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Prof. Adriana de Sá BELÉM - 2018 São distintos? Qual a diferença? Resolução COFEN nº 358/2009: SAE: organiza o trabalho profissional no tange o MÉTODO, PESSOAL e INSTRUMENTOS. Organização proposta pela SAE envolve: Pessoal → dimensionamento de pessoal, escala de trabalho, distribuição de tarefas. Instrumentos → protocolos do setor, manuais, normas e rotinas. Método → caminho, percurso Sistematizar, segundo o método: ORGANIZAR os caminhos que utilizamos para direcionar as atividades profissionais. Processo de Enfermagem: INSTRUMENTO METODOLÓGICO que orienta o cuidado profissional e a documentação da prática profissional. Processo é uma palavra com origem no latim “procedere”, que significa método, sistema, maneira de agir ou conjunto de medidas tomadas para atingir algum objetivo. Relativamente à sua etimologia, processo é uma palavra relacionada com percurso, e significa "avançar" ou "caminhar para a frente". Processo → ação de avançar e é um conjunto sequencial e particular de ações com objetivo comum. Pode ter os mais variados propósitos: criar, inventar, projetar, transformar, produzir, controlar, manter e usar produtos ou sistemas. O processo de enfermagem é o MÉTODO sistemático e dinâmico de prestação de cuidados humanizados e orientado para a manutenção de melhores resultados (ALFARO-LEFREVE, 2005). Consoante Horta, 1979 e Carraro 2002, que definiram o PE com a dinâmica das ações sistematizadas e inter- relacionadas, visando assistência ao ser humano que utiliza o método científico na resolução de problemas de enfermagem de forma lógica. PROCESSO DE ENFERMAGEM CONHECIMENTO SOBRE AS RESPOSTAS DOS SERES HUMANOS EM DETERMINADOS MOMENTOS DO PROCESSO SAÚDE E DOENÇA CONHECIMENTOS SOBRE AS NECESSIDADES EM SAÚDE QUE DEMANDAM O CUIDADO PROFISSIONAL RACIOCÍNIO LÓGICO HABILIDADE NO USO DE NOVAS E AVANÇADAS TECNOLOGIAS INTRODUZIDAS NA ÁREA DA SAÚDE DESTREZA MANUAL HABILIDADES DE COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO INTERPESSOAL EMPATIA,EMOÇÃO,SOLIDARIEDADE,SENSIBILIDADE CONHECIMENTO ÉTICO SOBRE O QUE É CERTO OU ERRADO EM CIRCUNSTÂNCIAS PARTICULARES DO CUIDADO Dispõe sobre a Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem, e dá outras providências. Art. 1º O Processo de Enfermagem deve ser realizado, de modo deliberado e sistemático, em TODOS os ambientes, públicos ou privados, em que ocorre o cuidado profissional de Enfermagem. Serviços ambulatoriais de saúde, domicílios, escolas, associações comunitárias→ CONSULTA DE ENFERMAGEM. Art. 2º O Processo de Enfermagem organiza-se em cinco etapas inter-relacionadas, interdependentes e recorrentes: I - Coleta de dados de Enfermagem (ou Histórico de Enfermagem) II - Diagnóstico de Enfermagem III - Planejamento de Enfermagem IV – Implementação V - Avaliação de Enfermagem As etapas do PE: Inter-relacionadas; Ocorrem ao mesmo tempo; São abrangentes; Norteadas por uma teoria de enfermagem → assistência mais efetiva. Coleta de dados Diagnóstico Planejamento Implementação Avaliação - Diagnosticar problemas reais; - Prever problemas potenciais; - Identificar potencialidades - Avaliar prontidão para agir; - Intervir; - Reavaliar; - Modificar, se indicado - Avaliar atual estado de saúde; - Avaliar a exatidão do diagnóstico; - Checar