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O Sistema de Numeração é um sistema que consiste na representação numérica. Durante toda a história da humanidade, os números passaram por diversas mudanças em sua maneira de representação. Ou seja, numerais diferentes que representam o mesmo algarismo, apenas escrito em idiomas e épocas distintas. A seguir tem-se alguns Sistemas de Numeração de diferentes civilizações: Numeração Egipcia: A civilização Egípcia criou um sistema de numeração baseado em agrupamentos, composto por sete símbolos, e todos os números eram representados a apartir das combinações. É perceptível que a ideia de contagem sempre esteve presentes na vida dos seres humanos, porém com o passar dos tempos começou a surgir os símbolos, decorrente das necessidades de contar objetos e isso teve inicio há mais de 30.000 anos. Antes do surgimento dos símbolos, a demarcação de contagem era feito a partir de riscos e marcas realizadas em cavernas ou em ossos, nó em cordas e etc. No entanto, quando surgiu a necessidade da contagem por agrupamento os métodos foram se expandindo, ou seja, eram usado empilhamentos de pedras, madeiras e entre outros objetos que pudessem ser agrupados e assim representar o conjunto desejado. Vale ressaltar, que no sistema de numeração Egípcia não se tinha importância com a ordem ou posição dos símbolos. Ou seja, a posição não alterava o resultado nas operações. Numeração Romana: O Sistema de Numeração utilizado pelos romanos eram denotadas por sete letras maiusculas, na qual são atribuidas valores. É importante lebrar que na determinação de um número utilizando esse sistema tem-se duas importantes observações, na qual se diz que, se colocarmos um símbolo de maior valor primeirio que o de menor valor é somado os números e se colocarmos o símbolo de menor valor primeiro que o de maior valor subtrai os números. Numeração maia: A civilização Maia desenvolveu um sistema de numeração composto por apenas três simbolos, porém apartir deles era possível denotar os demais números. Esse sistema é um sistema vigesimal, ou seja, até o número dezenove os números eram representados da seguinte maneira: A partir do número vinte, as representações númericas era feito considerando a posição do algarismo. Foi exposto e discutido em sala o documentário intitulado A história do número 1, onde o mesmo relata que o número um surgiu a partir das necessidades existentes. No entanto tendo a Suméria como uma sociedade evolutiva, a mesma deixou de usar o risco em determinados objetos, que representava o número um, e passou a representá-lo com uma peça em forma e cone. Ressaltando que foi a partir dessa substituição que surgiu a ideia de aritmetica, isto é, possibilitando o aprimoramento da ideia de soma e subtração. Com essa evolução, surgiu a necessidade da escrita, ou seja, os registros de determados cálculos. Esses registros eram feitios em tabletes de argila. Essa escrita era em forma de marcações de quantidades em agrupamento. Logo mais, o número um torna-se medida, denominada de cúbito: Essa invensão surgiu graças aos Egípcios para que suas construções fossesm todas padronizadas. Sobre os algarismos hindu-arábicos o documentário trás como afirmação que o mesmo deveria ser designinado de indianos, pois esse sistema já era utilizado por eles a milhares de anos antes de cristo, e os árabes foram apenas os responsáveis por levá-los a Europa. No entanto, esse sistema trazia como novidade a implantação do número zero e a partit daí os protagonista do documentário passa ser o um e o zero. A Mesopotâmia de início era habitada pelos Sumérios na qual desenvolveram o sistema de escrita. Essa escrita era realizada usando cunhas em tábulas de argila cozida, dando origem a escrita cuneiforme. Ao longo do tempo essa região foi habitada por diversos grupos de civilizações, na qual ficaram conhecidos como Babilônios. Escrita Cuneiforme Dentre as tábuas matemáticas Babilônicas tem-se a Plimpton: A mesma foi escrita a aproximadamente entre 1900 e 1600 a.C. a mesma apresenta trêss colunas completas com caracteres que contém expressões referente aos legados pitagóricos. O sistema de numeração