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Anamnese
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA
--------------------------Avaliação funcional-------------------------
É o eixo mestre da ação fisioterapêutica.
Avalia os níveis de capacidade de uma pessoa por meio de testes de tarefas específicas, que envolve todo o corpo versus o teste de uma simples articulação.
Não se limita a avaliar a articulação, o músculo ou uma parte do corpo.
Compreende: coleta de dados qualitativos e quantitativos; observação sistemática e descrição das disfunções.
A partir da avaliação, o fisioterapeuta irá definir o diagnóstico cinesiofuncional, os objetivos do tratamento, selecionar métodos terapêuticos a serem postos em prática (conduta) e o prognóstico.
A reavaliação sistemática do paciente permite uma análise do desempenho do paciente e da eficácia do tratamento proposto.
ANAMNESE
Consiste na história clínica do paciente, ou seja, é o conjunto de informações obtidas pelo médico por meio de entrevista previamente esquematizada.
“A anamnese é individual e intransferível”
Leva à hipótese diagnóstica em cerca de 70 – 80 % das vezes.
Não tendenciar as perguntas.
ELEMENTOS DA ANAMNESE
Identificação (ID)
Queixa Principal (QD)
História da moléstia atual (HMA)
História da Moléstia Pregressa (HMP)
Antecedentes pessoais (AP)
Antecedentes familiares (AF)
História profissional-ocupacional
História sócio-econômica
História espiritual/cultural
IDENTIFICAÇÃO
Nome
Idade
Cor
Estado civil
Naturalidade
Procedência
Profissão
Religião
QUEIXA PRINCIPAL
Queixa principal do paciente, àquela que o levou a procurar assistência médica. Deve ser expressa de modo sumário e de preferência com os termos usados pelo doente.
   Exemplo: “Dor nas ancas”
“SINAL ≠ SINTOMAS” *
HISTÓRIA DA MOLÉSTIA ATUAL (HMA)
Ampliação da queixa principal
Ordem cronológica
Sintomas que se relacionam com a queixa principal
“ETAPA MAIS IMPORTANTE DA ANAMNESE”
HMA
Início do sintoma
Fatores desencadeantes
Duração 
Intensidade 
Periodicidade 
Fatores acompanhantes ou condições clínicas associadas 
Fatores de melhora ou piora
Períodos de semelhança e dissemelhança ou de acalmia
Repercussão em outros sistemas, nas condições psicológicas do paciente e na sua vida como um todo
Tratamento já realizado e seus resultados
Exemplo:
“Paciente hipertenso e diabético há dez anos, relata dor precordial de forte intensidade (nota 9 em 10), que iniciou  há cerca de três meses, desencadeada pelo esforço físico (ao subir uma ladeira ou uma escada), é continua, irradia para braço esquerdo e mandíbula, acompanhada de sudorese e náuseas e melhora com repouso e nitrato sublingual. Nas últimas duas semanas, também vem tendo dispnéia progressiva que era aos grandes esforços e agora já ocorre aos médios esforços. Tal sintomas tem preocupado bastante o paciente e está prejudicando suas atividades diárias”.
HISTÓRIA DA MOLÉSTIA PREGRESSA (HMP)
Compreende todas as informações sobre patologias pregressas que não tenham relação direta com a patologia atual:
APARELHO RESPIRATÓRIO
APARELHO CARDIOVASCULAR
APARELHO DIGESTÓRIO
APARELHO GENITO-URINÁRIO
SISTEMA NERVOSO
SISTEMA ENDÓCRINO-METABÓLICO
SISTEMA OSTEOMUSCULAR 
PELE
PSIQUISMO
ANTECEDENTES PESSOAIS
Medicações em uso
Hábitos de vida
Viagens recentes 
ANTECEDENTES FAMILIARES
Doenças hereditárias → genealogia
Causa dos óbitos em parentes de 1o grau
Idade em que ocorreu os eventos cardiovasculares 
HISTÓRIA OCUPACIONAL
Ocupações prévias do indivíduo
Tempo em que trabalhou em cada uma delas
Função de risco
Caracterizar se as devidas proteções foram feitas 
HISTÓRIA SOCIO-ECONÔMICA
Condição de habitação
Alimentação
Aspectos sócio-econômicos
Lazer
Grau de escolaridade
HISTÓRIA ESPIRITUAL/CULTURAL
Familiarizar-se com as crenças dos ptes e o modo como encaram o tto médico
Entender o papel que a religião tem ao lidar com a doença ou provocar estresse
Identificar necessidades espirituais que necessitem de acompanhamento

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