a apropriação das metas; - Determinar o alcance da metas; - Determinar os fatores que promovem ou impediram o alcance das metas. PE Histórico de Enfermagem: Obtenha informações sobre a condição do paciente. Diagnóstico de Enfermagem: identifique os problemas do paciente Planejamento de Enfermagem: Defina metas de cuidado e os resultados desejados, identificando ações de enfermagem apropriadas. Implementação: Realize as ações de enfermagem identificadas no planejamento. Avaliação de Enfermagem: Determine se os objetivos e os resultados esperados são obtidos RACIOCÍNIO E JULGAMENTO DIAGNÓSTICO RACIOCÍNIO E JULGAMENTO TERAPÊUTICO RACIOCÍNIO E JULGAMENTO ÉTICO ART.2º O PROCESSO DE ENFERMAGEM ORGANIZA-SE EM CINCO ETAPAS INTER-RELACIONADAS,INTERDEPENDENTES E RECORRENTES: I-COLETA DE DADOS DE ENFERMAGEM (OU HISTÓRICO DE ENFERMAGEM) II–DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM III–PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM IV–IMPLEMENTAÇÃO V–AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM COLETA DE DADOS DE ENFERMAGEM (OU HISTÓRICO DE ENFERMAGEM)- PROCESSO DELIBERADO, SISTEMÁTICO E CONTÍNUO, REALIZADO COMO AUXÍLIO DE MÉTODOS E TÉCNICAS VARIADAS, QUE TEM POR FINALIDADE A OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES SOBRE A PESSOA, FAMÍLIA OU COLETIVIDADE HUMANA E SOBRE SUAS RESPOSTAS EM UM DADO MOMENTO DO PROCESSO SAÚDE E DOENÇA É A BASE DO PROCESSO DE ENFERMAGEM OBJETIVA OBTER DADOS O MAIS ACURADOS E SUFICIENTES POSSÍVEL ACERCA DO CLIENTE E DA SITUAÇÃO O FOCO É O CLIENTE E SUAS RESPOSTAS À SITUAÇÃO QUE ESTÁ VIVENCIANDO AS RESPOSTAS DO CLIENTE PODEM SER DE ORDEM BIOFÍSICA, SOCIOCULTURAL, PSICOLÓGICA OU ESPIRITUAL DADOS ACURADOS ENCAMINHAM À IDENTIFICAÇÃO DE DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM CONFIÁVEIS DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM ACURADOS DIRECIONAM AS AÇÕES DE ENFERMAGEM PARA MANTER, PROMOVER OU RECUPERAR A SAÚDE, OU PARA PREVENIR PROBLEMAS POTENCIAIS A (O) ENFERMEIRA(O) E O CLIENTE SÃO INFLUENCIADOS: PELAS NECESSIDADES E ESTADO FÍSICO, MENTAL E EMOCIONAL PELO “BACKGROUND” CULTURAL, SOCIAL E FILOSÓFICO PELAS HABILIDADES FUNCIONAIS SENSORIAIS PELO CONHECIMENTO E FAMILIARIDADE COM A SITUAÇÃO PELO SIGNIFICADO QUE ATRIBUEM À SITUAÇÃO PRESENTE PELO GRAU DE INTERESSE, PREOCUPAÇÃO, PRECONCEPÇÃO E MOTIVAÇÃO PELAS CONDIÇÕES AMBIENTAIS PELA PRESENÇA, ATITUDE E REAÇÕES DE OUTRAS PESSOAS A NATUREZA E A QUANTIDADE DE DADOS NECESSÁRIOS PARA UMA AVALIAÇÃO ADEQUADA DAS RESPOSTAS DO CLIENTE À SITUAÇÃO SÃO DETERMINADAS PELAS CARACTERÍSTICAS DO CLIENTE PELO AMBIENTE EM QUE O PROCESSO É DESENVOLVIDO PELAS FONTES DE DADOS DISPONÍVEIS PELO CONHECIMENTO E PERÍCIA DA ENFERMEIRA PELOS RECURSOS MATERIAIS DISPONÍVEIS EXEMPLO OS DADOS QUE SE COLETA AO LIDAR COM UMA MÃE EM UM AMBULATÓRIO DE PUERICULTURA SÃO DIFERENTES EM TIPO, PROFUNDIDADE E AMPLITUDE DAQUELES QUE SE COLETA AO LIDAR COM UM GRUPO DE CLIENTES IDOSOS INSTITUCIONALIZADOS? INTERAÇÃO: TROCA RECÍPROCA DE INFORMAÇÕES ENTRE A ENFERMEIRA E O CLIENTE TÉCNICA UTILIZADA: A ENTREVISTA OBSERVAÇÃO:PROCESSO DE COLETAR DADOS ATRAVÉS DOS SENTIDOS (VISÃO, AUDIÇÃO, TATO E OLFATO) TÉCNICA UTILIZADA: EXAME FÍSICO (INSPEÇÃO, PALPAÇÃO, PERCUSSÃO, AUSCULTA, TOQUE) MENSURAÇÃO: É UMA FORMA DE OBSERVAÇÃO EM QUE, ALÉM DOS SENTIDOS, SÃO