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RELATÓRIO DE PRÁTICA LABORATORIAL ALUNO: Elisabeth de Souza da Silva RA: 119382 PÓLO: Maringá CURSO: Engenharia Civil ETAPA: 5 DATA: 08/06/2019 CARGA HORÁRIA: 01 hora DISCIPLINA: Mecânica dos Solos I PROFESSOR: Sandro Chagas QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA PRATICA LABORATORIAL Nº: 01 IDENTIFICAÇÃO VISUAL E TÁCTIL DO SOLO C.H.: 01 h DATA: 08/06/2019 INTRODUÇÃO: O presente relatório prático tem por objetivo expor sobre identificação visual e táctil do solo, através de amostras de solos diversificados, além de observar como os mesmos reagem ao lhe ser adicionado certa porcentagem de umidade. OBJETIVOS: Aprender formas de se realizar identificação preliminar de uma amostra de solo. MATERIAL: Para a realização da prática, utilizamos os equipamentos descritos na Tabela 1 e os insumos de acordo com a Tabela 2. Tabela 1 – Relação de equipamentos utilizados na aula prática Item Quant. Descrição 1 4 Bandejas de alumínio 2 1 Proveta graduada 1000 mL Tabela 2 – Relação de insumos utilizados na aula prática Item Quant. Descrição 1 1 kg Areia 2 1 kg Solo argiloso 3 1 kg Solo arenoso 4 1 kg Solo orgânico METODOLOGIA: A aula prática aconteceu no laboratório de Materiais de Construção do Polo de Maringá, utilizando os equipamentos e insumos conforme Tabela 1 e 2. Os procedimentos realizados durante o ensaio foram: - Sensação ao Tato: consisti em esfregar uma porção de cada amostra de solo na mão o que permiti sentir sua aspereza; - Plasticidade: moldar bolinhas ou cilindros com os solos úmidos; - Resistencia do solo seco: tentar desmanchar os torrões dos solos argiloso e arenoso utilizando os dedos; - Mobilidade da água intersticial (dilatancia): colocar uma porção de cada solo úmido na palma de uma das mãos, com a mão fechada bater contra a outra mão. Deve-se observar o surgimento de uma lamina d’água na superfície do solo bem como o tempo para que isso ocorra; - Dispersão em água: Misturar uma porção de solo seco com água em um recipiente transparente, agitando-o. Observar como os solos se comportam e o tempo que levam para deposição dos sedimentos. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Foi possível observar vários fatores em cada passo da realização do experimento, na sensação do tato foi possível ver a diferença entre os tipos de solo apresentados tais como: na areia nota-se a sensação de aspereza, no solo arenoso uma sensação de sedosidade e no solo argiloso também nota-se uma sensação de sedosidade porem aparenta ser pegajoso. Com relação a plasticidade, a areia não possui, os solos argiloso são mais maleáveis e os arenosos também são passiveis de se moldar. A cerca da resistência, foi fácil desmanchar os torrões do solo arenoso, já o solo argiloso possui torrões endurecidos de forma que não foi possível desmancha-los com os dedos. O teste de mobilidade mostrou que na areia há o aparecimento rápido de agua na superfície, no solo argiloso não ocorre o aparecimento de água na superfície com o impacto da mão e no solo arenoso nota-se o surgimento de maneira lenta de água na superfície. Para o ensaio de dispersão de água, foram separadas uma amostra de 200 gr de solo argiloso e 200 gr de solo arenoso, colocadas cada amostra em uma proveta e acrescentado em cada proveta 300 gr de água, após misturar e agitar cada recipiente com suas respectivas amostras, os recipientes foram acomodados sobre a bancada para que assim observar-se como cada solo se comportava. CONCLUSÃO: De maneira geral, pode-se afirmar que os resultados do experimento foram bastante satisfatórios. Foi possível conhecer as especificidades de cada solo apresentado, observar como se comportam quando úmidos, sua resistência e plasticidade. Ainda foi possível entender que cada solo exige que se trabalhe com o mesmo de forma especifica, principalmente em construção, pois podem ocorrer falhas na estrutura, caso não se conheça o tipo de solo no qual a fundação será feita. