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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ 
COLEC – Colegiado de Engenharia Civil 
DCET - Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas 
Prof. MSc. Ruan Carlos de Araújo Moura 
rcamoura@uesc.br 
• Os materiais metálicos são substâncias inorgânicas que contêm um ou mais 
elementos metálicos e que também podem conter alguns elementos não-
metálicos. 
 
• Visando à melhoria das suas propriedades (por exemplo, resistência mecânica 
e resistência à corrosão), a maioria dos materiais metálicos são ligas metálicas. 
 
• As ligas metálicas são constituídas pela combinação química de dois ou mais 
elementos metálicos (como latão, liga cobre-zinco) ou por mais elementos 
metálicos combinados com um ou mais elementos não metálicos. 
Introdução 
Classificação dos 
Materiais Metálicos 
• Os metais e suas ligas podem ser divididos em duas grandes classes: 
materiais metálicos ferrosos e não-ferrosos. 
 
• Os ferrosos contêm uma percentagem elevada de ferro em sua composição 
química, sendo este elemento o seu principal constituinte (aços e ferros 
fundidos). 
 
• Os não-ferrosos não contêm ferro ou contêm ferro apenas em pequena 
quantidade (tais como o alumínio, o cobre, o níquel, o chumbo, assim como suas 
respectivas ligas). 
 
Classificação 
• As ligas ferrosas (principalmente os aços) contribuem com a grande parte da 
produção mundial de materiais metálicos, em função de uma combinação de boa 
resistência mecânica, tenacidade e ductilidade, associadas ao custo de produção 
relativamente baixo. 
 
• As ligas ferrosas possuem algumas limitações quando comparadas com as 
ligas não ferrosas, incluindo principalmente: massa específica relativamente alta, 
baixa condutividade elétrica e susceptibilidade à corrosão em alguns ambientes 
comuns. 
Classificação 
• Apesar de seu maior custo de produção, é vantajoso ou mesmo necessário o 
uso de ligas não ferrosas para muitas aplicações em função de uma combinação 
mais adequada de propriedades. 
 
• As ligas não ferrosas são classificadas em função do seu elemento químico 
principal ou de alguma característica específica que compartilham. 
 
• Dentre as ligas não ferrosas mais importantes na construção civil estão 
incluídas o alumínio, cobre e zinco. 
Classificação 
Tipos, características 
e aplicações dos 
Materiais Metálicos 
• Aços carbono comuns 
 
Principais aplicações e usos não estruturais: 
 
Arames recozidos, telas soldadas (para cercamentos e alambrados), chapas 
lisas ou corrugadas (para revestimento de pisos e paredes), tubos para 
encanamentos e seus acessórios, painéis de andaimes, telhas e tapamentos 
laterais, painéis (arquitetônicos e termo-acústicos), forros, esquadrias e seus 
acessórios, calhas, rufos, condutores verticais de águas pluviais e eletrocalhas. 
 
Podem ser revestidos superficialmente (por exemplo, por zinco, estanho, 
fósforo e materiais poliméricos orgânicos, como as tintas e vernizes) para uma 
melhor proteção contra a corrosão. 
Tipos, características e aplicações 
• Aços inoxidáveis 
 
Principais aplicações e usos não estruturais: 
 
Elemento decorativo de fachadas (revestimento de superfícies com chapas 
com acabamento espelhado, lixado, escovado ou colorido), elemento decorativo 
de interiores (corrimãos, divisórias, revestimento interno de elevadores, etc.), 
mobiliário urbano (sinalização, bancos, abrigos, lixeiras, etc.), caixas d´água, 
cubas, revestimento de pias, válvulas, metais sanitários, coifas, ralos, etc. 
Tipos, características e aplicações 
• Ferros fundidos 
 
Principais aplicações e usos não estruturais: 
 
Tampões de pista de rolamento e de calçada (para visitas em redes de água, 
esgoto, telefonia e elétrica), grelhas para águas pluviais, grades decorativas, 
tubos para redes de água e seus acessórios (válvulas, conexões, etc.), ralos, 
caixas de correio, etc. 
Tipos, características e aplicações 
• Alumínio e suas ligas 
 
Os principais elementos de liga do alumínio incluem cobre, magnésio, silício, 
manganês e zinco 
 
O alumínio e suas ligas são caracterizados por: 
 
