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Práticas em laboratório virtual
(Psicologia geral e experimental – Mariana Samelo)
Nome: Ana Isabel dos S. Martins Turma: P RA: D06490-8
Nome: Cristie Alonso Turioni Turma: Q RA: C7952G-4
Campus: Rangel
Psicologia 3º
Abril 2017 
Santos-Sp
Sumário
Introdução.............................................................................................3
Método.................................................................................................11
Resultados...........................................................................................13
Conclusão............................................................................................19
Referencias..........................................................................................20
Introdução
Quando aprendemos sobre comportamento respondente, notamos que é desenvolvido por meio de condicionamento, ou seja, a capacidade de aprender. Agora analisaremos outro tipo de aprendizagem: o condicionamento operante.
O condicionamento operante é o comportamento que produz consequências e é afetado por elas. Pois esse comportamento é de muita importância para entendermos como aprendemos e desenvolvemos nossa personalidade.
O comportamento operante produz mudanças no ambiente, como por exemplo: apertar um botão e chegar o elevador. E esse comportamento gera consequências que vão intervir nos acontecimentos futuros. Essa consequência é apenas uma dentre muitas que ocorrem no nosso dia a dia.
Esses tipos de consequências citados a cima, são exemplos de reforço. O reforço ocorre quando se aumenta a probabilidade desse comportamento voltar a acontecer ou se extinguir. Para confirmamos que determinado estímulo se trata de um reforçador, ou uma resposta de um reforço, temos que entender muito bem sua ligação entre comportamento e consequência.
Também podemos citar os reforçadores naturais e arbitrários. Reforçadores naturais ocorrem quando a resposta está ligada diretamente ao comportamento em si. Já quando a consequência ocorre de forma indireta ao comportamento chamamos de arbitrário. Mas além de aumentar a presença de determinado comportamento reforçado, também ocorrem outras decorrências.
Uma é a diminuição da frequência de outros comportamentos, o que ocorre quando você liga para alguém e essa pessoa não atende, você mantém essa atitude mais algumas vezes, até que desiste. E o outro é a diminuição da variabilidade na forma da resposta reforçada, o que ocorre na maioria das nossas atividades do dia a dia, provavelmente as executamos no mesmo jeito, como escrever e falar.
Porém, em certos casos nós suspendemos o reforço, e esse comportamento diminui ou se extingui, sendo chamado de extinção operante. Isto é, quando a suspensão de uma resposta reforçadora que foi produzida por um comportamento, tem como efeito o retorno do comportamento ao nível operante. Isto ocorre quando fazemos um pedido, mas ele não é atendido, muito provavelmente emissão acabará.
Só que é muito comum ocorrer à resistência a extinção, devido a três fatores: número de reforços anteriores, o que o próprio nome define, significa quanto mais vezes o reforço foi executado, mais difícil será de extinguir esse comportamento. Segundo fator, é o custo da resposta, quanto mais esforço é feito para ocorrer um comportamento, mais facilmente será a sua extinção. E o terceiro e último é o esquema de reforçamento, quando um comportamento às vezes é reforçado e outras não, se tornando resistente a extinção.
E também há mais um conceito que podemos citar sobre a aquisição de comportamento, que é a modelagem. A modelagem é uma técnica usada para se ensinar um comportamento novo por meio de reforço de aproximações sucessivas do comportamento-alvo, como por exemplo, os pais reforçando a fala do bebê.
A partir de agora, trataremos do outro assunto, vamos falar sobre controle de estímulos. Como em situações diferentes emitimos comportamentos diferentes. Mas temos que sempre lembrar que o ambiente exerce controle sobre o indivíduo, o que altera a probabilidade de seu acontecimento. Como por exemplo, contar piadas na frente dos amigos, mas não na da família. Veremos a seguir em quem contexto ocorre o comportamento.
