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DRY NEEDLING Prof. Ft. Caio Augusto Mendes de Carvalho • Pós-Graduação em Fisioterapia Traumato-Ortopédica com ênfase em Terapia Manual – Ribeirão Preto • Graduado em Fisioterapia pelo Centro Universitário do Triângulo • Mestrando em Fisioterapia Musculoesquelética • Docente no Centro Universitário do Triângulo • Fisioterapeuta na LABS FOR FIT! Programação do Curso: Quando utilizar a ferramenta? Programação do Curso: DOR Programação do Curso: Anatomia Palpatória Programação do Curso: Dry Needling Uma Ferramenta Terapêutica Quando utilizar? Tomada de decisão... “Prática Baseada em Evidência”P B E Prática Baseada em Evidências TOMADA DE DECISÃO Preferência do Paciente Melhor Evidência (Pesquisa) Experiência Profissional https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed Digitar “Dry Needling” no buscador... NÚMERO REDUZIDO DE ARTIGOS!!! ARTIGOS SÃO PAGOS... Como obter os artigos pagos? Selecione o Artigo Copie o Doi ... Ctrl+C https://sci-hub.tw/ PRONTO!!! Grátis!!! - Todo paciente responderá bem ao Dry Needling? Relato de paciente: Dor... “A DOR é uma experiência somática mutuamente reconhecível que reflete a apreensão de uma pessoa às ameaças à sua integridade corporal ou existencial”. (2018) Classificação quanto à origem da Dor: Nociceptiva • Somática • Visceral Neuropática • Central • Periférica Psicogênica Classificação quanto à origem da Dor: Psicogênica Classificação quanto ao mecanismo de dor PRÁTICA CLÍNICA Nociceptiva Neuropática SENSIBILIZAÇÃO CENTRAL • Dor com influências cognitivas e emocionais; • Fatores Psicossociais (Clifford J Woolf, 2011) (Clifford J Woolf, 2011) (Clifford J Woolf, 2011) Cenário Atual da Dor Crônica: (Clifford J Woolf, 2011) Geralmente os pacientes chegam assim: MEDO ANSIEDADE DOR TRAUMAS ALODÍNEA -Nossa você está com um NÓDULO enorme!!! PAIN (David Butler e Lorimer Moseley, 2013) Modelo Biopsicossocial (Gliedt, 2017) Aliança Terapêutica: • Principais fatores que aumentam a relação terapeuta-paciente: http://pesquisaemdor.com.br/ DOR MIOFASCIAL DOR MIOFASCIAL (2015) • A prevalência varia de 30 a 93% entre as pessoas com dor músculo-esquelética . • Essa grande variação deve-se ao fato de que ainda não há consenso sobre os critérios para a definição de MPS, embora seja tratável. DOR MIOFASCIAL (2015) CONCLUSÃO: “Foram feitos avanços significativos no diagnóstico e gestão da MPS nos últimos anos. Um protocolo de tratamento ainda está por se definir.” DOR MIOFASCIAL “Pacientes com MPS geralmente experimentam depressão, distúrbios do sono, raiva, fadiga e função mental alterada, sendo necessário uma abordagem interdisciplinar para abordar as muitas dimensões da experiência da dor.” DOR MIOFASCIAL DOR MIOFASCIAL DOR MIOFASCIAL Avaliação da Dor Miofascial Zona de Sensibilidade em um ponto, sentida como uma banda mais tensa de fibras musculares Sentida como um aumento de tensão “tipo corda” entre os dedos (PALPÁVEL) Terapeuta sente como resposta uma contração involuntária e o Paciente pode sentir uma contração dolorosa! Resposta IMEDIATA: “Twitch Response” DOR MIOFASCIAL (SAXENA, 2015) AVALIAÇÃO DA DOR: Fisioterapeutas examinam, avaliam, diagnosticam e intervêm em disfunção, limitação funcional e incapacidade e DOR! (Guide to Physical Therapy Practice, 2003) LIBERAÇÃO MIOFASCIAL LIBERAÇÃO MIOFASCIAL (MYERS, 2010) LIBERAÇÃO MIOFASCIAL História - A terapia manual das miofáscias se espalhou amplamente entre: Massoterapeutas Osteopatas Fisioterapia traumato/ortopédica /esportiva LIBERAÇÃO MIOFASCIAL ATUALMENTE LIBERAÇÃO MIOFASCIAL A Liberação Miofascial está emergindo como uma estratégia com uma sólida base de evidências e um enorme potencial! “Embora a qualidade dos estudos variaram muito, os resultados dos estudos foram encorajadores ...” • Meng F, et a., 2015 Associação entre Trps e Sensibilização Central! • Chen Q, et a., 2016 ICC = 0,86 (EXCELENTE) para a palpação de bandas tensas!!! • Wamantree P., et al., 2015 terapia é superior ao IBUPROFENO! • Chen Y-H, et. al., 2016 diminuir a tensão na