Densidade relativamente baixa (cerca de 2,7g/cm3 para o metal puro) quando 
comparada com a do aço carbono comum (7,9g/cm3) 
Altas condutividades elétrica (cerca de 62% da do cobre) e térmica 
Boa resistência à corrosão em alguns ambientes (incluindo o atmosférico) 
devido à estabilidade do seu principal óxido (Al2O3) que se forma na superfície 
do metal, o que se torna um “mecanismo de barreira” 
Tipos, características e aplicações 
• Alumínio e suas ligas 
 
O alumínio e suas ligas são caracterizados por: 
 
Boa ductilidade (mesmo abaixo da temperatura ambiente) e boa capacidade 
de conformação mecânica (por laminação, extrusão, estampagem, etc.) em 
função da estrutura cristalina cúbica de faces centradas (CFC) do alumínio. 
Baixa temperatura de fusão do metal puro (660ºC), que restringe a 
temperatura máxima na qual ele pode ser usado; por outro lado, facilita a sua 
fundição e moldagem. 
Baixa resistência mecânica na forma de metal puro, podendo ser melhorada 
por conformação mecânica a frio e por adição de elementos de liga (associada ou 
não a tratamentos térmicos). 
O módulo de elasticidade da ordem de 70.000 Mpa. 
Tipos, características e aplicações 
• Alumínio e suas ligas 
 
Principais aplicações e usos não estruturais (ABAL, 2007): 
 
Extrudados – destinados à fabricação de esquadrias (portas e janelas), forros, 
divisórias, acessórios para banheiros, estruturas pré-fabricadas e elementos 
decorativos de acabamento. 
 
Chapas e laminados – destinados à produção de telhas e elementos de 
fachada. 
 
Elementos de ligação, revestimentos impermeabilizantes, ferragens de 
esquadrias, elemento de remates (cantoneiras e tiras) e componente de tintas. 
Tipos, características e aplicações 
• Cobre e suas ligas 
 
O cobre na forma de metal puro é caracterizado por: 
 
Estrutura cristalina cúbica de faces centradas (CFC) 
Ponto de fusão de 1085°C 
Densidade de 8,93g/cm3 
Módulo de elasticidade de cerca de 110.000 Mpa 
Elevadas condutividades térmica e elétrica (após a prata, o cobre é o melhor 
condutor de calor e eletricidade) 
Boa resistência à corrosão em diversos ambientes (como o ambiente 
atmosférico e marinho) 
Boa ductilidade, facilidade de conformação mecânica a frio e resistência 
mecânica mediana 
Tipos, características e aplicações 
• Cobre e suas ligas 
 
Os principais elementos de liga do cobre incluem zinco, níquel, estanho, 
alumínio, manganês, fósforo, berílio, cromo, ferro e chumbo. 
 
As propriedades mecânicas e de resistência à corrosão do cobre podem ser 
melhoradas por elementos de liga. 
 
Muitas ligas de cobre não podem ser endurecidas por meio de tratamentos 
térmicos. 
Tipos, características e aplicações 
• Cobre e suas ligas 
 
Principais grupos de ligas de cobre capazes de serem submetidas à 
conformação mecânica (trabalho mecânico) (Smith, 1998): 
 
Cobre não-ligado – Possui elevada condutividade elétrica e, assim, é usado 
em larga escala na indústria elétrica. 
 
Ligas de cobre-zinco (latões) – Ligas de cobre com adição de zinco entre 5% e 
40%. 
Tipos, características e aplicações 
• Cobre e suas ligas 
 
Ligas de cobre (principalmente latões e bronzes): 
-Fabricação de tubulações (para condução de água potável, gás, água quente 
e água fria) e de suas conexões rosqueáveis e soldáveis. 
 
-Componentes de sistemas de combate a incêndio (hidrantes, sprinklers) e de 
sistemas de aquecimentos (solares, a gás e elétricos). 
 
-Confecção total ou parcial de ferragens para esquadrias (fechos, puxadores,fechaduras, dobradiças, etc.) e de metais sanitários (válvulas, torneiras e 
acessórios). 
Tipos, características e aplicações 
• Zinco e suas ligas 
 
O zinco na forma de metal puro é caracterizado por: 
-Estrutura cristalina hexagonal compacta (HC). 
-Ponto de fusão baixo de 420°C. 
-Densidade de 7,14g/cm3. 
-Módulo de elasticidade de cerca de 95.000 Mpa. 
-Pequena dureza, boa maleabilidade e facilidade de moldagem e de 
conformação mecânica (pode ser laminado em chapas e trefilado em fios). 
-Boa resistência à corrosão quando exposto ao ambiente atmosférico, sendo, 
contudo, reativo com ácidos (como clorídrico e sulfúrico). 
Tipos, características e aplicações 
• Zinco e suas ligas 
 