Estabelecemos que comportamento operante como o que gera mudanças no ambiente e que é afetado por elas, mas não atribuímos ao contexto em que eles ocorrem. Quando tratamos do contexto, passamos a falar de comportamentos operantes discriminados, ou seja, os que são emitidos dentro de um determinado contexto, produzindo consequências reforçadoras, por exemplo, responder a uma pergunta apenas quando ela é feita.
 Aos estímulos que ocorrem antes do comportamento e controlam o seu acontecimento chamamos de estímulos discriminativos, como o que ocorre quando vemos o sinal vermelho e freamos o carro. 
Acrescentando esse termo na contingência, passamos a conhecer a unidade básica da análise do comportamento: a contingência de três termos. Grande parte do comportamento dos indivíduos só pode ser entendida corretamente se relacionarmos ao contexto, à resposta emitida e sua consequência.
Um processo comportamental básico dos organismos é a discriminação operante, processos no qual respostas específicas acontecem com estímulos específicos. Como abrir uma garrafa de refrigerante girando a tampa. Assim fica entendido que, estímulos antecedentes controlam qual resposta produzirá uma consequência reforçadora. 
Todos os comportamentos operantes, dos mais simples, aos mais complexos, serão analisados segundo a contingência tríplice, ou seja, uma circunstância, uma resposta e uma consequência (O – R > C). Onde O representa ocasião; R resposta; C consequência. 
Já quando os estímulos indicam que a resposta não será reforçada, isto é, apontam a indisponibilidade do reforço chamamos de estímulo delta. Por exemplo, quando está com a sua mãe, não dizer “pai”. 
Agora veremos que o controle discriminativo de estímulos ocorre quando algum comportamento tem alta possibilidade de acontecer na presença do estímulo discriminativo e baixa na presença do estímulo delta. Um exemplo de discriminação que desenvolvemos cedo diz respeito ao comportamento de pedir algo ao pai. 
Desde cedo aprendemos a discriminar expressões faciais de nossos pais. Entendemos que “cara feia” é um estímulo delta, e que uma “cara boa” é um estímulo discriminativo, ambos para pedir algo. E aprendemos isso, pois passamos por um treino discriminativo, cujo, compreende em reforçar um comportamento na presença de um estímulo discriminativo, e extinguir o mesmo na presença de um estímulo delta. Logo, quando o pai está com uma “cara boa”, é um bom momento para pedir algo, já quando ele está com uma “cara feia”, não é tão um momento tão bom. 
Baseado nisso, podemos dizer que se estabeleceu um controle de estímulos, pois passamos a controlar nosso comportamento para que quando desejarmos algo será pedido no momento certo. 
Um fato do controle de estímulos é que, se conseguimos abrir uma garrafa de rosca girando a tampa for reforçado, é possível que quando virmos outra garrafa com tampa de rosca tentará abrir girando a tampa. Isso é chamado de generalização de estímulo operante, isso ocorre quando baseamos estímulos em suas semelhanças físicas, como por exemplo, quando temos vários modelos de celulares diferentes juntos, mas preciso fazer uma ligação e escolho um deles. Vou usar esse celular do mesmo modo que usei outro no passado. 
Uma particularidade da generalização é que ela é mais possível de acontecer quanto mais parecido o novo estímulo for do estímulo discriminativo inicial. 
Mas assim como a generalização, há outro tipo de classe de estímulos, as classes funcionais, que é uma classe em que estímulos que não se parecem, mas tem a mesma função, a mesma utilidade, podendo exemplificar, dizer “instrumento musical” na presença de qualquer objeto que sirva para tocar música. 
A Análise do Comportamento entende como termos psicológicos,como a atenção de forma diferente das visões tradicionais da psicologia. Para a Análise do Comportamento, não existe um processo mental chamado “atenção”. Ter atenção é agir conforme determinado controle de estímulos. Pode-se dizer que se prestou atenção em um filme, quando após vê-lo, consegue-se discutir sobre ele. 
Agora tratando do conceito de abstração, para Skinner é, responder sob o controle de determinadas propriedades de um estímulo, e não sob o controle de outras. Tomando com exemplo a palavra “mesa”, ao fala-la, na presença de qualquer mesa independente de cor, tamanho, textura, etc. 