desenvolvida pelo os menos éo sexagesimal, composto por 60 algarismos diferentes: O sistema de numeração utilizada era o sistema de agrupamento simples de base 10 para os números menores do que sessenta e um sistema posicional que podia ter base 10 ou base 60 para números maiores. Diversos processos aritméticos e geométricos babilônios era relacionado com as práticas realizadas. A àlgebra era bem desenvolvida, logo os Babilônios deram algumas aproximações de raízes quadradas de números que não são quadradas perfeitos. Os egípcios desenvolveram três formas de escritas. A mais antiga, usada nas tumbas era denominada de hieroglifica. A derivadada mesma era usada nos papiros era chamada de hierática da qual resulta, mais tarde a escrita demótica. Dois papiros são de suma importância na história da matemática egípcia antiga. O papiro Golonishev datado aproximadamente no ano de 1850 a.C. na qual se encontra um texto matemático composto por 25 problemas e outro é o papiro Rhind datado no ano de 1650 a.C. onde é encontrado 85 problemas. O papiro acima é a Reprodução do problema 14 do papiro Moscou mostrando o problema do volume de um tronco de pirâmide quadrada, com a transcrição hieroglífica. Papiro Golonishev O papiro acima descreve os métodos de multiplicação e divisão dos egípcios, o uso das frações unitárias, o emprego da regra da falsa posição e entre outros. O sistema de numeração utilizado pelos Egípcios era o sistema de agrupamento simples com base 10 como é mostrado anteriomente. Ressaltando que os Egípcios desenvolveram um método de multiplicação e divisão, na qual surgiu a partir das necessidades existentes. E esse método é eficaz, se fizermos algum cálculo utilizando esse método chegaramos ao resultado desejado. Foi na Grécia antiga que a matemática ganhou contornos abstratos e passou a ser utilizada não apenas para medir ou contar as coisas do dia a dia, mas também como elemento de pensamentos abstrato e filosófico. Os principais pensadores são: Papiro Rhind Eles foram responsáveis por transformar a matemática em um estudo organizado e sistemático. Tales de Mileto foi responsável por desenvolver a geometria detutiva e por efetuar as primeiras demonstrações matemáticas. Conclusões a ele atribuídas compõem bases importantes da matemática, tais como: todos os círculos são divisíveis por duas partes iguais por meio de seu diâmetro ou os ângulos que formam a base de um triângulo isósceles são iguais. Outro pensador bastante importante foi Pitágoras, alguns estudos afirma que o mesmo foi aluno de Tales de Mileto. Ele foi responsável por formar a Escola Pitagórica, uma escola que envolvia o pensamento racional e o misticismo. Pitágoras atribuía aos números às explicações universais. Sua escola era formada por quatro campos do saber consideradas indispensáveis: a aritmética, a música, a geometria e a astronomia. Sua linha de pensamento de dava a partir do entendimento abstrato e filosófico dos números e da matemática e propunha teoremas abstratos para resolver questões filosóficas, e não mais somente aqueles que estavam presentes na vida prática e cotidiana. O teorema de Pitágoras, que afirma que a soma dos quadrados dos catetos é igual ao quadrado da hipotenusa é um dos exemplos de teoremas. Tales de Mileto PitágorasA turma foi dividida em três grupos para que houvesse uma competição. O proposto em sala é que estudasse sobre a História da Matemática Grega, para que assim todos pudessem jogar de maneira igualitária. O jogo foi elaborado pela professora com estrutura de responde ou passa, na qual os jogadores escolhiam um número de 1 à 25: e o grupo deveria responder a questão corresponde e pontuava quem acertasse a resposta. Exemplo de perguntas com a resposta Início do jogo, o design a professora montou no programa powerpnt Com isso, foi possível se divertir a aprender a históriada matemática de uma maneira interativa e participativa. De inicio foi introduzido em sala um pouco da teoria em si, ou seja, a definição de poliedro, e as caracteristica e o conhecimento de quais são os sólidos de platão, como temos a seguir: Os poliedros são sólidos geométricos cujos lados, chamados de faces, são formados por