O zinco possui um baixo potencial de oxidação sendo muito utilizado para 
revestir metais de potencial mais alto, conferindo-lhes uma proteção contra a 
corrosão eletroquímica. 
Nesse caso, o zinco é corroído preferencialmente ao substrato revestido que 
se deseja proteger. 
O aço galvanizado é um substrato de aço carbono comum que foi revestido 
por uma fina camada de zinco. 
O processo de galvanização pode ser feito por simples imersão do substrato 
de aço em um banho de zinco fundido (galvanização a quente) ou por técnicas de 
eletro-deposição (galvanização eletrolítica). 
Tipos, características e aplicações 
• Zinco e suas ligas 
 
Principais elementos de liga – alumínio, cobre e magnésio 
 
Principais aplicações e usos não estruturais: 
 
-Telhas, chapas lisas ou onduladas, arames, telas comuns ou soldadas, tubos 
para encanamentos e seus acessórios, elementos de ligação (pregos, parafusos 
e seus complementos e rebites), calhas, rufos, condutores verticais de águas 
pluviais e eletrocalhas. 
As ligas à base de zinco são utilizadas principalmente em: 
-Componentes fundidos de ferragens para esquadrias 
-Pigmento em tintas (zinco na forma de óxido) 
-Componente de outras ligas metálicas, como das ligas de cobre- zinco 
(latões) 
Tipos, características e aplicações 
Principais Produtos e 
Componentes não 
Estruturais 
• Tubos e conexões de cobre (PROCOBRE, 2007) 
 
Os tubos rígidos de cobre para instalações (de água quente, água fria, gás, 
sistemas de combate a incêndio e de aquecimento) apresentam, no mínimo, 
99,9% de cobre e são fabricados nos mesmos diâmetros das conexões (15mm a 
104mm) de acordo com a NBR 13206 (ABNT, 2004a). 
A NBR 14745 (ABNT, 2004b) estabelece os requisitos para os tubos flexíveis 
de cobre utilizados na condução de fluídos. 
Para as instalações de gás e sistemas de refrigeração e ar- condicionado, os 
tubos flexíveis devem atender aos requisitos da NBR 7541 (ABNT, 2004c). 
As conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem são 
produzidas em cobre e em suas ligas de acordo com a NBR 11720 (ABNT, 
2005a). 
Produtos e Componentes não Estruturais 
• Tubos e conexões de cobre (PROCOBRE, 2007) 
 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Esquadrias de alumínio e seus componentes (ABAL,2006) 
 
As esquadrias em alumínio possuem grande durabilidade devido à resistência 
à corrosão (podendo ser melhorada por meio de anodização e pintura) associada 
a uma relativa leveza. 
A NBR 10820 (ABNT, 1989) caracteriza os principais tipos de portas e janelas 
de alumínio. 
Os acessórios (fechos, roldanas, puxadores, elementos de vedação, etc.) 
devem ter uma vida útil compatível com a esperada para a esquadria. 
Esses acessórios visam a um bom desempenho do conjunto, principalmente 
quanto à estanqueidade (ao ar e à agua), ao isolamento termo-acústico, à 
ventilação e estabilidade estrutural. 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Esquadrias de alumínio e seus componentes (ABAL,2006) 
 
-Economia: dispensam lixamento, pintura, conservação periódica e outros 
custos; 
-Leveza: as ligas metálicas de alumínio são resistentes e possuem baixo peso 
específico, fazendo com que a esquadria confeccionada com alumínio seja 2,9 
vezes mais leve que a com aço. 
-As esquadrias feitas com alumínio são fáceis de assentar, transportáveis a 
baixo custo e aliviam a carga permanente da edificação; 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Esquadrias de alumínio e seus componentes (ABAL,2006) 
 
-Durabilidade: as esquadrias de alumínio anodizado são imunes à ação do 
tempo, tendo durabilidade quase ilimitada; 
-Perfeição de acabamento: a maleabilidade do alumínio permite que todos os 
detalhes que valorizam a obra possam ser executados com perfeição; 
 -O alumínio também é indeformável, de modo que as esquadrias não ficam 
sujeitas a rachaduras, empenamentos e variações de volume; 
 -Estética: o alumínio permite a produção de perfis com formas capazes de 
assegurar excelentes efeitos visuais. 
 
