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Apol Artes Integradas Artes Visuais, Música, Dança e Teatro

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Ques o 1/5 - Artes Integradas : Artes Vis uais , Músic a, Danç a e Teatro
Leia o seguint e fragmento de te xto:
“Ess a perform anc e pensada e arquitetada para o âm bito e duc ac ional, fragm enta e
despedaç a a c onc epção de s ujeito es c olarizado e c oloca o c orpo e s ua centralidade
na direç ão d e s ua es pontan eidade e natural idade. Tal ques o apres enta para es te
c am po a noção de um c orpo que es , que aparec e, dar-s e a ver, não dem andando
e sequer sendo pas s ível de ser enquadrado, ele es e ao es tar, oc upa um lugar no
es paç o inc om um s em que o m esm o se c onfunda no quadrado e em oldurado c o da
es c ola.
Ap ós est a aval i ação , c as o queira ler o texto int egralm ent e, ele est á dis ponív el em: SAN TOS, J os é Luiz de Souza - Per fo r man ce e
Vi o l ên ci a n a esco l a: r efl exões B akh ti n i an as . 2017. D is s ert ão (Mest rado). Set or de C nc ias H um anas da U niv ers idade F ederal do
Paraná . PPG em Educ ão U niv ers idade F ederal do Paraná, C urit iba, 2017, p. 34.
Obs ervando o exc erto ac im a e os c onudos do li vro -bas e Arte s Inte gradas s obre a
oc upação do corpo no tem po e es paç o, é c orreto afirmar que:
Nota: 20 .0
A
abandona r questõe s rela c ionadas à c orpore ida de é ne c es sá rio pa ra o
aprim oramento
da s c nic a s a rtística s.
B
a c orpore ida de fa z c om que o c é re bro tenha dificu ldades para e ntender a inte raç ão
entre o sujeito , o mu ndo e s eu tempo.
C
o termo c onhe c ido c om o c orpore idade d iz re speit o à forma como o c ére bro
rec onhe ce o
corpo e m re la ç ão a o mundo.
Vo ace rto u!
O termo co rpor eidade de fine a forma c omo o re bro rec onhe c e e utiliza o corpo
como
ins trume nto re lac ional c om o mu ndo. Nes sa definiçã o, o corpo nã o é visto a pena s
como
ins trume nto que tem a finalidade de ape rfe iç oar c nic a s de da nça , ma s ta mbé m
como uma
forma de o indiv íduo de se nvo lver e aprimora r a sua
pe rc e pção de mundo.” (livro-ba se , p. 21)
D
o c orpo é de sc onec tado das questõe s rela c ionadas a o proc esso de intera ç ã o e ntre
o suje ito e mund o.
E
corpo e corporeidade, a pe sa r da se me lhanç a ve rbal, s ão ele me ntos desc one c tados
um do outro.
Ques o 2/5 - Artes Integradas: Artes Vis uais , Música, Danç a e Teatro
Leia a pas s agem a s eguir:

“Nas últim as c adas, as pes quisas em danç a têm delineado divers os entendim entos
e leituras a fim de problematiz ar os traç os filos ófic os , s oc iais e artís tic os , entre outros
as pec tos , que c onstituem s eu pass ado, presente e, por que o, futuro . A
preoc up ão c om os caminhos determinados pela s is tematiz aç ão artís tic a da danç a,
no cas o aqui abordado, as li gaç ões e relaç ões entre o ba, as danç as m odernas
am eric ana e alem ã e a dança c ontem porânea, prom overam a reflexão ac erc a dos
c onceitos e pros itos de es truturas s is tem atiz adas c om o o balé e sua abordagem
c láss ica/tradic ional”.
Ap ós es ta aval i ação , c as o queira ler o t ex t o int egralm ent e, ele está dis ponív el em: F ER R EI R A, R ous ejanny da Silv a - B al é sob o u tr o s
ei xo s: c ont ex t os e inv es t igaç ões do c oreógraf o nort e-am eric ano W illiam F orsyt he (1949) ent re 1984 e 1 994. 2015. (D is s ert ão)
Program a de P ós -Gradu ão I nt erdis c iplinar em Perf orm anc es Cult urais da Es c ola de Músic a e Art es C ênic as da U niv ers idade F ederal
de Goiás , Goiânia, 2015. p. 16.
De acordo com a pas s agem ac ima e os c onteúdos do livro -bas e Arte s Inte gradas
s obre a danç a e s eus respec tivos prec urs ores , relac ione c orretamente os perc urs ores
abaixo às inf orm aç ões s obre eles:
1. Jean-Baptis te Lu lly
2. Marie- Anne Cupis de Cam argo
3. Is adora Dunc an
4. Marius Petipa
5. Lu ís XIV
( ) Princ ipal difus or do Ba Clás s ico.
( ) Fundou a Ac adem ia Real de Danç a.
( ) O m arc o inic ial da Danç a Mo derna s e dá a p artir de s eu es tilo d e danç a.
( ) Prim eira pess oa que ous ou encurtar as vestimentas para danç a.
( ) Inc luiu a figura fem inina c om o bailarinas nas montagens de danç a.
Agora, m arque a s equê ncia correta:
Nota: 20 .0
A
3 1 4 5 2
B
4 1 3 2 5
C
2 1 3 2 5
D
5 4 1 3 2
E
4 5 3 2 1
Você ace rtou!
A s equência corr et a é 4 5 3 2 1. [4] O balé cl áss ico, est ilo desenvolv ido na Rúss ia,
é uma uni ão do es t ilo nobre fran s com o v irt uosismo it aliano e t em n a fi gura d e Mari us Pe ti pa um dos s eus p rimeiros e
maiores difusores” ( livro-base, p . 29). [5] O balé foi, ent ão, a p rimeir a da a de esp et áculo, e in iciou sua t raj et ória com
Luís X IV, o Rei Sol, qu e fundou, no ano de 1661, a Acade mi a Re al de D an ça, a qual exist e at é hoje” (l ivro-base, p . 22). [3]
T emos, na figura da nort e-a meri cana Is ado ra Du n can (1877-1927), o início da d aa moderna. A cont ribui ção da
dançarin a não se dev e a sua t écni ca, m as ao que o est ilo de d aa p or ela p rop ost o rep resent ou” (livro -base, p . 33). [2]
Com o p assar do t emp o, foram s urgindo nomes de ba ilar inas que fiz era m a dif erenç a ao ous are m encurt ar s eus vest idos,
com o objet ivo de d esenvolver em sua t écni ca. Uma d as p rimeiras que t emp os not ícia é M arie -Anne Cup is de Camar go
(1710-1770), La C amargo, grand e bai larin a da ép oca. ( livro-base, p . 26). [1] Se gundo o livro-base u m “ fat or relevant e [...]
foi a inc lus ão de mu lheres co mo bai larin as , p or Je an -Bapti ste Lul l y (1632-1687), que t amm ass umiu a comp anhia
de Luís X IV, e m seu es p et áculo O triunfo do am or ” (livro-base, p . 23).

