançar o poder;
c) o tirano Sólon, lembra como, astutamente, acabou com as lutas de classes em Atenas, submetendo ricos e pobres às mesmas leis;
d) o filósofo Sólon, evoca de maneira poética a figura do lendário Drácon, estadista e criador da democracia ateniense;
e) o legislador Sólon, exprime o orgulho pelas leis, de caráter democrático, que fez aprovar em Atenas quando governou a cidade.

Foram características econômicas e sociais da Cidade-Estado Esparta, no período Arcaico:
a) a posição do indivíduo na comunidade era definida pelo seu grau de parentesco com o patriarca e sua economia era natural e coletivista.
b) as classes sociais ligadas ao comércio, ao mesmo tempo que adquiriam maior poder econômico, procuravam ampliar seu domínio social.
c) a existência de uma oligarquia aristocrática, que monopolizava o poder militar, político e religioso, culturalmente arcaica, sem atividades mercantis.
d) a proibição da escravidão por dívidas pela oligarquia dominante estimulou a vinda para a cidade de artesãos estrangeiros, a fim de promover o comércio e atividades culturais.
e) cidade marítima dominada por camponeses proprietários de minifúndios, que permitia aos estrangeiros, Metecos, a realização de atividades culturais.

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PRÉ-HISTÓRIA 
 
1. (Ufrn) A prática da agricultura e a criação de 
rebanhos implicaram alterações nas sociedades 
neolíticas. 
Nesse contexto, em diversas comunidades do 
Oriente Próximo, identifica-se, entre outras 
transformações, o(a) 
a) desenvolvimento de Impérios caracterizados pelo 
afastamento das tradições mítico-religiosas em favor 
de um pensamento racional e naturalista. 
b) ampliação das atividades lucrativas, como, por 
exemplo, o comércio realizado pelos estrangeiros e 
seus escravos nos domínios das diversas cidades. 
c) surgimento de uma prática política 
descentralizadora, que permitiu o livre 
desenvolvimento econômico das diferentes regiões 
ocupadas. 
d) diferenciação social baseada na riqueza e no poder, 
com o surgimento do Estado, instrumento de controle e 
apropriação dos recursos naturais. 
 
2. (FCSCL-SP) Examine as três proposições, 
julgando se são verdadeiras ou falsas. Em seguida, 
assinale a alternativa correta. 
I. A Pré-História, época compreendida entre o 
aparecimento do homem sobre a Terra e o uso da 
escrita, é dividida tradicionalmente em dois 
períodos: Paleolítico e Neolítico. 
II. A domesticação de animais e o surgimento da 
agricultura ocorreram apenas após a invenção da 
escrita, posterior, portanto, ao Neolítico. 
III. A duração do Paleolítico é bem mais extensa 
que a do Neolítico, envolvendo níveis técnicos 
naturalmente mais primitivos. 
a) Todas as proposições são verdadeiras. 
b) Apenas as proposições I e II são verdadeiras. 
c) Apenas as proposições I e III são verdadeiras. 
d) Apenas as proposições II e III são verdadeiras. 
e) Todas as proposições são falsas. 
 
3. Analise as proposições a seguir: 
I. As civilizações pré-históricas não se 
desenvolveram no mesmo período de tempo, nas 
várias regiões do mundo. 
II. A divisão da Pré-História não pode 
fundamentar-se em acontecimentos, mas nos 
melhoramentos das técnicas com que eram 
fabricados os instrumentos. 
III. Os monumentos megalíticos estariam 
associados ao culto dos mortos. 
a)Apenas I e II estão corretas 
b)Apenas II e III estão corretas 
c)Apenas I e III estão corretas 
d)Todas estão corretas 
e)Todas estão incorretas 
 
4. "A partir de 18.000 a. C., com o fim da última 
Idade do Gelo, algumas regiões da Terra 
começaram a conhecer um processo regular de 
transbordamento dos grandes cursos fluviais, como 
o Tigre, Eufrates, Nilo, Indo e Amarelo, tornando 
possível a prática da agricultura." 
As civilizações que se desenvolveram ao longo 
desses rios formaram no seu conjunto: 
a)o modo de produção escravista; 
b)o comunitarismo familiar; 
c)o feudalismo despótico oriental; 
d)o modo de produção asiático; 
e)o sistema mercantil escravista. 
 