polígonos. Limitando as faces, temos as arestas e, no encontro destas, há a ocorrência dos vértices. Uma das classificações especial é os denominados Poliedros de Platão ou popularmente conhecidos como Sólidos de Platão. No entanto para ser poliedro de Platão, há algumas restrições, ou seja: Todas as faces devem ter a mesma quantidade n de arestas; Todos os vértices devem ser formados pela mesma quantidade m de arestas; A Relação de Euler deve valer: V – A + F = 2, em que V é o número de vértices, A é o número de arestas e F é o número de faces. Entretanto, só existe cinco tipos de sólidos geometricos que podemos classificar como Poliedros de Platão, são eles: Após de ver o porque que esses sólidos são ditos os poliedros de Platão, foi imposto em sala a divisão da turma em grupos para que houvesse a confecção dos mesmos. Portanto, através de moldes distribuidos pela professora os mesmos foram confeccionados, utilizando cartolina guache, régua, lápis grafite, tesoura e eláticos. Logo, foi possível confeccionar os cinco poliedros de maneira divertida e de maior aprendizado. A seguir, temos a imagem da turma juntamente com a professora e os poliedros confeccionados: Foi realizado a leitura e discussão coletiva do capítulo 1- Livro Didático e História da matemática - da dissertação de mestrado intitulada Uma Reflexão Sobre a Presença da História da Matemática nos Livros Didáticos de autoria de Maria Isabel Zanutto Bianchi. Com essa leitura foi possivel identificar e conhecer as possiveis e diferentes formas de como a história da matemática pode está presentes no livros didáticos. Após toda a discussão desse capítulo, foi proposto pela professora a realização de uma análise sobre como a história da matemática estava presente no livro didático, onde a turma foi dividida em grupos. Na qual, podia-se avaliar qualquer livro, seja o mesmo do ensino fundamental ou médio, seguindo os critérios proposto pelo texto lido e discutido ou até mesmo a implatação de novas categorias avaliativa. O grupo na qual fui inserida era composto por 4 discente, escolhemos um livro de 7º ano do ensino fundamental de autoria de Luiz Roberto Dante, Projeto Teláris e nossa análise foi realizada seguindo apenas os críterios sugerido no texto base. Abaixo temos a ilustração da capa do livro utilizado: Segundos afirmações de alguns estudos existentes a história da matemática na China tem mais de 3000 anos, mais não há comprovações. Sabendo que a mesma surgiu também a partir das necessidades existentes por eles. Entretanto, o uso da matemática por eles e de bastante admiração, como por exemplo foi construido a Grande Muralha, na qual foi usado diversos estudos matemáticos, inclusive o cálculo, temos também a construção dos relógios solares e entre outros exemplos. Logo, é notório que a civilização chinesa uma uma das primeiras a entender os cálculos realizados em um sistema decimal é mais simples e eficaz. Entretanto, osmesmos utilizavam o sistema posicional, ou seja, um tabuleiro de contagem com compartimentos separados para unidades, dezenas e sentenas e etc. vale ressaltar que, as operações realizadas com esse método é bem semelhante ao atual, com apenas uma diferença, as mesmas eram realizadas da esqueda para a direita. A seguir temos o sitema de numerção utilizada pelos chineses: Os arquivo matemáticos manuscrito dessa civilização se julga ter aproximadamente 600 anos a.C. nessas obras estão presentes os seguintes conhecimentos: aritmética, permutaçôes e combinações, entre outros. Alguns pesquisadores afirmam que, segundo uns documentos arqueológicos indicam que os algarismos indo- arábico tiveram sua origem na Índia e foram levados para a Europa. Ressaltando que esses algarismos eram sinais independentes, ou seja, eles não conseguiam registrar números muito grande, portanto essa notaçaõ se transformou em uma notação falada e escrita posicionalmente para facilitar o uso. Toda via, continuou sendo um sistema falho, logo os mesmos inovaram seu sistema, implantando a palavra “sunia” que dava a ideia de vazio, e assim surgindo a ideia do zero, e assim o sistema estava completo e se tinha eficácia em seu uso. Portanto, através das