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Resumo P2 – Recursos terapêuticos manuais Drenagem linfática manual Sistema linfático: Sistema auxiliar de drenagem formado por órgãos e vasos linfáticos; É a via de acesso onde os líquidos provenientes do interstício são devolvidos ao sangue; Função essencial de transporte e absorção de líquidos; Ele é ligado ao sistema circulatório sanguíneo e responsável pela: Manutenção da homeostase, defesa do organismo e formação de memória imunológica. É composto por: gânglios linfáticos, vasos de grande ou médio calibre, capilares linfáticos e tecido linfoide. Linfa: • Líquido incolor viscoso e semelhante ao plasma celular, porém, com menos proteínas; • Forma-se pelo extravasamento do plasma pelas paredes dos capilares passando para os tecidos adjacentes; • Drenada pelos vasos linfáticos; • 16% do peso corporal (10L). Vasos Linfáticos: Região drenada pelo Ducto Linfático Direito (o maior): quadrante superior direito – 90% da formação da linfa. Região drenada pelo Ducto Torácico (o menor): quadrantes inferiores e quadrante superior esquerdo – 10% da formação da linfa. Capilares linfáticos: Finos e transparentes, são mais calibrosos e mais irregulares que os capilares sanguíneos; Dispostos sob a forma de redes fechadas, intercomunicando-se livremente; Localizam-se logo abaixo da pele e colabam facilmente – são frágeis; Não possuem válvulas e sim pregas endoteliais. Pressão intersticial baixa - portas linfáticas fechadas; Pressão intersticial alta - tração nos filamentos de ancoragem e portas linfáticas abertas. Pré-coletores Perpendiculares aos iniciais; Menores vasos linfáticos condutores; Desembocam nos coletores; A membrana basal é mais desenvolvida que as dos capilares, não possuem camada externa, desta forma absorve fluídos do interstício. Válvulas linfáticas Auxiliam o fluxo da linfa em direção ao coração e possuem geralmente duas cúspides; Maior quantidade que no sistema sanguíneo; Função: Permite a passagem da linfa e impede o refluxo; Coletores linfáticos Vasos linfáticos de maior calibre; Correspondem aos longos caminhos linfáticos; Mais ricos em válvulas do que as veias; Aspecto de colar de pérolas. Linfangion: segmento de vaso linfático entre um par de válvulas. Troncos linfáticos Coletores terminais; Maior calibre; Recebem fluxo linfático: Ducto linfático direito - Junção do tronco jugular direito com os troncos subclávio direito e brancomediastinal ascendente. Drena a linfa da parte superior do tórax direito. Ducto torácico - Transpõe o diafragma no hiato aórtico. Segue pelo mediastino posterior, em frente a coluna vertebral. Cisterna no quilo: é uma dilatação do vaso, semelhante a uma ampola. Anastomoses: Ligações linfogênicas que podem se tornar importantes desvios nos casos de obstrução do sistema linfático. Linfonodos Dilatações encontradas no trajeto dos coletores. Linfa passa por um deles ou por vários. 500 a 600 linfonodos espalhados pelo corpo (100-150 na raiz do intestino e 100 no pescoço). Com a idade diminuem em tamanho e acumulam gordura. Alojados no tecido conjuntivo frouxo. Função dos linfonodos: 1. Filtrar a linfa (barreira). 2. Formação de monócitos e linfócitos. 3. Ricos em plasmócitos, são locais de produção de anticorpos. Variam em forma, coloração e tamanho; Distribuídos por todo o corpo; Presentes em grande quantidade no pescoço, cavidade torácica, abdominal e pélvica. Fisiologia do Sistema Linfático: O mecanismo de formação da linfa envolve, então, três processos muito dinâmicos e simultâneos: Ultrafiltração: saída de H2O, O2 e nutrientes do interior do capilar arterial para o interstício, ocorrendo pela PH positiva no capilar arterial e a PH negativa ao nível do interstício. Absorção venosa: entrada de H2O, CO2, pequenas moléculas e catabólitos do interstício para o interior do capilar venoso, ocorrendo por difusão, quando a pressão intersticial é maior do que a existente no capilar venoso. Absorção linfática: entrada do líquido intersticial, com proteínas de alto peso molecular