 
ANTIGUIDADE ORIENTAL 
Mesopotâmia 
 
5. (UFAM) “Se um homem alugar um boi ou um 
asno, e se nos campos o leão matar o gado, é o 
proprietário do gado quem sofrerá a perda. Se um 
homem bater em seu pai, terá as mãos cortadas. Se 
um homem furar o olho de um homem livre, ser-
lhe-á furado o olho”. 
Sendo um dos primeiros códigos de lei de que se 
tem conhecimento, este texto está associado: 
a) Ao Império Babilônico sob o reinado de Hamurabi. 
b) Ao Império Persa sob a dinastia de Talião. 
c) Ao Império Persa sob o reinado de Cambises ll. 
d) Ao Egito sob o reinado de Amenófis l. 
e) A Sociedade ateniense sob a direção de Péricles. 
 
6. (UFRGS) O atual Iraque obrigou 
territorialmente a maior parte da Antiga 
Mesopotâmia (terra entre rios), berço de ricas 
civilizações. Entre essas civilizações encontram-se 
os sumerianos, os quais se caracterizavam por: 
a) apresentar uma comunidade constituída por clãs 
familiares independentes, onde a administração 
política descentralizada era exercida pelos patriarcas 
das aldeias; 
b) constituir um império duradouro e unificado, imune, 
graças a suas defesas naturais e a seus grandes 
exércitos, aos perigos inerentes às migrações de 
sociedades nômades; 
c) representar uma sociedade liderada pela oligarquia 
mercantil e pelos proprietários de navios, cujo poder e 
riqueza advinham sobretudo do comércio e do domínio 
dos mares do Oriente Médio; 
d) provocar uma ruptura embrionária entre a dimensão 
divina e a dimensão humana da figura real, dado que o 
Patesi não era o próprio Deus, como no Egito, mas 
apenas seu representante; 
e) formar um povo economicamente auto-suficiente, 
que não praticava relações comerciais com o exterior. 
 
7. (UCS/RS) O Código Hamurabi, um bloco de 
pedras com 2,25 metros de altura, encontra-se hoje 
no Museu do Louvre, em Paris. Dos muitos artigos 
de lei nele gravados, cerca de 250 já foram 
decifrados. Com isso, informações sobre a 
sociedade mesopotâmica puderam ser reveladas. 
Analise, quanto à sua veracidade (V) ou falsidade 
(F), as afirmativas abaixo sobre a sociedade 
mesopotâmica e o seu código de leis: 
( ) A chamada Lei de Talião (talionis, em latim, 
significa “tal” ou “igual”) apareceu pela primeira vez 
no Código de Hamurabi. Ela pregava o princípio do 
“olho por olho, dente por dente”, ou seja, ao infrator 
aplicava-se um castigo proporcional ao dano causado. 
( ) O Código de Hamurabi trata dos mais variados 
assuntos relativos à vida cotidiana. Abrange, entre 
outros temas, a regulamentação e o exercício das 
profissões, fixando a remuneração dos trabalhadores e 
as normas a respeito do casamento, da assistência às 
viúvas, aos órfãos, aos pobres, etc. 
( ) Na maioria das sociedades atuais, a Lei de Talião 
não é mais aplicada. No entanto, há países do Oriente 
Médio em que ainda se paga olho por olho, 
literalmente. Na Arábia Saudita, no Iêmen e em alguns 
dos Emirados Árabes, ladrões têm as mãos cortadas. 
Assinale a alternativa que preenche corretamente os 
parênteses, de cima para baixo: 
a) V – F – V 
b) V – V – V 
c) F – V – F 
d) F – F – V 
e) F – F – F 
 
8. (FFFCMPA/RS) Considere o texto abaixo: 
Localizada entre dois grandes rios, lá reinaram na 
Antiguidade Assurbanipal e Nabucodonosor. A 
Torre de Babel, os Jardins Suspensos da Babilônia 
e o herói mítico Gilgamesh são algumas conhecidas 
referências das manifestações artístico-culturais dos 
povos que habitavam essa região. 
O texto diz respeito à antiga civilização que se 
desenvolveu na região que hoje corresponde ao 
território: 
a) da Etiópia; 
b) do Egito; 
c) da Turquia; 
d) do Iraque; 
e) de Madagascar. 
 
9. (UFPE) Não se pode esquecer a luta de alguns 
povos da Antiguidade, para construir seus vastos 
impérios. Contudo, esses povos também 
expressaram, na arte, seus sonhos e desejos. Numa 
análise mais geral dessas manifestações, podemos 
afirmar que: 
a) a escrita suméria expressava a habilidade artística do 
seu povo, que era bastante envolvido com uma religião 
liderada pelos escribas; 
b) os hebreus conseguiram construir uma arte original, 
desarticulada das manifestações religiosas; 
c) os egípcios conseguiram realizar revoluções na arte 
de pintar murais, mas não se preocuparam com a 
arquitetura de seus templos religiosos; 
d) a arte assíria não merece destaque, devido à 
preocupação excessiva do seu povo com a guerra e 
com o imperialismo; 
e) a grandiosidade da arte dos caldeus manifesta-se 
com especial destaque nas suas obras arquitetônicas. 
 