Mas uma abstração também pode ser estipulada como uma generalização dentro da mesma classe e uma discriminação entre classes diferentes. Como por exemplo, quando uma pessoa chama de ventilador diferentes tipos de ventiladores, logo ela está generalizando uma classe de ventiladores. Juntamente essa pessoa deve discriminar entre ventiladores e estímulos, para alguém compreender isso, é necessária que ocorra reforçamento adicional para incluirmos novos ventiladores a classe de ventiladores e reforçamento diferencial para anular a resposta “ventilador”. Dessa maneira, o reforçamento adicional garante generalização, e reforçamento diferencial, faz a discriminação entre as classes diferentes. 
Chamamos de reforço às consequências que amplificam a possibilidade de um comportamento acontecer, mas algumas consequências são naturalmente reforçadoras. No entanto, grande parte dos comportamentos operantes que ocorrem no ambiente natural não tem como consequência a formação de um reforço incondicionado. 
Pegamos como exemplo, quando você está em um restaurante e vê o garçom, você o chama, e quando ele vem lhe atender, é feito o pedido. Chamamos isso de cadeia de respostas (cadeia comportamental), que são uma sequência de respostas necessárias para a produção de um reforçador. 
Portanto, ver o garçom se torna um reforço condicionado para o comportamento de fazer o pedido. Concluindo assim, de que o reforço condicionado possui duas funções: consequência reforçadora para o comportamento que gera; e estímulo discriminativo para o acontecimento do próximo comportamento. 
Alguns reforçadores condicionados podem servir de oportunidade para muitas respostas diferentes, chamamos tais reforçadores de reforçadores condicionados generalizados, que são reforçadores, pois, ampliam a chance de ocorrência de uma resposta; é condicionado porque depende de uma aprendizagem; e generalizado, pois, serve para respostas variadas. Tomando com exemplo o dinheiro, pois funciona como ocasião para inúmeros comportamentos. 
Nem todas as respostas são reforçadas quando emitidas, isto é, muitos de nossos comportamentos são apenas intermitentemente reforçados; logo, um comportamento não precisa ser reforçado todas às vezes para ocorrer novamente. O conceito de esquema de reforçamento refere-se a que condições uma resposta deve atingir para que haja o reforçamento. 
No esquema de reforço contínuo, toda resposta é seguida de um reforçador. Como, aquele namorado que aceita a todos os convites de sua namorada. Nesse caso, é dito que a resposta (convidar) sempre é seguida de um reforçador, sendo assim, continuamente reforçada. Logo, as diferenças entre o esquema contínuo e o esquema intermitente são que, no contínuo, toda vez que o comportamento ocorre, ele é reforçado; já no esquema intermitente algumas respostas são reforçadas, e outras não.
Os principais esquemas de reforçamento intermitente são razão fixa (FR), razão variável (VR), intervalo fixo (FI), intervali variável (VI). 
Os esquemas de razão se determinam por demandarem de certo número de respostas para apresentar um reforçador. No esquema de razão fixa (FR), o número de respostas requisitadas para a apresentação de um reforçador é sempre o mesmo. Por exemplo, na aula de educação física, para poder beber água devesse dar cinco voltas na quadra, então, a cada cinco voltas pode sair. Já na razão variável (VR), o número de respostas para cada reforçador se modifica, o que é muito mais comum no nosso cotidiano. Como fazer a barba, escovar os dentes, fazer pedidos, jogar e ganhar. 
Já nos esquemas de intervalo, o número de respostas não é relevante, sendo suficiente apenas uma resposta para obter o reforçador. No esquema intervalo fixo (FI), a condição para que uma resposta seja reforçada é o tempo decorrido desde o último reforçamento. Ou seja, os reforçadores estarão disponíveis depois de transcorridos intervalos fixos desde o último reforçador. Por isso é difícil indagar exemplos desse tipo de esquema, devido ao nosso ambiente variável.