e pequenas células, no interior do capilar linfático inicial, que ocorre quando a pressão é positiva e os filamentos de proteção abrem as micro-válvulas endoteliais da parede do capilar linfático. Edema: Acúmulo anormal de líquido no compartimento extracelular intersticial ou nas cavidades corporais. Variam de acordo com local e duração: Insuficiência cardíaca: influência da gravidade, acentua-se com o decorrer do dia. Problemas renais: Principalmente no período matinal. Doenças nutricionais, influência da gravidade, pele é pálida e fria. Processos inflamatórios: duros, localizados, dolorosos, pele avermelhada e quente. Edema alérgico: aparecimento brusco e curta duração. É localizado. Tratamento do Edema Enfaixamento compressivo e malhas compressivas. Terapia complexa descongestiva: - Enfaixamento compressivo e malhas compressivas; - Taping linfático; - Exercícios miolinfocinéticos; - Drenagem linfática manual. Linfedema Doença crônica que se manifesta pelo acúmulo de líquido intersticial e alterações teciduais ocasionados por uma insuficiência ou dano da circulação linfática devido a uma obstrução. Aumento progressivo do volume do membro com linfedema por acúmulo de líquido e proteínas no tecido subcutâneo e uma alteração gradativa no padrão histológico. Há dois tipos: Hereditário ou primário e Adquirido ou secundário. Causado por cirurgias, Radioterapia, Queimaduras, Câncer (próprio tumor), Infecções. DRENAGEM LINFÁTICA MANUAL Técnica de movimentos de baixa intensidade e ritmo constante. Pressões graduadas (porém sempre leves) e constantemente alteradas semelhantes as contrações da musculatura lisa dos vasos. Objetivo: 1. Drenagem do líquido excedente; 2. Absorção dos restos metabólicos, proteínas e toxinas; 3. Aumento da maleabilidade tecidual; 4. Melhora a oxigenação tecidual. Método Vodder • Drenagem inicia distalmente ao segmento (vai da mão até o ombro, por exemplo); • Procedimentos básicos: - Captação - Evacuação • Movimentos básicos: - Circúlos estacionários - Técnica de bombeamentos - Técnica de mobilização - Técnica rotatória Método Leduc • Drenagem inicia a partir da evacuação levando a linfa contida nos vasos para linfonodos distantes ao edema; • Inicia proximalmente (começa no ombro, desce mais um pouco e vai até o linfonodo da axila, desce mais um pouco e volta até o linfonodo...até chegar ao final do edema) • Num segundo momento possibilita que vasos livres do conteúdo linfático receba a linfa que vem do interstício; • Técnicas do método Leduc: - Círculo com os dedos - Movimento combinado - Pressões em bracelete - Drenagem dos gânglios linfáticos Características da drenagem linfática manual: Pressão: Suficiente para propulcionar o líquido para dentro dos capilares linfáticos, porém não tão alta que possa obstruí-los. Ritmo: Uniforme, regular, ininterrupto e adaptado ao tecido tratado. Velocidade: Movimento lento, respeitando velocidade de contração dos linfangions (1 contração a cada 6 a 10 segundos). Trajeto: Segue anatomia local, orientado pelas vias linfáticas que estabelecem comunicação entre si. Proximal Distal Repetição: 3 a 9 vezes em cada local. Manobras básicas: Pode se iniciar com: Liberação diafragmática; Liberação visceral (Fígado, baço e intestino). Baseia-se em dois processos: Captação / Reabsorção: realizada diretamente sobre o segmento edemaciado, aumentando a captação da linfa pelos capilares; Local do edema desembocadura mais próxima Evacuação: realizadas ao nível do pré-coletores e coletores linfáticos, com o objetivo de transportar a linfa captada pelos capilares. Objetivo: descongestionar. As manobras: Bombeamento linfonodal: contato direto dos dedos do terapeuta (dedo indicador, dedo médio ou polegar) com a pele do paciente. Os dedos devem estar numaposição quase perpendicular aos linfonodos (evacuação). Movimentos circulares com os dedos: forma circular e concêntrica, os movimentos são leves e rítmicos, obedecendo a uma pressão intermitente, na área edemaciada, segundo o sentido da drenagem fisiológica. Bracelete: