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Atividade comunicação entre colegas - passagem de plantão aviação - exemplo med: erros - def técnicos, falha de sistemas, comunicação humana Nunca testam o uso dos equipamentos tecnológicos na vet, em aviacao sim. medidas de segurança do paciente - identificar os animais de forma que diferencie e não cometa erros de diagnóstico.ou tratamento passagem de turno - saber se comunicar SBAR Após identificação como profissional e identificar o outro, identificação do paciente inicia o protocolo: MODELO MENTAL para passagem de plantão S - Situação Por que ele está ai? Veio a domicilio trazido por equipe de pré-hospitalar em decorrencia de PCR precenciada pela familia com atendimento pelo samu por 25m. Com ritmo de fibrilação ventricular, com desfibrilação, relato de 3 choques de desfibrilação, uso de aumiudarona e adrenalina, com dose detalha no prontuário background Contexto paciente pós PCR atendido HOJE na emergencia, trazido do domicilio Passado - é um paciente diabético, hipertenso, fazia uso irregular de medicações e há 3 anos teve internação no hospital em decorrencia de acidente vascular encefálico, com uma sequela, permanecendo com hemiparesia a esquerda. Sem relato de alergias medicamentosas ou alimentares. AVALIAÇÃO - lista dos problemas para resolver, saber o que mudou e o que preocupa Ele vem permanecendo com instabilidade hemodinamica, vem necessitando de uso de norepinedrina e suspeitam que possa ter tido quadro aspirativo que será investigado com exames complementares. avaliar o paciente - seu andamento de recuperação começar de cima pra baixo cheque a parte neurológica: comando dos olhos, consciência vê o pescoço - a pulsação desce para a auscultação dos pulmões desce mais e escute o coração para ouvir se está tudo okay depois continue e observe as regiões que estão com sondas para ver se está tudo okay depois cheque as veias e artérias para ver se ele tem uma boa pulsação avalie a hidratação, a condição do hemograma, se necessita prosseguir com um determinado medicamento ou suspender, ou complementar/trocar com outro. Recomendações Aguarda-se uma nova revisão laboratorial, precisa de acompanhamento hemodinâmico rigoroso e a família desse paciente aguarda notícia e a família não conseguiu ser abordada. Que desde a admissão a família não conseguiu ser abordada pois a familiar ao chegar teve que se dirigir a domicílio para buscar a sua mãe. A pendência de comunicação sobre a família, principalmente sobre a gravidade desse paciente e a obtenção de demais informações. Precisamos dessa transferência o mais rapidamente possível, até porque a emergência está superlotada e precisamos dar fluxo na unidade. PROTOCOLO SPIKES protocolo de ação SPIKES 6 passos 1 - Planejamento da entrevista Onde será feita: corredor, leito, quem serão as pessoas envolvidas no processo de comunicação. Desligar o celular e reservar um tempo. 2 - Avaliação da percepção do paciente ● Avaliar o quanto o tutor sabe da informação. Pergunte, explore, para saber. ● Criar um quadro preciso de como o tutor entende a doença (o que já lhe foi dito a respeito da doença de seu animalzinho?) 3 - Avaliar o desejo de informação do tutor Ela quer saber os mínimos detalhes ou não? Antecipação de prognóstico ruim: Como você gostaria de receber os resultados do exame? Como você gostaria que eu te avisasse? 4 - Comunicar a má notícia Antes de ir pro 4º passo, é dar o Tiro de aviso Tiro de aviso: frases simples como: ● "o que eu tenho pra te dizer não é uma noticia boa" ● "estou buscando uma palavra certa para falar o que é preciso ser dito agora" ● "Os resultados dos exames não estão bem como eu gostaria." Quando ela recebe, fisiologicamente ela se prepara para a má notícia. ● Seja claro, utilize palavras apropriadas e a linguagem de quem tá recebendo. ● Faça uma pausa, porque quando ela recebe, por alguns instantes ela se desconecta de voce e daquele contexto. 