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ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 
“CÁLCULO DE LAJE DE CONCRETO ARMADO EM BALANÇO” 
NOMES RA TURMA 
Ribeirão Preto – São Paulo 
20 de Novembro de 2017 
1 
ATIVIDADE PRÁTICA SUPERVISIONADA 
“CÁLCULO DE LAJE DE CONCRETO ARMADO EM 
BALANÇO” 
Trabalho apresentado ao 7/8º 
semestre do curso de graduação em 
Engenharia Civil da Universidade Paulista, 
como critério para avaliação da disciplina de 
Atividade Prática Supervisionada com o 
tema: “Cálculo de laje de concreto armado em 
balanço”, sob orientação acadêmica. 
Orientador(a): Profª Dra. Elizabeth 
Oshima de Aguiar. 
Ribeirão Preto – São Paulo 
20 de Novembro de 2017 
2 
 
LISTA DE IMAGENS 
 
 
IMAGEM 1 - Imóvel disposto de laje em balanço. ....................................................... 5 
IMAGEM 2 - Detalhe da laje em balanço. ................................................................... 5 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO ..................................................................................................... 4
2. DESENVOLVIMENTO .......................................................................................... 5
3. MEMORIAL DE CÁLCULO .................................................................................. 6
3.1. Coeficiente adicional (γn) (conforme tabela 13.1 NBR 6118:2003) ........................................ 6 
3.2. Altura útil (d) para lajes em balanço (conforme NBR 6118:1978) .......................................... 6 
3.3. Cargas: ..................................................................................................................................... 6 
3.4. Carregamento uniforme distribuído: ...................................................................................... 7 
3.5. Carregamento vertical concentrado: ...................................................................................... 7 
3.6. Reações: .................................................................................................................................. 7 
3.6.1. No engaste para o carregamento vertical: ...................................................................... 7 
3.6.2. No engaste para a força horizontal: ................................................................................ 8 
3.6.3. Momento total: ............................................................................................................... 8 
3.7. Cálculo da armadura principal negativa: ................................................................................. 8 
3.8. Verificação de As,principal e As,mín.: ..................................................................................... 9 
3.9. Cálculo de armadura secundária negativa: ............................................................................. 9 
3.10. Disposições construtivas: .................................................................................................... 9 
3.11. Detalhamento da armadura: ............................................................................................. 10 
3.12. Verificação da flecha (Conforme NBR 6118:2003 Item 17.3): .......................................... 11 
4. PLANTA DE FORMA E DETALHAMENTO DAS ARMADURAS ...................... 14
5. FOTO DOS INTEGRANTES DO GRUPO NO LOCAL ...................................... 15
6. CONCLUSÃO ..................................................................................................... 16
 REFERÊNCIAS .................................................................................................. 17 
4 
1. INTRODUÇÃO
O trabalhado apresentado a seguir, tem como principal objetivo demonstrar os 
cálculos realizados para dimensionamento de uma laje em balanço, que é o tema 
proposto da Atividade Prática Supervisionada (APS) do segundo semestre de 2017. 
 Devido à grande dificuldade de encontrar uma laje em balanço sem 
revestimento, ainda em fase de construção, solicitamos a nossa orientadora a 
possibilidade de visitarmos e realizar a coleta dos dados de uma laje com 
revestimento, por isso utilizamos de modelo uma marquise já pronta. 
 Marquises são estruturas em balanço que podem ser formadas por vigas e 
lajes em balanço, ou apenas laje, (como a utilizada). Normalmente elas são projetadas 
com a função de cobertura e proteção para 'halls' de entradas. Sua estrutura depende 
do vão do balanço e da carga aplicada, por isso, calcular a flecha na extremidade da 
laje torna-se imprescindível. 
 O trabalho foi desenvolvido de acordo com as recomendações pré-definidas 
pelo roteiro da APS. 
5 
 
2. DESENVOLVIMENTO 
 
 
Para a realização deste trabalho encontramos um imóvel residencial em Bonfim 
Paulista (SP) cuja as características eram semelhantes ao que procurávamos, laje em 
balanço. 
Como não tínhamos autorização para adentrarmos a residência, realizamos 
fotografias e por meio desta, estimamos o tamanho da laje em balanço. 
 