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: ARANTES, Diego Mendonça. Mecânica dos Solos. - Uberaba: Universidade de Uberaba, 2012. MINILLO, Larissa Queiroz. Mecânica dos Solos I. - Uberaba: Universidade de Uberaba, 2016. RELATÓRIO DE PRÁTICA LABORATORIAL ALUNO: Elisabeth de Souza da Silva RA: 119382 PÓLO: Maringá CURSO: Engenharia Civil ETAPA: 5 DATA: 08/06/2019 CARGA HORÁRIA: 01 hora DISCIPLINA: Mecânica dos Solos I PROFESSOR: Sandro Chagas QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA PRATICA LABORATORIAL Nº: 02 ENSAIO DE GRANULOMETRIA POR PENEIRAMENTO C.H.: 01 h DATA: 08/06/2019 INTRODUÇÃO: O presente relatório prático tem por objetivo ensaio de granulometria que é o processo utilizado para a determinação da porcentagem em peso que cada faixa especificada de tamanho de partículas representa na massa total ensaiada. A determinação da granulometria de um solo pode ser feita apenas por peneiramento ou por sedimentação, se necessário. OBJETIVOS: Proceder a realização do ensaio de granulometria através do peneiramento, com a finalidade de obter a curva granulométrica de um solo. MATERIAL: Para a realização da prática, utilizamos os equipamentos descritos na Tabela 1 e os insumos de acordo com a Tabela 2. Tabela 1 – Relação de equipamentos utilizados na aula prática Item Quant. Descrição 1 1 Balança 2 1 Jogo de peneiras (50; 38; 25; 19; 9,5; 4,8; 2,4; 1,2; 0,6; 0,42; 0,30; 0,15; 0,075mm). 3 1 Fogareiro 4 1 Bandeja 5 1 Panela 7 1 Tubo de ensaio Tabela 2 – Relação de insumos utilizados na aula prática Item Quant. Descrição 1 5 kg Solo Arenoso METODOLOGIA: A aula prática aconteceu no laboratório de Materiais de Construção do Polo de Maringá, utilizando os equipamentos e insumos conforme Tabela 1 e 2. Os procedimentos realizados durante o ensaio foram: Peneiramento fino = utiliza-se 1kg de solo e passa na pela peneira 2,38, após pesa-se o solo que ficou retido na peneira que deve ser lavado e levado para secar na estufa. Peneiramento Grosso = utiliza-se 1kg do solo e passa pela peneira 10, após pesa-se o solo que ficou retido, o qual deve ser lavado e levado para secar na estufa. Curva Granulométrica = separou-se 500 gr do solo e passou em todas as peneiras (jogo) pesando o solo retido e anotando os resultados para posteriormente traçar a curva granulométrica. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Para a realização dos experimentos foram utilizados os cálculos através das formula abaixo,e estão representados na tabela e curva granulométrica na sequencia. Peneiramento Grosso: PR = (MR/MTS).100 PP = 100 - PR Peneiramento Fino: Pr = (Mr/MSPF).100 Pp = (100 - Pr).N MTU = P1 - Massa Total Úmida (g); MTS - Massa Total Seca (g); MG - Massa dos Grãos (g) (massa retida até #10); MFS - Massa Fina Seca (g) (passa na #10); MUS = P3 - Massa Úmida da Sedimentação (g); MSS - Massa Seca da Sedimentação (g); w - Teor de Umidade (%); N - Fração que a Massa Fina representa do total da amostra. Dados do peneiramento Peneiras (mm) Peso (g) Porcentagem (%) 4,76mm 28g 5,6% 2,36mm 18g 3,6% 1,18mm 41g 8,2% 0,600mm 78g 15,6% 0,300mm 226g 45,2% 0,150mm 78g 15,6% Fundo 26g 5,2% Com os dados acima, foi possível montar a curva Granulométrica:CONCLUSÃO: Com relação aos ensaios com o peneiramento fino e peneiramento grosso, não obtivemos êxito com o procedimento, devido ao fato de não haver tempo hábil para realizar o experimento conforme descrito na metodologia, que orientava a fazer a secagem dos solos lavados na estufa, o que levaria cerca de 12 horas para completar o processo. Já para o ensaio da curva granulométrica, obtivemos êxito, assim como pode observar no gráfico e na tabela, a maior concentração do solo arenoso se encontra na peneira 0,300mm, e o lugar aonde se concentra menos solo é na peneira 2,36mm, com apenas 3,6%. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: MINILLO, Larissa Queiroz. Mecânica dos Solos I. - Uberaba: Universidade de Uberaba, 2016. NBR-7181/ABNT – Análise Granulométrica de Solos, D421-58 e D422-63/ASTM; T87-70 e T88-70/AASHTO; MSL-05/CESP. RELATÓRIO DE PRÁTICA LABORATORIAL ALUNO: Elisabeth de Souza da Silva RA: 119382 PÓLO: Maringá CURSO: Engenharia Civil ETAPA: 5 DATA: 08/06/2019 CARGA HORÁRIA: 01 hora DISCIPLINA: Mecânica dos Solos I PROFESSOR: Sandro Chagas QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA PRATICA LABORATORIAL Nº: 03 ENSAIO DE DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ E DO LIMITE DE PLASTICIDADE C.H.: 01 h DATA: 08/06/2019 INTRODUÇÃO: O presente relatório prático tem por objetivo ensaio de determinação do limite de liquidez e do limite de plasticidade, para isso é importante saber que o limite de plasticidade é uma propriedade dos solos, na qual consiste na maior ou menor capacidade de ser moldado, em certas condições de umidade sem que ocorra variação de volume. Importante propriedade da argila, e o que limite de liquidez é definido como a umidade abaixo da qual o solo se comporta como material plástico; é a umidade de transição entre os estados líquido e plástico do solo. OBJETIVOS: Proceder à realização dos ensaios de limites de Atterberg, visando obter os valores do wL e wP do solo ensaiado. MATERIAL: Para a realização da prática, utilizamos os equipamentos e insumos que seguem: Aparelho de Casagrande; Cinzel; Balança; Cápsulas de porcelana; - Espátula metálica; Placa de vidro esmerilhada; Peneira; Solo Arenoso; Água. METODOLOGIA: A aula prática aconteceu no laboratório de Materiais de Construção do Polo de Maringá, utilizando os equipamentos e insumos descritos acima. Os procedimentos realizados durante o ensaio foram: - Para o Limite de liquidez: Com 350 gramas da amostra de solo coletado, previamente secado ao ar e passado na peneira # 30, colocou-se a amostra no recipiente de porcelana e aos poucos se adicionou água até a homogeneização da massa. Depois se passou para a concha do aparelho de Casagrande certa quantidade dessa massa nivelando-a com a espátula, em seguida fez-se com o cinzel uma ranhura no meio da massa, no sentido do maior comprimento do aparelho e iniciou-se os golpes na concha, girando-se a manivela ao todo de duas voltas, contando o número de golpes até que se constate-se o fechamento da ranhura, quando se parou a operação. Feito isso retirou-se uma pequena quantidade do material no local onde as bordas da ranhura se tocaram para a que se pudesse fazer a determinação da umidade. - Para o Limite de plasticidade: - Com 350 gramas da amostra de solo coletado, previamente secado ao ar e passado na peneira # 30, colocou-se parte da amostra no recipiente de porcelana e foi-se adicionando água até a homogeneização da massa, após moldou-se certa quantidade da massa em forma de “charuto” rolando-a em seguida sobre a placa de vidro (para que ocorra perda de umidade para a placa), até que fissure em pequenos fragmentos quando essa atingir dimensões de 3mm de diâmetro e 10cm de comprimento, coletando alguns fragmentos fissurados para a determinação da umidade. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Durante o ensaio de liquidez, colocou-se 98ml, cerca de 28% de água para que ocorre-se a homogeinação da massa e com 18 golpes no aparelho de Casagrande já se obteve o resultado esperado. Para o ensaio de plasticidade, foi adicionado um total de 77ml, cerca de 22% de água, onde se atingiu o limite de plasticidade da amostra. Saliento que no roteiro de pratica, era solicitado que se repetir-se o ensaio de liquidez por no mínimo mais 5 vezes, e o de plasticidade por pelo menos 4 vezes, o que não possível de realizar por não haver tempo hábil, portanto não foi possível construir o gráfico relacionado aos teores de umidade para o limite de liquidez, e nem mesmo calcular a média dos valores de umidade encontrado no ensaio de plasticidade. CONCLUSÃO: Apesar do ensaio não ter sido concluído em sua totalidade, foi possível perceber como o solo se comporta em relação à umidade e compactação. Fica como sugestão, uma melhor distribuição dos horários de realização dos procedimentos, para que seja possível a visualização e experimentação no todo. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: . NBR-6459/ABNT - Determinação do Limite de Liquidez de Solos. NBR-7180/ABNT - Determinação do Limite de Plasticidade de Solos. RELATÓRIO DE PRÁTICA LABORATORIAL ALUNO: Elisabeth de Souza da Silva RA: 119382 PÓLO: Maringá CURSO: Engenharia Civil ETAPA: 5 DATA: 08/06/2019 CARGA HORÁRIA: 01 hora DISCIPLINA: Mecânica dos Solos I PROFESSOR: Sandro Chagas QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA PRATICA LABORATORIAL Nº: 04 ENSAIO DE DETERMINAÇÃO DA MASSA ESPECIFICA REAL DOS SOLOS C.H.: 01 h DATA: 08/06/2019 INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é explicar o processo de determinação da massa específica do solo. Neste ensaio, encontra-se o valor da densidade real dos grãos, ou seja, os vazios não são considerados. O resultado é utilizado no cálculo do ensaio de sedimentação e na determinação do índice de vazios e demais índices físicos do solo, e permite o conhecimento da mineralogia do mesmo. OBJETIVOS: Proceder determinação da massa especifica real das partículas menores que 2mm do solo. MATERIAL: Para a realização da prática, utilizamos os equipamentos e insumos que seguem: Peneira # 10 (2mm); Balança; Fogareiro, Panela, tubo de ensaio; Solo; Água. METODOLOGIA: A aula prática aconteceu no laboratório de Materiais de Construção do Polo de Maringá, utilizando os equipamentos e insumos descritos acima. Os procedimentos realizados durante o ensaio foram: Pesou-se o tubo de ensaio seco, colocou-se certa quantidade de solo dentro do tubo e tornou-se a fazer a pesagem, adicionou-se água até a metade do tubo. Depois se pesou o mesmo com o conteúdo e anoutou como Pas. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Após a realização de todos os procedimentos acima, os dados foram anotados na tabela abaixo: Ensaio 01 Peso do tubo de ensaio (g) 62g Peso do tubo de ensaio + solo seco (g) 122g Peso do solo seco (g) 60g Peso do tubo de ensaio cheio d’água 110g Peso tubo de ensaio com água e solo 170g Volume do solo e água 170ml Massa específica da água a 25 graus (g/cmˆ3) 25º C Massa específica real dos grãos (g/cmˆ3) 3g/mˆ3 Para o cálculo da massa específica dos grãos do solo, utilizar a seguinte equação: gs = d. gw , onde:d = Ps / (Ps + Pa - Pas ) Onde, gs - massa específica real do solo d - densidade do solo gw - massa específica da água na temperatura do ensaio Ps - peso do solo seco Pa - peso do picnômetro cheio de água destilada Pas - peso do picnômetro cheio de água e solo. Foi realizado apenas um ensaio, portanto não foi possível realizar a comparação das medidas CONCLUSÃO: A prática tinha como objetivo determinar a massa específica dos grãos, ou seja os vazios não computados pelo método do fogareiro, de certa maneira obtivemos um resultado satisfatório. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: NBR 6508/ABNT – Determinação da Massa Específica de Grãos de solo RELATÓRIO DE PRÁTICA LABORATORIAL ALUNO: Elisabeth de Souza da Silva RA: 119382 PÓLO: Maringá CURSO: Engenharia Civil ETAPA: 5 DATA: 08/06/2019 CARGA HORÁRIA: 01 hora DISCIPLINA: Mecânica dos Solos I PROFESSOR: Sandro Chagas QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA PRATICA LABORATORIAL Nº: 05 ENSAIO DE DETERMINAÇÃO DO TEOR DE UMIDADE (h OU w) C.H.: 01 h DATA: 08/06/2019 INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é o ensaio de determinação do teor de umidade e sabendo que todas as obras de Engenharia Civil se apoiam sobre o solo ou sobre maciços rochosos, e que existem ainda algumas situações, em que o solo é também utilizado como material de construção, conhecer o teor de umidade é essencial e determinante na previsão do comportamento dos solos que serão utilizados OBJETIVOS: Proceder determinação do teor de umidade MATERIAL: Para a realização da prática, utilizamos os equipamentos e insumos que seguem: fogareiro, frigideira, colher para mistura, balança digital e vasilha de plástico, 300g de areia – ao ambiente.. METODOLOGIA: A aula prática aconteceu no laboratório de Materiais de Construção do Polo de Maringá, utilizando os equipamentos e insumos descritos acima. Inicialmente pesou-se a amostra úmida, colocou-se cuidadosamente a amostra na frigideira e sobre o fogareiro mexeu a amostra até evaporar a umidade. Após retirada toda a umidade da amostra, pesou-a novamente e assim obter a massa da água na amostra original, por meio da formula: (Mw = Mt – Ms) RESULTADOS E DISCUSSÃO: Nesta prática é solicitado a resposta das questões abaixo: - Existem diferentes métodos para se determinar a umidade dos solos, dentre eles, o gravimétrico. Explique-o em poucas palavras: Resposta: É um método analítico quantitativo cujo processo envolve a separação e pesagem de um elemento ou um composto do elemento na forma mais pura possível. O elemento ou composto é separado de uma quantidade conhecida da amostra ou substância analisada. .