quando o edema atinge grandes áreas. O procedimento pode ser uni ou bilateral. PRÁTICA Global: 1. Bombeamento linfonodal - Fossa supra e infra clavicular; - Esternal; - Axilar; - Inguinal; - Fossa poplítea; - Região maleolar; 2. Liberação diafragmática 3. Liberação visceral (cisterna do quilo) 4. Manobras de captação (proximal para distal) - MMSS - Abdominal - MMII ---------------------------- MMSS • Bracelete • Passar e enviar • Semi círculos Abdômen -----------------> • Semi círculos MMII • Bracelete • Passar e enviar (dividir a coxa em interna, anterior, externa, posterior) Costas --------------------> • Semi círculos Face --------------------> • Bombeamento linfonodal - Pescoço - Supra e infra clavicular - Submentoniano - Submandibular - Pré- auricular - Retro auricular Face -------------------> - Semi círculo com falanges - 1,2,3,4 (linfonodos região mentoniana e submandibular) - 5, 6, 7 (linfonodos pré auriculares) Tração Articular Sistema articular Articulação: ponto de contato entre dois ou mais ossos. Promover mobilidade entre ossos e estabilizar as zonas de união entre os vários segmentos do esqueleto. Tipos de articulações: Disartroses, sinartrose e anfiartrose. Disartroses Articulações que permitem movimentos; Possuem um espaço entre as superfícies articulares. Classificadas de acordo com o grau de mobilidade: - Sinoviais: Gínglimo ou dobradiça Uniaxial (1 eixo, 2 movimentos). Movimentos de flexão e extensão. (cotovelo) Trocóide ou pivô Uniaxial (1 eixo, 2 movimentos). Movimentos de rotação. (rádio ulnar) Plana ou deslizante Uniaxial (1 eixo, 2 movimentos). Movimentos de deslizamento. (ossos do carpo) Condilar ou elipsoide Biaxial (2 eixos, 4 movimentos). Uma extremidade côncava e outra convexa. (ATM). Selar Biaxial (2 eixos, 4 movimentos). Extremidades de igual curvatura, permitindo circundação. (polegar) Triaxial ou esferoide 3 eixos, 6 movimentos Movimentos de flexão, extensão, abdução, adução, rotações e circundação. (ombro e quadril) Sinartroses: Quase que total imobilidade, já que são articulações formadas pela sólida união de dois ou mais segmentos ósseos. (crânio) Anfiartroses: Apresentam cartilagem entre os ossos - Sincondroses: ossos que aderem por cartilagem hialina que mais tarde ossifica. (cartilagem costal) Cartilaginosas • Apresentam cartilagem entre os ossos - Sínfises ou anfiartroses: presença de fibrocartilagem espessa interposta. (sínfise púbica) Movimentos fisiológicos (osteocinemáticos) • Podem ser realizados de forma passiva ou de forma ativa. • Passíveis de mensuração por goniômetro. Movimentos acessórios (artrocinemáticos) • Ocorrem simultaneamente ao movimento fisiológico. • Inclui girar, rolar e deslizar. • Sem controle voluntário, porém necessário que ocorra movimento voluntário sem restrição ou dor. • Limitação dos movimentos acessórios impede movimentos fisiológicos. Posições articulares: Posição de repouso articular: Posição da cápsula articular em que os ligamentos estão mais relaxados, possibilitando a quantidade máxima de jogo articular. Posição articular aberta: Posição na qual as superfícies articulares estão em separação máxima. Posição articular fechada: Posição articular onde há contato máximo entre as superfícies ósseas com cápsula e ligamentos tenso. Regra sobrecarga-tensão Fase elástica: tecido alongado retorna a sua configuração orginal quando a força externa é removida. Fase plástica: ocorre alongamento permanente do tecido quando a força externa é removida. Falha: ou ponto de quebra, na qual ocorre a separação do tecido alongado. Barreiras: Estruturas da cápsula articular, pele, fáscia e músculo. Primeira barreira: aumento da resistência sentida primeiro e está associado com a fase plástica da curva sobrecarga-distensão. Tração Articular Técnica de terapia manual composta por movimentos suaves e intermitentes de separação e deslizamentos das superfícies articulares. Utilizam braços de alavanca para alongar ligamentos, cápsulas, colocando menos esforços sobre essas estruturas, tornando a técnica