O esquema de intervalo variável (VI) é semelhante ao IF, com a diferença de que os intervalos entre o último reforçador e a próxima disponibilidade não são os mesmos, são variáveis. Tomando como exemplo achar uma música boa no rádio mudando de estação, nossa resposta de trocar de estação é reforçada por achar uma música que gostamos. 
Diariamente, os reforçadores não ficam disponíveis sem tempo definido. Um meio metodológico em experimentos para aumentar a semelhança entre a situação cotidiana e a situação experimental é o tempo de disponibilidade, o qual reproduz um limite temporal para a resposta ser emitida. 
Normalmente, os esquemas de reforçamento intermitente geram uma frequência de respostas maior que os esquemas de reforçamento contínuo. Isso se sucede por duas razões: no reforçamento intermitente apenas algumas respostas são reforçadas, tendo uma relação maior de repostas por reforço, o que produz uma frequência maior de respostas; já quando o comportamento é estimulado por reforçadores primários ou incondicionados (por exemplo: alimento), o saciamento ocorre mais rápido em CRF, pois o organismo tem mais reforçadores com menos respostas. Mas existem exceções a essa regra, alguns esquemas temporais de reforçamento, como intervalo, podem produzir uma frequência menor de respostas, que a vista em CRF, quando esse intervalo é muito longo. 
O reforçamento contínuo é mais eficiente para a aprendizagem de um novo comportamento do que o intermitente; por exemplo: quando um lutador vai fazer um novo golpe para receber uma reação positiva, é necessário que o professor reforce continuamente para que o mesmo aprenda. Sem discordar sobre a aprendizagem através do reforçamento intermitente, mas o esquema ideal para a formação de novos operantes é o reforçamento contínuo. 
Os esquemas intermitentes, são ideais para continuidade da resposta, logo, aumentam a resistência à extinção; este termo relata o número de respostas emitidas sem reforçamento antes que seu comportamento retorne ao nível operante. No dia a dia: quantas vezes insistimos em fazer algo que não dá certo. Nos esquemas de reforçamento intermitentes, muitas respostas não são reforçadas, o que torna mais difícil a discriminação entre o reforçamento intermitente e o não- reforçamento da extinção. 
A extinção após reforçamento contínuo produz um aumento na frequência de respostas e depois a resposta deixa de acontecer rapidamente. Já a extinção após reforçamento intermitente produz efeitos mais brandos, a diminuição na frequência do responder é mais lenta. 
Os quatro esquemas apontados até agora geram um padrão de comportamento característico em estabilidade. Nos esquemas de reforçamento, existem dois tipos de dados: dados de transição e estado estável.
 Dados de transição são aqueles observados quando o organismo acabou de ser sujeitado a um novo esquema de reforçamento. Logo, seu padrão comportamental carregará particularidades da contingência antiga e da nova; portanto seu comportamento não estará adaptado ao novo esquema de reforçamento. Já o estado estável, significa que um comportamento já se adaptou ao novo esquema e que não mudará mais. 
Os seguintes padrões comportamentais são observados no estado estável.
O padrão FR é descrito por produzir uma taxa alta de respostas, assim, quanto mais o organismo responder, mais reforço conseguirá. Portanto, como o reforço depende do organismo,se ele responder com agilidade, será reforçado imediatamente e frequentemente. Assim teremos uma taxa alta de respostas.
Já o padrão VR é caracterizado por falta de pausas ou pausas curtas. Isso acontece, pois, não há como discriminar se o número de respostas para o próximo reforço é grande ou pequeno, visto que é variável. Então como o organismo foi reforçado com poucas respostas no passado, o último reforçador não demonstra que as respostas seguintes serão reforçadas. Deste modo, as pausas são bem menores, ou inexistentes. 
O padrão FI, é o esquema que fornece as menores taxas de respostas por dois motivos: não é requisitado um número de respostas para a aquisição do reforço, logo, não muda nada responder muito ou pouco, mas sim no momento certo; e o segundo motivo, é o esquema que produz as maiores pausas depois do reforçamento, visto que a discriminação temporal entre o reforçamento e o não- reforçamento é simplificada pela regularidade das durações dos intervalos entre reforçamento. 