 
IMAGEM 1 - Imóvel disposto de laje em balanço. 
 
 
IMAGEM 2 - Detalhe da laje em balanço. 
 
Tomamos como referência a porta (0,9 metros de largura cada folha) e a mureta 
de vidro (0,9 metros de altura), estimamos que a laje possua: 
2,10 x 1,00 x 0,13 m (comprimento x largura x espessura) 
6 
 
3. MEMORIAL DE CÁLCULO 
 
 
Dados: 
 Concreto: C-25 
 Aço: CA-50 (Ø ≥ 6,3 mm) 
 Cobrimento: 2 cm (2,5 cm conforme tabelas 6.1 e 7.2 NBR 6118) 
 
3.1. Coeficiente adicional (γn) (conforme tabela 13.1 NBR 6118:2003) 
 
𝛾𝑛 = 1,95 − 0,02 × ℎ 
𝛾𝑛 = 1,95 − 0,02 × 13 
𝛾𝑛 = 1,3 
 
3.2. Altura útil (d) para lajes em balanço (conforme NBR 6118:1978) 
𝑑 =
𝑙𝑥
Ψ2 × Ψ3
 
𝑑 =
100
0,5 × 17
 
𝑑 = 11 𝑐𝑚 
 
∴ 𝐴𝑙𝑡𝑢𝑟𝑎 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 (ℎ) = 11 + 2 = 13 𝑐𝑚 
 
3.3. Cargas: 
 
• Permanentes: 
 
𝑔𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑝𝑟ó𝑝𝑟𝑖𝑜 = 0,1 × 25 = 2,5 𝐾𝑁/𝑚² 
𝑔𝑟𝑒𝑣𝑒𝑠𝑡𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 = 1,0 𝐾𝑁/𝑚² 
𝑔𝑣𝑖𝑑𝑟𝑜 = 0,1 × 26 × 0,9 = 2,34 𝐾𝑁/𝑚
2 (𝑐𝑜𝑛𝑓𝑜𝑟𝑚𝑒 𝑁𝐵𝑅 6120: 1980) 
 
 
 
 
7 
• Variáveis:
𝑞𝑢𝑠𝑜 = 3,0 𝐾𝑁/𝑚² 
𝑞𝑣𝑒𝑟𝑖𝑡𝑖𝑐𝑎𝑙 = 2,0 𝐾𝑁/𝑚² 
𝑞ℎ𝑜𝑟𝑖𝑧𝑜𝑛𝑡𝑎𝑙 = 0,8 𝐾𝑁/𝑚² 
3.4. Carregamento uniforme distribuído: 
𝑔 = 𝑔𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑝𝑟ó𝑝𝑟𝑖𝑜 + 𝑔𝑟𝑒𝑣𝑒𝑠𝑡𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 = 2,5 + 1,0 = 3,50 𝐾𝑁/𝑚² 
𝑝 = 𝑔 + 𝑞 = 3,5 + 3,0 = 6,50 𝐾𝑁/𝑚² 
3.5. Carregamento vertical concentrado: 
Na extremidade, será considerada uma mureta de vidro (2,6 KN/m² conforme 
NBR 6120/80) com 0,90 metros de altura, uma carga variável vertical de 2,0 KN/m² e 
horizontal de 0,8 KN/m². 
𝑔𝑣𝑖𝑑𝑟𝑜 = 2,6 × 0,9 = 2,34 𝐾𝑁/𝑚² 
𝑝1 = 𝑔𝑣𝑖𝑑𝑟𝑜 + 𝑞𝑣𝑒𝑟𝑡𝑖𝑐𝑎𝑙 + 𝑞ℎ𝑜𝑟𝑖𝑧𝑜𝑛𝑡𝑎𝑙 = 2,34 + 2,0 + 0,8 = 5,14 𝐾𝑁/𝑚² 
3.6. Reações: 
3.6.1. No engaste para o carregamento vertical: 
• Reação de apoio:
𝑟 = 𝑝 × 𝑙 + 𝑝1 = 6,5 × 1 + 5,14 = 11,64 𝐾𝑁/𝑚² 
• Momento fletor:
𝑚 =
𝑝 × 𝑙²
2
+ 𝑝1 × 𝑙 =
6,5 × 1²
2
+ 5,14 × 1 = 8,39 𝐾𝑁. 𝑚/𝑚 
8 
 