- Qual a importância de se determinar a umidade dos solos? Resposta: Todas as obras de Engenharia Civil se apoiam sobre o solo ou sobre maciços rochosos, e que existem ainda algumas situações, em que o solo é também utilizado como material de construção, conhecer o teor de umidade é essencial e determinante na previsão do comportamento dos solos que serão utilizados. CONCLUSÃO: Com a prática compreendemos que o teor de umidade do solo nada mais é que a massa da água contida em uma amostra de solo sendo expressa em porcentagem, além de constarmos o quão importante é saber o teor de umidade do solo na execução de uma obra. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e suas aplicações: 6. Ed. Rio de Janeiro: Ltc, 1988. RELATÓRIO DE PRÁTICA LABORATORIAL ALUNO: Elisabeth de Souza da Silva RA: 119382 PÓLO: Maringá CURSO: Engenharia Civil ETAPA: 5 DATA: 08/06/2019 CARGA HORÁRIA: 03 hora DISCIPLINA: Mecânica dos Solos I PROFESSOR: Sandro Chagas QUADRO DESCRITIVO DE PRATICA PRATICA LABORATORIAL Nº: 06 ENSAIO DE COMPACTAÇÃO DE SOLOS C.H.: 03 h DATA: 08/06/2019 INTRODUÇÃO: O objetivo deste relatório é o ensaio de compactação de solos. Importante salientar que a compactação é um método de estabilização de solos que se dá por aplicação de alguma forma de energia (impacto, vibração, compressão estática ou dinâmica). Seu efeito confere ao solo um aumento de seu peso específico e resistência ao cisalhamento, e uma diminuição do índice de vazios, permeabilidade e compressibilidade. OBJETIVOS: Proceder o ensaio de compactação de solo tipo Proctor Normal. MATERIAL: Para a realização da prática, utilizamos os equipamentos e insumos que seguem: Molde cilíndrico com base e colarinho, soquete, extrator de amostras, cápsulas para determinação da umidade, peneira nº 4, bandeja de alumínio e espátula, 5kg de solo arenoso e água. METODOLOGIA: A aula prática aconteceu no laboratório de Materiais de Construção do Polo de Maringá, utilizando os equipamentos e insumos descritos acima. Para o procedimento deve-se seguir as etapas abaixo: - Adiciona-se água à amostra até se verificar uma certa consistência. Deve-se atentar para uma perfeita homogeneização da amostra; - Compacta-se a amostra no molde cilíndrico pequeno (2,5kg) em 3 camadas iguais (cada uma cobrindo aproximadamente um terço do molde), aplicando-se em cada uma delas 26 golpes distribuídos uniformemente sobre a superfície da camada, com o soquete caindo de uma altura de 0,305m. Se o cilindro for o grande (4,5kg), compacta-se em 5 camadas iguais, aplicando-se em cada uma delas 12 golpes de uma altura de 0,305m. - Remove-se o colarinho e a base, aplaina-se a superfície do material à altura do molde e pesa-se o conjunto cilindro + solo úmido compactado; - Retira-se a amostra do molde com auxílio do extrator, e partindo-a ao meio, coletase uma pequena quantidade para a determinação da umidade; - No caso de reuso do material, desmancha-se o material compactado até que possa ser passado pela peneira n°.4 (4,8mm), misturando-o em seguida ao restante da amostra inicial; - Adiciona-se, 2% de água à amostra para solos arenoso e 3% de água para solos argilosos, da massa original de solo, em peso, para em seguida homogeneizar a amostra. Repete-se o processo pelo menos por mais quatro vezes. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Com os resultados obtidos através dos passos acima listados, montou-se a tabela abaixo: Peso do solo (Kg) Água 1561,00 6% 1735,00 8% 1910,00 10% 2083,00 12% 2122,00 14% 2063,00 16% CONCLUSÃO: Com a prática Através do ensaio de compactação é possível obter a correlação entre o teor de umidade e o peso específico seco de um solo quando compactado com determinada energia. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: NBR 7182/ABNT – Ensaio de compactação.