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CIDADE DAS ARTES 
CHRISTIAN DE PORTZAMPARC 
 
E 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
STUDIO ARTHUR CASAS 
 
FERNANDA M. YAMASAKI B6989D-1 
JANAINA SANTOS B8430I-7 
LUA BATISTA B60AHH-0 
REGIANE FERNANDEZ B8430I-7 
 
CIDADE DAS ARTES 
 
 
CIDADE DAS ARTES 
 1 - ASPECTOS URBANOS. 
 
 Cidade das Artes se localiza entre o mar e a montanha, 
no centro da baixada de 14 quilômetros de extensão que se 
desenvolveu recentemente no novo grande bairro do Rio e 
Janeiro: Barra da Tijuca. 
 
 
 O terreno é definido por duas avenidas que se 
cruzam. No centro desta cruz imaginada por Lucio Costa, a 
Cidade das Artes estará no cerne da nova cidade. 
 2 - ASPECTOS DA IMPLANTAÇÃO. 
 
 Tem localização privilegiada de área generosa, 
ausências de restrições e limites em relação ao entorno, 
ofereceu ao arquiteto condições ideais para projetar de onde 
se pode ver a montanha e o mar . 
 
 O imenso belvedere abriga os vários itens do programa 
em cinco blocos de formatos irregulares, separados por 
vazios que propiciam sombras e passagem de ar e luz. 
CIDADE DAS ARTES 
RESUMO DA OBRA 
Obra: Cidade das Artes (antiga Cidade da Música) 
Local: Barra da Tijuca, Rio de Janeiro Cliente: Prefeitura da Cidade do Rio de 
Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura 
Área construída (edifício): 68 mil m² 
Área do terreno: 95,6 mil m² 
Início da obra: 2004 
Conclusão da obra: 2012 
CIDADE DAS ARTES 
CIDADE DAS ARTES 
 Detalhe da implantação no terreno. 
 
 O auditório, tem capacidade para 1,8 mil pessoas e 
foram projetadas salas para outros gêneros musicais 
(música de câmara, com 500 lugares, e música 
popular/jazz/eletroacústica, com 800), todas com padrão de 
audição internacional. Camarins, 13 ambientes de ensaio, 
13 salas de aulas de música e de dança, midiateca, 
depósito de instrumentos, escritórios da administração da 
orquestra, três cinemas de arte, restaurante, café, lojas, 
foyer musical, jardins, espelhos d’água e estacionamentos 
também foram demandados. 
CIDADE DAS ARTES 
 3 – FUNCIONALIDADES. 
 4 - ASPECTOS DO CORTE. 
 
 
 O edifício é uma pequena urbe contido entre dois planos 
horizontais (duas lajes de 90 x 200 metros, do piso a dez 
metros do solo e a da cobertura a 30) O piso e o teto do 
subsolo receberam lajes maciças de 25 cm de espessura. 
 
 Nos níveis intermediários dos blocos foram lançadas lajes 
e vigas convencionais de concreto armado e de concreto 
protendido 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CIDADE DAS ARTES 
 Aspectos do Corte. 
CIDADE DAS ARTES 
 Na fachada do empreendimento foram utilizados vidro 
laminado, cristal incolor e vidro temperado. 
 
CIDADE DAS ARTES 
 5 – FACHADA. 
 6 - ASPECTOS DOS MATERIAIS. 
 
 Obra toda em concreto, do térreo partem pilares e parede 
de concreto, com linhas curvas e inclinadas, como velas de 
barcos, que formam pilotis e fecham, no nível superior. 
 
 Nos níveis intermediários dos blocos foram lançadas lajes 
e vigas convencionais de concreto armado e de concreto 
protendido. 
 
 Para vencer os vãos, que chegavam a 35 m, as lajes da 
esplanada e da cobertura são formadas por grelhas com vigas 
protendidas de até 1,7 m de altura. No piso foi utilizado pedra 
portuguesa. 
 
CIDADE DAS ARTES 
 Sob a edificação fica o jardim projetado por Fernando 
Chacel, com lagos e áreas pavimentadas desenhadas em 
mosaicos portugueses. 
 
CIDADE DAS ARTES 
 7 – ASPECTOS PAISAGÍSTICOS 
CIDADE DAS ARTES 
 Detalhe do jardim. 
CIDADE DAS ARTES 
 8 - ASPECTOS DA ACESSIBIDADE. 
 
 
 
 A Cidade das Artes busca proporcionar a maior 
independência possível e dar ao cidadão deficiente ou aqueles 
com dificuldade de locomoção, desde o estacionamento com 
vagas demarcadas, passando pelas rampas de acesso e 
elevadores, lugares nas salas de espetáculos e banheiros 
especiais até a orientação fornecida de forma constante pela 
equipe do receptivo direito de ir e vir aos seus espaços. 
CIDADE DAS ARTES 
CIDADE DAS ARTES 
 A estrutura tem um papel fundamental na Cidade das 
Artes, pois são as duas grandes lajes e paredes de concreto 
aparente que definem suas formas esculturais, leves e ao 
mesmo tempo monumentais. A dimensão excepcional do 
projeto - 90 mil metros quadrados de área construída, sendo 
68 mil do edifício - exigia grande número de pilares de 
sustentação. 
 