Fáscia Toraco- Lombar Aumenta ativação do Transverso do Abdômen (LBP). • Stuner A, et. al., 2016 diminuir a tensão de Trapézio Superior reduz a dor e aumenta a ADM (Cervical). Dry Needling na Dor Miofascial Dry Needling na Dor Miofascial “A dor miofascial é uma desordem muscular regional caracterizada pela presença de pontos hipersensíveis (trigger points), localizados em bandas rígidas de músculos esqueléticos, doloridos à palpação e que podem produzir dor referida.” Dry Needling na Dor Miofascial (2001) Conclusões: • O agulhamento direto dos pontos-gatilhos miofasciais parece ser um tratamento efetivo; • A natureza da substância injetada não faz diferença no resultado; • O agulhamento molhado não é terapeuticamente superior ao agulhamento SECO (Dry Needling). Dry Needling na Dor Miofascial Conclusões: • Lidocaína (LI), Injeção de Ozônio (OI) e Dry Needling (DN) mostraram-se eficazes à curto prazo. • OI e LI resultados ligeiramente superiores ao DN. * (2018) Dry Needling no alívio da DOR... TEORIAS... Alívio da DOR... TEORIA DAS COMPORTAS MEDULARES.. . Alívio da DOR... LIBERAÇÃO DE OPIÓIDES ENDÓGENOS.. . Dry Needling Dry Needling Material: Mandril Agulhas Dry Needling AGULHAMENTO: Agulhamento Superficial Profundidade de 5 a 10 mm Agulha pode permanecer por 30 segundos Repetir se necessário em até 3 min Realizar em todos os Trigger Points Reação do paciente: FORTE MODERADA FRACA Agulhamento Profundo Inserir a agulha na zona motora muscular Sentir a resistência Sentir o músculo “APERTAR” * Esperar 20 min ou estimular até que ocorra o relaxamento Retirar a agulha e aplicar novamente se não sentir o aumento da resistência Resposta Local de Twitch Inserir a agulha no local de maior tensão; Repetidamente mover a agulha para DENTRO e para FORA (constantemente) Encontrar pontos que reproduza a dor do paciente e/ou uma contração como resposta. Frequência do Tratamento A cada 2-3 dias para dor aguda e semanalmente para dor Crônica. Pode ser que quando bem indicado o paciente se sinta melhor com apenas uma sessão. O alívio é rápido e pode durar a curto prazo. SE NÃO HOUVER MELHORA APÓS TRÊS SESSÕES, SUGIRO REAVALIAÇÃO! DRY NEEDLING “A inteligência é a teoria e a sabedoria é a prática...” DOR MIOFASCIAL “O Terapeuta sente pelo toque quais são as restrições miofasciais presentes agindo com o paciente, que deve permanecer relaxado, sem produzir nenhum tipo de contração ativa.” DIFERENÇA ENTRE: Trigger Points • Achar o (Trigger Point/Tender Point) • Agulhar • Esperar ou estimular... • Dor suportável • Esperar até a dor sumir • Orientar que o procedimento pode deixar a região sensível • Reavaliar o paciente Dry Needling O: Parte superficial: Margem inferior do arco zigomático e face / Parte profunda: Terço posterior da face interna do arco zigomático. I: Ângulo da mandíbula / Margem inferior da mandíbula. F: Fechar a mandíbula Dry Needling Dry Needling O: Temporalabaixo da linha temporal inferior, lâmina profunda da fáscia temporal. I: Ápice e face medial do Processo coronóide da mandíbula. F: Fechar a maxila e Retrair a mandíbula. Dry Needling Dry Needling O: Osso occipital/linhanucal e Processos espinhosos. I: Terço acromial da clavícula F: Eleva a escápula * Dry Needling Dry Needling O: Tubérculos posteriores dos proc. Transversos da 1ª a 4ª vertebra cervical. I: Â superior da escápula. F: Eleva a escápula. Dry Needling Dry Needling O: Margem caudal da espinha da escápula, fossa infra-espinal, fascia infra-espinal. I: Tubérculo maior do úmero. F: Rotação Lateral, adução no plano escapular. Dry Needling Dry Needling O: Rombóide Menor: Proc. Espinhoso da 6ª a 7ª vertebras cervicais / Rombóide Maior: Prox. Espinhosos das 4 vertebras torácicas superiores. I: Escápula. F: Puxa a escápula para medial e para cima. Dry Needling Dry Needling O: Terço acromial da clavícula. I: Tuberosidade deltoidea. F: Adução (abdução progressiva a partir de 60º), Rotação medial e anteversão. Dry Needling Dry Needling O: Margem inferior da espinha da escápula. I: Tuberosidade deltoidea. F: Adução (abdução progressiva a