10. (UFSCAR/SP) Entre as transformações havidas 
na passagem da pré-história para o período 
propriamente histórico, destaca-se a formação de 
cidades em regiões de: 
a) solo fértil, atingido periodicamente pelas cheias dos 
rios, permitindo grande produção de alimentos e 
crescimentopopulacional; 
b) difícil acesso, cuja disposição do relevo levantava 
barreiras naturais às invasões de povos que viviam do 
saque de riquezas; 
c) entroncamento de rotas comerciais oriundas de 
países e continentes distintos, local de confluência de 
produtos exóticos; 
d) riquezas minerais e de abundância de madeira, 
condições necessárias para a edificação dos primeiros 
núcleos urbanos; 
e) terra firme, distanciada de rios e de curso d’água, 
com grau de salubridade compatível com a 
concentração populacional. 
 
11. A Mesopotâmia, estreita faixa de terras, foi 
assim denominada pelos gregos por estar entre os 
rios: 
a) Assur e Lagash; 
b) Tigre e Eufrates; 
c) Nilo e Eridu; 
d) Jordão e Kish; 
e) Tibre e Akkad. 
 
Egito 
 
12. (UCS/RS) Em 2001, a cidade de São Paulo foi 
palco da exposição pioneira "A Arte no Egito no 
Tempo dos Faraós". Pela primeira vez foram 
expostas no Brasil 56 peças da milenar civilização 
do Egito Antigo, trazidas diretamente do acervo do 
Museu do Louvre, de Paris. Assim, os brasileiros 
tiveram oportunidade de visualizar um panorama 
de 3.000 anos de arte de uma das primeiras 
civilizações da história. 
Considere as seguintes afirmativas sobre o Egito 
Antigo, sua história e sua religião. 
I. Inserido no contexto do Modo de Produção Asiático, 
o Egito antigo conviveu com as outras civilizações 
localizadas nas proximidades do Mediterrâneo Oriental 
consideradas as primeiras da história, como as que se 
desenvolveram na Mesopotâmia e na Palestina, além 
de fenícios e persas. 
II. A religião egípcia, como todas as outras religiões 
antigas, caracteriza-se pelo monoteísmo, apresentando 
Deus como um ser com os vícios e virtudes dos 
homens, porém muito mais sábio e com a magia que o 
torna muito mais poderoso. 
III. O estudo da história egípcia nos tempos modernos 
começou com a descoberta da pedra de Rosetta e a 
interpretação dos hieróglifos pelo historiador francês 
Jean François Champollion (1790-1832), que em 1826 
pediu ao rei Carlos X, da França, para começar uma 
coleção de antiguidades egípcias no Louvre, que hoje 
conta com mais de 60 mil itens. 
Das afirmativas acima, pode-se dizer que 
a) apenas I está correta. 
b) apenas II está correta. 
c) apenas III está correta. 
d) I e III estão corretas. 
e) I, II e III estão corretas. 
 
13. (UCG/GO) O Tribunal de Osíris 
“Tu choraste em presença da morte? 
Na presença da morte choraste? 
Não descende o cobarte do forte; 
Pois choraste, meu filho não és! 
A morte sempre esteve no contexto das 
representações dos povos desde a antiguidade até a 
Idade Contemporânea. As visões e atitudes diante a 
morte podem ser percebidas pelo homem, em cada 
momento da história. Nesse sentido, pode-se 
afirmar que 
a) quando um faraó egípcio morria, ele não era julgado 
no Tribunal de Osiris. Pelo poder acumulado, estes 
faraós já tinham entrada garantida no reino dos céus ou 
no reino do além. 
b) eram comuns, tanto no Egito como na Europa 
medieval, as práticas de embalsamamento dos corpos 
dos Faraós e sacerdotes. 
c) segundo a religião do Egito, quando alguém morria 
era julgado pelo tribunal de Osiris. Lá, seu coração era 
colocado em uma parte da balança e, na outra, uma 
pluma de avestruz de Maát, representando a justiça. A 
pesagem era registrada pelo escriba dos deuses, o deus 
Thot. Se a balança se equilibrasse, o morto era 
conduzido, por Osíris, para o além. 
d) Na Idade Média tratou-se da morte não como um 
rito de passagem para a morada definitiva da alma, a 
derradeira peregrinação do homem-viajante medieval, 
mas como o momento de ressurreição para a vida 
eterna. 
 
