AVALIAÇÃO 2 DE ADM
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13/04/2019 EPS
simulado.estacio.br/alunos/ 1/2
CCJ0011_201408131471 V.1
Disc.: DIREITO ADMINISTRATIVO II
Aluno(a): FRANCISCO DAS CHAGAS FELIX VIANA Matrícula: 201408131471
Acertos: 0,4 de 0,5 Início: 13/04/2019 (Finaliz.)
1a Questão (Ref.:201408227938) Pontos: 0,1 / 0,1
(OAB /CESPE)- Acerca da desapropriação, assinale a opção correta.
Desapropriação indireta é o fato administrativo por meio do qual o Estado se apropria de bem particular, sem
a observância dos requisitos da declaração e da indenização prévia.
Na desapropriação por interesse social para fins de reforma agrária, serão indenizadas por título da dívida
pública não apenas a terra nua, mas também as benfeitorias úteis e necessárias, sendo que as voluptuosas
não serão indenizadas.
Os bens públicos não podem ser desapropriados.
Na desapropriação por zona, devem ser incluídos os imóveis contíguos ao imóvel desapropriado, necessários
ao desenvolvimento da obra a que se destina.
2a Questão (Ref.:201408228008) Pontos: 0,1 / 0,1
(OAB) - Assinale a opção correta acerca de desapropriação:
Os bens públicos não podem ser desapropriados.
A desapropriação indireta, forma legítima de intervenção na propriedade, é realizada por entidade da
administração indireta.
A desapropriação de imóveis urbanos pode ser feita mediante prévia e justa indenização, permitindo-se à
administração, caso haja autorização legislativa do Senado Federal, pagá-la com títulos da dívida pública.
Em caso de desapropriação por interesse social para fim de reforma agrária, deve haver indenização,
necessariamente em dinheiro, das benfeitorias úteis e das necessárias.
3a Questão (Ref.:201408845048) Pontos: 0,0 / 0,1
RECURSO EXTRAORDINÁRIO RETIDO ¿ DECISÃO INTERLOCUTÓRIA ¿ BAIXA DO PROCESSO À ORIGEM. 1. O artigo
542, § 3º, do Código de Processo Civil, com a redação dada pela Lei nº 9.756, de 17 de dezembro de 1998,
preceitua: O recurso extraordinário, ou o recurso especial, quando interpostos contra decisão interlocutória em
processo de conhecimento, cautelar, ou embargos à execução ficará retido nos autos e somente será processado se o
reiterar a parte, no prazo para a interposição do recurso contra a decisão final, ou para as contrarrazões. O acórdão
proferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro diz respeito a apreciação de agravo de instrumento
interposto contra decisão que, em ação de desapropriação, condicionou a imissão provisória na posse à realização de
perícia. No caso, o acórdão mostrou-se interlocutório. Observe-se, mais, a inexistência de risco irreparável. Houvesse
a possibilidade de prejuízo inafastável, não se imporia a retenção. Cumpre, portanto, o sobrestamento deste recurso
e a baixa do processo à Corte de origem, para que se observe o preceito acima. 2. Publiquem. Considerando a
Imissão Provisória na Posse na Desapropriação afirma-se: I - Para que a Administração possa ser imitida na posse do
bem expropriado é necessária a declaração de urgência e o depósito do valor da proposta incial. II ¿ ocorre na fase
delaratória. III ¿ uma vez imitido na posse o expropriante, o expropriado não poderá retirar mais de 80 % do valor
depositado, sob pena de presunção de concordancia e homologação do acordo. É correto o que se afirma em:
Afirmativas I e III, apenas.
Afirmativa I, apenas.
Afirmativas I, II e III.
Afirmativas II e III, apenas.
Afirmativa III, apenas
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4a Questão (Ref.:201408364996) Pontos: 0,1 / 0,1
(OAB-FGV-) Assinale a alternativa correta.
Segundo comando constitucional, nos casos de "desapropriação confisco", as terras desapro priadas devem
integrar, de forma permanente, o patrimônio do ente federativo expropriante, que deverá utilizá-las para o
cultivo de produtos alimentícios e medicamentosos.
A declaração expropriatória, nas desapropriações por utilidade pública, é o marco para a indenização das
benfeitorias necessárias. Essas serão indenizadas se realizadas até a data da publicação da declaração.
O decreto que declarar o imóvel como de interesse social, para os fins de reforma agrária, autoriza desde já
ao Município propor a ação de desapro priação.
As desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa indenização. No entanto, caso o
imóvel não esteja cumprindo sua função social, poderá o Poder Público Municipal, após a aplicação de outras
medidas previstas na Constituição Federal, desapropriar o imóvel com pagamento mediante títulos da dívida
pública de emissão prévia, aprovada pelo Senado Federal, com prazo de resgate de até 10 anos, em parcelas
anuais, iguais e sucessivas, assegurados o valor real da indenização e os juros legais.
Segundo jurisprudência dos Tribunais Superiores, a imissão provisória do Poder Público no bem, em
procedimento expropriatório, na desapropriação por utilidade pública, é inconstitucional à luz da Constituição
Federal de 1988.
5a Questão (Ref.:201408227847) Pontos: 0,1 / 0,1
(OAB/CESPE) - A promotora M.B. da Vara de Execuções Penais, pediu à justiça novo mandado de prisão contra
C.E.T.L., de 18 anos de idade, um dos cinco supostos envolvidos detidos pela morte do menino. Ela solicitou a
regressão do regime semi-aberto do suspeito, que era condenado pelos crimes de roubo,furto e tentativa de furto. Se
o pedido for aceito, ele voltará a cumprir pena em regime fechado. Como justificativa para o pedido, a promotora
argumentou que C.E.T.L. estava foragido na noite em que supostamente dirigia o carro roubado que arrastou a
vítima, presa a um cinto de segurança, pelas ruas da Zona Norte do Rio. Desde o dia 28 de dezembro do ano
passado, o suspeito estava foragido porque não havia passado a noite na Casa do Albergado. Fluminense
online.internet: (com adaptações). Tendo em vista a responsabilidade civil do Estado, assinale a opção correta a
propósito do caso descrito no texto acima.
Conforme consta do texto apresentado, para que haja a responsabilização civil do estado do Rio de Janeiro,
há de se provar culpa.
Há responsabilidade objetiva do estado do Rio de Janeiro, diante da falta de fiscalização do cumprimento da
pena em regime semi-aberto.
Haveria responsabilidade civil do estado do Rio de Janeiro mesmo se, sem a colaboração do citado fugitivo, o
evento ocorresse da forma como ocorreu.
Para o STF, na hipótese de um dos possíveis responsáveis pelo crime ser policial militar, utilizando-se
ilegalmente de arma de fogo da corporação anteriormente furtada por terceiros, haveria a responsabilidade
objetiva do estado do Rio de Janeiro, mesmo que o referido policial estivesse de folga.