UTILIZADOS INSTRUMENTOS DE MEDIDA; É UTILIZADA PARA ASSEGURAR-SE DA EXTENSÃO, DIMENSÃO, TAXA, RITMO, QUANTIDADE OU TAMANHO TÉCNICA UTILIZADA: EXAME FÍSICO,EXAMES LABORATORIAIS INICIAL -POSSIBILITA OBTER DADOS SIGNIFICATIVOS SOBRE: O CLIENTE E SOBRE SUAS RESPOSTAS À SITUAÇÃO OS FATORES QUE CONTRIBUEM PARA SUAS RESPOSTAS À SITUAÇÃO O MODO ATRAVÉS DO QUAL ESSAS RESPOSTAS SE EVIDENCIAM NO CLIENTE SUBSEQÜENTES VALIDAM A EXISTÊNCIA DE PROBLEMAS PREVIAMENTE IDENTIFICADOS DOCUMENTAM O PROGRESSO DO CLIENTE EM RELAÇÃO AOS RESULTADOS ESPERADOS DAS INTERVENÇÕES POSSIBILITAM A IDENTIFICAÇÃO DE PROBLEMAS ADICIONAIS QUE POSSAM TER SIDO DESENVOLVIDOS NO INTERVALO ENTRE AS DIVERSAS COLETAS DE DADOS PRIMÁRIA-O CLIENTE SECUNDÁRIA-FAMILIARES, OUTRAS PESSOAS SIGNIFICATIVAS, MEMBROS DAEQUIPE DE SAÚDE, PRONTUÁRIO TIPOS DE DADOS SUBJETIVOS EXEMPLO: QUEIXAS, PERCEPÇÕES, SENTIMENTOS E IDÉIAS DO CLIENTE ACERCA DE SI PRÓPRIO OU DE SEU ESTADO DE SAÚDE; PONTOS DE VISTA SOBRE O CLIENTE E SUA CONDIÇÃO FORNECIDOS POR FONTES SECUNDÁRIAS OBJETIVOS: AQUELES DIRETAMENTE OBSERVÁVEIS E/OU MENSURÁVEIS PREGRESSOS EXEMPLO: HÁBITOSDA VIDA COTIDIANA, CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO, HOSPITALIZAÇÕES PRÉVIAS, DOENÇAS CRÔNICAS,ETC. ATUAIS EXEMPLO: VÔMITOS,DOR OPERATÓRIA,ETC. 1. Estou lembrando de focalizar minha coleta naquilo que o cliente e família identificam como preocupante e/ou importante, tanto quanto no modo como eu vejo a situação? 2. Estou certa de estar compreendendo os dados corretamente? 3. Minha informação é correta? 4. Quão válidos e/ou fidedignos são meus dados, ou os recursos materiais que utilizei? 5. Eu coletei todos os dados necessários? 6. O que eu poderia ter esquecido? 7. Há alguma informação que eu necessito relatar imediatamente? DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM–PROCESSO DE INTERPRETAÇÃO E AGRUPAMENTO DOS DADOS COLETADOS NA PRIMEIRA ETAPA,QUE CULMINA COM A TOMADA DE DECISÃO SOBRE OS CONCEITOS DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM a) Que representam, com mais exatidão, as respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo saúde e doença; e b) Que constituem a base para a seleção das ações ou intervenções com as quais se objetiva alcançar os resultados esperados a) Ato de decidir a natureza de um fenômeno, condição, situação ou problema através do exame e análise de seus atributos; b)A decisão resultante do exame e análise dos atributos de um fenômeno, condição, situação ou problema. O primeiro significado alude ao processo diagnóstico O segundo, refere-se ao produto da atividade diagnóstica O DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM É A BASE PARA A SELEÇÃO DAS INTERVENÇÕES COM AS QUAIS SE OBJETIVA ALCANÇAR DETERMINADOS RESULTADOS RESPOSTAS HUMANAS CONHECIMENTO TEÓRICO EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL HABILIDADE INTELECTUAL HABILIDADE TÉCNICA HABILIDADE DE INTERAÇÃO/COMUNICAÇÃO APLICADOS À OBSERVAÇÃO, AVALIAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DO COMPORTAMENTO DA CLIENTELA RELACIONADO À SAÚDE 1.O ser humano é um todo complexo e indivisível e responde como um todo complexo e indivisível aos problemas de saúde ou a os processos vitais 2. O cuidado profissional de enfermagem existe como resultado de um empreendimento humano, e não