Produtos e Componentes não Estruturais 
• Alguns Modelos de Janelas 
Produtos e Componentes não Estruturais 
• Alguns Modelos de Porta 
Produtos e Componentes não Estruturais 
• Algumas Obras: 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Metais sanitários 
 
- São componentes de instalações hidrossanitárias, envolvendo: torneiras, 
registros, válvulas de descarga, misturadores de água quente e fria e produtos 
complementares (sifões, válvulas de escoamento, etc.) 
- Podem ser constituídos por diferentes matérias-primas e componentes, 
especificados em função das suas propriedades exigidas, por exemplo, 
resistência à corrosão, estanqueidade, acabamento superficial, etc. 
- A fabricação dos metais sanitários envolve os processos de geração de 
componentes, usinagem ou estampagem, acabamento superficial, montagem, 
testes e embalagem. 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Metais sanitários 
 
Principais tipos (DECA, 2007): 
Os principais tipos de registros utilizados em instalações hidrosanitárias são de 
pressão, gaveta e esfera, produzidos para diferentes classes de pressão e 
diâmetros nominais 
-Registros de pressão: 
Especificados pela NBR 10071 (ABNT, 1994) e NBR 10090 (ABNT, 1987) e 
verificados o desempenho pela NBR 14150 (ABNT, 1998a). 
Um mecanismo de vedação (com a extremidade na forma de prato) é 
comprimido contra uma sede plana no corpo do registro, obstruindo a passagem 
do fluído. 
Embora a vedação seja eficiente, as perdas de cargas associadas são 
elevada. 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Metais sanitários 
 
Principais tipos (DECA, 2007): 
 
-Registros de gaveta: 
Especificados pela NBR 10072 (ABNT, 1998b) e verificados o desempenho 
pela NBR 14151 (ABNT, 1998c) 
Um septo metálico (na forma de cunha) é introduzido entre dois encostos 
metálicos que fazem parte do corpo do registro, obstruindo a passagem do fluído, 
ou seja, a vedação ocorre pelo contato direto de metal com metal. 
Para esse registro, apesar de a vedação não ser tão eficiente, as perdas de 
carga na linha são minimizadas. 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Metais sanitários 
 
Principais tipos (DECA, 2007): 
 
-Registros de esfera: 
Além do uso em instalações de água, também são utilizados em instalações 
de gás. 
Da mesma forma que os registros de gaveta, devem ser utilizados sempre 
totalmente abertos ou fechados. 
Para uma maior facilidade de manutenção, os registros de esfera devem ser 
instalados externamente à parede. 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Metais sanitários 
 
Principais tipos (DECA, 2007): 
-Torneiras de pressão: 
Específicas e ensaiadas pela NBR 10281 (ABNT, 2003a) 
Mecanismo de vedação (com a extremidade na forma de prato)é comprimido 
contra uma sede, obstruindo a passagem do fluído. 
O diâmetro nominal mais comum para as torneiras é de 15mm 
Principais variações: 
Sem acabamento (bruta) ou com acabamento (cromada, em epóxi, 
etc.), de mesa (entrada de água vertical) ou de parede (entrada de água 
horizontal), com ou sem arejador, com ou sem bico para mangueira. 
De padrão normal ou de luxo, para uso geral ou específico (de jardim, 
cozinha, tanque, lavatório, etc.), para mistura de água quente e água fria 
(misturador) e com ou sem função economizadora de água. 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Metais sanitários 
 
Principais tipos (DECA, 2007). 
 
Válvulas de escoamento: 
 
-Especificadas e ensaiadas pela NBR 15423 (ABNT, 2006) 
 
-Podem ter diferentes diâmetros nominais (por exemplo, 25mm, 32mm e 
40mm) e diferentes utilizações (por exemplo, para lavatório, tanque, pia de 
cozinha, banheira, etc.) 
 
-Também podem ser do tipo unificado, ou seja, para utilização em peças 
sanitárias com ou sem a presença de ladrão) 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Metais sanitários 
Principais tipos (DECA, 2007). 
 