14. (UFC) Aos egípcios devemos uma herança rica 
em cultura, ciência e religiosidade: eram 
habilidosos cirurgiões e sabiam relacionar as 
doenças com as causa naturais; criaram as 
operações aritméticas e inventaram o sistema 
decimal e o ábaco. Sobre os egípcios, é correto 
afirmar também que: 
a) foram conhecidos pelas construções de navios, que 
os levaram a conquistar as rotas comerciais para o 
Ocidente, devido a sua posição geográfica, perto do 
mar Mediterrâneo. 
b) deixaram, além dos hieróglifos, outros dois sistemas 
de escrita: o hierático, empregado para fins práticos, e 
o demótico, uma forma simplificada e popular do 
hierático. 
c) praticaram o sacrifício humano como forma de obter 
chuvas e boas colheitas, haja vista o território onde se 
desenvolveram ser desértico. 
d) fizeram o uso da escrita cuneiforme, que 
inicialmente foi utilizada para designar objetos 
concretos e depois ganhou maior complexidade. 
e) usaram as pirâmides para fins práticos, como, por 
exemplo, a observação astronômica. 
 
15. (CEFET/PR) A arquitetura dos templos do 
Antigo Egito apresentava entre suas 
características: 
a) a utilização de tijolos de argila queimada na 
construção de colunas e paredes; 
b) o seu reduzido tamanho, por serem apenas 
moradia da divindade; 
c) a inexistência de telhados, uma vez que quase 
não ocorriam chuvas durante todo o ano; 
d) a ausência de esculturas, uma vez que os 
preceitos religiosos de então não permitiam a 
representação da figura humana; 
e) a excessiva grandeza em suas dimensões e 
solidez na construção, com emprego intensivo de 
pedra como matéria-prima. 
 
16. Assinale a alternativa correta. “O Egito, 
presente do Nilo”. Desta frase do historiador grego 
Heródoto, podemos afirmar que: 
a) o sistema econômico dos egípcios repousava, 
principalmente, numa base agrária alimentada em 
função do Nilo; 
b) o Nilo propiciava excelente meio de transporte para 
mercadorias que alimentavam um grande comércio; 
c) as “indústrias” das aldeias no curso do Nilo eram 
incentivadas à produção pela facilidade oferecida pelo 
transporte fluvial; 
d) as obras monumentais, muitas existentes até hoje, 
eram adornadas pelo ouro de lavagem, oferecido pelo 
rio; 
e) todas as alternativas estão corretas. 
 
17. Durante o Novo Império Egípcio, ocorreu a 
reforma religiosa. Assinale abaixo a alternativa que 
contenha os elementos desta reforma: 
a) instalação de um culto monoteísta liderado por 
Amenófis IV; 
b) separação radical entre religião e Estado, em nome 
da república; 
c) extinção do caráter hereditário do processo político; 
d) ascensão da crença em Amon-Rá, principal deus dos 
egípcios; 
e) No Egito, muitos animais gozavam de um culto todo 
especial. Houve maior intensidade desta mentalidade 
com a reforma. 
 
Hebreus, Fenícios e Persas 
 
18. (UEMS) A cultura hebraica (marcada por um 
profundo senso de religiosidade que perpassou sua 
arte e sua literatura) deixou raízes profundas em 
toda a Europa e, por extensão, na civilização 
ocidental, porque foi responsável pelo 
desenvolvimento do: 
a) Ateísmo 
b) Cristianismo 
c) Judaísmo 
d) Budismo 
e) Maometismo 
 
19. (UFC) Os fenícios, povo de origem semita que se 
fixou e desenvolveu as suas cidades, numa faixa de 
200 quilômetros situada entre o mar Mediterrâneo 
e as montanhas do atual Líbano, conheceram o 
apogeu da sua influência a partir de 1400 a.C. 
(destruição de Cnossos em Creta). Entre as 
afirmações que se seguem, escolha aquela que 
caracteriza de maneira correta esse povo: 
a) Viviam num sistema político teocrático. 
b) Suas principais atividades econômicas eram 
agrícolas. 
c) Praticavam uma religião maniqueísta. 
d) Eram especializados no comércio marítimo. 
e) Seu alfabeto foi elaborado a partir do alfabeto grego. 
 