5 - Abordar as emoções do tutor com respostas efetivas Avaliar a expressão de emoção das pessoas, ela pode chorar. Desmaiar (conseguir um lugar, uma cadeira para sentar a pessoa). Oferecer apoio e solidariedade 6 - Estratégia e Resumo Planejar o que vem a seguir - discutir planos de tratamento, mas perguntar anteriormente se o paciente está pronto para isso. Dar uma orientação. Diante da má noticia serão feitos mais exames? mais procedimentos cirurgicos? terá questão de papeladas? EUTANÁSIA A eutanásia pode ser vista sob várias perspectivas, sendo que, para o animal ela deve ser indolor, produzir inconsciência instantânea e morte rápida; para o executante, o método deve ser seguro e não provocar choques emocionais; para a pesquisa, o método escolhido não deve resultar em modificações biológicas e ou histológicas incompatíveis com os dados esperados do ensaio; para a gestão, a eutanásia deve ser praticada nas melhores condições econômicas, tanto no que concerne ao equipamento e locais, bem como os meios utilizados. ocorrer em ambiente seguro, silencioso e totalmente isolados de outros animais, principalmente, os da mesma espécie, uma vez que os animais liberam feromônios que indicam seu estado de angústia e medo, e tal comportamento é imediatamente percebido pelos outros animais. casos permitidos para eutanasia algumas situações em que pode ser necessária a indicação da eutanásia, podemos citar os animais com prognóstico desfavorável da doença, doenças terminais, animais portadores de doenças zoonóticas, como leishmaniose e raiva, animais vítimas de acidentes de trânsito ou outros tipos de acidentes, ou como controle de excesso de animais abandonados por seus donos e que se continuarem nas ruas poderão ocasionar sérios problemas de saúde, mas essa questão sofre pressões da opinião pública no sentido de salvar ao invés de destruir os animais, CASOS CONTRAINDICADOS situações em que o clínico veterinário é solicitado a praticar a eutanásia por outras razões que envolvem o interesse do proprietário do animal, alegando, na maioria das vezes, razões de ordem econômica, conveniência pessoal, comportamento indesejável ou, ainda, abandono do animal. é a idade avançada do animal, neoplasias, doenças do sistema músculo-esquelético e problemas comportamentais, sendo a agressividade a causa mais comum. PROCESSO Em situações críticas ou terminal, o médico veterinário tem o importante papel de manter o proprietário informado sobre as decisões relativas às opções de tratamento ou sobre a prática da eutanásia, se necessário. Uma vez que o proprietário decida pela eutanásia, deve-se considerar quando será realizado o procedimento, se os familiares estarão presentes, e contar com o apoio do médico veterinário para que não haja um sentimento de culpa pelo proprietário por ter optado pela eutanásia, uma vez que foi feito o melhor para o animal. MÉTODO eutanásia por métodos físicos ou químicos, que por sua vez podem ser decorrentes do uso de substâncias inalantes ou substâncias injetáveis, osquais são indicados como procedimento mais seguro e humanitário existente, se forem obedecidas as especificações dos produtos utilizados, quanto à dose, via de administração e intervalo de tempo entre um fármaco e outro, no caso das associações medicamentosas. métodos físicos devem causar a perda imediata de consciência, mediante trauma físico cerebral e podem ser necessários, quando as utilizações de fármacos comprometem os resultados principais da pesquisa, enquanto os métodos químicos têm por base o uso de substâncias que prontamente produzem a inconsciência e a morte dos animais, em função de sobredosagem, a exemplo dos anestésicos utilizados na anestesia geral. Ambos os métodos requerem treinamento especializado para a contenção, manejo de instrumentos e manipulação dos fármacos a serem utilizados, buscando-se a precisão e a rapidez no procedimento, de modo a minimizar o estresse e abreviar a morte dos animais CARACTERÍSTICAS ACEITAS as características desejáveis de um agente para eutanásia devem