Sifões: 
 
Especificados e ensaiados pela NBR 14162 (ABNT, 1998d) 
 
Promovem a ligação da válvula de escoamento (entrada) com a rede de 
esgoto (saída). 
Podem ter diferentes diâmetros nominais para os pontos de entrada (por 
exemplo, 25mm, 32mm e 40mm) e de saída (por exemplo, 25mm, 32mm, 40mm 
e 50mm). 
Podem ser específicos para lavatórios, pias de cozinha, tanques e mictórios. 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos e Componentes não Estruturais 
Produtos de Aço para 
Estrutura de Concreto 
e Alvenaria 
• O desenvolvimento CA-50 soldável foi feito para bitolas finas e médias, 6,3 
mm, 8,0 mm, 10,0 mm e 12,5 mm, cujas bitolas representam cerca de 80% do 
consumo total de barras retas e rolos de CA-50 no Brasil. 
 
• Em ambos os casos, laminação de barras ou laminação de rolos, o processo de 
fabricação do CA-50 soldável consiste, basicamente, no resfriamento controlado 
utilizando água, durante a laminação da superfície do material, ao passo que, no 
processo de fabricação do CA- 50 não soldável, é aplicado o processo de 
resfriamento ao ar. 
 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Características do CA-50 soldável 
 
• O produto final, o CA-50 soldável, apresenta uma camada superficial de alta 
resistência mecânica e um núcleo de alta ductilidade. A composição química 
restrita do produto é o que permite uma soldabilidade bastante superior ao CA-50 
convencional. 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Características do CA-50 soldável 
 
 
• A confecção de armaduras soldadas em ambientes 
de obra não é recomendada. Deve ser executada 
apenas em casos especiais e sob estrito controle de 
todos os parâmetros que interferem no processo de 
soldagem, tais como limpeza superficial, umidade 
das barras, temperatura ambiente, correntes de ar, 
qualificação do soldador, etc. 
 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Soldagem e equipamentos utilizados na fabricação de armaduras 
soldadas 
 
• A soldagem, envolve a aplicação de uma elevada densidade de energia em um 
pequeno volume do material, o que pode levar a alterações estruturais e de 
propriedades importantes na região da solda e próxima a ela, a chamada ZTA 
(Zona Termicamente Afetada). 
 
• Algumas armaduras são apenas parcialmente soldadas devido a dificuldades 
operacionais durante a colocação na forma. O desenvolvimento de máquinas e 
robôs de soldagem exclusivos para a fabricação de armaduras soldadas está em 
franco desenvolvimento na Europa, com novos lançamentos a cada ano. 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Soldagem e equipamentos utilizados na fabricação de armaduras 
soldadas 
 
 
As Figuras 2 a 5 mostram também algumas 
máquinas e robôs de soldagem de armaduras, e a 
Figura 6 mostra uma armadura produzida em uma 
unidade de Corte e Dobra nacional pelo processo 
MIG manual. 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Soldagem e equipamentos utilizados na fabricação de armaduras 
soldadas 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Soldagem e equipamentos utilizados na fabricação de armaduras 
soldadas 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Soldagem e equipamentos utilizados na fabricação de armaduras 
soldadas 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Vantagens e desvantagens das armaduras soldadas x armaduras 
amarradas 
Principais vantagens: 
 
• maior produtividade da mão-de-obra; 
• custos menores dos insumos de soldagem em 
relação ao custo do arame recozido; 
• não necessidade de soldagem de 100% dos 
pontos de interseção (em alguns casos, basta 
soldar cerca de 50% a 70% dos pontos); 
• maior rigidez das peças e, portanto, maior 
facilidade de manuseio; 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Vantagens e desvantagens das armaduras soldadas x armaduras 
amarradas 
 
Principais vantagens: 
 
• melhor controle dos espaçamentos dos estribos; 
• racionalização do canteiro de obras, com a 
disponibilização dos espaços destinados à 
montagem de armaduras: as entregas das 
armaduras pelas centrais de Corte e Dobra é feita 
parceladamente, à medida que a obra avança; 
• maior rapidez na execução da obra. 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Vantagens e desvantagens das armaduras soldadas x armaduras 
amarradas 
 
Principais desvantagens: 
 
•necessidade de planejamento da soldagem: 
algumas armaduras ou barras de determinadas 
armaduras ou mesmo alguns pontos de cruzamento 
ou pontos de interseção de barras, em razão de 
dificuldades operacionais durante a montagem final 
na forma, não devem ser soldados; 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
Vantagens e desvantagens das armaduras soldadas x armaduras 
amarradas 
Principais desvantagens: 
 
• necessidade, em algumas obras, de equipamentos 
especiais, gruas, guinchos, etc., para 
descarregamento e/ou içamento das armaduras; 
 
• a soldagem de armaduras não é recomendada, 
por alguns calculistas brasileiros, nos casos em que 
a estrutura é submetida a cargas dinâmicas que 
podem provocar fratura do aço por fadiga na região 
da solda. Essas situações, entretanto, são em geral 
raras. 
 