20. Os fenícios dedicavam-se, primordialmente, ao 
comércio marítimo porque:a) era grande seu excedente agrícola. 
b) sua organização militar garantia o domínio dos 
mares. 
c) sua localização geográfica os induzia a isso. 
d) sua organização política era fortemente centralizada. 
e) sua atividade militar lhes proporcionava numerosos 
escravos para atuar nas galeras como remadores. 
 
21. (Ufrs) O soberano dividiu o seu império em 
províncias, chamadas satrapias, sendo a terra 
considerada como propriedade real e trabalhada 
pelas comunidades. 
Estas características identificam o 
a) império dos persas durante o reinado de Dario. 
b) império babilônico durante o governo de Hamurabi. 
c) antigo império egípcio durante a dinastia de 
Quéops. 
d) reino de Israel sob o comando de Davi. 
e) estado espartano durante a vigência das leis de 
Dracon. 
 
ANTIGUIDADE CLÁSSICA 
Grécia 
 
22. (Fatec) "A cidade-estado era um objeto mais 
digno de devoção do que os deuses do Olimpo, feitos 
à imagem de bárbaros humanos. A personalidade 
humana, quando emancipada, sofre se não encontra 
um objeto mais ou menos digno de sua devoção, 
fora de si mesma." 
(Toynbee, Arnold J. HELENISMO, HISTÓRIA DE 
UMA CIVILIZAÇÃO) 
Na antiguidade clássica, as cidades-estados 
representavam 
a) uma forma de garantir territorialmente a 
participação ampla da população na vida política 
grega. 
b) um recurso de expansão das colônias gregas. 
c) uma forma de assegurar a independência política das 
cidades gregas entre si. 
d) uma característica da civilização helenística no 
sistema político grego. 
e) uma instituição política helenística no sistema 
político grego. 
 
23. (Fei) Atenas foi considerada o berço do regime 
democrático no mundo antigo. Sobre o regime 
democrático ateniense, é CORRETO afirmar que: 
a) Era baseado na eleição de representantes para as 
Assembléias Legislativas, que se reuniam uma vez por 
ano na Ágora e deliberavam sobre os mais variados 
assuntos. 
b) Apenas os homens livres eram considerados 
cidadãos e participavam diretamente das decisões 
tomadas na Cidade-Estado. 
c) Os estrangeiros e mulheres maiores de 21 anos 
podiam participar livremente das decisões tomadas 
nas assembleias da Cidade-Estado. 
d) Era erroneamente chamado de democrático pois 
negava a existência de representantes eleitos pelo 
povo. 
e) A inexistência de escravos em Atenas levava a uma 
participação quase total da população da Cidade-
Estado na política. 
 
24. (Fgv) A Guerra do Peloponeso, ocorrida na 
Grécia entre 431 e 401 a.C., foi: 
a) uma guerra defensiva empreendida pelos gregos 
contra a invasão dos persas e a ameaça de perda de 
suas principais praças de comércio do Mar 
Mediterrâneo; 
b) uma luta entre dórios e aqueus na época da 
ocupação do território grego que resultou na formação 
das cidades de Esparta e Atenas; 
c) uma luta comandada pelas cidades de Esparta e 
Corinto contra a hegemonia da Confederação de Delos 
- liderada por Atenas - sobre o território grego; 
d) uma guerra entre gregos e romanos, pelo desejo de 
implantação de uma cultura hegemônica sobre os 
povos do Oriente Próximo; 
e) uma invasão do território grego pelas tropas de 
Alexandre - O Grande, na época de expansão do 
Império Macedônico que herdara de seu pai. 
 
25. (Fuvest) 
"Ao povo dei tanto privilégio quanto lhe bastasse, 
nada tirando ou acrescentando à sua honra; 
Quanto aos que tinham poder e eram famosos por 
sua riqueza, 
também tive cuidado para que não sofressem 
nenhum dano... 
e não permiti que nenhum dos dois lados triunfasse 
injustamente." 
 
Sobre esse texto, é correto afirmar que seu autor, 
a) o dramaturgo Sólon, reproduz um famoso discurso 
de Péricles, o grande estadista e fundador da 
democracia ateniense; 
b) o demagogo Sólon, recorre à eloqüência e à retórica 
para enganar as massas e assim obter seu apoio para 
alcançar o poder; 
c) o tirano Sólon, lembra como, astutamente, acabou 
com as lutas de classes em Atenas, submetendo ricos e 
pobres às mesmas leis; 
d) o filósofo Sólon, evoca de maneira poética a figura 
do lendário Drácon, estadista e criador da democracia 
ateniense; 
e) o legislador Sólon, exprime o orgulho pelas leis, de 
caráter democrático, que fez aprovar em Atenas 
quando governou a cidade. 
 