segura. Envolve puxar um segmento articular para produzir movimento de separação das superfícies articulares. Melhora a dor e a hipomobilidade articular. Objetivos: - Recuperar ADM ativa da articulação; - Restaurar movimentos passivos em torno da articulação; - Reposicionar ou realinhar articulação; - Recuperar a distribuição normal de forças e estresse em torno da articulação; - Movimentar o líquido sinovial levando nutrientes para as partes avasculares da articulação; - Reduzir a dor. Graus de tração articular Grau 1: (Afrouxar) Neutraliza a pressão articular sem separação real das superfícies articulares. Objetivo: Alívio da dor por redução das forças de compressão das superfícies articulares. Grau 2: (Ajustar ou tirar a folga) Efetivamente separa as superfícies articulares e tira a frouxidão ou elimina a folga da cápsula articular. Objetivo: Tratamento inicial para determinar a sensibilidade articular. Grau 3: (Alongamento) Envolve o alongamento real dos tecidos moles circunducentes à articulação. Objetivo: Aumentar a mobilidade da articulação hipomóvel. Importante • Se movimentos forem limitados por músculos contraídos, utilize o alongamento. • Paciente deve estar o mais relaxado possível. • Deve-se tracionar uma articulação de cada vez. • Articulação deve ser estabilizada o mais próximo da superfície articular possível, enquanto o outro segmento é mobilizado de forma firme e contínua. Força de tração: Geralmente intermitente, com aumento homogêno e gradual e dependendo do grau de tração desejado. Posicionamento: Usar a posição articular que melhor reduz ou alivia a dor do paciente. No caso de não dor, usar a posição articular aberta. PRÁTICA Cervical: dd, parece a pompagem só que mais forte. Ombros: - dd, leve abdução do ombro, uma mão embaixo da axila (segurando a escápula) e outra acima do cotovelo, tracionando no eixo. - dv, braço levemente abduzido, segurar a escápula e tracionar segurando acima do cotovelo. Cotovelo: dd, cotovelo em flexão (o grau depende da dor do paciente), segurar o braço acima do cotovelo e puxar o antebraço pra cima, pelo punho. Punho: dd ou sentado, antebraço neutro ou em pronação (pois a maioria das pessoas têm encurtamento de supinador), fixar a cabeça do rádio e ulna e puxar a região metacárpica. Dedos das mãos: estabilizar a falange proximal e tracionar a distal de cada falange. Lombar: dd, joelho fletido, mão na lombar com o peso do paciente em cima da mão do terapeuta, como na pompagem, mas a mão fica em formato de concha. Quadril: - joelho estendido, quadril levemente abduzido, segurar a perna acima do joelho e tracionar. - quadril flexionado, panturrilha apoiada no ombro do terapeuta, segurar a coxa e puxar pra cima. - flexão de quadril e de joelho, mão na fossa poplítea e puxar pra cima e pra trás. Joelho: - sentada, puxar a panturrilha para baixo. - dv, joelho flexionado, segurar a coxa e puxar a perna pra cima pelo tornozelo. - dd, joelho semi fletido, com apoio embaixo do joelho, puxar a perna pelo tornozelo. Tornozelo: - dd, mão no calcâneo e outra no dorso do pé (somente apoiando),puxar pra trás. - dv, joelho fletido, puxar o tornozelo pra cima. Dedos dos pés': fixa a falange proximal e traciona a distal em todas as falanges. Mobilização Articular Artrocinemática Movimentos Acessórios: Podem ser apenas executados pelo terapeuta. Ocorre fora dos planos cinesiológicos. Não podem ser avaliados por goniômetro. Separação, Deslizamento, Rolamento, Girar. São divididos em dois grupos: Jogo articular: ocorre como resultado da aplicação de uma força externa aplicada na articulação; Composto: Involuntariamente como resultado de movimentos ativos executados pelo paciente. Durante quase todos os movimentos fisiológicos existe um rolar e um deslize ocorrendo simultaneamente entre duas superfície articulares. Rolamento: - As superfícies são incongruentes. - Série de pontos de uma superfície encontram uma série de pontos de outra. - Mesma direção da oscilação!!!! - Compressão de um lado e separação de outro. Deslizamento: - Série