Vergalhões Soldáveis e Armaduras Soldadas 
 
Introdução 
 
•. O sistema de lajes com treliças metálicas, 
comumente chamadas de lajes treliçadas, surgiu e 
teve larga utilização a partir da Segunda Guerra 
Mundial. Foi criado para superar algumas 
deficiências que as lajes pré-moldadas 
convencionais apresentavam e muito contribuiu na 
reconstrução dos países destruídos pela guerra. 
 
Treliças Metálicas 
 
Introdução 
 
• Hoje, essas lajes respondem por uma grande fatia 
dentre as opções dos pavimentos, principalmente 
na Itália e na Espanha. 
 
• No Brasil, a difusão e o crescimento do uso de 
lajes treliçadas se deram no início da década de 90. 
Hoje, temos as mais variadas opções em projetar 
lajes treliçadas, podendo ser formadas por vigotas 
ou painéis, maciças ou nervuradas, unidirecionais 
ou bidirecionais. 
Treliças Metálicas 
 
Definição 
 
• A treliça metálica, comumente chamada de 
armação treliçada, é uma estrutura formada por 
sistema de eletrofusão (caldeamento), de modo a 
formar duas treliças unidas pelo vértice. Asdiagonais proporcionam rigidez ao conjunto e 
excelentes condições de transporte e manuseio. 
 
• São confeccionadas com fios CA-60, trefilado ou 
laminado a frio, com baixo teor de carbono e, 
portanto, soldáveis, podendo a armadura ser lisa ou 
nervurada. A tendência é a utilização dos fios 
nervurados. 
Treliças Metálicas 
 
Definição 
 
• Pode também ser utilizado o aço CA-50 a partir de 
diâmetro 12,5 mm, mas não é comumente utilizado 
ou encontrado no mercado. 
 
• As características mecânicas do aço seguem as 
condições do aço CA-60 conforme a norma NBR 
7480 (ABNT, 1997). 
Treliças Metálicas 
 
Definição 
 
• Em geral, os comprimentos são padronizados de 8 
m, 10 m e 12 m e com altura variando de 80 nm a 
300 mm. A armação treliçada (TR) pode ser 
classificada mediante um código, que corresponde à 
bitola da armadura do banzo superior (φS), das 
diagonais (φD) e do banzo inferior (φI). Na Figura 
11, pode-se observar a perspectiva, corte 
transversal e vista lateral de uma típica armação 
treliçada. Essas armaduras também são 
classificadas mediante outros códigos – estes são 
uma característica comercial de cada empresa. 
Treliças Metálicas 
Treliças Metálicas 
• No Quadro 7, estão representadas as principais armações treliçadas 
fornecidas no mercado. 
Treliças Metálicas 
• Na Figura 12, está representada uma seção transversal típica de laje 
treliçada. Nesse caso, a armadura positiva é formada pela armação 
treliçada e armadura adicional. 
Treliças Metálicas 
 
 Em uma laje treliçada, as armaduras constituintes 
da armação treliçada apresentam as seguintes 
características: 
• o fio longitudinal superior (φS), além de garantir 
rigidez à vigota durante a concretagem da laje, pode 
colaborar como armadura de distribuição e/ou 
superior de tração (armadura negativa); 
• as diagonais (φD), além de colaborarem como 
armadura resistente à força cortante, servem para 
promover uma grande aderência entre o concreto 
do elemento pré-moldado e o concreto de 
capeamento; 
• os fios longitudinais inferiores (φI) colaboram como 
armadura resistente ao momento fletor positivo; 
Treliças Metálicas 
 
• As lajes treliçadas apresentam seis vantagens 
principais da utilização. Uma delas refere-se à 
redução ou até mesmo à eliminação dos 
escoramentos, proporcionando economia de tempo, 
mão-de-obra e materiais. 
 