E no padrão VI, é produzido um padrão com uma taxa alta de respostas. Já que o organismo não pode presumir quando o reforçador estará disponível, ele responderá o tempo todo. Caso não responda, perderá o reforço; logo, ele continuará respondendo o tempo todo. 
Nos esquemas de razão, quanto maior o valor do esquema, maior a frequência de respostas e maiores serão as pausas após o reforço. Já nos esquemas de intervalo, quanto maior o valor do esquema, maiores serão aas pausas depois do reforço, e menores serão as frequências de respostas. 
Há dois tipos de esquemas, no qual o reforço é liberado independente de resposta específica. São esquemas temporais, isto é, o reforço é apresentado de tempos em tempos, sem a necessidade da emissão de uma resposta, por exemplo: eventos climáticos. São reforçadores apresentados em esquemas não- contingentes; ou seja, o reforço é realizado, sem a emissão de um comportamento. 
Há esquemas criados para controlar a velocidade das respostas do organismo. Esses esquemas usam o reforçamento diferencial, no qual não se trata de uma resposta específica, mas sim, a velocidade com que ela foi emitida. Isto é, nesses esquemas, a velocidade da resposta é reforçada. 
O reforçamento diferencial de altas taxas de respostas (DRH), foi desenvolvido para produzir um responder rápido, sendo assim, apenas taxas altas de respostas rápidas será reforçado. Seu esquema necessita de um número de respostas para liberar o reforço, tendo um desempenho parecido com o esquema de razão. Contudo o DRH possui uma condição extra: esse número de respostas deve ser produzido em um tempo predeterminado, para o reforço ser apresentado. 
Em reforçamento diferencial de baixas taxas de respostas (DRL), as respostas serão reforçadas se tiverem um espaço temporal, ou seja, o organismo deve esperar um tempo desde o último reforço para responder; senão, além de não ser reforçado no momento em que responde, perde o próximo reforçador. O DRL é similar ao esquema de intervalo fixo, sendo assim, as respostas são reforçadas em intervalos fixos. 
Já em reforçamento diferencial do outros comportamentos (DRO), é o principal meio de reduzir a frequência de um comportamento sem usar de punição. Resume-se em reforçar todos os comportamentos, menos aquele que deseja diminuir a frequência. É uma combinação de extinção para o comportamento indesejado e reforço para outros comportamentos. O DRO é mais adequado como forma de reduzir a frequência do comportamento em relação à punição e á extinção, pois produz menos efeitos colaterais, como respostas emocionais e contracontrole. Esse esquema é muito usado para reduzir a frequência de comportamentos autolesivos. 
Existem esquemas que incluem a combinação de mais de um esquema, como os múltiplos, os mistos, os encadeados, concorrentes e de segunda ordem. Esses esquemas compostos foram criados para retratar com maior precisão as situações do nosso cotidiano. A diversidade de situações que ocorrem no nosso dia- a- dia não é fácil de relatar. Com isso, os esquemas tentam simular de forma mais real a complexidade dos determinantes do comportamento. 
No esquema múltiplo e esquema misto, ocorre a alternância de mais de um esquema de reforçamento. Cada um dos esquemas fica em vigor por um período de tempo. Além disso, cada um dos esquemas é sinalizado por um estímulo diferente, mas a resposta solicitada é sempre a mesma. Os esquemas múltiplos são usados para estudar o controle de estímulos antecedentes sobre o comportamento operante. 
Os esquemas mistos seguem o mesmo raciocínio dos esquemas múltiplos, porém, ao contrário do múltiplo, no misto, não há estímulos discriminativos que revelam qual esquema está em vigor. O organismo deve discriminar o esquema em atuação pelo próprio contato com a contingência. 