 Para enfrentar o desafio apresentado por sua 
arquitetura, Portzamparc preferiu que o cálculo estrutural 
fosse feito no Brasil, cuja experiência com o concreto 
protendido é reconhecida e respeitada em todo o mundo. 
 
CIDADE DAS ARTES 
 9 – TIPO DE ESTRUTURA. 
CIDADE DAS ARTES 
 
 A localização da obra foi questionada, visto que alguns 
consideram que o local escolhido deveria ter abrigado uma 
estação de metrô ligada ao Terminal Alvorada. 
Posteriormente a prefeitura inaugurou no Jardim Oceânico a 
estação de metrô que se liga ao terminal. 
 
 
 A obra foi considerada por alguns como não-prioritária, 
citando-se os outros problemas que a cidade do Rio de 
Janeiro possui. Os atrasos na obra e os gastos, de mais de R$ 
500 milhões, também foram alvos de críticas. 
 10 – ASPECTOS SOCIAIS. 
CIDADE DAS ARTES 
 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 Arquitetos 
 Studio Arthur Casas, Atelier Marko Brajovic 
 Localização 
 Ingresso EXpo, Via Giorgio Stephenson, 107, 20157 
Milão, Itália 
 Arquitetura - Autor 
 Arthur Casas 
 Área 
 3674.0 m² 
 Ano do projeto 
 2015 
 Área do Terreno 
 4.133m2 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 Construído em uma área de 4.133 m² em meio 
aos pavilhões de mais de 130 países, o projeto 
brasileiro propõe, por meio do volume aberto, um 
convite ao encontro e à descoberta. A estrutura cor 
de bronze ressalta a transição gradual entre o 
interior e o exterior do pavilhão e marca o contraste 
com o jardim do entorno. 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 1 – ASPECTOS URBANOS. 
 2 - ASPECTOS DA IMPLANTAÇÃO. 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 Na área de entrada, duas opções de percurso – rede ou 
rio – propõem a ideia de experimentar o conceito que será 
apresentado no pavilhão. Na planta do térreo, o visitante 
encontrará um espaço multiuso com auditório (com pé-
direito duplo), um foyer e uma loja com artigos que exaltem 
as belezas e a agricultura nacional – de onde haverá uma 
saída alternativa para uma praça pública. 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 3 – FUNCIONALIDADES. 
 
 
 A galeria na lateral do terreno, revestida em cortiça, 
abriga espaços expositivos, auditório, pop-up store, café, 
lounge para eventos, restaurante e administração, 
interligados por um grande átrio que traz luz natural. 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 
 4 – ASPECTOS DO CORTE. 
 A ideia foi trazer aos visitantes uma experiência capaz 
de transmitir os valores brasileiros e as aspirações de nossa 
agricultura e pecuária diante do tema proposto: 
alimentando o mundo com soluções. Mais que um edifício 
temporário, a imersão sensorial integra momentos lúdicos, 
informações científicas de ponta, interação e aprendizado. 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 5 – FACHADA.A ideia da rede flexível, fluída e descentralizada permeia 
todos os aspectos do edifício e representa a pluralidade do 
Brasil. Em meio a construções de mais de 130 países, nosso 
pavilhão propõe um respiro, a intenção de uma praça que 
convida ao encontro e à descoberta. 
 
 6 – ASPECTOS DOS MATERIAIS. 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 Integradas, cenografia e arquitetura partem dessa 
metáfora que se consolida no elemento organizador do 
espaço: uma grande rede de acesso ao pavilhão, cujo 
percurso convida a conhecer a grande trama da agricultura 
brasileira sintetizada em quatro clusters – arroz, café, cacau 
e frutas –, que estabelecem e orientam todo o pensamento 
expográfico e cenográfico do pavilhão. 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 7 – ASPECTOS PAISAGÍSTICOS. 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 8 – ASPECTOS DA ACESSIBILIDADE. 
 Como na arquitetura modernista dos pavilhões 
nacionais ao longo da história, generosas rampas 
reforçam a fluidez entre os espaços. 
 
 
 Os sistemas de construção adotados, que consistem na 
montagem e desmontagem da estrutura com elementos pré-
fabricados modulares, possuem aspectos sustentáveis que 
viabilizam a criação de mecanismos de reaproveitamento de 
água e uso de materiais certificados e recicláveis. 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 9 – TIPO DA ESTRUTURA. 
 
PAVILHÃO BRASILEIRO EXPO MILÃO 2015 
 
 
 http://www.archdaily.com.br/br/01-158494/cidade-das-artes-
slash-christian-de-portzamparc 
 
 https://arcoweb.com.br/projetodesign/arquitetura/christian-
de-portzamparc-cidade-das-artes-rio-de-janeiro 
 
 http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-
construcao/136/artigo284063-1.aspx 
 
 http://www.archdaily.com.br/br/766586/pavilhao-do-brasil-
expo-milao-2015-studio-arthur-casas-plus-atelier-marko-
brajovic 
 
 http://www.arqbacana.com.br/internal/fimde/read/13713/stu
dio-arthur-casas-pavilh%C3%A3o-do-brasil-na-expo-
mil%C3%A3o-2015 
 
REFERÊNCIAS

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