como um fenômeno natural. É aprendido e não instintual O conteúdo e a complexidade do pensamento envolvido no raciocínio e no julgamento clínico acerca das respostas humanas e no raciocínio e no julgamento terapêutico a cerca do cuidado necessário à clientela Refletem Os valores da profissão e o conhecimento desenvolvido e acumulado em mais de 100anos de prática no ensino, na assistência, no gerenciamento e na pesquisa em enfermagem Passos imprescindíveis e comuns a todos os modelos conhecidos: 1) Obtenção de dados sobre o paciente e sobre a situação que está sendo vivida 2)Interpretação e agrupamento dos dados em conformidade com as relações que existam entre eles 3)Tomada de decisão sobre que conceito diagnóstico retrata com mais exatidão o agrupamento dos dados que foi feito 1.COLETA IMPRECISA OU INCOMPLETA DE DADOS Problemas de comunicação: há uma variedade de problemas de comunicação que podem resultar numa coleta de dados imprecisa ou incompleta Retenção de informações: os clientes podem não compartilhar informações por inúmeras razões. Podem estar ansiosos, embaraçados, desconfiados ou não-conscientes da importância das informações Distrações: há um número de distrações que podem interferir na concentração necessária à coleta de dados. Essas podem incluir interrupções, um ambiente barulhento e sem privacidade ou pensamentos que estejam preocupando a enfermeira ou o cliente. Por vezes, a preocupação do cliente como Outros assuntos pode levar a dados de ponto de partida incompletos 2. INTERPRETAÇÃO INEXATA DE DADOS Pelo menos dois diferentes tipos de comportamento podem conduzir a uma interpretação inexata de dados: A utilização de apenas uma indicação ou observação para fazer inferências prematuras, apressadas Por ex.:instabilidade emocional/fadiga A permissão para que preconceitos e preferências pessoais influenciem a interpretação dos dados Por ex.:família numerosa/família carente 3. FALTA DE CONHECIMENTO OU EXPERIÊNCIA CLÍNICOS: Não houve a coleta de dados importantes Agrupamento incorreto de indicadores Interpretação inexata de indicadores O profissional inexperiente pode subestimar ou superestimar dados devido à falta de conhecimento clínico adequado origem ERROS NO PROCESSO DIAGNÓSTICO PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM–DETERMINAÇÃO DOS RESULTADOS QUE SE ESPERA ALCANÇAR; E DAS AÇÕES OU INTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM QUE SERÃO REALIZADAS FACE ÀS RESPOSTAS DA PESSOA, FAMÍLIA OU COLETIVIDADE HUMANA EM UM DADO MOMENTO DO PROCESSO SAÚDE E DOENÇA, IDENTIFICADAS NA ETAPA DE DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM Estabelecimento de prioridades entre os diagnósticos Estabelecimento de resultados esperados Determinação de ações ou intervenções de enfermagem Documentação do plano de assistência de enfermagem Que problemas necessitam atenção imediata e o que pode acontecer se sua solução for adiada? Que problemas demandam soluções simples e podem resultar em um impacto positivo sobre o estado fisiológico ou psicológico do cliente? Que problemas dependem unicamente de intervenções de enfermagem (diagnósticos de enfermagem) e quais dependem tanto de intervenções de enfermagem quanto de intervenções prescritas por outro profissional (problemas colaborativos)? Que problemas