Os esquemas encadeados foram desenvolvidos para estudar cadeias comportamentais. A maioria dos nossos comportamentos está aplicada em longas cadeias de respostas. Um fato fundamental nas cadeias de respostas é que o reforço de um comportamento é o estímulo que sinaliza o comportamento seguinte, assim como nesse esquema. Nos esquemas encadeados, cada componente também está em vigor em um determinado momento; porém eles surgem sempre na mesma ordem, e o acontecimento de um depende da ocorrência do anterior. 
Esquemas concorrentes são os mais importantes em nossas vidas. Falamos sobre eles quando temos dois ou mais fontes de reforço disponíveis ao mesmo tempo. Neste esquema, um reforço não depende de outro. Quando citamos esquemas concorrentes estamos alegando á escolha, à preferência. Estudar este esquema nos ajuda a entender melhor por que as pessoas tomam decisões. Como por exemplo: decidir se vai jogar futebol ou se vai ao cinema.
Já na lei de igualação, tratamos de como os organismos arranjam seus comportamentos em situações onde há esquemas concorrentes. Sua suposição básica é que há uma relação de proporção entre comportamento e reforço. Tendo como exemplo: ler três vezes mais livros de ficção científica do que de poesia. 
Método
Sujeito: Rato Maslow, aproximadamente três meses de vida, inexperiente experimentalmente, agitado. Pelos brancos, olhos avermelhados, rabo cumprido e orelhas rosadas.
Ambiente, materiais e instrumentos: O experimento foi realizado em um laboratório de informática, através do programa Sniffy Pro, versão 2.0 onde Maslow se encontra em um ambiente aparentemente de metal com bebedouro, comedouro, caixa de som e barra para pressionar. Realizamos esse procedimento usando a Apostila de Práticas em Laboratório Virtual onde contém as instruções necessárias para realizar os testes, utilizando um cronometro para marcar o desempenho de Maslow.
Procedimento: Iniciamos o procedimento pela Prática 1: Nível Operante, esta prática tem como objetivo observar e registrar o comportamento do sujeito experimental, antes que ele passe por qualquer manipulação ambiental. Observando-o por 10 minutos, suas atividades cujo farejar, levantar-se, limpar-se, beber água, tocar a barra e pressionar a barra, anotando quantas vezes o próprio emitia tais comportamentos. 
Após esta etapa, prosseguimos para a Prática 2: Treino ao Comedouro, com o objetivo de treinar Maslow para aprender a associar o som do alimentador, pressionando a barra de espaço do teclado sempre que ele se aproximava do comedouro, disponibilizando o alimento. Esta pratica foi iniciada ás 20h21 e finalizada ás 20h37.
Procedemos ao experimento, para a Prática 3: Modelagem, com o propósito de modelar o comportamento de pressionar a barra, apenas liberando comida quando Maslow tinha determinados comportamentos, como levantar-se ou se aproximar da barra, tal procedimento foi iniciado ás 20h42 e finalizado ás 21h02.
Seguimos com a Prática 4: Reforçamento Contínuo (CRF) com a intenção de observar e registrar os comportamentos de Maslow, como pressionar a barra, tocar a barra, farejar, levantar, limpar-se e beber água, após a manipulação ambiental e compará-la ao registro inicial, para avaliaçãode performance. 
Avançamos então, para a Prática 5: Extinção do esquema de CRF, onde consiste em suspender o reforço de pressionar a barra. Neste procedimento alteramos as configurações impedindo o rato de alimentar-se, fazendo com que toda a vez que ele pressionasse a barra, não saísse alimento. Tal procedimento teve a duração de 10 minutos.
Continuamos com a Prática 6: Reforçamento intermitente de razão fixa, neste esquema que conteve 10 minutos, alteramos novamente as configurações fazendo com que Maslow só conquistasse o alimento se pressionasse a barra com uma sequencia que estipulamos. 