Ques o 3/5 - Artes Integradas: Artes Vis uais , Mús ic a, Danç a e Teatro
Veja o excerto de t exto:
“Com a Revol ão Franc es a e as guerras napoleônic as inaugurou - s e o movim ento
romântico. Na époc a, na Inglaterra, a Revoluç ão Indus trial ocasionou um a m udanç a
radical na soc iedade. Com iss o, o Rom antism o, um m ovim ento revoluc ionário, instituiu
novos c onc eitos de arte em rel ão aos exis tentes até então”.
Ap ós esta a vali ação , c as o queira ler o t ex t o int egralm ent e, ele es t á dis poní v el em : F R AN C O, N eil; F ER R EIRA, N ilc e Vieira C am pos -
Ev olução da D anç a no cont ex t o his t óric o: aprox im ões inic iais c om o tem a - R ep er tór i o , Salv ador, 26, p. 266-272, 2016. p. 269.
Com base no exc erto de texto e nos c onteúdos do livro -bas e Arte s Inte gradas sobre
tem as abordados na danç a as Revoluç ão Frances a, é c orreto afirmar que:
Nota: 20 .0
A
com a relig ião c atólic a e m pla na a sc e ns ão, após a Re voluçã o Franc es a,
inte ns if ica ra m- se a s
proib iç ões de de te rmina dos tema s na da nça , por e xemplo , o ocu lt ism o.
B
com o frac a sso de La Sy lp h id e , re prese ntada e m 1832 , to das a s obra s que
represe nta ram te ma s
re la ciona dos a o sobre na tura l ta mbé m fra ca ssa ra m.
C
com o insuc e sso de La S y lph ide , mu ita s o utras mo ntagens c om o mes mo tema
(ligad os ao
s obrenatural) deixara m de s ere m re pre se nta da s.
D
Gise lle, obra a prese ntada em 1841 , des enca de ou a e xc lu o do us o c enográfic o nas
montagens
e m da a , por se tra tar de um tema re lac iona do a o ocu lt ismo.
E
após a Re voluçã o France sa e c om o enfraquec ime nto do ca to lic ism o, o oc u lt ismo e
o
sobrenatura l tornara m-se te mas muito pres entes nos ba lé s desse período.
Vo ace rto u!
Esta é a que stã o c orre ta porque Após a Re voluçã o France sa , o pode r da relig iã o
ca lic a e nfraquec e u, e iss o pos sib ilitou a a borda gem de te ma s proib idos a então,
como o oc u lt ism o e o sobrenatura l, e nfatiza dos por me io de ce nários e fig ur inos.
[.. .] O s uc es so da re pre se ntaç ã o do sobre natura l no ba lé româ nt ico , oc orre u no a n o
de 1832 , com a mo ntagem de La Sy lph id e , ambie ntado e m u ma flore sta iluminada,
ha bitada por espír it os. Esse ce ná rio fantás tic o dese nca de ou uma ve rdadeira
epidem ia de montagens se melhantes , a t in g indo o áp ic e e m 18 41 com G ise lle, obra
que dese nvolveu tod os os e lementos que e s trutura ria m o balé româ ntic o (livr o-
ba se , p. 28)
Ques o 4/5 - Artes Integradas: Artes Vis uais , Mús ic a, Danç a e Teatro
Leia a c itaç ão: