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AV OFICINA LITERÁRIA

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1a Questão (Ref.:201807246010)
Acerto: 1,0 / 1, 0
Qual das altern ativas é a def inição efetiva de DENOT AÇÃ O?
Uso subj etivo de pa lavras q ue aju stam o seu sig nif icado ao co ntexto onde e stão
empregada s
É uti lização da pa lavra em ambie ntes de e scrita técni ca e reg ional.
Uso da pa lavra p ara d ecorar text os, sem q uakquer comp rom isso com o sent ido
Uso da pa lavra e m seu sentid o l iteral, re al. Tal como se apresent a no dicion ário.
É a omi ssão d as pa lavras pa ra que o inter locutor invente a sua ocorrê ncia
Gabarito
Coment.
2a Questão (Ref.:201807244352)
Acerto: 0,0 / 1, 0
O poem a abaix o faz pa rte d o livro Rosácea (198 6), da es critora Oride s Fonte la. Leia -o
atentame nte.
Lembrete s,
"É imp ortante a cordar
a temp o
+++++
é import ante pe netrar
o tempo
++++
é import ante v igiar
o desabro char d o desti no."
FONTE LA, Orides. Trevo (196 9-1 988). São Pa ulo: Duas Cidad es, 1 988.
Em cada estrofe, a esc ritora nos le mbra de alg o importa nte a cerca da vida humana. Exp lique a
que atitude s, comport ament os ou momento s da ex istê ncia a e scrito ra se re fere em cada uma
das três e strofes do poe ma, na orde m em q ue apare cem.
Deixar a vida pa ssar / Dom inar o tempo / Enxerg ar a r ealid ade.
Perceber o dec orrer da vida / domi nar o te mpo / enxerg ar a realid ade.
Isolar-s e da vi da e de ixá- la pas sar
Enxergar a rea lidade / per ceber o d ecorrer d a v ida / de ixar a vida pa ssar.
Enxergar a rea lidade / d ominar o temp o / per ceber o dec orrer d a vida.
3a Questão (Ref.:201807244553)
Acerto: 1,0 / 1, 0

A Literat ura e a vida re al se c onfu ndem na medida em que fat os d o dia a d ia são r econhe cívei s
nas linha s d os roman ces e ver sos de poe mas. Conflitos e tensões que at ingem as pess oas são
os mesmo s que, através do s tempo s, faze m parte d a co nstru ção lite rária. O que foi d ito,
basica mente tem a ver com o conc eito de:
cathars is
pontuaçã o
adjetiv ação
mimese s
observa ção
Gabarito
Coment.
4a Questão (Ref.:201807244357)
Acerto: 1,0 / 1, 0
Carta XIII ¿ A o Re i D. João I V ¿ 4 de abri l de 16 54 "(...) Torna ndo ao s índi os do Pará, do s
quais, como di zia, se serve q uem a li gove rna c omo se foram seus e scravos, e os tra z quase
todos ocup ado s em s eus interesse s, prin cipa lmente n o dos tabac os, obriga - me a consc iênc ia a
manifestar a V. M. o s grandes pecado s que p or oc asião d este s erviço se comete m.
Primeirame nte nenhum dest es índi os va i senã o viole ntad o e por força, e o traba lho é e xcess ivo,
e em que tod os os a nos morre m m uitos, po r ser ve nen osí ssimo o va por do tab aco: o rigor com
que são tratad os é ma is que de escr avos; os no mes que lhe s cha mam e q ue ele s mu ito sente m,
feiíss imos; o co mer é quase nenhu m; a p aga t ão lim itada que não satisfa z a me nor parte do
tempo nem do trab al ho; e como o s tabaco s se lavr am se mpre em terr as fortes e nova s, e mu ito
distante d as a ldeias, estão os índi os ause ntes d e sua s m ulheres, e ord inariament e e les e e las
em mau estado, e os filhos se m quem o s sustente, porq ue não têm os pais tempo p ara fazer
suas roça s, co m que a s alde ia s estão se mpre em grand í ssima fome e miséri a. Tam bém assim
ausentes e div ididos não pode m os índi os ser do utr inado s, e vivem sem conhe ciment o da f é,
nem ouve m mi ssa ne m a tê m para a ouv ir, nem se co nfessa m pela Quaresm a, ne m recebe m
nenhum outro sacra mento, aind a na morte; e assi m mor rem e se vão a o Infern o, sem haver
quem te nha cu idad o de se us corpos nem de suas alm as, send o junta mente causa est as
crueldade s de que m uitos índio s já cri stãos se ausenta m de suas povoaç ões, e se vão p ara a
gentil idade, e de que os ge ntios do sert ão nã o quei ram v ir para nós, te mend o -se do traba lho a
que os obr iga m, a que eles d e nenh um m odo sã o costu mado s, e as sim se vê m a perde r a s
conversõ es e o s já co nvertid os; e os que g overna m são os pri me iros que se perde m, e o s
segundos serão os q ue os consentem; e isto é o que cá s e faz hoje e o que se fe z até ag ora.¿
Padre Anto n io Vieira. Carta XIII. 1949 A pa rtir des se fra gmento, pode mos pe rceber que Pa dre
Antoni o Vieira:
Assume a no ção de q ue o ín dio é u m ser infer ior
Baseia- se na re alid ade que v ive e tece u m dis curso de d enún cia
Transfor ma a rea lidade que o cerca, para comp or uma imagem literári a
Assume uma p ostura abstrat a, afast and o o tex to da rea lidad e
Baseia- se na re alid ade para iso lar- se dela
Gabarito
Coment.
5a Questão (Ref.:201807244413)
Acerto: 1,0 / 1, 0
O ______ ____ __deve ap rese ntar or igina lidade: Ele deve ser um mode lo, su scitar a adm iraçã o
ou o desgo sto, o amor ou o ódio. É precis o prov ocar u ma rea ção f orte no ínt imo do leitor(...). O
personagem deve ter certa proxim idade c om o leitor. Para que o le itor se ident ifique com o

personagem, dev e haver caracter í sticas c omun s e gera is, própr ias de todo ser hum ano (a mor,
sensib ilidade, et c.).
Marque a alter nativa q ue cont enha o vocáb ulo q ue pree ncha corretamente a la cuna:
narrad or
clímax
herói
personagem
enredo.
6a Questão (Ref.:201807244589)
Acerto: 1,0 / 1, 0
Quanto a o gê nero ép ico, não pode mos d izer q ue:
O texto ép ico é o espaç o de repre senta çã o da co letividad e
Expres sa, sempre, o interesse naci onal e social
Há, também, u ma atm osfera marav ilhosa onde o sobren atura l toma form a
É uma narr ativa de caráter herói co, grand ioso
Neste un iverso narrativ o, o homem só tem espaç o com o ser ún ico, ou seja, como
portado r de um a ind ividual idade
Gabarito
Coment.
7a Questão (Ref.:201810188934)
Acerto: 1,0 / 1, 0
Enquanto a epopeia é o espaço da representação da coletividade, o romance é o
espaço de representação:
do realidade.
da individualidade.
da impessoalidade.
do inconsciente.
da consciência.
8a Questão (Ref.:201807244423)
Acerto: 1,0 / 1, 0
Herde iro da__ ____ _ , o rom ance moderno é tip icamente um gêne ro ____ , a ssim como
a______ e o___ __ . No roman ce, uma____ ____ pode s urgir em mei o a hist ória e des apare cer
depois de cumpr ir s ua funçã o. Outr a dist inção importa nt e é que no rom ance o fina l é um
enfraquec imento de uma combinaç ão e ligação de e leme ntos heter ogên eos.
epopé ia, nove la, conto, pers onagem, narr ativo
epopé ia, nove la, narr ativo, c onto, per sonage m
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