Finalizando com a Prática 7: Treino Discriminativo, nessa operação treinamos Maslow para adaptar-se a um novo comportamento, em que consiste em alimentar-se sempre que o som estava ligado, e quando o som desligasse, não era possível a liberação da comida. Obtendo as respostas do rato sobre o som ligado e desligado. Este esquema teve duração de 12 minutos, 6 minutos do S+ que emite o som, e 6 minutos do S- que contem a ausência do som. Após o término do exercício nos foi passado uma conta para calcular se Maslow conseguiu identificar os momentos em que a comida seria liberada.Somando o Sd e o SΔ e dividindo o resultado com o valor acumulado do Sd.
Resultados
Prática 1: Nível Operante, durante os 10 minutos de observação, podemos observar no gráfico a seguir a quantidade de vezes que Maslow atuou sobre os comportamentos. Podendo observar uma sequencia frequente de hábitos inatos, como farejar, levantar e limpar-se.
Prática 2: Treino ao Comedouro, tal procedimento teve a duração de exatos 18 minutos. Onde além de incentivar Maslow a se aproximar da barra que libera o alimento, também obtemos o resultado do gráfico abaixo: 
A barra vertical de Sound Food nos mostra a associação que Maslow obteve sobre de onde vinha a comida, e observando a barra Action Strength, temos o progresso de identificação do rato do que se deve fazer para conquistar o alimento.
Prática 3: Modelagem, ao iniciarmos o procedimento de liberar alimentos apenas quando ele se levanta na parede onde localiza-se a barra, obtivemos maiores resultados no gráfico a seguir:
Perante este gráfico, podemos observar a barra do meio Bar Sound em progresso, além de Maslow associar o som da comida e ter a iniciativa de ir até a barra ele passa a agregar o som da barra juntamente ao som da comida. O que nos aproxima mais do resultado esperado previsto, o rato pressionar a barra sozinho. 
Prática 4: Reforçamento Contínuo, finalizando com este procedimento, obtemos tais resultados de comportamento, tendo as seguintes respostas: 
Analisando total progressão de Maslow perante o conhecimento da localização da barra, e diminuição de comportamentos inatos. 
Inserindo os resultados de comportamento da primeira prática até a atual, podemos notar em seguida o aperfeiçoamento do experimento:
De acordo com o gráfico acima, vemos que na primeira prática NO (barra azul), o rato quase não possuía o comportamento de pressionar a barra, após os experimentos realizados notamos seu desenvolvimento nos resultados de CRF (barra vermelha), apresentando uma atitude repetitiva no ato de pressionar a barra, alimentando-se.
Já no ato de apenas tocar na barra, não observamos mudanças drásticas no seu proceder, mas vemos um aumento na ação de toca-la (barra vermelha). 
Em relação ao terceiro comportamento, podemos observar que o rato apresentava um habito de farejar muito elevado (barra azul), mas depois do trabalho realizado, reparamos que esse costume regride (barra vermelha). 
Na ação de limpar-se vemos que no início, Maslow obtinha o costume de se limpar com frequência (barra azul), mas após o treinamento feito, constatamos uma diminuição nessa ação (barra vermelha). 
E de acordo com o ato de beber água, presenciamos um comportamento pouco realizado (barra azul) e que depois de todos os processos realizados, também obteve uma diminuição (barra vermelha). 
Prática 5: Extinção do Esquema de CRF: Nos primeiros 5 minutos do experimento, Maslow ao pressionar a barra atingiu uma sequência de 44 vezes, nos mostrando bem agitado. Com o decorrer do procedimento, a frequência foi ficando mais baixa, nos deixando mais próximo do intuito da prática. Nos últimos 5 minutos obtivemos um resultado de apenas 11 vezes ao pressionar a barra, concluindo que o rato teve a compreensão de que não receberia mais a comida e finalizando a Extinção CRF.