devem ser referenciados a outros profissionais? Que problemas devem ser registrados no plano de cuidado e que consequências podem advir se não forem registrados? PRINCÍPIO DA NECESSIDADE Atender ou cuidar primeiro daquilo que, caso não seja atendido, irá provocar mais dano. PRINCÍPIO DO CUSTO-EFETIVIDADE Produzir o melhor cuidado com os recursos disponíveis; Não pode haver demanda de um cuidado inefetivo; As INTERVENÇÕES executadas pelos profissionais de enfermagem podem ser consideradas o PRODUTO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM e deve-se procurar conhecer seu CUSTO OPERACIONAL Que intervenções funcionam melhor para o alcance de um determinado resultado? Que intervenções são usualmente , executadas em conjunto? Que intervenções são , usualmente, executadas em determinadas áreas ou especialidades? Qual o nível de complexidade do cuidado exigido? Que profissional foi envolvido em sua execução (enfermeira, técnico ou auxiliar de enfermagem)? Qual o tempo, a quantidade e os recursos matérias ou equipamentos requeridos na execução do cuidado de enfermagem Coordenar e orientar as ações individualizadas para cada cliente Facilitar a comunicação entre os profissionais Fornecer um registro escrito que pode ser usado posteriormente para avaliação do progresso do cliente IMPLEMENTAÇÃO-REALIZAÇÃO DAS AÇÕES OU INTERVENÇÕES DETERMINADAS NA ETAPA DE PLANEJAMENTO DE ENFERMAGEM AVALIAÇÃO DE ENFERMAGEM–PROCESSO DELIBERADO, SISTEMÁTICO E CONTÍNUO DE VERIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NAS RESPOSTAS DA PESSOA, FAMÍLIA OU COLETIVIDADE HUMANA, EM UM DADO MOMENTO DO PROCESSO SAÚDE E DOENÇA,PARA DETERMINAR Se as ações ou intervenções de enfermagem alcançaram o resultado esperado; Se há necessidade de mudanças ou adaptações nas etapas do processo de enfermagem. PROCESSO DE ENFERMAGEM REGISTRADA Um resumo dos dados coletados sobre a pessoa, famíliaou coletividade humana e sobre suas respostas em um dado momento do processo saúde e doença; Os diagnósticos de enfermagem acerca das respostas da pessoa, família ou coletividade humana em um dado momento do processo saúde e doença; As ações ou intervenções de enfermagem, realizadas face aos diagnósticos de enfermagem identificados;e Os resultados alcançados como consequência das ações ou intervenções de enfermagem realizadas Documento padronizado, organizado e conciso, referente ao REGISTRO DOS CUIDADOS PRESTADOS AO PACIENTE, por todos os profissionais envolvidos na assistência Dispõe sobre o REGISTRO das ações profissionais no prontuário do paciente, e em outros documentos próprios da enfermagem, independente do meio de suporte- tradicional ou eletrônico CONSIDERANDO os termos da Resolução Cofen nº358, de 15 de outubro de 2009, em seu Artigo 6º, segundo o qual a execução do Processo de Enfermagem deve ser registrada formalmente no prontuário do paciente; POTTER, P. A. et al. FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM. 9 ed. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. BRASIL. Resolução COFEN nº 358, de 15 de outubro de 2009. Disponível em: https://enfermagem.jatai.ufg.br/up/194/o/Resolu%C3%A7%C3%A3o_n%C2 %BA358-2009.pdf BRASIL. Resolução COFEN nº 429, de 08 de junho de 2012. Disponível em: http://www.cofen.gov.br/resoluo-cofen-n-4292012_9263.html