26. (Mackenzie) Foram características econômicas e 
sociais da Cidade-Estado Esparta, no período 
Arcaico: 
a) a posição do indivíduo na comunidade era definida 
pelo seu grau de parentesco com o patriarca e sua 
economia era natural e coletivista. 
b) as classes sociais ligadas ao comércio, ao mesmo 
tempo que adquiriam maior poder econômico, 
procuravam ampliar seu domínio social. 
c) a existência de uma oligarquia aristocrática, que 
monopolizava o poder militar, político e religioso, 
culturalmente arcaica, sem atividades mercantis. 
d) a proibição da escravidão por dívidas pela 
oligarquia dominante estimulou a vinda para a cidade 
de artesãos estrangeiros, a fim de promover o comércio 
e atividades culturais. 
e) cidade marítima dominada por camponeses 
proprietários de minifúndios, que permitia aos 
estrangeiros, Metecos, a realização de atividades 
culturais. 
 
27. (Udesc) São fontes indispensáveis para o 
conhecimento dos primeiros tempos daquilo que 
viria a se constituir na civilização grega os poemas 
"Ilíada" e "Odisséia", atribuídos a Homero. Seus 
versos tratam, sobretudo, de episódios e 
conseqüências relacionadas com a seguinte 
alternativa: 
a) o domínio do fogo ofertado aos homens por 
Prometeu; 
b) a longa guerra contra a cidade de Tróia; 
c) a implantação da democracia em Atenas; 
d) os combates e batalhas da Guerra do Peloponeso; 
e) a conquista da Grécia pelas tropas romanas. 
 
28. (Uece) A respeito da "Liga de Delos", que seria 
a base do imperialismo ateniense, podemos dizer 
corretamente: 
a) decorreu da aliança de cidades gregas e persas 
contra, a expansão macedônica 
b) pretendia libertar algumas cidades gregas, lideradas 
pela cidade de Delos, da dominação espartana 
c) surgiu de um processo de sujeição ou de domínio 
exercido por Atenas sobre as demais cidades da Liga 
d) definia-se, de início, como uma aliança militar, que 
previa autonomia para seus participantes, reservando à 
Atenas o comando das operações 
e) mesmo sendo liderada por Atenas, Esparta apresenta 
grande influência sobre ela. 
 
29. (Ufscar) E muitos a Atenas, para a pátria de 
geração divina, reconduzi, vendidos que foram - um 
injustamente, o outro justamente; e outros por 
imperiosas obrigações exilados, e que nem mais a 
língua ática falavam, de tantos lugares por que 
tinham errado; e outros, que aqui mesmo 
escravidão vergonhosa levavam, apavorados diante 
dos caprichos dos senhores, livres estabeleci. 
 
O texto, um fragmento de um poema de Sólon - 
arconte ateniense, 594 a.C. -, citado por Aristóteles 
em "A Constituição de Atenas", refere-se 
a) ao fim da tirania. 
b) à lei que permitia ao injustiçado solicitar reparações. 
c) à criação da lei que punia aqueles que conspiravam 
contra a democracia. 
d) à abolição da escravidão por dívida. 
e) à instituição da Bulé. 
 
Roma 
 
30. (Fuvest) "A história da Antiguidade Clássica é a 
história das cidades, porém, de cidades baseadas na 
propriedade da terra e na agricultura." 
(K. Marx. "Formações econômicas pré-capitalistas.") 
Em decorrência da frase de Marx, é correto 
afirmar que 
a) os comerciantes eram o setor urbano com maior 
poder na Antiguidade, mas dependiam da produção 
agrícola. 
b) o comércio e as manufaturas eram atividades 
desconhecidasnas cidades em torno do Mediterrâneo. 
c) as populações das cidades greco-romanas 
dependiam da agricultura para a acumulação de 
riqueza monetária. 
d) a sociedade urbana greco-romana se caracterizava 
pela ausência de diferenças sociais. 
e) os privilégios dos cidadãos das cidades gregas e 
romanas se originavam da condição de proprietários 
rurais. 
 
31. (Fatec) A expansão romana pelo Mar 
Mediterrâneo gerou importantes transformações 
políticas, econômicas e sociais. 
Dentre elas temos: 
a) fortalecimento da família; desenvolvimento das 
atividades agropastoris; grande afluxo de riquezas, 
provenientes das conquistas. 
b) aumento do trabalho livre; maior concentração 
populacional nos campos e enriquecimento da elite 
patrícia. 
c) influência bastante grande da cultura grega; domínio 
político dos plebeus; grande moralização dos 
costumes. 
d) fim do trabalho escravo; concentração da plebe no 
campo; domínio político dos militares. 
e) grande número de escravos; predomínio do 
comércio; êxodo rural, gerando o empobrecimento da 
plebe. 
 
32. (Fgv) O Edito de Milão (313), no processo de 
desenvolvimento histórico de Roma, reveste-se de 
grande significado, tendo em vista que 
a) combateu a heresia ariana, acabando com a força 
política dos bispados de Alexandria e Antioquia. 
b) tornou o cristianismo a religião oficial de todo 
Império Romano, terminando com a concepção de rei-
deus. 
c) acabou inteiramente com os cultos pagãos que então 
dominavam a vida religiosa. 
d) deu prosseguimento à política de Deocleciano de 
intenso combate à expansão do cristianismo. 
e) proclamou a liberdade do culto cristão passando 
Constantino a ser o protetor da Igreja. 
 
33. (Fgv) Com a expansão do poder romano [sob a 
República], tornou-se enorme a diferença entre a 
pequena cidade nascida às margens do Tibre e a 
Roma todo-poderosa, agora senhora do 
Mediterrâneo. A economia, a política, a vida social 
e religiosa dos romanos passaram por profundas 
modificações. 
(José Jobson de A. Arruda e Nelson Piletti, "Toda a 
História") 
Entre as modificações que se pode identificar está 
a) a prosperidade do conjunto da plebe, maior 
beneficiária da ampliação do mercado consumidor em 
função das províncias conquistadas. 
b) a disseminação da pequena propriedade, com a 
distribuição da terra conquistada aos legionários, 
maiores responsáveis pela expansão. 
c) a crescente influência cultural dos povos 
conquistados, em especial os gregos, alterando as 
práticas religiosas romanas. 
d) o enrijecimento moral de toda a sociedade, que 
passou a não mais tolerar as bacanais - festas em honra 
ao deus Baco. 
e) a criação e consolidação do colonato como base da 
economia romana e sua disseminação pelas margens 
do mar Mediterrâneo. 
 
34. (Fuvest) Várias razões explicam as perseguições 
sofridas pelos cristãos no Império Romano, entre 
elas: 
a) a oposição à religião do Estado Romano e a negação 
da origem divina do Imperador, pelos cristãos. 
b) a publicação do Edito de Milão que impediu a 
legalização do Cristianismo e alimentou a repressão. 
c) a formação de heresias como a do Arianismo, de 
autoria do bispo Ário, que negava a natureza divina de 
Cristo. 
d) a organização dos Concílios Ecumênicos, que 
visavam promover a definição da doutrina cristã. 
e) o fortalecimento do Paganismo sob o Imperador 
Teodósio, que mandou martirizar milhares de cristãos. 
 
35. (Mackenzie) Leia o texto: 
"Os homens que combatem e morrem pela Itália 
têm o ar, a luz e mais nada (...). Lutam e perecem 
para sustentar a riqueza e o luxo de outro, mas 
embora sejam chamados senhores do mundo, não 
têm um único torrão de terra que seja seu." 
(Tibério Graco - Perry Anderson, PASSAGEM DA 
ANTIGÜIDADE AO FEUDALISMO, pág. 60) 
Os irmãos Tibério e Caio Graco, Tribunos da Plebe 
romana, pretendiam: 
a) limitar a área de terras públicas (Ager Publicus) 
ocupadas por particulares e distribuir as mesmas aos 
cidadãos pobres. 
b) limitar a área de latifúndios e distribuir as terras 
públicas aos Patrícios. 
c) limitar o direito de cidadania romana aos habitantes 
do Lácio, Etrúria e Sabínia. 
d) limitar a excessiva expansão territorial derivada de 
uma prolongada política de conquista e anexação de 
terras. 
e) limitar a expropriação dos latifúndios e estabelecer 
propriedades coletivas. 
 
36. (Mackenzie) As Guerras Púnicas, conflitos entre 
Roma e Cartago, no século II a.C., foram 
motivadas: 
a) pela disputa pelo controle do comércio no Mar 
Negro e posse das colônias gregas. 
b) pelo controle das regiões da Trácia e Macedônia e o 
monopólio do comércio no Mediterrâneo. 
c) pelo domínio da Sicília e disputa pelo controle do 
comércio no Mar Mediterrâneo. 
d) pela divisão do Império Romano entre os generais 
romanos e a submissão de Siracusa a Cartago. 
e) pelo conflito entre o mundo romano em expansão e 
o mundo bárbaro persa. 
 
