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O código de defesa do consumidor

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O código de defesa do consumidor, alinhado definitivamente, à Constituição Federal do Brasil em 1988, a qual estabeleceu a defesa do consumidor como direito e garantia fundamental do cidadão, visando com seu maior objetivo regularizar as relações de consumo, protegendo-o de prejuízos na aquisição de produtos e serviços. Dessa forma, as empresas de modo geral ao longo dos anos buscaram se adequar para que tal relação coexistisse no mercado consumidor. As normas hoje vigentes foram baseadas em ações estabelecidas ainda no advento da Globalização, onde o desenvolvimentos dos meios de comunicação tiveram seus avanços tecnológico, e as propagandas e publicidades firam com que os consumidores fossem atraídos por anúncios de produtos, paralelo a este momento tem-se os donos da empresa e dos negócios da época com livre arbítrio para determinar o que poderiam ou não ser decidido a respeito dos direitos e deveres dos consumidores. 
O ocorrido ao longo dos anos foram modificações para se concretizar no que conhecemos atualmente, e levar em questão alguns pontos importantes dentro do grupo e produto do qual nosso estudo se aplica – Grupo O Boticário e seu produto Malbec, levantaremos três artigos do qual pode-se enquadrar: relação a fabricação, exposição, troca de produtos e ações nos pontos de venda, sejam eles nas lojas físicas ou virtuais. O setor de produtos cosméticos alguns fatores são extremamente relevantes no que diz respeito ao bom relacionamento com os consumidores, assim como coloca em risco a credibilidade da empresa quando não se tornar efetivo junto ao cliente. Alguns artigos podem ser destacados para melhor compressão dentro do que diz respeito ao produto em questão – Malbec, como por exemple o artigo 18 do CDC, onde diz:
(Código do Consumidor  Lei nº 8.078, de 11.09)
Art. 18. Os fornecedores de produtos de consumo duráveis ou não duráveis respondem solidariamente pelos vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade, com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza, podendo o consumidor exigir a substituição das partes viciadas.
De modo geral, coloca o fornecedor como principal responsável pelo produto, sendo assim responsabilizado por qualquer defeito ou problemas com produtos fornecido pela marca. Obviamente, que o grupo em busca de sua excelência busca diariamente promover todos os testes de qualidade para que o cliente seja atendido com excelência o quanto antes, assim como procura se adequar aos erros cometidos. 
No que se refere o artigo 30 do Código de Defesa do Consumidor diz “Toda informação ou publicidade, suficientemente precisa, veiculada por qualquer forma ou meio de comunicação com relação a produtos e serviços oferecidos ou apresentados, obriga o fornecedor que a fizer veicular ou dela se utilizar e integra o contrato que vier a ser celebrado”, logo é dever da empresa cumprir com o itens comunicados em suas publicações através dos meios de comunicação, é de total responsabilidade toda e qualquer informação colocada em questão nas ações do PDV das lojas físicas, anúncios nas redes sociais ou outras das quais são utilizadas para expor a campanha vigente, novos produtos ou lançamentos. Ainda dentro desse assunto de propaganda temos o artigo 36, que diz:
(Código do Consumidor  Lei nº 8.078, de 11.09)
Art. 36. A publicidade deve ser veiculada de tal forma que o consumidor, fácil e imediatamente, a identifique como tal.
Parágrafo único. O fornecedor, na publicidade de seus produtos ou serviços, manterá, em seu poder, para informação dos legítimos interessados, os dados fáticos, técnicos e científicos que dão sustentação à mensagem.
Ambos os artigos são de suma importância para a credibilidade e respeito das empresas diretamente ligadas a venda de produtos e serviços, devido a importância das informações colocadas em questão no momento da “venda” do produto nos comerciais e anúncios de seus produtos. Este último está diretamente ligado ao cumprimento de todas as informações expostas aos clientes, as empresas em questão, tem o dever de cumpri-las.
Outro artigo em que se pode levar em consideração e não deixa de forma alguma a desejar no sentido de ser requisitado e o tema “troca”. O artigo 26 descreve o seguinte:
(Código do Consumidor  Lei nº 8.078, de 11.09)
 Art. 26. O direito de reclamar pelos vícios aparentes ou de fácil constatação caduca em:
I - 30 (trinta) dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produto não duráveis;
II - 90 (noventa) dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produto duráveis.
§ 1º. Inicia-se a contagem do prazo decadencial a partir da entrega efetiva do produto ou do término da execução dos
serviços.
§ 2º. Obstam a decadência:
I - a reclamação comprovadamente formulada pelo consumidor perante o fornecedor de produtos e serviços até a resposta negativa correspondente, que deve ser transmitida de forma inequívoca;
II - (Vetado);
III - a instauração do inquérito civil, até seu encerramento.
§ 3º. Tratando-se de vício oculto, o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito.
Obviamente existem regras dentro dos artigos a serem cumpridos, já que ser trata de meios de distribuição de diferentes maneiras, logo, a empresa em questão vem para se adequar as solicitações dos clientes já que os mesmos são de suma importância. Com relação a troca de produtos sendo este por simples vontade própria e não por defeito ou má qualidade do produto, as empresas não são obrigadas a efetuar a troca do mesmo, no entanto, no que se refere ao bom relacionamento entre as partes interessadas tal fato pode se tornar relevante. Não somente os artigos citados são de suma relevância pra a empresa em questão, mas outros que não fazem parte do âmbito empresarial do grupo, onde o mesmo vem ao longo dos anos em continuo crescimento e expansão da marca não somente no Brasil, mas em outros países, consequentemente, existe um grade preocupação com o relacionamento empresa-consumidor final.

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