Segue o gráfico que retrata o acúmulo de respostas de pressão a barra: 
Prática 6: Reforçamento Intermitente de Razão Fixa: O gráfico abaixo também representa o acúmulo de vezes em que o rato pressionou a barra, porem podemos observar que do primeiro minuto até o quarto Maslow para conseguir comida pressionava a barra duas vezes seguidas, após compreendermos que ele assimilou o exercício, mudamos para 3 vezes, cujo tal procedimento teve duração de 3 minutos até evoluirmos para a sequencia de 4 vezes, que durou do sétimo ao décimo minuto. Durante os 10 minutos desta prática Maslow pressionou a barra 128 vezes, gerando o resultado a seguir:
Prática 7: Treino Discriminativo: No primeiro minuto do Sd, Maslow pressionou a barra apenas 1 vez, já no SΔ 9 vezes, porem não recebia comida; Já no segundo minuto do Sd ele alimentou-se 7 vezes, e quando o som parou, pressionou a barra apenas 4 vezes; Ao terceiro minuto do Sd a barra foi pressionada 14 vezes, e no do SΔ apenas 1, nos mostrando a evolução de Maslow; Ao quarto minuto do Sd ele alimentou-se 6 vezes, e no SΔ teve a regressão de pressionar a barra 15 vezes seguidas, sem a conquista do alimento; No quinto minuto do Sd pressionou 8 vezes e no SΔ 4; Encerrando no sexto minuto do Sd, Maslow alimentou-se 5 vezes, e no SΔ pressionou a barra apenas 1 vez. Após finalizar a prática fizemos a conta, na qual gerou um resultado de 0,5. Dando como entendimento que nos 12 minutos Maslow identificou que diante ao som a comida estava liberada e sem o som não era possível a liberação.
O gráfico abaixo nos mostra a comparação de frequência em que Maslow pressionou a barra tempo no Sd e no tempo SΔ:
Conclusão
Através da prática 1, podemos observar um rato sem treinamento, vivendo em seu habitat, tendo comportamentos repetitivos e esperados para o momento do início da pesquisa. Já na prática 2, começamos a introduzir técnicas de treinamento ao comedouro, no caso, iniciamos o comportamento operante em Maslow, para ensinar o rato a pegar seu alimento; e no decorrer do teste, podemos observar a associação de onde vinha o alimento ser feita.
A partir da prática 3, iniciamos o processo de modelagem, para ele adquirir um novo comportamento por meio do reforço, liberando o alimento apenas quando o rato produzia comportamentos específicos, como o ato de ficar de pé na parede onde se encontra o comedouro; passando a ter a atitude de ir até a barra e pegar por conta própria o seu alimento.
E na prática 4, podemos ver todo o resultado do treinamento feito com Maslow; comparando o início dos testes com o resultado final. Onde observamos que seus comportamentos repetitivos iniciais de farejar e limpar-se, foram substituídos por novos comportamentos, também repetitivos, porém de pressionar a barra, o que era o objetivo do experimento.
Após a bateria de testes, podemos observar que todas as práticas e técnicas feitas, usadas com o sujeito, em questão, se mostraram de muita eficácia e importância para o desenvolvimento da psicologia comportamental de hoje em dia.
Já na segunda parte do experimento, iniciamos pela prática 5, que se tratava da extinção do esquema CRF, no início do exercício, o sujeito mantinha o hábito de pressionar a barra muito elevado, mas com o desenrolar da atividade, a frequência foi diminuindo, concluindo que o rato assimilou que não receberia mais o alimento. 
Na prática 6, realizamos o reforçamento intermitente de razão fixa, nesta atividade podemos observar que em uma prática de 10 minutos de duração,o rato compreendeu as mudanças feitas para o recebimento do alimento 3 vezes. Constatando que a aprendizagem ocorreu.
E na prática 7, foi feito o treino discriminativo, onde o alimento apenas foi liberado ao som emitido na caixa e sem o som não era liberado. Após a finalização do exercício, através da fórmula do estímulo discriminativo, efetuamos o cálculo, totalizando 0,5. 
Por meio dos últimos resultados apresentados podemos dizer que o rato em questão obteve uma aprendizagem. 
Referências 
Apostila de Práticas em Laboratório Virtual
Livro Princípios Básicos de Análise de Comportamento
Normas ABNT

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