realizações extraordinária desses povos temos a criação de toda teoria dos números na qual conhecemos e utilizamos hoje. A seguir, temos os conteúdos utilizadas nas apresentações. Do capítulo 11 foram apresentados seminários com os seguintes conteúdos, as imagens são apenas ilustração de algumas descobertas ou métodos utilizados por eles: Diante todos esses conhecimentos adquiridos até então sobre a história da matemática, a professora impôs em sala a proposta da realização se seminários individuais, com temas um pouco mais aprofundados sobre os conhecimentos mais elaborados da matemática pura, ou seja, dando ênfase as descobertas elaboradas, que ainda é um pouco desconhecidas para nós. Como base para a realização desses seminários a docente sugeriu o uso do livro Introdução à história da matemática de autoria de Howard Eves, publicado em 2004. Como tema para os seminários foram utilizados os conteúdos presente nos capítulos 11 e 12 do mesmo. O método de exaustão de Eudoxo: O método de equilíbrio de Arquimedes: Paradoxos de Zenão O método dos indivisiveis de Cavaliere: Newton: Leibniz: Do capítulo 12 foram apresentados seminários com os seguintes conteúdos, as imagens são apenas ilustração do próprio pensador ou de algumas descobertas e/ou métodos realizadas e/ou utilizados pelos mesmos: A família Bernoulli: Taylor e Maclaurin: A descoberta das séries: Euler: Claurant, d’Alembert e Lambert: Lagrange: Laplace e Legendre: O sistema métrico: Contudo, diante todo o conteúdo exposto em sala, podemos concluir que houve a troca de conhecimentos e a oportunidade de conhecer diversos métodos e descobertas realizadas por grandes pensadores matamáticos. Vale ressaltar que para eles os números primos eram responsáveis pelo surgimento dos outros números e que o número dois não era primo, pois eles alegavam que os números Segundo o documentário os números primos surgiram na Grécia, pelo grande matemático Euclides de Alexandria. Por volta de 500 a.C. começou o grande ápice desse estudo, ou seja, quando começou a surgir as curiosidades desses números, porém a estudos que afirma que nessa épocajá havia alguns entendimento sobre o conteúdo advindo da escola pitagórica. Vale ressaltar que os números primos eram conhecidos por eles como lineares, onde eram representados por pontos agrupados em linha. Euclides de Alexndria um e dois não eram números verdadeiros, mas eram geradores de números ímpares e pares. Temos também o fundador da matemática moderna na teoria dos números: Outro matemático de suma importância é: Outro grego que estudou e trabalhou com os números primos foi Erastóstenes de Alexandria, no século III, o mesmo foi responsável pela criação da primeira tabela de números primos. Logo, essa tabela era o método denominado de “O crivo de Erastóstenes”, onde era capaz de montar uma tabela com números primos de 2 até N. Pierre Fermat, que após ler o texto de Diofante despertou interesse para o aprofundamento de diversos resultados matemático. O mesmo desenvolveu sua teoria sobre os números primos, ou seja, denotou uma fórmula, no entanto essa sua construção foi provada como falsa, na qual ficou conhecido como o número de Fermat, entretanto suas descobertas estão em destaque nas áreas de Cálculo Geométrico e Infinitesimal, Teoria dos Números e Teoria da Probabilidade. Outro matemático que colaborou imensamente foi: Carl Friedrich Gauss, na qual contribuiu nesses estudos de números primos, onde no inicio na sua vida no campo da matemática estabeleceu a conjectura sobre a distribuição dos números primos, onde é conhecida como Teoria dos números primos. Gauss contribuiu amplamente nesse ramo, onde o mesmo organizou diversos trabalhos desenvolvidos até então, corrigiu demonstrações onde foi possível atribuir diversas ideias inovadoras. Georde Friedrich Riemann, o mesmo de interessou- se pela teoria dos números primos, na qual o mesmo é reconhecimento como criador da Teoria Analítica dos Números. Entre as suas diversas contribuições na matemática temos essa Teoria Analítica dos Números, ou seja, era o estudo dos números primos por meio do calculo aplicado à investigação de propriedades de algumas funções complexas.