partir de 60º, Rotação lateral e retroversão. Dry Needling Dry Needling O: Parte Clavicular: Metade esternal da clavícula/ Parte esternocostal: Manúbrio do esterno e 1ª a 7ª costela/ Parte abdominal: Lâmina anterior da bainha do músculo reto do abdome. I: Tubérculo maior do úmero. F no ombro: Adução, Rotação medial e anteversão. Dry Needling Dry Needling O: Cebeça Longa: Tubérculo supraglenoidal/ Cabeça Curta: Prcesso coracóide. I: Tuberosidade do rádio F: Supinação do cotovelo e Abdução/Anteversão/RM do ombro. Dry Needling Dry Needling O: Cebeça Longa: Tubérculo Infraglenoidal. / Cabeça medial: Face posterior do úmero. / Cabeça curta: Face posterior do úmero lateralmente . I: Olécrano. F: Extensão do cotovelo e abdução do ombro. Dry Needling Dry Needling Dry Needling Dry Needling Dry Needling LMF 158 atletas!!! Dry Needling O: Face externa da cartilagem costal da 5ª a 7ª costela/ Proc. Xifóide, Lgg. Costoxifóideos. I: Crista púbica do osso do quadril, sínfise púbica. F: Flexão do tronco, pressão abdominal e expiração. Dry Needling Dry Needling O: Procc. Espinhosos das vertebras lombares, face dorsal do sabro, proc. Trasverso da 12ª a 6ª vertebra torácica. I: Procc. Transversos das vertebras torácicas/ aponeurose toracolombar. / Proc. Transverso da 5ª a 2ª vertebra cervical / Proc. Mastóide. F: Unilateral: Flexão Lateral / Bilateral: Extensão do tronco Dry Needling Dry Needling O: Face dorsal do sacro, porção dorsal da SI, vertebras lombares, vertebras torácicas. I: vertebras lombares, torácicas. F: Ativo unilateral: Flexão lateral segmentar, rotação. / Ativo bilateral: Extensão segmentar. Dry Needling Confiabi l idade: 0,75 – 0,81 ( Inter) Substancial Concordância LIFT TEST Dry Needling Dry Needling O: Face Glútea da asa do ilío entre as linhas glúteas anterior e posterior. I: Trocanter maior do fêmur F: Abdução, Flexão, Rotação medial (Porção ventral) / Abdução, Extensão e ROTAÇÃO LATERAL (Porção dorsal) Dry Needling Dry Needling O: Sacro. I: Trocanter maior do fêmur. F: Rotação Lateral, Extensão e Abdução do quadril. Dry Needling Dry Needling O: Asa do Ilío, face posterior do sacro, apon. Toracolombar. I: Tuberosidade Glútea, Trat. Iliotibial. F: Extensão, Rotação Lateral, e Abdução do quadril. Dry Needling Dry Needling O: Cabeça Longa: Túber isquiático / Cabeça Curta: Linha áspera do fêmur. I: Cabeça da fíbula. F: Extenção, Adução e RL (Quadril) / Flexão e Rl (Joelho) Dry Needling Dry Needling O: EIAI, Linha áspera do fêmur. I: Patela/ TAT. F: Flexão (Quadril) / Extensão (Joelho) Dry Needling Dry Needling O: Gastrocnêmio: Côndilos femorais mediais e laterais. / Sóleo: Cabeça da fíbula e face posterior da tíbia. I: Tuberosidade do calcâneo. F: Flexão do joelho e Flexão plantar. Dry Needling Dry Needling Dry Needling Dry Needling Dry Needling Conclusão: “Vários estudos têm demonstrado melhorias imediatas ou de curto prazo em dor e em pontos gatilhos.” (2014) Dry Needling Conclusão: “A maioria dos trabalhos incluídos na revisão trimestral discutem vários aspectos do DN e conclui que o mesmo continua sendo interessante para os pesquisadores e clínicos.” (2018) Conclusão: • Evidências moderadas mostraram que o Dry Needling, especialmente se associado a outras terapias, poderia ser recomendado para ALIVIAR a dor lombar; • No entanto a melhora da capacidade funcional e a sua superioridade ainda permanecem obscuros (2018) Conclusão: • O agulhamento seco pode ser recomendado para aliviar a dor no pescoço e nos ombros a curto e médio prazo. • Todavia o “Agulhamento Molhado” mostrou-se mais eficaz a médio prazo. (2015) Conclusão: • Com base nesta revisão sistemática, a compressão isquêmica e o agulhamento seco podem ser recomendados para o tratamento de pacientes com dor cervical com pontos-gatilho no músculo trapézio superior. (2015) Dry Needling Conclusão: “Apesar de algumas evidências de um efeito positivo a curto prazo, são necessários ensaios clínicos randomizados de alta qualidade metodológica, com procedimentos padronizados.” (2017) OBRIGADO!!! @ftca iomendes @evidenceinst i tu to