de pontos de uma superfície encontram uma série de pontos de outra. - Segue a regra do côncavo-convexo!!! Giro: - Osso faz uma rotação sobre o eixo. - Ponto na superfície que se move faz um círculo à medida que osso gira. - Giro dificilmente ocorre de maneira isolada. Geralmente em combinação com rolamento. Compressão: - Uma superfície articular se aproxima da outra. - Diminuição do espaço articular. - Normalmente MMII e coluna. - Ocorre com a contração muscular = estabilidade articular - Favorece movimento do líquido sinovial para estruturas avasculares, nutrindo-as. - Compressão excessiva – lesão de cartilagem articular. Mobilização articular Movimentos acessórios passivos que compreendem giro, rolamento e deslizamento entre as superfícies articulares que promove a congruência articular diminuindo o atrito mecânico na articulação e diminuindo dor, edema e função do segmento comprometido. Objetivo: Restaurar o máximo de movimento livre, sem dor, em um sistema musculo esquelético em equilíbrio. Movimentos passivos articulares acessórios: Baixa velocidade, rítmicos com oscilações ou único movimento executado vagarosamente. Mobilizações passivas relaxadas: Realizada sob articulações livres, sem aderências articulares ou cicatriciais, retrações ou contraturas. Nenhum elemento se opõe ao movimento. Mobilizações passivas forçadas: Realizadas quando as articulações que não estão livres (aderências, retrações, contraturas, espasmos, dor) irão se opor ao movimento. Mobilização passiva forçada momentânea: Manobra rápida e enérgica utilizada para minimizar aderências e limitações articulares. São exemplos desse tipo de manobra as mobilizações utilizadas para reduzir fraturas e luxações e as utilizadas para manipulações. Mobilização passiva forçada mantida: Manobra que exige o posicionamento mantido da articulação também conhecido como tração. Barreiras Efeitos fisiológicos Restaurar a biomecânica articular: • Movimenta o líquido sinovial levando nutrientes para as partes avasculares da articulação. • Mantém a extensibilidade e a força de tensão nos tecidos articulares e periarticulares. • Inibe a ação dos nociceptores profundos e superficiais através de estímulos dos mecanoceptores articulares. Indicações • Hipomobilidade articular causada por processos degenerativos. • Dor e espasmo muscular. • Processos inflamatórios sem efusão articular. • Patologias que causam hipomobilidade articular progessica (ex. Artrite reumatóide). Contra-indicações • Qualquer lesão sem diagnóstico. Observar de novo os graus de mobilização!• Hipermobilidade articular. • Inflamações ou infecções na área. • Fragilidade óssea ou ligamentar. • Instabilidade articular. • Espondilolistese. • Aumento da dor irradiada. Prática Movimentos fisiológicos de forma passiva Obs: Podem ser realizados associados a tração articular Ombro: - Cápsula articular (capsulites adesivas - “Ombro congelado”). --> Ombro: Deslizamento. Mobilização escapular - Mobilizações circulares sentido horário e anti-horário - Mobilizações em sentido caudal e cefálico - Abdução/ Adução de escápula - Levantamento pela borda da escápula Mobilização de cotovelo - Tração associada a movimentos de flexo-extensão - Correção de valgo ou varo - Mobilização de rádio e ulna em extensão Mobilização de punho - Rádio e ulna - Deslizamentos rádio/ulna – metacarpo Mão - Carpo - Carpo-metacarpo - Metacarpo – falangenas - Interfalangeanas Quadril -------------------------------> - Distração caudal - Distração lateral Joelho - Deslizamento tíbia e fíbula - Mobilização com movimento Patela - Sentido crânio-cefálico - Sentido latero-lateral - Compressão - Distração Tornozelo - Mobilização calcâneo talar médio-lateral - Mobilização calcâneo talar latero-medial - Deslizamento tibio talar antero-posterior - Deslizamento tibio talar póstero-anterior Pé - Metatarsos - Metatarso – falangeana - Interfalangeana Coluna (pisiforme do terapeuta em cima do processo espinhoso) - Lombar / torácica Coluna cervical (polegar com polegar sobre o processo transverso)