3.6.2. No engaste para a força horizontal: 
 
• Reação horizontal: 
 
𝑟 = 0,8 𝐾𝑁/𝑚 
 
• Momento devido à força horizontal: 
 
𝑚 = 0,8 × 0,9 = 0,72 𝐾𝑁. 𝑚/𝑚 
 
3.6.3. Momento total: 
 
𝑀𝑘 = 8,39 + 0,72 = 9,11 𝐾𝑁. 𝑚/𝑚 
 
3.7. Cálculo da armadura principal negativa: 
 
𝑀𝑑 = 𝛾𝑛 × 𝛾𝑓 × 𝑀𝑘 
 
𝑀𝑑 = 1,3 × 1,4 × 9,11 = 16,58 𝐾𝑁. 𝑚 = 1658𝐾𝑁. 𝑐𝑚 
 
𝐾𝑐 =
𝑏𝑤 × 𝑑²
𝑀𝑑
=
100 × 11²
1658
= 7,3 
 
∴ 𝐾𝑠 = 0,024 (𝑡𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎 1.1 𝑁𝐵𝑅 6118: 2003) 
 
𝐴𝑆,𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 =
𝐾𝑠 × 𝑀𝑑
𝑑
 
 
𝐴𝑆,𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 =
0,024 × 1658
11= 3,617
𝑐𝑚2
𝑚 𝑑𝑒 𝑙𝑎𝑗𝑒
 
 
 
 
 
9 
 
3.8. Verificação de As,principal e As,mín.: 
 
𝐴𝑆,𝑚í𝑛 = 𝜌𝑚í𝑛 × 𝑏 × ℎ =
0,15
100
× 100 × 13 = 1,95
𝑐𝑚2
𝑚
 
 
𝐴𝑆,𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 > 𝐴𝑆,𝑚í𝑛 ∴ 𝐴𝑑𝑜𝑡𝑎𝑟𝑒𝑚𝑜𝑠 𝐴𝑠 = 3,617
𝑐𝑚2
𝑚 𝑑𝑒 𝑙𝑎𝑗𝑒
 
 
3.9. Cálculo de armadura secundária negativa: 
 
𝐴𝑆2,𝑚í𝑛 ≥ {
0,2 × 𝐴𝑆,𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 = 0,2 × 3,617 = 0,723 𝑐𝑚
2/𝑚
0,5 × 𝜌𝑚í𝑛 = 0,5 × 1,95 = 0,975 𝑐𝑚
2/𝑚
0,90 𝑐𝑚2/𝑚
 
Adotaremos 0,975 cm²/m 
 
3.10. Disposições construtivas: 
 
Ø𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 ≤
ℎ
8
 =
130
8
= 16,25 𝑚𝑚 
 
6,3 𝑚𝑚 ≤ Ø𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 ≤ 16,25 𝑚𝑚 
 
• Espaçamento máximo: 
 
𝐴𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 → 𝑆𝑚í𝑛. {
2 × ℎ = 2 × 13 = 26 𝑐𝑚
20 𝑐𝑚
 
 
𝐴𝑠𝑒𝑐𝑢𝑛𝑑𝑎𝑟𝑖𝑜 → 𝑆𝑚í𝑛. = 33 𝑐𝑚 
 
• Espaçamento mínimo: 
 
𝑆𝑚í𝑛. = 10 𝑐𝑚 
 
Usualmente adotamos 10 cm, pois a NBR 6118:2014 não especifica. 
 