• Em função do processo de fabricação, da 
geometria e da presença da armação treliçada, 
outra vantagem é a redução da possibilidade do 
aparecimento de fissuras, pois há maior aderência 
entre as vigotas e o concreto do capeamento 
(concreto moldado no local), como pode ser visto na 
Figura 13. 
Treliças Metálicas 
Treliças Metálicas 
• A terceira vantagem das lajes treliçadas é o fato de facilitarem a execução de 
nervuras (moldadas no local) perpendiculares às vigotas, obtendo nervuras de 
travamento em lajes unidirecionais e nervuras transversais em lajes bidirecionais, 
conforme apresentado na Figura 14. 
• Também oferecem uma maior resistência ao cisalhamento devido à presença 
das diagonais que exercem a função de estribos. 
Treliças Metálicas 
 
• A redução do número de vigas e pilares, maiores 
vãos e alvenarias dispostas diretamente à laje 
também se constituem em vantagens dessas lajes. 
• Por fim, adaptam-se muito bem a qualquer sistema 
construtivo: estrutura de concreto armado, alvenaria 
estrutural, estrutura metálica, lajes planas com ou 
sem capitéis. 
• Os principais arranjos estruturais das lajes 
treliçadas, representados nas Figuras 15 e 16, são 
lajes treliçadas nervuradas, painéis e minipainéis 
(nervurados ou maciços). Esses sistemas poderão 
ser unidirecionais ou bidirecionais. 
Treliças Metálicas 
Treliças Metálicas 
• Se houver necessidade de emendas de armações treliçadas em uma vigota ou 
painel (conforme apresentado na Figura 17), uma solução usual é a adoção de 
traspasse por meio de: a) sobreposição de treliças (uma sobre a outra); b) 
superposição de barras isoladas ligando duas treliças. As recomendações de 
emendas por traspasse podem ser vistas no item 9.5.2 da NBR 6118 (ABNT, 
2003). 
Treliças Metálicas 
• A partir da década de 90, temos acompanhado o 
conceito de qualidade dos pisos industriais. A 
necessidade de qualidade quanto às características 
de capacidade suporte, planicidade, nivelamento e 
resistência ao desgaste tem sido cada vez mais 
considerada. 
 
• Um dos fatores de sucesso de projeto e execução 
dos pisos industriais é o correto posicionamento não 
só das armaduras (vide Figura 18), que combatem à 
retração e resistem aos esforços solicitantes, 
geralmente em forma de telas soldadas, como 
também das barras de transferência. 
Treliças Metálicas 
Treliças Metálicas 
Treliças Metálicas 
 
Definição 
 
• Tela soldada é uma armadura pré-fabricada, 
destinada a armar concreto, em forma de rede de 
malhas, constituída de fios de aço CA60 Nervurados 
longitudinais e transversais, sobrepostos e soldados 
em todos os pontos de contato (nós), por resistência 
elétrica (caldeamento – ver Figura 20). É um 
material cujas características, limites e exigências 
estão definidos pela norma: NBR 7481 (ABNT, 
1990). 
Telas soldadas nervuradas 
Telas soldadas nervuradas 
 
• A tela soldada é produzida a partir do fio máquina, 
com baixo teor de carbono, submetido ao processo 
de trefilação, no qual, na prática, ocorrerá o 
encruamento a frio do aço, tornando-o mais 
resistente, como mostra a Figura 21. O 
encruamento total é feito por etapas, ou seja, 
reduções sucessivas no diâmetro do fio máquina. 
Telas soldadas nervuradas 
 
Características geométricas 
 
• As bitolas dos fios CA-60 empregados nas telas 
soldadas vão desde 3,4 mm até 12,0 mm, com 
grande quantidade de valores intermediários. A 
nomenclatura dos elementos de uma tela soldada 
consta da Figura 22. 
Telas soldadas nervuradas 
Telas soldadas nervuradas 
 
• Largura – em metro (m), corresponde ao 
comprimento total do fio transversal com relação ao 
sentido de fabricação. 
• Comprimento – em metro (m), corresponde ao 
comprimento total do fio longitudinal com relação ao 
sentido de fabricação. 
• Espaçamento Longitudinal – em centímetro 
(cm), é a distância medida entre os eixos de dois 
fios longitudinais. 
• Espaçamento Transversal – em centímetro (cm), 
é a distância medida entre os eixos de dois fios 
transversais. 
Telas soldadas nervuradas 
 
 
• Franja Longitudinal – em centímetro (cm), é a 
extremidade que sobra após o último fio transversal 
soldado, com comprimento igual à metade do 
espaçamento transversal. 
• Franja Transversal – em centímetro (cm), é a 
extremidade que sobra após o último fio longitudinal 
soldado, com comprimento igual a 2,5 cm. 
• Malha – em centímetro (cm), é a figura geométrica 
(retângulo ou quadrado) formada pela interseção de 
pares de fios ortogonais. 
 