37. (Pucpr) A importância de Otávio Augusto em 
Roma antiga, concentra-se principalmente no seu 
esforço para: 
a) solucionar a crise agrícola decorrente da falta de 
pequenas propriedades. 
b) vencer as guerras púnicas, trazendo paz para a 
sociedade romana. 
c) estruturar um império com governo centralizado, 
apoiado em instituições republicanas. 
d) impedir que as reformas introduzidas pelos Gracos 
alterassem a estrutura agrária de Roma. 
e) favorecer a expansão do cristianismo, conciliando 
seus princípios com a filosofia romana. 
 
38. (Ufg) O governo da República romana estava 
dividido em três corpos tão bem equilibrados em 
termos de direitos que ninguém, mesmo sendo 
romano, poderia dizer, com certeza, se o governo 
era aristocrático, democrático ou monárquico. Com 
efeito, a quem fixar a atenção no poder dos cônsules 
a constituição romana parecerá monárquica; a 
quem fixá-la no Senado ela mais parecerá 
aristocrática e a quem fixar no poder do povo ela 
parecerá claramente democrática. 
(POLÍBIOS. "Historia". Brasília: Ed. da UnB, 1985. 
Livro VI, 11. p. 333.) 
Políbios descreve a estrutura política da República 
romana (509-27 a. C.), idealizando o equilíbrio 
entre os poderes. Não obstante, a prática política 
republicana caracterizou- se pela 
a) organização de uma burocracia nomeada a partir de 
critérios censitários, isto é, de acordo com os 
rendimentos. 
b) manutenção do caráter oligárquico com a ordem 
equestre dos "homens novos" assumindo cargos na 
administração e no exército. 
c) adoção da medida democrática de concessão da 
cidadania romana a todos os homens livres das 
províncias conquistadas. 
d) administração de caráter monárquico com o poder 
das assembleias baseado no controle do exército e da 
plebe. 
e) preservação do caráter aristocrático dos patrícios 
que controlaram o Senado, a Assembleia centuriata e 
as magistraturas. 
 
39. (Ufv) A respeito das classes que compunham a 
sociedade romana na Antiguidade, é CORRETO 
afirmar que: 
a) os "plebeus" podiam casar-se com membros das 
famílias patrícias, forma pela qual conseguiam quitar 
suas pendências de terra e dinheiro, conseguindo assim 
certa ascensão social. 
b) os "plebeus" compunham a classe formada pelos 
camponeses, artesãos e alguns que conseguiam 
enriquecer-se por meio do comércio, atividade que lhes 
era permitida. 
c) os "clientes" eram estrangeiros acolhidos pelos 
patrícios e transformados em escravos, quando sua 
conduta moral não condizia com a de seus protetores. 
d) os "patrícios" foram igualados aos plebeus, durantea democracia romana, quando da revolta dos clientes, 
que lutaram contra a exclusão social da qual eram 
vítimas. 
e) os "escravos" por dívida eram o resultado da 
transformação de qualquer romano em propriedade de 
outrem, o que ocorria para todos que violassem a 
obrigação de pagar os impostos que sustentavam o 
Estado expansionista. 
 
40. (Unaerp) Na história de Roma, o século III da 
era cristã é considerado o século das crises. Foi 
nesse período que: 
a) As tensões geradas pelas conquistas se refletiram 
nas contendas políticas, criaram um clima de 
constantes agitações, promovendo desordens nas 
cidades. 
b) O exército entrou em crise e deixou de ser o 
exército de cidadãos proprietários de terras. 
c) O império romano começou a sofrer a terrível crise 
do trabalho escravo, base principal de sua riqueza. 
d) Os soldados perderam a confiança no Estado e 
tornaram-se fiéis a seus generais partilhando com eles 
os espólios de guerra. 
e) Os conflitos pela posse da terra geraram a Guerra 
Civil. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Gabarito: 
1. D 
2. C 
3. D 
4. D 
5. A 
6. B 
7. B 
8. D 
9. E 
10. A 
11. B 
12. D 
13. C 
 
14. B 
15. E 
16. A 
17. A 
18. C 
19. D 
20. C 
21. A 
22. C 
23. B 
24. C 
25. E 
26. C 
 
27. B 
28. D 
29. D 
30. E 
31. E 
32. E 
33. C 
34. A 
35. A 
36. C 
37. C 
38. E 
39. B 
40. C