10 
 
• Comprimento mínimo da barra principal: 
 
Armadura principal longitudinal negativa é L = 1,5 x L. 
Sendo L o balanço e 1,5 o prolongamento (ancoragem na laje continua à laje 
em balanço) 
𝐿 = 1,5 × 100 = 150 𝑐𝑚 
 
𝐿 𝑡𝑜𝑡𝑎𝑙 = 100 + 150 = 250 𝑐𝑚 
 
3.11. Detalhamento da armadura: 
 
• 𝐴𝑠, 𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 = 3,617 𝑐𝑚² 
 
𝑙𝑦
𝑠
=
210
13
= 16 
 
∴ 16 Ø 8 mm com 13 cm de espaçamento (As, efetivo = 3,87 𝑐𝑚2) 
 
 
• 𝐴𝑠, 𝑠𝑒𝑐𝑢𝑛𝑑á𝑟𝑖𝑎 = 0,975 𝑐𝑚² 
 
𝑙𝑥
𝑠
=
100
30
= 3 
 
∴ 3 Ø 6,3 mm com 30 cm de espaçamento (As, efetivo = 1,04 𝑐𝑚2) 
 
 
• 𝐴𝑠, 𝑐𝑜𝑛𝑠𝑡𝑟𝑢𝑡𝑖𝑣𝑎 = 20% × 𝐴𝑠, 𝑝𝑟𝑖𝑛𝑐𝑖𝑝𝑎𝑙 = 0,2 × 3,617 = 0,7234 𝑐𝑚² 
 
𝑙𝑦
𝑠
=
210
33
= 6 
 
∴ 6 Ø 6,3 mm com 33 cm de espaçamento (As, efetivo = 0,95 𝑐𝑚2) 
 