promover indução suave, não causando alterações comportamentais que indiquem dor ou ansiedade, causar indução rápida, onde a inconsciência e a morte ocorram de forma instantânea ou dentro de pouquíssimos minutos, ser seguro e de fácil emprego para o profissional o qual manipula o agente, não deixar resíduos ou lesões teciduais que possam prejudicar a necrópsia e ser economicamente viável. MEDICAMENTOS E FERRAMENTAS os barbitúricos, considerados os mais próximos do ideal, pois são classificados como depressores gerais do sistema nervoso central; o T-613, indicado para uso intravenoso, causa severa depressão do sistema nervoso central, hipóxia e colapso circulatório; os anestésicos inalatórios, utilizados na eutanásia de pequenos animais devido à dificuldade do uso da via intravenosa nestas espécies; o dióxido de carbono, que é um gás anestésico recomendado para a insensibilização de suínos e aves antes do abate e que pode ser empregado em câmaras para a eutanásia da maioria dos animais de laboratório; a eletricidade e a pistola pneumática, que são indicadas para a insensibilização do animal antes do abate; e as armas de fogo, que são indicadas nos casos de abate sanitário para erradicar ou controlar epizootias ou zoonoses ou na eutanásia de animais extremamente agressivos. FERRAMENTAS CONTRAINDICADAS agentes que não devem ser usados para a eutanásia, destacam-se os agentes curarizantes, como a galamina, que causam a morte por paralisia funcional dos músculos respiratórios, levando à anóxia cerebral; a estricnina, que é um estimulante medular que causa convulsões sem alterar a consciência, onde a morte ocorre devido a incapacidade funcional da musculatura respiratória, que se encontra em rigidez tônica; drogas de ação no coração, sejam estimulantes (digitálico, cálcio) ou depressores (íons potássio e magnésio) do miocárdio, que causam a morte por parada cardíaca, porém não deprimem a consciência e não são analgésicos; gás ou solução de cianeto, que causa a morte por anóxia histotóxica, onde o animal desenvolve rapidamente um quadro de coma, choque, crises convulsivas e parada cardiorrespiratória, além de ser extremamente tóxico, oferecendo risco para o operador; a embolia gasosa e anestésicos voláteis por via intravenosa, onde a morte é precedida, geralmente, de excitação acentuada, dor e vocalização, e por último a exsanguinação ou sangria, admitida quando precedida da insensibilização do animal e visa ao bom processamento tecnológico da carne. TIPOS DE EUTANASIA A eutanásia passiva consiste em parar de tomar medidas terapêuticas que prolongariam a vida do paciente. A eutanásia ativa tem como objetivo dar a morte a um doente Ressalte-se que os únicos métodos a serem empregados são aqueles considerados humanitários e que não causam reações de dor, asfixia ou desconforto que perdure durante o sacrifício, sendo, portanto, considerado como métodos mais aceitáveis aqueles que causam paradas respiratórias e cardíacas simultaneamente COMO ABORDAR O ASSUNTO COM O TUTOR Induzir o tutor a pedir para sacrificar "Vamos pensar. A família de vocês tem um filho novo, o animal irá gerar gastos e o prognóstico dele é ruim." Quando o animal irá precisar de eutanásia? Observar alguns fatores ● Perda de consciência ● Paralisado ● Está prostrado, não se alimenta, está apático, fica num canto recluso e não quer contato ● Diagnóstico extremamente grave Eutanásia Passiva - prolonga o tempo de vida dele, mas suspende tratamento. Apenas faz terapia para controle de dor, coloca no soro com medicamento para a dor e espera. Faça uma manutenção de uma morte sem sofrimento. Quando propor eutanásia? De forma sutil. Pergunta o que ela prefere, como ela está se sentindo, qual a alternativa. O animal não come mais? Está sem consciencia e paralisado? Tem um diagnóstico grave? Sim. Então a partir de agora, se você desejar, pode solicitar o sacrifício." Caso ela aceitar, pedir para assinar um contrato alegando que está ciente do quadro e que solicita a eutanásia.