Telas soldadas nervuradas 
Fornecimento 
 
• As telas soldadas são fornecidas em rolo ou painel 
e se dividem em duas categorias: telas 
padronizadas e telas não padronizadas (sob 
projeto). 
 
• As telas padronizadas possuem a largura de 2,45 
m. O seu comprimento varia em função do 
fornecimento, podendo ser em rolos de 60 m e 120 
m e painel de 6 m. 
 
Telas soldadas nervuradas 
Fornecimento 
 
• As telas não padronizadas, também conhecidas 
como “especiais”, são produzidas com 
características específicas, levando-se em conta as 
necessidades do projeto com relação às suas 
dimensões (largura / comprimento),relação entre as 
áreas de aço (principal / secundária), espaçamento 
entre fios (longitudinal / transversal) e comprimento 
das franjas (longitudinal / transversal). 
Telas soldadas nervuradas 
Principais utilizações 
 
• O uso de telas soldadas constitui solução prática e 
rápida na etapa de armação das lajes de edifícios 
(ver Figura 23), pisos, pontes, tubos de seções 
circulares (ver Figura 24) e retangulares. Em lajes 
de edifícios, sua utilização permite ganho de tempo 
para as obras em até um dia no ciclo de 
concretagem das lajes, otimizando a mão-de-obra 
dessa etapa, e reduz o prazo de entrega do 
empreendimento, resultando em economia de 
custos diretos dos canteiros de obras. 
Telas soldadas nervuradas 
Telas soldadas nervuradas 
Telas soldadas nervuradas 
• Com a velocidade de execução das obras, o 
aumento dos vãos e a redução da rigidez, rupturas 
e infiltrações começaram a ser significativas. 
• Isso trouxe altos custos e, principalmente, o 
descrédito para as construtoras que não conseguem 
mais edificar sem o processo fissuratório (Figuras 
25 e 26), seja uma simples residência térrea, seja 
um edifício de múltiplos andares. 
Treliças planas de aço 
Treliças planas de aço 
Treliças planas de aço 
 
Tipos e características dimensionais das peças de 
treliça plana 
 
• As treliças planas possuem barras longitudinais e 
diagonais com seções circulares e recobertas por 
uma capa de zinco, para utilização em alvenarias de 
junta tradicional. As características geométricas das 
peças de treliças planas são apresentadas no 
Quadro 10. 
Treliças planas de aço 
Treliças planas de aço 
 
• condições de contorno para o projeto. 
 
tipo de utilização da alvenaria de vedação; 
especificação de materiais e sistema; 
controle de produção; 
controle de manutenção. 
 
Treliças planas de aço 
 
• O projeto da alvenaria reforçada com treliça 
plana deve levar em consideração os 
esforços solicitantes a que essa alvenaria 
estará submetida, analisando-se as cargas 
verticais e de flexão decorrentes da ação do 
vento, a partir do conhecimento das 
resistências características dos elementos 
que compõem o sistema (Figura 27). 
Treliças planas de aço 
Treliças planas de aço 
• O número de fiadas armadas com treliça 
plana deverá ser baseado em projeto 
específico de alvenaria, em que será 
dimensionado de acordo com as 
características estruturais e arquitetônicas da 
edificação, além do tipo de material, 
argamassa e condições de estabilidade da 
mesma. 
• Na Figura 28, tem-se um exemplo de projeto 
realizado, mostrando a distribuição da treliça 
plana nas fiadas de duas elevações 
diferentes. 
Treliças planas de aço 
Treliças planas de aço 
 
• Utilização das treliças planas 
A utilização de alvenaria armada é indicada 
como solução em qualquer uma das 
seguintes situações: 
recalques de base; 
fissuras; 
concentrações de tensões ao redor de 
vãos livres de portas e janelas; 
cargas pontuais; 
deformações estruturais; 
cargas externas. 
Treliças planas de aço 
 
• Para todas as recomendações de uso dos 
reforços treliça plana, é indispensável a 
utilização de argamassa na vertical para 
assentamento dos blocos, como mostrado 
nas Figuras 29 a 30. 
Treliças planas de aço 
Treliças planas de aço 
Treliças planas de aço 
Referências: 
• BAUER, L. A. F.. Materiais de Construção - Vol. 2. 5ª. Edição. 
LTC. 1994. 
• FUSCO, P. B. Tecnologia do Concreto Estrutural. Editora Pini. Rio 
de Janeiro. 2009. 
• PETRUCCI, E. G. R. Concreto de Cimento Portland. Globo, 
Editora. 1998.

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