11 
3.12. Verificação da flecha (Conforme NBR 6118:2003 Item 17.3): 
𝑀𝑟 =
𝛼 × 𝑓𝑐𝑡 × 𝐼𝑐
𝑦𝑡
𝑓𝑐𝑡 = 0,21 × 𝑓𝑐𝑘
2
3 = 0,21 × 25
2
3 = 1,7955 𝑀𝑃𝑎 = 0,1796 𝐾𝑁/𝑐𝑚² 
𝐼𝑐 =
100 × 13³
12
= 18308,34 𝑐𝑚4 
𝑀𝑟 =
𝛼 × 𝑓𝑐𝑡 × 𝐼𝑐
𝑦𝑡
=
1,5 × 0,1796 × 18308,34
6,5
= 758,81 
𝑀𝑟 = 758,81 < 𝑀𝑎 = 392,5 ∴ ℎá 𝑓𝑖𝑠𝑠𝑢𝑟𝑎𝑠 
Quando há fissuras devemos utilizar um momento de inercia equivalente 
𝐼𝑒𝑞 = (
𝑀𝑟
𝑀𝑎
) × 𝐼𝑐 + [1 − (
𝑀𝑟
𝑀𝑎
)
3
] × 𝐼2 
𝐼2 =
𝑏𝑥³
3
+ 𝛼𝑒 × 𝐴𝑠 × (𝑑 − 𝑥)² 
𝛼𝑒 =
𝐸𝑠
𝐸𝑐𝑠
=
210000
4760 × 25
1
2
= 8,824 
𝐾𝑐 =
100 × 11²
1,4 × 392,5
= 22,02 ∴ 𝐾𝑠 = 0,023 
𝐴𝑠 =
0,023 × 1,4 × 392,5
11
= 1,15 𝑐𝑚2 
∴ Ø6,3 𝑚𝑚 𝑐𝑜𝑚 26 𝑐𝑚 (𝐴𝑠, 𝑒𝑓. : 1,20 𝑐𝑚2) 
12 
• Linha neutra x
𝑏𝑥²
2
− 𝛼𝑒 × 𝐴𝑠 × (𝑑 − 𝑥) = 0
100𝑥²
2
− 8,824 × 1,20 × (11 − 𝑥) = 0 
50𝑥2 − 10,59𝑥 − 116,5 = 0 
Aplicando na fórmula de Baskara, temos: 
𝑥 =
−𝑏 ∓ √𝑏2 − 4 × 𝑎 × 𝑐
2 × 𝑎
𝑥 =
−10,59 ∓ √10,592 − 4 × 50 × (−116,5)
2 × 50
= 1,424 𝑐𝑚 
Voltando ao momento de inércia no estádio II, temos: 
𝐼2 =
100 × 1,424³
3
+ 8,824 × 1,2 × (11 − 1,424)2 = 1067,24 
Logo calculamos o momento de inércia equivalente: 
𝐼𝑒𝑞 = (
758,81
392,5
) × 18308,34 + [1 − (
758,81
392,5
)
3
] × 1067,24 
𝐼𝑒𝑞 = 28750,72 𝑐𝑚4 
• Flecha imediata (fi):
Para laje do tipo 2B, temos um lâmbda: 
13 
𝜆 =
𝑙𝑦
𝑙𝑥
=
2,1
1
= 2,1 ∴ 𝛼 = 6,50 
𝑓𝑖 =
𝛼
100
×
𝑏
12
×
𝑝 × 𝑙𝑥4
𝐸𝑐 × 𝐼
𝑝 = 𝐹𝑑 = 𝐹𝑔 + Ψ3 × 𝐹𝑞 
𝑝 = 𝐹𝑑 = 5,84 + 0,3 × 3,8 = 6,98 𝐾𝑁/𝑚² 
𝑓𝑖 =
6,50
100
×
100
12
×
6,98 × 10−4 × 1004
2100 × 28750,72
= 6,262 × 10−4 𝑐𝑚 
• Flecha total (ft):
𝑓𝑡 = 𝑓𝑖 × (1 + 𝛼𝑓) 
𝛼𝑓 =
∆𝜉
1 + 50 × 𝜌′
𝜌′ =
𝐴𝑠′
𝑏 × 𝑑
=
1,2
100 × 11
= 1,091 × 10−4 
𝛼𝑓 =
2 − 0,68
1 + (50 × 1,091 × 10−4)
= 1,252 
𝑓𝑡 = 6,262 × 10−4 × (1 + 1,252) = 1,41 × 10−3𝑐𝑚 
• Flecha limite:
𝑓𝑙𝑖𝑚 =
2 × 𝑙
250
=
2 × 100
250
= 0,8 𝑐𝑚 
14 
4. PLANTA DE FORMA E DETALHAMENTO DAS ARMADURAS
Vista frontal 
Vista frontal (detalhe) 
Vista lateral 
Vista lateral (detalhe) 
15 
5. FOTO DOS INTEGRANTES DO GRUPO NO LOCAL
16 
6. CONCLUSÃO
 Do objetivo do trabalho proposto, foram realizados os cálculos necessários, 
de acordo com a norma, para detalhamento das armaduras negativas e construtivas 
para sustentação da laje em balanço do imóvel em questão, assim como a verificação 
da flecha desta mesma laje tanto a curto prazo quanto a longo prazo de sua utilização. 
Conforme apresentado, encontramos para a laje em balanço uma flecha limite de 0,8 
cm (conforme NBR-6118:2014), ou seja, comparado com a flecha total de 0,00141 
cm, podemos dizer que essa estrutura estará segura estando a aproximadamente a 
longo prazo 600% abaixo do valor limite de flecha. 
 Podemos então considerar a laje utilizada como engastada na laje interna, 
sendo o esquema estático: engastamento de um lado e livre do outro, onde a 
armadura principal utilizada é negativa para reprimir a força de tração que ocorre 
acima da linha neutra. 
Contudo, adicionamos armadura construtiva na parte inferior da laje com a 
finalidade de suportar qualquer eventual fissura que possa ocorrer, como apresentado 
no memorial de cálculo, podendo ocorrer fissuras de até 1,424 cm da parte inferior 
para a parte superior. 
17 
 
REFERÊNCIAS 
 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6118. Projeto de 
Estruturas de Concreto: Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2014. 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6120. Cargas 
para o cálculo de estruturas de edificações. Rio de Janeiro: ABNT, 1980.

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